Passagens de avião com preço em conta nos motivaram a passar o feriado de 15 de novembro em Belo Horizonte com uma esticada em Inhotim.
Belo Horizonte merece a visita. Creio que 4 ou 5 dias seriam ideais. Para curtir assim os botecos badalados que estão pelos quatro cantos da capital mineira. E, também as diversas grutas que ficam ao redor de BH.
Roteiro
14/11
21h Voo de SP para BH - cerca de 1h
Hospedagem no Ibis
15/11
Café da manhã na padaria Atelier dos pães - saiu bem mais em conta que o café da manhã oferecido no hotel R$ 11
Subindo a avenida Bias Fortes chegamos à Praça da Liberdade que tem belas palmeiras imperiais, fontes e diversos edifícios que antes eram utilizados pelo governo. Hoje são museus. Só ali você passará uma manhã. Ao redor da praça há:
- Palácio da Liberdade (grátis) - só abre aos finais de semana e feriados, a partir das 10h às 15h. A visita é guiada. Sugiro inclusive começar por este que fecha mais cedo que os outros museus.
- Memorial de Minas Gerais (grátis) - Interativo e imperdível;
- Centro Cultural Banco do Brasil (grátis) - vale a visita apenas para conhecer o prédio e alguma exposição;
- Edifício construído pelo Niemeyer - só pode ser visto de fora;
- Museu das Minas e do Metal (R$ 6 inteira) - interessante e só;
- Xodó - fast food local que serve lanches, PFs com preço amigo.
À tarde fomos de carro para o bairro de Mangabeiras. Lá há:
- Praça do Papa, que é bem grande e como fica numa ladeira oferece uma bela vista de toda a cidade. Os mineiros ficam curtindo a tarde por lá.
- Mirante Mangabeiras, bem próximo à praça, o mirante merece a visita. Tem uma vista sensacional de toda capital.
- Parque Mangabeiras, paga-se apenas o estacionamento, o parque tem um belo lago na entrada e algumas pequenas trilhas úmidas, pouco interessantes.
Em seguida, novamente de carro fomos ao Hard Rock Café que fica em Nova Lima, um município que faz divisa com BH. O edifício que tem diversas lojas abandonadas, pode ser visto de longe e parece uma nave espacial. No alto da torre há o Hard Rock e no piso superior um restaurante japonês, Hoshi, que tem uma vista incrível, inclusive para curtir o pôr do sol. Quem não consumir no restaurante, paga R$ 5 apenas para contemplar a vista.
À noite fomos ao Bar Ideal, um dos inúmeros botecos da cidade, que oferece uma costela ribs deliciosa.
16/11
Levamos 1h30 de BH para Inhotim. A cidade de Brumadinho é muito simples e marrom. Chegamos 30minutos após a abertura do parque e já havia uma fila enorme. Turistas dos quatro cantos do mundo vão visitar o parque que é lindo, enorme e tem obras de arte contemporânea. Como o parque é enorme, as obras de arte ficam muitas vezes, distantes uma das outras, por isso o carrinho (R$ 20) é fundamental para quem estiver a fim de conhecer o parque todo. Conseguimos visitar 96% das obras. Levamos pães e sucos, mas lá dentro há diversas lanchonetes e restaurantes para todos os gostos e bolsos. Há sanduíches e omeletes por R$ 10. Porém a maioria lotado. A única lanchonete vazia que encontramos foi a que está ao lado da Galeria True Rouge.
Ao visitar as obras, peça informações aos monitores que ficam próximos a elas. Isto fará toda diferença para você entender algumas das obras que sem a explicação não têm o mesmo significado.
Cansadíssimos percorremos estradas de terra tentando chegar no restaurante Topo do Mundo e, não chegamos. Paramos na cidade de Casa Branca. Bem pequena, comemos no Karangos, que é um verdadeiro achado. Ambiente, atendimento e comida refinada excelentes, por um preço amigo.
17/11
Começamos pelo Mercado Central que não tem suas lojas organizadas por setores, em contrapartida é silencioso, extremamente limpo e harmonioso, nem parece um mercadão. É o lugar ideal para comprar doce de leite, queijos e outra delícias mineiras.
Próxima parada: Palácio da Liberdade, que não conseguimos visitar no primeiro dia. Realmente merece a visita. De lá fomos à feira enorme de roupas, objetos de decoração, acessórios que acontece aos domingos na Afonso Pena. Ao lado da feira fica o Parque Municipal que estava bem sucateado e lotado. Bem cuidado e vazio talvez ele fosse mais bonito. Ele é enorme e tem um lago com barcos e pedalinhos além de áreas verdes para toda a família. De lá fomos à Praça da estação onde está o Museu de Artes e Oficios em um bela construção. Caminhamos até a Igreja da Boa Viagem que é linda.
De lá rumamos para Pampulha. As atrações estão praticamente todas em volta ou próximas à Lagoa da Pampulha. Tiramos foto em frete ao Mineirão. A Igreja de São Francisco, construída por Niemeyer, fica aberta até as 14h, então não a visitamos por dentro. Porém ela é minúscula e é possível ver pelo vidro. A Casa de JK, estava fechada. Não fomos ao Parque Ecológico, nem ao Zoológico. Passamos na Casa do Baile que é pequena e tem apenas uma exposição, mas vale a visita pois foi construída por Niemeyer. Dela é possível ver o Museu de Arte da Pampulha, que também não visitamos.
Para encerrar a visita à capital mineira, fomos à cidade administrativa que fica a caminho do aeroporto e lembra muito a capital federal. Ah, o projeto também é do Niemeyer.
Valores
Hotel Ibis Bugdet - R$ 269,40, dividido por 3, saiu por R$ 89,80 (para cada um).
Voo pela Gol R$ 246,06
Aluguel do carro R$ 300,30 , dividido por 3, saiu por R$ 100,10 (para cada um).
Olá, Mochileiros!
Passagens de avião com preço em conta nos motivaram a passar o feriado de 15 de novembro em Belo Horizonte com uma esticada em Inhotim.
Belo Horizonte merece a visita. Creio que 4 ou 5 dias seriam ideais. Para curtir assim os botecos badalados que estão pelos quatro cantos da capital mineira. E, também as diversas grutas que ficam ao redor de BH.
Roteiro
14/11
21h Voo de SP para BH - cerca de 1h
Hospedagem no Ibis
15/11
Café da manhã na padaria Atelier dos pães - saiu bem mais em conta que o café da manhã oferecido no hotel R$ 11
Subindo a avenida Bias Fortes chegamos à Praça da Liberdade que tem belas palmeiras imperiais, fontes e diversos edifícios que antes eram utilizados pelo governo. Hoje são museus. Só ali você passará uma manhã. Ao redor da praça há:
- Palácio da Liberdade (grátis) - só abre aos finais de semana e feriados, a partir das 10h às 15h. A visita é guiada. Sugiro inclusive começar por este que fecha mais cedo que os outros museus.
- Memorial de Minas Gerais (grátis) - Interativo e imperdível;
- Centro Cultural Banco do Brasil (grátis) - vale a visita apenas para conhecer o prédio e alguma exposição;
- Edifício construído pelo Niemeyer - só pode ser visto de fora;
- Museu das Minas e do Metal (R$ 6 inteira) - interessante e só;
- Xodó - fast food local que serve lanches, PFs com preço amigo.
À tarde fomos de carro para o bairro de Mangabeiras. Lá há:
- Praça do Papa, que é bem grande e como fica numa ladeira oferece uma bela vista de toda a cidade. Os mineiros ficam curtindo a tarde por lá.
- Mirante Mangabeiras, bem próximo à praça, o mirante merece a visita. Tem uma vista sensacional de toda capital.
- Parque Mangabeiras, paga-se apenas o estacionamento, o parque tem um belo lago na entrada e algumas pequenas trilhas úmidas, pouco interessantes.
Em seguida, novamente de carro fomos ao Hard Rock Café que fica em Nova Lima, um município que faz divisa com BH. O edifício que tem diversas lojas abandonadas, pode ser visto de longe e parece uma nave espacial. No alto da torre há o Hard Rock e no piso superior um restaurante japonês, Hoshi, que tem uma vista incrível, inclusive para curtir o pôr do sol. Quem não consumir no restaurante, paga R$ 5 apenas para contemplar a vista.
À noite fomos ao Bar Ideal, um dos inúmeros botecos da cidade, que oferece uma costela ribs deliciosa.
16/11
Levamos 1h30 de BH para Inhotim. A cidade de Brumadinho é muito simples e marrom. Chegamos 30minutos após a abertura do parque e já havia uma fila enorme. Turistas dos quatro cantos do mundo vão visitar o parque que é lindo, enorme e tem obras de arte contemporânea. Como o parque é enorme, as obras de arte ficam muitas vezes, distantes uma das outras, por isso o carrinho (R$ 20) é fundamental para quem estiver a fim de conhecer o parque todo. Conseguimos visitar 96% das obras. Levamos pães e sucos, mas lá dentro há diversas lanchonetes e restaurantes para todos os gostos e bolsos. Há sanduíches e omeletes por R$ 10. Porém a maioria lotado. A única lanchonete vazia que encontramos foi a que está ao lado da Galeria True Rouge.
Ao visitar as obras, peça informações aos monitores que ficam próximos a elas. Isto fará toda diferença para você entender algumas das obras que sem a explicação não têm o mesmo significado.
Cansadíssimos percorremos estradas de terra tentando chegar no restaurante Topo do Mundo e, não chegamos. Paramos na cidade de Casa Branca. Bem pequena, comemos no Karangos, que é um verdadeiro achado. Ambiente, atendimento e comida refinada excelentes, por um preço amigo.
17/11
Começamos pelo Mercado Central que não tem suas lojas organizadas por setores, em contrapartida é silencioso, extremamente limpo e harmonioso, nem parece um mercadão. É o lugar ideal para comprar doce de leite, queijos e outra delícias mineiras.
Próxima parada: Palácio da Liberdade, que não conseguimos visitar no primeiro dia. Realmente merece a visita. De lá fomos à feira enorme de roupas, objetos de decoração, acessórios que acontece aos domingos na Afonso Pena. Ao lado da feira fica o Parque Municipal que estava bem sucateado e lotado. Bem cuidado e vazio talvez ele fosse mais bonito. Ele é enorme e tem um lago com barcos e pedalinhos além de áreas verdes para toda a família. De lá fomos à Praça da estação onde está o Museu de Artes e Oficios em um bela construção. Caminhamos até a Igreja da Boa Viagem que é linda.
De lá rumamos para Pampulha. As atrações estão praticamente todas em volta ou próximas à Lagoa da Pampulha. Tiramos foto em frete ao Mineirão. A Igreja de São Francisco, construída por Niemeyer, fica aberta até as 14h, então não a visitamos por dentro. Porém ela é minúscula e é possível ver pelo vidro. A Casa de JK, estava fechada. Não fomos ao Parque Ecológico, nem ao Zoológico. Passamos na Casa do Baile que é pequena e tem apenas uma exposição, mas vale a visita pois foi construída por Niemeyer. Dela é possível ver o Museu de Arte da Pampulha, que também não visitamos.
Para encerrar a visita à capital mineira, fomos à cidade administrativa que fica a caminho do aeroporto e lembra muito a capital federal. Ah, o projeto também é do Niemeyer.
Valores
Hotel Ibis Bugdet - R$ 269,40, dividido por 3, saiu por R$ 89,80 (para cada um).
Voo pela Gol R$ 246,06
Aluguel do carro R$ 300,30 , dividido por 3, saiu por R$ 100,10 (para cada um).
Alimentação e passeios, cerca de R$ 250.
Total: cerca de R$ 650 para cada um.