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É muito ruim ir de SP a Bolívia de ônibus?

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Galera, eu e minha esposa estamos querendo fazer o tradicional roteiro Bolívia, Chile e Peru inteiro de ônibus, trem, carona, carroça, skate, patins, enfim, todo terrestre, saindo de SP. O que vocês acham? Compensa pela economia?

 

Um abraço.

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Eu se fosse vc pesquisaria passagens aéreas de SP para alguma cidade nesses países e depois, lá dentro, aí sim viajaria de ônibus. Tem muita promoção por aí, especialmente saindo de SP, onde vc consegue voos diretos e baratos (as vezes mesmo preço de onibus) para muitos destinos. E além do mais te economiza um baita tempo de deslocamento.

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Eu fui a Bolivia ha dois anos e agora esta o dobro do preço por aviao. Eu sugiro ir de de bus ou deixe para quando o dolar baixar para ir de aviao. Agora está tudo muito mas muito caro!!!!

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Verdade Voltolini, com o dólar a esse preço as passagens subiram de forma absurda! Como estamos planejando para o próximo ano, dá tempo de ir acompanhando os sites...Obrigado pela resposta.

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Obrigado pela resposta Robson, me parece que a cidade mais barata para se ir de bus é Santa Cruz, não? Em todo caso ficarei pesquisando nos sites especializados...Valeu!

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A vantagem de Santa Cruz é que a Gol voa pra lá, então as chances de promoções são maiores. Mas por outro lado, não há muito para fazer lá, então você terá que pegar outro voo ou busão para La Paz

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A ideia era essa mesma Robson, mas seguindo em direção ao Salar, passando por Sucre e Potosi até Uyuni, pois o roteiro está sendo montado de forma circular, chegando e partindo de Santa Cruz. Valeu pelas dicas.

 

Aproveito para parabenizá-lo pelo excelente blog "Viaje na Imagem", as dicas sobre fotografia e os relatos me prenderam por horas, continue atualizando.

 

Um abraço.

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Estou planejando ir a Bolivia e ficar por la' por muito tempo e quero ficar no mais barato. Gostaria de saber se e' possivel e se alguem ja' ficou nestes lugares bem baratos?

 

Alguem encontrou alojamentos (eram hoteis ou hostels?) por menos de 33 bolivianos(5 dolares)?

 

Aceito e agradeço dicas . Obrigado companheiros.

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Eu iria de trem, o conhecido "Trem da Morte", de nome oficial "Expresso do Oriente". O apelido "Trem da Morte" é da época em que a ferrovia fora construída, onde muitos trabalhadores morreram. Na realidade a viagem neste trem é segura.

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    • Por carlos.alberto1
      Olá a todos, vou relatndando aqui alguns detalhes dessa trip durante a viagem mas quando chegar vou colocar um relato mais detalhado.
       
      Se alguém tiver alguma dúvida sobre esses trechos que passei, dúvidas sobre essas estradas para montar algum roteiro ou quiser trocar uma ideia pode entrar em contato no e-mail [email protected]
       
      1° dia: saímos de Goiânia as 8 horas da manhã e chegamos em Rondonopolis no MT as 17 horas. Em geral as estradas muito boas, depois de Minérios apenas pista simples além de muitos caminhões pesados. Na cidade tivemos dificuldade para achar um hotel na rodovia mas no centro havia muitas opções. Apesar de um dia cansativo, no final da tarde tivemos uma boa surpresa com o mirante da chapada.

    • Por henriquefarage
      Entre julho e novembro de 2017 parti pra uma viagem sem muitos planos, com pouquíssimo dinheiro, sem experiência e com passagem apenas de ida pra Bolívia. Foram quatro meses de viagem com muito aprendizado e muitos perrengues pra contar. Não sou muito adepto ao estilo "mochileiros" de relatar viagens. Nunca pensei em fazer este relato, mas acho que de alguma forma posso contribuir com alguma informação útil para os futuros mochileiros que passarem por onde passei. Sendo assim, não esperem fotos, preços (até porque nunca anotei essas coisas), tantos detalhes minuciosos do que comi, que horas fui no banheiro, qual papel usei. Enfim. Vou tentar ser bem objetivo na medida do possível.
      Destino: eu só queria viajar por algum lugar legal aqui na América do Sul pela proximidade e custos também (era minha primeira viagem assim, e sozinho). Então "joguei a roleta" e vi qual seria a passagem mais barata. Resultado: Santa Cruz de la Sierra, Bolíva. Com o destino definido, pensei no que fazer quando chegasse lá. Me cadastrei no Workaway e procurei um hostel pra trabalhar em qualquer cidade por lá. A primeira que me respondesse eu iria. Deu Cochabamba.

      Preparativos: saí de Vitória/ES com uma Mochila de 50L e uma pequena que usava na faculdade com notebook (jamais levem um notebook em um mochilão) e algumas roupas. Como aqui não faz frio, e nunca usei botas na vida, acabei comprando uma jaqueta impermeável com fleece dentro, um par de botas, uma capa de chuva pra mochila e um cobertor de viagem (tudo na Decathlon). Levei alguns remédios (um monte, porque não sabia quanto tempo ficaria viajando), RG, carteira de vacinação e foi isso.
       
      Bolívia: ainda não tinha muita noção de se locomover de um lugar pro outro, de distâncias e tal, pouco antes da viagem consegui um Couchsurfing em Santa Cruz. Então cheguei, passei uma noite lá, e no dia seguinte peguei o ônibus pra Cochabamba. Em Cocha trabalhei duas semanas no Jaguar House Hostel. Adorei a cidade, o clima, a organização. Aproveitei esse tempo pra pensar no próximo destino. Conheci bastante gente e todos iam pra La Paz. Mantive contato com um pessoal e me falaram que lá tinham party hostels que sempre precisava de voluntários. Escrevi pro LOKI e Wild Rover. O Wild Rover pareceu mais organizado, então acabando meu voluntário em Cochabamba fui direto pra La Paz atrás desse hostel. Cheguei de madrugada, paguei uma diária, e no dia seguinte já fazia parte da equipe. Passei quase 3 semanas trabalhando no Wild Rover La Paz. Experiência incrível, e que ainda me deu direito a fazer a Death Road de graça pela agência que fica na entrada do hostel (Altitude Biking). Pensei em fazer a tour do Uyuni mas eu não estava preparado pra tanto frio então deixei pra quando (se) voltasse. Nesse tempo meu próximo destino já tava definido: Cusco. Fui no terminal comprar passagem e já não tinha mais. Tentei Arequipa, também não tinha. Comprei pra Copacabana onde passaria uma noite e pegaria o ônibus no dia seguinte pra Cusco. Só que em Copacabana conheci um chileno muito gente boa e aí acabei indo com ele pra Isla del Sol acampar lá em cima, onde tem o bosque de eucaliptos e tal. Depois dessa aventura voltei pra Copa e mais tarde peguei o ônibus pra Cusco.
       
      Peru: Em Cusco eu sabia que precisava ganhar dinheiro se quisesse seguir viajando porque já tava ficando sem nada. Como não tinha nada planejado (óbvio), fui direto pro WIld Rover Cusco, falei que tinha trabalhado no de La Paz e pedi uma diária grátis. Usei essa diária apenas pra conversar com os managers e pedir pra trabalhar lá também. Eles pegaram minha referência de La Paz e no dia seguinte já comecei a trabalhar lá também. Enquanto trabalhava no Wild Rover saí pra buscar emprego na cidade, com classificados na mão e tudo. Em uma semana consegui emprego na agência de turismo Wilka Travel, onde fiquei por 40 dias. Neste tempo consegui vivenciar mais a rotina do cidadão cusqueño e me integrar a cultura daquela cidade. Com o salário consegui sair de hostel e alugar um quartinho modesto em San Blas e ainda aproveitar pra fazer alguns tours (pela agência conseguia descontos e gratuidades).
      Ainda em Cusco comecei a pensar nos próximos destinos e decidi que iria subindo ao norte até chegar na Colômbia. Infelizmente isso nunca aconteceu porque descobri que teria de voltar pro Brasil em algum momento antes do ano acabar, então tive que comprar uma passagem de volta com certa urgência. Comprei com saída de Buenos Aires. Eu teria uns 2 meses pra me virar pra chegar em Buenos Aires. Foi uma decisão difícil porque Chile e Argentina a essa altura da viagem já estavam bem distantes dos meus planos por serem países bem caros pra mochileiros. Mas fazer o que?
      Antes de sair do Peru dei uma passada rápida em Arequipa porque havia combinado com uma amiga de assistir um jogo do Peru x Colômbia lá no Wild Rover Arequipa. Passei três dias na cidade e não fiz tour nenhum simplesmente porque machuquei meu dedão na primeira noite (bêbado). De lá decidi que voltaria a La Paz pra trabalhar mais uns dias no Wild Rover, economizar uma grana, e e depois seguir pra Uyuni. Peguei um ônibus de Arequipa até Desaguadero, cruzei a fronteira caminhando, e peguei um trufi até La Paz.
       
      Chile: Mais uns 10 dias em La Paz (já era final de outubro) e eu ainda tinha que cruzar mais algumas fronteiras até chegar em Buenos Aires. Segui pra Uyuni, fiz o tour até a fronteira com o Chile e fui pra San Pedro de Atacama. Foi uma mudança brutal de preços pra quem estava por Peru e Bolívia, e eu certamente não tava preparado pra isso. Passei (acho que) três noites em um hostel lá apenas tentando Couchsurfing. Consegui em Viña del Mar. Assim que confirmei pensei "como chegar em Viña del Mar?". Carona, claro! Já tinha escutado que caronas são relativamente tranquilas no Chile. Então fui de San Pedro de Atacama até La Serena pegando carona atrás de carona. Como não tinha barraca pra dormir na estrada, acabei tendo que pegar um ônibus por 4 horas de um ponto ao outro pra ter onde passar a noite (pagos no cartão de crédito porque já não tinha mais dinheiro em espécie). Passei uns dias em Viña, aproveitei pra conhecer Valparaíso, até que conseguium Couch em Santiago. Consegui fácil. Acabei pegando um ônibus pra lá porque a distância é curta e a passagem barata. Passei mais uns dias em Santiago pensando como faria pra cruzar a fronteira e consegui carona com um Couchsurfer que viajava de carro. Consegui ainda um Couch em Córdoba e precisava dar um jeito de chegar lá.
       
      Argentina: chegando em Mendoza, achamos um hostel barato (já que não consegui Couch) e na manhã seguinte minha carona seguia pro norte enquanto eu ia pra beira da estrada pegar carona. Acho que foi a carona mais difícil de conseguir de toda minha viagem. Era madrugada quando o caminhoneiro me alertou que, apesar de ir pra Córdoba, iria me deixar 100km antes porque era um horário perigoso demais pra chegar no ponto que ele iria parar. Como disse, não tinha barraca e praticamente sem dinheiro em espécie, passei a noite numa loja de conveniência do posto de gasolina que tinha nesse lugar que ele me deixou. Na manhã seguinte, consegui rápido uma carona pra Córdoba. Passei uns dias lá, consegui um Couch em Rosário, então saindo de Córdoba foi pé na estrada mais uma vez até conseguir carona pra Rosário. Em Rosário minha Couch me tratou como um rei, me deu várias dicas e tal. Ali já faltava perto de uma semana pro meu vôo e só precisava de uma última carona pra chegar até Buenos Aires. Conseguindo um Couch, me mandei pra estrada e, outra vez, foi uma carona bem chata de se conseguir. Desci muito longe da cidade, tive que pegar um trem gratuito, achar meu Couch à noite etc. Mas no final deu tudo certo. De lá foi só aproveitar os dias na cidade e voltar pro Brasil.
       
      Dicas aleatórias básicas: Sou totalmente contra o "dá pra se virar bem com português". Dá pra sobreviver, vivenciar experiências não. Então aprenda o máximo de espanhol que puder antes de fazer uma viagem assim. Meu inglês é bom (pra trabalhar em hostel é fundamental) e meu vocabulário de espanhol era muito bom também, entendia tudo mas faltava segurança pra tentar falar. Ao longo da viagem fui me soltando e aí tudo ficou ainda melhor. Conheci muitos brasileiros que não sabiam falar outro idioma e todos se diziam muito arrependidos porque acabaram perdendo muita coisa na viagem (proximidade com locais, negociações, interação com outros viajantes); Respeite a altitude (La Paz, Cusco, etc): você nunca saberá como vai reagir a isso até chegar lá e sentir. Tem gente que não dá nada, outros ficam morrendo dois dias no quarto do hostel com médico atendendo. Na dúvida, melhor não programar nada que requer esforço físico nos primeiros dias; Respeite a cultura local, tente aprender o mínimo de costumes e tradições de onde você estiver visitando; quando for pegar carona saia o mais cedo possível, por volta das 5h, pra estrada; tenha dinheiro trocado se tiver pegando carona pela Argentina porque pra pegar ônibus municipal é necessário ter um cartão (que obviamente você não vai ter), e sem ele o que dá pra fazer é pedir pra alguém passar o cartão pra você e você pagar em dinheiro; pedir desconto é normal no Peru e Bolívia, mas antes de começar a chorar, avalie se o valor do pedido não é justo, e principalmente, se aqueles trocados de desconto vão te fazer falta (quase sempre o vendedor precisa muito mais dessas moedas do que você, viajante); viajar tem seus riscos, mas não se esqueça de onde você vem - o Brasil é um país extremamente perigoso, então acho que há um exagero quando se fala em riscos, assaltos, etc entre viajantes brasileiros. Nunca usei doleira pra nada, minhas coisas ficavam guardadas no locker do hostel, sempre caminhei em todos os horários do dia e noite no Peru e Bolívia e nunca passei por nenhuma situação de perigo; Se puder faça seguro viagem, eu não fiz e não precisei, mas não é raro ver gente com braço quebrado em La Paz por conta da Death Road, ou que passou muito mal com altitude. Em Buenos Aires uma amiga caiu da cama do hostel, precisou ser hospitalizada e essa brincadeira custou em perto de 2 mil reais. Nunca se sabe o que pode acontecer, né? Enfim, se lembrar mais coisas importantes vou complementando.
       
      Bom, minha viagem foi basicamente isso aí. Quem tiver perguntas/dúvidas sobre os lugares/pontos de carona/qualquer coisa assim fique à vontade pra mandar mensagem inbox ou aqui no tópico mesmo que tentarei responder da melhor forma possível.
      Em 15 dias volto pra Cusco pra trabalhar na mesma agência de turismo, então quem tiver planejando ir pra lá nas próximas semanas pode entrar em contato também
    • Por marcelo.sobata
      Oi, pessoas! Tudo bem?
      Estou indo fazer Bolívia, Chile e Peru em Janeiro de 2018.
      Iniciaremos em Santa Cruz, iremos de avião para Sucre e depois de ônibus para Uyuni.
       
       
      Já compramos o aéreo entre Sta Cruz e Sucre, e estamos querendo já garantir o ônibus Sucre - Uyuni.
      Vimos alguns relatos que citam o site Ticketsbolivia.com.bo, mas não achei muito confiável.
      Alguem aí já usou esse site pra comprar trechos de ônibus?
      Se não, é de boas chegar em Sucre de manhã e correr pra comprar passagen pra Uyuni partindo no mesmo dia?
      Obrigado!
    • Por LiCo
      People, a diferença entre o tour de 3 e 4 dias é que no de 4 dias você não volta para Uyuni no terceiro dia
       
      Explico ãã2::'> : no tour de 3 dias você volta para Uyuni se não me engano por San Cristóbal, e chega umas 18, 19h mais ou menos e se nada der errado! No tour de 4 dias você vai por outro caminho e passa a noite em Villa Mar (ou algo parecido) e vai para Uyuni só na manhã seguinte.
       
      Concluindo, o passeio é o mesmo, com a diferença de você demorar 1 dia a mais para chegar em Uyuni e ter que passar mais uma noite em uma espelunca qualquer
       
      Intééé
    • Por verdun
      Eu fui em fevereiro ao Salar, não sei em números te dizer a temperatua, mas durante o dia não faz mto frio, talvez uns 10° ou 15°, tô chutando... Agora, durante a noite faz frio sim, menos de 0°, no passeio do deserto, o guia me falou q a temperatura estava em torno de 10° negativos.
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