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Carnaval nos Lençóis Maranhenses (Barreirinhas, São Luís)

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Antes do relato, uma ressalva: Carnaval, para mim, é excelente pretexto (de cinco dias!) para viajar e curtir algum lugar. Passamos o Carnaval em São Luís e nos Lençóis Maranhenses (Barreirinhas), mas geralmente passamos longe da festa carnavalesca (ainda que tenhamos visto um pouco do Carnaval em Barreirinhas). Curtimos muito foi passear.

 

E vale dizer: os Lençóis estavam secos.

 

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Clique aqui para ler o relato no blog da Katia, com muito mais fotos.

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Tínhamos de sábado a quarta-feira e o roteiro foi basicamente um dia em São Luis e os demais em Barreirinhas.

 

Nós chegamos em São Luís no começo da madrugada. Optei por não alugar carro e já tomei facada de 50 pratas do taxi para o hotel (o preço é fechado). Ficamos no Ibis, que com um descontão para o carnaval. O Ibis fica numa área meio turisticamente indefinida da cidade: nem na praia, nem no centro histórico. Para a praia é possível ir caminhando, mas o centro é necessário transporte.

 

Sábado: São Luís

Saímos do hotel de manhã em direção ao centro histórico. Deu 20 pratas de taxi. Começamos a visita pelo Palácio dos Leões, casa da Roseana, que estava fechado para visitas. Seguimos para a igreja Matriz da Sé, que estava aberta. O interior da igreja é belíssimo. De lá, seguimos para a Rua do Sol em direção ao Teatro Artur Azevedo. O teatro não tem placa indicativa (pelo menos eu não vi), mas felizmente eu tinha o endereço anotado – e talvez passasse batido se não tivesse. Estava fechado para visitas por um mês. A seguir o plano era conhecer o Museu Histórico e Artístico do Maranhão, mas estava fechado para reforma.

 

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Fomos para a área “mais histórica”, a Rua Portugal e adjacências. Muitas fachadas maneiras, muito potencial, algumas coisas abertas. Curtimos até um pequeno ensaio de um bloco que tava rolando na área. A Casa do Nhozinho estava fechada, mas a Casa das Tulhas estava aberta. Caiu uma chuvinha rápida pra refrescar, aproveitamos para saborear o primeiro (de muitos!) guaraná Jesus.

 

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Depois de uma pausa para recarga num barzinho bem charmoso da Rua Estrela, seguimos para o Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho. Estava aberto, viva!! Fizemos uma visita guiada (grátis!) excelente por lá, valeu muito a pena. Andamos mais pela interessantíssima Rua do Giz, descemos, subimos, exploramos mais aquela pequena região. Muito pouca gente nas ruas em pleno sábado de carnaval. Encerramos nossa visita ao centro histórico e fomos então para a praia do Calhau andar no calçadão.

 

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Sobre o centro histórico de São Luís: Eu já esperava mais ou menos o que encontrar. Na verdade, não apenas em São Luís: eu já esperava ver os lençóis secos e pegar chuva por lá, mas isso é coisa mais para frente. Tudo (ou quase) é questão de perspectiva.

 

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São Luís bate com o que eu esperava: o centro histórico é um lugar de enorme potencial, amplamente sub-aproveitado. Chega a dar pena de ver alguns prédios literalmente caindo aos pedaços no centro histórico, assim como atrações fechadas e, consequentemente, o pequeno movimento. O lugar tem potencial para ser quase uma outra Olinda (em termos de atrações e visitantes), mas passa longe, muito longe disso. Muita coisa bonita, mas largada, demandando manutenção e/ou reforma urgente. Nem falo de sujeira e eventual mau cheiro, acho que esses são problemas nacionais. Felizmente há algumas obras de restauração (todas bancadas pelo governo federal) na região. É pena que algumas atrações fiquem fechadas no fim de semana e que outras mais estivessem em obras ou fechadas no Carnaval.

 

Procurei mapas do centro na Inet, mas não achei nenhum muito bom. Fui no centro de informações que fica na Rua Portugal pra buscar um e não tinha (e já li outros relatos falando o mesmo)! Usei uma excelente postagem do site Matraqueando para explorar o centro histórico.

 

Na praia do Calhau, caminhamos pelo calçadão até onde começou a não ter mais quiosques. Paramos em um pra relaxar e tomar umas cervejas, curtindo a tarde caindo. Interessante foi ver como a maré cresceu rapidamente naquela horinha em que ficamos curtindo o momento!

 

Encerramos o dia jantando bem cedo uma carne de sol no badalado Cabana do Sol (que, naquela hora, estava vazio). Provavelmente a melhor carne de sol que já comi. A meia porção alimentaria tranquilamente 3 pessoas.

 

Domingo: ida para os Lençóis + Lagoa do peixe

Tínhamos pedido ao Bruno, dono da Pousada São José (Barreirinhas), pra reservar alguns passeios e o transfer (R$ 40 pp) para nós. Muito eficiente, ele reservou tudo conforme pedimos! O mini-ônibus passou cedo pela manhã (7hs) no hotel pra nos levar até Barreirinhas. A viagem dura a manhã inteira, com uma parada em Morros.

 

Bons momentos na estrada: o motorista liga o rádio da cabine pra ouvir Roberto Carlos, ahahahah.

 

Chegamos na cidade e já saímos para fazer passeio. A única lagoa disponível era a do Lagoa do Peixe, que tava com água pelo joelho.

 

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Achei extraordinária aquela imensidão de dunas. Lindo, inesquecível. Mesmo com tudo seco. Sei lá, se um dia parar de chover (!!) e tudo virar deserto, vai ser lindo de outra forma, tal qual é a minha lembrança de lá.

 

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O passeio é de meio dia. O jipe pega a galera nas pousadas, cruza o rio de balsa e leva até um determinado lugar. De lá a galera vai andando pelas dunas (espetaculares!) até a Lagoa do Peixe (coisa de meia hora andando, incluindo sobe-desce em dunas). De fato, único lugar por onde passamos que havia água, todo o restante estava seco. Chegando na lagoa, você pode se banhar – água estava no joelho – ou passear. Não vá para longe, claro. Passeamos nas dunas ao redor, relaxamos um pouco na lagoa (peixinhos de vez em quando nos bicavam pra ver se éramos comida, ahahaha) e seguimos de volta para curtir o estupendo pôr-do-sol, já numa duna perto de onde os carros ficam parados (é só descer e ir embora).

 

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Recomenda-se expressamente levar água, mas está proibido levar cerveja porque (nos disseram) estava ficando comum encontrar latinhas largadas nas dunas. Tudo bem que é característica nacional sujar os lugares, mas ainda acho difícil conceber que as pessoas levem e larguem latas pelo caminho. Por *aquele* caminho. :(

 

Na volta, ainda, rola uma fila de jipes pra atravessar o rio de balsa. E aí forma-se o mercadinho da balsa: tapiocas, artesanato, etc. Tem de curtir o momento, porque eventualmente é demorado pra cruzar o rio (são 6 carros de cada vez, e na alta temporada deve ter muitos carros...).

 

Segunda: Circuito Canto dos Atins

Passeio de dia inteiro (= voltar no meio da tarde) de jipe até o Canto dos Atins, passando por dunas, Atins, praia de rio, praia de oceano e camarão da Luzia.

 

Saímos cedo e, assim que entramos no jipe, começou a chover. E apertar cada vez mais. Ritmo crescente, chuva braba mesmo. Com o jipe andando, tudo aberto, é chuva na cara! Chegamos no rio pra atravessar de balsa já encharcados. Aliás, choveu por quase toda a manhã – e chuva forte.

 

Mas foi um passeio muito divertido! Como um passeio debaixo de chuva assim pode ser divertido? Simples: bom humor! Sobretudo porque a galera que estava no jipe era bem animada e bem humorada. Tinha um carioca que se divertia com a situação e ficava animando todo mundo, acabou felizmente contagiando (quase) todos.

 

No meio do caminho, paramos numas dunas, para um rápido passeio. Esticar pernas, ouvir o guia falar, fotografar o visual, aquelas coisas. A viagem é com emoção (controlada, claro). Chuva deu trégua naquele momento.

 

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Depois seguimos para Atins, para uma praia de rio, no Rio Preguiças. Do outro lado do rio fica Caburé, local que conheceríamos no dia seguinte. Quando chegamos lá, o céu estava azul em direção ao oceano. E negro, muito sinistro, do outro lado. Fomos nadar mesmo assim. Tem de aproveitar!

 

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Até que chegou uma hora que o guia nos chamou, já pressentido a carga d’água prestes a desabar. E desabou mesmo. Galera correndo na praia e a chuva descendo inclementemente. Doía quando batia nas costas, achei até que era granizo. Mas era só chuva (muito) grossa mesmo. Galera se divertindo correndo pro jipe debaixo do pé d’água. Imagine encarar essa experiência de mau humor?! Muito divertido!

 

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Seguimos então para o badalado restaurante da Luzia, onde se faz o pedido do almoço para, depois de uma horinha, voltar lá pra comer. Maioria pediu camarão, que é o carro-chefe e motivo de toda a fama. Tem um texto do Ricardo Freire lá numa plaquinha emoldurada que é uma verdadeira ode ao lugar. Eu não gosto de camarão, pedi carne de sol. Preços honestos. Se você considerar que o lugar é meio distante de tudo, chega a ser barato.

 

A chuva então deu nova trégua – agora até o resto do dia. Amem!

 

Enquanto o almoço era preparado, fomos curtir o mar, Canto dos Atins. Praia de oceano. Uma imensidão à nossa disposição: são mais de 70km de praias nos Lençóis. Praticamente tudo deserto. Lindo, imenso. Curtimos uma horinha ou mais por lá. A vida é bela.

 

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Voltamos para o almoço na Luzia. Minha carne de sol tava boa. Colhi opiniões diversas da galera sobre o camarão: teve gente achando realmente de outro mundo; teve gente que disse que é muito bom, mas não tudo aquilo (uma questão de perspectiva?); teve gente dizendo que é bom, mas não o estilo de que gosta. Enfim, tudo indica que seja bom. Eu provei um, é mesmo crocante.

 

Em vez de curtir uma soneca nas redes da Luzia, que acho que era a programação pós-almoço, a galera pediu ao guia para retornarmos à praia de rio, em Atins, aquela mesma que desabou a chuva. O guia topou (depois coletamos uma merecida caixinha para o guia e motorista) e lá fomos nós, curtir o sol na praia que, poucas horas antes, estava negra de nuvem e chuva torrencial. Mais bons momentos. Bons, não. Ótimos.

 

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De lá, retornamos direto.

 

Terça: lancha voadeira para Vassouras, Mandacaru e Caburé

Dia de sol, felizmente! Passeio tradicional e bem comum por lá. A parada em Vassouras é a famosa em que você compra uma banana (R$ 1) pra dar aos macaquinhos (não são micos, são macaquinhos mesmo), que vêm buscar na sua mão. Pra quem nunca viveu isso (nós!), muito maneiro. Tem um bar/restaurante no lugar. Passeamos nas dunas de lá também. Lindas. Ainda que secas.

 

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O barco segue para Mandacaru, onde tem o famoso farol (grátis, mantido pela Marinha) pra subir e curtir a vista lá de cima. A subida é controlada – teoricamente são permitidas somente 12 pessoas por vez (foi o que ouvi do barqueiro), mas tinha muito mais. O visual é sublime. Grandes lençóis, pequenos lençóis, Rio Preguiças, tudo ao alcance da visão. Deu tempo até pra passear um pouco pelo povoado. Muita areia, tudo muito seco.

 

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De lá o barco cruza para o outro lado do rio e para em Caburé. Lá já uma península, com o rio de um lado e o mar de outro. Há restaurantes e pousadas. O barqueiro até falou dos restaurantes, mas fomos direto para o lado oceânico e nos arrumamos num lugar mais rústico lá que tinha cerveja. Felizmente a preços honestos (4 pratas) para um lugar longe de quase tudo. Curtimos o mar, o visual, a vida.

 

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Acabei não resistindo e alugamos um quadriciclo (ATV) por meia hora (facada de 50 pratas) pra ir até a pontinha da península, na foz do rio. Ninguém na pontinha. Maravilha. Mais momentos inesquecíveis.

 

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Depois fomos curtir a outra metade do tempo de que dispúnhamos em Caburé do outro lado, no rio. Com direito a caranguejos nos encarando e banho de lama. Maravilha.

 

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Obs.: Em todas as paradas, um horário fica marcado para retorno de galera ao barco. Em todas as ocasiões teve gente se atrasando pelo menos uns 15 minutos, aquela coisa bem brasileira. Isso é especialmente ruim para a galera que precisa voltar num determinado horário a tempo de pegar o ônibus de volta para São Luís.

 

Quarta: Boia Cross no Rio Formigas

Último dia de passeio, eu queria ir para a Lagoa da Esperança, mas não rolou de formar grupo. Parece que o passeio geralmente é feito à tarde. Então fomos de Boia Cross, que é descer o Rio Formigas de boia. Divertido, relaxante.

 

Choveu MUITO durante a madrugada. E trovejava muito pela manhã. Felizmente a chuva deu trégua quando chegou a hora do passeio. Amem! É um longo caminho até chegar lá, mais de uma hora. Estradinha de terra, pula-pula. Fica em Paulino Neves, município vizinho. É uma diversão tida como menor entre os passeios da região. É menor mesmo, mas nos divertimos mesmo assim.

 

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De volta à cidade, passeamos um pouco, curtimos um bom momento num lugar novo de lá (Deck Bistrô) conversando com os donos, e retornamos. O ônibus atrasou e ainda houve outros pequenos problemas ao longo da viagem (haja quebra molas!) por conta de chuva e algum trânsito, mas enfim chegamos a São Luis de noite.

 

Nosso voo de volta ao Rio era somente às 3 da manhã, então, seguindo dicas aqui do mochileiros, fomos para a Lagoa do Jansen curtir algum lugar que ficasse aberto até tarde. O Filial Boteco, primeira opção, tava fechado. O jeito foi curtir no Kitaro, um japa que fica logo ao lado. Tava vazio, era meio que fim de expediente. Ahahaha, fomos os inconvenientes clientes que ficam até depois do horário de fechar o restaurante. O pessoal do restaurante chamou um taxi para nós, mas demorou beeeeem até ele chegar.

 

E assim terminou mais uma viagem para ficar guardada na memória.

 

Observações gerais:

- Os passeios para as Lagoas Azul e Bonita não estavam rolando, ambas estavam completamente secas, conforme informações gerais. O lugar enfrentou em 2012 a pior estiagem em 47 anos (!!).

 

- Boa notícia: parece que voltou a chover na região dos Lençóis.

 

- Custos dos passeios (fizemos todos pela agência São Paulo e tudo foi reservado pelo Bruno da Pousada São José) em reais:

Lagoa do Peixe: 50

Circuito Atins: 100

Voadeira até Caburé: 60

Boia Cross: 60

 

- Onde comemos:

.Barlavento: foi dica da nnaomi, aqui do fórum. Acho que foi o melhor custo-benefício da cidade. Comida farta e boa.

.A Canoa: comida também é boa e farta, mas num patamar abaixo do Barlavento. Ambiente é bem legal.

.Marina (alguma coisa): pizza normal, nada de mais. Valeu por ficar numa mesa bem no deck.

.Deck Bistrô: só beliscamos. Lugar novo e legal, donos muito simpáticos.

 

- Aliás, recomendo a Pousada São José pela simplicidade e pelo ótimo atendimento. É pra quem usa pousada pra dormir e passa o dia na rua.

 

- Quando eu voltar: quero conhecer as lagoas azul e bonita; quero fazer a travessia até Santo Amaro; quero explorar a região de Santo Amaro.

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Ei brother a foto com o caranguejo ficou show de bola! Muito bacana! Deixa eu te perguntar, nessa praia os caranguejos ficam andando por lá é? Ou vc pegou no mangue e colocou lá pra tirar a foto? Po se os caranguejos ficam andando por lá deve ser muito bacana.

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Parabéns mcm pelo relato. A sua vibração foi incrível, pois conseguiu mostrar que tudo nesta vida é relativo e que cada um de nós tem um olhar diferente sobre o que se vê.

 

Sds,

Marcos.

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Carlos,

Valeu!

Ir no mangue pegar caranguejo?! Não, obrigado! :)

Tinha caranguejos passeando tranquilamente por aquela área do rio onde estávamos. Eles sempre se afastam quando chegamos perto.

 

Marcos,

Valeu tb! Tudo (ou quase tudo) é questão de perspectiva. :)

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Nossa amei seu relato! Parabéns. Gostei de como você encara os acontecimentos e as vicissitudes de uma viagem, sem muita expectativam, mas disposto a viver intensamente o que vier a acontecer.Realmente tudo depende de pespectiva... Estou com viagem marcada para São Luiz e Barreirinhas para Junho e gostaria muito que você me desse umas dicas. Tenho lido constantemente os relatos sobre o passeio. Sei que vou gostar, é impossível não se apaixonar por esse presente da natureza. Acho que vou dar mais sorte que você, em Junho a previsão é das lagoas estarem cheias, mas vamos ver né?

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deibe,

Obrigado! Teoricamente em junho vc vai encontrar as lagoas cheias. Mas verifique antes, para não ocorrer decepções. A estiagem do ano passado foi na região a pior em décadas.

 

Otávio,

Obrigado! Sem dúvida é dos lugares mais monumentais que conheci -- mesmo com tudo seco.

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