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Tailandia: 5 semanas em Bangkok, Koh Phangan, Krabi, Chiang Mai e Chiang Rai

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Um bom tempo se passou desde a primeira vez em que conversamos sobre a ideia de tentar dar a volta ao mundo. O gosto de ambos por viajar era óbvio e comum, e a cada nova empreitada se fortalecia e ficava mais claro e evidente.

Após viajarmos (e, em alguns casos, morado) por Argentina, Aruba, Bolívia, Chile, Colômbia, Cuba, Curaçao, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Itália, Malta, República Tcheca, Panamá, Peru, Portugal e Venezuela, decidimos que 2015 seria o ano de nossa viagem ao redor do mundo.

Entretanto, havia um problema chamado Luke, com quatro patas. Não tivemos dúvidas: nosso cachorro iria conosco. Começamos então a pesquisar como poderíamos viabilizar sua ida. Uma legislação diferente em cada país, leis de quarentena, vacinas, vacinas e mais vacinas, burocracia, problemas de translado… O que antes era – ou seria – uma simples questão de planejamento virou um pesadelo logístico. Resultado: com muita dor no coração, resolvemos deixar o Luke com nossos pais e viajar sem ele.

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CHEGADA EM BANGKOK

Após 24 horas de viagem, chegamos à Tailândia. Do Rio até Dubai foram 14 horas a bordo do ótimo avião da Emirates, com uma escala de quatro horas na Arábia Saudita e mais seis horas de voo até aterrissar em Bangkok.

 

Foi então que nossa aventura literalmente começou. Quando fomos recolher nossas bagagens, nos deparamos com um típico cenário de um show de rock em grandes arenas: dezenas de pessoas se espremiam e se acotovelavam, sendo conduzidas por espaços cada vez mais apertados, sem saber muito bem se estavam indo pelo caminho correto.

 

Quando chegamos à imensa fila da imigração, foi um momento lindo! A fila andava tão devagar que provavelmente quando chegássemos à esteira de bagagem já encontraríamos nossas malas. Dito e feito: passamos sem problemas pela imigração – nenhuma pergunta foi feita a nenhum de nós dois – e recolhemos nossos pertences.

 

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Comemos então um kebab no restaurante iraniano de nosso hotel tailandês com indisfarçável voracidade e, logo após, subimos para o quarto: espaçoso (ainda que nada luxuoso), com ar-condicionado Split marcando fabulosos 16 graus, uma cama enorme, wi-fi potente, TV LCD e um banheiro grande.

 

Após um mais do que necessário banho, resolvemos tirar um cochilo antes de sair para comer e conhecer a noite tailandesa. Resultado: capotamos e só fomos acordar 15 horas depois, já na manhã do dia seguinte.

 

Airport Link

City Line Blue

Preço: 40 THB – R$ 4

De: Suvarnabhumi Airport

Para: Ratchaprarop station

 

Shadi Home & Residence

Endereço: 38/5 Ratchaprarop 8 , Makkasan, Ratchatewee, Bangkok Pathumwan Bangkok, 10400, Tailândia

Preço: 1.100 THB (+ 3% by credit card) – R$ 110 per day/room

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CONHECENDO BANGKOK

 

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Acordamos cedo para o café da manhã e tomamos nosso primeiro susto, ainda que tenhamos pesquisado os hábitos locais: havia macarrão, arroz, batata doce, cozidos, refogados e muita, mas muita fritura. Numa olhada rápida, tememos pelo pior: o que nos restava para a primeira refeição do dia seria melancia, batata frita e salsicha. Até que descobrimos o café, os pães, os ovos mexidos e a omelete.

 

Depois de comer, fomos conhecer as redondezas para ter uma noção mais acurada da área onde estávamos instalados. Aí se iniciou outra aventura, com direito a corridas para não sermos atropelados. Nos sentimos naquele jogo do Atari, “Freeway”, no qual a galinha tem que atravessar a rua.

 

Entretanto, o que mais nos marcou nesse curto passeio foram as claustrofóbicas calçadas. Sim, elas existem, porém mais se assemelham a túneis vivos. Nelas, há de tudo: camelôs vendendo eletrônicos, cozinhando, comendo, oferecendo massagem com wi-fi etc. O aroma é uma nauseante mistura de fritura, flores, esgoto e incenso, que impregna o ambiente e não ajuda em nada a aliviar sua sensação de claustrofobia; apenas te faz ansiar por uma boa lufada de ar fresco.

 

IMG_20170806_135123126.thumb.jpg.3fd6adee03e168a086db7ea838c59550.jpgPantip Plaza

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Endereço: 604/3. Ratchathewi, Bangkok 10400, Thailand

Site: http://www.pantipplaza.com

 

Park Food Platinum Shopping

Endereço: Ratchathewi, จังหวัด กรุงเทพมหานคร Thailand

Site: http://www.platinumfashionmall.com

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VISITANDO TEMPLOS DE BANGKOK

Acordamos nos sentindo sagazes e resolvemos nos aventurar por um barquinho simpático que nos pareceu ser um meio de transporte público bastante eficiente. Qual não foi nossa surpresa ao descobrirmos que nossa querida embarcação na verdade flutuava num rio de esgoto (não muito diferente da nossa Baía de Guanabara, para sermos justos).

 

Após nossa locomoção fluvial, pegamos um táxi e experimentamos pela primeira vez o famoso congestionamento tailandês. Próximos ao Grand Palace, decidimos acatar a sugestão de nosso condutor e fizemos o resto do trajeto a pé.

 

Dentro do GP, caos e muito calor. As construções são muito bonitas e imponentes, mas a sensação de excursão da Disney incomoda, e muito. É gente demais, um calor insuportável e os funcionários não são muito simpáticos.

 

Tenha o cuidado de ir com os ombros cobertos, pois nem mesmo com uma echarpe sobre eles sua entrada será permitida. Você terá que retornar à entrada, pegar uma nova fila e alugar uma peça de roupa por 200 THB (o dinheiro é devolvido no final da visita). Ou seja, de forma alguma aja como se estivesse sensualizando em Ipanema. Você será barrada.

 

Os funcionários, de forma incompreensível, mentem para o turista e afirmam que está tudo fechado – o templo e o aluguel de roupas -, mesmo você vendo, bem à sua frente, pessoas entrando no GP e alugando vestimentas. Além disso, a admissão custa 500 THB (R$ 50) por pessoa e não aceitam cartão.

 

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Chegamos ao destino final – o hidroviário, pelo menos – e pegamos o metrô. Ao entrarmos no vagão, o Nirvana: aquele ar-condicionado amigo, que te conforta e faz com que você se sinta mais humano e menos um trapo de gente.

 

Dito isto, devemos confessar que, após desistirmos dos táxis e dos tuk tuks, chegamos tranquilos ao hotel. Naquele momento, o banho se fazia mais do que necessário.

 

Dica importante: tente sempre se hospedar perto de estações de metrô e barco, pois o trânsito é muito ruim.

Grand Palace

Endereço: Na Phra Lan Rd, Phra Nakhon, Bangkok, 10200, Thailand

Preço: 500 THB = R$ 50 = US$ 15,57

Site: http://www.palaces.thai.net

 

Wat Pho

Endereço: 2 Sanamchai Road, Grand Palace Subdistrict, Pranakorn District, Bangkok 10200, Thailand

Preço: 100 THB = R$ 10 = US$ 3,07

Site: http://www.watpho.com

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ALMOÇO TAILANDÊS E JIM THOMPSON’S HOUSE

Fomos almoçar no Ban Khun Mae, um restaurante recomendado pelo nosso Guia de Turismo e não nos decepcionamos. O lugar era excelente em tudo: acolhedor, atendimento prestativo, comida ótima. Dividimos um prato que era como uma coletânea da culinária tailandesa e saímos mais do que satisfeitos para ir conhecer a casa de Jim Thompson, americano que desapareceu misteriosamente na década de 1970.

 

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Lá, mesmo que postos à prova pelos mosquitos e pelo calor infernal, tivemos a sorte – e o privilégio – de termos como guia uma tailandesinha fofa, engraçada e espirituosa. Nos solidarizamos com ela de imediato, pois percebemos o quanto ela também sofria com a alta temperatura: gotas de suor escorriam por seu rosto simpático. Estávamos todos irmanados na desidratação.

 

A casa em si pode ser fotografada e vista sem auxílio profissional. Além de enorme e muito bonita, é disponibilizado um panfleto na entrada com a maioria das informações de que você – supostamente – precisa. Entretanto, a visita guiada de 35 minutos te dá uma perspectiva diferente, com muitas curiosidades.

 

Além disso, cultura nunca é demais, e as piadas inspiradas de nossa pequena guia fizeram a diferença. No fim das contas, o ingresso de 100 THB acabou valendo muito a pena.

 

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Endereço: 458/6-9 Siam Square Soi 8, Rama 1 Road, Patumwan District

Site: http://www.bankhunmae.com

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KAO SAHN ROAD E WALKING MEDITATION

Acordamos, pegamos o já conhecido barquinho de esgoto e fomos até a estação/porto final (Phan fa Lilat) para conhecer o templo Wat Ratchanatdaram.

 

Mais uma vez quiseram nos dar a volta: basta abrir um mapa na rua para figuras de pouca luz se aproximarem com historinhas do tipo “Hoje é Dia do Buda, os templos estão todos fechados, deixa que eu te levo a um lugar melhor”. Só que não existe Dia do Buda.

 

Nesse templo, pudemos dar uma meditada enquanto caminhávamos descobrindo suas inúmeras belezas (isso mesmo, chamado “Walking Meditation”, era ao mesmo tempo simples e bastante inspirador. E grátis!).

 

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Wat Ratchanatdaram

Endereço: Maha Chai Road, Wat Bowon Niwet, Phra Nakhon

Preço: Grátis

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CHEGANDO E CONHECENDO KO PHANGAN

Começamos o dia pegando um táxi às 5h30, avião às 7h, ônibus às 8h30 e, após 3h de espera, barco às 13h. Mais 3h dentro de um barco, com cadeiras confortáveis e reclináveis, e ar-condicionado, o que permitiu que rolasse aquela cochilada gostosa até nosso destino: o paraíso.

 

Antes porém pegamos um táxi compartilhado de 200 THB (R$ 20) por pessoa e fomos subindo ladeiras até chegarmos ao resort Sunset Hill, no alto da ilha de Ko Phangan, no qual fomos recepcionados com uma vista magnífica e “bons drink”. Em seguida, fomos ao nosso quarto – espaçoso, iluminado, com varanda –, onde trocamos de roupa e partimos pra uma piscina de borda infinita, na qual vimos nosso primeiro pôr do sol em território tailandês. Tudo isso por um preço menor do que pagamos em nossa última estadia em Geribá, numa pousadinha em Búzios (confira no fim do post).

 

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Haad Chao Phao: na frente da varanda e/ou do lounge de nosso hotel podíamos ver esta praia, que tinha dezenas de bangalôs por toda sua extensão. Também tranquila e de água cristalina, mas com uma faixa de areia um tanto reduzida para nosso gosto.

 

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Haad Mae Haad: esta foi a praia da nossa aventura de scooter, e se revelou uma ótima opção. Talvez por ser a praia com a maior extensão, e ainda se dividir em duas, foi a mais cheia de todas elas. Além da tradicional água cristalina e de sua beleza, tinha dezenas de tendas de massagem, com preços bastante acessíveis, além de um bom restaurante dividindo as duas faixas de areia.

 

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Meu primeiro engano foi achar que era relaxante e o segundo foi fazer depois do almoço.

 

A massagista praticamente sobe em você e, em vários momentos, achei que a comida iria sair pela boca, de tanto que ela me amassou. A massagem dura uma hora e ela literalmente aperta todas as partes do seu corpo, desde o dedinho do pé até o couro cabeludo. No final, você realmente se sente bem.

 

Incrivelmente, não fiquei com nenhum roxo no corpo e pretendo fazer outras vezes. Depois, descobri que a massagem tem 3 níveis: leve, normal e pesado. No meu caso, ela não me perguntou – ou eu não entendi – qual nível eu queria, então não tenho noção se ela pegou pesado ou leve comigo.

 

No entanto, se eu fiz o nível leve, não quero nem saber como é o pesado.

 

Massagem tailandesa, 250 THB (R$ 25) por 1h

 

Sunset Hill Resort

Endereço: 81/15 moo , Haadchaophao, Koh Phangan, Surat Thani, Thailand

Preço: 1.710 THB (+ 3,5% by credit card) = R$ 171

Site: http://www.sunsethillresort.com

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PASSEIOS EM KO PHANGAN: KOH TAO E KOH NANG YUAN

Em Ko Phangan, fizemos um passeio de barco até Koh Tao, uma outra ilha famosa por sua beleza. Esse tipo de tour não nos agrada muito, pois sempre tem alguém sem noção que não preza pela coletividade e faz o grupo se atrasar em algum momento. Acontece que, em alguns casos, ou se faz esses passeios ou não se conhece os lugares, uma vez que são a melhor alternativa de se chegar em alguns locais, como reservas protegidas, de uma maneira mais rápida.

 

Primeiro fomos à ilha Koh Nang Yuan, na qual subimos uma escadaria, bastante íngreme e cansativa para alguns, em direção ao mirante, do qual se tem uma vista belíssima de toda a região (parte dela pode ser vista na foto abrindo esse post). Após a descida, demos um rápido mergulho pois já estava na hora do almoço.

 

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Em tempo: quando for comprar esse tipo de passeio, certifique-se de assegurar no pacote o translado hotel-porto/porto-hotel para evitar dores de cabeça desnecessárias.

 

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Koh Nang Yuan e Ko Tao tour

Empresa: Lomprayah

Horário: 8 às 16h

Preço: 1.800 THB (R$ 180)

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AS DELÍCIAS DE AO NANG, EM KRABI, E A ROUBADA DE JAMES BOND ISLAND

 

Após pesquisarmos, decidimos nos hospedar em Ao Nang, ao invés de ficar no centro de Krabi. E a escolha não poderia ter sido mais acertada. Mais barata do que Ko Phi Phi, ainda havia em Ao Nang beleza, charme e tranquilidade que não encontramos na outra opção, a qual visitamos posteriormente.

 

Ao Nang lembra um pouco o centro de Búzios, com suas inúmeras lojinhas e os mais diversos restaurantes à beira-mar. Como fica numa posição privilegiada, pudemos pegar vários barcos e ir para as mais variadas praias e/ou ilhas. Fomos para algumas próximas, como a linda Raylay Beach (15 minutos, cercada por dois paredões rochosos e com água cristalina) e Phra Nang Beach (20 minutos, onde almoçamos uma quentinha deliciosa), uma praia não menos espetacular, com barquinhos-restaurantes e duas cavernas para o visitante apreciar.

 

Numa delas há um restaurante que, infelizmente, apenas hóspedes do hotel podem frequentar (e era exatamente ali onde nós ignorantes pretendíamos almoçar). Na outra caverna, dezenas de esculturas fálicas – segundo reza a lenda – garantem a fertilidade (ou, quem sabe, evitam a disfunção erétil).

 

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O parque – e a “excursão” em si – nada tem de muito interessante (ou de “aventura”, por assim dizer). Nem o caiaque é “pilotado” pelo visitante: há um “remador contratado” que faz o trabalho braçal para você, quando justamente o que queríamos era remar nós mesmos.

 

Aqui, um parênteses: a única parte “legal e emocionante” é quando o caiaque passa debaixo das pedras, o que somente poderia ocorrer com um remador experiente (sim, somos contraditórios, mas quem não é?). Agora, se você tem claustrofobia, já fez exame de ressonância magnética e até hoje não se recuperou, passará por fortes emoções!

 

Ao menos, o buffet do almoço era uma maravilha, com comida gostosa e farta, completamente diferente do menu do passeio anterior, em Koh Tao. O restaurante também possuía sua peculiaridade: ficava na parte dianteira da ilha de Koh Panyee, uma vila muçulmana de pescadores formada por dezenas de barracos-palafitas.

 

De curioso, apenas o fato de que alguns orientais sem noção paravam ao lado de um ocidental – como se ele fosse um animal exótico – e, sem falar nada ou pedir permissão, tiravam uma foto, numa espécie de “souvenir vivo” para a posteridade.

 

No fim do dia, visitamos um Templo-Caverna (Monkey Temple) para dar comida aos macacos (não demos, mas “Ouro de Tolo”, do Raul Seixas, teimava em tocar na nossa rádio mental) e uma cachoeira (que estava mais para um córrego devido à estiagem, como lamentou nosso guia super animado e feliz). Nada demais.

 

Já o passeio até Maya Bay (com direito a dormir no barco e levantar às seis da manhã para assistir ao nascer do sol na praia deserta) foi tão incrível que merece um post só para ele. A seguir.

 

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Swiss Chalet Thailand

Endereço: 153/6 Moo3 Soi 8 Muang, Krabi, 81000 Praia de Ao Nang, Tailândia

Site: http://swisschalet-thailand.com

Preço: 1.343 THB (R$ 134) + 3,5% by credit card

 

Long Tail

De Ao Nang para Railay Beach e Phra Nang Beach

Preço: 100 THB (R$ 10) each way

 

James Bond Tour

Phang Nga Bay

Duração: 08:30 – 17:30

Preço: 1.200 THB (R$ 120)

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UM PASSEIO INESQUECÍVEL: PERNOITANDO EM MAYA BAY

E então chegamos ao grande passeio da viagem até agora: o pernoite em Maya Bay, aquele paraíso de “A Praia” (sim, sabemos que é o pior filme do Danny Boyle). Resolvemos passar a noite lá porque ir durante o dia é compartilhar do caos e da farofa. Desta vez, tudo valeu a pena, ainda que com um certo – e justificável – temor inicial. Senão, vejamos:

 

A viagem começa às 8h30, em uma espécie de carro/comboio, bastante parecido ao táxi compartilhado de Ko Phangan, que segue por uma hora até o porto de Krabi. De lá, às 9h30 pegamos um ferryboat e, depois, mais duas horas de viagem. Quase ao meio-dia chegamos em Koh Phi Phi: demos uma volta na ilha, conhecemos as praias, demos um mergulho, vimos a destruição provocada pelo tsunami e escolhemos um restaurante para almoçar. Tivemos a sorte de escolher um ótimo, Papaya Restaurant, cuja comida veio muito bem servida e saborosa (além de barata).

 

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De lá, mais duas horas até o porto de Krabi e, então, mais uma hora de ônibus até Ao Nang. E, sem medo de errar, podemos afirmar que valeu cada segundo.

 

(Aqui vai um “Muito obrigado” à Raquel, que insistiu e conseguiu reservar em minutos um passeio que a maioria das pessoas leva/levou meses para conseguir. Minha retribuição foi puxar papo com um holandês, que, muito simpático e receptivo, nos tirou do isolamento inicial e impediu que ficássemos marcados como um casal egoísta, antissocial, autossuficiente. Não sei precisar qual foi exatamente a razão que me levou a conversar logo com ele, mas acabou sendo de fundamental importância não apenas para o desenrolar do passeio mas, principalmente, como reflexão posterior.

 

Antes de irmos embora, ele protagonizou uma bonita e tocante cena, que emocionou todos aqueles que a presenciaram. Mais de uma vez ele disse para nós – a respeito de nossa viagem e de nosso “ano sabático”: “You have a good life”, o que nos fez pensar bastante mais tarde. Por essa razão, decidimos compartilhar o ocorrido aqui.

 

Quatro meses atrás, na Holanda, enquanto esperava sua namorada, recebeu um telefonema do celular dela. Ele atendeu, certo de que era ela no outro lado da linha dizendo que estava chegando ou algo do tipo, quando recebeu a informação, passada por uma voz desconhecida, de que ela havia caído de scooter e batido a cabeça. Estavam ligando para ele porque seu número constava em caso de emergência. Ela não resistira à queda.

 

Não sabemos se ele já tinha comprado a passagem naquela época, mas provavelmente ela estaria lá em Maya Bay com ele – e conosco. Ainda assim, ele parecia estar aproveitando a oportunidade de estar ali e sendo super solícito com completos desconhecidos. A frase, “You have a good life”, repetida algumas vezes, mas sempre com um sorriso no rosto, ganhou um novo significado para nós. Ele fez com que a gente parasse para pensar na nossa aventura de scooter, na nossa viagem, nas nossas vidas.

 

Sim, o clichê é real, e muito duro: a vida é uma só, e pode terminar num segundo.

 

Ele fez sua homenagem a ela na areia da praia naquela manhã e nós fazemos aqui.

 

Our condolences, Noud. We felt very sorry for your loss. May she rest in peace).

 

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Maya Bay Sleep Aboard

Preço: 3.000 THB (R$ 300) por pessoa

Site: http://www.mayabaytours.com

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DIAS FELIZES EM CHIANG MAI

Em Chiang Mai nos hospedamos em uma casa tipicamente tailandesa, Baan Song Jum (“casa de boas recordações”), e tivemos o prazer da companhia de Nui (ou Mrs Prichard), uma senhora simpática que, assim como seu filho, Pen, nos ajudou muito com várias dicas e conselhos úteis e importantes sobre viagens, passeios e comidas típicas.

 

Bem em frente à casa, havia um lugarzinho típico, Wang Sing Kham, no qual nos deliciamos por muitos dias com “Roast duck with rice” (50 THB = R$ 5). Ainda nesta rua, havia uma infinidade de cafés charmosíssimos, inúmeras galerias de arte e restaurantes dos mais variados tipos, muitos deles escondidos. Era uma agradabilíssima surpresa quando adentrávamos em algum local e descobríamos uma super varanda, um jardim ou quintal nos fundos da casa, beirando o rio.

 

Os preços também variavam muito, entre refeições, cafés e lanches. Porém, havia opções para todos. Em nosso primeiro dia, fomos agraciados com uma chuva torrencial que nos obrigou a ficar duas horas dentro de um café/galeria chamado Meeting Room. Lá dentro, enquanto matávamos o tempo, pudemos apreciar obras muito bonitas e interessantes, enquanto degustamos sanduíches caprichados. Ainda assim, tomamos banho de chuva – e de poças jogadas pelos carros – ao voltar para a pousada, na qual chegamos encharcados e imundos.

 

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Os templos são um capítulo à parte e merecem – todos eles – ser visitados. Ou, ao menos, que se visite o máximo possível, pois são todos grandiosos, imponentes e majestosos, cada um à sua maneira.

 

Outro passeio que fizemos foi o safari tour de um dia. Começa com uma visita a um orquidário, em que ficamos em torno de 15 minutos, e depois fomos até uma vila típica tribal, onde há várias crianças e casas muito pobres. É interessante conhecer como eles vivem, como é feita a comida, a eletricidade por luz solar, as áreas comuns para ver TV e cozinhar.

 

Seguimos para a tribo das long neck women, onde as mulheres refugiadas do Mianmar usam anéis no pescoço. Quanto mais velhas, mais anéis; porém, eles são tão pesados que os músculos perdem a força e elas não conseguem mais sustentar o peso do pescoço sem esses colares.

 

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Durante a tarde, sob o sol forte e num calor de 35° C, fomos nadar em uma cachoeira e nos aventurar na última e mais interessante etapa do passeio: o rafting no rio. Ainda que estivesse na época da seca e o rio não estivesse tão cheio – logo, a descida não foi tão emocionante -, foi bem animado.

 

A diversão consistia em ultrapassar todos os botes e molhar todo mundo. Os moradores locais – ribeirinhos – nos esperavam passar para jogar água, desde crianças até velhinhas, que riam sem parar. Foi muito divertido e bonito ver a alegria daquelas pessoas com algo tão simples.

 

Chiang Mai foi o único lugar em que estendemos nossa passagem por mais de uma semana até agora, e foi ótimo para dar uma relaxada. Charmoso, tranquilo e com diversas opções culinárias e culturais.

 

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Pousada Baan Song Jum

Endereço: Charoen Rat Rd, เทศบาลนครเชียงใหม่, จังหวัด เชียงใหม่ 50000

Site: https://www.airbnb.com.br/users/show/152114

Preço: 900 THB (R$ 90)

 

Restaurante Wang Sing Kham

Endereço: Charoen Rat Road

 

Restaurante The Meeting Room Art Cafe

Endereço: 89 Charoen Radj Road, Opposite of Wat Ket, Chiang Mai City, Chiang Mai 50000, Thailand

 

Restaurante Huen Phen

Endereço: 112, Rachamangkala Road, Amphor, Muang, ChiangMai, 50000, 50000, Thailand

 

Restaurante Oldies Cafe

Endereço: 431, ถนนเจริญราษฎร์, ตำบลวัดเกต อำเภอเมืองเชียงใหม่ จังหวัดเชียงใหม่, 50000 50000, Thailand

 

Wat Chedi Luang Worawihan

Endereço: 103 Road King Prajadhipok Phra Singh, Muang District, Chiang Mai, 50200, Thailand

Preço: Grátis

 

Wat Phrathat Doi Suthep

Endereço: Mueang Chiang Mai District, Chiang Mai, Thailand

Preço: 20 THB (R$ 2) elevador + 30 THB (R$ 3) entrada

Site: http://www.doisuthep.org

 

Safari Tour

Preço: 1.700 THB (R$ 170)

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VIAGEM AO PARQUE HISTÓRICO DE SUKHOTHAI

 

Saímos de Chiang Mai para visitar Sukhothai, numa viagem de quase seis horas de ônibus. Após esse tempo, tivemos a impressão de termos sido desovados no meio da estrada com mais três meninas que também pretendiam se hospedar no mesmo local que nós. Porém, na verdade, estávamos bastante próximos de nosso hotel, que distava apenas 5 minutos de caminhada dali.

 

Acontece que não havíamos feito reserva, pois imaginamos que haveria muitas opções. Infelizmente, isto era verdade, mas em relação à Cidade Nova. Estávamos na Cidade Velha, e havíamos separado o endereço da pousada que tinha as melhores avaliações. Acabou valendo muito a pena, pois a pousada Space Ben era muito bem localizada, limpa e confortável. Entretanto, mal sabíamos que, por muito pouco, não dormimos na rua.

 

Após pedir ajuda à senhora do balcão (pois não sabíamos onde estávamos e nem a localização da nossa hospedagem), contatos foram feitos e, 10 minutos depois, chegou uma menina em sua scooter. Ela trabalhava na pousada e nos informou que só havia um quarto vago, com cama de casal, o qual nos foi “oferecido” pelas três amigas. Um tuk tuk nos levou ao nosso destino após desejarmos sorte às meninas.

 

Chegando à pousada, descobrimos que a única suíte vaga (a nossa) só estaria disponível por aquela noite. Teríamos, então, que retornar à Chiang Mai no dia seguinte, pela manhã. De qualquer jeito.

 

Não havia tempo a perder. O banho teria que esperar.

 

Deixando nossos pertences no quarto, com a porta ainda aberta, perguntamos à nossa hospedeira: “O parque é muito longe daqui?”. Ela sorriu e apontou para um vasto campo à nossa frente: “Ali está o parque”.

 

Foi uma visão maravilhosa! A pulseirinha que o monge havia abençoado em Chiang Mai – por apenas 20 THB! – estava nos ajudando.

 

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Patrimônio Mundial da UNESCO, o Parque Histórico de Sukhothai é um lugar mágico, no qual nos sentimos privilegiados por lá estar. Como chegamos no fim da tarde, a luz estava belíssima. Distante cerca de 10 km da Cidade Nova (na qual nem pusemos os pés), ele cobre as ruínas da antiga Sukhothai e é rodeado por lagos, muito verde e por enormes estátuas de Buda. Cercado por inúmeros templos, tem como grande atração o Wat Mahathat, o maior mosteiro da Tailândia. Além disso, ainda conhecemos uma tailandesinha linda e envergonhada, que queria ser a melhor amiga de Raquel. Ela pediu por uma foto e, depois, conseguimos “roubar” uma dela (ver acima).

 

Após apreciarmos o local, voltamos ao hotel já em avançado estágio de desidratação. Foi linda a descoberta de que nosso chuveiro era bastante potente.

 

Na manhã seguinte, corremos um sério risco de não conseguir comprar passagens de volta para Chiang Mai naquele mesmo dia. Foram segundos intermináveis de suspense até a senhora do balcão confirmar nossos lugares. Felizmente, deu tudo certo e conseguimos pegar o ônibus para mais uma viagem de seis horas.

 

E você, pessoa de pouca fé, desconfiando da sorte por 20 THB!

 

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Parque Histórico de Sukhothai

Endereço: Mueang Kao Sukhothai, Tailândia

Preço: 100 THB (R$ 10)

 

Ônibus

De Chiang Mai para Sukhothai

Preço: 228 THB (R$ 22)

 

Space Ben Guesthouse

Endereço: 499/2 Moo 3 | Mueang Kao subdistrict, Sukhothai 64210, Thailand

Preço: 1.000 THB (R$ 100)

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CHIANG RAI: BLACK HOUSE E WHITE TEMPLE

Chiang Rai é uma cidadezinha muito simpática, proclamada província tailandesa somente em 1933. Ficamos hospedados numa ótima pousada, Baan Jaru, super bonitinha e em localização privilegiada. Na nossa rua havia uma infinidade de barzinhos, um mais agradável do que o outro, em ambos os lados. Dava para caminhar por uma calçada apreciando e escolhendo em qual entrar e voltar pela outra, repetindo o procedimento.

 

A equipe da pousada – um casal muito simpático – nos ajudou dando a dica de um ótimo (e muito barato) restaurante, Bar Rab, a cerca de 300 metros dali, perto da Golden Clock Tower, um ponto turístico no final de nossa rua. O relógio, criado em 2008, é bonito mas não tem nada demais: apenas fica mudando de cor graças a um jogo de luz enquanto toca uma música típica, sempre às 19h, 20h e 21h. Vale muito mais a pena conhecer o restaurante do que o relógio. Mas, como distam apenas uns 100 metros um do outro, não custa nada conhecer os dois.

 

Esse casal também fez contato com um senhor taxista que, cobrando apenas por meia diária, nos levou para almoçar em um restaurante lindo na beira do rio, chamado Chivit Thamma Da. Além do charme de suas instalações e extremo cuidado nos detalhes (como um pôster clássico de um show de John Lennon no toalete), sua equipe era super competente, prestativa e simpática. E a comida, deliciosa.

 

Depois, nosso gentil choffeur nos levou até os mais conhecidos pontos turísticos de Chiang Rai: Black House e White Temple (sim, além de ser uma cidadezinha bastante charmosa – distante cinco horas de Chiang Mai -, todos os seus destaques carregam cores nos nomes).

 

Considerados opostos, estes dois templos são como o Céu e o Inferno da arquitetura tailandesa: um é branco, luminoso, etéreo; o outro é escuro, sombrio, sinistro. Um foi feito pelo discípulo; o outro, pelo mestre.

 

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Wat Rong Khun, ou White Temple (Templo Branco), é um templo budista e hindu desenhado pelo artista tailandês Chalermchai Kositpipat (o mesmo que desenhou o relógio supracitado).

 

Concebido com tinta e vidros brancos representando a pureza e a sabedoria de Buda, sua construção, que se iniciou em 1997, continua até os dias de hoje. Além de sua imponência típica dos templos tailandeses, possui galerias de arte, vários cafés e lanchonetes, além de lojinhas de artesanato. Cercado por fontes e lagos com dezenas de carpas, está em constante renovação. Em sua entrada, mãos aos céus e rostos em agonia representam aqueles proibidos de chegar ao Paraíso.

 

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Baan Jaru

Endereço: 1003 Chet Yot Road,T. Vieng,Muang, 57000 Chiang Rai, Tailândia

Preço: 850 THB (R$ 85)

 

Ba Rab Restaurant

Endereço: Thanon Baanpa Pragarn Road, Wiang, Mueang Chiang Rai District, Chiang Rai 57000, Thailand

 

Chivit Thamma Da Coffee House

Endereço: 179 Moo 2, Bannrongseatean Soi 3, Tambon Rimkok, Chiang Rai 57100, Thailand

Site: http://www.chivitthammada.com

 

Wat Rong Khun (White Temple)

Endereço: Pa O Don Chai Road, A. Muang, Chiang Rai, 57000, Thailand

Site: http://www.watrongkhun.org

Preço: Grátis

 

Black House

Endereço: 57100, 414 1, Nang Lae, Mueang Chiang Rai District, Chiang Rai 57100, Thailand

Preço: Grátis

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Helen Pusch    0

Adorei os posts (e o blog) de vocês! Especialmente o senso de humor, com doses fortes de sarcasmo :wink: !

 

Obrigada por compartilhar!

 

Abraços!

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ISIS MILAN    0

adorei o relato,esta me ajudando demais, me ajuda com uma duvida,,vou ficar 4 dias entre kravi e Ko Phi Phi,minha duvida e :

chegando 22 hr em Krabi... ficar a noite no hotel e no dia seguinte ir para Sleeponboard e depois voltar 3 dias e hospedar em Krabi ao Nang???.........ou melhor se hospedar em Ko Phi Phi?

vou a guardar ansiosa a resposta para terminar o roteiro...valeu!!!

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adorei o relato,esta me ajudando demais, me ajuda com uma duvida,,vou ficar 4 dias entre kravi e Ko Phi Phi,minha duvida e :

chegando 22 hr em Krabi... ficar a noite no hotel e no dia seguinte ir para Sleeponboard e depois voltar 3 dias e hospedar em Krabi ao Nang???.........ou melhor se hospedar em Ko Phi Phi?

vou a guardar ansiosa a resposta para terminar o roteiro...valeu!!!

 

Sim, melhor dormir em Krabi e depois ir pra Ko Phi Phi no Sleep on board. Não gostamos de Ko Phi Phi, achamos muito cheia e farofa. O melhor são os passeios, que podem ser feitos a partir de Krabi.

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