Tudo começou em janeiro quando perguntei na página do Facebook dos Mochileiros se havia alguém com planos de viagem para o feriado de abril (18/04 a 21/04). Pois seria o maior feriado do ano e queria alguma coisa bem legal pra fazer. Até então não tinha grande expectativa, apenas queria fazer uma viagem legal.
Foi quando um cara me mandou mensagem no Facebook informando sobre um tópico que estava aberto no site mochileiros.com sobre feriado em Paraty .
Em questão de minutos virei amiga desse cara (Lielton) e da Nathalia (organizadora do encontro de Mochileiros em Paraty).
Em seguida fui convidando amigos e amigas para ir nessa viagem que eu não sabia que iria mudar minha vida pra sempre.
Minhas duas amigas toparam ir comigo. Vanessa e Priscila.
Coincidências acontecem sim. Em fevereiro a Nathalia estava vindo pra BH com mais alguns amigos, então marcamos de conhecê-la em BH. E quando eu digo que coincidências existem, eis que apareceu mais uma mineira de Betim (cidade onde eu trabalho) no grupo. Conhecemos a Edna a mais nova integrante do grupo das mineiras a caminho de Paraty.
Fala sério, isso estava escrito nos nossos destinos.
Então, em fevereiro fomos pra BH conhecer pessoalmente a Nathalia (que já era minha amiga rsrsr) e os meninos. Foi muito bom o papo, pena que não foi possível ir pra balada com eles. Mas foi super divertido!
Daí em diante o grupo foi crescendo e a ansiedade também. Fechamos o Hostel, compramos a camiseta, combinamos a nossa logística, pois iriamos de carro e foi aumentando as expectativas.
Finamente chegou o dia 17/04! \o/
Saímos de Betim as 15:30h passamos por São Joaquim de Bicas pra buscar a última mala. Sim, a mala da Priscila. Mas só a mala mesmo porque a Priscila já estava com o carro desde cedo fazendo toda rotina de uma motorista experiente e precavida. Abastecer, calibrar pneus e etc.
Aproveitamos e passamos na padaria para abastecer nosso isopor com água, suco e refrigerante. Como era Páscoa fizeram a gracinha de comprar uma caixa de bombom.
Fomos nós pela BR 381 (Fernão dias) sentido São Paulo.
O trajeto foi feito pelo pai da Priscila que é caminhoneiro e conhece muito bem a estrada. Fomos por São Paulo, pois embora Paraty fique no Rio. É próxima a Ubatuba então é mais próximo de São Paulo do que da Capital carioca. Além que a estrada é bem melhor.
Nosso mapa!
Como não queríamos viajar a noite, decidimos dormir em Pouso Alegre. Ficamos no hotel Fernandão, pagamos R$45,00 cada uma a noite num hotel muito bom com estacionamento, café da manhã maravilhoso. Valeu super a pena!
Descansadas, pela manhã tomamos um café bem reforçado e seguimos viagem. Pegamos a estrada umas 07:00h e só paramos algumas vezes e paradas rápidas.
Queríamos chegar logo em Paraty.
E lá fomos nós.
A estrada estava tranquila, sem trânsito e com lindas paisagens.
Eu não resisti e fui tirando fotos de todas as paisagens. Enquanto o grupo no whatsap bombava com as informações de todos que estavam a caminho e com as fotos daqueles que já estavam em Paraty.
Pegamos trânsito somente na serra de Ubatuba. Pois a Serra é bem perigosa então precisa de muita paciência para descer aquelas milhares de curvas. Momento da Priscila malhar a panturrilha. Pois não é fácil ficar freiando a cada segundo pra descer a Serra e momento de testar os freios do carro.
De Ubatuba até Paraty foi só algumas horas. Do alto da Serra conseguimos ver o Mar. Momento que todas gritaram hurruuu mas não consegui tirar foto
Tudo certo! Descemos a serra.
Dai só formos ver o mar novamente em Trindade. Ahhhhhhhhhhhh o mar!!!
Quem não fica feliz quando vê o mar? E não vem falar que é coisa de mineiro hein
Em Trindade a Vanessinha pegou a direção deixando a Priscila à vontade pra apreciar a vista que eu e Edna viemos fotografando.
Deixamos a Edna e seguimos direto pro nosso Hostel.
O povo já estava se sentindo em casa. Uma turma na praia em frente o Hostel. Sim! Nosso Hostel era em frente à praia. Outros já tinham ido pra Trindade e outros estavam espalhados pela linda cidade.
Fomos as primeiras a chegar ao nosso quarto. Então podemos escolher nossas camas primeiro. Nosso quarto tinha seis camas. Dividimos com outras meninas do grupo então ficamos bem à vontade.
O Chill Inn é super aconchegante e fomos super bem recebidas por todos.
Após o check Inn fomos pra praia e ai foi só alegria.
Nada como um drink depois de horas de viagem né. Na beira da praia então.
E assim fomos conhecendo o pessoal e fazendo amizades.
À noite fomos pro centro da cidade. Em Paraty tudo é perto. Então da pra fazer tudo a pé.
Parada obrigatória para experimentação de cachaça. Uma melhor que a outra.
Entre uma lojinha e outra, parada pra prestigiar os artistas de rua.
A balada foi no Paraty 33. Point da galera que curti balada. Dei uma passada lá, mas resolvi voltar pra Praia e ficar curtindo o show no bar do Hostel junto com a turma.
No sábado começamos cedo com os passeios. Como estava no grupo da turma que não tinha reservado passeios com antecedência. Saímos à procura de uma escuna. Depois de muito pechinchar conseguimos uma escuna que tinha capacidade pra levar todo nosso grupo. Foi cobrado R$1000 (hum mil reais) pra um grupo de 24 pessoas. Super em conta, afinal era feriado, tudo fica mais caro.
Além do preço, a escuna estava fechada pro nosso animado grupo e ainda podíamos escolher o roteiro. Então fomos nós pelas águas de Paraty onde conhecemos a Ilha do Mantimento, praia dos peixinhos, praia vermelha e outra que não lembro o nome.
A praia vermelhar foi à parada pro almoço e eis a historia que marcou a viagem pra Paraty.
O restaurante estava lotado. O tempo de espera passava de 1:30h para ser atendido. Não podíamos esperar tanto tempo, pois queríamos aproveitar as horas que faltavam e ainda estávamos morrendo de fome.
Foi quando surgiu à solução numa barraca digamos bem rústica a beira da praia. Uma senhora que vendia pastel e cachorro quente.
Vou explicar o motivo de ter marcado tanto o grupo.
Primeiro porque a barraca não tinha a menor condição de higiene. Era um fogãozinho com uma panelinha e uma senhora sem boa apresentação que fazia o pastel, o cachorro quente, cortava o queijo, recebia o dinheiro e etc. não vamos entrar em detalhes.
De fato nenhum fiscal da ANVISA deve ter passado por aqueles lados. Kkkkk
Mas a fome era grande e a pressa também. Então fomos os 24 loucos comprar pastel e cachorro quente com a senhorinha. Coitada! Surtou quando chegou aquele monte de gente.
Uns queriam pastel de queijo, outros de carne e outros cachorro quente. Fora os outros clientes que não estavam no nosso grupo. Uma confusão.
Então nos cliente começamos ajudar. Tivemos inclusive que virar o pastel na panela pra não queimar enquanto a senhora saiu pra buscar óleo e trouxe uma garrafa fazia. A cena foi cômica.
No fim depois de muita confusão, babados e gritaria. Todos tinham sido servidos. Eu comprei uma coca cola no bar do restaurante porque qualquer coisa a coca cola limpa. Saímos rindo e rezando pra não passar mal.
De fato ninguém morreu e nem passou mal. Alias um almoço exótico não faz mal em lugar nenhum do mundo.
Depois da parada pro almoço fomos pra última parada do passeio.
Depois de quase 6 horas de passeio, chegamos a Paraty.
Passamos no centro e já ficamos pro jantar delicioso no Paraty 33.
Preciso falar desse lugar. Que além de uma comida deliciosa e por um preço bem em conta, ainda tem uma decoração muito bacana. A noite sai às cadeiras para dar lugar pra uma boate super animada.
Não resistimos e trouxemos um papel de lembrança do restaurante.
De volta pro Hostel após um banho foi hora de juntar a galera para um animado lual. Que por sinal tinha uma lua incrível.
Com muita música, drinks, risadas e historias de vários viajantes. Terminamos a noite com a brincadeira de bichos que bebem. Uma dinâmica onde quem erra tem que beber uma dose de cachaça. Como já estava bem alegrinha resolvi ir dormir por conta própria antes que precisasse de ajuda para ir pro Hostel. Afinal se resolver dormir na praia de Paraty, aviso que vai acordar com os cachorros lambendo sua boca literalmente. Pois essa cidade tem vários cachorros. Incrível!
Tudo começou em janeiro quando perguntei na página do Facebook dos Mochileiros se havia alguém com planos de viagem para o feriado de abril (18/04 a 21/04). Pois seria o maior feriado do ano e queria alguma coisa bem legal pra fazer. Até então não tinha grande expectativa, apenas queria fazer uma viagem legal.
Foi quando um cara me mandou mensagem no Facebook informando sobre um tópico que estava aberto no site mochileiros.com sobre feriado em Paraty .
Esse tópico aqui: feriado-abril-2014-vamos-pra-paraty-rj-t90291.html
Em questão de minutos virei amiga desse cara (Lielton) e da Nathalia (organizadora do encontro de Mochileiros em Paraty).
Em seguida fui convidando amigos e amigas para ir nessa viagem que eu não sabia que iria mudar minha vida pra sempre.
Minhas duas amigas toparam ir comigo. Vanessa e Priscila.
Coincidências acontecem sim. Em fevereiro a Nathalia estava vindo pra BH com mais alguns amigos, então marcamos de conhecê-la em BH. E quando eu digo que coincidências existem, eis que apareceu mais uma mineira de Betim (cidade onde eu trabalho) no grupo. Conhecemos a Edna a mais nova integrante do grupo das mineiras a caminho de Paraty.
Fala sério, isso estava escrito nos nossos destinos.
Então, em fevereiro fomos pra BH conhecer pessoalmente a Nathalia (que já era minha amiga rsrsr) e os meninos. Foi muito bom o papo, pena que não foi possível ir pra balada com eles. Mas foi super divertido!
Relato da Nathalia em BH
conhecendo-belo-horizonte-bh-mg-num-fds-t92299.html
Daí em diante o grupo foi crescendo e a ansiedade também. Fechamos o Hostel, compramos a camiseta, combinamos a nossa logística, pois iriamos de carro e foi aumentando as expectativas.
Finamente chegou o dia 17/04! \o/
Saímos de Betim as 15:30h passamos por São Joaquim de Bicas pra buscar a última mala. Sim, a mala da Priscila. Mas só a mala mesmo porque a Priscila já estava com o carro desde cedo fazendo toda rotina de uma motorista experiente e precavida. Abastecer, calibrar pneus e etc.
Aproveitamos e passamos na padaria para abastecer nosso isopor com água, suco e refrigerante. Como era Páscoa fizeram a gracinha de comprar uma caixa de bombom.
Fomos nós pela BR 381 (Fernão dias) sentido São Paulo.
O trajeto foi feito pelo pai da Priscila que é caminhoneiro e conhece muito bem a estrada. Fomos por São Paulo, pois embora Paraty fique no Rio. É próxima a Ubatuba então é mais próximo de São Paulo do que da Capital carioca. Além que a estrada é bem melhor.
Nosso mapa!
Como não queríamos viajar a noite, decidimos dormir em Pouso Alegre. Ficamos no hotel Fernandão, pagamos R$45,00 cada uma a noite num hotel muito bom com estacionamento, café da manhã maravilhoso. Valeu super a pena!
http://www.hotelfernandao.com.br/ )
Descansadas, pela manhã tomamos um café bem reforçado e seguimos viagem. Pegamos a estrada umas 07:00h e só paramos algumas vezes e paradas rápidas.
Queríamos chegar logo em Paraty.
E lá fomos nós.



A estrada estava tranquila, sem trânsito e com lindas paisagens.
Eu não resisti e fui tirando fotos de todas as paisagens. Enquanto o grupo no whatsap bombava com as informações de todos que estavam a caminho e com as fotos daqueles que já estavam em Paraty.
Pegamos trânsito somente na serra de Ubatuba. Pois a Serra é bem perigosa então precisa de muita paciência para descer aquelas milhares de curvas. Momento da Priscila malhar a panturrilha. Pois não é fácil ficar freiando a cada segundo pra descer a Serra e momento de testar os freios do carro.
De Ubatuba até Paraty foi só algumas horas. Do alto da Serra conseguimos ver o Mar. Momento que todas gritaram hurruuu mas não consegui tirar foto
Tudo certo! Descemos a serra.
Dai só formos ver o mar novamente em Trindade. Ahhhhhhhhhhhh o mar!!!
Quem não fica feliz quando vê o mar? E não vem falar que é coisa de mineiro hein
Em Trindade a Vanessinha pegou a direção deixando a Priscila à vontade pra apreciar a vista que eu e Edna viemos fotografando.
E finamente as 12:40h chegamos em Paraty. Ufa!
A Edna ficou hospedada no Che Largato (http://www.chelagarto.com) e nós 3 (Eu, Vanessa e Priscila) no Chill Inn (http://www.chillinnhostel.com).
Deixamos a Edna e seguimos direto pro nosso Hostel.
O povo já estava se sentindo em casa. Uma turma na praia em frente o Hostel. Sim! Nosso Hostel era em frente à praia. Outros já tinham ido pra Trindade e outros estavam espalhados pela linda cidade.
Fomos as primeiras a chegar ao nosso quarto. Então podemos escolher nossas camas primeiro. Nosso quarto tinha seis camas. Dividimos com outras meninas do grupo então ficamos bem à vontade.
O Chill Inn é super aconchegante e fomos super bem recebidas por todos.
Após o check Inn fomos pra praia e ai foi só alegria.
Nada como um drink depois de horas de viagem né. Na beira da praia então.
E assim fomos conhecendo o pessoal e fazendo amizades.
À noite fomos pro centro da cidade. Em Paraty tudo é perto. Então da pra fazer tudo a pé.
Parada obrigatória para experimentação de cachaça. Uma melhor que a outra.
Entre uma lojinha e outra, parada pra prestigiar os artistas de rua.
A balada foi no Paraty 33. Point da galera que curti balada. Dei uma passada lá, mas resolvi voltar pra Praia e ficar curtindo o show no bar do Hostel junto com a turma.
No sábado começamos cedo com os passeios. Como estava no grupo da turma que não tinha reservado passeios com antecedência. Saímos à procura de uma escuna. Depois de muito pechinchar conseguimos uma escuna que tinha capacidade pra levar todo nosso grupo. Foi cobrado R$1000 (hum mil reais) pra um grupo de 24 pessoas. Super em conta, afinal era feriado, tudo fica mais caro.
Além do preço, a escuna estava fechada pro nosso animado grupo e ainda podíamos escolher o roteiro. Então fomos nós pelas águas de Paraty onde conhecemos a Ilha do Mantimento, praia dos peixinhos, praia vermelha e outra que não lembro o nome.
A praia vermelhar foi à parada pro almoço e eis a historia que marcou a viagem pra Paraty.
O restaurante estava lotado. O tempo de espera passava de 1:30h para ser atendido. Não podíamos esperar tanto tempo, pois queríamos aproveitar as horas que faltavam e ainda estávamos morrendo de fome.
Foi quando surgiu à solução numa barraca digamos bem rústica a beira da praia. Uma senhora que vendia pastel e cachorro quente.
Vou explicar o motivo de ter marcado tanto o grupo.
Primeiro porque a barraca não tinha a menor condição de higiene. Era um fogãozinho com uma panelinha e uma senhora sem boa apresentação que fazia o pastel, o cachorro quente, cortava o queijo, recebia o dinheiro e etc. não vamos entrar em detalhes.
De fato nenhum fiscal da ANVISA deve ter passado por aqueles lados. Kkkkk
Mas a fome era grande e a pressa também. Então fomos os 24 loucos comprar pastel e cachorro quente com a senhorinha. Coitada! Surtou quando chegou aquele monte de gente.
Uns queriam pastel de queijo, outros de carne e outros cachorro quente. Fora os outros clientes que não estavam no nosso grupo. Uma confusão.
Então nos cliente começamos ajudar. Tivemos inclusive que virar o pastel na panela pra não queimar enquanto a senhora saiu pra buscar óleo e trouxe uma garrafa fazia. A cena foi cômica.
No fim depois de muita confusão, babados e gritaria. Todos tinham sido servidos. Eu comprei uma coca cola no bar do restaurante porque qualquer coisa a coca cola limpa. Saímos rindo e rezando pra não passar mal.
De fato ninguém morreu e nem passou mal. Alias um almoço exótico não faz mal em lugar nenhum do mundo.
Depois da parada pro almoço fomos pra última parada do passeio.
Depois de quase 6 horas de passeio, chegamos a Paraty.
Passamos no centro e já ficamos pro jantar delicioso no Paraty 33.
Preciso falar desse lugar. Que além de uma comida deliciosa e por um preço bem em conta, ainda tem uma decoração muito bacana. A noite sai às cadeiras para dar lugar pra uma boate super animada.
Não resistimos e trouxemos um papel de lembrança do restaurante.
De volta pro Hostel após um banho foi hora de juntar a galera para um animado lual. Que por sinal tinha uma lua incrível.
Com muita música, drinks, risadas e historias de vários viajantes. Terminamos a noite com a brincadeira de bichos que bebem. Uma dinâmica onde quem erra tem que beber uma dose de cachaça. Como já estava bem alegrinha resolvi ir dormir por conta própria antes que precisasse de ajuda para ir pro Hostel. Afinal se resolver dormir na praia de Paraty, aviso que vai acordar com os cachorros lambendo sua boca literalmente. Pois essa cidade tem vários cachorros. Incrível!