Movimentada, divertida, saborosa, colorida e interessante. A Cidade do México é tudo isso, só que em proporções gigantescas. E dá certo brilho nos olhos saber que você está pisando na segunda cidade mais populosa do mundo. Importante e imponente, a capital mexicana oferece ao turista um mundo de opções. Podemos investir num roteiro cultural e histórico, pois não faltam museus, galerias de arte, monumentos e sítios arqueológicos. Também podemos fazer um circuito gastronômico, já que as comidas e bebidas típicas são parte obrigatória e estão por todos os lados. A cidade, ainda, alegra os amantes de um bom jardim, das caminhadas pelas ruas charmosas e, é claro, das boas compras.
A arborizada Cidade do México é uma verdadeira festa de contrastes, onde o contemporâneo e o antigo convivem em absoluta harmonia, apesar de ter dimensões de megalópole. Um templo asteca se encontra com prédios moderníssimos, à prova de abalos sísmicos, assim como grupos de música pop se intercalam com os mariachis no gosto popular. E é exatamente esse mix que atrai turistas de todo tipo, que, por sinal, são muito bem recebidos pelo alegre povo mexicano.
A 2.250 metros acima do mar, a cidade de Frida Kahlo vem enfrentando problemas na sua estrutura. No século 14, os astecas construíram a capital de seu império, chamada Tenochtitlán, em uma ilha no lago Texcoco. Com a conquista dos espanhóis, em 1521, a capital asteca foi destruída e, assim, iniciou-se a expansão territorial sobre o lago. As conseqüências do aterramento do Texcoco são sentidas hoje em dia, porque o solo se tornou frágil com o peso da cidade. Em outras palavras, há pontos que estão afundando, como é o caso da Basílica de Guadalupe e alguns monumentos. Tudo isso é reflexo de um crescimento urbano incrível sobre um aterro alagadiço. A boa notícia é que especialistas têm feito grandes trabalhos de reestruturação.
Andar pela cidade a pé é uma ótima maneira de conhecê-la a fundo já que a maior parte dos atrativos turísticos se concentra no Centro Histórico: a Praça da Constituição - popularmente conhecida sob o nome de Zócalo -, a imponente Catedral Metropolitana, o Palácio Nacional e a zona arqueológica do Templo Mayor; além de uma grande quantidade de museus albergados nos casarões coloniais. Até porque, assim se foge do trânsito intenso de fazer inveja a qualquer paulistano. Mas, se quiser utilizar o transporte público, uma boa opção é o metrô. Tem boas linhas que cortam a capital e facilitam bastante a vida. Os ônibus são um pouco velhos, é bem verdade, mas são baratos e circulam com bastante freqüência, inclusive nos fins de semana.
Museu Nacional de Antropologia - Começar a peregrinação para conhecer as relíquias do México por aqui não é uma má idéia. Até porque, é preciso estar descansado para percorrer as inúmeras salas que contam, por meio de seu acervo arqueológico, não só a história das civilizações pré-hispânicas, como também dos povos pelo mundo. Considerado o maior museu da América Latina e um dos mais visitados do planeta, o museu fica dentro do Bosque de Chapultepec e possui quatro edifícios, que cercam um pátio central. Nas primeiras salas, uma verdadeira aula de antropologia leva o espectador a uma interessante viagem ao tempo em que os mamutes conviviam com os nossos ancestrais. Os demais salões são divididos por regiões do México, o que é ótimo, já que se pode escolher aleatoriamente o que mais lhe interessar, sem seguir necessariamente uma ordem cronológica. Contudo, não deixe de passar pela sala asteca, onde vamos encontrar a famosa Pedra do Sol, também conhecida como Calendário Asteca. De terça a domingo, das 9h às 19h. Avenida Paseo de la Reforma com rua Gandhi, s/nº Bosque de Chapultepec. $ 57MN. http://www.mna.inah.gob.mx.
Museu de História Natural - A origem da vida, a evolução das espécies encontradas na Terra, assim como o conceito de universo podem ser encontrados nesse museu, que também fica dentro do Bosque de Chapultepec. De terça a domingo, das 10h às 17h. Segunda seção do Bosque de Chapultepec s/nº.http://www.sma.df.gob.mx/mhn
Museu do Chocolate - Localizado em uma bela casa de 1909 em Colonia Juarez, a fachada e o interior foram cuidadosamente restaurados, com o intuito de contribuir para resgatar os valores históricos da Cidade do México, fazendo um emparelhamento muito eficaz entre tradição e divulgação de um produto puramente mexicano: o Xocolatl. Oferece cursos de chocolate e degustação.$ 65,00 MXN. http://www.mucho.org.mx/
Museu de Arte Moderna - Está localizado na entrada dos Bosques de Chapultepec e é parte do Instituto Nacional de Bellas Artes. Nele são expostos trabalhos dos principais artistas mexicanos contemporâneos. O museu exibe também sua coleção permanente de artistas como Frida Kahlo, Diego Rivera, David Alfaro Siqueiros, José Clemente Orozco entre outros. Terça a domingo, das 10h às 17h30. Paseo de la Reforma, quase na esquina com Circuito Interior – Chapultepec http://www.mam.org.mx $ 25,00 MXN
Museu do Palácio de Bellas Artes - O palácio foi construído em estilo art nouveau, mas surpreende o visitante com seu interior art-déco. A edificação foi iniciada em 1904 e ali se pretendia instalar um teatro com a pompa da Ópera de Paris. A revolução mexicana, em 1910, atrasou o projeto, e o prédio, do qual se concluíra apenas a parte externa, foi inaugurado em 1934. Reúne objetos assinados por grandes nomes da arte mexicana, como os pintores Diego Rivera, Rufino Tamayo, José Clemente Orozco, Jorge Gonzáles Camarena, entre outros. Também recebe exposições sazonais. O grande destaque do acervo do Museu do Palácio de Belas Artes são os 17 murais pintados entre 1928 1963 que estão espalhados pelo interior do edifício. Terça a domingo, das 10h às 18h. Av. Juarez com Eje Central, s/nº, Centro Histórico. http://www.bellasartes.gob.mx FREE
Museu Franz Mayer - Quem gosta de artesanato não tem do que se queixar, já que o México é bem conhecido neste ramo. O Franz Mayer é uma boa opção para os fãs das artes decorativas. Esculturas, pinturas, além de prataria, cerâmica, arte têxtil, estamparia, tudo pode ser encontrado neste edifício que por quatro séculos funcionou como hospital. Além do acervo, também há várias exposições temporárias. De terça a domingo, das 10h às 17h (quartas, até 19h). Av. Hidalgo, 45, Centro Histórico, tel. (52 55) 5518-2266. http://www.franzmayer.org.mx
Museu de Arte Popular - As exposições, agrupadas por tema, cobrem as diferentes disciplinas artesanais: da “Rota de Don Vasco” em Michoacán, às espreguiçadeiras elaboradas nas planícies yucatecas; desde o barro preto de Oaxaca aos tambores dos índios Yaquis, os coloridos vestidos chiapanecos ou os violões de Paracho e as Jaranas do sul de Veracruz, ou as chaquetas (Cueras) de Tamaulipas. Av. Independência, esquina Revillagigedo, a uma quadra da Alameda Central, muito perto do Palácio de Bellas Artes e o Paseo de la Reforma. $40,00 MXN. http://www.map.df.gob.mx/
Museu de Cera - Abriga 15 salas com estátuas de cera de personagens famosos da cultura mexicana e internacional. Cantinflas, Chaves e Chapolin são alguns dos personagens mexicanos mais significativos presentes no museu, que também exibe réplicas de personalidades como Shakira, Harry Potter, o Super Man e Freddy Krueger. De domingo a domingo, das 11h às 19h. Calle Londres, 6, Cól. Juárez, tel. (52 55) 5546-7670. http://www.museodecera.com.mx
Museu Casa de Leon Trotsky – Fica no local onde esse revolucionário russo viveu, de 1939 até ser assassinado em 1940 por Ramón Mercader, acreditando que estava bem protegido depois de fugir à perseguição de Stalin, iniciada quando Lênin morreu e Stalin passou a ser o grande ditador da URSS.http://museocasadeleontrotsky.blogspot.com.br/
Museu Templo Mayor - Foi um dos principais templos astecas de Tenotchitlan, a antiga capital, construído em forma de pirâmide em meados do século 14. Era dedicado a dois deuses, um da guerra e outro da chuva e da arquitetura. Para cada um deles foi erguido um santuário no topo da pirâmide. O templo foi destruído pelos espanhóis em 1521 e o que se pode ver agora é resultado das escavações dos arqueólogos, parte exposta a céu aberta, parte no museu do Templo Mayor. terça a domingo, das 9h às 17h. Calle República de Guatemala – Centro Histórico. F. 5542.4787. $ 51 MXN.
Museu José Luis Cuevas - Foi fundado em 1600 por Don Diego Caballero e sua esposa Dona Inés de Velasco, na época Colonial era a parte residencial do convento de Santa Inês. O Museu e Igreja de Santa Inês. O convento existiu até 1861, quando, devido à nacionalização da Igreja de propriedade, todos os conventos e mosteiros do país foram extintos. A residência tornou-se propriedade privada, funcionando principalmente como cortiços até artista José Luis Cuevas comprou a propriedade com a intenção de restaurá-lo e estabelecer o museu atual dedicado à sua arte e arte da América Latina contemporânea. Academia 13, Centro Histórico, C.P. 06060, Del.Cuauhtémoc. http://www.museojoseluiscuevas.com.mx/
Museu Ripley - Localizado ao lado do Museu de Cera, e seguindo o lema de "Acredite se Quiser!" de seus similares, o Museu Ripley da Cidade do México exibe objetos bizarros como um quadro da Mona Lisa feito com 64 pães de forma tostados. De domingo a domingo, das 11h às 19h. Calle Londres, 6, Cól. Juárez, tel. (52 55) 5546-3784. http://www.ripleys.com
[t1]5 lugares para reviver a história de amor de Diego Rivera e Frida Kahlo[/t1]
1. Colégio de San Ildefonso
San Ildefonso, construído em 1588 pelos jesuítas, foi uma das mais importantes universidades de ensino da Nova Espanha. Hoje é um belo museu que alberga importantes murais, e em 1922 foi o pano de fundo para o início do romance entre dois dos maiores representantes da arte mexicana: Frida, uma jovem estudante de 16 anos, com um bigode escasso e a marca recente de um trágico acidente e Diego, 20 anos mais velho, um artista estabelecido com o diagnóstico de sobrepeso e incapacidade de monogamia.
Frida Kahlo foi estudar na Escola Nacional Preparatória, então neste edifício, quando Diego Rivera pintou o mural “A Criação” (1922) no Anfiteatro da instituição. A primeira vez que os artistas tiveram contato e começaram a traçar a sua história de amor e paixão pela arte foi neste belo edifício que está localizado ao lado do Templo Maior de Teotihuacan, no Centro Histórico da Cidade do México. Terça a domingo das 10 às 18 hrs. $ 20 MXN. http://www.sanildefonso.org.mx
2. Museo Casa Azul - Museu Frida Kahlo
Localizado na rua de Londres, 247, em uma das melhores áreas de Coyoacán, a Casa Azul foi o principal cenário do amor e da produção artística dos pintores. A velha casa em que nasceu e morreu Frida, foi construída por Guillermo Kahlo , seu pai, na moda da época: um pátio central rodeado por quartos e uma fachada de estilo francês, tornou-se a principal casa do casal que, ao longo do tempo, imprimiu nela o seu sabor particular, marcada por detalhes populares e a paixão de Diego para as culturas hispânicas.
Visitando a Casa Azul, o tempo parece parar. Hoje, pode-se ver suas muletas, suas coleções de brinquedos e seu espartilho. Na cabeceira da cama, imagens de Lenin, Stalin e Mao, no estúdio, o cavalete que Nelson Rockefeller lhe deu, e na cozinha, as panelas de barro. Sob a direção de Diego, a casa tornou-se um museu em 1958 (quatro anos após a morte de Frida). De terça a domingo, das 10h às 17h30. Calle Londres, 247, Col. del Carmen, Coyoacán, tel. (52 55) 5554-5999. $ 55,00 MN. http://www.museofridakahlo.org
3. Museu Casa Estúdio Diego Rivera e Frida Kahlo
Conhecida como Moradias Geminadas, esta foi uma das primeiras construções funcionalistas da América Latina. Em 1931, Diego Rivera encomendou ao jovem arquiteto Juan O'Gorman projetar uma casa para ele e outra para Frida, em que cada uma teria seu próprio estúdio.
Localizada em San Angel, esta maravilha arquitetônica foi a casa de pintores desde 1934, o ano em que eles retornam a partir de sua estadia nos Estados Unidos, até 1941, quando o pai de Frida morre e ela volta para a casa azul. Diego Rivera permanece lá até o dia de sua morte, em 1957.
É nesta casa onde Frida se consolida como pintora, criando algumas de suas obras mais notáveis e Diego faz a maior parte de suas pinturas de cavalete, por volta de 3000, que são preservadas no estúdio, incluindo sua coleção de arte pré-colombiana e artesanato mexicano.
Um dos grandes ideais de Diego e Frida era doar todo o seu trabalho para o povo mexicano. Portanto, os pintores tinham a intenção de criar dois museus. La Casa Azul foi o primeiro, o segundo foi o Anahuacalli, localizada perto de Coyoacán. Este edifício, cujo nome significa "Casa do Vale do México" e que empresta características arquitetônicas Asteca e de Teotihuacan, foi erguido por referência a um Teocalli ou templo, com a ajuda do famoso arquiteto Frank Lloyd Wright . Um lugar excepcional por seu design, harmoniosa com a natureza, foi feito a partir da mesma rocha vulcânica sob a qual foi construído. O museu foi aberto em 1964, após a morte do autor, com o apoio de sua amiga Dolores Olmedo . Hoje, a coleção mantém mais de 50 mil peças pré-hispânicas que o artista colecionou ao longo de sua vida, uma galeria de exposições e um espaço onde se realizam peças e musicais.
Este edifício do século XVII, cercado por belos jardins habitados por pavões é o lar da maior coleção de Diego Rivera e Frida Kahlo.
Em sua juventude, Dolores Olmedo foi o modelo Diego, em seguida, tornou-se sua amiga e, eventualmente, sua patrona. Para Frida, Dolores era o sua grande rival, primeiro pela luta de ambas pelo amor de Alejandro Gómez Farias - primeiro namorado de Frida, e mais tarde por sua estreita amizade com o muralista.
No entanto, Dolores permitiu-se perceber, antes de muitos, o valor do trabalho desses ícones. Atualmente, o museu reúne 145 obras de Rivera e 27 peças compradas, entre os quais o famoso "Auto-Retrato com pequeno macaco" (1945) e é complementado com arte de povos pré-hispânicos e coloniais que se juntam em um espaço, que ainda percebe amores, ciúmes e a paixão pela arte. De terça a domingo das 10h às 18h. $ 65 MXN. http://www.museodoloresolmedo.org.mx
[t3] Cidade do México[/t3]
http://www.mexicocity.gob.mx/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade_do_M%C3%A9xico
http://www.df.gob.mx/
[t1] O que tem pra fazer:[/t1]
→ Centro Histórico Zócalo
→ Auditório Nacional
→ Palácio de Belas Artes
→ Teatro da Cidade
→ Museu Nacional de Antropologia
→ Museu Nacional do História
→ Centro da Imagem
→ Laboratório Arte Alameda
→ Museu de Arte de LaSHCP
→ Museu de Arte Popular
→ Museu da Caricatura
→ Museu da Indumentária
→ Bosque e Zoológico de Chapultepec
→ Bosque de Aragón
→ Teatro El Granero
→ Colônia Condesa
→ Colônia Roma
→ Colônia Polanco
→ Bairro Coyoacán
→ Centro Histórico de Tlalpan
→ Vila de Guadalupe
→ Zona Rosa
→ Bairro de Tepito
→ Museu Nacional de Cartografia
→ Museu Casa de la Bola
→ Six Flags México (parque de diversões)
→ Bosques de Las Lomas-Interlomas
→ Catedral Metropolitana da C. do México
→ Parque Hundido
→ Parque Natural Sierra de Guadalupe.
→ Kiosco Morisco
→ Museu Nacional de Arte MUNAL
→ Palácio Postal
→ Polyforum Cultural Siqueiros
→ Teatro Metropolitano
→ Canais de Xochimilco
→ Monumento Anjo da Independência
→ Palácio Nacional
→ Teatro dos Insurgentes
[t1]Um pouco da cidade:[/t1]
Movimentada, divertida, saborosa, colorida e interessante. A Cidade do México é tudo isso, só que em proporções gigantescas. E dá certo brilho nos olhos saber que você está pisando na segunda cidade mais populosa do mundo. Importante e imponente, a capital mexicana oferece ao turista um mundo de opções. Podemos investir num roteiro cultural e histórico, pois não faltam museus, galerias de arte, monumentos e sítios arqueológicos. Também podemos fazer um circuito gastronômico, já que as comidas e bebidas típicas são parte obrigatória e estão por todos os lados. A cidade, ainda, alegra os amantes de um bom jardim, das caminhadas pelas ruas charmosas e, é claro, das boas compras.
A arborizada Cidade do México é uma verdadeira festa de contrastes, onde o contemporâneo e o antigo convivem em absoluta harmonia, apesar de ter dimensões de megalópole. Um templo asteca se encontra com prédios moderníssimos, à prova de abalos sísmicos, assim como grupos de música pop se intercalam com os mariachis no gosto popular. E é exatamente esse mix que atrai turistas de todo tipo, que, por sinal, são muito bem recebidos pelo alegre povo mexicano.
A 2.250 metros acima do mar, a cidade de Frida Kahlo vem enfrentando problemas na sua estrutura. No século 14, os astecas construíram a capital de seu império, chamada Tenochtitlán, em uma ilha no lago Texcoco. Com a conquista dos espanhóis, em 1521, a capital asteca foi destruída e, assim, iniciou-se a expansão territorial sobre o lago. As conseqüências do aterramento do Texcoco são sentidas hoje em dia, porque o solo se tornou frágil com o peso da cidade. Em outras palavras, há pontos que estão afundando, como é o caso da Basílica de Guadalupe e alguns monumentos. Tudo isso é reflexo de um crescimento urbano incrível sobre um aterro alagadiço. A boa notícia é que especialistas têm feito grandes trabalhos de reestruturação.
Andar pela cidade a pé é uma ótima maneira de conhecê-la a fundo já que a maior parte dos atrativos turísticos se concentra no Centro Histórico: a Praça da Constituição - popularmente conhecida sob o nome de Zócalo -, a imponente Catedral Metropolitana, o Palácio Nacional e a zona arqueológica do Templo Mayor; além de uma grande quantidade de museus albergados nos casarões coloniais. Até porque, assim se foge do trânsito intenso de fazer inveja a qualquer paulistano. Mas, se quiser utilizar o transporte público, uma boa opção é o metrô. Tem boas linhas que cortam a capital e facilitam bastante a vida. Os ônibus são um pouco velhos, é bem verdade, mas são baratos e circulam com bastante freqüência, inclusive nos fins de semana.
[t1]Principais Atrações:[/t1]
Museus
http://www.museosdemexico.org
Museu Nacional de Antropologia - Começar a peregrinação para conhecer as relíquias do México por aqui não é uma má idéia. Até porque, é preciso estar descansado para percorrer as inúmeras salas que contam, por meio de seu acervo arqueológico, não só a história das civilizações pré-hispânicas, como também dos povos pelo mundo. Considerado o maior museu da América Latina e um dos mais visitados do planeta, o museu fica dentro do Bosque de Chapultepec e possui quatro edifícios, que cercam um pátio central. Nas primeiras salas, uma verdadeira aula de antropologia leva o espectador a uma interessante viagem ao tempo em que os mamutes conviviam com os nossos ancestrais. Os demais salões são divididos por regiões do México, o que é ótimo, já que se pode escolher aleatoriamente o que mais lhe interessar, sem seguir necessariamente uma ordem cronológica. Contudo, não deixe de passar pela sala asteca, onde vamos encontrar a famosa Pedra do Sol, também conhecida como Calendário Asteca. De terça a domingo, das 9h às 19h. Avenida Paseo de la Reforma com rua Gandhi, s/nº Bosque de Chapultepec. $ 57MN. http://www.mna.inah.gob.mx.
Museu de História Natural - A origem da vida, a evolução das espécies encontradas na Terra, assim como o conceito de universo podem ser encontrados nesse museu, que também fica dentro do Bosque de Chapultepec. De terça a domingo, das 10h às 17h. Segunda seção do Bosque de Chapultepec s/nº.http://www.sma.df.gob.mx/mhn
Museu do Chocolate - Localizado em uma bela casa de 1909 em Colonia Juarez, a fachada e o interior foram cuidadosamente restaurados, com o intuito de contribuir para resgatar os valores históricos da Cidade do México, fazendo um emparelhamento muito eficaz entre tradição e divulgação de um produto puramente mexicano: o Xocolatl. Oferece cursos de chocolate e degustação.$ 65,00 MXN. http://www.mucho.org.mx/
Museu de Arte Moderna - Está localizado na entrada dos Bosques de Chapultepec e é parte do Instituto Nacional de Bellas Artes. Nele são expostos trabalhos dos principais artistas mexicanos contemporâneos. O museu exibe também sua coleção permanente de artistas como Frida Kahlo, Diego Rivera, David Alfaro Siqueiros, José Clemente Orozco entre outros. Terça a domingo, das 10h às 17h30. Paseo de la Reforma, quase na esquina com Circuito Interior – Chapultepec http://www.mam.org.mx $ 25,00 MXN
Museu do Palácio de Bellas Artes - O palácio foi construído em estilo art nouveau, mas surpreende o visitante com seu interior art-déco. A edificação foi iniciada em 1904 e ali se pretendia instalar um teatro com a pompa da Ópera de Paris. A revolução mexicana, em 1910, atrasou o projeto, e o prédio, do qual se concluíra apenas a parte externa, foi inaugurado em 1934. Reúne objetos assinados por grandes nomes da arte mexicana, como os pintores Diego Rivera, Rufino Tamayo, José Clemente Orozco, Jorge Gonzáles Camarena, entre outros. Também recebe exposições sazonais. O grande destaque do acervo do Museu do Palácio de Belas Artes são os 17 murais pintados entre 1928 1963 que estão espalhados pelo interior do edifício. Terça a domingo, das 10h às 18h. Av. Juarez com Eje Central, s/nº, Centro Histórico. http://www.bellasartes.gob.mx FREE
Museu Franz Mayer - Quem gosta de artesanato não tem do que se queixar, já que o México é bem conhecido neste ramo. O Franz Mayer é uma boa opção para os fãs das artes decorativas. Esculturas, pinturas, além de prataria, cerâmica, arte têxtil, estamparia, tudo pode ser encontrado neste edifício que por quatro séculos funcionou como hospital. Além do acervo, também há várias exposições temporárias. De terça a domingo, das 10h às 17h (quartas, até 19h). Av. Hidalgo, 45, Centro Histórico, tel. (52 55) 5518-2266. http://www.franzmayer.org.mx
Museu de Arte Popular - As exposições, agrupadas por tema, cobrem as diferentes disciplinas artesanais: da “Rota de Don Vasco” em Michoacán, às espreguiçadeiras elaboradas nas planícies yucatecas; desde o barro preto de Oaxaca aos tambores dos índios Yaquis, os coloridos vestidos chiapanecos ou os violões de Paracho e as Jaranas do sul de Veracruz, ou as chaquetas (Cueras) de Tamaulipas. Av. Independência, esquina Revillagigedo, a uma quadra da Alameda Central, muito perto do Palácio de Bellas Artes e o Paseo de la Reforma. $40,00 MXN. http://www.map.df.gob.mx/
Museu de Cera - Abriga 15 salas com estátuas de cera de personagens famosos da cultura mexicana e internacional. Cantinflas, Chaves e Chapolin são alguns dos personagens mexicanos mais significativos presentes no museu, que também exibe réplicas de personalidades como Shakira, Harry Potter, o Super Man e Freddy Krueger. De domingo a domingo, das 11h às 19h. Calle Londres, 6, Cól. Juárez, tel. (52 55) 5546-7670. http://www.museodecera.com.mx
Museu Casa de Leon Trotsky – Fica no local onde esse revolucionário russo viveu, de 1939 até ser assassinado em 1940 por Ramón Mercader, acreditando que estava bem protegido depois de fugir à perseguição de Stalin, iniciada quando Lênin morreu e Stalin passou a ser o grande ditador da URSS.http://museocasadeleontrotsky.blogspot.com.br/
Museu Templo Mayor - Foi um dos principais templos astecas de Tenotchitlan, a antiga capital, construído em forma de pirâmide em meados do século 14. Era dedicado a dois deuses, um da guerra e outro da chuva e da arquitetura. Para cada um deles foi erguido um santuário no topo da pirâmide. O templo foi destruído pelos espanhóis em 1521 e o que se pode ver agora é resultado das escavações dos arqueólogos, parte exposta a céu aberta, parte no museu do Templo Mayor. terça a domingo, das 9h às 17h. Calle República de Guatemala – Centro Histórico. F. 5542.4787. $ 51 MXN.
Museu José Luis Cuevas - Foi fundado em 1600 por Don Diego Caballero e sua esposa Dona Inés de Velasco, na época Colonial era a parte residencial do convento de Santa Inês. O Museu e Igreja de Santa Inês. O convento existiu até 1861, quando, devido à nacionalização da Igreja de propriedade, todos os conventos e mosteiros do país foram extintos. A residência tornou-se propriedade privada, funcionando principalmente como cortiços até artista José Luis Cuevas comprou a propriedade com a intenção de restaurá-lo e estabelecer o museu atual dedicado à sua arte e arte da América Latina contemporânea. Academia 13, Centro Histórico, C.P. 06060, Del.Cuauhtémoc. http://www.museojoseluiscuevas.com.mx/
Museu Ripley - Localizado ao lado do Museu de Cera, e seguindo o lema de "Acredite se Quiser!" de seus similares, o Museu Ripley da Cidade do México exibe objetos bizarros como um quadro da Mona Lisa feito com 64 pães de forma tostados. De domingo a domingo, das 11h às 19h. Calle Londres, 6, Cól. Juárez, tel. (52 55) 5546-3784. http://www.ripleys.com
[t1]5 lugares para reviver a história de amor de Diego Rivera e Frida Kahlo[/t1]
1. Colégio de San Ildefonso
San Ildefonso, construído em 1588 pelos jesuítas, foi uma das mais importantes universidades de ensino da Nova Espanha. Hoje é um belo museu que alberga importantes murais, e em 1922 foi o pano de fundo para o início do romance entre dois dos maiores representantes da arte mexicana: Frida, uma jovem estudante de 16 anos, com um bigode escasso e a marca recente de um trágico acidente e Diego, 20 anos mais velho, um artista estabelecido com o diagnóstico de sobrepeso e incapacidade de monogamia.
Frida Kahlo foi estudar na Escola Nacional Preparatória, então neste edifício, quando Diego Rivera pintou o mural “A Criação” (1922) no Anfiteatro da instituição. A primeira vez que os artistas tiveram contato e começaram a traçar a sua história de amor e paixão pela arte foi neste belo edifício que está localizado ao lado do Templo Maior de Teotihuacan, no Centro Histórico da Cidade do México. Terça a domingo das 10 às 18 hrs. $ 20 MXN. http://www.sanildefonso.org.mx
2. Museo Casa Azul - Museu Frida Kahlo
Localizado na rua de Londres, 247, em uma das melhores áreas de Coyoacán, a Casa Azul foi o principal cenário do amor e da produção artística dos pintores. A velha casa em que nasceu e morreu Frida, foi construída por Guillermo Kahlo , seu pai, na moda da época: um pátio central rodeado por quartos e uma fachada de estilo francês, tornou-se a principal casa do casal que, ao longo do tempo, imprimiu nela o seu sabor particular, marcada por detalhes populares e a paixão de Diego para as culturas hispânicas.
Visitando a Casa Azul, o tempo parece parar. Hoje, pode-se ver suas muletas, suas coleções de brinquedos e seu espartilho. Na cabeceira da cama, imagens de Lenin, Stalin e Mao, no estúdio, o cavalete que Nelson Rockefeller lhe deu, e na cozinha, as panelas de barro. Sob a direção de Diego, a casa tornou-se um museu em 1958 (quatro anos após a morte de Frida). De terça a domingo, das 10h às 17h30. Calle Londres, 247, Col. del Carmen, Coyoacán, tel. (52 55) 5554-5999. $ 55,00 MN. http://www.museofridakahlo.org
3. Museu Casa Estúdio Diego Rivera e Frida Kahlo
Conhecida como Moradias Geminadas, esta foi uma das primeiras construções funcionalistas da América Latina. Em 1931, Diego Rivera encomendou ao jovem arquiteto Juan O'Gorman projetar uma casa para ele e outra para Frida, em que cada uma teria seu próprio estúdio.
Localizada em San Angel, esta maravilha arquitetônica foi a casa de pintores desde 1934, o ano em que eles retornam a partir de sua estadia nos Estados Unidos, até 1941, quando o pai de Frida morre e ela volta para a casa azul. Diego Rivera permanece lá até o dia de sua morte, em 1957.
É nesta casa onde Frida se consolida como pintora, criando algumas de suas obras mais notáveis e Diego faz a maior parte de suas pinturas de cavalete, por volta de 3000, que são preservadas no estúdio, incluindo sua coleção de arte pré-colombiana e artesanato mexicano.
De terça a domingo das 10h as 18h $ 60 MN. http://www.estudiodiegorivera.bellasartes.gob.mx
4. Museu Anahuacalli - Museu Diego Rivera
Um dos grandes ideais de Diego e Frida era doar todo o seu trabalho para o povo mexicano. Portanto, os pintores tinham a intenção de criar dois museus. La Casa Azul foi o primeiro, o segundo foi o Anahuacalli, localizada perto de Coyoacán. Este edifício, cujo nome significa "Casa do Vale do México" e que empresta características arquitetônicas Asteca e de Teotihuacan, foi erguido por referência a um Teocalli ou templo, com a ajuda do famoso arquiteto Frank Lloyd Wright . Um lugar excepcional por seu design, harmoniosa com a natureza, foi feito a partir da mesma rocha vulcânica sob a qual foi construído. O museu foi aberto em 1964, após a morte do autor, com o apoio de sua amiga Dolores Olmedo . Hoje, a coleção mantém mais de 50 mil peças pré-hispânicas que o artista colecionou ao longo de sua vida, uma galeria de exposições e um espaço onde se realizam peças e musicais.
De terça a domingo das 10h às 17h30 $ 35 http://www.museoanahuacalli.org.mx
5. Museu Dolores Olmedo
Este edifício do século XVII, cercado por belos jardins habitados por pavões é o lar da maior coleção de Diego Rivera e Frida Kahlo.
Em sua juventude, Dolores Olmedo foi o modelo Diego, em seguida, tornou-se sua amiga e, eventualmente, sua patrona. Para Frida, Dolores era o sua grande rival, primeiro pela luta de ambas pelo amor de Alejandro Gómez Farias - primeiro namorado de Frida, e mais tarde por sua estreita amizade com o muralista.
No entanto, Dolores permitiu-se perceber, antes de muitos, o valor do trabalho desses ícones. Atualmente, o museu reúne 145 obras de Rivera e 27 peças compradas, entre os quais o famoso "Auto-Retrato com pequeno macaco" (1945) e é complementado com arte de povos pré-hispânicos e coloniais que se juntam em um espaço, que ainda percebe amores, ciúmes e a paixão pela arte. De terça a domingo das 10h às 18h. $ 65 MXN. http://www.museodoloresolmedo.org.mx
Cidade do México.pdf
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