Galera, obtive muitas informações daqui do mochileiros, porém ficaram apenas nas leituras. Porque eu tenho o péssimo ato de não anotar as coisas e levar comigo, ou seja, passei alguns perrengues.
Dia 1 (Aeroporto Callao - Lima)
Objetivo dessa viagem foi: Ser econômico e não seguir um roteiro muuuuito turístico. Andar sem rumo pelas ruas das cidades e deixar com que o país me mostre suas belezas, cultura e sua gente.
Quando cheguei no aeroporto (aeroporto não é em Lima, e sim na província de Callao) ideia inicial era encontrar alguém que estivesse com uma mochila nas costas no aguardo de um taxi pra rachar, porém não encontrei e fui rumo à saída do estacionamento.
Logo à sua direita, tem uma passarela e alguns passos a frente, um ponto de ônibus. Aeroporto em si, não é muito distante do bairro de Miraflores, então é possível pegar um ônibus tranquilamente.
No primeiro dia, peguei um ônibus velho velho velho, porém custou apenas S/2,50. Foi uma aventura, uhauhauhauua. O cobrador faz a função de abrir e fechar as portas e de gritar o itinerário. Eu acho que algumas pessoas sobem no ônibus no susto. kkkkkkk.
Primeiro dia resolvi caminhar pelo bairro, conhecendo o parque Kennedy o parque 9 de julho e parei pra almoçar. Próximo do hostel (Pariwana) tem uma rua com inúmeras lojas de artesanato. Como achei beeeeem caótico o transito de Lima, e como o centro é distante de Miraflores resolvi tomar uma taxi. Sempre acho que taxista está me enganando, então, sempre pesquise preço com o taxista. O primeiro cobrou S/18,00 , o segundo S/20 e fechei com o terceiro por S/15,00 e me deixando na Plaza de Armas. Toda essa região é muito bonita, com prédios históricos e bem conservados. Foi ali que comecei a me encantar por Lima.
Fui caminhando até a Plaza San Martin e realmente é muito bonita. Após este passeio pelo centro resolvi pegar um ônibus para Miraflores, e eu sabia que passava, pq o busão que eu peguei pela manhã, passava próximo à praça Grau, que fica perto do parque da reserva. Este dia andei demais, mas valeu a pena.
Para chegar ao bairro de Miraflores, a partir do centro, ou vice-versa podem pegar o ônibus 301 – Pardo. É um ônibus azul, novo e tranquilo (SIT – Sistema Integrado de Transporte). Porém como era meu primeiro dia, desci no ponto errado pq o motorista disse para um outro passageiro, que estava na parada PRADO. Fiquei na dúvida, pq já tinha dado uns 35 minutos de viagem e a minha parada era PARDO. Desci, atravessei a rua e peguei novamente o ônibus no sentido contrário. Mais S/1,20. Logo quando subi no Ônibus, resolvi perguntar pra uma moça, e a mesma disse que eu estava longe e na direção contrária, deeeeeesce novamente. Mais S/1,20 e aí sim, cheguei no hostel. Pela noite, festa no hostel, TOP!!!
Dia 2 - Lima
Acordei cedo e fui ao sítio arqueológico cravado no bairro mais moderno de Lima, Huaca Puclana. Na entrada, são formados os grupos e tem um guia já disponível. ESTUDANTE PAGA MEIA. (S./5,00).
Após visitação fui perambulando pelas ruas, pra ver se encontrava algum restaurante mais em conta para almoçar. Na própria avenida Larco, sentido Shopping Larcomar, tem alguns restaurantes com ótimas promoções, com pratos até S/15,00. Também tem uma ruazinha com restaurantes bons, e na mesma faixa de preço, é uma paralela da Calle Sheel. Não almocei por ali, mas fica como dica.
Chegando ao Shopping Larcomar, só dei uma olhada superficial e fui para o parque do amor, deve estar a uns 600m do shopping. É uma área bem legal, pois Dalí é possível ver o pessoal voando de paraglider. Tudo pode ser feiro a pé.
Para retornar ao hostel, peguei um ônibus, coisa de 3 “paraderos” e almocei em uma rua atrás do parque Kennedy. S/10,00 (ceviche de entrada, pollo frito com purê e um refresco ruim).
Continuei andando pela cidade, mas teve uma hora que já tava cansado, daí fui pro hostel tomar uma breja e conversando com os gringos. Conheci uma galera no hostel e já programamos o role da noite. FESTA NO HOSTEL. Não senti falta de ir pro bairro de Barranco, dizem que lá é o bairro das baladas, mas pra mim, foi totalmente satisfatórias as festas no hostel.
Antes da festa do hostel, fui ao parque da reserva que é o parque onde tem as fontes de água. Puta lugar legal. Porém tava um frio do cão , pois julho é inverno por lá. Entrada é de S/4,00. Tem uma fonte em que podemos brincar. Hilário. Tomei um banho em um momento, mas foi muito engraçado.
Vamos pra festa. Breja, Cuba Libre, jogos, free shots oferecidos pelo hostel e muito reggaeton. Lá pelas 2 horas da manhã, uma menina que trampa no hostel deu a ideia de irmos pra uma balada, e geral topou. Foram 9 taxis com 4 e 5 negos dentro. Paramos a avenida Larco, pois virou um estacionamento de taxi. Chegando lá, o cara da recepção tava perdido, porque chegou umas 40 pessoas do nada, e queríamos entrar de graça. Uhauhauhuahuhuhaua.Eu acabei voltando pro hostel, pq meu voo pra Cuzco era às 8 da manhã. Tive que sair do hostel por volta das 5 da manhã. Okay, falhei na missão, kkkkkkkkk.
Galera, obtive muitas informações daqui do mochileiros, porém ficaram apenas nas leituras. Porque eu tenho o péssimo ato de não anotar as coisas e levar comigo, ou seja, passei alguns perrengues.
Dia 1 (Aeroporto Callao - Lima)
Objetivo dessa viagem foi: Ser econômico e não seguir um roteiro muuuuito turístico. Andar sem rumo pelas ruas das cidades e deixar com que o país me mostre suas belezas, cultura e sua gente.
Quando cheguei no aeroporto (aeroporto não é em Lima, e sim na província de Callao) ideia inicial era encontrar alguém que estivesse com uma mochila nas costas no aguardo de um taxi pra rachar, porém não encontrei e fui rumo à saída do estacionamento.
Logo à sua direita, tem uma passarela e alguns passos a frente, um ponto de ônibus. Aeroporto em si, não é muito distante do bairro de Miraflores, então é possível pegar um ônibus tranquilamente.
No primeiro dia, peguei um ônibus velho velho velho, porém custou apenas S/2,50. Foi uma aventura,
uhauhauhauua. O cobrador faz a função de abrir e fechar as portas e de gritar o itinerário. Eu acho que algumas pessoas sobem no ônibus no susto. kkkkkkk.
Primeiro dia resolvi caminhar pelo bairro, conhecendo o parque Kennedy o parque 9 de julho e parei pra almoçar. Próximo do hostel (Pariwana) tem uma rua com inúmeras lojas de artesanato. Como achei beeeeem caótico o transito de Lima, e como o centro é distante de Miraflores resolvi tomar uma taxi. Sempre acho que taxista está me enganando, então, sempre pesquise preço com o taxista. O primeiro cobrou S/18,00 , o segundo S/20 e fechei com o terceiro por S/15,00 e me deixando na Plaza de Armas. Toda essa região é muito bonita, com prédios históricos e bem conservados. Foi ali que comecei a me encantar por Lima.
Fui caminhando até a Plaza San Martin e realmente é muito bonita. Após este passeio pelo centro resolvi pegar um ônibus para Miraflores, e eu sabia que passava, pq o busão que eu peguei pela manhã, passava próximo à praça Grau, que fica perto do parque da reserva. Este dia andei demais, mas valeu a pena.
Para chegar ao bairro de Miraflores, a partir do centro, ou vice-versa podem pegar o ônibus 301 – Pardo. É um ônibus azul, novo e tranquilo (SIT – Sistema Integrado de Transporte). Porém como era meu primeiro dia, desci no ponto errado pq o motorista disse para um outro passageiro, que estava na parada PRADO. Fiquei na dúvida, pq já tinha dado uns 35 minutos de viagem e a minha parada era PARDO. Desci, atravessei a rua e peguei novamente o ônibus no sentido contrário. Mais S/1,20. Logo quando subi no Ônibus, resolvi perguntar pra uma moça, e a mesma disse que eu estava longe e na direção contrária, deeeeeesce novamente.
Mais S/1,20 e aí sim, cheguei no hostel. Pela noite, festa no hostel, TOP!!!
Dia 2 - Lima
Acordei cedo e fui ao sítio arqueológico cravado no bairro mais moderno de Lima, Huaca Puclana. Na entrada, são formados os grupos e tem um guia já disponível. ESTUDANTE PAGA MEIA. (S./5,00).
Após visitação fui perambulando pelas ruas, pra ver se encontrava algum restaurante mais em conta para almoçar. Na própria avenida Larco, sentido Shopping Larcomar, tem alguns restaurantes com ótimas promoções, com pratos até S/15,00. Também tem uma ruazinha com restaurantes bons, e na mesma faixa de preço, é uma paralela da Calle Sheel. Não almocei por ali, mas fica como dica.
Chegando ao Shopping Larcomar, só dei uma olhada superficial e fui para o parque do amor, deve estar a uns 600m do shopping. É uma área bem legal, pois Dalí é possível ver o pessoal voando de paraglider. Tudo pode ser feiro a pé.
Para retornar ao hostel, peguei um ônibus, coisa de 3 “paraderos” e almocei em uma rua atrás do parque Kennedy. S/10,00 (ceviche de entrada, pollo frito com purê e um refresco ruim).
Continuei andando pela cidade, mas teve uma hora que já tava cansado, daí fui pro hostel tomar uma breja e conversando com os gringos. Conheci uma galera no hostel e já programamos o role da noite. FESTA NO HOSTEL. Não senti falta de ir pro bairro de Barranco, dizem que lá é o bairro das baladas, mas pra mim, foi totalmente satisfatórias as festas no hostel.
Antes da festa do hostel, fui ao parque da reserva que é o parque onde tem as fontes de água. Puta lugar legal. Porém tava um frio do cão
, pois julho é inverno por lá. Entrada é de S/4,00. Tem uma fonte em que podemos brincar. Hilário. Tomei um banho em um momento, mas foi muito engraçado. 
Vamos pra festa. Breja, Cuba Libre, jogos, free shots oferecidos pelo hostel e muito reggaeton. Lá pelas 2 horas da manhã, uma menina que trampa no hostel deu a ideia de irmos pra uma balada, e geral topou. Foram 9 taxis com 4 e 5 negos dentro. Paramos a avenida Larco, pois virou um estacionamento de taxi. Chegando lá, o cara da recepção tava perdido, porque chegou umas 40 pessoas do nada, e queríamos entrar de graça. Uhauhauhuahuhuhaua.Eu acabei voltando pro hostel, pq meu voo pra Cuzco era às 8 da manhã. Tive que sair do hostel por volta das 5 da manhã. Okay, falhei na missão, kkkkkkkkk.
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