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Olá viajante!

Bora viajar?

Peru - Equador e Colômbia - De Lima a San Andres - Relatos de um mochileiro solitário!

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COMO TUDO COMEÇOU

 

Tenho um projeto de viagem que é de conhecer toda a América do sul, comecei em 2013 com a clássica rota Bolívia, Chile e Peru e em 2014 dei um pulo na Argentina e no Uruguai. Quando decidi que iria viajar no final do ano comecei a ler alguns relatos aqui no mochileiros, e dois me chamaram muito a atenção:

 

peru-equador-e-colombia-entre-maio-e-junho-de-2013-diario-de-bordo-t88004.html

huaraz-trujillo-chachapoyas-kuelap-iquitos-t48307.html

 

Comecei a ler o relato do Lico e achei sensacional, depois encontrei o do Marcio e fiquei fascinado por Chachapoyas, então baseado nesses dois relatos elaborei o meu roteiro que ficou assim: Lima - Huaraz - Trujillo - Chachapoyas - Chiclayo - Cuenca - Baños - Latacunga - Quito - Otavalo - Ipiales - San Agustin - Bogotá - Medellin - Cartagena - San Andres.

Feito o roteiro fui pesquisar os preços das passagens, minha ideia inicial era começar por San Andres e terminar em Lima, mas as passagens estavam salgadas, em media R$ 2100,00, pesquisava todos os dias e nada de o preço baixar, foi ai que resolvi consultar invertendo o roteiro e encontrei os trechos: Sao Paulo x Lima - Cartagena x San Andres - San Andres x Sao Paulo, por R$1452,00 voando Lan, não pensei duas vezes e comprei na hora. As passagens foram compradas em Junho para viajar em dezembro.

 

 

LIMA

 

Meu voo saiu de Guarulhos pontualmente as 05:10 e desembarcou em Lima as 07:00 horário local, tinha reservado pelo booking.com um quarto no Quincha Guest House em miraflores, e alguns dias antes enviei um email para solicitar um serviço de táxi de confiança e o Antonio dono do hostel me respondeu oferecendo um táxi por 70,00 soles, achei meio caro mas aceitei e enviei os dados do voo e horário de chegada. Quando desembarquei me deparei com varias pessoas segurando plaquinhas com nomes de passageiros e nenhuma com o meu nome, ou seja fui esquecido ::lol4::, não perdi a esperança e dei mas uma volta e nada, então fechei com taxista credenciado que fica dentro do aeroporto por 60,00 soles, menos mal já comecei economizando 10,00 soles.

A viagem até Miraflores durou 1 hora, um transito infernal que deixa o de Sao Paulo no bolso. Chegando no hostel fui recebido pelo Antonio, que me passou algumas dicas sobre a cidade e até me emprestou uma tarjeta para utilizar o Metropolitano de Lima. O quincha não é bem um hostel, na verdade ele aluga os quartos da casa a preços bem em conta, fiquei em um quarto com cama de casal, banheiro compartilhado e tv a cabo, por 3 noites e um dia inteiro por 110 soles.

Meu objetivo em Lima era conhecer alguns sítios arqueológicos da região, e a primeira parada foi na Huaca Pucllana que fica em Miraflores, como estava perto do hostel fui caminhando tranquilamente e em menos de 20 minutos já estava lá. A entrada na Huaca custa 12,00 soles, a visita acompanhada com um guia dura cerca de uma hora, onde se percorre toda a huaca, aprendendo um pouco do historia e costumes de todos os povos que habitaram esse lugar.

 

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Depois da Huaca peguei um ônibus na Av Arequipa e fui conhecer o centro histórico de Lima, n{ao pode ficar muito por lá porque estava tendo um protesto de jovens contra uma lei de trabalho juvenil, o clima estava meio tenso, as ruas fechadas e muito policiamento, saquei algumas fotos rapidamente e zarpei fora.

 

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O segundo dia reservei para conhecer Caral, a civilização mais antiga do continente americano e para chegar lá nao foi nada facil. Eu sabia que teria de pegar um ônibus para Barranca e descer em Supe e de lá um táxi compartilhado para Caral, sai do hostel a 6:00 da manha e fui em busca de informações, pedi ajuda para um senhor, ele falou falou e falou e unica coisa que capitei na mensagem foi que eu teria de pegar um ônibus verde e descer na panamericana norte, fui ate o ponto e peguei o primeiro ônibus verde que passou, mas n{ao era o certo, pedi ajuda para o motorista e ele me indicou onde passaria o ônibus para a panamericana norte. Já dentro do busao correto pedi ao motorista que me deixasse onde passariam o ônibus para Barranca, depois de uma viagem de uma hora desembarquei na panamericana norte e finalmente embarquei no ônibus para Barranca, assim que subi, avisei ao cobrador que deixasse em Supe, a viagem durou 4 horas e custou 15,00 soles.

Chegando em Supe, fui em busca dos táxis compartilhados rumo a Caral, o taxi custou 5 soles, só inicia a viagem quando fica lotado e vai gente na frente, atras, no porta mala uma loucura, de Supe até Caral são 24 km, o táxi te deixa no vilarejo que fica um pouco distante da entrada da zona arqueológica, mas por 1,00 sol o motorista me deixou na porta do gol.

 

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Da entrada ainda se caminha por uma trilha bem sinalizada até o posto de atendimento.

 

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A cidade sagrada de Caral foi descoberta em 1994 e ainda tem muita coisa sendo descoberta, para ter acesso se paga 11 soles de entrada e mais 10 soles para o guia, e mais uma vez se tem uma bela aula de historia sobre o lugar, e como é impressionante a perfeição das construções e de como eram avançados para o seu tempo.

 

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Para voltar a Lima é a mesma maratona, busao de Supe até o Terminal plaza norte e de lá o metropolitano até miraflores, cheguei no hostel a meia-noite, cansado mais com a sensação de dever cumprido.

 

No meu ultimo dia em Lima fui conhecer a Huaca Huallamarca e Pachacamac, a Huaca fica em San Isidro, mas quase ninguém conhece foi osso chegar lá, peguei um busao em miraflores e desci em San Isidro, comecei a perguntar e ninguém conhecia, pedi ajuda a um guarda de transito que muito gentilmente pesquisou na internet e me deu a direção correta, por sorte eu estava bem perto e logo cheguei lá.

A Huaca Huallamarca nao tem nada de mais, é uma piramede cravada no meio do bairro, se paga 5,00 soles para entrar que te dá acesso a um pequeno museu que contem algumas pecas achadas no lugar e mais nada..

 

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Nao fiquei 10 minutos na Huallamarca e já fui em busca de informação de como chegar a Pachacamac, a própria atendente da huaca me ajudou, peguei uma van na AV Javier Prado este e desci no Trebol, de lá tem que atravessar uma passarela e ir sentido a Panamericana Sur, dai é só perguntar qual van vai para Pachacamac e pedir para descer em frente a entrada das ruínas. Uma hora depois já estava em Pachacamac a entrada custa 10,00 soles, e se pode contratar um guia a parte, optei em fazer o circuito sozinho o caminho é bem sinalizado e ainda se recebe um mapa com todo o traçado.

Achei bem bacana Pachacamac, esse centro foi habitado por diversas civilizações que contribuíram de alguma forma para construção desse magnifico lugar.

 

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MAUSOLEU DE REVASH/MUSEU DE LEYMEBAMBA

 

Nosso dia seria dividido em duas partes, pela manhã revash e a tarde Leymebamba. Dessa vez o ponto de encontro foi na plaza de armas , chegando lá, a van já estava a espera ,e já tinha uma galera aguardando, antes de sair o guia fez uma contagem e verificou que tinha mais pessoas do que lugares , e ainda teríamos que pegar mais duas pessoas em outro hotel, mas daria para ir todos tranquilos sem problema, nisso uma tiazinha que estava com um grupo de peruanos deu um chilique e disse que não iria apertada e desistiu do passeio junto com o filho, o dia começou meio tenso mas mesmo assim seguimos viagem e fomos buscar os dois que faltavam., chegando no hotel deles fomos informados que eles não estavam se sentindo bem e não iriam, ou seja ligaram para a tiazinha chiliquenta e ela voltou ao grupo e finalmente seguimos viagem.

E lá fomos nós montanha acima , subíamos, subíamos e subíamos, e algumas horas depois chegamos em um ponto onde teríamos que seguir a pé por cerca de 4 km para chegar ao mausoléu

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e adivinha quem começou a reclamar....Para evitar mais transtornos o motorista sugeriu que nos levaria mais acima por 5 soles de cada e assim o caminho até o mausoléu seria mais curto, todos concordaram e seguimos mais um pouco morro acima.

fizemos a parada final na praça de um pequeno povoado e iniciamos a caminhada rumo ao mausoléu e dessa vez foi só descida, caminhamos por cerca de 30 minutos e logo avistamos no meios das montanhas os mausoléu de revash.. SAM_4055.JPG.a910b875bcff71ba18211b9e009d212e.JPG

 

O Mausoleu de Revash, pertencentes a cultura chachapoya, eram cemitérios coletivos que ocupavam covas naturais ou escavadas nas paredes rochosas de altas montanhas da região, os mais corajosos como eu.kkk puderam subir um pouco mais e praticamente entrar em alguns do mausoléus. Ficamos cerca de uma hora apreciando aquele incrível lugar e logo iniciamos o caminho de volta. SAM_4066.JPG.cb6fdd73026c5a5773b876dcd54e8721.JPG

Com todos já acomodados seguimos para uma longa viagem até leymebamba, chegamos por volta das 15h tivemos que almoçar correndo para seguir até o museu que fecharia as 16h. felizmente deu tudo certo e chegamos a tempo de conhecer o incrível museu de leymebamba cuja a atração principal são as 219 múmias da cultura chachapoya que foram encontradas em 1996 na região da laguna de los condores, é impressionante o perfeito estado de conservação, mas infelizmente não pode se fotografar,além das múmias diversos objetos e achados arqueológicos compõem o acervo do museu.

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KUELAP

 

De todas as trações de Chachapoyas, Kuelap era a mais aguardada por mim e finalmente chegou o dia de subir a montanha e conhecer a monumental fortaleza de Kuelap.

Conhecidos como os guerreiros das nuvens os Chachapoyas construíram nos altos das montanhas Amazônicas a mais de 3000m de altitude sua fortaleza, de onde reinaram até serem dominados e escravizados pelos Incas, esses eram tão odiados pelos chachapoyas que quando os espanhóis chegaram à região os guerreiros das nuvens se uniram aos colonizadores para derrotar os Incas. SAM_4008.JPG.992547b159dc4c1c6e1daa768d31596e.JPG

Kuelap é conhecida como a Machu Picchu do norte, mas sem a aglomeração humana de sua prima do sul, talvez por ser uma região de difícil acesso de Lima são aproximadamente 24 h de viagem e o aeroporto mais próximo fica em Tarapoto distante cerda 400 km de Chachapoyas, mas o governo peruano está começando uma grande campanha de divulgação para tornar Kuelap mais conhecida e atrair mais turistas. SAM_4047.JPG.6397b9d6e744d495b0296852a590c057.JPG

Partimos de Chachapoyas as 08h rumo a Kuelap a viagem durou cerca de 3h em estrada de terra e penhascos para todos os lados, mas chegamos todos vivos e salvos. Chegando a Kuelap tem que se pagar a entrada que custa 15 soles e caminhar cerca de 30 minutos até a entrada da fortaleza. SAM_3982.JPG.fe21ca198672a4819f8b26efc11ef10b.JPG

O acesso para a cidadela apresenta um detalhe interessante: à medida que vamos caminhando, os corredores vão se estreitando , permitindo a entrada de uma pessoa por vez, evidenciando uma eficaz tática de defesa. SAM_3997.JPG.e3b2478f080c5d0815b3dfdd341550be.JPG

A estrutura da cidadela demonstra que os Chachapoyas eram uma sociedade bem organizada, com aéreas administrativas, religiosas e cerimoniais. O que chamou muito a atenção foi a característica da arquitetura chachapoya, todas as construções em formato circular e em algumas aéreas é possível perceber também a presença da arquitetura inca com suas construções retangulares.

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Não tenho duvidas que em alguns anos Kuelap será tão famosa como sua prima Machu Picchu.

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CATARATAS DE GOCTA

 

No meu ultimo dia em Chachapoyas, o objetivo era desbravar a terceira maior cachoeira do mundo: a Catarata de Gocta. Saímos as 08h de Chachapoyas com destino ao povoado de Cocachimba, base para se chegar as quedas da catarata.

Chegando ao povoado é necessário se registrar e pagar 15 soles que da direito a um guia comunitário que acompanha o grupo, e por mais três soles você consegue alugar um par de botas (super necessário). Concluído os procedimentos iniciamos a caminhada e bem de longe já foi possível avistar bem de longe as cataratas, sinal de que teríamos muito caminho pela frente.

 

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No inicio da caminhada o grupo se manteve junto ao guia, mas como a galera estava meio devagar, e o caminho era bem sinalizado, logo os mais rápidos se separam e sumiram na frente e eu claro era um deles. ::lol4:: A ida foi bem tranquila poucas subidas e muitas descidas, já deu para imaginar como seria à volta? ::lol4::

No meio do caminho tem a opção de alugar cavalos para fazer a parte mais pesada, mas eles só percorrem uma parte do caminho, o bom mesmo é fazer o percurso na raça.

 

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Depois de 2h30, estava eu, frente a frente admirando de boca aberta esse espetáculo da natureza, os mais corajosos puderam chegar bem perto da queda e sentir a força de Gocta e claro tomar um banho revigorante e energizante.

 

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Parabéns pelo relato... estou acompanhando de perto!

 

embora conheça o chile e alguma coisa da Bolivia, quero fazer algo semelhante com a minhas esposa e vou aproveitar várias coisas da tua viagem. ::otemo::

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CHICLAYO

 

Deixei Chachapoyas na noite do dia 01/01/15 com destino a Chiclayo, a passagem pela movil tours custou 75 soles e a viagem durou 9 horas. Cheguei por volta das cinco da matina e fiquei no terminal da movil tour esperando amanhecer e aguardando alguma tomada ficar livre para carregar o celular. ::lol4::

A minha estadia na cidade seria curta, meus objetivos ali era conhecer o museu das tumbas reales de sipan e comprar passagem para Cuenca (Equador). Duas empresas fazem a rota Chiclayo x Cuenca: Azuay e a Supersemeria Comprei a pela supersemeria com saída prevista para as 18h30 e segui parra conhecer o museu. Para chegar ao Museu de Sipan é bem simples, foi só pegar uma van para a cidade de Lambayeque e pedir para descer próximo ao museu, a viagem dura um trinta minutos.

O Museu tem um forte esquema de segurança, mochilas e bolsas ficam no guarda volumes.Construído na forma de uma antiga huaca moche, e dividido em três pavimentos o Museu tumbas reales de sipan guarda os restos mortais e todo material retirado das escavações no sítio arqueológico Huaca Rajada, onde foram encontrados diversos fardos funerários de integrantes da cultura moche. No total, são mais de 5 mil peças, entre joias, coroas, artefatos de batalha, objetos de ouro, cobre, prata e cerâmica.

De volta a Chiclayo passei o final de tarde na lan house gastando meus últimos soles até chegar a hora de seguir para o Equador.

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CUENCA - EQUADOR

 

A viagem de Chiclayo a Cuenca durou cerca de 13 horas, ficamos parados por uma hora na aduana pra fazer os tramites de migração, mas em geral a viagem foi bem tranquila.

Cheguei em Cuenca por volta da 06h da manha e fui direto para o hostel turista del mundo me hospedei em um quarto privado com banheiro por 12 dolares a noite. Só deu tempo de tomar banho e voltar ao terminal para comprar passagens para Ingapirca.

 

INGAPIRCA

 

A viagem até Ingapirca durou cerca de duas horas e a passagem custou 5 dólares ida e volta pela cooperativa Cañar, saída as 09h e retorno as 13h. O complexo turístico de Ingapirca bem estruturado, com várias lojinhas de artesanato, a entrada custou 6 dólares com direito a um guia. SAM_4137.JPG.aab758403d2edeca40ee5ba29ee91c3e.JPG

Ingapirca é uma construção da cultura Cañar, que posteriormente foi dominada pelo Império Inca, A visitação dura cerca de duas horas, caminha-se por todo o complexo e pode-se também conhecer uma outra parte mais distante do complexo, como o tempo estava curto não arrisquei. A construção mais impressionante de Ingapirca sem duvidas é o templo do sol , os detalhes, a perfeição e a conservação dessa ruína são de tirar o folego.

 

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PUMAPUNGO

 

Voltando de Ingapirca aproveitei para conhecer o museu arqueológico e as ruinas de pumapungo. A entrada no museu é gratuita e conta um pouco da história dos diversos povos indígenas que habitaram e contribuíram para a formação cultural do equador.

Anexo ao museu está localizada as ruinas de pumapungo, considerada a segunda maior cidade do império inca, as margens do rio tomebamba.

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CITY TOUR

 

Uma boa opção para quem estiver com o tempo corrido é fazer o city tour, o passeio custou 5 dólares e as saídas são em frente a catedral de Cuenca.

O tour percorre boa parte do centro histórico de Cuenca , que por sinal é considerado patrimônio cultural da humanidade pela UNESCO, percorre outras locais históricos terminado com uma parada no mirador de Turi onde é possível ter uma visão bem ampla de toda a cidade.

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PARQUE CAJAS

 

Ao lado de Ingapirca o parque Cajas é principal atração de Cuenca. Cajas é uma reserva natural no meio dos andes a mais de 4000m de altitude repleto de montanhas e lagos e um frio de matar.

Algumas agencias vendem o passeio por 50 dólares, a outra opção é ir por conta gastando 4 dólares ida e volta, optei pela segunda é claro. Tinha tentado ir a Cajas no dia anterior, mas não consegui comprar passagem, o vendedor de passagem me orientou a chegar bem cedo porque tinha muita procura , aceitei seu conselho e no dia seguinte as 07h da manha cheguei ao terminal e garantindo sem problemas minha passagem.

Na fila esperando pelo busâo conheci o Mauricio, brasileiro que estava fazendo um mochilão pelo Equador, que virou meu grande parceiro nesse dia de viagem, o busão nos deixou na entrada do Parque, caminhamos até a recepção nos registramos e analisamos qual rota iriamos encarar, se não me engano eram quatro opções de rota, da mais difícil a mais fácil, acabamos optando pela mais fácil, que de fácil não tinha nada. ::lol4::

 

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Não foi fácil mais foi uma caminhada bem agradável e desafiadora, cada metro caminhado apresentava paisagens belíssimas que serviam como combustível para chegar até o final.

Vale lembrar que ventava muito e fazia muito frio, mas muito frio mesmo, pelo mapa o tempo para percorrer essa rota seria de 5h, nós percorremos em 3h30. É imprescindível levar muita água e um lanchinho para se abastecer pelo caminho. Por fim um lugar indispensável...

 

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