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Mochilão dos 100 dias: PE-Cusco, Arequipa, Ica , Paracas, Lima, Huaraz, Trujillo, Chachapoyas, Cajamarca, Chiclayo) EC e CO ¿Por qué no?

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De volta aos relatos enormes e intermináveis... e esse vai ser mais enorme e interminável ainda, rs.

 

Mas tem alguns poréns, vou começar com eles pra ser o mais justa possível com vocês. ::mmm:

 

Não espere maravilhas de detalhes como no relato alcoolico do primeiro mochilão, ou do segundo cheio de frio e balada, ou do terceiro de neve a deserto... Primeiramente, foram muitos dias de viagem e eu não lembro de tudo mais! ::lol3::

 

Minha vida pessoal fez com que esse mochilão tivesse momentos estranhos... dias de deprê, dias de foda-se, dias de tudo... vou tentar pular esses detalhes e se não fizer sentido, não vai fazer... cest la vie, rs.

 

E eu gostei muito do estilo do Lico de dividir por países e eu vou copiar mesmo, na caruda e fazer assim ::otemo:: Pra mim ficou mais fácil de pesquisar, vou seguir o modelo!

 

Agora além de mochileira eu sou blogueira, então tem muita coisa que está lá e vou colocar altos links... se quiserem clicar e ver os detalhes no O Melhor Mês do Ano também, eu ficaria muito agradecida =)

 

Explicações dadas, vamos a história:

 

Peru – É esse aqui mesmo!

Equador – link relato (a ser colocado quando eu chegar lá, rs)

Colômbia – link relato (idem)

 

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Mentira, vamos a história de antes do mochilão começar...

 

E a vida... a vida é uma caixinha de surpresas.

 

O blog começou assim, um hobby e também um facilitador... tanta gente me perguntava de tanta viagem e eu acabava tendo que contar a mesma história n vezes (não isso não é um problema na mesa de um bar, com uma geladinha... mas as vezes cansa um pouco digitar tudo várias vezes, rs). E começou, e está indo, sem muitas pretensões, naquela que gentileza gera gentileza e que tem sempre gente querendo informações.

 

O Melhor Mês do Ano surgiu porque a maioria de nós, meros mortais, tem aquela vida de 11 meses de trabalho e um mês de férias. Não falando que todo mundo odeia o trabalho nem isso, mas não dá pra comparar férias com a vida 'normal' né? Aquele período de break, que você gasta todas as forças curtindo, mas volta com maior pique depois, revigorado.

 

Eu era assim... ou ainda sou, mas tirei um tempo do meu eu de um mês por ano.

 

As coisas em Joinville nunca estiveram muito certas pra mim, era uma cidade que eu não gostava e meus amigos e família estavam longe. Vivia na ponte aérea. E eu sofria, mas não queria admitir...

 

A vida, a caixinha de surpresas, me deu um presente, uma demissão sem justa causa. Nunca achei que comemoraria tanto essa conquista. E ouvi pachamama me dizendo bem baixinho "vem, vem me ver de novo...."

 

E eu ouvi... e fui!

 

Pra ajudar, já tinha uma viagem programada pro Peru (e uma que foi desprogramada pra Gramado). Ia em agosto pro Peru, sem passagem de volta e de coração dividido.

 

E assim começou...

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Dia 1: Viagem SP – Lima – Cusco

 

Malditas passagens promocionais (rs). Meu voo saiu de SP as 3 e tanto da manhã, um voo da LAN horroroso, eu com 1,65 de altura não conseguia me mexer direito na poltrona... Não dormi nada, cheguei moída em Lima as 7 da manhã (hora local).

 

O plano era pegar o insano ônibus de um dia de chacoalheira até Cusco, mas o espírito consumista invadiu meu ser e eu resolvi comprar um voo pela Peruvian Airlines, por USD94. Uns 30 dólares a mais do que o bus da Cruz del Sur. Ok, me venceu...

 

O bom é que o voo sairia em uma hora, então nem precisei enrolar muito no aeroporto... eu tava uma zumbi!

 

Bom, bem de boa o voo, um pouco mais de uma hora num aviãozinho pequeno, com serviço de bordo quase inexistente (mas com habas, que é um negócio que junto com o maíz gigante, me faz falta com cervejinha aqui no Brasil).

 

Chegada em Cusco e mais problema... agosto, alta temporada, não consegui vaga no hostel que eu tinha reserva (loki loki loki oi oi oi), e sim, eu gosto mesmo do Loki, já tinha ficado lá em 2011 e não tinha porque não ficar lá de novo. A atmosfera é ótima, sempre fui muito bem atendida, tem o porém da escalada que tem que fazer pra chegar lá... mas ok, é bom pra aclimatar hahaha ::hein:

 

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Acabei deixando meu mochilão lá no Loki e fazendo uma mochilinha pra um dia e saí em busca de um hostel pra essa noite. Acabei parando no Pariwana, que é bem bacana também (mas não posso dar muita opinião sobre ele, afinal, só dormi por lá mesmo).

 

Esse dia foi perdido total, eu tava um bagaço e praticamente só comi e dormi.

 

Sem grandes histórias =/

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Dia 2) Cusco – dia de aclimatar

 

Ah Camila, mas você ficou um dia a toa só dormindo precisa aclimatar?

 

Já falei que foi slowmotion a viagem, não? Rs ::mmm:

 

Como meu plano era de passar uns 10 dias em Cusco, queria explorar bem a cidade e esse dia foi bom pra planejar.

 

Mas Camila, você já não foi pra Cusco? Já não conheceu tudo lá? Precisa planejar?

 

Sim, precisa. Eu não queria fazer nada com agência, queria conhecer tudo por conta... fora que da outra vez eu fiquei 5 dias e voltei pra casa com a maldita sensação que queria ir pra MP de trilha, que queria dormir uma noite em Ollanta, que queria conhecer de verdade e não como turista.

 

Esse dia me serviu pra walk around sem muito propósito, trocar dinheiro, fazer o check in no Loki, comprar o boleto turístico, ir na farmácia (inflamou um nódulo que eu tenho na perna.. um bom jeito de começar a viagem =/ ), mercado...

 

E ir no posto oficial de informações turísticas.

 

Isso eu quero frisar bem. Vá lá! Sempre vá nas cidades onde passar. É uma fonte fantástica de dicas, gente que sabe, que é paga pra isso. Mas vá com ouvidos atentos, eles podem ser pagos pelas agências também... rs. Senso crítico de viajante sempre alerta.

 

Lá no posto (fica na Calle Marquez Mantas, quase com a Av El Sol) fiquei quase uma hora, conversando com um moço muito querido, que me deu um mapa muito bom e todas as dicas que eu precisava:

 

- Como fazer Maras e Moray – que no fundo era um saco pra ir por conta e eu acabei indo de tour

- City tour – que é ridículo ir por conta, sai mais barato e rende fotos sem turistas

- Valle Sagrado – que também é muito fácil e barato (e muuuuuuito mais completo ) do que ir com agênca

- Como ir de Ollanta até Santa Teresa (que a dica foi: ‘lá em Ollanta vc descobre...’ e não deu certo...)

- Como ir a Tipón e Pikillacta... que até era bem fácil ir por conta, mas iria sair mais caro porque eu não ia ter com quem dividir o taxi...

 

Valeu muito a visita e eu indico pra todos, façam isso porque na pior das hipóteses você fica com um bom mapa pra consultar, rs.

 

Uma andada pela cidade, fui atrás da pedra de 12 ângulos. Um daqueles pontos que vc pensa ‘aqueles fdp eram perfeccionistas demais, tá loco’... Fica superperto da plaza de Armas, vale a visita com certeza!

 

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Bom, com o Boleto Turístico na mão (quer mais detalhes dele? Escrevi um post falando uma por uma o que é cada atração, mas vai acabar aparecendo tudo aqui no relato, calma rs.) fui atrás do Monumento Pachacutec, que fica no fim da Av El Sol. Dá-lhe caminhada e cheguei lá.

 

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Imponente, né?

 

Por dentro tem um ‘mini museu’ fala um pouco da história desse Inca. E chegando lá em cima tem uma vista massa de Cusco também =)

 

E o melhor, tudo de ‘graça’ (porque está incluído no Boleto Turístico e com certeza vc vai precisar comprá-lo!)

 

Também aproveitei pra achar uma agência pra fazer o tour Maras e Moray no dia seguinte. Fiquei rodando e rodando em várias agências, regateando tudo o que eu podia... consegui por S25 =)

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Tranquilo, importante que tá saindo......

(agora ainda mais pressão pra eu relatar uns tb 100 dias na Argentina, um dia público! Hehehe)

Valeu e boas viagem !!

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Olá.

 

Camila.

 

Curtindo muito seu relato, sinto que vai me ajudar muito. Aguardando mais.

 

Abraço.

 

Os 100 dias saem, só não sei em quantos dias ::lol3::

 

Logo menos sai mais um capítulo =)

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Acompanhando antes que vire um livro rs

 

::otemo::::otemo::::otemo::

 

Pode ter certeza que até eu chegar no momento festinha no Media Luna + pobreza + Chikungunya vai ter muuuuuuuuuita história pra contar ::lol3::::hahaha::

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Dia 3) Maras y Moray

 

Todo o problema do tour foi o começo, estávamos planejados para sair de Cusco as 8 e meia da manhã e acabamos saindo as 9:30. Íamos voltar as 3 da tarde e chegamos.... As 3 da tarde! Perdemos uma hora de tour pelo atraso do começo, foi tudo mega corrido e não tivemos tempo de ver as ruínas com o cuidado merecido :( (e isso acontece justo comigo, que não curto tour né, mas ok... não foi de todo o mal).

 

Eu poderia não indicar a agencia do tour pra vocês, mas no fim, todas as agências são a mesma coisa, vá pelo preço que você se dará bem!

A primeira parada é no esquema de tour mesmo, em Chinchero onde fomos a uma comunidade de artesãs/tecelãs. Lá nos explicaram como eram feitos os artesanatos, desde as linhas, as tinturas e o tear em si. Interessante até.

 

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Moray foi um sítio inca de testes focados em agricultura (mesmo que se pareça muito com um teatro, rs) onde cada círculo tinha uma temperatura diferente, o que facilitava os cultivos de diversas culturas: papas, maiz, frijoles, etc... Assim conseguiram fazer diversas misturas de raças, criando diferentes variedades de vegetais.

 

Pode-se descer até um certo nível das ruínas, mas, como estávamos atrasados, só vimos de cima e acabamos indo em uma outra ruína menor ao lado. Fiquei bem decepcionada por não poder ver de perto os detalhes...

 

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De lá, voltamos correndo na van, numa loucura de caminho que só passa um carro dentro da cidade. Depois de muita manobra e várias rés quando encontrávamos os carros, pegamos a estrada pras salineiras de Maras, que na verdade fica bem perto.

 

Lá se pode ver como é a produção de sal na regiao, nesse monte de lagoas aí. Muito interessante e gigante! Muito diferente de tudo o que já tinha visto.

Por lá se pode comprar os produtos de sal (e também umas comidinhas pra volta, maíz gigante S2 ).

 

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Se não fosse essa questão do atraso, teria sido incrível. Mas foi bom, vale a pena com certeza!

 

(sim, eu tenho problemas com tours ::Ksimno:: )

 

Gastos:

Tour: 25 soles

Entrada em Maras: 7 soles

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Dia 4) Qorikancha e um domingo comum

 

Domingo é um dia excelente em Cusco pra se ficar na Plaza de Armas, a probabilidade de se ter algum grande evento envolvendo desfile, música e roupas típicas é alto. Nessa foi a manhã inteira vendo várias crianças de diversas idades desfilando por lá. Um charme.

 

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A tarde a visita foi ao Qorikancha, que normalmente é visto no City Tour (isso quando vc vai de agência), que eu tinha planejado fazer no dia seguinte.

A dica pro Qorikancha é Vá no período da manhã! porque todos os tours vão a tarde... mas de domingo essa tática é impossível (só abre as 14hrs), então cheguei lá bem na hora que abriu e consegui uns 30 minutos de sossego antes da maratona de empresas chegarem.

 

O Qorikancha é um lugar especial, muito lindo mesmo, e vale a visita de S15. Foi um dos principais templos do império inca e por isso foi recoberto de ouro (e é esse o significado do nome de lá). Depois da conquista espanhola, Pizarro (obviamente) derreteu quase todo o ouro do tempo e doou o terreno para a Ordem Dominicana, que até hoje administra o lugar, que também é utilizado como convento.

 

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A noite a ideia foi ir ao Cento Qosqo de Arte Nativo: todos os dias as 18:30 abrem-se os portões para essa atração. Chegue cedo, o teatro é pequeno. É um show de dança típica, não é exatamente profissional, tem uma carinha de caseiro, mas não deixa de ser divertido se você gosta desse tipo de atração. Começa as 19 e tem uma hora de duração.

 

E é de ‘graça’, já que está incluído no boleto turístico. ;)

 

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Dia 5) Tambomachay, Pkapukara, Qenqo e Saqsahuaman

 

Essas ruínas, conhecidas como as do City Tour, são supersimples de conhecer, mas eu altamente/novamente recomendo vocês irem lá no posto de info turística pra saber onde pegar a van pra Tambomachay. É fácil, mas não é exatamente em um lugar superturístico.

 

Paguei S4 em uma van, mas tem ônibus também (que eu perdi por um minutinho, mas passa sempre dá pra ir nele bem de boa.. o nome do bus é Sr del Huerto). O bus ou a van te deixa bem de frente de Tambomachay, que fica bem de frente a Pukapukará, aí pronto, você já matou duas das quatro atrações do City ;)

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Tambomachay é conhecida como El Baño del Inca, é uma área cerimonial cheia de canais e fontes.

 

Pukapukara foi um forte militar para a proteção da área, tendo uma vista fantástica do vale. Mas existem várias outras teorias para a utilização do lugar.

 

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Depois de visitar os dois você tem duas opções:

- Voltar com o mesmo ônibus e pedir pra descer em Qenqo (S1 mas pode ser mais caro se te acharem com muita cara de gringo, acostume-se, rs)

- Caminhar cerca de 40 minutos.

Após a caminhada (ou o ônibus.. meu caso o ônibus, rs) você chegará em Qenqo, as ruínas de ziguezague,que era uma área cerimonial e pode-se ver até uma mesa que era utilizada para sacrifícios. Você verá formas de condores e pumas pelas ruínas.

 

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A última parada, mas não menos importante, é Saqsahuaman, que pra mim, é uma das ruínas mais bem trabalhadas e mais imponentes do império inca. É imensa (e só vemos 20% do original, que foi destruído com a invasão espanhola) e tem blocos de pedra que são completamente inacreditáveis. Lá é o palco do Inti Raymi, realizado todo 24 de junho, a festa do sol. Em Saqsauhuamán dá pra se perder, fácil, umas duas horas.

 

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A descida até a Plaza de Armas é bem intuitiva, quando acabar a andança você conseguirá se localizar facilmente. Para essas quatro ruínas eu estimo umas 4 a 5 horas, para observar com cuidado e conseguir tirar algumas boas fotos.

 

O período da manhã é ideal para esse passeio, sol menos ardido e pouca concorrência. Mas não se esqueça do protetor solar, mesmo no frio dá pra dar uma bela tostada.

 

Cheguei em Cusco de novo já era umas 3 da tarde, fui atrás de algo para comer e voltei lá na agência que comprei o Maras y Moray.

 

Mas porque voltar na que já deu merda, Camila? ::hein:

Porque lá eu ia conseguir negociar bem... rs.

Paguei S20 no tour pro Valle Sur pro dia seguinte ;)

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Já acompanho teu blog, acho muito legal teus relatos... To acompanhando aqui!

 

Ah, e pra 100 dias como foi o planejamento financeiro? Meta de quantos U$/dia?

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Já acompanho teu blog, acho muito legal teus relatos... To acompanhando aqui!

 

Ah, e pra 100 dias como foi o planejamento financeiro? Meta de quantos U$/dia?

 

Oi Luana =)

 

É ótimo saber que tem gente que tem paciencia acompanha o blog ::lol3::

 

Fora as passagens, meus gasto por dia foi de USD 35 (o que foi um pouco maior no começo da viagem e no fim, no norte do Peru e Equador deu pra maneirar bem!).

 

Eu fui com a ideia de gastar por aí mesmo, me mantive bem no previsto (mas no final foi um sacrifício danado, confesso... Cartagena é bem carinha!).

 

Vai acompanhando, tem muita coisa pra sair ainda!

 

Beijos!!

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Olá...

 

Camila.

 

Estou acompanhando tudo, anotando os nomes dos lugares, quero ver tudo que for possível... Abração...

 

Aguardando +...

 

Logo menos mais capítulos =)

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Dia 6) Pikillacta e Tipón (Valle Sur)

 

Tá aí uma parte do Boleto Turístico que é meio mística para a maioria das pessoas que vai pra Cuzco, muito se fala do Valle Sagrado e do City Tour, mas esse circuito de Pikillacta e Tipón é pouco visto pelos turistas.

 

Mas lógico que como um tour, infiltram algumas outras ‘atrações’ que na verdade é só uma forma de movimentar a economia local. Nesse caso paramos também em Andahuaylillas, que tem uma catedral (que custa 15 soles a entrada então fiquei na Plaza de Armas curtindo a toa) e na volta numa padaria tradicional local, onde experimentamos pães caseiros.

 

Vamos as ruínas, né?

 

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Começamos com Tipón, que pra mim foi uma mescla de Moray e Tambomachay… Por que? Porque lá foi uma área agrícola, assim como Moray, totalmente perceptível pelos infinitos degraus gramados, onde eram produzidas as papas, o trigo, frijoles, arroz, etc… Mas também tem uma área de banhos termais e nosso guia falou que alguns anos atrás ainda havia água fervendo descendo em alguns dos canais…

 

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Essa foi a primeira, mas não foi a última conversa que teve foco as mudanças climáticas que estão ocorrendo e sendo fortemente sentidas em região de altitude… :(

 

Pikillacta foi uma surpresa boa, não estava esperando uma grande ruína, sabendo que era de uma civilização pré-inca (e sabendo que os incas foram os espanhóis de antes do ‘descobrimento’, não sejamos bobinhos, né?) e que pouco sobrou pós dominação.

 

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Chego lá e tem paredões gigantes de pedra e argila, uma coisa absurda e LINDA! A cultura wari foi muito importante e ocupou uma grande área na América do Sul e foi em grande parte destruída pelos incas. Mas, e aí, porque essas ruínas sobraram? Simples, porque não havia uma fonte água próxima a cidade…

 

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E a cidade foi toda branca, pois os muros eram revestidos de gesso. Dá pra imaginar que maravilha que foi isso, né?

 

O tour seguiu para a igreja e para a cidade dos pães gigantes redondos (rs), mas dessa parte não posso acrescentar nada, a minha parte do tour já estava completa.

Voltamos as 15 para Cusco com a sensação de um tour não tão tour assim ::otemo::

 

Gastos:

 

20 soles no tour pela agência Liz Explorer

 

 

(Logo menos edito e coloco as fotos ;) )

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