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Olá viajante!

Bora viajar?

Argentina e Chile de carro, Mendoza, Bariloche, Puerto Varas e Santiago

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Como de costume, estou retribuindo aos colegas mochileiros todas informações coletadas neste site. Então, vamos ao relato.

Este é o relato de uma viagem que eu e minha esposa realizamos e fevereiro de 2013, pela Argentina e Chile. Viajamos de carro, um Fox 1.6, por 9.718,9 km, onde não tivemos nenhum tipo de problemas. Média 14 km/litro (gasolina argentina e estradas ótimas) e utilizamos o equivalente a 13 tanques de combustível.

Como preparativos para a viagem, criamos uma planilha contendo todos os trechos junto com quilometragens planejados para a viagem, e outra planilha contendo as atrações que tínhamos para visitar em cada cidade.

A documentação pessoal que levamos para viagem foram somente RG e CNH, e para o veículo foram os próprios documentos do carro e a carta verde (seguro obrigatório para viajar no MERCOSUL), que sempre fizemos antes de viajar junto ao nosso corretor de seguros, ao custo de R$ 208,49 por 17 dias. Compramos também um cambão e um triângulo adicional (exigências na Argentina), ao custo de R$ 140,00.

Nossa programação inicial era de uma viagem de até 17 dias, mas devido alguns imprevistos cancelamos alguns passeios e realizamos em 14 dias. Segue o roteiro da viagem realizada.

 

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DESCRIÇÃO VALOR R$

Combustível 1833,70

Refeições 673,87

Hotéis 1155,39

Pedágios 256,88

Compras (Presentes) 581,63

Passeios, Visitas e outros 826,31

 

TOTAL 5327,77

POR DIA 380,56/dia

 

A seguir está o diário de bordo da viagem, com fotos:

1 º Dia 07/02/2013

Itajaí – Balneário Arroio do Silva – 308 km

Fiquei preparando as malas e fazendo o check list durante o dia, saímos de Itajaí às 19h, seguimos até Balneário Arroio do Silva, onde deixamos nossa filha para passar uns dias das férias com meus pais, nesta noite dormimos na casa dos meus pais.

 

2 º Dia 08/02/2013

Balneário Arroio do Silva – Paso de Los Libres – 890 km

Acordamos cedo, nos despedimos e iniciamos viagem às 03h30min, conforme nossa programação chegamos a Uruguaiana logo depois das 12h, fizemos um lanche e fomos para a aduana.

Utilizamos a BR-101, duplicada e com 2 pedágios até Porto Alegre, depois seguimos pela BR-290 com pista simples mas muito bem conservada, pouco movimento e longas retas.

 

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Os tramites na Aduana foram tranquilos, apesar do primeiro contato com o castelhano, mas logo os ouvidos voltam a se acostumar com a língua e o medo de soltar o verbo passa.

Nesta aduana não há um controle que obriga você a fazer os tramites legais, se quiser você entra na Argentina sem controle algum, mas como na nossa viagem ainda iríamos para o Chile, precisamos da comprovação de que entramos na Argentina. Este detalhe é muito importante, pois caso não tenha uma comprovação de que entrou na Argentina, quando for entrar no Chile terá que pagar uma multa e perderá muito tempo se explicando na aduana seguinte.

Dica: sempre que fizer aduana saia de lá com um comprovante carimbado com a sua entrada no país, pois quando quiser sair deste país para entrar em outro será solicitado este comprovante.

Abastecemos logo no primeiro posto, bem na frente da aduana, o primeiro YPF que frequentamos de muitos nesta viagem, este é o equivalente ao nosso Petrobras, ótimo posto e sempre muito bem estruturado, nesta viagem várias de nossas refeições foram no YPF. A frentista nos fez o primeiro câmbio da viagem, 2,35 Pesos/real, já ficou bem melhor do que me ofereceram em Itajaí antes da viagem (2,12 Pesos/Real).

 

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No YPF encontramos os primeiros aventureiros, vimos vários durante toda viagem, este era um casal de Austríacos rodando num 4x4, pelo jeito é uma viagem bem longa, quem sabe num futuro não muito longe sejamos nós numa empreitada destas.

 

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Tanque cheio, seguimos viagem, fomos até o centro de Paso de Los Libres, mas como era antes das 15: 30h todo comercio estava fechado (hora da cesta), mas já foi o necessário para descobrirmos uma cidade de fronteira muito feia, único lugar agradável que conhecemos é uma praça na beira do rio onde pelo jeito é a praia dos argentinos de Paso de Los Libres, nada de free shops como imaginávamos.

 

Paso de Los Libres – Santa Fé – 450 km

 

Nada mais para se fazer na cidade, seguimos viagem, pegamos a RP-127 (Ruta Provincial) em direção a Santa Fé, cruzando toda a província (equivalente aos estados brasileiros) de Entre Rios, trecho de retas sem fim e famoso pelos policiais que gostam de um suborno, pegamos 40km de desníveis muito agressivos ao carro, foi neste trecho que no retorno da viagem os dois amortecedores dianteiros do carro vieram a óbito, mas o restante somente estradas ótimas.

Neste trecho há algumas barreiras policiais, onde os policiais ficam no meio da pista e param todos os carros nos dois sentidos, somente em um destas barreiras nos pediram os documentos e a carta verde. Acredito que acabaram deixando passar sem maiores complicações porque minha esposa que estava dirigindo e também havia um pouco de movimento na estrada, os policiais não estavam dando conta da quantidade de carros.

 

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Entre Paraná e Santa Fé passamos pelo túnel que atravessa por baixo do rio Paraná, rio que nasce entre os estados de São Paulo e Minas Gerais e vai até o Rio da Prata quase em Buenos Aires. O túnel é comum, nada de muito emocionante, nem se consegue ver o rio antes nem depois da travessia, interessante somente pela engenharia envolvida.

Já em Santa Fé conhecemos o Shopping La Ribera e o porto, passamos também na frente do estádio do Unión de Santa Fé, por coincidência no horário do jogo, sem condições de parar para conhecer, os argentinos são muito fanáticos pelo futebol, acredito até mais do que os brasileiros. Saindo da cidade retiramos dinheiro no caixa eletrônico do Nuevo Banco de Santa Fé, que aceitou nosso cartão BB Visa Internacional, ainda com a possibilidade de sacar direto da conta corrente o que nos faz economizar 6% de IOF, durante a viagem encontramos alguns caixas que não habilitavam a opção de saque da conta corrente o que quer dizer que retirávamos dinheiro do cartão de crédito e desembolsamos o IOF. Neste saque em Santa Fé o câmbio saiu por 2,49 pesos/real.

Seguimos pela RN-19 (Ruta Nacional) e dormimos logo depois do primeiro pedágio no Hotel Alborada, a 265 pesos, bom hotel, recomendamos. Site http://www.hotel-alborada.com.ar

 

3 º Dia 09/02/2013

Santa Fé – Mendoza– 944 km

Saímos do hotel às 4h para chegar a Mendoza até às 15h e aproveitar um pouco do dia. Já que os dois primeiros dias da viagem foram só de estradas. Utilizamos a RN-19, RP-158 e a RN-7, cruzando as províncias de Santa Fé, Córdoba, San Luis e Mendoza, como de costume ótimas estradas com retas sem fim e policiais super educados, sem o medo de confusão e suborno, como é famosa a província de Entre Rios.

 

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Antes de chegar a Mendoza, na RN-7, atravessamos algo que parece um deserto somente com uma vegetação rasteira aonde as retas iam além das nossas visões, chegamos a marcar 70 km em uma única reta.

 

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Chegando a Mendoza fomos direto ao Centro de informações turísticas, ritual que repetimos em todas as cidades que visitamos e sempre de grande valia, recomendável a todos que querem conhecer alguma cidade melhor.

 

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Só o prédio da secretaria de turismo já vale algumas fotos, prédio antigo muito bem conservado e com atendimento ao turista exemplar. Com os mapas e dicas fomos direto a cidade vizinha de Maipu para conseguir alguma visita, acabamos por conhecer a praça principal e fizemos uma visita guiada na Olivícola Pasrai, visita muito interessante à fábrica, tendo opções de vários idiomas conforme a nacionalidade do turista, após a visita e degustação começamos as compras da viagem, fizemos um estoque de azeites de oliva e “patezinhos” que vão durar até a próxima viagem para a argentina.

 

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Após a visita voltamos para Mendoza para procurarmos hotel, mas estavam todos lotados, só descobrimos o motivo depois de 11 tentativas, foi quando o recepcionista do Íbis, que também estava lotado, nos deu a notícia que mudou toda nossa viagem, devido a fortes chuvas na Cordilheira dos Andes, o Paso Libertadores estava interditado fazia dois dias, impossibilitando a travessia para o Chile, como era nosso próximo passo e o maior motivador da viagem.

Depois da grande procura por hotéis acabamos ficando no Hotel Palace, na Av. General Las Heras, bem no centro, mas não recomendamos, pois é um hotel muito antigo, com as instalações assustadoras, ar condicionado sem funcionar, banheiro ruim, garagem a três quadras do hotel e preço salgado, pagamos 350 pesos.

 

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Ainda neste dia fomos fazer o câmbio, mas como procuramos no horário entre 12h e 15h quase todo o comercio estava fechado, detalhe que acabamos esquecendo quando começamos a procurar o câmbio, foi quando um rapaz na rua nos chamou “Ei brasileros, cambiar reales”, podem acreditar eles identificam brasileiros mais facilmente do que identificamos os argentinos nas nossas praias brasileiras, a princípio falamos que não, mas em seguida resolvemos retornar e perguntar quanto ele queria, foi quando nos assustamos ele ofereceu 3,00 pesos/real, valor muito bom e de se desconfiar, perguntei para ele se não tinha nada de errado neste câmbio, ele me garantiu e pediu para acompanhar ele, entramos numa espécie de galeria descemos umas duas escadarias, já estávamos assustados, ai chegamos numa espécie de sala de apostas na loteria, o rapaz no apresentou para o caixa que fez o câmbio, trocamos 1.000,00 reais por 3.000,00 pesos.

Este câmbio tornou toda a nossa viagem mais barata, o dinheiro rendeu e duraram dias, e não tivemos problemas com o dinheiro que o argentino nos deu. A dica do local do Câmbio fica bem na Av. San Martin, a uns 50 metros da secretaria do turismo, bem ao lado da casa de câmbio Cash, os rapazes sempre ficam parados na entrada da galeria.

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7 º Dia 13/02/2013

Villa La Angostura – Bariloche 83 km

 

Neste dia após o café da manhã delicioso da proprietária da Hosteria seguimos para Bariloche, estrada perfeita contornando o lago Nahuel Huapi, até Bariloche que fica na margem oposta do lago.

Em Bariloche fomos direto ao Circuito Chico, um trajeto de 65 km que passa pelo Parque Nahuel Huapi, Cerro Campanário, Colônia Suiza, Capilla San Eduardo e Puerto Pañuelo, com vistas incríveis, no caminho tomamos um chocolate quente no Punto Panorâmico e batemos fotos com o Famoso Che, um San Bernardo já famoso pelo mundo. Encerramos o Circuito Chico visitando o Cerro Campanário, segundo a propaganda a vista do local esta entre as 7 melhores do mundo, só as fotos para descrever.

 

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Depois do Circuito Chico, seguimos para o Cerro Catedral, umas das melhores estações de esqui da América do Sul, mas claro que no verão estava sem neve, mas fazendo um frio de uns 5° C. A estrutura no Cerro Catedral impressiona, é uma cidade dedicada ao esqui no inverno e a outros esportes de aventura no verão. Com estrutura completa de hotéis, lojas de equipamentos, restaurantes, agências de esportes, clubes de esportes e tudo mais que precisar para se aventurar no Cerro.

 

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Após o Cerro Catedral, tentamos ir ao Cerro Otto, mas nos decepcionamos, além de ser o mais caro entre os três cerros de Bariloche possui uma estrutura muito velha, mal cuidada e da base notamos que não há muito que se ver lá em cima, nada que não tenhamos visto de cima dos Cerros Catedral e Campanário.

Seguimos para o famoso Centro Cívico de Bariloche, visitamos o museu da Patagônia e depois caminhamos pela Avenida Mitre, a principal da cidade, nela visitamos a Chocolataria Rapa Nui, ficamos de “queixo caído” e desejando não sair mais desta loja.

 

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A visita ao museu da Patagônia é muito interessante, imperdível, este museu só atiçou nossa vontade de numa viagem bem próxima ir para o “Fim do Mundo” e conhecer toda a Patagônia Argentina e Chilena.

Para encerrar nossa visita a Bariloche, fomos até um shopping para pegar as fotos que havíamos feito no Circuito Chico e no Cerro Campanário e enquanto esperávamos fizemos umas apostas num cassino no próprio shopping, até conseguimos bater umas fotinhos escondidas no cassino. Depois passamos num mercado compramos um vinho e retornamos a Villa La Angostura.

 

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8 º Dia 14/02/2013

Villa La Angostura – Puerto Montt 155 km

 

Saímos cedo de Villa La Angostura, rumo “a Chile”, dia chuvoso. Seguimos em direção ao famoso Paso Internacional Cardenal Antonio Samore, com altitude de 1.321 metros, passamos pela aduana sem problemas, neste paso as aduanas da Argentina e do Chile são separadas por alguns quilômetros, somente tivemos as malas revistadas pelos agentes da Aduana Chilena, mas como havia um dos agentes que já havia morado em Balneário Camboriu (vizinha a nossa Itajaí) ficamos trocando conversa e saiu tudo tranquilo, o agente nem abriu nossa caixa térmica que estava sobre os bancos. Durante a travessia ainda havia muita cinza do Vulcão de quase 2 anos atrás.

 

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Aduana concluída, seguimos pela rodovia U91, em direção a Puerto Octay e Frutillar, são cidades com arquitetura única, em Puerto Octay só passamos pela cidade, pois resolvemos dormir nela, assim visitaríamos no final do dia, seguimos para Frutillar onde visitamos Frutillar Baixo que fica na beira do Lago Llanquihue com a vista do Vulcão Osorno e com o lindo Teatro Del Lago (http://www.teadrodellago.cl), cidade lotada de turistas e com vários restaurantes, artesanatos, feiras e museus para visitar, todos na beira do lago. Elegemos como a cidade mais interessante entre Puerto Octay, Frutillar, Llanquihue, Puerto Varas e Puerto Montt, cidades todas na mesma região que costumasse visitar no mesmo dia.

 

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Em Frutillar realizamos o primeiro saque em peso Chilenos, no Chile sempre realizamos saques no caixas eletrônicos do banco Santander, alguns com opção de saque da conta corrente e outros não. O banco nos fez em todas as vezes o câmbio de 236 pesos Chilenos por real, ou seja, as compras no Chile tem sempre um valor muito alto, no primeiro saque me assustei, saquei $ 200.000,00 pesos Chilenos.

 

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Seguimos em direção a Puerto Montt pela Ruta 5, gostamos da cidade, é uma cidade portuária como já conhecemos, neste dia haviam dois navios de cruzeiro ancorados por isso a cidade estava lotada, fomos até o shopping para almoçar. Fomos ao Shopping, local novo e muito bom. Na praça de alimentação pedimos uma “hamburguesa con queso”, foi quando tivemos nosso único problema com alimentação da viagem, nosso lanche veio com “palta”. Os chilenos são apaixonados pela “palta” um creme de abacate semelhante ao guacamole mexicano, eles usam esta “palta” assim como nós colocamos maionese e catchup em tudo que comemos. A partir de então tivemos que cuidar sempre nos pedidos de comida, sempre pedimos “sin palta”

 

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Após o almoço “con palta”, seguimos para Puerto Varas, cidade do mesmo estilo que Frutillar, mas bem maior. Conhecemos o museu Pablo Fierro, muito interessante, é uma casa na beira do Lago Llanquihue onde o artista juntou muita coisa antiga (e velha também), mas vale muito a pena a visita. Tivemos sorte de fazermos a visita junto com uma turista de Taiwan que sentou, com autorização do próprio Pablo Fierro, num piano velho (que funcionava) e fez uma apresentação que todos que estavam no museu ficaram impressionados.

 

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Visitada a cidade, seguimos pela Ruta 225 até o Parque Nacional Vicente Perez Rosales, contornando ainda o Lago Llanquihue, com vulcão Calbuco a nossa direita e o vulcão Osorno a nossa esquerda, visitamos o vulcão Osorno com sua neve eterna no topo, a temperatura simplesmente despencou de 30°C para 7°C, em alguns minutos.

 

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Após o Osorno seguimos direto para o Rio Petrohué, no local há uma ótima estrutura para os turistas visitarem as quedas d’água deste rio que liga o Lago de Todos Los Santos ao Lago Llanquihue, com águas claras e azuladas.

 

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Após a visita ao Rio Petrohué seguimos pela Ruta U-99-V até Puerto Octay, nos hospedamos no Hotel Haase, um hotel novo na cidade possui somente 119 anos, hotel de 2 andares todo em madeira, parece até mal-assombrado, ficamos num quarto com duas camas de solteiro, com banheiro coletivo em que o piso cedia quando pisávamos mas com ótimo sistema de água quente. Escolhemos o hotel mais pela sua idade e história. Muito interessante os móveis e utensílios espalhados pelo hotel, pode-se considerar até um museu, com ótimo café da manhã.

 

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Antes de dormir resolvemos caminhar pelo centro da cidade (que é muito pequeno), o interessante na cidade é que todas as construções antigas possuem uma placa em sua estrutura informando a data de construção e o proprietário ou o antigo proprietário dela.

 

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9 º Dia 15/02/2013

Puerto Octay – Santiago - 967 km

 

Neste dia a estrada seria longa, mas fizemos o trajeto todo pela Ruta 5, rodovia que corta o pais de norte a sul (3363km), esta rodovia faz parte do sonho da “Rodovia Panamericana” que é na verdade uma rede de estradas que se estende de norte a sul do continente americano, totalizando 48.000km. De Puerto Montt até Santiago esta rodovia é toda duplicada com pedágios ao longo dela, são pedágios a cada 200 km aproximadamente onde se paga um valor alto (em torno de 8 a 10 reais, conforme o câmbio), mas se você sair num trecho intermediário às praças de pedágio você paga um valor proporcional (em torno de 2 a 3 reais). No meio do caminho paramos num posto Petrobras para acessar a internet e fazer a reserva do hotel Íbis em Santiago. Não tivemos nenhum problema com a reserva pela internet do hotel. Nas cidades onde há hotel Íbis, sempre optamos por eles, pois são hotéis padrão, sempre com instalações novas, preços intermediários, bem localizados e com vários brasileiros para trocar experiências e informações sobre os locais que desejamos visitar.

Em toda viagem tivemos muita facilidade para acessar a internet, em quase todos os lugares públicos (restaurantes, postos de combustível, hotéis, bares, etc.) há internet wi-fi de ótima qualidade, algumas sem senha e outras com senha, mas não tivemos nenhum problema na liberação da senha.

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Show de viagem, um dia pretendo fazer uma rota parecida, excelente post e dicas !

 

Eu só fiquei com dúvida sobre o roteiro de ida e volta onde vc fez o mesmo caminho Brasil-Mendoza e na volta Mendoza-Brasil... Eu prefiro, em minhas viagens de carro, seguir sempre um roteiro de circuito, tentando não repetir cidades.

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Show de viagem, um dia pretendo fazer uma rota parecida, excelente post e dicas !

 

Eu só fiquei com dúvida sobre o roteiro de ida e volta onde vc fez o mesmo caminho Brasil-Mendoza e na volta Mendoza-Brasil... Eu prefiro, em minhas viagens de carro, seguir sempre um roteiro de circuito, tentando não repetir cidades.

 

Prezado Vicente

 

Acabei esquecendo de colocar a rota programada inicialmente.

 

Todas minhas viagens são programadas em circuito, com a mesma idéia de não repetir cidades, mas com o imprevisto de não conseguir atravessar o Paso Libertadores tive que inverter a viagem, assim acabamos repetindo o trecho Mendoza-Brasil. Até cogitamos na volta passar por Córdoba ou até La Rioja, mas o cansaço falou mais alto e resolvemos vir direto embora.

Segue abaixo a viagem programada inicialmente. No início do relato esta a imagem da rota que foi realizada.

 

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Qualquer dúvida é só perguntar....

 

Abraço...

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OK, interessante esse seu roteiro inicial heim.

 

Sobre o cansaço... Sei como é.... Eu adoro viajar de carro e percebo que o cansaço da viagem é um fator que nos afeta muito, acordar cedo, ficar muito tempo dirigindo, dormir mal (cada dia em um lugar diferente), comer mar. O corpo demora a se acostumar com a rotina.

 

O que estou programando no meu próximo roteiro (30 dias) são 3 dias de descanso, em lugares alternados, sem fazer nada. Além disso esses dias serviriam como "reserva" de tempo em caso de alguma emergência ou problema.

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OK, interessante esse seu roteiro inicial heim.

 

Sobre o cansaço... Sei como é.... Eu adoro viajar de carro e percebo que o cansaço da viagem é um fator que nos afeta muito, acordar cedo, ficar muito tempo dirigindo, dormir mal (cada dia em um lugar diferente), comer mar. O corpo demora a se acostumar com a rotina.

 

O que estou programando no meu próximo roteiro (30 dias) são 3 dias de descanso, em lugares alternados, sem fazer nada. Além disso esses dias serviriam como "reserva" de tempo em caso de alguma emergência ou problema.

 

Poisé, o cansaço pesa mesmo. Mas mesmo assim vale muito a pena, pode decidir o roteiro, ir mudando ele sempre que achar interessante. Neste tipo de viagem até os imprevistos são interessantes, como nesta viagem, o imprevisto de não conseguir atravessar o Paso Libertadores nos fez conhecer mais de 1.000 km da ruta 40, que vale muito a pena, uma estrada espetacular.

 

Estou com uma viagem programada para o Atacama em fevereiro ou março, uns 22 dias, muitas dicas peguei no seu blog também.

 

Abraço....

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Prezado Diego,

Boa tarde!

Pouco antes de ler seu relato sobre a viagem para Argentina e Chile de carro, eu havia comprado passagens aéreas para eu e minha família visitarmos a região dos lagos e vulcões em janeiro próximo, partindo de Puerto Montt, num carro alugado.

Parabéns pela riqueza de detalhes, mas preciso que tire uma dúvida: você fez todos os trajetos por estradas ou teve que colocar o carro em barcaças em alguma ponto?

Pretendemos ir de Puerto Montt até Bariloche e depois seguir até Santiago, onde embarcaremos de volta ao Brasil. Este último trecho poderá ser de carro ou ônibus, dependendo do tempo que teremos, uma vez que ficaremos no Chile apenas de 14 a 25 de janeiro.

A julgar pelos trajes das suas fotos tiradas em fevereiro, teremos que nos preparar para um frio não muito intenso em janeiro (em torno de 10ºC), não é mesmo?

Dá para ir de Puerto Montt a Bariloche por um caminho e retornar por outro, considerando que irei para o Norte, em direção a Santiago? Aceito de bom grado sugestões.

Sds,

Gontijo

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Prezado Diego,

Boa tarde!

Pouco antes de ler seu relato sobre a viagem para Argentina e Chile de carro, eu havia comprado passagens aéreas para eu e minha família visitarmos a região dos lagos e vulcões em janeiro próximo, partindo de Puerto Montt, num carro alugado.

Parabéns pela riqueza de detalhes, mas preciso que tire uma dúvida: você fez todos os trajetos por estradas ou teve que colocar o carro em barcaças em alguma ponto?

Pretendemos ir de Puerto Montt até Bariloche e depois seguir até Santiago, onde embarcaremos de volta ao Brasil. Este último trecho poderá ser de carro ou ônibus, dependendo do tempo que teremos, uma vez que ficaremos no Chile apenas de 14 a 25 de janeiro.

A julgar pelos trajes das suas fotos tiradas em fevereiro, teremos que nos preparar para um frio não muito intenso em janeiro (em torno de 10ºC), não é mesmo?

Dá para ir de Puerto Montt a Bariloche por um caminho e retornar por outro, considerando que irei para o Norte, em direção a Santiago? Aceito de bom grado sugestões.

Sds,

Gontijo

 

Prezado

 

Todos os trajetos foram feitos de carro.

 

De Puerto Montt a Bariloche, o Paso Internacional Cardenal Antonio Samore é o trajeto mais curto, este Paso inicia em Villa La Angostura pela Ruta 231 e termina na Ch215 que vai até Osorno. É uma travessia tranquila, ótima estrada, rápida, mas com algum movimento de carretas. Mas há outros Pasos, como são chamadas as travessias entre Argentina e Chile.

 

Ao sul do Paso Cardenal não valem a pena se a intensão é só chegar em Bariloche, pois você teria que entrar na Carretera Austral e se não estou enganado já pegaria ripio, barcas e é bem distante.

Ao norte do Paso Cardenal o primeiro é o Paso Hua-Hum, entre San Martin de Los Andes (ARG) e Puerto Fuy (CHL), esta travessia inclui ferry (barcaças), mas pelas fotos que já vi deste paso vale muito a pena, há muita paisagem linda e uns parques, museus e hotéis de madeiras muito interessantes(pesquise sobre Puerto Fuy no google que vai se surpreender), tive muita vontade de fazer este paso mas ficaria muito fora de mão para outras cidades que tinha como prioridade.

 

Depois do Paso Hua-Hum o próximo ao norte é o Paso Mamuil Malal/Tromen (acho que é esse o nome deste paso), este é o único que o google maps mostra os outros não aparecem. Não tenho muitas informações deste paso, mas ele sai de Junin de Los Andes e vai até Pucon e Villarica, esta duas cidades são lindas então o paso também deve ser. Pucon estava no meu roteiro inicial mas devido a chuvas na região não era possível subir o Vulcão Villarica, assim cancelamos a estadia em Pucon.

 

Mais ao norte o próximo Paso é o Pino Hachado, entre Zapala e Lonquimay. O casal que conhecemos na hosteria em Barrancas nos indicou este paso, segundo eles é maravilhoso, mas confesso que nunca pesquisei sobre ele, entre os argentinos e chilenos ele é bem famoso por sua beleza.

 

Depois deste somente o Paso el Pehuenche, entre Malargue (ARG) e Talca (CHL), neste você pegara muito rípio e não sei se é muito turístico.

 

Depois de El Pehuenche somente o Paso Libertadores entre Mendoza e Santiago, uma das estradas mais conhecidas do mundo... sem comentários.

 

Sugiro a você quando estiver no Chile, pare num posto de combustível e compre um mapa rodoviário do Chile ou da Argentina que terá todos os pasos, tipos de estradas e distâncias em cada um. Eu fiz isso e fui muito útil, o mapa já emprestei para amigos realizarem a mesma viagem.

 

O Clima, em janeiro e fevereiro o clima é muito bom, calor durante o dia (20°C à 25°C em dias de sol) e em lugares baixos e na altitude frio de uns 5°C à 10°C.

 

Acho que me prolonguei muito.. rsrs

 

Qualquer dúvida estou a disposição.

 

Abraço e boa Viagem

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Prezado Diego,

Bom dia!

Muito obrigado pelas informações, bastante úteis, pois eu não sabia nem por onde começar. Vou pesquisar para planejar minha viagem.

Abraços, muita saúde e paz!

Gontijo

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10 º Dia 16/02/2013

Santiago

 

Este dia seria somente para a cidade de Santiago, no próprio hotel pegamos um mapa turístico e as dicas do que visitar, e seguimos pela cidade. Visitamos no centro histórico de Santiago a Praça de Armas, a Catedral Metropolitana, o Correio, a Municipalidad (Prefeitura), a Biblioteca Nacional (uma das mais antigas da América Latina, mas que estava em obras), o Mercado Municipal de Santiago (tão interessante quanto o mercado de Montevidéu), depois fomos até ao Palácio de La Moneda (Sede da Presidência da Republica) e assistimos a famosa troca de guarda, cerimônia que vale muito a pena assistir, acontece a cada dois dias e dura em torno de 1 hora, há o calendário da troca de guarda do ano todo no site http://www.gobiernodechile.cl/la-moneda/cambio-de-guardia. A guarda é feita pelos Carabineiros (Policiais Chilenos), só acompanhar o serviço destes Carabineiros, não só em Santiago, mas em todo o país já é interessante e de meter medo, com seus uniformes impecáveis e veículos preparados para atacar a qualquer momento, sempre chamam a atenção de nós turistas.

 

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Em Santiago todos os estacionamentos pagos que fomos não possuem atendentes, inclusive em shoppings, na entrada você retira uma ficha numa cancela eletrônica, depois estaciona o carro e no retorno você insere esta ficha num caixa eletrônico, ali você escolhe o idioma, a máquina lhe informa o valor, você paga com notas ou moedas a sua escolha e a maquina lhe devolve o troco exato. Não há filas e é muito simples utilizar. Um bom exemplo para aplicar no Brasil.

 

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No inicio da tarde seguimos direto para a Concha y Toro, afinal qual brasileiro vai ao Chile e não visita a tão famosa... Realizamos a visita guiada em português junto com um casal do Rio de Janeiro e mais dois paranaenses. Ótima visita com uma guia atenciosa e engraçada falando seu portunhol, nós brasileiros tentando falar espanhol e ela chilena tentando falar português, mas vale a visita sem dúvidas. Só uma dica, se você estiver dirigindo seu próprio carro em Santiago e for até a Concha y Toro saiba que ela fica na Cidade de Pirque, não em Santiago como eu imaginava e não conseguia encontrar no GPS, foi uma luta até uma frentista de um dos vários postos que parei me iluminar. Após a visita fizemos nossas comprinhas de vinhos, estoque para um ano de Casillero Del Diablo a equivalentes R$ 9,00.

 

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No final do dia visitamos o Cerro da Gloria, local de onde temos a vista de toda a cidade com as cordilheiras dos Andes ao fundo.

 

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