To aqui de volta para contar sobre uma viagem que fiz durante o feriado de corpus Christi em junho de 2015. A ideia era ter a companhia dos meus amigos Hudson e Cesar, que conheci no Uruguai .
Como César mora em Curitiba, combinamos de passar o feriado lá e aproveitar alguns locais perto da capital – faríamos um dia em Curitiba, 2 na Ilha do Mel e 1 em Ponta Grossa para visitar o Parque de Vila Velha.
Quando chegou na semana da viagem, César teve um problema familiar e não poderia mais nos receber na cidade. Hudson e eu decidimos continuar a viagem já que já estávamos com passagem comprada e tudo mais – começamos a pesquisar alguns hostels para ficarmos e meios de transporte para fazermos o que tínhamos combinado.
Chegado o dia da viagem, as coisas viraram de ponta cabeça.
Dia 1: quinta, dia 04 de junho
CURITIBA
Caos define a saga que tive até chegar em Curitiba. Meu voo sairia originalmente às 7h30 de Guarulhos. Acordei às 5h da manhã e cheguei lá com mais de 1h de antecedência.
Pouco antes da hora de embarcar, disseram que o aeroporto de Curitiba tinha sido fechado pelas condições metereológicas. Depois de 1h, o aeroporto continuava fechado. Às 9h, disseram que nosso voo tinha sido remarcado para às 13h. O estranho é que vimos outros voos com horário próximo ao nosso que foram pra Curitiba numa boa.
Nesse meio tempo estava tentando falar com o Hudson para avisá-lo de que ia atrasar. A Gol levou a gente para fora da área de embarque e pagou um lanche em um dos cafés do aeroporto.
Olhando os painéis vi que tinha um voo próximo às 11h. Voltei pro embarque e perguntei pros atendentes se eu poderia embarcar. A moça com má vontade disse que o voo estava lotado.
Fiquei esperando ali e parecia que estava faltando gente no avião. Depois que eles estavam quase fechando as portas, fui lá de novo perguntar se não tinha faltado ninguém. A mesma moça disse que não dava pra incluir ninguém depois que o sistema tinha sido fechado. Isso me pareceu má vontade, porque eu estava ali sentada na frente dela um tempão, era só ela ter me chamado pra poder entrar se tivesse lugar.
Consegui contato com o Hudson e descobri que o voo dele também tinha sido cancelado. Ele teve um role maior que o meu. Ele tinha ido quarta à noite de Brasília pro Rio e passado a madrugada lá. Sem conseguir realocação em nenhum voo, a companhia aérea queria que ele voltasse pra Brasília, pra de lá tentar algum voo pra Curitiba – o que o faria perder o dia todo.
Ficamos de standby tentando ver o que ia acontecer. Meu novo avião que deveria ter saído às 13h, chegou mega atrasado e acabou saindo mais tarde que o previsto. O pessoal já estava nervoso, com os nervos à flor da pele, querendo causar.
Saímos umas 13h30 mais ou menos e chegamos 14h e pouco em Curitiba. Quando cheguei, liguei pro Hudson. Com todo o estresse que passou, ele acabou pedindo reembolso e voltando pra Brasília, sem poder fazer a viagem.
Assim que cheguei no aeroporto, me informei com algumas pessoas por ali pra saber como faria pra chegar à cidade. Logo na saída, à direita, tem um balcão que vende passagem para Curitiba. A passagem custou R$ 13,00.
Esperei na fila mais uns 10/15 minutos e embarquei na van. Depois de uns 20/25 minutos, desci na rodoviária.
Com toda mudança repentina da viagem, estava pensando no que ia fazer, se ia manter o itinerário ou se ia fazer algo diferente. Resolvi que ia aproveitar a viagem e decidir as coisas com calma, um passo por vez.
Um dos motivos que me fez ir pra Curitiba foi a possibilidade de visitar o Parque Estadual de Vila Velha, então aproveitei que estava na rodoviária e comprei passagem por R$ 67,43 (ida e volta) pra ir já no dia seguinte à Ponta Grossa.
Demorei mais tempo que o necessário, pois fui na fila da Princesa do Norte e só depois vi que apenas a Princesa dos Campos faz o trajeto e tive que enfrentar nova fila.
Da rodoviária peguei um táxi para o centro. Saiu R$ 20 reais e ainda tive que descer antes porque estava muito trânsito e ficando longe de onde eu queria (além de que ia ficar mais caro).
O motorista indicou pra onde eu deveria caminhar e encontrar a rua que eu estava procurando no Largo da Ordem e eu segui andando. Depois de uns 10 minutos andando, queria confirmar onde eu estava, e resolvi abordar um casal que estava na minha frente. Pra minha surpresa era meu amigo de SP Rafa Gobbo e sua namorada! Foi muita alegria na vida, e o dia começou a melhorar a partir daí.
Depois da festa, alegria e espanto do encontro, fomos andando juntos – eu procurando um hostel que tinha lido na internet e eles procurando um bar (já que eles tinham passado por vários lugares e estava tudo fechado por causa do feriado).
5 minutos depois, chegamos num espaço amplo e eu falei “olha, tem um bar aberto ali”.
Fomos até lá e, assim que eles sentaram, perguntaram sorrindo qual o nome do hostel que eu tava procurando, olhei pra trás e tchanaaan, o hostel que eu queria ficava em cima do bar!
Entrei no Curitiba Hostel, enquanto eles ficaram no bar lá fora. Consegui acomodação num quarto eu eles chamam de cápsula japonesa, mas mais rústica.
É uma seção separada dos quartos coletivos, com mini quartos climatizados e um banheiro grande em comum.
O quarto era R$ 70 por dia, mas o cara foi super gente boa, e fez R$ 60 por dia pra mim. Então pra 4 dias, saiu R$ 240 reais.
Me instalei e já desci pra encontrar meus amigos no bar – já eram umas 17h mais ou menos.
Ficamos horas lá conversando e comendo. Gastei R$ 35,20 no total naquela noite. =D
To aqui de volta para contar sobre uma viagem que fiz durante o feriado de corpus Christi em junho de 2015. A ideia era ter a companhia dos meus amigos Hudson e Cesar, que conheci no Uruguai .
Como César mora em Curitiba, combinamos de passar o feriado lá e aproveitar alguns locais perto da capital – faríamos um dia em Curitiba, 2 na Ilha do Mel e 1 em Ponta Grossa para visitar o Parque de Vila Velha.
Quando chegou na semana da viagem, César teve um problema familiar e não poderia mais nos receber na cidade. Hudson e eu decidimos continuar a viagem já que já estávamos com passagem comprada e tudo mais – começamos a pesquisar alguns hostels para ficarmos e meios de transporte para fazermos o que tínhamos combinado.
Chegado o dia da viagem, as coisas viraram de ponta cabeça.
Dia 1: quinta, dia 04 de junho
CURITIBA
Caos define a saga que tive até chegar em Curitiba. Meu voo sairia originalmente às 7h30 de Guarulhos. Acordei às 5h da manhã e cheguei lá com mais de 1h de antecedência.
Pouco antes da hora de embarcar, disseram que o aeroporto de Curitiba tinha sido fechado pelas condições metereológicas. Depois de 1h, o aeroporto continuava fechado. Às 9h, disseram que nosso voo tinha sido remarcado para às 13h. O estranho é que vimos outros voos com horário próximo ao nosso que foram pra Curitiba numa boa.
Nesse meio tempo estava tentando falar com o Hudson para avisá-lo de que ia atrasar. A Gol levou a gente para fora da área de embarque e pagou um lanche em um dos cafés do aeroporto.
Olhando os painéis vi que tinha um voo próximo às 11h. Voltei pro embarque e perguntei pros atendentes se eu poderia embarcar. A moça com má vontade disse que o voo estava lotado.
Fiquei esperando ali e parecia que estava faltando gente no avião. Depois que eles estavam quase fechando as portas, fui lá de novo perguntar se não tinha faltado ninguém. A mesma moça disse que não dava pra incluir ninguém depois que o sistema tinha sido fechado. Isso me pareceu má vontade, porque eu estava ali sentada na frente dela um tempão, era só ela ter me chamado pra poder entrar se tivesse lugar.
Consegui contato com o Hudson e descobri que o voo dele também tinha sido cancelado. Ele teve um role maior que o meu. Ele tinha ido quarta à noite de Brasília pro Rio e passado a madrugada lá. Sem conseguir realocação em nenhum voo, a companhia aérea queria que ele voltasse pra Brasília, pra de lá tentar algum voo pra Curitiba – o que o faria perder o dia todo.
Ficamos de standby tentando ver o que ia acontecer. Meu novo avião que deveria ter saído às 13h, chegou mega atrasado e acabou saindo mais tarde que o previsto. O pessoal já estava nervoso, com os nervos à flor da pele, querendo causar.
Saímos umas 13h30 mais ou menos e chegamos 14h e pouco em Curitiba. Quando cheguei, liguei pro Hudson. Com todo o estresse que passou, ele acabou pedindo reembolso e voltando pra Brasília, sem poder fazer a viagem.
Assim que cheguei no aeroporto, me informei com algumas pessoas por ali pra saber como faria pra chegar à cidade. Logo na saída, à direita, tem um balcão que vende passagem para Curitiba. A passagem custou R$ 13,00.
Esperei na fila mais uns 10/15 minutos e embarquei na van. Depois de uns 20/25 minutos, desci na rodoviária.
Com toda mudança repentina da viagem, estava pensando no que ia fazer, se ia manter o itinerário ou se ia fazer algo diferente. Resolvi que ia aproveitar a viagem e decidir as coisas com calma, um passo por vez.
Um dos motivos que me fez ir pra Curitiba foi a possibilidade de visitar o Parque Estadual de Vila Velha, então aproveitei que estava na rodoviária e comprei passagem por R$ 67,43 (ida e volta) pra ir já no dia seguinte à Ponta Grossa.
Demorei mais tempo que o necessário, pois fui na fila da Princesa do Norte e só depois vi que apenas a Princesa dos Campos faz o trajeto e tive que enfrentar nova fila.
Da rodoviária peguei um táxi para o centro. Saiu R$ 20 reais e ainda tive que descer antes porque estava muito trânsito e ficando longe de onde eu queria (além de que ia ficar mais caro).
O motorista indicou pra onde eu deveria caminhar e encontrar a rua que eu estava procurando no Largo da Ordem e eu segui andando. Depois de uns 10 minutos andando, queria confirmar onde eu estava, e resolvi abordar um casal que estava na minha frente. Pra minha surpresa era meu amigo de SP Rafa Gobbo e sua namorada! Foi muita alegria na vida, e o dia começou a melhorar a partir daí.
Depois da festa, alegria e espanto do encontro, fomos andando juntos – eu procurando um hostel que tinha lido na internet e eles procurando um bar (já que eles tinham passado por vários lugares e estava tudo fechado por causa do feriado).
5 minutos depois, chegamos num espaço amplo e eu falei “olha, tem um bar aberto ali”.
Fomos até lá e, assim que eles sentaram, perguntaram sorrindo qual o nome do hostel que eu tava procurando, olhei pra trás e tchanaaan, o hostel que eu queria ficava em cima do bar!
Entrei no Curitiba Hostel, enquanto eles ficaram no bar lá fora. Consegui acomodação num quarto eu eles chamam de cápsula japonesa, mas mais rústica.
É uma seção separada dos quartos coletivos, com mini quartos climatizados e um banheiro grande em comum.
O quarto era R$ 70 por dia, mas o cara foi super gente boa, e fez R$ 60 por dia pra mim. Então pra 4 dias, saiu R$ 240 reais.
Me instalei e já desci pra encontrar meus amigos no bar – já eram umas 17h mais ou menos.
Ficamos horas lá conversando e comendo. Gastei R$ 35,20 no total naquela noite. =D
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