Assumo que deixo a desejar na rapidez com que posto, mas estou empenhada em mudar isso e quem já leu os meus anteriores pode comprovar que melhorei Se antes eu demorava anos, agora precisei de 1 ano e 1 mês...sei que não tá bom ainda, mas já estou providenciando os outros dois e acredito que em breve estarei postando quase que simultâneo
PLANEJAMENTO
Essa parte foi um pouco complicada porque queria aproveitar a companhia da irmã da minha companhia nos dois primeiros mochilões (que acabou se tornando uma amigona e parceira) que está morando na Malásia, mais exatamente em Kuala Lumpur. Começamos a olhar “o que”, “quando” e “onde” com antecedência, mas dependíamos de fatores externos, como horário de aulas dela, e fechamos o roteiro cerca de 1 mês antes...e, como é de praxe, foi modificado ao longo da trip.
Desde dezembro/2011 eu olhava preço de passagem para o mês de maio nos possíveis lugares e estava em torno de R$ 3.000...aumentou pra faixa de R$ 3.500,00 uns 2 meses antes e 1 mês antes da viagem já girava em torno de R$ 4.000,00 a R$ 4.500,00! Passei a cogitar ida e volta para a mesma cidade no intuito de reduzir o custo, mas a inclusão da passagem interna para retornar à origem fazia com que o gasto chegasse perto dos R$ 4.200,00 da mesma forma. Fiquei um pouco agoniada e entrava 5, 6 vezes ao dia na esperança de voltar aos R$ 3.500,00 com taxa e nada. ãã2::'>
Eis que no dia 18/04 eu me convenço de que valia o custo por ser uma oportunidade única ao considerar o meu tempo disponível para viajar e a Cia da Lu. Criei coragem, entrei na net e...mega promoção da Qatar de 17 a 19/04!!!! Caramba...nem acreditei!!! Consegui a ida para Singapura no dia 01º/05 e retorno de Bangkok no dia 26/05 por R$ 2.434,19 com as taxas!!! Como meu cartão me dá direito a seguro viagem, retirei da passagem e me senti a viajante mais sortuda do mundo, rs. Claro que fui muito sortuda e não recomendo essa espera toda pra ninguém...acho que nem tenho coragem de repetir esse feito, hahaha. Ah, eu tava com a idéia de fazer um stop over em Catar, mas o custo e o trabalho para pegar o visto me fizeram desistir e optar pelo voo com o menor tempo disponível na cidade.
Sendo assim, defini que minha ida seria no dia 1º de maio para Singapura, o retorno seria dia 26/05 por Bangkok, minha Cia seria a Luiza e meu hotel em Singapura o Fragrance Hotel – Ruby...e só! O resto veríamos lá, sempre na cia do velho e bom roteiro.
RELATO DE VIAGEM
01º/05: Horas e horas de voo
Meu voo saiu pontualmente às 2h55 e o avião era muito bom! Tem um espaço bom entre as poltronas, TV individual com jogos, filmes, seriados...alguns dublados As refeições são ótimas! Comi até bombom Godiva
Confesso que uma hora me deu preguiça de procurar filme ou seriado em Português e optei pelo “O Artista” que é mudo, rsrs.
Chegamos em Catar às 22h35 no horário local e fazia 30ºC!!!! Sorte que dentro do aeroporto a gente não sente
O aeroporto é imenso! Os cartões de embarque são coloridos e indicam em qual portão você irá descer. Chegando no nosso fui até a enfermaria pedir remédio pra uma baita gripe que peguei não sei aonde e me atenderam muito bem, mesmo com o meu inglês pobre e abusando das mímicas. Vale dizer que eu me preveni levando minha farmacinha para esse tipo de momento, só vacilei despachando na bagagem, hahahahaha.
Achei o aeroporto de Singapura mais bonito que o de Catar. Todo com carpete, existem umas árvores lá dentro, é extremamente limpo...bem bacana! Achei que sofreria com burocracia, mas me enganei completamente. Passamos rapidamente pela imigração e registrei mais um carimbo no passaporte. :'>
Troquei um pouco de dólar no aeroporto mesmo e optei pegar um táxi pela segurança e conforto. Já na fila eles indicam os valores para cada região e o meu ficaria em torno de SGD 23, mas acabou ficando em SGD 16
Logo de cara posso dizer que o povo lá é muito amigável, sempre disposto a ajudar. O taxista me deu várias dicas no caminho e explicou sobre a região do hotel, a famosa “Red Light”. Trata-se de uma região de prostituição, mas basta ter cuidado que não tem problema.
Como eu disse no início, reservei no Fragrance Hotel – Ruby daqui do Brasil e paguei R$ 293,03 por 3 dias. Sei que foi um pouco caro, mas minha estadia na cidade seria sozinha e acabei preferindo hotel mesmo. Ele fica praticamente no final da região crítica, pois fica no começo da 20 e onde pega é da 20 até a 26. Aconselho a NÃO ficar no Fragrance Hotel – Crystal porque ele fica bem no meio da tal região.
Guardei as coisas no hotel, dei uma arrumada geral e saí para comprar a passagem para Kuala Lumpur e conhecer a região, principalmente o metrô que tanto me acompanharia.
O metrô é cobrado de acordo com o trecho percorrido. Então, você compra um cartão que deve ser passado na entrada e na saída. Se você ficar mais tempo dentro do metrô do que é estimado é descontada uma taxa adicional de SGD 2. Existem dois tipos de cartão:
1) Validade de 5 anos no valor de SGD 12, usando SGD 7
2) Validade de 7 anos no valor de SGD 15, usando SGD 12
Optei pelo segundo por ser mais vantajoso.
Fui ao Golden Mile Complex na Beach Road como recomendado e existem diversas companhias que vão para KL. Como só aceitam dinheiro, troquei mais US$ 100 por SGD 122 por lá mesmo. Vale lembrar que na Ásia o câmbio é melhor para notas de US$ 100. Comprei passagem pela StarMart para o dia 05/05 às 15 horas por SGD 30 (http://www.starmartonline.com).
Na volta passei no 7eleven para comprar um lanchinho e fui para o hotel porque estava cansada. Apesar de dormir muito no voo, cheguei quebrada e a umidade da cidade aliada ao calor me derrubaram. Dessa forma, aproveitaria melhor o dia seguinte.
Levantei cedo e, apesar do barulho de madrugada no corredor, super disposta. Precisava de uma boa noite de sono.
Saí às 8 horas e fui visitar o Raffles Hotel. Todo mundo indicou esse hotel para visita porque era o prédio administrativo, além de ter arquitetura colonial e a fachada branca. Lá fui eu Desci na City Hall, andei um pouco, dei a volta no hotel e...não achei nada demais Como é famoso e eu estava ali, tirei uma foto, mas é tão impressionante quanto a pedra de 12 ângulos de Cusco
Resolvi dar uma volta pela região e achei a maior fonte do mundo segundo o Guiness. Nada fenomenal, mas se estiver por perto não custa passar (Fountain of Wealth). Vi a Singapure Flyer de longe e fui para o Fort Canning Park.
Lá dei uma volta e entrei na “The Battle Box” que foi um quartel general subterrâneo usado pelos alemães e japoneses na Segunda Guerra Mundial. O ingresso custa SGD 8 e a visita é feita com um fone explicando o que é cada local. São 26 salas situadas a 9 metros abaixo do Fort Canning.
Saindo de lá fui ao Merlion, estátua que virou símbolo da cidade e é possível tirar boas fotos do Marina Bay e da Esplanada. Imaginei que a comida ali seria cara, mas estava cansada e queria curtir o clima, rs. É...não me enganei, hahahaha.Pedi o famoso Satay e uma limonada no The Stomping Ground que me custaram SGD 20!
De lá fui andando a Boat Quay que é uma rua de restaurantes a margem do rio Singapura e me arrependi de comer perto do Merlion, rs.
Resolvi passar em Chinatown que fica próximo e voltar para o hotel para descansar, mas acabei mudando de ideia. Comi um bolinho com chocolate no metrô e fui...
Adorei Chinatown!!! Tem um monte de loja de bugiganga, aonde comprei umas lembranças depois, mas do que gostei mesmo foram os templos. O primeiro que visitei foi o Sri Mariammam Temple e ele é todo colorido, mas só tirei foto do lado de fora porque precisa pagar para fotografar dentro e achei que não valia a pena depois que entrei. Começou nele a parte que seria no mínimo estranha no Brasil: a gente tira o sapato para entrar e deixa na rua mesmo...
Ao chegar no segundo templo, o Buddha Tooth Relic Temple and Museum eu pirei! É muito lindo por fora e por dentro! Não precisava pagar para tirar foto, nem tirar o sapato, exceto se for pisar no tapete. As únicas exigências são o respeito cobrindo pernas e ombros (eles emprestam roupa) e não fazer barulho. É uma paz inexplicável! No final tem uma sala com os Guardiões de cada signo do horóscopo chinês e o meu é o Akasagarbha. Preciso estudar mais essa religião...
Achei o templo tão lindo e impressionante que atravessei para uma foto melhor e me empolguei para conhecer o Masjid Jamae, mas deu preguiça de tirar o sapato e voltei para as lojinhas aonde comprei umas lembrancinhas e fui para a Little India, não sem antes comprar uma água gelada para espantar o calor.
No metrô, finalmente encontrei a tal placa que diz que é proibido entrar com Durian
A Little India me decepcionou um pouco porque é mais baderna e maio comum. São mais lojas de bugiganga, mudando apenas as caras das pessoas e na mesma faixa de preço. A única diferença é que o forte deles são as comidas e as joias.
Passei no templo Sri Veerama-Kaliamman, mas não entrei porque estava no final do ritual deles e procurei o Abdul Gaffoor, porém, continuo sem saber o que é e fui até a Arab Street. Essa rua é o paraíso dos tecidos! Tem todos os possíveis e imagináveis por um preço bom. Já a Baghdad Street é o paraíso do Narguile!
Exausta, resolvi voltar para o hotel. Afinal, saí às 8 horas e já eram quase 18 horas! Como se não bastasse, o calor estava de derreter, literalmente.
Passei no 7eleven e comprei umas coisinhas, sendo a mais estranha o Prepareg Cuttle Fish, uma espécie de peixe desidratado temperado e com açúcar cristal! Não consegui comer, só provar.
Esqueci de ressaltar que as pessoas são super atenciosas. Duas vezes que pedi informação a pessoa não sabia e parou para procurar no mapa no celular e uma terceira, a mais surpreendente na minha opinião, ligou para uma amiga para saber aonde era...nota 10!
Olá, Mochileiros!
Aqui estou eu para postar mais um relato
Assumo que deixo a desejar na rapidez com que posto, mas estou empenhada em mudar isso e quem já leu os meus anteriores pode comprovar que melhorei
Se antes eu demorava anos, agora precisei de 1 ano e 1 mês...sei que não tá bom ainda, mas já estou providenciando os outros dois e acredito que em breve estarei postando quase que simultâneo 
PLANEJAMENTO
Essa parte foi um pouco complicada porque queria aproveitar a companhia da irmã da minha companhia nos dois primeiros mochilões (que acabou se tornando uma amigona e parceira) que está morando na Malásia, mais exatamente em Kuala Lumpur. Começamos a olhar “o que”, “quando” e “onde” com antecedência, mas dependíamos de fatores externos, como horário de aulas dela, e fechamos o roteiro cerca de 1 mês antes...e, como é de praxe, foi modificado ao longo da trip.
Desde dezembro/2011 eu olhava preço de passagem para o mês de maio nos possíveis lugares e estava em torno de R$ 3.000...aumentou pra faixa de R$ 3.500,00 uns 2 meses antes e 1 mês antes da viagem já girava em torno de R$ 4.000,00 a R$ 4.500,00! Passei a cogitar ida e volta para a mesma cidade no intuito de reduzir o custo, mas a inclusão da passagem interna para retornar à origem fazia com que o gasto chegasse perto dos R$ 4.200,00 da mesma forma. Fiquei um pouco agoniada e entrava 5, 6 vezes ao dia na esperança de voltar aos R$ 3.500,00 com taxa e nada.
ãã2::'>
Eis que no dia 18/04 eu me convenço de que valia o custo por ser uma oportunidade única ao considerar o meu tempo disponível para viajar e a Cia da Lu. Criei coragem, entrei na net e...mega promoção da Qatar de 17 a 19/04!!!! Caramba...nem acreditei!!! Consegui a ida para Singapura no dia 01º/05 e retorno de Bangkok no dia 26/05 por R$ 2.434,19 com as taxas!!! Como meu cartão me dá direito a seguro viagem, retirei da passagem e me senti a viajante mais sortuda do mundo, rs.
Claro que fui muito sortuda e não recomendo essa espera toda pra ninguém...acho que nem tenho coragem de repetir esse feito, hahaha. Ah, eu tava com a idéia de fazer um stop over em Catar, mas o custo e o trabalho para pegar o visto me fizeram desistir e optar pelo voo com o menor tempo disponível na cidade.
Sendo assim, defini que minha ida seria no dia 1º de maio para Singapura, o retorno seria dia 26/05 por Bangkok, minha Cia seria a Luiza e meu hotel em Singapura o Fragrance Hotel – Ruby...e só! O resto veríamos lá, sempre na cia do velho e bom roteiro.
RELATO DE VIAGEM
01º/05: Horas e horas de voo
Meu voo saiu pontualmente às 2h55 e o avião era muito bom! Tem um espaço bom entre as poltronas, TV individual com jogos, filmes, seriados...alguns dublados
As refeições são ótimas! Comi até bombom Godiva 
Confesso que uma hora me deu preguiça de procurar filme ou seriado em Português e optei pelo “O Artista” que é mudo, rsrs.
Chegamos em Catar às 22h35 no horário local e fazia 30ºC!!!! Sorte que dentro do aeroporto a gente não sente
O aeroporto é imenso! Os cartões de embarque são coloridos e indicam em qual portão você irá descer. Chegando no nosso fui até a enfermaria pedir remédio pra uma baita gripe que peguei não sei aonde e me atenderam muito bem, mesmo com o meu inglês pobre e abusando das mímicas. Vale dizer que eu me preveni levando minha farmacinha para esse tipo de momento, só vacilei despachando na bagagem, hahahahaha.
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02/05: Chegando a Singapura
Achei o aeroporto de Singapura mais bonito que o de Catar. Todo com carpete, existem umas árvores lá dentro, é extremamente limpo...bem bacana! Achei que sofreria com burocracia, mas me enganei completamente. Passamos rapidamente pela imigração e registrei mais um carimbo no passaporte.
:'>
Troquei um pouco de dólar no aeroporto mesmo e optei pegar um táxi pela segurança e conforto. Já na fila eles indicam os valores para cada região e o meu ficaria em torno de SGD 23, mas acabou ficando em SGD 16
Logo de cara posso dizer que o povo lá é muito amigável, sempre disposto a ajudar. O taxista me deu várias dicas no caminho e explicou sobre a região do hotel, a famosa “Red Light”. Trata-se de uma região de prostituição, mas basta ter cuidado que não tem problema.
Como eu disse no início, reservei no Fragrance Hotel – Ruby daqui do Brasil e paguei R$ 293,03 por 3 dias. Sei que foi um pouco caro, mas minha estadia na cidade seria sozinha e acabei preferindo hotel mesmo. Ele fica praticamente no final da região crítica, pois fica no começo da 20 e onde pega é da 20 até a 26. Aconselho a NÃO ficar no Fragrance Hotel – Crystal porque ele fica bem no meio da tal região.
Guardei as coisas no hotel, dei uma arrumada geral e saí para comprar a passagem para Kuala Lumpur e conhecer a região, principalmente o metrô que tanto me acompanharia.
O metrô é cobrado de acordo com o trecho percorrido. Então, você compra um cartão que deve ser passado na entrada e na saída. Se você ficar mais tempo dentro do metrô do que é estimado é descontada uma taxa adicional de SGD 2. Existem dois tipos de cartão:
1) Validade de 5 anos no valor de SGD 12, usando SGD 7
2) Validade de 7 anos no valor de SGD 15, usando SGD 12
Optei pelo segundo por ser mais vantajoso.
Fui ao Golden Mile Complex na Beach Road como recomendado e existem diversas companhias que vão para KL. Como só aceitam dinheiro, troquei mais US$ 100 por SGD 122 por lá mesmo. Vale lembrar que na Ásia o câmbio é melhor para notas de US$ 100. Comprei passagem pela StarMart para o dia 05/05 às 15 horas por SGD 30 (http://www.starmartonline.com).
Na volta passei no 7eleven para comprar um lanchinho e fui para o hotel porque estava cansada. Apesar de dormir muito no voo, cheguei quebrada e a umidade da cidade aliada ao calor me derrubaram. Dessa forma, aproveitaria melhor o dia seguinte.
Gastos do dia
Táxi: SGD 16
Hotel (3 diárias): R$ 293.03
Metrô: SGD 4,91
Passagem KL: SGD 30
Lanche: SGD 3,50
OBS: Fragrance Hotel: http://www.fragrancehotel.com
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03/05: Singapura
Levantei cedo e, apesar do barulho de madrugada no corredor, super disposta. Precisava de uma boa noite de sono.
Saí às 8 horas e fui visitar o Raffles Hotel. Todo mundo indicou esse hotel para visita porque era o prédio administrativo, além de ter arquitetura colonial e a fachada branca. Lá fui eu Desci na City Hall, andei um pouco, dei a volta no hotel e...não achei nada demais
Como é famoso e eu estava ali, tirei uma foto, mas é tão impressionante quanto a pedra de 12 ângulos de Cusco 
Resolvi dar uma volta pela região e achei a maior fonte do mundo segundo o Guiness. Nada fenomenal, mas se estiver por perto não custa passar (Fountain of Wealth). Vi a Singapure Flyer de longe e fui para o Fort Canning Park.
Lá dei uma volta e entrei na “The Battle Box” que foi um quartel general subterrâneo usado pelos alemães e japoneses na Segunda Guerra Mundial. O ingresso custa SGD 8 e a visita é feita com um fone explicando o que é cada local. São 26 salas situadas a 9 metros abaixo do Fort Canning.
Saindo de lá fui ao Merlion, estátua que virou símbolo da cidade e é possível tirar boas fotos do Marina Bay e da Esplanada. Imaginei que a comida ali seria cara, mas estava cansada e queria curtir o clima, rs. É...não me enganei, hahahaha.Pedi o famoso Satay e uma limonada no The Stomping Ground que me custaram SGD 20!
De lá fui andando a Boat Quay que é uma rua de restaurantes a margem do rio Singapura e me arrependi de comer perto do Merlion, rs.
Resolvi passar em Chinatown que fica próximo e voltar para o hotel para descansar, mas acabei mudando de ideia. Comi um bolinho com chocolate no metrô e fui...
Adorei Chinatown!!! Tem um monte de loja de bugiganga, aonde comprei umas lembranças depois, mas do que gostei mesmo foram os templos. O primeiro que visitei foi o Sri Mariammam Temple e ele é todo colorido, mas só tirei foto do lado de fora porque precisa pagar para fotografar dentro e achei que não valia a pena depois que entrei. Começou nele a parte que seria no mínimo estranha no Brasil: a gente tira o sapato para entrar e deixa na rua mesmo...
Ao chegar no segundo templo, o Buddha Tooth Relic Temple and Museum eu pirei! É muito lindo por fora e por dentro! Não precisava pagar para tirar foto, nem tirar o sapato, exceto se for pisar no tapete. As únicas exigências são o respeito cobrindo pernas e ombros (eles emprestam roupa) e não fazer barulho. É uma paz inexplicável! No final tem uma sala com os Guardiões de cada signo do horóscopo chinês e o meu é o Akasagarbha. Preciso estudar mais essa religião...
Achei o templo tão lindo e impressionante que atravessei para uma foto melhor e me empolguei para conhecer o Masjid Jamae, mas deu preguiça de tirar o sapato e voltei para as lojinhas aonde comprei umas lembrancinhas e fui para a Little India, não sem antes comprar uma água gelada para espantar o calor.
No metrô, finalmente encontrei a tal placa que diz que é proibido entrar com Durian
A Little India me decepcionou um pouco porque é mais baderna e maio comum. São mais lojas de bugiganga, mudando apenas as caras das pessoas e na mesma faixa de preço. A única diferença é que o forte deles são as comidas e as joias.
Passei no templo Sri Veerama-Kaliamman, mas não entrei porque estava no final do ritual deles e procurei o Abdul Gaffoor, porém, continuo sem saber o que é e fui até a Arab Street. Essa rua é o paraíso dos tecidos! Tem todos os possíveis e imagináveis por um preço bom. Já a Baghdad Street é o paraíso do Narguile!
Exausta, resolvi voltar para o hotel. Afinal, saí às 8 horas e já eram quase 18 horas! Como se não bastasse, o calor estava de derreter, literalmente.
Passei no 7eleven e comprei umas coisinhas, sendo a mais estranha o Prepareg Cuttle Fish, uma espécie de peixe desidratado temperado e com açúcar cristal! Não consegui comer, só provar.
Esqueci de ressaltar que as pessoas são super atenciosas. Duas vezes que pedi informação a pessoa não sabia e parou para procurar no mapa no celular e uma terceira, a mais surpreendente na minha opinião, ligou para uma amiga para saber aonde era...nota 10!
Gastos do dia
Metrô: SGD 5
Bebida: SGD 6
Battle Box: SGD 8
Almoço: SGD 20
Lanchinho: SGD 4,70
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