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andre.stryker

Cuzco / Aguas Calientes / Puno / Arequipa – Tudo por conta própria 48 fotos.

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Eu e a Lice planejamos por 8 meses uma viagem confortável ao Peru que pudéssemos fazer tudo sem agência e com bons preços.

 

Passagens:

Compramos em Março pela http://www.submarinoviagens.com.br passagens para voar de Taca. Os preços e os horários eram melhores que os da http://www.decolar.com .

 

Vacinas:

Tomamos a vacina contra a febre amarela, porém em nenhum momento nos pediram o comprovante.

 

Hospedagem:

A ideia inicial era ficarmos hospedados na rede Pirwa, pois foi a que passou mais confiança. Fizemos as reservas apenas para Cuzco e preferimos resolver as outras por lá mesmo.

 

23/07 – Sábado. Embarque e primeiras impressões

Saindo de São Paulo às 6:20min em um AirBus A320.

Estávamos um pouco apreensivos, pois foi nossa primeira vez voando, porem o check-in e o embarque já são preparados pensando também no passageiro que embarca pela primeira vez e por isso tudo aconteceu tranquilamente. Fora do avião os funcionários da Taca são atenciosos e falam português, já dentro do avião são mais sisudos e só falam espanhol e inglês.

 

Durante o voô SP – Lima foram servidos quiches como almoço e bolinhos como lanche. Serviam também Coca-Cola, café, suco de laranja, suco de pêssego, leite e até whisky.

 

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Após algum tempo de vôo pudemos contemplar a magnífica cordilheiras dos Andes. O avião foi sobrevoando as fazendas verdinhas do Brasil, Paraguai e Argentina e do nada o solo se tornou montanhoso e sem vegetação nenhuma. Era o inicio das cordilheiras, mais a frente já podíamos ver os picos nevados das cordilheiras.

 

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Quando chegamos no Peru a entrada foi muito tranquila sem burocracias e tals. O único problema foi terem perdido momentaneamente uma de nossas malas e terem danificado 2 delas. Assim que o problema com a mala foi resolvido, saímos correndo para embarcar rumo a Cuzco, pois estávamos encima da hora, mesmo assim ainda tivemos que ficar quase pelados para passar pelo detector de metais. Nossas botas tinham partes de metal e isso nos tomou tempo, coisa de viajante inexperiente.

Entramos no Embraer ERJ-190, muito confortável, rumo a Cuzco. Avião com filmes e música, nesse voo a tripulação foi mais atenciosa. Novamente nos serviram alguns lanchinhos.

O momento mais emocionante realmente é a curva em 180° perdendo altitude para chegar no aeroporto de Cuzco é sensacional, parece que estamos em uma montanha russa. Tinha um turista argentino q ficava gritando Uooou!! Uooouuuu!! cada vez que o avião balançava enquanto fazia a curva.

 

Assim que chegamos no aeroporto já estávamos contagiados por aquela sensação de olhar para cada canto e ver pessoas de lugares diferentes, logo já comecei a conversar com uma simpática senhora americana que estava supercontente por estar em Cuzco. Dessa vez não houve problemas com nossas bagagens e logo saímos para encontrar o taxista que iria fazer o serviço de Pick-Up. O serviço de pick-up talvez seja dispensável, pois em nenhum momento tivemos problema com os taxistas de Cuzco, mas é uma garantia que o turista deve ter para ter certeza que chegará com segurança ao hostel.

 

Durante o caminho era impossível não se emocionar vendo aquela cidade que estávamos namorando a quase 8 meses. Os carros, a arquitetura, as pessoas... tudo ao vivo e a cores do jeito que sonhamos por tanto tempo estava ali na nossa frente. Certamente a cereja do bolo era a Praça de Armas. Vista sensacional desse lugar tão especial.

 

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Chegando no hostel Pirwa B&B Suécia, nosso plano era de descansar para evitar o mal da altitude, porém a vontade de conhecer aquela cidade era tão grande que apenas tomamos um banho, tomamos chá de coca e saímos para conhecer a praça e ligar para nossos parentes aqui no Brasil. Aproveitamos e comemos um dos deliciosos lanche do Bembos tomando Inka-Cola.

 

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Ainda nesse dia tive uma certa dificuldade para dormir, pois exagerei nas folhas de coca que contem uma boa quantidade de cafeina.

 

24/06 – Domingo. Desbravando a Cidade

Acordamos e já rumamos para o Pirwa Posada Del Corrigidor para tomar nosso café da manhã. Um dos motivos que nos fizeram escolher o Pirwa foi a possibilidade de tomar café da manhã de frente para a Praça de Armas.

 

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Andamos muito pela cidade, compramos doces, gorros, conhecemos as feiras, igrejas, o mercado municipal, outras praças, o comércio e começamos a pesquisar os valores dos passeios. Além disso estava acontecendo as comemorações do Inti Raime.

 

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Obs: Já que é válido por 10 dias deveríamos ter comprado o boleto Turístico nesse dia.

 

25/06 – Segunda-feira. Compras.

Tínhamos que acordar cedo, pois nesse dia a intenção era comprar os passeios, boleto turístico, trem para Aguas Calientes e as entradas para Machu Picchu.

 

Os tickets do trem foram comprados na PeruRail que fica na Praça de Armas mesmo, ao lado do McDonald's. US$100.00 ida e volta.

O boleto turistico na Calle Marquez S./130

Compramos os 3 passeios que queríamos fazer na agência ???? na praça central ???.

City Tour = S./12,00.

Maras e Roray = S./20,00.

Vale Sagrado = S./20,00.

As entradas para Machu Picchu foram na avenida de de la Cultura 238 S./86,00

 

Era segunda-feira, a cidade estava mais tranquilamente, então fizemos tudo isso muito rapidamente e então pudemos apreciar mais a cidade.

 

26/06 – Terça-feira. City Tour.

Nosso primeiro passeio começaria ao meio dia, então aproveitamos para ir até um dos mirantes da cidade, San Blaz e também até a pedra de 12 ângulos. Após isso voltamos a praça de armas para iniciar o city tour. Passamos por Catedral, Koricancha, Sacsayhuaman, Quenqo, PucaPucara

. No inicio não me adaptei muito ao jeito aceleradão do guia, mas isso foi só em Qoricancha, no restante, o Harvey (Carvey??) mostrou ser um excelente guia. Durante o passeio conhecemos um casal da Bahia que nos assustou quanto a Puno. Disseram que haviam detestado , que o lago fede esgoto, que iríamos nos arrepender. Mas não levamos isso em consideração, pois lendo o fórum, percebemos que a visão que uma pessoa tem sobre Puno é muito pessoal, depende muito de qual perfil turístico a pessoa tem.

 

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Antes do final do passeio, passamos por um local onde nos mostraram a diferença entre as lãs de alpca e as de artificiais.

Durante a noite, fomos até a praça e um peruano nos ofereceu maconha. No, no... Gracias, no me gusta marijuana.

 

27/06 – Salineeeraaaaaaaaaas!!!

Que lugar sensacional!!! Tanto os aneis de Maras quanto a Salineras de Morai!! Talez pelo fato de as pessoas não darem muito valor a Salinera , nós quase cortamos esse passeio para ir a outro local, mas felizmente fomos a esse local e fizemos um passeio sensacionaaaaaal!! São mais de 5000 poços de sal alimentado por apenas um filetinho de agua extremamente salgada. Lá tem um pequeno comercio onde é vendido desde salgadinhos (milho, feijão e etc) até artesanato feitos de SAAAAL. Fantástico!!!

 

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Durante a ida passamos por um povoado onde nos foi mostrado como a lã é tingida.

 

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Durante todo o caminho podemos ver os sensacionais picos nevados.

Somos paulistanos, cresci idolatrando o Pico do Jaraguá pela sua imponência na cidade de SP, então imagina como eu estava vendo aquelas inúmeras montanhas com o cume nevado. Experiencia sensacional!!!

 

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Na volta fomos até o Terminal Terrestre para comprar as passagens de ônibus até Puno.

 

28/06 – Quinta-Feira. Valle Sagrado

Acordamos cedo, fomos tomar café e voltamos para fazer o check-out, pois a noite seguinte seria em Aguas Calientes. Fizemos as malas e as deixamos em um quarto no hostel que servia apenas para guardar malas. Fizemos o Check out e rumamos a praça central.

Começamos o passeio passando pelo mercado de Qorao. A visão que temos durante o trajeto é sensacional, tudo lindo. A vista do vale de Pisac é incrível!!! Chegando na cidade, fomos até o tão badalado Mercado de Pisac. Tirando as deliciosas empanadas, esse mercado não tem nada de muito especial, ganhamos uma aula para aprender a diferenciar a prata verdadeira da prata falsa e vimos lojinhas com os mesmos artesanatos que estávamos vendo desde que saímos do aeroporto. Saímos do mercado e ai sim o passeio começou a valer a pena, subimos mais um pouco e logo chegamos até as ruínas de Pisac, um local muito bonito e cheio de história:

 

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Após isso, fomos almoçar e depois fomos a Ollantaytambo.

 

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O passeio terminaria em Chincero, mas ficamos em Ollanta, pois pegaríamos o trem com destino a Aguas Calientes. Por precaução compramos os tickets das 9:30, mas poderíamos ter comprado o das 19hs pois saímos de Ollanta as 18hs. O caminho até a estação é muito fácil e mais uma vez cercado por montanhas e com um cume nevado ao fundo. Embora seja meio que no fim do mundo, próximo a estação tem uma Lan house, alguns restaurantes, hostels e tals. Pegamos o trem sem nenhuma dificuldade e fomos até Aguas Calientes. Logo que saímos do trem fomos abordados por pessoas oferecendo local para ficarmos, porém quando chegamos em Cuzco, já haviamos reservado um quarto no Pirwa de AC. Tenho rinite alérgica e as toneladas de poeira q respirei no passeio da Salineira me deixaram meio resfriado justamente na noite que antecedia minha ida a Machu Piccho. Tomei um banho, uma aspirina e dormi.

 

29/06 – Sexta-Feira. Machu Picchu.

 

Acordei super bem, nem parecia que a 7 horas atras eu estava ficando resfriado. Tomamos o café da manhã e logo saímos para comprar os tickts do ônibus que nos levou até MP. Para quem curte fotorafia, Aguas Calientes é um vilarejo que merece ao menos um dia para ser fotografado e melhor conhecido. Chegando na entrada de MP, o parque ainda estava fechado. Sobre Machu Picchu, lembro de ter lido dois relatos que chamaram minha atenção. Um dizia que o turista teve que dispensar o guia para realmente poder aproveitar MP e outro dizia que MP sem guia é um monte de pedras sem sentido. Sabe, o guia realmente faz sentido, mas MP é um lugar lindo demais para se dizer que sem guia ele é um monte de pedras sem sentido. Quase tudo o que a guia nos disse nós havíamos lido durante a nossa pesquisa, a diferença é que ela explica com mais clareza os locais. Bom, após apressar a guia, começamos a curtir o lugar mais sensacional que estive em minha vida.

 

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Saímos de MP e descemos para almoçar em AC, após comermos um bela truta, a atendente me cobrou uma taxa de serviço de 24%. Eu disse que não iria pegar, porém e continuava insistindo que eu deveria pagar o valor extra e ai eu repeti pela 2° a frase magica: “Vou chamar a Polícia”. Na hora ela desistiu e eu paguei apenas pelo o que comi :-)

 

A viagem a Poroy foi tranquila, porém, não havíamos reservado taxi/van para nos levar até Cuzco, sendo assim pagamos S/.25,00 pela viagem até Cuzco. Voltamos ao hostel, jantamos e dormimos.

 

30/06 – Sábado. Cuzco/Puno.

Como a passagem haviam sido compradas com antecedência não tivemos problemas para rumar a Puno. Fomos em um ônibus turístico muito bom da Tour Peru. Pagamos entre S./35 e 45.

O bom de viajar durante o dia é poder ver as belas paisagens Peruanas. Paramos uma única durante a viagem em La Raya.

 

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Chegamos na rodoviária e fomos abordados por uma senhora que nos ofereceu hospedagem no hostel Qoricancha por S./40 com café da manhã (não aos Domingos ¬ ¬). O hostel é bom, tem um belo quarto e chuveiro a gás. Compramos la mesmo o passeio para as Ilhas de Uros por S./25. Almoçamos e fomos à pé novamente ao terminal para comprar as passagens para irmos no dia seguinte para Arequipa. Obs: Talvez esse tenha sido o único equivoco da viagem, me arrependi por não ter ido a Ilha Taquile e deixar para viajar novamente pela manhã.

Chegando novamente no terminal descobrimos que era feriado no Peru e algumas agências não estavam abertas, fomos até a Tour Peru e la informaram que não teriam ônibus para Arequipna no Domingo, mas que por S./35 poderiam conseguir outro ônibus de outra companhia. Como havíamos gostado da Tour Peru, resolvemos confiar no figura e voltamos ao centro para ligar para família e conhecer melhor a pequena cidade.

 

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01/07 – Domingo – Ilhas de Uros/ Puno - Arequipa.

Acordamos, tomamos café e voltamos ao hostel onde uma vam nos buscou para iniciarmos o passeio pelas ilhas. O passeio foi muito bom, eu sinceramente acreditaria que o povo mora lá mesmo. O ponto negativo fica para a tentativa de tentar vender de tudo para o turistas e a sujeira do povo.

 

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Voltamos ao hostel almoçamos e ficamos esperando o rapaz que iria nos buscar para nos levar até a rodoviária e faltando uns 20min para a saida do ônibus ele chegou à pé, buscou um taxi e fomos até o terminal para embarcar. Era dia de final de Copa América, todo estavam prestando atenção no jogo e nesse instante aconteceu nosso único problema no Peru. O rapaz ainda não havia comprado as passagens e é claro que após ficar correndo igual um tonto procurante pelas passagens para as 14hs, ele encontrou um similar ônibus para as 18hs. Não aceitei e começamos a discutir, pois ele disse que não iria devolver o dinheiro, muita gente deixou o jogo de lado para nos ouvir quando eu disse pela 3ª vez a frase mágica: Vou chamar a polícia. É incrível como essa frase resolve as coisas no Peru. Ele devolveu o dinheiro e nós embarcamos as 16hs para Arequipa. Infelizmente o ônibus não era turistico e fez vááárias paradas, isso aumentou o tempo de viagem em 1hr, não vimos a paisagem e chegamos bem tarde na Cidade Branca. Arequipa tem ao menos dois terminais de ônibus e nós acabamos desembarcando no terminal comum (não no turístico) e la foi dificil conseguir um taxi.

 

02/07 – Segunda-feira – Cidade Branca?

Na noite anterior conseguimos taxi do lado de fora do terminal, um taxista bastante simpático que nos contou muita coisa legal sobre Arequipa, porém, chegar a noite não nos deu uma boa impressão. A cidade estava cheia de prostibulos, tive a impressão de estar andando anoite no centro velho (Cracolândia) de SP. O taxista nos levou até um hotel que só depois fui me tocar que eram “conveniados”, acabamos pagando meio caro, mas valeu a pena, pois quando acordamos, da cama era possível ver o cume do vulcão El Mist.

 

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Fizemos o City tour com um guia que parecia estar com dor de barriga. Ficou claro que em Arequipa o povo tem mais orgulho de ascender de europeus do que dos incas.

 

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03/07 – Catedral

 

Decidimos não ir até o Vale Del Colca e fomos até a Catedral de Santa Catalina. Além disso, andamos por alguns lugares legais da cidade e procuramos o Mall Sport Plaza, mas ninguém conhecia.

 

04/07 – Retorno a SP

Em Arequipa, devemos ficar esperto com o “convênio” entre os taxistas e os hoteis, no. Arequipa foi a cidade onde mais senti maldade com o turista. No hotel, tentavam a todo o instante vender coisas com o dobro do valor.

Saímos de Arequipa as 19hs e chegamos em SP as 4:30 da manhã.

 

Mesmo com o probleminha no final, a viagem foi sensacional, me lembro dela com gostinho de qro mais todos os dias. Apenas trocaria um dia de Arequipa por Lima ou Paracas.

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Olá André!

 

Muito bom teu relato. Farei uma viagem similar.

Fiquei com algumas dúvidas. Qto tempo levou o transporte para Puno?

Vc acredita que dá pra fazer um bate-volta cusco-puno ou aguas calientes-puno?

 

Abração.

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Stevan:

Com R$2.500,00 eu poderia ter feito essa viagem, incluindo as passagens aéreas.

Porém, como foi a nossa primeira vez no exterior, nós exageramos um pouco na quantia de dolar comprada.

 

Catthy

Até Puno durou 5 horas.

Muita gente chega nas cidades pela manhã e sai durante o final da tarde ou início da noite.

Se você puder comprar os passeios antes, da para fazer um bate-volta Cuzco à Puno sim, mas se eu voltasse a Puno, eu aproveitaria mais de um dia, pois vale a pena.

 

Lukaz.rio

Pow cara, muuuuito obrigado :-)

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Vou chamar a policia.. ::lol3::

 

Boa dica.. Já tinha lido aqui no mochileiro esta dica, agora mais do que nunca vou leva-la comigo.. kkkkkkkkkkkkkkkkk

 

 

Otimas fotos ::cool:::'> Otimo relato ::cool:::'>

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