Meus amigos, aqui vai mais um relato de viagem feita neste último sábado, dia 27 de outubro, na cidade de Atibaia, em São Paulo, juntamente com outros 11 amigos.
Essa trilha foi escolhida "de última hora", por assim dizer, pois tivemos problemas com todas as outras escolhidas anteriormente, principalmente em relação a transporte e questões de logística.
Saímos de São Paulo por volta das 7:30 da manhã e chegamos até que rapidamente em Atibaia. Nosso maior problema foi para encontrar o local exato onde começar a trilha, não sabíamos que o mapa que tínhamos indicava o local da subida para carros até o topo da Pedra Grande (ainda bem que encontramos um cara de moto que nos informou disso!!). Até conseguirmos encontrar o tal do condomínio Flamboyant, demorou um certo tempo e acabamos fazendo um "tour" pela cidade de Atibaia. Aliás, essa estradinha para os carros está muito ruim, não sei como alguns carros conseguem chegar até lá em cima!! Estrada de terra, muito cheia de buracos e valas...
Iniciamos a trilha por volta das 10:25, clima estava com céu parcialmente encoberto e temperatura amena.
Posso afirmar com segurança que essa trilha é de alto nível de dificuldade porque a subida é muito íngreme mesmo, em muitos trechos corre-se o risco de escorregões por causa da inclinação...para nossa "sorte" o piso não estava molhado, porque se estivesse seia impossível subir. Os trechos mais complicados são os que contornam as imensas pedras que há na subida, com vários degraus altos e escorregadios.
Segue abaixo algumas fotos.
Conforme você sobe, a paisagem vai se tornando mais bonita e interessante, tendo como cenário de fundo as montanhas de Minas, pode-se ver a cidade de Mairiporã e até Bragança Paulista. Realmente um cenário muito bacana!!!!
Pelo que nos disseram quando chegamos até a Pedra Grande, o trecho que fizemos é o mais difícil, há um caminho alternativo (senão me engano é a trilha dos Monges ou algo assim...), mas paciência, quanto mais difícil melhor, ajuda a ganhar prática e experiência...
No meio do caminho tinha uma pedra ( Obrigado, Drummond, por haver escrito esse poema tão lindo!!!!)
Tinha uma pedra no meio do caminho!!!!
Finalmente, conseguimos chegar até a Pedra Grande, onde encontamos diversas pessoas saltando de Paraglider / Parapente e alguns já montando suas asas-delta para voar de lá de cima.
Pra variar um pouquinho, minha câmera deu tilt na hora de obter as melhores fotos, o que me força a comprar uma de melhor qualidade, o que ficará um pouquinho mais pra frente (leia-se 2013, ).
O tempo estava fantástico muito sol e vento propício para a prática desses esportes mais radicais!!!
Ficamos na Pedra Grande até cerca de 15 horas, quando resolvemos descer.
E aqui, comento um dos nossos erros: por não termos quem já tivesse feito a trilha anteriormente, o pessoal dimensionou mal o nível de dificuldade da trilha e todos nós acabamos levando pouca água. Lá no alto, na Pedra Grande, não havia nenhum local onde pudéssemos nos reabastecer e todos descemos com sede e com o sol a pino batendo na testa!!!! Por isso, dou esse conselho pra quem for encara essa trilha: leve bastante água, sim, será necessário, e muito!!!
Os primeiros a chegarem de volta ao condomínio Flamboyant foram o Léo Almeida, eu e a Marcinha Nunes. E fomos atrás de água. Cada um de nós dirigiu-se a uma das casas e pedimos pra nos fornecerem um pouco de água e todos os moradores foram muito simpáticos nesse sentido, principalmente um casal, o Sr. Carlos e a D. Teresa, que realmente nos abasteceram de maneira gentilíssima. Á medida que o pessoal ia descendo, íamos nos juntando ali na porta da casa do sr. Carlos, que ficou conversando conosco durante todo esse tempo, comentando sobre essas trilhas, sobre os acidentes já ocorridos com "paragliders" e "asa-délticos", inclusive sobre uma proibição da Aeronáutica sobre a atividade desses vôos livres, pois algumas pessoas estavam indo alto demais e entrando na rota dos aviões que saem de Cumbica e sobrevoam aquela região.
Pra finalizar, explico o motivo de termos rebatizado a trilha para "Quem manda ser pobre??"
Enquanto conversávamos na porta da casa do sr. Carlos, falávamos sobre a cidade de Atibaia, e ele nos contou sobre a ausência de serviços da prefeitura no condomínio, etc. Aliás, um condomínio de ótimo padrão. E o Diego Nativus falou várias vezes a frase "Quem manda ser pobre", em tom de brincadeira durante essa conversa e acabamos batizando a trilha com esse nome singelo, também em função dos perrengues que tivemso até chegar a esse local.
É isso, galera, espero que tenham gostado de mais este relato.
Ainda não definimos a próxima viagem, mas convido a todos que quiserem participar!!!!
Meus amigos, aqui vai mais um relato de viagem feita neste último sábado, dia 27 de outubro, na cidade de Atibaia, em São Paulo, juntamente com outros 11 amigos.
Essa trilha foi escolhida "de última hora", por assim dizer, pois tivemos problemas com todas as outras escolhidas anteriormente, principalmente em relação a transporte e questões de logística.
Saímos de São Paulo por volta das 7:30 da manhã e chegamos até que rapidamente em Atibaia. Nosso maior problema foi para encontrar o local exato onde começar a trilha, não sabíamos que o mapa que tínhamos indicava o local da subida para carros até o topo da Pedra Grande (ainda bem que encontramos um cara de moto que nos informou disso!!). Até conseguirmos encontrar o tal do condomínio Flamboyant, demorou um certo tempo e acabamos fazendo um "tour" pela cidade de Atibaia. Aliás, essa estradinha para os carros está muito ruim, não sei como alguns carros conseguem chegar até lá em cima!! Estrada de terra, muito cheia de buracos e valas...
Iniciamos a trilha por volta das 10:25, clima estava com céu parcialmente encoberto e temperatura amena.
Posso afirmar com segurança que essa trilha é de alto nível de dificuldade porque a subida é muito íngreme mesmo, em muitos trechos corre-se o risco de escorregões por causa da inclinação...para nossa "sorte" o piso não estava molhado, porque se estivesse seia impossível subir. Os trechos mais complicados são os que contornam as imensas pedras que há na subida, com vários degraus altos e escorregadios.
Segue abaixo algumas fotos.
Conforme você sobe, a paisagem vai se tornando mais bonita e interessante, tendo como cenário de fundo as montanhas de Minas, pode-se ver a cidade de Mairiporã e até Bragança Paulista. Realmente um cenário muito bacana!!!!
Pelo que nos disseram quando chegamos até a Pedra Grande, o trecho que fizemos é o mais difícil, há um caminho alternativo (senão me engano é a trilha dos Monges ou algo assim...), mas paciência, quanto mais difícil melhor, ajuda a ganhar prática e experiência...
No meio do caminho tinha uma pedra ( Obrigado, Drummond, por haver escrito esse poema tão lindo!!!!)
Tinha uma pedra no meio do caminho!!!!
Finalmente, conseguimos chegar até a Pedra Grande, onde encontamos diversas pessoas saltando de Paraglider / Parapente e alguns já montando suas asas-delta para voar de lá de cima.
Pra variar um pouquinho, minha câmera deu tilt na hora de obter as melhores fotos, o que me força a comprar uma de melhor qualidade, o que ficará um pouquinho mais pra frente (leia-se 2013,
).
O tempo estava fantástico muito sol e vento propício para a prática desses esportes mais radicais!!!
Ficamos na Pedra Grande até cerca de 15 horas, quando resolvemos descer.
E aqui, comento um dos nossos erros: por não termos quem já tivesse feito a trilha anteriormente, o pessoal dimensionou mal o nível de dificuldade da trilha e todos nós acabamos levando pouca água. Lá no alto, na Pedra Grande, não havia nenhum local onde pudéssemos nos reabastecer e todos descemos com sede e com o sol a pino batendo na testa!!!! Por isso, dou esse conselho pra quem for encara essa trilha: leve bastante água, sim, será necessário, e muito!!!
Os primeiros a chegarem de volta ao condomínio Flamboyant foram o Léo Almeida, eu e a Marcinha Nunes. E fomos atrás de água. Cada um de nós dirigiu-se a uma das casas e pedimos pra nos fornecerem um pouco de água e todos os moradores foram muito simpáticos nesse sentido, principalmente um casal, o Sr. Carlos e a D. Teresa, que realmente nos abasteceram de maneira gentilíssima. Á medida que o pessoal ia descendo, íamos nos juntando ali na porta da casa do sr. Carlos, que ficou conversando conosco durante todo esse tempo, comentando sobre essas trilhas, sobre os acidentes já ocorridos com "paragliders" e "asa-délticos", inclusive sobre uma proibição da Aeronáutica sobre a atividade desses vôos livres, pois algumas pessoas estavam indo alto demais e entrando na rota dos aviões que saem de Cumbica e sobrevoam aquela região.
Pra finalizar, explico o motivo de termos rebatizado a trilha para "Quem manda ser pobre??"
Enquanto conversávamos na porta da casa do sr. Carlos, falávamos sobre a cidade de Atibaia, e ele nos contou sobre a ausência de serviços da prefeitura no condomínio, etc. Aliás, um condomínio de ótimo padrão. E o Diego Nativus falou várias vezes a frase "Quem manda ser pobre", em tom de brincadeira durante essa conversa e acabamos batizando a trilha com esse nome singelo, também em função dos perrengues que tivemso até chegar a esse local.
É isso, galera, espero que tenham gostado de mais este relato.
Ainda não definimos a próxima viagem, mas convido a todos que quiserem participar!!!!
Abração!!!!
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