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Bora viajar?

EUROPA (JUL/2012) - Paris/Berlin/Potsdam/Praga/Veneza/Florença/Pisa/Roma em 19 dias

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Há pouco mais de um mês realizei minha primeira viagem à Europa junto com a minha namorada, e irei compartilhar com vocês a experiência que tive, e minha impressão os lugares que visitei.

 

Bem, é o mínimo que posso fazer depois de toda a ajuda que obtive dos usuários deste Fórum, que ao longo dos últimos meses me deram dicas e solucionaram dezenas de dúvidas a respeito da viagem. Espero que meu relato sirva para que viajantes iniciantes tenham uma base na hora de planejar sua viagem.

 

PLANEJAMENTO

 

Pra mim o planejamento é o mais importante da viagem. E é também o mais difícil e trabalhoso. Prepara-se para “perder” dias pesquisando voos, hotéis e montando seu roteiro. Apesar de todo o trabalho, é tudo muito satisfatório. Como sou extremamente metódico, tentei planejar nos mínimos detalhes cada etapa da viagem, como vocês poderão notar a seguir. Claro que é impossível seguir um roteiro ao pé-da-letra, mas ter uma base, inclusive um planejamento financeiro, é essencial para que possa curtir a viagem numa boa, sem preocupações adicionais. É importante também sempre ter um “Plano B” pro caso de algo sair do roteiro.

 

Nunca havia realizado uma viagem internacional, então precisei tirar o passaporte junto com minha namorada. Como não é necessário visto para a entrada na Europa (pelo menos nos países que visitei), nem circular entre os países (devido o tratado de Schengen), esta etapa foi rapidamente finalizada.

 

Tivemos a idéia de viajar à Europa um ano antes da viagem. Nos meses seguintes realizei algumas pesquisas e comprei o guia da publifolha sobre a Europa (que recomendo a todos, tem resumos das principais cidades do continente, com muitas fotos). Li a respeito dos principais países do continente, para poder decidir onde iríamos. As opções são muitas, mas teríamos que levar em conta fatores diversos como preço e logística.

 

Sempre tive vontade de conhecer a parte central da Europa. Pra mim seria essencial visitar Paris e algumas cidades da Itália. E, no caminho entre esses destinos, queria visitar algum pelo menos algum país da Europa oriental, e se possível sul da Alemanha e Austria. Portugal e Espanha não são essenciais para mim, pelo menos numa primeira visita. Um dia quem sabe, pretendemos visitar Barcelona e Lisboa. Sempre tive grande interesse em Londres, mas seria uma contra-mão para nós, levando-se em conta que queríamos começar a viagem por Paris. Chegou a passar pela minha cabeça irmos para a Ucrânia assistir a final da Eurocopa (1º de julho), mas o gasto seria grande e iria modificar muito o nosso roteiro. Além disso, minha namorada não curte muito (pra não dizer nada) futebol rsrs.

 

Assim, com esse primeiro esboço do roteiro, precisávamos decidir duas questões: Como e quando ir?

 

A primeira resposta acabou não sendo uma opção: teríamos que ir em julho para combinar meu período de férias com as férias da minha namorada. Sim, sabíamos que Julho é alta estação, que tudo é mais caro e cheio, mas era isso ou adiar a viagem.

 

Como ir foi um pouco mais trabalhoso de decidir. Não temos experiências com as companhias internacionais, então basicamente pesquisamos preços e opiniões sobre as principais cias aéreas. A Tam foi logo descartada por apresentar preço pelo menos 50% maior que as concorrentes mais baratas. As mais baratas que encontramos foram TAP, Swiss, Klm e Iberia. Klm necessitava entrada via Amsterdam, o que nos faria perder tempo, e pela Ibéria a imigração seria através da Espanha, e como ouvi falar de brasileiros que tiveram problemas na entrada por lá, decidimos descartá-la também.

 

Assim sobraram TAP e Swiss, que tinham os melhores preços. Ouvi muitos elogios da Swiss. Apesar disso, optamos pela TAP pq conseguimos um voo com saída de Recife pelo menos preço, com a vantagem de um tempo menor de viagem (aprox. 7h) em relação à saída de São Paulo. Como nasci em Recife, e tenho família por lá, esse foi um fator a mais para a escolha. Comprei os trechos Belém-Recife e Recife-Belém pela TAM, e o trecho intercontinental pela TAP (Recife-Paris / Roma-Recife). Ir e voltar de cidades diferentes, apesar de um pouco mais caro, nos faria poupar tempo de ter que retornar para a cidade de origem (Paris). E para uma viagem curta como a nossa, cada segundo é precioso. A passagem para cada um saiu por R$ 2.900,00 (ida e volta).

 

O próximo passo é decidir que tipo de viagem faríamos. Poderíamos ir no estilo mochileiros, viajando de trem nos horários mais baratos, comendo em lanchonetes e hospedando-se em albergues. Sempre ouvi elogios dos albergues e trens da europa, mas decidimos fazer uma viagem mais “intermediárias”. Não teríamos luxos, mas também não seria um mochilão. Assim, hospedamo-nos em hotéis (geralmente 3 estrelas), jantamos sempre em restaurantes de preços moderamos, e escolhemos os deslocamentos entre as cidades com base no menor tempo a se gastar e não no preço das passagens (em vez de viajar em trens noturnos, usamos avião, por exemplo).

 

Hora de montar o itinerário da viagem e fechar as cidades que iríamos visitar. Montei um mapa de roteiros (Anexo 1) que nos ajudou bastante na escolha. Nele, montei várias possibilidades de roteiros, e com base nisso passei a pesquisar a disponibilidade e preços de trens e aviões para o deslocamento, pq nem sempre há a possibilidade de fazer o trecho que queremos. Por exemplo, a priori, queríamos fazer o trecho Berlim-Praga-Viena, e só depois entrar na Itália. O trecho Berlim-Praga conseguiria comprar no site da DB Bahn, mas não conseguiria comprar o trecho de trem Praga-Viena na internet (e combinamos que iríamos sair do Brasil com todas as passagens já compradas), pois os sites das empresas de trem da Rep. Tcheca e da Áustria não emitiam os bilhetes on-line, sendo necessário contato telefônico para finalizar a compra. Havia a opção de comprar através do site http://www.raileurope.com.br, mas não era possível imprimir o ticket de casa, sendo necessário aguardar um envio internacional para a passagem chegar na sua casa. Só que pesquisei informações da empresa, e li um pronunciamento desta no site ReclameAqui, onde alega que, se o usuário não receber a passagem a tempo (antes da viagem), eles não se responsabilizam pela perda, sendo necessária a realização de uma nova compra. Não tinha tempo nem dinheiro pra correr esse risco. Assim, Viena foi trocada por Veneza.

 

Já falei muito a respeito da compra de passagens, então vou sintetizar nossas escolhas. O roteiro final ficou assim:

Dia 1 – Recife/Paris (TAP)

Dia 2 – Paris

Dia 3 – Paris

Dia 4 – Paris

Dia 5 – Paris

Dia 6 – Paris/Berlim (avião; Lufthansa)

Dia 7 – Berlim/Potsdam/Berlim (linha urbana de trem)

Dia 8 – Berlim

Dia 9 – Berlim/Praga (trem; DB Bahn)

Dia 10 – Praga

Dia 11 – Praga/Veneza (avião; WizzAir)

Dia 12 – Veneza

Dia 13 – Veneza/Florença/Pisa/Florença (trem; Trenitalia)

Dia 14 – Florença

Dia 15 – Florença/Roma (trem; Trenitalia)

Dia 16 – Roma

Dia 17 – Roma

Dia 18 – Roma

Dia 19 – Roma/Recife (TAP)

 

Escolhemos e compramos passagens de trens e avião. Agora é hora de escolher os hotéis. Mesmo com muito receio (devido inúmeras reclamações) escolhemos a decolar.com, simplesmente pela possibilidade de parcelar em 6x s/ juros as compras. Se comprássemos diretamente nos sites dos hotéis, ou através de sites especializados internacionais, teria que pagar em Dólares, ou seja, pagaria em apenas uma parcela, e ainda teria que pagar os 6% de IOF. Escolhemos os hotéis muito mais com base na logística (sempre ficamos em hotéis próximos a estações de metrô, se possível centrais) e facilidades (todos já com café-da-manhã incluso, e com acesso à internet). No final das contas, não tivemos nenhum problema com a decolar (inclusive fizeram rapidamente um re-embolso de uma cobrança indevida no meu cartão), e os hotéis atenderam à expectativa (uns mais outros menos). Certamente comprarei de novo com eles.

 

DICA: Nunca acredite nas fotos dos sites oficiais dos hotéis ou mesmo da decolar e do booking.com. Recomendo a utilização do site http://www.tripadvisor.com para escolha de hotéis (apenas para escolha; você pode comprar em outro lugar). Nele você encontra fotos reais dos viajantes, além de relatos de turistas de todo o mundo.

 

Finalmente, a questão da imigração. Faz-se muito “terrorismo” com viajantes de primeira viagem: é obrigatória a comprovação de um seguro-saúde e acidente de pelo menos 30.000 euros, além de comprovantes de renda suficiente para passar o período da viagem, hospedagem, passagens, etc. Apesar de na imigração não terem pedido nenhum documento, recomendo que sigam as regras conforme é exigido. Assim, levei comprovantes de renda, todas as passagens e vauchers impressos, seguro-saúde... enfim, levei até cópia da minha CTPS e Aviso de férias do trabalho rsrs.

 

DICA: É muito importante se ter um “Plano B”. Fiz um “backup” de nossos documentos, da seguinte maneira: entreguei aos meus pais cópias de todos os documentos que levamos, pra caso fosse necessário. Digitalizei todos os documentos, passagens, etc, e enviei para o meu e-mail e o da minha namorada. Assim, se perdêssemos, bastava imprimir novamente. E por fim, levei em mãos os endereços das embaixadas/consulados brasileiros nas cidades que visitamos.

 

O seguro-saúde que utilizei foi o TravelCard que fiz na CVC pelo preço de R$ 188,32 por pessoa. Porém, não posso dar minha opinião a repeito, pois não precisei utilizá-lo na viagem. Mas de qualquer forma, achei um preço bem acessível.

 

Por fim, montamos o roteiro a ser cumprido em casa cidade (Anexo 2). Claro, com a prática vemos que é impossível segui-lo 100%. Mas é importante ter uma ideia de onde iremos em cada dia, e se possível, saber o preço que pagaremos e quanto tempo passaremos por lá. Pra isso utilizamos o livro da publifolha que já comentei, além de pocket guias das principais cidades. O Google Street View foi muito importante para termos noção das redondezas dos hotéis e atrações que visitaríamos, assim não ficamos tão perdidos quando chegamos por lá (sabíamos sempre que direção seguir). Também baixei aplicativos da TripAdvisor com mapas e guias offline de cada cidade. Durante a viagem, fizemos alguns cortes necessários no roteiro, por questão de tempo, mas conseguimos realizar pelo menos uns 80% do que planejamos.

 

DICA: Sempre que possível, compre com antecedência entrada para os lugares mais concorridos. A fila para a Torre Eiffel, por exemplo, ultrapassa uma hora. Mas existe a possibilidade de agendamento de visita através do site oficial da atração. Não conseguimos disponibilidade de data para a torre Eiffel, mas conseguimos comprar tickets para o museu Uffizi em Florença, compramos o Roma Pass, e ainda agendamos visita no Reichtag.

 

Por fim, com base em todas essas informações, monte uma planilha estimada de gastos diários (a minha segue no Anexo 3). Mesmo que não a siga inteiramente, pelo menos terá uma ideia da quantidade de dinheiro que precisará levar em espécie (ou disponível em cartões de crédito e travel card).

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Ótimo relato! Vou continuar acompanhando! :)

 

Acompanhando, parabéns pelo relato.

 

Muito obrigado! :)

Estou terminando o restante do relato para publicar.

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Parabéns Diogotmr pelo pelo relato e principalmente pela viagem. Minha dúvida é com relação ao idioma. Pela experiência da sua viagem, é possível faze-la sem dominar ao menos o inglês?

Isto é o que tem me dasanimado de fazer uma aventura como esta. Porque senão terei de aguardar pelo menos uns dois anos até dominar um pouco o inglês. Dá para sobreviver na base da mímica? rsrsrs

Novamente parabéns pela viagem.

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Moises, nao necessariamente voce precisa dominar outro indioma para realizar uma viajem, ao menos voce sabendo o basico do basico, voce consegue fazer uma viajem internacional.

 

As pessoas lá fora são muito solicitas, sempre querem ajudar, ainda mais quando voce esta com um mapa em maos lol.

 

Eu nunca deixei de viajar por nao saber a lingua local nao, nunca passei fome, curti baladas, me perdi por que eu gosto de me perder :-D lol, e no final das contas, sempre apendro algo a mais.

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Parabéns Diogotmr pelo pelo relato e principalmente pela viagem. Minha dúvida é com relação ao idioma. Pela experiência da sua viagem, é possível faze-la sem dominar ao menos o inglês?

Isto é o que tem me dasanimado de fazer uma aventura como esta. Porque senão terei de aguardar pelo menos uns dois anos até dominar um pouco o inglês. Dá para sobreviver na base da mímica? rsrsrs

Novamente parabéns pela viagem.

 

Olá moises.

 

Primeiramente, obrigado.

 

Quanto à língua, o ideal é sim que você fale pelo menos inglês. Por mais que não fosse a língua oficial em nenhum dos países que visitei, a grande maioria das pessoas que encontramos pelo menos "arranhava" o inglês. Muitos taxistas, por exemplo, falavam o mínimo. Dava pra iniciar a conversa, mas com o tempo dava pra perceber que eles não estavam entendendo mais nada. Quanto a locais predominantemente turísticos (aeroportos, museus, etc.) sempre haverão funcionários que falam fluentemente inglês, e muitas vezes espanhol e português. Leve em conta também que você verá muitos brasileiros em países como Itália, França, etc... e muitas vezes foram esses brasileiros que nos ajudaram no caminho.Bem, eu não posso dizer que falo fluentemente inglês, mas finalizei meu curso avançado, e consegui me comunicar numa boa. Eu entendia, digamos, 90% do que falavam em inglês, e conseguia responder à maioria das perguntas.

 

Só pra esclarecer, o quanto de inglês você fala? de 0 a 10? Você sabe o suficiente pra sobreviver pelo menos? Minha namorada sabe o inglês básico e conseguiu resolver diversas situações sozinha por lá. Saber um pouquinho de espanhol ajuda também. Em alguns casos, porém, você vai encontrar pessoas que só falam a língua pátria. No hotel em Paris, por exemplo, havia uma camareira que falava apenas francês. Tivemos uma certa dificuldade pra nos comunicarmos com ela, mas conseguimos ter uma conversa com base nos sinais. Sim, os sinais ajudam muito.

 

Em resumo, o ideal é que você saiba falar bastante inglês. Se não souber, que pelo menos saiba o básico pra sobreviver de inglês ou espanhol. O resto vai nos sinais mesmo. O ideal é que leve um dicionário multilígue para pelo menos conseguir ler as placas. E também já vi relatos aqui no próprio fórum do mochileiros, de viajantes que estiveram na europa sem saber inglês e conseguiram "sobreviver" sem muitas dificuldades.

 

Abraços

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Obrigado Diogotmr e Renato , esclarecedora as respostas de vcs. De qualquer forma eu estou novamente empolgado e gostei bastante do roteiro da sua viagem do Diogotmr. Como tenho q conciliar com período de férias de trabalho e aula eu tenho q planejar para o ano q vem. mas num futuro próximo gostaria de contar com dicas de vcs. obrigado mesmo. Fantástico Mochileiros.com

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Dia 9 – Berlim/Praga

 

Acordamos um pouco mais cedo que o normal, tomamos café, fizemos check out no hotel e caminhamos 2 quarteirões com nossas malas até a estação de trem, e pegamos uma linha S-Bahn com destino à estação central Hauptbahnhof, que aliás, é uma estação super moderna e seus serviços funcionam de forma perfeita.

 

Chegamos com uma boa antecedência, e fomos para a plataforma aguardar o trem da DB-Bahn que nos levaria à Praga. O legal é que na própria plataforma você consegue verificar onde o seu vagão vai parar, além de obter informações sobre o layout e rotas completas de todos os trens.

 

Pontualmente, às 8h45, embarcamos no nosso vagão. Foi difícil se acomodar no começo, pois eram vários passageiros e dezenas de malas. A viagem durou 4h41min, e foi bastante tranquila. O mais legal foi almoçar no vagão-restaurante.

 

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Almoçando no trem

 

Chegamos em Praga, descemos na estação Hlavní nádrazí (hl.n) e a primeira coisa que fizemos foi procurar uma casa de câmbio, pois, apesar de fazer parte da União Europeia e do Tratado de Schengen, a moeda oficial da República Tcheca é a coroa tcheca (kc). A cotação da época era € 1 = 24 kc.

 

DICA: Evite utilizar casas de câmbio em estações ferroviárias ou aeroportos. Na estação hl.n, por exemplo, a casa de câmbio me cobrou 19% de encargos. Só percebi depois da operação, mas não sabia se estavam incluídos impostos. Verifiquei depois que aqueles encargos não são cobrados em qualquer lugar. Ao chegar no hotel, informe-se sobre casas de câmbio próximas que sejam “tax free”, ou seja, não cobrem esses valores adicionais.

 

Ficamos hospedados no Ibis Old Town, próximo da estação Namesti Republiky. Segue o padrão de qualquer Ibis do Brasil: bom preço e um nível de conforto razoável. Apesar de situado numa área histórica, o prédio era bem conservado, e ainda ficava bem ao lado do Shopping Center Palladium.

 

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Ibis Old Town: bom custo x benefício

 

Iríamos fazer o passeio turístico principal no dia seguinte, então nosso objetivo do dia era apenas caminhar por algumas partes da cidade. Pegamos o metrô e descemos na Praça Venceslau, que fica no início da movimentada Václavské nám. Quando chegamos estava caindo uma chuva fina, então demos uma parada no McDonalds pra tomar um café.

 

Ao sair, ao passar na frente do Museu Nacional, recebemos um panfleto de uma senhora convidando para assistir a uma apresentação de música clássica no Museu. Não pensamos duas vezes. Pagamos 400 kc por cada ingresso. O público ficava sentado em assentos improvisados na própria escadaria central (lembrando que trata-se de um museu e não teatro), e dali assistimos a um excelente recital de um conjunto formado por um quinteto de cordas e um pianista. O grupo tocou obras universalmente conhecidas como “Eine kleine Nachtmusik” Mozart, “Hungarian Dance” de Brahms, “Nocturo no. 3” de Liszt, “Cello Suite no. 1” de Bach, trechos de “As Quatro Estações” de Vivaldi, além de obras de artistas tchecos. Simplesmente maravilhoso e, sem dúvidas, um dos melhores momentos da viagem.

 

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Museu Nacional

 

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Praça Venceslau

 

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Música classica e Praga: combinação perfeita

 

Ao sair, fomos caminhando até o Teatro Nacional e batemos algumas fotos na beira do rio Vltava. Praga é uma cidade deslumbrante. Achamos quase tão linda quanto Paris, mas com cores menos vivas. Parece uma cidade que parou no tempo, e andar por suas ruazinhas é uma experiência extremamente agradável.

 

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As cores de Praga

 

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Ao fundo o Castelo de Praga

 

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Uma cidade realmente muito linda

 

Depois de batermos as fotos, voltamos ao hotel antes de anoitecer.

 

Dia 10 – Praga

 

O dia seria bastante corrido. Nosso objetivo era pegar um metrô até o Castelo de Praga e, de lá, voltar andando até o hotel, passando pela Ponte Carlos e Cidade Velha.

 

Descemos na estação Malostranská e depois de caminhar um pouco e subir uma longa escadaria chegamos à entrada do Castelo. No caminho, várias fotos da cidade de Praga, já que a subida nos dava uma vista privilegiada.

 

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Revisando o mapa pra não se perder hehe

 

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Bela vista no caminho

 

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Cena comum em Praga

 

 

Pagamos a entrada completa do Castelo (infelizmente não anotei o valor) e conhecemos suas diversas instalações: a Catedral de São Vito, o Palácio Real, Convento de São Jorge e finalizamos na Viela Dourada, onde inicialmente viviam os guardas do castelo, mas depois abrigou a população da cidade, incluindo o escritor Franz Kafka.

 

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Entrada do Castelo de Praga

 

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Imponente Catedral de São Vito

 

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Casa onde viveu Franz Kafka, na Viela Dourada

 

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Apreciando a vista

 

Saímos do Castelo e descemos em direção à Ponte Carlos, um dos principais pontos turísticos da cidade. No caminhos paramos para almoçar num agradável restaurante.

 

A ponte é lotada de turistas, lojas de souveniers, músicos de rua e desenhistas. Ela é muito bem conservada sendo, inclusive, proibida a passagem de veículos automotores. Ao atravessar, notam-se várias estátuas barrocas, com motivos religiosos. É possível subir nas torres que ficam nos extremos da ponte para ter uma visão da cidade, mas como a vista que tivemos a partir do Castelo de Praga foi suficiente para nós.

 

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Multidão na Ponte Carlos

 

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Parada para foto

 

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Cadeados presos por turistas de todo o mundo, representando o amor eterno

 

Nos “perdemos” por Praga, andamos pela área histórica até chegar à Praça da Cidade Velha. Dentre os vários prédios históricos do local, destaca-se a Prefeitura, onde fica situado o famoso Relógio Astronômico. De hora em hora, acontece um pequeno espetáculo, com bonecos se movendo e um guarda tocando trompete do alto da torre. Apesar de vários turista pararem para ver, não achei nada demais.

 

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Praça da Cidade Velha

 

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Relógio Astronômico

 

Já estava quase anoitecendo e voltamos (já muito cansados) andando até o hotel. No caminho paramos no Shopping Center para comer.

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Dia 11 – Praga/Veneza

 

Acordamos cedo, tomamos café, fizemos check-out no hotel e pegamos um taxi (pré-agendado) para o Aeroporto Ruzyne. O trajeto foi bem rápido e nos custou 590 kc.

 

Nosso voo foi operado pela empresa low cost WizzAir, e ocorroeu sem nenhum problema. Saímos de Praga às 10h15, e em 1h20 chegamos ao Aeroporto de Treviso.

 

DICA: Cuidado para não cair em na armadilha das empresas “low fare”. Ouvi muitas reclamações a respeito especificamente da WizzAir, principalmente a respeito de supostos valores “escondidos”. Mas não tem nada disso. Basta o viajante ler com atenção o regulamento da empresa. A WizzAir, por exemplo, cobra taxas por bagagens despachadas e bagagens de mão extras. Além disso, o passageiro tem de pagar uma taxa adicional de € 15 se deixar para fazer o check-in no aeroporto. Portanto, basta ter atenção, para não deixar o barato sair caro.

 

Chegamos no Aeroporto de Treviso, que é usado alternativamente ao Marco Polo (mais próximo da cidade). Pegamos um ônibus por € 7/pessoa e em 30-40 minutos chegamos em Veneza. Descemos na Piazzale Roma. Tivemos um trabalho para carregar as malas pela primeira escadaria, mas em 5 minutos chegamos ao hotel continental, que fica logo depois estação Venezia S. Lucia, e bem na beira do Grande Canal.

 

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A320 da WizzAir

 

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Não foi nada divertido subir essa escada com as malas rs

 

Chegamos meio-dia e o o quarto só seria liberado às 14h. Então, fomos almoçar ali por perto, e aproveitamos para conhecer as redondezas do hotel e a estação Santa Lúcia, de onde partiríamos 2 dias depois. Finalmente conseguimos pegar um verão de verdade, já que as temperaturas na Itália ultrapassavam 30º C em determinados momentos do dia.

 

O hotel é muito bom. Muito bem localizado, ao lado da estação rodoviária, área de café-da-manhã na beira do canal e quartos muito confortáveis. Claro que o preço é superior aos demais hotéis da nossa viagem. Mas como passaríamos menos de 2 dias na cidade, queríamos aproveitar ao máximo, e se nos hospedássemos em Mestre (parte continental), perderíamos tempo com transporte e aproveitaríamos menos.

 

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Hotel Continental: muito confortável

 

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Hotel Continental: ótima localização

 

Depois de deixarmos as malas, fomos conhecer a cidade. No primeiro dia não tínhamos um roteiro definidos. Aproveitamos para conhecer o máximo possível da cidade à pé. Nos perdemos várias vezes, porque ainda não havíamos comprado um mapa, mas foi maravilhoso conhecer a cidade assim, perdendo-se a cada esquina.

 

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À direita, a estação Santa Lúcia

 

Veneza é, sem dúvida, uma das cidades mais bonitas do mundo. Claro que o grande diferencial é a estrutura da cidade, insular, com suas gôndolas e lanchas, e repletas de turistas (muito mais turistas que habitantes). Você não vê em Veneza a preocupação e correira da cidade e de sua rotina. Extremamente agradavél.

 

Passamos pela Ponte do Rialto, um dos pontos turísticos mais importantes da cidade, depois andamos mais um pouco e, seguindo as dezenas de placas pelo caminho, conseguimos chegar à Piazza San Marco. É muito mais bonita e impressionante que qualquer foto ou pintura. A Basilica ao fundo é a cereja do bolo. A luz do sol poente deixava o cenário ainda mais o bonito. Andamos nas redondezas, sentamos na beirada do canal, avistando as demais ilhas. Como já era tarde fizemos o caminho de volta à pé e, em uma hora, chegávamos nas proximidades do hotel. Já era noite, e resolvemos parar na beira do canal para almoçar num bonito restaurante. A comida era boa, mas não fez juz à beleza do local rs.

 

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Atravessando a ponte de Rialto

 

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Ponte de Rialto

 

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Grande canal, visto da ponte

 

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Piazza San Marco

 

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Basílica San Marco

 

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Este leão alado é símbolo da cidade

 

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Parando um pouco para curtir a vista

 

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Mercado de máscaras

 

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Anoitecendo

 

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Uma festividade que encontramos no caminho de volta

 

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Jantar no Ristorante Roma

 

DICA: Em Veneza, muitos restaurantes que ficam na beira do grande canal cobram taxas extras para mesas do lado de fora. Antes de sentar, pergunte ao garçom se realmente cobram essas taxas, para não tomar sustos.

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Dia 12 –Veneza

 

Nosso roteiro para o dia era bastante aberto: faríamos o que desse vontade! Antes tomamos um agradável café-da-manhã na beira do canal. Depois saímos e compramos um mapa por € 3, depois resolvemos pegar um Vaporetto. Obviamente o transporte em Veneza é bem mais caro que em qualquer cidade, afinal, se não quiser andar, tem que pegar um transporte aquático. Se você tiver dinheiro pode andar de lancha, em média € 50/trecho. Mas em geral as pessoas usam o Vaporetto, espécie de balsa que acomoda dezenas de pessoas e para em dezenas de locais da cidade. Compramos bilhetes para 12h (€ 18 cada), que nos daria o direito ir quantas vezes quiséssemos (inclusive outras ilhas) durante esse tempo.

 

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Curtido o café-da-manhã

 

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O Vaporetto geralmente é bastante cheio

 

Descemos na parte central do grande canal, nas proximidades da ponte do Rialto e fomos fazer o tão sonhado passeio de gôndola. Sem dúvida uma experiência única. Se você já se deu ao trabalho de ir até lá, não deixe de fazer. Fizemos um trajeto mais simples, de aprox. 30 minutos, que custou € 80 (o casal). Tivemos a sorte de pegar um gondoleiro que falava inglês, que nos apresentou os principais pontos visitados, bem como a história da cidade.

 

DICA: Pesquise bem antes de fazer o passeio de gôndola. O preço varia de acordo com o local de partida e trajeto a ser feito. O valor pode variar entre € 60 e € 150, ou até mais.

 

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Passeio de gôndola

 

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Hora de curtir

 

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Ponte de Rialto ao fundo

 

Depois do passeio nos encaminhamos novamente à Piazza San Marco, almoçamos num bar/lanchonete chamado American Bar, que tinha um ótimo preço.

 

Batemos várias fotos da piazza, entramos na Basílica (se não estou enganado era gratuíto), depois subimos numa torre que fica à frente do Palazzo Ducalle. Lá de cima, uma ótima vista da cidade.

 

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Basílica de San Marco: desta vez entramos

 

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Vista da Piazza San Marco

 

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No primeiro plano, Giudecca, e mais ao fundo dá pra avistar Lido

 

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Palazzo Ducale, onde vivia Doge

 

Andamos mais um pouco, compramos vários souverniers e conhecemos o Hard Rock Café. Pensamos em visitar a ilha de Murano mas acabamos mudando de idéia. Já era tardezinha, então resolvemos pegar um Vaporetto até uma estação próximo à estação Rialto. Fizemos um ótimo jantar em um dos restaurantes da beira do canal. Até conhecemos um educado casal de canadenses que nos deu umas dicas para fazer o pedido. Pegamos mais um vaporetto até a estação Santa Lúcia e voltamos para o hotel.

 

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Hard Rock Cafe

 

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Casa onde viveu Mozart no tempo em que esteve em Veneza

 

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Curtido mais uma bela vista

 

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Jantar de despedida

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Tô adorando o relato, muitas infos úteis que já anotei aqui pra mim. Esperando o resto :)

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Dia 13 – Veneza/Florença/Pisa/Florença

 

Acordamos mais cedo, para que pudéssemos dar uma ultima volta nas redondezas do hotel, e nos despedimos (com muita tristeza rs) de Veneza. Como nosso hotel ficava bem ao lado da estação Santa Lúcia, isso facilitou nossa saída. Pegamos um trem da Trenitalia chamado Frecciargento, que é basicamente uma linha de alta velocidade, sendo bem mais rápido (e confortável) que o trem que pegamos em Berlim.

 

Em exatamente 2h chegamos na estação central de Florença – Santa Maria Novella. Assim que chegamos compramos nossos tickets para Pisa. Saímos da estação e logos chegamos ao Delle Nazioni Hotel, que ficava do outro lado da rua. Fizemos o check-in, deixamos as bagagens e voltamos para a estação. O hotel é simples, mas a localização foi muito útil para nós.

 

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Quarto do Delle Nazioni Hotel

 

Almoçamos por lá mesmo, e às 14h embarcávemos num trem regional da Trenitalia rumo a Pisa. Diferente dos outros, esse trem não tinha lugar marcado. A paisagem no caminho era belíssima, e ainda conhecemos um casal de jovens holandeses que estavam indo para o litoral Italiano. Em 1h chegamos ao nosso destino. A estação da cidade é bem pequena e, com a ajuda de outro turista, conseguimos pegar o ônibus correto para visitar a torre.

 

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Lendo um pouco sobre nossa próxima parada

 

Chegamos ao nosso destino que, além de um muro bem conservado, contém 3 construções datadas da era medieval: O Duomo, o Batistério e o Torre de Pisa. Juntos, formam um belo cenário. Obviamente, o centro das atenções de todos os turistas é a torre inclinada, famosa pelo experimento de Galileu Galilei. Ao redor, muito comércio. Batemos aquelas fotos tradicionais segurando a torre (aliás todos faziam isso). Fomos até a bilheteria nos informar sobre a subido, e a fila de espera era de 3 horas, então decidimos apenas curtir o cenário, já que acabaríamos saindo muito tarde da cidade. Ficamos um pouco mais e ficamos deitado à sombra da torre e batemos mais fotos. Compramos alguns souverniers e pegamos um ônibus de volta à estação central. Depois de menos de meia hora pegamos o trem regional de volta a Florença.

 

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Muralha medieval em Pisa

 

 

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Conjunto de monumentos formado por Duomo, Batistério e Torre de Pisa

 

 

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Torre de Pisa

 

 

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Turistas curtindo a sombra da torre

 

 

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Deu trabalho bater essa foto rs

 

Chegamos em Florença, demos uma volta pelas redondezas da estação Santa Maria Novella, jantamos e voltamos ao hotel.

 

Dia 14 – Florença

 

Devido a visita à Pisa, acabamos ficando com apenas um dia para explorar Florença. É pouco tempo, mas tentamos aproveitar o máximo possível. Primeiramente fomos caminhando até a Galleria dell’Accademia. O Museu fica relativamente próximo ao hotel, e conseguimos chegar em 15 minutos. O problema é que a fila era muito maior do que esperávamos. Depois de quase uma hora aguardando, com a fila praticamente sem andar, estávamos próximos de desistir da visita, já que estávamos com horário marcado para o Uffizi. Por sorte, uma agência de turismo estava vendendo tickets para uma visita agendada às 11h. Não pensamos duas vezes: pagamos mais que o dobro do valor normal, mas entramos em poucos minutos. Era isso ou nada.

 

O museu é bem menos do que a maioria dos que visitamos na Europa, mas a atração principal compensou! O Davi de Michelangelo é realmente maravilhoso, as dimensões são muito maiores do que eu esperava. Além disso o museu conta com um grande acervo de esculturas renascentistas, inclusive algumas outras obras do mestre Michelangelo.

 

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O monumental Davi de Michelangelo

 

Saímos da Galleira e procuramos um ônibus que nos levaria até o Uffizi. Perdemos um pouco de tempo para descobrir o veículo exato por não ter entendido muito bem as instruções do funcionário da empresa, e assim demoramos para encontrar a rua correta onde o ônibus passaria.

 

Descemos próximos ao Uffizi e almoçamos antes de entrar no museu. Já havíamos comprado os ingressos na internet, e no horário marcado (13h15min) comparecemos a uma entrada praticamente sem filas. Valeu à pena!

 

O museu é maravilhoso e contém, talvez, o maior acervo renascentista do planeta (não é de se espantar, visto que Florença foi o berço do movimento). Entre as principais obras estão “Primavera” e “O Nascimento de Vênus” (ambas de Sandro Botticelli), além de obras de Da Vinci, Michelangelo, Rafael e Caravaggio. A visita foi muito agradável (e demorada) com duas exceções. Primeiro que são proibidas fotografias (mas sempre damos um jeitinho rs), segundo foi os preços exorbitantes praticados pela lanchonete no terraço no museu. Paguei, por exemplo, € 3,80, por uma xícara de café que tinha, no máximo, 50ml. Mas como não queria estragar minhas férias, nem me estressei rs.

 

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Ponte Veccio vista do Museu Uffizi

 

 

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“Nascimento de Vênus” (Botticelli)

 

 

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“Primavera” (Botticelli)

 

 

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Obras de Rembrandt

 

 

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Lanchonete no terraço do Uffizi

 

Saímos do museu perto depois das 17h, e ainda visitamos a Ponte Vecchio e a Piazza della Signoria. Fizemos umas compras antes do comércio fechar e pegamos um ônibus de volta à estação central. Por fim, jantamos num bom restaurante que oferecia descontos aos hóspedes do hotel.

 

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Piazza della Signoria

 

 

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Outro ângulo da Piazza

 

 

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Uma das várias feiras de acessórios

 

 

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Ponte Veccio

 

 

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Rio Arno, visto da Ponte Veccio

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