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Olá viajante!

Bora viajar?

PORTUGAL-ITÁLIA-ÁUSTRIA-ALEMANHA-FRANÇA_DEZ/2012_13 DIAS

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Olá, amigos mochileiros!

 

Depois de ler muitos relatos aqui, finalmente acabei realizando meu primeiro mochilão pela Europa. Já havia realizado 3 mochilões entre 2007 e 2010, todos pela América do Sul (pretendo postá-los aqui oportunamente) e esses mochilões serviram muito para aprimorar minha experiência de viajante, antes de me lançar em empreitadas mais ousadas, como viajar para outro continente. Antes de mais nada, quero deixar registrado que este é o tipo de viagem para quem tem algum fôlego, pois o ritmo de fato foi intenso. Ideal para aventureiros! Não recomendo este tipo de viagem para pessoas que queiram curtir os locais ao máximo ou viajar em ritmo mais cadenciado. No meu caso, como eu não dispunha de muito tempo, só me restaram duas opções: ou eu conhecia a Europa de maneira “intensiva”, ou teria que deixar para outra oportunidade, que sei lá quando seria possível. Optei, é claro, pela primeira alternativa! E não me arrependo em momento algum da decisão que tomei! Mas, se eu fizer outro mochilão para a Europa ou outro destino de meu interesse, como Egito/Oriente Médio, pretendo fazê-lo de modo mais cadenciado...pois viajar desse modo é uma maratona! Ainda não sei quando farei outro mochilão, mas já estou pensando em algo especial para comemorar meu aniversário de 40 anos, em janeiro/2016!!!

 

Conhecer a Europa sempre foi um sonho de muitos anos. Sou um adepto incondicional do chamado turismo independente, aquele onde vc mesmo planeja sua viagem, sem estar atrelado a roteiros impostos por agências. Além da maior liberdade de escolha, viajar por conta própria nos proporciona conhecer mais lugares e gastando muito menos! Já havia viajado bastante pela América do Sul e andava um pouco enjoado de viajar para países que falam espanhol, rs...queria ver (e ouvir) algo realmente diferente!

 

Enfim, em agosto de 2012 eu havia decidido que iria conhecer a Europa em dezembro do mesmo ano. Tudo era favorável a isso, mas aí vem aquele inevitável problema: é realmente maravilhoso, mas...para onde ir??? Na Europa, de fato, existem muiiiiiiiiiiitas opções, muitos lugares! A vontade é conhecer tudo, mas aí chega a hora de fazermos as típicas “escolhas de Sofia”. Inicialmente, eu queria ir somente à Itália, apaixonado por História como sou e pra mim, conhecer as ruínas da Roma Antiga, bem como Pompéia, eram programas obrigatórios. Mas, quando se trata de Europa, chega a ser um sacrilégio limitar-se a apenas um único país e, como dispunha de 13 dias em solo, julguei que havia tempo sim para atravessar algumas fronteiras. Incluí Alemanha, passando por Suíça ou Áustria. No final, acabei optando pela Áustria. Por fim, incluí a França também. Antes de chegar a esse consenso, cheguei a pensar em seguir de Veneza até Udine, entrando na Eslovênia, chegando até a Croácia, para retornar à Itália por ferry-boat, mas não me agradava a idéia de sair da União Européia e depois ter que entrar de novo, até porque era minha primeira viagem e não achei sensato abusar da sorte. Outro fato essencial para essa decisão é que meu domínio do idioma inglês é muito limitado, e tive receio de ter que “enfrentar” 2 aduanas diferentes (Eslovênia e Croácia), ao passo que restringir meus passos dentro da União Européia me poupariam desses stress, já que, para ingressar na Europa, a migração é feita apenas no país por onde se entra, graças a um acordo chamado “Tratado Schengen”. A partir do segundo país, é como viajar de um estado para o outro. Isso pode frustrar um pouco os colecionadores de carimbos de passaporte, mas particularmente acho essa comodidade maravilhosa! Cheguei a restringir meu roteiro entre Itália, Áustria e Alemanha, explorando melhor estes 2 últimos países e embarcando de volta ao Brasil em Munique - e de fato, isso seria o ideal, haja vista eu dispor de apenas 13 dias - mas achei terrível a idéia de ir à Europa e não conhecer Paris. Depois de mais de 1 mês trocando cidades e países, adaptando-me às minhas disponibilidades de tempo e de logística, finalmente defini meu roteiro. O foco acabou sendo conhecer Roma e Paris, talvez duas das três mais fascinantes cidades européias (eu também incluiria Londres, mas sinceramente, o Reino Unido não está entre minhas prioridades) e tudo o que fosse possível encaixar no caminho entre elas. Uma das “escolhas de Sofia” que precisei fazer, foi deixar Milão de fora do meu roteiro, devido à falta de datas, já que eu precisava estar em Munique impreterivelmente no domingo, dia 09/12, para poder embarcar rumo a Paris no dia seguinte.

 

Posso não ter conhecido as cidades por onde passei em sua plenitude, em algumas delas eu "só passei" realmente: Nápoles, Florença e Verona. Essas cidades certamente mereciam 1 ou 2 dias de visita, mas enfim, numa viagem dessas tem que definir um foco. E o meu era Roma e Paris! E apesar do tempo limitado, posso dizer que conheci muita coisa, pois sou extremamente organizado para viajar, levanto bem cedo, sempre uso mapas e traço meus roteiros urbanos dia-a-dia, procurando otimizá-los ao máximo: que atrações visitarei, que meios de transporte vou utilizar, por quais ruas vou caminhar, e se possível, onde existe local para fazer lanche dentro do meu itinerário, já calculando horários/locais estratégicos, para que eu não perca tempo procurando aonde comer e/ou tendo que me deslocar para longe de onde estou para fazer isso... além do mais, caminho muito e tenho realmente muita disposição! Importante: sempre dormia entre 23:00-00:30 para acordar cheio de disposição no dia seguinte. Nada de noitadas ou farras! É uma questão de perfil e escolha: ou dorme-se cedo e aproveita-se os dias e inícios de noite ao máximo!!! Ou então passa-se as madrugadas curtindo e se divertindo, perde-se as manhãs inteiras (para dormir e/ou curar ressaca, pois não há organismo que resista) e conhece-se menos coisas... Na minha opinião, o primeiro perfil é mais adequado para um viajante que quer de fato conhecer novos horizontes. Já o segundo, cai melhor para pessoas que estão indo para um determinado lugar e vão passar muito tempo por lá...e esgotando o leque turístico local, aproveita-se para conhecer "algo mais"...não é meu caso!

 

Antes de viajar para a Europa em Dez/2012, eu já havia feito os seguintes mochilões:

 

* Jan/2007 – Paraguai–Argentina–Bolívia-Peru–Chile-Argentina (incluindo Machu Picchu), 25 dias, totalmente terrestre, saindo/chegando por Porto Alegre-RS

* Mar/2008 – Uruguai-Argentina–Peru-Equador–Colômbia-Equador-Peru-Argentina, 14 dias, parcialmente terrestre com um trecho aéreo Buenos Aires-Lima-Buenos Aires, saindo/chegando por Uruguaiana-RS

* Fev/2010 – Argentina-Chile-Bolívia-Argentina (incluindo o Deserto de Atacama e o Salar de Uyuni), 14 dias, apenas um trecho aéreo La Paz-Tarija (Bolívia), saindo/chegando por Santa Maria-RS

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Na segunda-feira, dia 3, acordamos um pouco mais tarde que o previsto, por volta de 9 horas, talvez pelo cansaço do dia anterior, que havia sido intenso. A primeira providência do dia foi trocar de hotel, saímos do Hotel Galli, que apesar de muito bom e limpo, não oferecia café da manhã e isso era ponto essencial dentro dos critérios de escolha, sobretudo se a estadia na cidade fosse superior a 1 dia.

 

Chegamos à Estação Termini, onde chegamos após caminhar 500 metros. A primeira providência foi procurar uma banca de jornais e adquirir um Roma Pass. Custou 30 euros. Pode parecer caro à primeira vista, mas é muito compensador. No primeiro dia, utilizei o Roma Pass para visitar o Coliseu (o mesmo ingresso vale também para o Fórum Romano). No segundo dia não utilizei-o em nenhuma atração, pois visitei o Vaticano (não é coberto) e as demais atrações que visitei em Roma nesse dia eram gratuitas ou ao ar livre, utilizei apenas para locomover-me. No último dia voltei a utilizar, comecei pelo Fórum (incluso no mesmo ingresso do Coliseu), e visitei também as Termas de Caracala e o Parque Regional da Ápia Antiga, tudo por conta do Roma Pass. Teoricamente, o cartão dá gratuidade nas duas primeiras atrações, mas acabei visitando 3 atrações turísticas com ele. Não tive problemas em visitar o Coliseu e Fórum em dias diferentes (3 e 5/12, respectivamente), já que o ingresso para ambas atrações é o mesmo. Mas, para evitar contratempos, a dica que dou é de visitar o Coliseu e o Fórum Romano tudo no mesmo dia, iniciando a visita ao primeiro deles no máximo às 9 horas da manhã. A propósito, dentre os países por onde passei nessa viagem, a Itália me pareceu levemente desorganizada em relação aos demais, há um certo “jeitinho” pra algumas coisas...

 

::otemo:: DICA => ROMA PASS e OPEN BUS: O Roma Pass nada mais é que um kit com mapa da cidade, informações turísticas e culturais e um cartão de papel magnetizado, que dá direito a usufruir de todos os serviços de transporte público durante 72 horas. Além disso, dá direito a ingresso grátis para as duas primeiras atrações turísticas e desconto para demais. A dica é iniciar pelo Coliseu/Fórum, que é a atração mais cara (13 euros) e escolher uma segunda atração, de preferência que esteja entre as mais caras também. O tempo passa a contar a partir da primeira utilização, quando o cartão é ativado. Não acho compensador utilizar o Roma Pass para quem opta por locomover-se no Open Bus, pois é um meio de transporte pago separadamente. O Open Bus é um ônibus turístico aberto, como o nome já sugere, onde o turista paga um único ingresso (15 euros/1 dia ou 20 euros/2 dias) e pode ir subindo e descendo quantas vezes quiser em paradas estrategicamente localizadas, não existindo o stress de ter que estudar a localização dos pontos turísticos. Por sua vez, o Roma Pass compensa para quem vai utilizar muito o transporte público. No meu caso, visitei 3 atrações: Coliseu/Fórum, Termas de Caracala e Parque Regional da Ápia Antiga, e andei muito (mas muito mesmo!) de metrô e ônibus. Fiz as contas e, se eu fosse pagar separadamente pelos 3 ingressos e por cada deslocamento que realizei, teria gasto 52 euros, portanto, o Roma Pass foi altamente vantajoso no quesito custo-benefício! Opinião minha: ou se opta pelo Roma Pass e percorre tudo com o transporte público (e de quebra ganha o ingresso para 2 atrações) ou compra um bilhete do Open Bus e vai se visitando os pontos turísticos com ele, no estilo “stop-and-go”.

 

Saindo da Termini e com o Roma Pass em mãos, pegamos o metrô e descemos 2 estações depois, na Estação Manzoni e nos dirigimos ao Ciak Hostel, reservado pelo Hostelworld, localizado na Viale Manzoni, a 100 metros do metrô. O hostel possuía ótima conexão wi-fi, nos deram um mapa da cidade, além de contar com depósito de mochilas, o que revelou-se muito útil na quarta-feira, dia em que fizemos o check-out. A diária para 2 noites, em quarto “twin”, incluindo café-da-manhã e banheiro privativo, saiu a 72 euros, ou seja 18 euros diários por pessoa, já inclusos 8 euros de taxa municipal. Em Roma, existe uma taxa de 2 euros/noite por pessoa, que é cobrada separadamente e repassada pelos hotéis. Aliás, esse tipo de taxa é muito comum na Itália. Ainda no check-in do hostel, fomos encaminhados para um prédio anexo, que fica na Via Bixio, paralela à Manzoni. Isso é muito comum em Roma: um mesmo hotel/hostel possuir 1 ou mais prédios anexos, geralmente próximos. Ficamos alojados na Bixio, mas o café-da-manhã era servido na Manzoni, a 200 metros de distância. Um pouco fora-de-mão, mas tudo ok, nada que comprometesse o nosso cronograma, que não fosse perder uns minutinhos a mais.

 

Depois de alojados e como já eram 10:30, decidimos fazer um almoço adiantado. Próximo ao hostel existe uma espécie de fast-food argelino (não recordo o nome, se lembrar eu entro aqui e edito o tópico), pedi uma espécie de risoto, aparentemente saboroso, acompanhado de refrigerante, tudo por 5 euros, baratíssimo! Saí cuspindo fogo, pois o risoto mais parecia uma overdose de pimenta, mas enfim, eu estava “almoçado” e pronto pra aproveitar o resto do dia. Tomamos o metrô e após fazer o trasbordo da linha A para a linha B (na Estação Termini), descemos na Estação Circo Massimo. Nesse dia, conhecemos o Circo Massimo, local onde eram disputadas as clássicas corridas de bigas. Hoje pouco ou quase nada resta, o local é um imenso campo, vale mesmo só para estar no lugar e sentir sua atmosfera. E, se numa visita rápida a Roma, for necessário excluir uma ou outra atração, o Circo Massimo é uma que não vai fazer ninguém perder o sono se não for visitado. Próximo ao Circo Massimo, fica a Igreja de Santa Maria in Cosmedin, erguida no século IV, onde merece destaque a Bocca dela Verità, uma grande máscara circular de pedra, que fica logo na entrada. Reza a lenda que, se alguém contasse uma mentira enquanto colocasse a mão dentro da boca, que teria sua mão mordida pela mesma. Há relatos de casos em que senhoras, quando duvidavam da fidelidade de seus maridos (e vice-versa), levavam os mesmos ao lugar para fazer a prova de fogo, rs... Nessa mesma igreja, fomos convidados por um gentil funcionário a pagar 1 euro e visitar uma uma espécie de mini-igrejinha subterrânea, conhecida como Cripta de Adriano, segundo ele, “a menor igreja do mundo”. Culturalmente interessante e pitoresca, mas sinceramente, achei que funciona mais como chamariz pra ganhar dinheiro de turista... Nos dirigimos ao Campidoglio - uma das sete colinas sobre as quais Roma foi fundada e onde um dos destaques é uma estátua equestre do imperador Marco Aurélio, construída com bronze do século II - de onde tive a primeira visão das ruínas do Fórum Romano, simplesmente deslumbrante! Seguimos pelo Monumento a Vittorio Emanuelle II, muito bonito, apesar de pouco badalado turisticamente falando, que fica em frente a Piazza Venezia. É uma enorme construção branca, leva o nome do rei que é considerado o “pai da unificação italiana” e é uma homenagem ao mesmo. Por sua cor exageradamente branca e devido ao formato, os romanos chamam-no pejorativamente de “bolo de casamento” ou de “ máquina de escrever”. Convém lembrar que, até a metade do século XIX, a Itália era um amontoado de pequenos Estados, com governos próprios, muitas vezes submetidos a outras nações européias e o mapa político do país, como o conhecemos hoje, é fruto de um longo processo de unificação, na qual os principais artífices foram Vittorio Emanuelle II e seu chefe de gabinete, o Conde Camilo de Cavour, que entendiam que o país só seria forte e competitivo se todos esses pequenos Estados – que possuíam muita coisa em comum, a principal delas falar o idioma italiano – "caminhassem" unidos e fossem regidos por um governo central.

 

Seguimos então pela Via dei Fori Imperiali, onde vislumbramos as ruínas do Fórum de Augusto e do Mercado de Trajano e por fim, nos dirigimos ao Coliseu, que foi a parte alta do dia. É emocionante estar num lugar onde descansam séculos de história, palco de muitos jogos e lutas, que inevitavelmente terminavam em sangue - animal ou humano! E imaginar que tantas pessoas e animais morreram ali! Ainda bem que nos dias de hoje, os esportes são bem mais civilizados, rs... O Coliseu foi idealizado e construído pelo imperador Vespasiano, como forma de “compensar” o povo romano pelo reinado desastroso de Nero. No entanto, Vespasiano morreu antes de sua inauguração em 79 d.C., que coube ao imperador Tito, seu filho. Haviam lutas de homens contra animais, execuções públicas, mas a atração principal eram as lutas entre gladiadores. Em certas épocas, a arena do Coliseu era alagada e servia para simulação de batalhas navais. Imperdível! Particularmente, eu trocaria a expressão “ir a Roma e não ver o Papa” por “ir a Roma e não visitar o Coliseu”. Não senti nenhuma frustração por não ter visto o Papa. Agora, se eu não visitasse o Coliseu...

 

A visita ao Coliseu durou entre 14:30 e 16 horas e ao sair, pretendíamos ir ao Fórum, mas já estava fechando. Em dezembro, anoitece às 16:50 na Itália e as atrações fecham cedo, por isso planejamento – e acordar cedo - é fundamental. Após tirar algumas fotos do Arco de Constantino, que fica entre o Fórum e o Coliseu, fizemos uma caminhada noturna pela Via Cavour e, de metrô, seguimos até a Estação Barberini, onde descemos. Após mais uns minutos de caminhada, visitamos a Fontana di Trevi, que estava lotada de turistas, apesar de estarmos no mês de dezembro, já ser noite e estar muito frio, aproximadamente 8 graus. E com direito a jogar moedinha! Com a fome apertando, pedimos 4 fatias de “pizza a taglio”, acompanhadas de refrigerante, na Pizzeria Trevi, uma pizzaria bem básica, próxima à Fontana, mas que cumpre bem a finalidade de enganar o estômago a preços módicos. Cada fatia (quadrada) custava 1 euro e o “jantar” saiu a 7 euros. No entanto, as pizzas italianas possuem poucas variedades de sabor. As brasileiras são melhores, pelo menos se comparadas com as romanas. Voltando à estação Barberini, ainda sobrou energia para pegar o metrô e descer na próxima estação - Flaminio - e conferir a Piazza del Popolo, onde ficam as igrejas gêmeas de Santa Maria dei Miracoli e Santa Maria di Montesanto. Já cansados de tanta caminhada, pegamos o metrô de volta, passamos em um mercado já próximo ao hostel, onde chegamos às 22 horas e nos recolhemos. Exaustos!

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