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Curso de férias em Florença e viagem para Roma - 17 dias sozinha - com fotos


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Em julho de 2011, eu decidi fazer um curso de italiano no exterior. A cidade escolhida foi Florença, “la culla del rinascimento”, o berço do Renascimento, e local de extraordinário desenvolvimento artístico, literário e científico.

 

Eu organizei tudo sozinha. Depois de muitas pesquisas, eu me decidi pelo Istituto Michelangelo, localizado na Via Ghibelina, bem perto da Santa Croce. O preço era bem em conta, e tinha muitas opções culturais: aulas de culinária, história da arte, desenho, escultura, sessões de cinema, jantares, excursões pelo centro e para cidades próximas. O alojamento em que eles me colocaram, em casa de família, era ótimo: oficialmente três quarteirões fora do centro histórico, o que significa que era perto de tudo, mas “longe” o bastante para ter uma atmosfera local, com restaurantes que não tinham menu em inglês e sorveterias fantásticas bem baratas.

As minhas aulas de italiano eram de manhã, e eu decidi fazer um curso de História da Arte de tarde, duas vezes por semana. Eles me deixaram fazer uma aula para ver se eu gostava, e eu me encantei com o formato de walking tours pela cidade. Nas aulas, nós entrávamos em sapatarias que tinham pisos transparentes porque tinham sido construídas em cima de ruínas de torres romanas, em perfumarias localizadas em antigos palácios, ficávamos no meio da rua para entrever uma torre, logo comparada com as antigas gravuras que o professor levava.

O curso de italiano era dividido entre exercícios de gramática e conversação, que sempre trazia discussões polêmicas e era excelente. O professor trazia material extra e era muito simpático. Fiquei impressionada com o conhecimento que ele tinha sobre os países de cada um. Ele me fez perguntas muito boas sobre o governo Lula.

O valor total dos cursos e do alojamento por duas semanas foi de 600 euros.

 

A comida em Florença era simplesmente perfeita. Qualquer restaurante em que eu entrava tinha pratos deliciosos. Eu evitava as imediações da Piazza della Signoria, do Duomo e do Palazzo Pitti, onde os preços eram maiores, e procurava lugares pequenos, sem cardápio em inglês. Mas os únicos locais em que a comida não era muito boa eram os quiosques no meio da rua, que serviam como quebra galhos. Eu adoro os pratos com congumelos Porcini, típicos do norte da Itália. Um dos pratos típicos de Florença é a Bistecca alla Fiorentina, o famoso T-bone steak, geralmente servido com batatas. Os italianos não comem carne e macarrão no mesmo prato, porque os dois são pratos principais, não guarnições.

As pizzas são sempre individuais, e maiores do que uma pizza média na maioria das pizzarias brasileiras. Elas tipicamente tem poucos ingredientes (nada de pizza portuguesa), como cogumelos, presunto e cogumelos, presunto e alcachofras, salsichas alemãs, batatas, margherita. Lá eu comi as melhores pizzas da minha vida.

A Toscana tem excelentes vinhos, que podem custar tão pouco como 10 euros em um restaurante e menos ainda nos supermercados. Os supermercados, aliás, eram absurdamente baratos.

Os doces da Toscana são deliciosos. Eu adorei os Ricciarelli, um doce de amêndoas típico de Siena. O sorvete é algo completamente diferente do que a gente toma no Brasil. Eu ouvia as pessoas falando em trazer roupas para o Brasil, eu queria era trazer sorvete.

 

Aqui, uma foto do Arno, rio que atravessa a cidade:

 

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O centro histórico, onde estão a maior parte das atrações, é bem compacto, mas é tão rico que é um erro pensar que dar para ver muita coisa em alguns dias.

 

Artista pintando no chão

Um artista pintando um Caravaggio no chão. A gente vê muitos desses durante o verão.

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Palazzo Vecchio

O Palazzo Vecchio era a sede do governo até que os Medici se mudaram para o Palazzo Pitti, ao sul do Arno. A Torre di Arnolfo é um dos símbolos da cidade. A visitação ocorre, no verão, até a meia noite, e vale muito a pena.

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Galleria degli Uffizi

Um dos mais conhecidos e relevantes museus do mundo. A coleção de obras é impressionante, com algumas das pinturas e esculturas mais importantes do renascimento, incluindo obras de da Vinci, Rafael, Caravaggio e Canaletto. Recomendo muito o audioguide, mas precisa levar um documento para deixar depositado. Os guardas de cada sala eram muito simpáticos e me informaram de vários detalhes sobre as últimas restaurações.

 

Loggia dei Lanzi

No centro da Piazza della Signoria podemos ver o local onde Girolamo Savonarola foi queimado. Perto do Palazzo Vecchio vemos a Loggia dei Lanzi, uma galeria aberta de estátuas renascentistas. Há estátuas fantásticas, como o Perseu e Medusa do Bellini e o Rapto das Sabinas, de Giambologna. Michelangelo dizia que uma estátua deve ser instigante em qualquer ângulo pelo qual seja vista: essa estátua é um bom exemplo disso.

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David

Uma das muitas cópias do David na cidade, essa possui um significado especial por estar no local para o qual o original foi planejado.

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Galleria dell'Accademia

A Galleria dell'Accademia (a sílaba tônica é o “de”) não é só o David, embora só ele já valesse a pena. Você vê detalhes que não são visíveis em nenhuma das muitas cópias. É uma sensação incrível. É possível comprar o ingresso com hora marcada lá mesmo ou pela internet, por uma pequena taxa. Com o mesmo ingresso você visita o belo Museu dos Instrumentos Musicais.

 

Santa Croce

É o local de enterro de vários italiano ilustres, como Maquiavel, Galileo, Maquiavel e Rossini. Vale a pena dedicar uma tarde para conhecer a Capela dos Pazzi e o Claustro. Perto da igreja vemos várias placas que marcam a altura da inundação de 1966, que foi pior nessa parte da cidade. Em alguns prédios, ela atinge o meio do segundo andar.

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Bargello

Antiga prisão e local de execuções em Florença, tornou-se um museu dedicado ao Renascimento. Possui obras de vários dos principais representantes do movimento, inclusive Michelangelo.

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Battistero

O Battistero di San Giovanni é uma das construções mais antigas da cidade, onde o próprio Dante foi batizado. É impressionante notar as cenas das portas e do teto, que tem contribuições de Cimabue e Giotto.

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Basilica di Santa Maria del Fiore e il Duomo

A imponência e a beleza dessa catedral são inigualáveis. O domo feito por Brunelleschi é uma das obras mais impressionantes da Renascença, e foi feito sem o uso de suportes de madeira, o que era sem precedentes. A catedral é toda revestida de mármore branco, verde e vermelho. No lado de dentro, uma das pinturas mais interessantes é o Dante com a cidade de Florença, o inferno, o Purgatório e o Paraíso, de Domenico di Michelino. Aqui, vistas da cidade de Florença e do Campanile de Giotto, a torre do sino.

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A torre do sino:

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Ponte Vecchio

Talvez o mais conhecido símbolo de Florença, uma ponte medieval em arco famosa pelas lojas, principalmente ourivesarias, que se projetam para fora da ponte. Foi a única da cidade poupada da destruição durante a segunda guerra, acredita-se que por ordem direta de Hitler.

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Palazzo Pitti

O Palazzo Pitti foi projetado por Brunelleschi em estilo renascentista. Ele abriga uma Galeria Palatina, com alguns Rafaéis fantásticos, os Apartamentos Reais, uma Galeria de Arte Moderna, um Museu do Tesouro, um Museu da Porcelana, uma Galeria dos Trajes e um Museu dos Coches, além dos imperdíveis Jardins de Boboli, considerados o pulmão verde da cidade. Existem vários tipos de ingresoss combinados, mas acho cansativo demais ver tudo em um só dia.

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Sinagoga

Maior sinagoga de Florença. Os nazistas tinham ordens para destrui-la, mas a Resistência conseguiu desarmar a maioria das bombas, e o templo sofreu apenas pequenos danos. Infelizmente, ela também sofreu danos por causa da inundação de 1966. Vale a pena entrar na sinagoga.

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Basilica della Santissima Annunziata

Até hoje a igreja mais popular da cidade. Na mesma praça está o Ospedale degli Innocenti, de Brunelleschi, local para onde eram levadas as crianças bastardas, que recebiam o sobrenome Innocenti. Hoje, é o mais comum da cidade. Também na praça está a estátua de Cosimo I, supostamente olhando para a janela de sua amante, e essa fonte menirista com dois monstros marinhos.

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San Marco

Igreja famosa pelos afrescos de Fra Angelico. Não cheguei a entrar, porque ficava aberta exatamente no horário das minhas aulas.

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Chiostro dello scalzo

Alguns dos afrescos mais bonitos que eu vi na minha vida, além de ter entrada grátis e não ser tão conhecido dos turistas. Infelizmente fotos eram proibidas. Foi o meu lugar preferido entre os que eu conheci na aula de história da arte. Outros afrescosbelos estão no Cenáculo de Santa Apolônia.

 

Santa Maria Novella

Igreja ao lado da principal estação de trem da cidade. Michelangelo a chamava de “minha esposa”.

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Editado por Visitante
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Porcellino

Estátua de um javali (apesar de ser conhecida como o “porquinho”) no Mercato Nuovo de Florença. Dizem as superstições que esfregar o focinho dele traz sorte, e que quem quer voltar à cidade deve colocar moedas em sua boca. Elas escorregam e caem nas grades embaixo. Se entrarem no vão sem baterem nas grades, a pessoa voltará à Florença em breve. Se baterem, a pessoa voltará algum dia. Se baterem e não entrarem (vi acontecer), bom, essa é a hora perfeita para abanar a cabeça e reclamar em voz alta sobre superstições idiotas.

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San Lorenzo

A Basílica di San Lorenzo é uma grandiosa basílica em forma de cruz, onde estão enterrados vários membros da família Medici. Lá perto fica o mercado San Lorenzo, a ceu aberto, e o imperdível Mercato Centrale, bom lugar para comprar frutas fescas e bebidas. O Mercado de Pulgas fica na Piazza dei Ciompi, e tem de tudo.

 

Dante

Dante é presença constante na cidade, seja no museu dedicado a ele, na igreja onde ele conheceu Beatriz ou nas placas espalhadas pela cidade com trechos da sua Comédia, que a posteridade considerou Divina.

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Essas são algumas das atrações mais impressionantes. Florença tem muitas coisas a se descobrir, algumas fantásticas. Perto do Ponte Vecchio descobri uma igrejinha, Santo Stefano al Ponte Vecchio, que tinha uma mostra excelente das obras de Dalí e Rodin sobre a Divina Comédia.

 

 

Fiesole

Fiesole é uma pequena cidade a 8 km do centro de Florença. Pode-se chegar lá pegando o ônibus 7 na Piazza San Marco (é mais barato comprar bilhetes de ônibus em tabacarias do que dentro dos ônibus de Florença). A cidade é bem mais antiga do que Florença, foi fundada no século 9 ou 8 a.C. pelos etruscos.

A Área arqueológica de Fiesole é muito bem conservada, constituindo em um teatro romano, termas, um templo etrusco e um museu arqueológico.

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A vista de Fiesole é um caso a parte: como está situada nas colinas, podemos ver toda a cidade de Florença, situada em um vale. Essa foto foi tirada sentada nos muros da cidade.

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Pisa

Infelizmente, perdi todas as minhas fotos de Pisa.

A torre de Pisa fica na chamada Piazza dei Miracoli, conhecida assim por sua beleza 'miraculosa'. Na praça estão localizados também o Duomo, uma igreja medieval em característico estilo românico-pisano, o cemitério Campossanto, o Battistero e o Museo delle Sinopie. Existem várias formas de bilhetes combinados, mas a lotação da torre é pequena e é necessário reservar antes para conseguir subir.

Outra bela praça é a Piazza dei Cavalieri, onde estão localizados o palácio do mesmo nome e o Palazzo dell'Orologio, onde foi aprisionado Ugolino della Gherardesca, citado por Dante na Divina Comédia, que foi preso junto com os filhos e os netos e condenado a morrer de fome. A lenda diz que ele teria devorado os corpos deles.

Por fim, perto da estação de trem está a igreja de Sant'Antonio, com o conhecido mural do Keith Haring.

Pisa é bem acessível de trem ou de ônibus. A passagem de trem (ida e volta) custa 12 euros.

 

Siena

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A italiana com quem eu estava hospedada me recomendou que eu fosse a Siena de ônibus, porque a estação de trem é muito longe do centro histórico. A estação de ônibus é logo ao lado da maior estação de trens, em Santa Maria Novella, e a passagem de ida e volta custa 14 euros.

Eu visitei Siena entre as duas corridas do Palio, e as casas tinham bandeiras dos bairros. Em vários lugares se vêem símbolos dos bairros, inclusive nessa fonte:

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Siena foi fundada pelos etruscos, mas em toda a parte pode ser visto um símbolo da época romana: a loba com os dois meninos.

A Piazza del Campo é famosa por seu formato de concha e por ser onde ocorre o palio. É a praça principal de Siena, e onde estão o Palazzo Pubblico e a Torre del Mangia.

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Torre del Mangia

Tem esse nome por causa de Giovanni di Balduccio, chamado de Mangiaguadagni por gastar todo o seu dinheiro em comida (ao pé da letra, seria o devorador de dinheiro, e a torre do devorador). A parte de cima, em mármore, foi decorada como resultado de um voto, pelos sobreviventes da Peste Negra.

A escadaria para subir a torre é bem estreita. Em alguns momentos chega, se não me engano, a 1 metro e meio de altura e 80 cm de largura, mas a vista vale bem a pena. Já o Palazzo Pubblico é conhecido por seus afrescos.

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Duomo

O Duomo di Siena é uma construção impressionante, em estilo românico-gótico. A lateral em listras brancas e pretas é maravilhosa, e a Catedral é muito rica por dentro.

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San Gimignano

San Gimignano é uma cidadezinha murada, conhecida por suas torres. Eu fui lá no mesmo dia em que eu fui a Siena, e ficou um pouco apertado.

Pode-se pegar um trem ou ônibus para Poggibonsi e fazer a conexão, ou pegar o ônibus direto de Florença, que só está disponível algumas vezes por dia.

A cidade é conhecida por suas torres, 14 das quais ainda existem. San Gimignano tem vários museus conhecidos por seus afrescos (um deles aparece no filme Cópia Fiel, do Abbas Kiarostami), e tem um clima fantástico que desperta a vontade de flanar e descobrir suas ruelas antigas.

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Roma

Meu albergue foi o Cavour Central Termini Station. Ele é bem pequeno, com apenas dois quartos em um apartamento romano, mas a localização não podia ser melhor. É exatamente em frente à estação Cavour do metrô, no meio do caminho entre a estação Termini e o Coliseu. Excelente para ir a qualquer lugar e para sair para jantar à noite. A área Suburra tem muitos bons restaurantes com bons preços (é só ir em direção oposta à estação de metrô, para uma área mais baixa do que a Avenida Cavour).

 

Eu já ouvi muita gente dizer que o transporte em Roma é grátis, porque eles não viam ninguém com bilhetes. Isso é porque a maioria das pessoas compram bilhetes mensais, que só precisam ser validados uma vez. Eu comprei um semanal, por 16 euros. A multa por não ter um bilhete é de 200 euros.

 

 

Pantheon

Também conhecido como la Rotonna, “a rotonda”. O domo é maravilhoso.

O Pantheon foi um templo antigo reconstruído pelo imperador Adriano, mas desde a Renascença foi utilizado como tomba, embora missas ainda sejam celebradas. Dois reis da Itália estão enterrados lá, além de Rafael, cujo epitáfio é “Aqui jaz Rafael, por quem a natureza temeu ser sobrepujada enquanto ele viveu; e, quando ele morreu, morrer ela mesma”.

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Castel sant'angelo

A antiga fortaleza dos papas, hoje é um museu. Pena que não pude entrar.

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Colonna di Marco Aurelio

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Fontana di Trevi

A maravilhosa fonte recebe por dia cerca de três mil euros por dia de turistas ansiosos por voltar à Roma. O dinheiro, aliás, é usado para subvencionar um supermercado para os miseráveis da cidade. Bom para sonhar com La Dolce Vita...

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Piazza di Spagna

Na Piazza di Spagna estão a Fontana della Barcacia e a famosa escadaria. A vista é linda e a escadaria está sempre cheia de gente. Dizem que é ainda mais linda em maio, quando ela está cheia de azaléias.

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Basilica di San Pietro

Fiquei decepcionada com o museu do Vaticano, como parece que é o caso de muita gente que visita no verão. É um museu de percurso único, e não tem como se afastar um pouco para o lado para apreciar as obras de cada sala. As pessoas te empurram e os guardas te mandam continuar. Depois de uma eternidade sem conseguir realmente ver nada, você chega na Capela Sistina. Nesse ponto você já está exausto e não tem onde sentar. Dizem que é bem mais agradável quando não está lotado. Eu não tirei fotos.

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Campidoglio

O Campidoglio é uma das sete colinas de Roma. A praça do mesmo nome foi desenhada por Michelangelo.

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Musei Capitolini

Os Musei Capitolini são um conjunto de palácios que abrigam coleções de arte desde a época romana. É uma coleção muito rica.

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Santa Maria in Trastevere

O bairro de Trastevere é bem tradicional, muitos consideram que é onde moram os “verdadeiros romanos”. De qualquer forma, o bairro é lindo, e passear lá é extremamente agradável. A igreja de Santa Maria in Trastevere é do século III, mas foi renovada na Idade Média.

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Coliseu

O Coliseu é provavelmente o monumento mais conhecido de Roma, e não dá para não se emocionar lá dentro. É incrível se sentir cercado por tantos séculos de história. Eu achei que o audioguide foi um bom gasto, por contar partes dessa história, como aparência atual do Coliseu se dever principalmente a saques, pois as famílias importantes levavam o mármore para a construção de suas vilas.

É bom chegar cedo para evitar as filas, ou comprar o ingresso combinado no Foro Romano ou no Palatino.

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