Segue meu relato de viagem. Desta vez escrevi bastante, colocando várias impressões e detalhando mais as experiencias. Não coloquei muitos valores, pois com o minimo de pesquisa e possível ver os preços de tudo nos sites de transportes locais e atrações. E hospedagem, depende do bolso e gosto.
Essa viagem exigiu muita pesquisa, o que foi muito legal, pois pela primeira vez tive quase 4 meses para planejar. Normalmente tenho 1 mês, devido a agenda do meu trabalho, que é sempre maluca.
Fiz uma imersão e recebi ajuda dos ótimos blogs Agenda Berlim, Viajoteca, Turomaquia, Alemanha Por que não, Virtual Tourist, Trip Advisor entre outros. Além de ver filmes e ler alguns livros.
O roteiro inicial, feito com a ajuda de uma amiga alemã:
14/04- SP/Amsterdam
15/04- Amsterdam/Berlim
16/17/18- Berlim
19/04- Berlin/Dresden
20/04- Dresden- Praga
21/22- Praga
23/04- Praga/Nuremberg/Vale do Reno (St.Goar)
24/25- Vale do Reno e Mosel
26/04- St. Goar/Amsterdam
27/28- Amsterdam
29/04- Amsterdam/SP
Hospedagem: reservados pelo Booking e Hoteis.com. Recomendo esse ultimo, pois os preços eram parecidos e as vezes melhor do que o primeiro, pois diariamente há promoções de hotéis. Olhava todo dia, e consegui um ótimo hotel 4 estrelas na região que eu queria por um preço muito bom. Além disso dividem em 12 vezes, o pagamento é em Real, sem IOF (depende do hotel, alguns são em moeda local). E se tiver KM de vantagens, tem um desconto de 10% em uma compra e também programa de recompensas.
Transporte: Passagens de ônibus compradas na Flix Bus e trem na DB Bahn. Antecedência de 60 dias. Admito que no começo a logística era um pesadelo! Depois de pesquisar muito em blogs e fazer inúmeras simulações no site da DB, tudo ficou mais fácil. O Sac deles também é ótimo.
Passeios e gastos: todo calculado e montados em planilhas. Desta vez não anotei todos os gastos diários separados (presentes, jantar, transporte etc) como em outras viagens. Não conseguia, de tão cansada. Só controlávamos o valor total do dia para ficar no estipulado. Mas funcionou pois o planejamento inicial foi bom.
Aplicativos: foram fundamentais. App da KLM, Bahn, BVG, rotas e Mapas Off line. Baixei um de cada cidade que iriamos visitar (exceto vale do Reno e Mosel, não tinha) e marquei todos os lugares de interesse como hotel, estações de trem, ônibus, supermercados, restaurantes e atrações.[/b
15/04/15- Amsterdam em poucas horas e vôo para Berlim
Chegamos em Amsterdam antes do esperado, as 11:30 hora local. Relógio contando, pois o voo para Berlim era 16:50 hr. Achei o aeroporto bem confuso, pois normalmente apos a Imigração fica um pouco antes da retirada das malas, o que não aconteceu. Andamos pelo aeroporto, em direção a saída e procurando os lockers. A senhora das informações, se mostrou mal humorada e mandou seguir as placas. Ajudou muito Dona!
Passamos pelo terminal de embarque que em teoria deveríamos ir para embarcar no voo para Berlim, então parei um funcionário para confirmar se era aquele mesmo, pois o voo não estava ainda no painel. Ele disse que sim, e perguntei se ele achava que daria tempo de ir ao centro de Amsterdam nessas 4 horas. Ele pegou um mapa do aeroporto, mostrou os lockers e disse que precisaríamos passar pela imigração primeiro. E recomendava fazer um passeio de barco que saia na Damrak, e me deu um livrinho com mapa e cupom de desconto. :'> :'> Disse que deveríamos estar uma hora antes do embarque.
Na imigração o cara perguntou quanto tempo ficaríamos e só. Talvez os carimbos de outros países europeus tenha ajudado. E falou obrigado em português.
Guardamos as malas no locker, que aceitava cartão de credito.
Compramos os tickets para Amsterdam central, mas foi mais caro que no site, mesmo pagando em dinheiro. Custou quase 5 euros por trecho. Não entendi e não deu tempo de perguntar.
Perdemos o primeiro trem por pouco, e fiquei bem perdida como achar os outros.
Pedi ajuda a uma moça jovem muçulmana e ela procurou no celular e achou, foi super atenciosa. Demorou uns 15 minutos e os turistas iam chegando e todo mundo com cara de perdidos. Não vi funcionários na plataforma.
Pegamos o trem bem sujinho e em 20 minutos estávamos na Amsterdam central. O dia estava agradável com o céu super azul.
A estação é uma loucura, mil pessoas, e quando vc sai, é quase atropelado por bikes!
Optamos em não fazer o passeio de barco, embora seja a opção mais racional pelo pouco tempo, pois estava com dor nas costas e não aguentava ficar sentada. Usamos o roteiro de poucas horas do Duc Amsterdam e fomos pela Singel em direção ao Joordan.
Mesmo com o transito de bikes, andando pelas ruas menores o ritmo era mais tranquilo, e apesar de ser uma quarta a tarde, havia bastante pessoas bebendo nos bares de rua tranquilamente. Paramos em um mercadinho, e os preços estavam insanos como 4 euros uma Coca. Dai eu usei meu mapa offline da cidade, onde havia marcados todos os pontos turísticos que queria visitar e também alguns mercados Albert heijin. Achamos um pequeno e os preços eram razoáveis, e pegamos algumas coisas para comer e beber enquanto caminhávamos tranquilos pelos canais.
Era melhor aproveitar cada momento, tirar fotos, pois iriamos voltar 2 semanas depois na maior muvuca na cidade:Koningsnach ou Dia do Rei.
Voltamos, para Amsterdam Central, novela do check in/check out e a impressão que só nos fizemos e o resto passou batido!
Trem sujinho para Aeroporto e embarque tranquilo em outro Voo da KLM para Berlim.
o voo demorou aproximadamente 1 hora e a mala depachada no Brasil e depois de 2 vôos estava lá intacta!
O aeroporto de Tegel não é grande, e já sabia que tinha ir ao terminal C para pegar o ônibus X9.
Compramos no quiosque da GVB um pack Single ticket 4-trip-ticket Berlin AB por 9 euros, que eu havia pesquisado no otimo site da companhia. Eles serviriam para o dia de hoje e dia da saida de Berlim. No restante usariamos passamos diarios sem limite de viagem.
O ponto na frente da saida do aeroporto, muito facil só seguir as pessoas com malas.
Na entrada formos quase atropelados, e tive meu primeiro contato com a " educação" alemã. Eles são muito educados, prestativos, não atravessam farol vermelho, não jogam lixo na rua etc. Mas quando se trata de fila, esqueçe!
Eles empurram para entrar no ônibus, trem, metro, entram na sua frente na fila do mercado ou para comprar qualquer coisa. Não pode dar brecha!
Entramos e eu realmente esqueci como validar o ticket (a maquina era dentro do onibus) e no metro e trens na plataforma. Tinha levado um monte de planilhas e arquivos com informações, mas não achei na hora.
Fiquei com muito medo da fiscalização aparecer e multar em 40 euros por pessoa. Descemos entao em uma estacão de onibus e depois pegamos outro vazio em direção ao Zoo Garten. Perguntei ao motorista se realmente ele parava lá, mas ele falava pouco inglês, mas muito simpatico, tipo disse que pararia perto. Validamos e fomos curtindo a cidade, passamos pelo Tiergarten, e observando com o trânsito bom, as pessoas usando bike para trabalhar, as ruas largas e limpas. Ah, não tem motoboy e suas buzinas!
Chegamos na estacao Zoo e descemos pela porta a frente no ônibus. Nessa hora o sorriso sumiu do rosto do motorista. Lembrei depois que li em um blog que não pode descer por lá. Mas depois vi um monte de gente fazendo mesmo sendo alemães. Sei lá...
Usamos novamente o mapa offline e em menos de 1 km estavamos no Hotel, que por sinal era muito bom, com estacao de metro ao lado, mercado e uma rua muito calma, e uns 3 quarteiroes da avenida Kurfürstendamm.
A noite só deu para espiar a Kaiser Wilhelm Gedächtniskirche- ou igreja quebrada cuja torre, que foi extremamente danificada por bombardeios durante a Segunda Guerra e que não foi restaurada, é um símbolo para lembrar a destruição causada pela guerra. Estávamos em Berlim, bebê!
16/04/15- Berlim a terra dos Elfos
Finalmente dia de explorar a cidade, após tanto tempo de pesquisa! De roteiro pronto, celular carregado, bateria extra, fomos cedo pegar o ônibus 100 na estação Zoo garten. Mas esqueci que tinha de comprar o Day ticket na máquina e entramos na estação de trem para comprar e nada! E o povo na maior pressa. Depois me lembrei na máquina e achei o ponto certinho do ônibus e compramos os passes por 6,90 por pessoa zona AB.
Pronto, passamos pelo Zoologico, coluna Vitoria (não consegui descer lá nenhum dia), mas passei várias vezes e ficava olhando ela, procurando um anjo do Win Wenders (recomendo ver os filmes dele antes de ir a cidade). Depois área do parque, casa de cultura, parlamento, Portão de Brandenburgo e vários outros pontos turisticos, até chegar em Alexandreplatz.
De lá fomos até a torre de TV, ouvimos uma explicação de sopetão de um tour de bike sobre a torre e a igreja
Marienkirche (a mais antiga de Berlim)e fomos andando até a Ilha dos Museus. A região é muito bonita com a Catedral, o rio Spree e os museus. Na margem haviam músicos, pessoas tomando um solzinho como frio de 12 graus. Tentamos pegar um passeio, mas os barcos que estavam saindo eram somente em alemão. Não conseguimos visitar nenhum dos incríveis museus, pois tinhamos horário marcado no Parlamento.
Como Não achamos água nem lanche para comprar perto fomos até a estacão de trem de Friedrichstraße. Uma tremenda volta...
Caminhamos pela avenida Unter den Linden, paramos no Memorial às vítimas da guerra e da tirania e entramos na Universidade Humboldt onde Einstein e Karl Marx estudaram.
Continuamos caminhando até o Portão de Brandenburgo, e depois fomos ao Predio do Parlamento- Bundestag,onde
tínhamos um horário marcado para visitar a Cúpula. Com a papelada impressa, entramos sem fila. Importante apresentar os passaportes e passar por um detector de metais como em aeroportos.
Foi bem organizado e interessante ver a cidade de cima. o Audio guia é gratis também. Muito legal.
Depois de curtir o vista, fomos a pé para o Memorial do Holocausto.
Parece tudo muito fácil, mas bater perna em uma cidade nova é complicado. Se não fosse o mapa off line já era. E o pior a bateria do celular estava acabando e a bateria externa que comprei parou de funcionar, a volta é seria historia... Achei que Berlim deficiente em placas de atrações turisticas. E depois fui confimar que todas as cidades alemães que estive eram assim.
Depois do memorial, fomos até a Topografia do terror. Foi muito interessante. Eu não sabia que havia um pedaço do muro intacto lá! Foi emocionante.
Depois voltamos até Potsdam Platz. Nessa hora o celular morreu, tive que comprar um mapa de 1 euro na loja. Dai o carinha falou: " Esse mapa é em alemão, em espanhlo lé esse aqui". Eu falei meio brava, pois estava com fome e com dor nas costas e no pé: " Eu não falo espanhol, falo português .Então me dá em inglês." Ele ficou todo desconsertado, pediu desculpas. Fiquei com dó, ele não tem obrigação de saber, e falei ok, são linguas meio parecidas.
Iríamos voltar de metro, mas justamente o trecho que iríamos usar estava em obras. A funcionária disse que passava um ônibus até Zoo lá perto. Ficamos esperando e nada e gente querendo voltar logo para descasar e sair a noitinha para ver o portão iluminado. Não passou ônibus, ninguém sabia de nada e o jeito foi voltar andando ate a Unter den Linden, passar rapidinho no Sony center e procurar o ônibus 100 ou 200 para voltar ao hotel e depois sair para jantar.
Porque terra dos Elfos?
Porque a cidade é limpa, organizada, super verde ( me parece que é capital mais verde da Europa), as casas e prédios são bem cuidados e a maioria das pessoas são lindas, loiras, altas e magras. Ah e bem vestidas. Realmente é um soco na autoestima.
O quantidade é turistas é relativamente baixa para a importância e atrações da cidade
17/04/15- Turistando e batendo perna sem compromisso
Segue meu relato de viagem. Desta vez escrevi bastante, colocando várias impressões e detalhando mais as experiencias. Não coloquei muitos valores, pois com o minimo de pesquisa e possível ver os preços de tudo nos sites de transportes locais e atrações. E hospedagem, depende do bolso e gosto.
Essa viagem exigiu muita pesquisa, o que foi muito legal, pois pela primeira vez tive quase 4 meses para planejar. Normalmente tenho 1 mês, devido a agenda do meu trabalho, que é sempre maluca.
Fiz uma imersão e recebi ajuda dos ótimos blogs Agenda Berlim, Viajoteca, Turomaquia, Alemanha Por que não, Virtual Tourist, Trip Advisor entre outros. Além de ver filmes e ler alguns livros.
O roteiro inicial, feito com a ajuda de uma amiga alemã:
14/04- SP/Amsterdam
15/04- Amsterdam/Berlim
16/17/18- Berlim
19/04- Berlin/Dresden
20/04- Dresden- Praga
21/22- Praga
23/04- Praga/Nuremberg/Vale do Reno (St.Goar)
24/25- Vale do Reno e Mosel
26/04- St. Goar/Amsterdam
27/28- Amsterdam
29/04- Amsterdam/SP
Hospedagem: reservados pelo Booking e Hoteis.com. Recomendo esse ultimo, pois os preços eram parecidos e as vezes melhor do que o primeiro, pois diariamente há promoções de hotéis. Olhava todo dia, e consegui um ótimo hotel 4 estrelas na região que eu queria por um preço muito bom. Além disso dividem em 12 vezes, o pagamento é em Real, sem IOF (depende do hotel, alguns são em moeda local). E se tiver KM de vantagens, tem um desconto de 10% em uma compra e também programa de recompensas.
Transporte: Passagens de ônibus compradas na Flix Bus e trem na DB Bahn. Antecedência de 60 dias. Admito que no começo a logística era um pesadelo! Depois de pesquisar muito em blogs e fazer inúmeras simulações no site da DB, tudo ficou mais fácil. O Sac deles também é ótimo.
Passeios e gastos: todo calculado e montados em planilhas. Desta vez não anotei todos os gastos diários separados (presentes, jantar, transporte etc) como em outras viagens. Não conseguia, de tão cansada. Só controlávamos o valor total do dia para ficar no estipulado. Mas funcionou pois o planejamento inicial foi bom.
Aplicativos: foram fundamentais. App da KLM, Bahn, BVG, rotas e Mapas Off line. Baixei um de cada cidade que iriamos visitar (exceto vale do Reno e Mosel, não tinha) e marquei todos os lugares de interesse como hotel, estações de trem, ônibus, supermercados, restaurantes e atrações.[/b
15/04/15- Amsterdam em poucas horas e vôo para Berlim
Chegamos em Amsterdam antes do esperado, as 11:30 hora local. Relógio contando, pois o voo para Berlim era 16:50 hr. Achei o aeroporto bem confuso, pois normalmente apos a Imigração fica um pouco antes da retirada das malas, o que não aconteceu. Andamos pelo aeroporto, em direção a saída e procurando os lockers. A senhora das informações, se mostrou mal humorada e mandou seguir as placas. Ajudou muito Dona!
Passamos pelo terminal de embarque que em teoria deveríamos ir para embarcar no voo para Berlim, então parei um funcionário para confirmar se era aquele mesmo, pois o voo não estava ainda no painel. Ele disse que sim, e perguntei se ele achava que daria tempo de ir ao centro de Amsterdam nessas 4 horas. Ele pegou um mapa do aeroporto, mostrou os lockers e disse que precisaríamos passar pela imigração primeiro. E recomendava fazer um passeio de barco que saia na Damrak, e me deu um livrinho com mapa e cupom de desconto.
:'>
:'> Disse que deveríamos estar uma hora antes do embarque.
Na imigração o cara perguntou quanto tempo ficaríamos e só. Talvez os carimbos de outros países europeus tenha ajudado. E falou obrigado em português.
Guardamos as malas no locker, que aceitava cartão de credito.
Compramos os tickets para Amsterdam central, mas foi mais caro que no site, mesmo pagando em dinheiro. Custou quase 5 euros por trecho. Não entendi e não deu tempo de perguntar.
Perdemos o primeiro trem por pouco, e fiquei bem perdida como achar os outros.
Pedi ajuda a uma moça jovem muçulmana e ela procurou no celular e achou, foi super atenciosa. Demorou uns 15 minutos e os turistas iam chegando e todo mundo com cara de perdidos. Não vi funcionários na plataforma.
Pegamos o trem bem sujinho e em 20 minutos estávamos na Amsterdam central. O dia estava agradável com o céu super azul.
A estação é uma loucura, mil pessoas, e quando vc sai, é quase atropelado por bikes!
Optamos em não fazer o passeio de barco, embora seja a opção mais racional pelo pouco tempo, pois estava com dor nas costas e não aguentava ficar sentada. Usamos o roteiro de poucas horas do Duc Amsterdam e fomos pela Singel em direção ao Joordan.
Mesmo com o transito de bikes, andando pelas ruas menores o ritmo era mais tranquilo, e apesar de ser uma quarta a tarde, havia bastante pessoas bebendo nos bares de rua tranquilamente. Paramos em um mercadinho, e os preços estavam insanos como 4 euros uma Coca. Dai eu usei meu mapa offline da cidade, onde havia marcados todos os pontos turísticos que queria visitar e também alguns mercados Albert heijin. Achamos um pequeno e os preços eram razoáveis, e pegamos algumas coisas para comer e beber enquanto caminhávamos tranquilos pelos canais.
Era melhor aproveitar cada momento, tirar fotos, pois iriamos voltar 2 semanas depois na maior muvuca na cidade:Koningsnach ou Dia do Rei.
Voltamos, para Amsterdam Central, novela do check in/check out e a impressão que só nos fizemos e o resto passou batido!
Trem sujinho para Aeroporto e embarque tranquilo em outro Voo da KLM para Berlim.
o voo demorou aproximadamente 1 hora e a mala depachada no Brasil e depois de 2 vôos estava lá intacta!
O aeroporto de Tegel não é grande, e já sabia que tinha ir ao terminal C para pegar o ônibus X9.
Compramos no quiosque da GVB um pack Single ticket 4-trip-ticket Berlin AB por 9 euros, que eu havia pesquisado no otimo site da companhia. Eles serviriam para o dia de hoje e dia da saida de Berlim. No restante usariamos passamos diarios sem limite de viagem.
O ponto na frente da saida do aeroporto, muito facil só seguir as pessoas com malas.
Na entrada formos quase atropelados, e tive meu primeiro contato com a " educação" alemã. Eles são muito educados, prestativos, não atravessam farol vermelho, não jogam lixo na rua etc. Mas quando se trata de fila, esqueçe!
Eles empurram para entrar no ônibus, trem, metro, entram na sua frente na fila do mercado ou para comprar qualquer coisa. Não pode dar brecha!
Entramos e eu realmente esqueci como validar o ticket (a maquina era dentro do onibus) e no metro e trens na plataforma. Tinha levado um monte de planilhas e arquivos com informações, mas não achei na hora.
Fiquei com muito medo da fiscalização aparecer e multar em 40 euros por pessoa. Descemos entao em uma estacão de onibus e depois pegamos outro vazio em direção ao Zoo Garten. Perguntei ao motorista se realmente ele parava lá, mas ele falava pouco inglês, mas muito simpatico, tipo disse que pararia perto. Validamos e fomos curtindo a cidade, passamos pelo Tiergarten, e observando com o trânsito bom, as pessoas usando bike para trabalhar, as ruas largas e limpas. Ah, não tem motoboy e suas buzinas!
Chegamos na estacao Zoo e descemos pela porta a frente no ônibus. Nessa hora o sorriso sumiu do rosto do motorista. Lembrei depois que li em um blog que não pode descer por lá. Mas depois vi um monte de gente fazendo mesmo sendo alemães. Sei lá...
Usamos novamente o mapa offline e em menos de 1 km estavamos no Hotel, que por sinal era muito bom, com estacao de metro ao lado, mercado e uma rua muito calma, e uns 3 quarteiroes da avenida Kurfürstendamm.
A noite só deu para espiar a Kaiser Wilhelm Gedächtniskirche- ou igreja quebrada cuja torre, que foi extremamente danificada por bombardeios durante a Segunda Guerra e que não foi restaurada, é um símbolo para lembrar a destruição causada pela guerra. Estávamos em Berlim, bebê!

16/04/15- Berlim a terra dos Elfos
Finalmente dia de explorar a cidade, após tanto tempo de pesquisa! De roteiro pronto, celular carregado, bateria extra, fomos cedo pegar o ônibus 100 na estação Zoo garten. Mas esqueci que tinha de comprar o Day ticket na máquina e entramos na estação de trem para comprar e nada! E o povo na maior pressa. Depois me lembrei na máquina e achei o ponto certinho do ônibus e compramos os passes por 6,90 por pessoa zona AB.
Pronto, passamos pelo Zoologico, coluna Vitoria (não consegui descer lá nenhum dia), mas passei várias vezes e ficava olhando ela, procurando um anjo do Win Wenders (recomendo ver os filmes dele antes de ir a cidade). Depois área do parque, casa de cultura, parlamento, Portão de Brandenburgo e vários outros pontos turisticos, até chegar em Alexandreplatz.
Mais informacoes sobre trajeto: http://www.agendaberlim.com/2012/09/24/conhecendo-berlim-onibus-100/
De lá fomos até a torre de TV, ouvimos uma explicação de sopetão de um tour de bike sobre a torre e a igreja
Marienkirche (a mais antiga de Berlim)e fomos andando até a Ilha dos Museus. A região é muito bonita com a Catedral, o rio Spree e os museus. Na margem haviam músicos, pessoas tomando um solzinho como frio de 12 graus. Tentamos pegar um passeio, mas os barcos que estavam saindo eram somente em alemão. Não conseguimos visitar nenhum dos incríveis museus, pois tinhamos horário marcado no Parlamento.
Como Não achamos água nem lanche para comprar perto fomos até a estacão de trem de Friedrichstraße. Uma tremenda volta...
Caminhamos pela avenida Unter den Linden, paramos no Memorial às vítimas da guerra e da tirania e entramos na Universidade Humboldt onde Einstein e Karl Marx estudaram.
Continuamos caminhando até o Portão de Brandenburgo, e depois fomos ao Predio do Parlamento- Bundestag,onde
tínhamos um horário marcado para visitar a Cúpula. Com a papelada impressa, entramos sem fila. Importante apresentar os passaportes e passar por um detector de metais como em aeroportos.
Foi bem organizado e interessante ver a cidade de cima. o Audio guia é gratis também. Muito legal.
Depois de curtir o vista, fomos a pé para o Memorial do Holocausto.
Parece tudo muito fácil, mas bater perna em uma cidade nova é complicado. Se não fosse o mapa off line já era. E o pior a bateria do celular estava acabando e a bateria externa que comprei parou de funcionar, a volta é seria historia... Achei que Berlim deficiente em placas de atrações turisticas. E depois fui confimar que todas as cidades alemães que estive eram assim.
Depois do memorial, fomos até a Topografia do terror. Foi muito interessante. Eu não sabia que havia um pedaço do muro intacto lá! Foi emocionante.
Depois voltamos até Potsdam Platz. Nessa hora o celular morreu, tive que comprar um mapa de 1 euro na loja. Dai o carinha falou: " Esse mapa é em alemão, em espanhlo lé esse aqui". Eu falei meio brava, pois estava com fome e com dor nas costas e no pé: " Eu não falo espanhol, falo português .Então me dá em inglês." Ele ficou todo desconsertado, pediu desculpas. Fiquei com dó, ele não tem obrigação de saber, e falei ok, são linguas meio parecidas.
Iríamos voltar de metro, mas justamente o trecho que iríamos usar estava em obras. A funcionária disse que passava um ônibus até Zoo lá perto. Ficamos esperando e nada e gente querendo voltar logo para descasar e sair a noitinha para ver o portão iluminado. Não passou ônibus, ninguém sabia de nada e o jeito foi voltar andando ate a Unter den Linden, passar rapidinho no Sony center e procurar o ônibus 100 ou 200 para voltar ao hotel e depois sair para jantar.
Porque terra dos Elfos?
Porque a cidade é limpa, organizada, super verde ( me parece que é capital mais verde da Europa), as casas e prédios são bem cuidados e a maioria das pessoas são lindas, loiras, altas e magras. Ah e bem vestidas. Realmente é um soco na autoestima.
O quantidade é turistas é relativamente baixa para a importância e atrações da cidade
17/04/15- Turistando e batendo perna sem compromisso