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Guias deixam de ser obrigatórios em parques nacionais

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Fonte: http://www.webventure.com.br/montanhismo/n/guias-deixam-de-ser-obrigatorios-em-parques-nacionais/31462

 

A presença de guias, ou condutores de visitantes, era obrigatória na maioria dos parques, para acessar áreas naturais, em especial as Unidades de Conservação (UCs).

A Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada (CBME), junto com Federação de Montanhismo do Rio de Janeiro (Femerj) e outras instituições, buscava a suspensão dessa medida há mais de dez anos, através de discussões e encontros.

A partir deste mês de agosto, por decreto do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), anunciado durante a I Semana Brasileira de Montanhismo, em abril, a contratação de guias passa a ser facultativa aos visitantes.

Dessa forma, fica aberta à decisão e responsabilidade de qualquer montanhista escolher o nível de risco adequado à sua capacidade e contratar ou não o guia, modelo que funciona bem na maioria dos países, segundo a CBME.

No documento divulgado através do site, a confederação também afirma "que não é contra o serviço de condução de visitantes, e incentiva os parques a manterem o cadastro desses profissionais e recomendarem sua contratação às pessoas menos experientes".

O Orgão também destaca que a decisão vai ser positiva para estimular uma concorrência saudável, e consequentemente a melhora na qualidade dos serviços de condutores.

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::otemo::

Uma patifaria a menos que tínhamos que engolir.

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Essa medida abrange somente os parques nacionais ou os estaduais também?

 

Vejo essa medida com receio, porque essa determinação pode fazer com que aumentem bastante os casos de pessoas perdidas dentro dos parques (por se acharem em condições de fazerem as trilhas sozinhas), e aumentar bastante o número de depredações, riscos de acidentes, pixações e outras coisas que pessoas sem o menor senso de conservação / preservação podem provocar.

Se passa a ser opcional, a meu ver, quem optar por entrar sem guia deveria assinar um termo de responsabilidade por essa opção.

  • 2 semanas depois...
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Guilherme, fiz recentemente a trilha do PARNA São Joaquim, que era permitida somente com guias, mas fomos uns dos primeiros a conseguir fazê-la de modo independente.

Acredito que nos foi permitido porque o Michel, chefe do parque, esteve na Semana de Montanha, aonde foi discutido o assunto. Logo depois nos foi dada a autorizção, e com ela veio por e-mail um termo de responsbilidade muito bem feito. Este termo é entregue assinado na portaria do parque. Acredito que os outros parques também adotarão esta prática, pelo que vi o PARNA Itatiaia já o faz também.

Sobre o problema de vandalismo, se a pessoa se identifica, fala pra onde vai, por quanto tempo, etc... fica fácil identificar e punir os responsáveis.

O que não dava mais era ficar na mão dos guias, pagando o que eles querem, pra fazer uma trilha que temos capacidade (e vontade) de ir só. Cabe a cada um saber das suas limitações e escolher a melhor maneira de caminhar pelos nossos parques.

Aliás a maioria dos parques pelo mundo funciona assim, marca-se a trilha, controla-se o acesso e faculta-se o uso de guia.

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Otávio, concordo com você quando fala sobre os valores cobrados pelos guias, isso acaba por "monopolizar" ou "cartelizar" a situação...e mesmo se fosse criada uma "tabela de preços" para essa prática, é bem possível que cairíamos no famoso "por fora"...aliás, não sei se a profissão de guia é regulamentada...

A questão do vandalismo que citei é para grupos de pessoas que vão fazer as trilhas simplesmente "pra zoar", sem conhecimento de nada...

Sobre a trilha do Parna Itatiaia, não foi essa que deu uma discussão entre o Jorge Soto e o Mochileiro Peregrino?

 

Abração!!

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.........................Sobre a trilha do Parna Itatiaia, não foi essa que deu uma discussão entre o Jorge Soto e o Mochileiro Peregrino?

 

Abração!!

A que eu vi (entre eles) foi lá na Lapinha, ou algo parecido. Em Minas.

Mas a grande vantagem em liberar as trilhas sem guias é que agora não tem desculpa pra proibir esta trilha ou aquela travessia.

Ou a tá liberada ou tá em área intangível; aí ninguém pode ir, nem guia...

Postado
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Guilherme, fiz recentemente a trilha do PARNA São Joaquim, que era permitida somente com guias, mas fomos uns dos primeiros a conseguir fazê-la de modo independente.

Acredito que nos foi permitido porque o Michel, chefe do parque, esteve na Semana de Montanha, aonde foi discutido o assunto. Logo depois nos foi dada a autorizção, e com ela veio por e-mail um termo de responsbilidade muito bem feito. Este termo é entregue assinado na portaria do parque. Acredito que os outros parques também adotarão esta prática, pelo que vi o PARNA Itatiaia já o faz também.

Sobre o problema de vandalismo, se a pessoa se identifica, fala pra onde vai, por quanto tempo, etc... fica fácil identificar e punir os responsáveis.

O que não dava mais era ficar na mão dos guias, pagando o que eles querem, pra fazer uma trilha que temos capacidade (e vontade) de ir só. Cabe a cada um saber das suas limitações e escolher a melhor maneira de caminhar pelos nossos parques.

Aliás a maioria dos parques pelo mundo funciona assim, marca-se a trilha, controla-se o acesso e faculta-se o uso de guia.

Esperamos que o Michel faça uma boa gestão e se torne mais um bom exemplo Otávio, indo na contramão de muitos.

Que não tenhamos mais um parque onde seu plano de manejo seja feito nas coxas para cumprir tabela ou atender prazos políticos.

Que não tenhamos mais um parque com 20 funcionários na área administrativa e 1 guarda parque.

Que não tenhamos mais um parque sem Brigada de Incêndio.

Que não tenhamos mais um parque com guardas mal preparados, mal equipados e mal assalariados.

Que não tenhamos mais um parque com um sistema mafioso de guias ou voltado a atender agências de turismo.

Enfim... Que tenhamos um parque inclusivo, voltado a servir bem à todos os cidadãos, preservando de forma verdadeira nossa fauna, nossa flora, nossos recursos minerais, hidrológicos, paisagístico e também cultural.

 

Logo depois nos foi dada a autorizção, e com ela veio por e-mail um termo de responsbilidade muito bem feito. Este termo é entregue assinado na portaria do parque. Acredito que os outros parques também adotarão esta prática, pelo que vi o PARNA Itatiaia já o faz também.

Procedimento semelhante a pelo menos dez anos no Itatiaia, Serra dos Órgãos, Caparaó, Canastra...

Editado por Visitante

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Otávio, concordo com você quando fala sobre os valores cobrados pelos guias, isso acaba por "monopolizar" ou "cartelizar" a situação...e mesmo se fosse criada uma "tabela de preços" para essa prática, é bem possível que cairíamos no famoso "por fora"...aliás, não sei se a profissão de guia é regulamentada...

Estas são as principais leis que regulamentam a profissão Guilherme:

 

Lei que valida o exercício da profissão de Guia de Turismo.

Decreto que regulamenta a Lei nº 8.623.

Deliberação Normativa da Embratur para a aquisição do crachá de Guia de Turismo.

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Pois é Sandro, não conheci o Michel, mas o pessoal que teve mais contato com ele comentou que o cara é esforçado e aberto a novas idéias.

Tanto que a autorização só nos foi dada depois dele voltar da Semana Brasileira de Montanha, evento realizado no RJ pela CBME, aonde vários chefes de parques se reuniram e discutiram sobre a obrigatoriedade dos guias. O Pedro Hauck (que esteve no encontro) comentou (não lembro se no site dele ou no Altamontanha) que o fim da obrigatoriedade estava próximo, devido ao rumo da prosa por lá.

O modelo da autorização provavelmente foi "chupado" de outro parque, afinal os caras devem se conhecer, saber o que o outro faz, trocar idéias, etc... e achei uma boa, tem mais é que registrar, identificar e saber aonde está o povo mesmo. E digo mais, não nos foi cobrado nada, mas deveria. Nos mesmos moldes do Itatiaia, afinal nada mais justo pagar para usufruir, mas pagar um preço justo.

Só não podemos esperar milagres, pois sabemos que na terra do samba & futebol nossos parques sofrem pela falta de estrutura, física e humana. Apenas os que dão dinheiro (exemplo = Iguaçu) conseguem se organizar. Mas daí paga-se até para respirar dentro do parque... complicado né?

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... E digo mais, não nos foi cobrado nada, mas deveria. Nos mesmos moldes do Itatiaia, afinal nada mais justo pagar para usufruir, mas pagar um preço justo.

Com todo o respeito Otávio você está sendo ingênuo neste ponto e eu entendo e já explico porque.

Os brasileiros de modo geral já estão condicionados a viverem desinformados e sob a chamada “dupla taxação” e estranham quando um dos seus direitos lhe é “permitido” sem alguma cobrança financeira.

Meu amigo Otávio eu lhe digo: A cobrança para pessoas físicas brasileiras para visitarem seus parques estaduais e nacionais é um absurdo, um abuso, uma afronta, um desrespeito, um tapa na nossa cara.

Os estados através das suas Secretarias Estaduais de Meio Ambiente e Recursos Naturais arrecadam milhões anualmente com as Compensações Ambientais oriundas, por exemplo, das Usinas Hidrelétricas, dos “royalties“ da exploração de petróleo e gás natural e da extração de minérios entre outras fontes de recursos como multas ambientais e impostos atrelados a produção rural.

Estas arrecadações formam o Fundo Estadual do Meio Ambiente que “devem” repassar estes recursos as Unidades de Conservação.

Só pra ter uma leve idéia do quanto se arrecada em dinheiro pelas compensações ambientais de algumas modalidades acima citadas segue uma simplificada tabela de alguns anos atrás divulgada pela união.

 

[align=center]20120915191640.jpg[/align]

Pela progressão ano a ano imagine o quanto se arrecada por baixo hoje.

Bom... Quando divulgam devemos fazer um esforço para crer que são mesmo esses montantes (no mínimo).

Os campos marcados com “0” significam que o governo não soube dizer quanto se arrecadou naquela modalidade no ano correspondente. Ou seja, ninguém sabe ninguém viu onde foram parar esses BILHÕES. Afinal se não se sabe quanto se arrecadou tão pouco se sabe o que foi aplicado e o que foi embolsado.

 

Só não podemos esperar milagres, pois sabemos que na terra do samba & futebol nossos parques sofrem pela falta de estrutura, física e humana. Apenas os que dão dinheiro (exemplo = Iguaçu) conseguem se organizar. Mas daí paga-se até para respirar dentro do parque... complicado né?

Outro descalabro dessa Republiqueta das Bananas: Uma Unidade de Conservação não se destina à arrecadar dinheiro, muito pelo contrário ela recebe (ou deve receber) do Estado recursos suficientes para se gerir, o que se arrecada com o turismo (sendo a taxa de ingresso ao cidadão comum um abuso) deveria ser um extra, porém o que estamos vendo nos últimos anos é que em algumas Unidades de Conservação como Iguaçu e Fernando de Noronha estão fazendo da exploração turística seu principal interesse.

E isso tudo acontece porque uma grande parcela da população é omissa e passiva no exercício da sua cidadania, não se interessam em se informar sobre seus direitos, sobre política, não sabem valorizar seus patrimônios e por aí vai...

Esses abusos e desrespeitos aos nossos direitos só começam cair por terra quando pessoas informadas e com senso crítico se reúnem em grupos como o CBME e FEMERJ para exigirem mudanças.

 

* Royalties pela produção de petróleo e gás natural em Plataforma, referem-se a produção em plataformas marítimas.

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