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Olá viajante!

Bora viajar?

Bolívia e Peru - Em casal com dicas, fotos e gastos + Planilha de custos

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[align=justify]Meu nome é Ricardo, eu e minha esposa Eliane fizemos nosso mochilão pela Bolívia e Peru, entre os dias 29 de setembro e 22 de outubro de 2013, esta é minha pequena contribuição para outros viajantes que pretendem ir à Bolívia e Peru, todo nosso roteiro foi planejado de acordo com dicas aqui do mochileiros.com e algumas outras informações que achei em blogs.

 

Dinheiro

 

- Levamos apenas US$ 250,00 em dinheiro , somente para uso em alguma emergência ( falha de algum cartão ).

- 03 Cartões Internacionais. Usados somente para Saques ou uso no débito.

- Não fiz o VTM ou outro semelhante porque não é vantajoso para quem possui Cartões de Crédito / Débito Internacional , a cotação do Dólar em Saque Internacional através do Débito é mais próxima do Câmbio Comercial e não aquela extorsão de Cambio Turismo que é aplicada ao VTM ou mesmo quando compramos Dólares. Por exemplo no dia em que fui viajar o Dólar no Câmbio Turismo estava no valor mais baixo que encontrei a R$ 2,39 , já o valor do Cambio Comercial a R$ 2,21 , o preço médio que paguei em todos os saques que fizemos no Exterior ( Bolívia e Peru ) foi de R$ 2,24. Mesmo com as taxas é vantajoso, fora que não ficamos carregando muito dinheiro para todos os lados. OBS. Muitos cartões de conta corrente ou poupança, mesmo sem ter a opção de crédito habilitada funcionam para Saques no Exterior. Consulte seu banco antes da Viagem.

 

Coisas úteis

-Caderninho para anotações, caneta, papel higiênico, cadeado ( pra trancar as mochilas nos hostels ), Benjamim " T " , bateria reserva para câmera, Pen Drive ( para backup das fotos ), uma farmacinha básica (gelol, sorine, colírio, aspirina, neosaldina, estômago, faixa, esparadrapo, band-aid, dramin, protetor solar, repelente, hidratante).

 

Documentação necessária

- Passaporte ou RG , levamos o passaporte por ser mais seguro.

- Certificado internacional de Vacina. OBS. Não foi solicitado em nenhum momento.

 

Recomendo

- Deixar alguma quantia em dinheiro e ainda um cartão reserva muito bem guardado, pois vai que você tem o azar de ser assaltado ou perder toda sua grana, alguns recomendam o uso de Money belt, eu não levei pois não gosto, carreguei minha carteira o tempo todo no bolso da frente da calça ( como faço em qualquer cidade movimentada ).

- Aprenda pelo menos o básico de espanhol, vai fazer a diferença, te garanto.

- O Mesmo eu digo para o Inglês, vai te ajudar a fazer amigos durante todo caminho.

 

Reservas

- Só reservamos o Hostel do primeiro dia em Santa Cruz, no mais fomos de cidade em cidade, apenas com uma listinha de 3 a 5 Hostels ou Hoteis em cada cidade, separados por recomendações em sites de reservas como o hostelworld.com / booking.com e também de indicações aqui do mochileiros.

Fizemos desta forma e com certeza foi muito bom.

 

Roteiro

Santa Cruz, Sucre, Potosí, Uyuni, La Paz, Copacabana, Puno, Cusco, La Paz, Santa Cruz

 

29/09 – Santa Cruz de La Sierra

 

Chegamos a Santa Cruz atrasados as 14:05, nosso voo que foi pela Gol, estava previsto para as 11:05 da manhã, ficamos praticamente uma hora aguardando, apenas informaram que dois passageiros não puderam embarcar e tiveram que retirar suas bagagens, vai saber se é verdade...

Passamos na imigração sem nenhum problema, apenas algumas perguntinhas básicas sobre quanto de dinheiro, cidades que iríamos visitar e qual país iríamos depois. Enfim, fomos para esteira esperar nossas mochilas, mochilas nas costas, apertamos o botão de sorteio se teríamos a honra de ter nossas mochilas toda vasculhada, luz VERDE e sejam bem vindos a Bolívia ! Fomos aos caixas eletrônicos no andar de cima do aeroporto, alguns passavam propagandas e tinham várias luzes piscando, estilo alguns Jukebox hahaha, saquei Bs 1500,00 , dinheiro na mão, chegamos à porta do aeroporto, conversei com alguns taxistas e não teve jeito, Bs 60,00 pela corrida até o Jodanga Hostel, a todo o momento ouvíamos pelo rádio PX do Táxi a Central informando o valor da corrida, o taxista era muito gente fina, já havia morado por dois anos em Corumbá, sabia português, mas pedi que o mesmo falasse em espanhol, pois queria conversar em espanhol, pois desde meu outro mochilão no Chile não conversava e teria praticamente um mês para aprender mais, pois ao chegar a qualquer loja, hostel, barraquinha de rua, restaurante falando a língua local, o atendimento e tratamento é melhor, a não ser por alguma azar de pegarmos uma pessoa de mau humor ! O taxista foi falando sobre cada ponto que passávamos, achei bem legal, pois foi praticamente um tour, chegamos próximos ao Jodanga, passamos pelo Parque Urbano estava bem cheio, ele nos recomendou que fossemos até lá, pois teria várias barracas de comidas e ainda poderíamos experimentar o “Juco de Coco” que não tínhamos no Brasil, na hora pensei que fosse nossa “ Água de coco “ que bebemos em qualquer praia e em muitas outras cidades, chegamos ao Jodanga, o hostel é muito bom, mas também é o mais caro que ficamos em toda Bolívia, mas de qualquer forma valeu muito a pena, fizemos o check-in, guardamos nossas mochilas em nosso quarto e rua, fazia um calor infernal em Santa Cruz, chegamos ao parque, fomos em direção a uma barraquinha e fui logo pedindo “ Juco de Coco “ , para nosso espanto era realmente “ Suco de Coco “ hahaha, muito bom por sinal, o parque urbano estava lotado de locais, era como dia de festa, várias barracas, um parquinho montado, pessoas se divertindo, alguns dançando, achamos bem legal, foi nosso primeiro contato com a Cultura da Bolívia, logo mais à tarde, voltamos ao Jodanga, tomamos um banho e fomos para a Praça 24 de setembro, estava acontecendo uma apresentação de danças folclóricas, ficamos assistindo e tirando algumas fotos, compramos Nachos e frozen em uma lanchonete próxima a praça e sentamos em um banco na praça e logo se sentou um senhor de Cochabamba, ficamos mais de um hora conversando com ele, ele nos contou muito sobre a Bolívia, sobre as cidades que iríamos visitar, nos despedimos do senhor e voltamos para o Jodanga, o calor estava pedindo mais banho, fomos para piscina, logo chegaram outras pessoas que estavam hospedados lá, um casal de ingleses que moravam em Salvador a cerca de sete anos, e dois caras do Chile que estavam somente de passagem por Santa Cruz, pois no outro dia iriam a um tour na região do Pantanal Boliviano. Ficamos até tarde por ali, umas caipirinhas, conversando, rindo, interação muito boa. Depois fomos dormir.

 

Santa Cruz e Sucre

 

Acordamos cedo e fomos rumo ao aeroporto, pegamos um voo para Sucre pela BoA, este voo estava marcado para as 7:50 e saiu já era umas 8:15, fizemos uma escala em Cochabamba e logo em seguida estávamos em Sucre, quando desci do avião, percebi logo a diferença da altitude, ao respirar sentia que vinha menos ar para dentro do corpo, apenas esta diferença que senti em Sucre, nem eu e minha esposa tivemos ou sentimos nenhum efeito da altitude em Sucre, ao sair do aeroporto o ônibus que vai ate o Centro da cidade estava acabando de sair, perguntei a um guarda a que hora tinha outro e ele nos disse que seria em cerca de 20 minutos a meia hora, resolvemos pegar um táxi, o motorista pediu Bs 35,00 , disse logo que não era Gringo, era do Brasil e que a Dilma não era tão boa para nós Brasileiros como Evo era para os Bolivianos ( mesmo sabendo que em Sucre tem oposição forte ao Governo ), o motorista estampou um grande sorriso no rosto e disse que já estava acostumado com os Brasileiros pedindo descontos. Hahaha ! Fechou por Bs 20,00, fomos para o Hostal Wasi Masi ( a 5 minutos do mercado central ) tentar a sorte, já que a única reserva que tínhamos feito era para o primeiro dia em Santa Cruz, para as demais cidades, fiz uma pequena lista contendo cinco hostels e hotéis com boas recomendações em sites de reservas e ainda dentro de uma faixa de preço que queria pagar , chegando, perguntei se tinha quarto de casal e fomos ver o quarto, achei bem bacaninha, estava bem limpo, banheiro privado e com café da manhã, deixamos as mochilas, a moça da recepção nos deu um mapa de Sucre, fomos direto ao Mercado Central, já era hora do almoço e estava morto de fome, em minhas viagens gosto muito de ir aos mercados e lugares frequentados pela população local, pois assim vivemos a cultura do lugar, almoçamos, ficamos rodando por todo mercado, lembrei das “Hojas de Coca”, tínhamos que experimentar.

Além de tudo já sabíamos que era bom mascar e tomar o chá para evitar o soroche, melhor não arriscar rsrsr.

 

Dica: Você que chegou agora no mochileiros e pensa em ir à Bolívia ou Peru, saiba que a folha de coca não é droga, não da nenhuma onda, nem brisa, nem nada !

Outra coisa, não se assuste com os costumes locais, são bem diferentes dos nossos, as comidas são em muitas vezes diferentes das nossas, mas nem por isso o gosto é ruim, lembre-se também que alguns pratos típicos de várias regiões do Brasil são considerados bem exóticos e estranhos para muitos estrangeiros, lembre-se da “feijoada, rabada de boi, buchada de bode, chouriço, dobradinha, pé de porco, caldo de mocotó,entre muitos outros”.

Não achamos as folhas de coca por ali, resolvemos ir ao Mercado Campesino, pegamos um ônibus na avenida ao lado mercado, se não me engano era o ônibus nº 07, o motorista nos informou a hora certa de descermos, não imaginava que este mercado era tão grande, várias ruas, cheias de barracas vendendo tudo que se possa imaginar, não reparei se tinha outros viajantes por ali, acredito que por ser mais afastado do centro muitos não vão até lá, compramos folhas de coca e mais uma barrinha tipo um doce de banana que intensificava o efeito das folhas de coca, tomamos sorvete, que por sinal estava muito bom, depois tomamos o ônibus em direção ao centro de novo e paramos um pouco na praça principal para descansarmos, rodamos todo centro, vale muito à pena dar umas voltas por todo centro de Sucre, é como uma volta ao passado, casarões, praças e monumentos muito bem conservados, depois fomos a La Recoleta, subimos tudo a pé, vale muito a pena, é só ir devagar e conhecendo as ruas, paramos em um café que tinha por lá, tomamos um chá de coca e depois um suco, ficamos cerca de uma hora conversando, apreciando a paisagem e ainda o por do sol ! Belíssimo ! Voltamos ao centro, descendo por outra rua, já estava um pouco escuro, passamos mais uma vez pelo mercado central e comemos uma deliciosa salada de frutas.Mais tarde, jantamos e voltamos para o Hostal e fomos dormir.

Dica: Evite comer comidas pesadas a noite nos primeiros dias na altitude.

 

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Sucre e Potosí

 

Depois de uma excelente noite de sono, acordamos cedo, tomamos nosso desayno e fomos dar mais umas voltas ali por perto do Hostel, a inicio pensávamos em fazer o Tour para ver as pegadas de Dinossauro. Mas resolvemos ir neste mesmo dia para Potosí, voltamos para nosso Hostel e fizemos o check-out, fomos para o Terminal de Buses, compramos a passagem para Potosí pela Trans. Villa Imperial, ônibus um pouco antigo, mas em bom estado de conservação, na hora do embarque conhecemos um casal de Ingleses, Karrye e Ronan, por coincidência tinham se hospedado no mesmo Hostel, sentaram-se ao nosso lado na ultima fileira de bancos, na passagem deles o horário de saída do Ônibus era as 11:05 e na nossa era 11:15, o ônibus saiu as 11:00 em ponto, nada dos temidos atrasos relatos por aqui, a paisagem a caminho de Potosí nos surpreendia a cada curva, a cada morro que subíamos. Uma coisa que notei e que me deixou admirado, era ver aquela terra árida com apenas uns pequenos riachos que mal passavam água, com toda esta escassez de água, irrigavam a terra e plantavam. Vi diversas plantações durante todo caminho, apesar de não falarmos inglês muito bem, digamos que minha fluência é de uns 65% rsrs, conversamos com os ingleses durante toda viagem, apresentei a eles as hojas de coca, gostaram muito rsrs. :mrgreen:[/align]

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Obrigado Everton_oa !

AlfaBravo_X2 , o Salar é simplesmente demais cara, só estando lá para saber, recomendo muito !

 

Amanhã vou postar a primeira parte de La Paz !

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La paz - Primeira parte

 

[align=justify]Nosso ônibus partiu pontualmente, ( sorte ? ). Nossa viagem foi bem tranquila, sem nenhum problema, chegamos a La Paz quase as 1:00 da tarde, ainda não estava certo de que direção tomarmos resolvemos pegar um Taxi até o Hotel Torino, chegando nele, descobrimos que não tinham vagas em quarto de casal, como nossa preferência em toda viagem era por este tipo de quarto, pedimos a ao senhor da recepção informação de como faríamos para chegar a Calle Sagarnaga, agradecemos e seguimos em direção ao Hotel Sagarnaga que estava lotado, resolvemos ir direto ao Hostel do flyer que recebemos da Karina, era o Hostel Muzungu, fica na C. Illampu, Esq. Santa Cruz, no centrão de La paz, quarto de casal com banheiro a Bs 90,00, café da manhã, uma bebida grátis, possui restaurante, bar que toca ROCK, muito importante hahaha ! Excelente custo beneficio, fizemos check-in e guardamos nossas mochilas no nosso quarto, perguntei na recepção em qual quarto o pessoal estava, que legal encontrar todos de novo.

 

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Juntamos ao pessoal e fomos dar umas voltas pelo centro de La Paz, que loucura de cidade, buzina para todos os lados, ambulantes, barracas vendendo de tudo, mas reparei que é uma bagunça organizada rsrs e que funciona muito bem ao modo deles, gostei muito de La Paz.

Fomos a um restaurante n Calle Sagarnaga e almoçamos. Voltamos para o Hostel, tiramos a parte da tarde para descansar um pouco, por volta de 4:00 da tarde encontramos com Santiago na recepção e fomos ao Mercado das Bruxas, que estava a alguns passos do nosso Hostel, passamos em frente ao Museu da Coca, mas não o visitamos neste dia, fomos a Praça São Francisco e ainda ao Mercado Central que fica próximo a Praça, uma pena que a maioria dos comércios estavam fechados. Fomos em direção a Praça Vicenta Juariste Eguino, onde ficam inúmeras barracas vendendo comida, roupas, etc. Continuamos subindo as Calle de La Paz e passamos pelo Mercado Negro, resolvi naquele momento que valeria outra visita aquela região com mais tempo. Resolvemos voltar ao Hostel, já estava anoitecendo e neste dia resolvemos ficar mais tranquilos, ficamos na recepção do Hostel conversando com outros hospedes.

As 9:00 da noite fomos para o Bar do Hostel que tem uma vista incrível de La Paz, afinal tínhamos bebidas grátis por cada dia de hospedagem, melhor não deixar passar rsrsrs. O Bar Man era muito gente boa, nos passou algumas explicações básicas sobre La Paz, nos disse que em geral o centro de La Paz é bem seguro, que acontecem somente pequenos furtos ao desatentos, coisa mais que normal que toda cidade grande, mas depois das meia noite não era muito seguro andar em algumas partes do centro, mas que perigoso mesmo era El Alto. Por lá o perigo é qualquer hora do dia. Ficamos pelo bar até umas 11:00 e fomos dormir.

 

No dia seguinte acordamos cedo, tomamos o café da manhã e decidimos nem nos preocuparmos com questões de fechar tour nem nada, fomos explorar La Paz, descemos toda Av. Mariscal Santa Cruz caminhando e olhando as ruas, Na parte de baixo La Paz é mais bonita que o centrão na região da Calle Llampu, retornamos e passamos pela Praça Murillo, voltamos para o hostel e encontramos com o pessoal do Equador, que iriam embora nesta tarde, fomos com eles até o terminal de buses para comprarem as passagens , iriam encarar mais de 30 horas de ônibus, após comprarem suas passagens fomos ao Mercado Central e almoçamos, comida boa e barata, em média BS 10,00 . Recomendo muito ! O pessoal do Equador iria passar na região da turistada para comprar uns presentes para levarem, fomos com eles, na maioria das lojas os preços são praticamente os mesmos, o que vale mesmo por ali é pedir desconto ! Logo depois nos despedimos do pessoal com a certeza que valeria um mochilão ao Equador para visitá-los. Excelentes pessoas. Fomos ao Museu da Coca, apesar de pequeno, acho que vale uma visita, pois uma excelente abordagem da folha de coca, tanto sobre o uso pelos povos e ainda sobre a criminalização da folha de Coca. Depois de passar por este museu, vi que a folha é o menos dos culpados pela droga ! Resolvemos voltar à região da Praça São Francisco, a igreja estava aberta, pois havia missa naquela hora, a igreja é belíssima e grandiosa. Uma pena que não podíamos tirar fotos ! Resolvi ir atrás dos passeios, olhei preços para Tiwanaku, Chacaltaya e o que mais queria, o Downhill pela Estrada da morte, preços anotados, fechamos apenas o Tiwanaku para o dia seguinte pela Maya Tour, na Calle Llampu, próxima ao Hostel por Bs 60,00 por pessoa com almoço incluso. ( No dia seguinte descobri que a maioria pagou Bs 85,00 ). Mais tarde jantamos em um restaurante de comida Cubana na Calle Sagarnaga, muito bom, não me recordo o nome do restaurante. Mas recomendo !!! Mais tarde, mais uma vez no Bar do Hostel e algumas vodkas na cabeça rsrss, dormi muito bem !!!

 

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Acordamos cedo, tomamos desayno e fomos para a porta da agencia para irmos a Tiwanaku , achei bem legal o passeio, já tinha visto um programa na History Channel sobre este sitio arqueológico e sua suposta origem, após tudo que vi por lá e as explicações do guia passou a fazer mais sentido. Realmente é incrível a riqueza dos detalhes e acabamento nas artes do museu.

Uma dica, estas ruínas não se comparam com a grandiosidade das ruínas Incas no Peru, os estudiosos classificam esta civilização com precursores do império Inca. Mas nem por isso tem menor importância, acho que vale uma visita.

Paga-se Bs. 80,00 na entrada do museu.

Retornamos a La Paz, fomos nas lojas que vendem artigos de esportes outdoor, percebi que grandes partes das lojas vendem em sua maioria artigos falsificados, vi uma mochila igual a da minha esposa Quechua falsificada por lá, a qualidade do material é totalmente inferior, percebe-se fácil somente ao toque ! Uma loja de botas que visitamos pareciam ser todas originais, no mais em grande parte das lojas, casacos, calças e mochilas falsificadas Columbia, North Face, etc. Portanto cuidado na hora de comprar nas lojas da Calle Llampu, muita atenção, pois se não vai comprar um casaco North Fake. Apesar de que os preços são bem convidativos, vai de cada um.

 

Dica: O comercio de La Paz, fica aberto até tarde da noite, por isso pode ficar tranquilo que da para fazer os passeios durante o dia e fazer compras a noite.

 

Voltamos para o hostel, mais umas vodkas no bar do hostel, conversamos com os demais. Curtimos um pouco, fomos dormir decididos a irmos cedo para Copacabana.[/align]

Editado por Visitante

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Muito bom o seu relato Ricardo, parabéns, viajando com vocês ao lê-lo. Eu e minha esposa pretendemos fazer um roteiro muito parecido com o teu,

as dicas e informações estão sendo muito úteis.

 

Estou aguardando os próximos capítulos.

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Copacabana

 

[align=justify]Pela manhã tomamos o desayuno, fizemos check-out, na recepção nos informaram como faríamos para irmos até o cemitério central, de onde partem os ônibus e vans mais baratos para Copacabana, era tínhamos que pegar uma mini-van ( lotações de La Paz ) logo em frente ao hostel na subida da Calle Santa Cruz, todas que passavam estavam lotadas, o primeiro táxi que passou dei sinal e negociei o preço com o taxista Bs 10,00 , valeu a pena, chegamos bem rápido, mal descemos do Táxi já haviam algumas pessoas nos cercando oferecendo ir com elas a Copacabana, eram motoristas de Vans e Ônibus, resolvemos ir de Ônibus por ser mais confortável , o preço era o mesmo Bs 15,00 , saímos imediatamente, durante a viagem a quase todo momento alguma Van nos ultrapassava em lugares impróprios ou mesmo em manobras arriscadas, para quem da valor a vida, acho que vale a pena pegar o ônibus, os caras são mais profissionais e menos ousadas, fora o conforto, apesar que alguns ônibus não são muito novos, mas não viajamos apertados rsrsr. Fica a dica !

 

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A primeira vista do Lago Titicaca foi bem emocionante, perguntei a umas meninas que estavam sentadas no banco do lado se aquele seria o Lago, elas também não sabiam rsrsrs, eram de Sucre, estavam viajando pela Bolívia pela primeira vez, achei bem legal. Estavam com o mesmo espírito de aventura ! Logo depois já parávamos para atravessar em um pequeno barco ( lotadooo ) e o ônibus na balsa. Achava que o barquinho iria afundar hahaha, de tantas pessoas que estavam nele ! Fiquei um pouco tranquilo, pois pensava que como eles fazem aquilo várias vezes por dia não iriam arriscar. Mas vai saber, povo doido da Bolívia rsrsrs. Chegamos a Copacabana, passamos por alguns Hostels, o preço era mais ou menos o mesmo Bs 60,00, quarto de casal com banho, sem desayuno. Passei por um hostel que era bem estruturado, só que bem sujo. Fomos à busca de outro, acabamos fechando com um na rua principal, próximo ao lago, não lembro o nome, mas era limpo, tinha um jardim na entrada. Fomos almoçar e logo depois já fechamos para a manhã seguinte o passeio para a Isla Del Sol com acesso a parte sul e parte norte por Bs 22,00 e ainda compramos as passagens para Puno por Bs 25,00 na agencia Chakana Travel Tours, o ônibus era da empresa Huayruro Tours, mais uma vez valeu pedir descontos rsrsr. Logo em seguida, fomos a um restaurante ali por perto, almoçamos uma deliciosa truta, que vinha com arroz, salada e quinua. Resolvemos subir o Cerro Calvário, apesar da subida ser um pouco cansativa, vale muito a pena, que vista incrível, ficamos uma meia hora la em cima apreciando a belíssima paisagem, descemos e fomos na Catedral Nossa Senhora de Copacabana, anoiteceu conosco dentro da igreja, tinha umas senhoras rezando e ficamos sentados próximos a elas. Gostei, saímos da Catedral e fomos procurar algum lugar para comermos, jantamos próximo a agencia Titicaca Tours em um restaurante simples frequentado pelos locais e compramos lanche e água para levarmos para Isla e ainda ser nosso desayno, já que o Hostel não haveria, .Ficamos andando pela cidade, resolvemos dormir cedo.

 

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Acordamos bem cedo, tomamos nosso desayno, tomamos banho, fizemos o check-out e fomos até a agencia e guardamos nossas mochilas, em alguns minutos já estaríamos rumo a Isla Del Sol.

O ida de barco até a Isla é bem legal, paisagens exuberantes por todo o lago, primeiro paramos na parte sul da Isla, algumas pessoas desceram do Barco, fomos rumo a parte norte da Isla, ao chegarmos, descemos do Barco, um senhor veio até nosso grupo e nos ofereceu um tour guiado pelo museu e ainda nos contando sobre costumes, historias e tradições na Isla. Este tour não tem um valor fixo, o senhor (guia) explicou que aceita contribuições. Fomos ao museu “ de Oro de La Ciudad Sumergida Marka Pampa y Ruínas Chinkana ( paga-se Bs 10,00 ), e logo em seguida a algumas ruínas na parte norte da Isla, o senhor era fera no assunto, explicou muito bem, melhor do que alguns outros guias ditos profissionais até então.

Ao termino do tour com este senhor, agradecemos a ele, dei Bs 20,00 de proprina pela fantástica aula de Historia ... valeu muito a pena. Durante este tour ficamos conhecendo Wagner e Antonio que também são aqui do mochileiros.

Resolvemos fazer a caminhada até a parte Sul da Ilha, a trilha é toda demarcada e relativamente simples para quem tem certo preparo, eu e minha esposa fizemos todo percurso, incluindo umas paradas para fotos, lanche, bebermos água em 2:15 . Foi muito gratificante, pois apreciamos belíssimas paisagens. Na metade da trilha paramos em um pedágio que é cobrado pelos locais e revertido para a comunidade, nada mais justo, se não engano custou Bs 10,00 , continuamos rumo parte sul da Isla, encontramos uma moça da Hungria que mal andava de tão cansada que estava, a água dela havia acabado, ofereci um pouco d’água para ela, aceitou prontamente, ao chegarmos na entrada da comunidade Yumani, havia mais um pedágio, pagamos Bs 10,00 para nós dois... entramos na pequena comunidade, fomos descendo em direção ao pequeno porto, nosso barco partiu alguns minutos depois.

Chegamos em Copacabana, a menina da Hungria nos acompanhou até um restaurante, jantamos e em seguida fomos para agencia pegar nossas mochilas e partirmos rumo a Puno.

 

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Alguns minutos após partimos já estávamos na fronteira da Bolívia e Peru, passamos tranquilo pela imigração, na parte Peruana, só perguntaram quanto de dinheiro tínhamos e o que iríamos fazer no Peru, mais nada. Dormi um pouco durante a viagem até Puno, estávamos sentados na parte de cima no ônibus, naquela janela frontal, as vezes acordava com o louco do motorista andando na contramão...[/align]

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Ricardo,

Muito bom o relato, super detalhado, tá me ajudando muito a me organizar! tô acompanhando!

Valeu pela dica dos cartões internacionais, eu ia pegar o VTM mas vou seguir sua dica.

Pergunta: vc conseguiu sacar com esse cartão em quais lugares? Porque imagino que no aeroporto deva ser mais fácil mas tem vários caixas que aceitam esse cartão disponíveis/espalhados pela viagem?

Valeu!

Bjs

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Olá Cleise Etcheverria , muito obrigado.

O cartão de débito internacional você consegue sacar em qualquer ATM que opere com Visa ou Mastercard, existem em todas as cidades que passei pela Bolívia e Peru , mas é uma pena, pois quando comecei a escrever o relato era mais vantajoso, não sei você viu a reportagem hoje 28/12/13, o nosso desgoverno subiu de 0,38% para 6,38% a alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), em qualquer modalidade de cartões ( crédito, débito, VTM ), agora esta compensando levar o dólar em espécie !!

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[align=justify]Chegamos a Puno, resolvi trocar US$ 40,00.

Compramos as passagens pela Tour Peru, em um ônibus com aquecedor por S/. 25,00 , o ônibus sairia as 10:00 da noite. Aproveitamos o tempo livre e fizemos um lanche no andar de cima da rodoviária.

 

Cusco

 

O motorista correu demais na ida para Cusco, chegamos à rodoviária de Cusco era 3:40 da manhã, ficamos esperando um pouco na rodoviária, às 5 da manhã pegamos um táxi até a praça principal ( Plaza de Armas ).

Fomos ao Inkas Hostel, Calle San Agustin, 212, bem próximo a Praça, possui um bar bem tranquilo, nada de barulho, café da manhã incluído, quarto de casal por S/. 60,00 , limpo e água quente, como era bem cedo, negociei com o atendente, e a nossa diária começou mais cedo sem nenhum acréscimo, guardamos as mochilas no quarto, tomamos o desayuno, fomos até um banco que tinha na praça e saquei U$ 500,00 ,

( se for usar cartão de debito no exterior, peça ao gerente para aumentar o limite de saque diário, pois podem te limitar a uns US 300,00 ). Saímos em busca de alguma agencia para tentarmos fechar os passeios em Cusco e região, fizemos os seguintes passeios.

City Tour, Maras – Moray e Salineiras, Vale Sagrado e Machu Picchu. Vários agentes nos paravam pelas ruas e ofereciam seus serviços,

a maioria estava bem cara, pedia para detalhar os preços, alguns se negavam e já diziam apenas que era tudo incluso, depois de pesquisar um pouco, fechamos nossos passeios pela Puma’s Trek, fomos atendidos por Edye, carinha gente boa, e pagamos bem mais barato que em outras agencias, mas vou falar, pedi desconto demais rsrsrs, algumas agencias ofereciam horários melhores para o Trem de Ollantaytambo a Aguas Calientes, mas eram bem mais caras, apresentavam um acréscimo médio de U$ 40,00 nas passagens.

Pagamos US$ 225,00 por pessoa, o pacote incluía

 

- City Tour

- Maras, Moray e Salineiras

- Valle Sagrado

- Trem de Ollantaytambo até Águas Calientes as 9:00 da noite ( ida e volta )

- Hospedagem em Águas Calientes

- Ônibus de acesso a Machu Picchu ( somente a ida )

- Entrada à Machu Picchu

- Guia em Machu Picchu

- Transporte de Ollantaytambo até Cusco ( van )

 

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Passeios fechados, missão cumprida, fomos até a agencia da COSITUC (Av. El Sol, 103) para comprarmos o Boleto Turístico, tínhamos o resto dia livre, hoje o tour era por minha conta ! Saímos sem rumo andando pelo centro, fomos até a parte da cidade longe da turistada, se é que me entendem, onde funcionam comércios, lojas em geral, longe de todo o assedio das agencias de turismo, logo em seguida fomos para o Mercado San Pedro, não imaginava que era daquele tamanho, gostamos muito, apesar da primeira vista ser meio impactante, quando forem até lá descobrirão ! rsrs.

Tem uma parte lá cheinha de pequenos restaurantes, gosto muito de ter meus momentos de “comidas exóticas” como no TLC, vi uma tal Sopa de Cabeza, é isso mesmo” sopa de cabeça ” hahaha, muito estranha, era uma sopa de cabeça de boi com legumes, vou falar a verdade, é muito gostosa a tal sopa, minha esposa no inicio achou com cara ruim, mas provou e gostou! Era a vez do Ceviche, um prato a base de peixe, limão, cebola e outros temperos, acompanhando de milho, batata e salada, gostei muito ! Tanto que repeti a noite em restaurante de “ Turista “ próximo a praça central a noite, e ainda paguei bem mais caro, adivinhem qual estava melhor ? Nem precisava dizer, mas era o do Mercado San Pedro

Logo após o fantástico almoço no Mercado, fomos a alguns museus que estavam inclusos no Boleto Turístico, mais tarde voltamos ao nosso Hostel, descansamos um pouco, banho e logo em seguida fomos para o Mama África, era sexta feira dia 11/10. Dia de balada! Foi muito bom, vale à pena dar uma passadinha, recomendo.

 

City Tour

 

Na manhã seguinte, logo após o desayno, fomos à praça e ficamos sentados lá por mais de uma hora, somente olhando o tempo passar! Que lugar incrível, tivemos a sorte de presenciar a entrada de um casamento em uma das igrejas que não era aberta a turistas. Resolvemos ir a Pedra dos 12 ângulos, particularmente, para mim é só uma pedra, nada demais! Não que esteja denegrindo a arquitetura Inca, longe disso, pois achamos tudo por lá grandioso!

Logo após fomos mais uma vez no Mercado San Pedro e almoçamos, logo em seguida fomos para a agencia e partimos para o City Tour, fomos primeiro a Qorikancha / Templo do Sol, uma pena que os espanhóis construíram por cima, se tivesse visitado la sozinho não seria tão interessante como foi! Na saída passou um carinha e tirou uma foto nossa sem nem percebermos, somente mais tarde fui saber o propósito, seguimos as ruínas Sacsayhuaman, era considerada o maior templo Inca, foi também palco de cerimônias, depois das explicações do guia tivemos mais de meia hora para andarmos por todo o local, reencontramos o grupo e seguimos para nosso ônibus, foi quando o carinha da foto chegou até nos oferecendo uma foto, impressa em forma de cartão postal com detalhes de Cusco, nos vendeu a foto por S/.5,00 , não hesitei em pagar, é o trabalho do cara, e também achei legal pela lembrança de Cusco.

Q’enqo foi nossa próxima parada, era considerado um portal para os reinos inferiores para dentro da mãe terra Pachamama. Passamos por uma espécie de altar no interior de uma pequena passagem na rocha, depois fomos para Tambomachay que é um templo dedicado as águas, saímos de lá e chegamos ao anoitecer a Pukapukara, que era um “Forte Inca”, uma pena que já estava escurecendo e não pudemos visitar com um pouco mais de calma, na volta a Cusco passamos por uma comunidade que fabricam e vendem artigos de Lã, paradinha típica pega Turista, logo em seguida descemos na Praça de Armas e fomos para nosso Hostel.

Logo após tomarmos banho saímos novamente e fomos jantar, voltamos para o Hostel e ficamos conversando com outros hospedes no bar do hostel.[/align]

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Maras, Moray e Salineiras

 

[align=justify]Domingo. Saímos cedo para nosso Tour a Maras, Moray e Salineiras, nossa primeira parada foi nas Salineiras de Maras, a guia foi muito atenciosa com todos, explicou todo o processo de extração do sal, e ainda nos mostrou a nascente da água quente e salgada, muito legal. Passamos pelo pequeno povoado de Maras, uma parada rapidinha e seguimos para Morai, o centro de experimentos agrícolas dos Incas, ao chegarmos lá vi uma coisa que me deixou muito chateado, em um outro micro ônibus estava um grupo de Brasileiros, fazendo a maior falta de educação, teve um dos caras que até jogou lixo no chão ! Gritando e tudo mais... Vergonha!!!

Voltando ao que interessa, antes de aproximarmos das ruínas a guia pediu que todos fechassem os olhos e fôssemos andando a frente, seguimos as ordens, quando pediu a todos que abrissem os olhos. Tenho guardado na memória a grandiosa visão daquele momento, impressionante. Após todas as explicações regressamos a Cusco.

Chegamos a Cusco, passamos próximo a Plaza Regocijo, estava acontecendo uma feira que tem todos os domingos com comidas típicas e algumas apresentações culturais, paramos por lá e experimentei um prato típico de Cusco, o Chiriuchu , um dos ingredientes é o famoso Cuy.

Uma pena que logo após o almoço começou a chover, bem na hora que uns senhores estavam cantando, tivemos de ir para o Hostel, a chuva continuou até anoitecer. Mais tarde, saímos e fomos a um pequeno Bar próximo a praça, encontramos uns Brasileiros, os mesmo também iriam a Vale Sagrado no dia seguinte, mais tarde passamos novamente ao Mama África e mais uns drinks na cabeça antes de irmos dormir.

 

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Vale Sagrado

 

Levantamos, tomamos o desayano, fizemos check-out e já deixamos um quarto reservado para a noite seguinte, já que além de irmos ao Vale Sagrado, iríamos a Aguas Calientes e Machu Picchu, deixamos nossas mochilas guardadas no próprio Hostel ( todos os hostels de Cusco oferecem este serviço ). Antes de seguirmos para a agencia, passamos em um pequeno supermercado e compramos lanches e água, as 8:30 partimos rumo ao Vale Sagrado.

Dica: O tour do Vale Sagrado passa por Pisaq, Urubamba, Ollantaytambo e Chinchero. Para quem quer economizar dinheiro no trem que vai para Aguas Calientes, a dica é encerrar o tour em Ollantaytambo (fizemos isso) e pegar o trem lá.

Outra dica, fechamos este Tour sem almoço incluso, o preço foi de menos S/.25,00 por pessoa.

Voltando ao relato, antes de chegarmos a Pisaq, fizemos duas paradas, uma em uma pequena comunidade que tivemos uma apresentação de como é fabricada a Lã de maneira artesanal, incluindo o processo de extração, limpeza e tingimento. Achei bem legal, no mesmo lugar há venda de artesanatos e artigos em Lã, ( preços mais altos que em Cusco ). Cerca de meia hora depois, paramos mais uma vez em pequeno Centro dedicado somente a venda de artesanatos.

Seguimos rumo ao Vale, nossa próxima parada foi em Pisaq Mercado, onde paramos em uma fabrica e loja de pratas, onde explicam rapidamente o processo de manufatura da prata e já tentam te vender algo, ( cilada para turistas hehehe) , o processo de manufatura em si é legal. O tempo de parada neste lugar seria de 45 minutos, aproveitamos que já eram 11:30 da manhã e retornamos uns 100 metros atrás na mesma rua e almoçamos em um mercadinho, (arroz,carne,ovo,salada, batatas) custou S/.4,00 por pessoa. Nossa próxima parada seria nas ruínas de Pisaq, Grandiosas, no alto da montanha, as ruínas de Pisaq contemplam o vale a centenas de metros de altura, simplesmente fantásticas !

 

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Seguimos para Urubamba, onde era a parada oficial do almoço, nosso ônibus fez duas paradas para deixar o pessoal nos restaurantes, aproveitamos para andar pela cidadezinha, entramos em um restaurante simples bem próximo ao restaurante turístico, o almoço por lá também era bem barato. Para quem quer economizar fica a dica !

Fiz questão de entrar no restaurante “oficial” e sinceramente não vi nada demais na comida, muitos pratos servidos, custam mais barato em Cusco, uma Brasileira que estava sentada próxima a nós no micro ônibus disse que havia comido muito melhor em Cusco, e que a comida do restaurante parecia Fast Food. Vai a preferência de cada um.

Partimos rumo às imponentes Ruínas de Ollantaytambo, que lugar !!! Chegamos nestas ruínas por volta de 4:00 da tarde, tivemos muito tempo lá junto com o grupo, por volta de 5:00 da maioria dos visitantes seguem a Chinchero para a continuação da visita pelo Vale Sagrado, as ruínas ficam vazias, podemos ver tudo com mais calma e ainda tiramos as melhores fotos sem uma multidão, ficamos até mais de 6:00 horas por lá, descemos e ainda tivemos tempo de tirar mais algumas fotos nos canais d’água próximos a entrada das ruínas. Como nosso trem seria somente as 9:00 da noite tínhamos tempo para andar pelas ruazinhas de Ollataytambo, em grande parte somente os locais por ali, jantamos em umas barracas que ficam na rua da estação de Trem, compramos mais água. As 9:00 partimos rumos a Aguas Calientes. Chegamos já era pouco depois de 11:00 da noite, uma menina contratada da Agencia estava nos esperando, entregou-nos um papel com os dados do guia e horário de encontro com o restante do grupo, levou-nos até o Hotel que a agencia havia reservado. Fizemos o check-in e dormimos logo em seguida, pois teríamos poucas horas de descanso até Machu Picchu ![/align]

 

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Ja vi alguns relatos que fizeram a mesma, vao ate Ollanta e de la para Aguas Calientes, tenho percebido que compensa uma noite em ollanta para quem gosta de uma boa fotografia, diz ai, vale ou nao uma noite la?

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