Segue relato de viagem à Colômbia realizada em novembro de 2012.
São Paulo – Bogotá
Voo: Avianca
A princípio passamos 2 dias em Bogotá e antes de voltar para o Brasil, mais 2. Acho que 3 dias teriam sido suficientes, mas a cidade é muito interessante e conseguimos preencher bem o tempo.
Nos hospedamos no albergue Casona del Patio, muito bom e bem localizado:
Chegada (Bogotá) 02/11 – No dia da chegada, fomos visitar o Museu Botero, situado no bairro da Candelária, centro histórico de Bogotá.
Pra quem gosta de arte é um passeio imperdível, além de inúmeros quadros e estátuas do pintor, o museu abriga também obras de sua coleção particular, tais como: Monet, Picasso, Matisse, Miró, Degas, entre outros.
O ambiente é muito agradável, há um jardim bem cuidado no centro do museu e as salas com as obras estão bem organizadas. (Entrada franca!).
1º dia (Bogotá – Ziquipará) 03/11 – Aproveitamos o dia para conhecer o Parque do Sal, localizado em Ziquipará, uma das cidades vizinhas. A locomoção foi tranquila, o sistema de ônibus deles (Transmilênio) é bem organizado. Pegamos um ônibus em Bogotá e fomos até um terminal, de lá pegamos um mini ônibus que nos deixou em Ziquipará, em local bem próximo ao nosso destino. Só não se assustem com o termo para mini ônibus em espanhol (buseta!)
No Parque existem várias opções de passeios, mas o que realmente vale a pena é conhecer a Catedral de Sal, construída no interior das minas de sal, nela estão representadas as 14 estações da via crucis. Há também uma grande cúpula, com uma cruz de 16m talhada na pedra.
O resto é pura enganação, mas como não sabíamos disso, escolhemos um ticket um pouco mais caro, que incluía a visita ao Museu do Sal (não gostei nem um pouco) e a Rota dos Mineiros, que eles te vendem fazendo o maior auê, dizem que não é recomendado para pessoas claustrofóbicas e que dentro da mina ocorrerá uma explosão controlada. Na verdade esse passeio nada mais é que um teatrinho (e nós, os atores!). Tivemos que fingir que éramos mineiros e a tal explosão tão aguardada, era apenas a gravação de um barulho. (verdadeiro mico!). Fora isso o dia foi muito agradável, a catedral é realmente interessante.
Bogotá – Cartagena
Voo: Avianca
Quase perdemos o voo, pois o aeroporto estava em reforma e ninguém sabia informar nada, percorremos cerca de 1 km pelo lado externo do aeroporto até finalmente encontrarmos o nosso local de check-in.
Em Cartagena esperávamos encontrar aquele marzão azul do Caribe, mas pra nossa surpresa a água é bem escura e ficar na praia chegava a ser cansativo, devido ao assédio dos vendedores de tudo que se possa imaginar (comida, massagem, tererê, etc). Eles são muito insistentes e isso incomoda bastante.
2º dia (Cartagena) 04/11 – Passada a decepção com a praia, resolvemos conhecer o Castillo de San Felipe. A construção é bem bonita e lá de cima é possível ter uma vista muito boa da cidade. Na parte de trás do Castelo há uma estátua de bronze chamada “Botas Viejas”, é uma homenagem a um poeta local. Merece uma foto!
3º dia (Cartagena) 05/11 – Nesse dia fomos conhecer o centro antigo, parte que fica atrás da muralha. Essa é sem dúvida a principal atração da cidade, há muito que se ver e é possível passar o dia inteiro perambulando por ali. Conhecemos a Torre do Relógio, O museu da inquisição (com sues terríveis instrumentos de tortura), fizemos algumas comprinhas e almoçamos por ali mesmo.
À noite fomos a um bar também no centro antigo.
Cartagena – San Andrés
Voo: Copa
4º dia (San Andrés) 06/11 – No aeroporto anunciaram meu nome pelo alto-falante e me comunicaram que a bagagem que eu tinha despachado seria revistada. Levei um grande susto, mas assim que eu abri a mala um policial disse para o outro: “Ok, é apenas café”, ufa!!!
Chegamos a San Andrés no final da tarde e mortas de fome! O dia estava lindo, mas fomos obrigadas a deixar o sol pra depois e correr atrás de algum restaurante aberto. Não foi difícil encontrar e a comida estava ótima, mas o que realmente me chamou a atenção foi uma limonada batida com leite de coco, muito refrescante, perfeita para o calor. Saindo de lá fomos conhecer a praia, que é lindíssima! Aqui sim encontramos o mar caribenho de sete cores que tanto esperávamos. À noite circulamos pelo centro e aproveitamos para olhar algumas lojas. San Andrés é zona livre de impostos, o que pode ser uma tentação para os aficionados em compras.
5º dia (San Andrés) 07/11 – Nesse dia pegamos um passeio que incluía Johnny Cay e o aquário. Johnny Cay é uma ilha muito boa pra se passar o dia e o aquário é uma piscina natural formada por uma barreira de corais onde é possível fazer mergulho de snorkel. O barqueiro que nos levou propôs que pagássemos um pouco a mais para que ele esticasse o passeio, incluindo a ilha do algodão e pausas em pontos estratégicos pra nos mostrar arraias, ouriços do mar e outras curiosidades. Todos concordaram e achamos que valeu a pena, exceto pela ilha do algodão, que realmente não era interessante.
San Andrés – Bogotá
Voo: Avianca
6º dia (San Andrés – Bogotá) – 08/11 – Como nosso voo partiria apenas no final da tarde, aproveitamos pra fazer a volta à Ilha em carrinho de golf. Não é preciso ter habilitação pra alugar o carrinho, o pessoal da agência oferece um mapa e algumas orientações sobre como dirigir. A princípio tudo parece muito fácil, mas o trânsito de San Andrés é caótico! Ninguém respeita o pedestre e muito menos um carrinho daqueles... Passamos alguns perrengues, principalmente porque o freio era péssimo e não tínhamos buzina! Mas fora os sustos, tudo certo.
Fizemos várias paradas no percurso, as mais interessantes foram:
Cova de Morgan - É um lugar com uma pequena gruta (a cova!) que eu achei simpática e um museu pirata, que particularmente não gostei. (entrada paga)
A Piscininha– Esse foi o ponto mais interessante, uma verdadeira piscina natural, com muitos peixes, onde era possível mergulhar. (entrada paga)
Olho soprador– Deveria ser muito interessante, mas como a maré estava baixa, o olho não estava soprando, rs! Na verdade trata-se de um buraco no chão e quando a onda bate, ela sobe por ele em forma de jato d´água, vi o espetáculo apenas por fotos, uma pena! A entrada é grátis, mas ele pedem pra que você consuma algo nas barracas e o preço é bem abusivo. Pedimos um coco loco que saiu pela hora da morte!
Praia de Rocky Cay – Muito bonita, mas bastante muvucada, dela se avista uma mini Ilha à qual se pode chegar caminhando (com água pouco acima da cintura).
Praia de San Luís – Linda e tranquila, vale muito a pena!
Corremos muito pra não perder o voo! Chegamos a Bogotá exaustas!
Bogotá – São Paulo
Voo: Avianca
7º dia (Bogotá) – 09/11- Dia de visita a Monserrate, o mais famoso cartão postal de Bogotá, trata-se de uma montanha com 3.152m de altura, da qual se pode ter uma vista espetacular. A subida pode ser feita de teleférico ou de funicular. Como chegamos bem cedo, apenas o teleférico estava funcionando. Lá em cima há uma capela, um jardim bem cuidado e um irresistível poço dos desejos, rs! Mas o que realmente vale a pena é a visão total que se tem da cidade.
De lá seguimos para o centro, para a região da Candelária, onde almoçamos, visitamos uma livraria em frente ao Centro Cultural Gabriel Garcia Márquez e aproveitamos pra provar o famoso café Juan Valdez. A cafeteria se assemelha ao Starbucks, mas o café é sem dúvida melhor. Apesar de essa ser a marca mais famosa, os nativos dizem preferir o café GMA, que eu fiz questão de trazer na bagagem (me arriscando novamente!).
À noite fomos conhecer a Zona Rosa, área com muitas baladas e restaurantes, nessa região também se encontra a Zona T, a intersecção de duas ruas (em formato de T), pelas quais não circulam carros. Jantamos por ai e depois optamos por um Pub, onde pudemos provar cerveja artesanal e ouvir mixes de salsa com rap e rock. A cabine do DJ era a parte da frente de um ônibus, muito interessante, porém, a música é altíssima, impossível conversar por ali.
8º dia (Bogotá) - 10/11
Almoçamos no San Andrés Carne de Res, uma espécie de restaurante / balada, muito tradicional por suas carnes de excelente qualidade e sua decoração descolada, com muitas vacas por toda parte.
Perambulamos mais um pouco pelo centro pra esperar o horário do nosso voo de volta.
Segue relato de viagem à Colômbia realizada em novembro de 2012.
São Paulo – Bogotá
Voo: Avianca
A princípio passamos 2 dias em Bogotá e antes de voltar para o Brasil, mais 2. Acho que 3 dias teriam sido suficientes, mas a cidade é muito interessante e conseguimos preencher bem o tempo.
Nos hospedamos no albergue Casona del Patio, muito bom e bem localizado:
http://www.casonadelpatio.com/
Chegada (Bogotá) 02/11 – No dia da chegada, fomos visitar o Museu Botero, situado no bairro da Candelária, centro histórico de Bogotá.
Pra quem gosta de arte é um passeio imperdível, além de inúmeros quadros e estátuas do pintor, o museu abriga também obras de sua coleção particular, tais como: Monet, Picasso, Matisse, Miró, Degas, entre outros.
O ambiente é muito agradável, há um jardim bem cuidado no centro do museu e as salas com as obras estão bem organizadas. (Entrada franca!).
1º dia (Bogotá – Ziquipará) 03/11 – Aproveitamos o dia para conhecer o Parque do Sal, localizado em Ziquipará, uma das cidades vizinhas. A locomoção foi tranquila, o sistema de ônibus deles (Transmilênio) é bem organizado. Pegamos um ônibus em Bogotá e fomos até um terminal, de lá pegamos um mini ônibus que nos deixou em Ziquipará, em local bem próximo ao nosso destino. Só não se assustem com o termo para mini ônibus em espanhol (buseta!)
No Parque existem várias opções de passeios, mas o que realmente vale a pena é conhecer a Catedral de Sal, construída no interior das minas de sal, nela estão representadas as 14 estações da via crucis. Há também uma grande cúpula, com uma cruz de 16m talhada na pedra.
O resto é pura enganação, mas como não sabíamos disso, escolhemos um ticket um pouco mais caro, que incluía a visita ao Museu do Sal (não gostei nem um pouco) e a Rota dos Mineiros, que eles te vendem fazendo o maior auê, dizem que não é recomendado para pessoas claustrofóbicas e que dentro da mina ocorrerá uma explosão controlada. Na verdade esse passeio nada mais é que um teatrinho (e nós, os atores!). Tivemos que fingir que éramos mineiros e a tal explosão tão aguardada, era apenas a gravação de um barulho. (verdadeiro mico!).
Fora isso o dia foi muito agradável, a catedral é realmente interessante.
Bogotá – Cartagena
Voo: Avianca
Quase perdemos o voo, pois o aeroporto estava em reforma e ninguém sabia informar nada, percorremos cerca de 1 km pelo lado externo do aeroporto até finalmente encontrarmos o nosso local de check-in.
Em Cartagena esperávamos encontrar aquele marzão azul do Caribe, mas pra nossa surpresa a água é bem escura e ficar na praia chegava a ser cansativo, devido ao assédio dos vendedores de tudo que se possa imaginar (comida, massagem, tererê, etc). Eles são muito insistentes e isso incomoda bastante.
Ficamos no hotel Bahia:
http://www.hotelbahiacartagena.com/es/el-hotel.html
2º dia (Cartagena) 04/11 – Passada a decepção com a praia, resolvemos conhecer o Castillo de San Felipe. A construção é bem bonita e lá de cima é possível ter uma vista muito boa da cidade. Na parte de trás do Castelo há uma estátua de bronze chamada “Botas Viejas”, é uma homenagem a um poeta local. Merece uma foto!
3º dia (Cartagena) 05/11 – Nesse dia fomos conhecer o centro antigo, parte que fica atrás da muralha. Essa é sem dúvida a principal atração da cidade, há muito que se ver e é possível passar o dia inteiro perambulando por ali. Conhecemos a Torre do Relógio, O museu da inquisição (com sues terríveis instrumentos de tortura), fizemos algumas comprinhas e almoçamos por ali mesmo.
À noite fomos a um bar também no centro antigo.
Cartagena – San Andrés
Voo: Copa
4º dia (San Andrés) 06/11 – No aeroporto anunciaram meu nome pelo alto-falante e me comunicaram que a bagagem que eu tinha despachado seria revistada. Levei um grande susto,
mas assim que eu abri a mala um policial disse para o outro: “Ok, é apenas café”, ufa!!!
Chegamos a San Andrés no final da tarde e mortas de fome! O dia estava lindo, mas fomos obrigadas a deixar o sol pra depois e correr atrás de algum restaurante aberto. Não foi difícil encontrar e a comida estava ótima, mas o que realmente me chamou a atenção foi uma limonada batida com leite de coco, muito refrescante, perfeita para o calor. Saindo de lá fomos conhecer a praia, que é lindíssima! Aqui sim encontramos o mar caribenho de sete cores que tanto esperávamos. À noite circulamos pelo centro e aproveitamos para olhar algumas lojas. San Andrés é zona livre de impostos, o que pode ser uma tentação para os aficionados em compras.
5º dia (San Andrés) 07/11 – Nesse dia pegamos um passeio que incluía Johnny Cay e o aquário. Johnny Cay é uma ilha muito boa pra se passar o dia e o aquário é uma piscina natural formada por uma barreira de corais onde é possível fazer mergulho de snorkel. O barqueiro que nos levou propôs que pagássemos um pouco a mais para que ele esticasse o passeio, incluindo a ilha do algodão e pausas em pontos estratégicos pra nos mostrar arraias, ouriços do mar e outras curiosidades. Todos concordaram e achamos que valeu a pena, exceto pela ilha do algodão, que realmente não era interessante.
San Andrés – Bogotá
Voo: Avianca
6º dia (San Andrés – Bogotá) – 08/11 – Como nosso voo partiria apenas no final da tarde, aproveitamos pra fazer a volta à Ilha em carrinho de golf. Não é preciso ter habilitação pra alugar o carrinho, o pessoal da agência oferece um mapa e algumas orientações sobre como dirigir. A princípio tudo parece muito fácil, mas o trânsito de San Andrés é caótico! Ninguém respeita o pedestre e muito menos um carrinho daqueles... Passamos alguns perrengues,
principalmente porque o freio era péssimo e não tínhamos buzina! Mas fora os sustos, tudo certo.
Fizemos várias paradas no percurso, as mais interessantes foram:
Cova de Morgan - É um lugar com uma pequena gruta (a cova!) que eu achei simpática e um museu pirata, que particularmente não gostei. (entrada paga)
A Piscininha– Esse foi o ponto mais interessante, uma verdadeira piscina natural, com muitos peixes, onde era possível mergulhar. (entrada paga)
Olho soprador– Deveria ser muito interessante, mas como a maré estava baixa, o olho não estava soprando, rs! Na verdade trata-se de um buraco no chão e quando a onda bate, ela sobe por ele em forma de jato d´água, vi o espetáculo apenas por fotos, uma pena! A entrada é grátis, mas ele pedem pra que você consuma algo nas barracas e o preço é bem abusivo. Pedimos um coco loco que saiu pela hora da morte!
Praia de Rocky Cay – Muito bonita, mas bastante muvucada, dela se avista uma mini Ilha à qual se pode chegar caminhando (com água pouco acima da cintura).
Praia de San Luís – Linda e tranquila, vale muito a pena!
Corremos muito pra não perder o voo! Chegamos a Bogotá exaustas!
Bogotá – São Paulo
Voo: Avianca
7º dia (Bogotá) – 09/11- Dia de visita a Monserrate, o mais famoso cartão postal de Bogotá, trata-se de uma montanha com 3.152m de altura, da qual se pode ter uma vista espetacular. A subida pode ser feita de teleférico ou de funicular. Como chegamos bem cedo, apenas o teleférico estava funcionando. Lá em cima há uma capela, um jardim bem cuidado e um irresistível poço dos desejos, rs! Mas o que realmente vale a pena é a visão total que se tem da cidade.
De lá seguimos para o centro, para a região da Candelária, onde almoçamos, visitamos uma livraria em frente ao Centro Cultural Gabriel Garcia Márquez e aproveitamos pra provar o famoso café Juan Valdez. A cafeteria se assemelha ao Starbucks, mas o café é sem dúvida melhor. Apesar de essa ser a marca mais famosa, os nativos dizem preferir o café GMA, que eu fiz questão de trazer na bagagem (me arriscando novamente!).
À noite fomos conhecer a Zona Rosa, área com muitas baladas e restaurantes, nessa região também se encontra a Zona T, a intersecção de duas ruas (em formato de T), pelas quais não circulam carros. Jantamos por ai e depois optamos por um Pub, onde pudemos provar cerveja artesanal e ouvir mixes de salsa com rap e rock. A cabine do DJ era a parte da frente de um ônibus, muito interessante, porém, a música é altíssima, impossível conversar por ali.
8º dia (Bogotá) - 10/11
Almoçamos no San Andrés Carne de Res, uma espécie de restaurante / balada, muito tradicional por suas carnes de excelente qualidade e sua decoração descolada, com muitas vacas por toda parte.
Perambulamos mais um pouco pelo centro pra esperar o horário do nosso voo de volta.
Quem precisar de maiores informações sobre a Colômbia, pode consultar no meu blog: www.mochilamundoafora.com.br
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