[align=justify]Experimentos mostram que pessoas que se adaptaram a outra cultura mostram acentuada capacidade de inovação e propensão para encontrar soluções inovadoras para situações cotidianas
O escritor americano Ernest Hemingway (1899-1961) e o pintor Pablo Picasso (1881-1973) tem algo em comum: além da capacidade artística, ambos eram conhecidos por suas viagens pelo mundo. Eles deviam saber, ainda que intuitivamente, que viver no estrangeiro alimenta a criatividade. Isso é o que sugere um estudo feito por pesquisadores da Escola Francesa de Negócios Insead e da Universidade Northwester, nos Estados Unidos. Para chegar a essa conclusão os cientistas estudaram respostas de indivíduos em cinco experimentos e descobriram que os voluntários que viveram em outros países – e se adaptaram à cultura – mostraram, de forma mais consistente, maior capacidade de inovação e criatividade nos negócios, habilidade no uso de objetos comuns e em desenhos. Apesar das constatações, os pesquisadores afirmam que ainda são necessárias mais estudos para discernir se uma pessoa que já é criativa se beneficia mais dessa experiência do que os menos criativos e também se a expansão desse recurso tem efeitos permanentes.[/align]
http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/morar_fora_do_pais_de_origem_aumenta_a_criatividade.html
[align=justify]Experimentos mostram que pessoas que se adaptaram a outra cultura mostram acentuada capacidade de inovação e propensão para encontrar soluções inovadoras para situações cotidianas
O escritor americano Ernest Hemingway (1899-1961) e o pintor Pablo Picasso (1881-1973) tem algo em comum: além da capacidade artística, ambos eram conhecidos por suas viagens pelo mundo. Eles deviam saber, ainda que intuitivamente, que viver no estrangeiro alimenta a criatividade. Isso é o que sugere um estudo feito por pesquisadores da Escola Francesa de Negócios Insead e da Universidade Northwester, nos Estados Unidos. Para chegar a essa conclusão os cientistas estudaram respostas de indivíduos em cinco experimentos e descobriram que os voluntários que viveram em outros países – e se adaptaram à cultura – mostraram, de forma mais consistente, maior capacidade de inovação e criatividade nos negócios, habilidade no uso de objetos comuns e em desenhos. Apesar das constatações, os pesquisadores afirmam que ainda são necessárias mais estudos para discernir se uma pessoa que já é criativa se beneficia mais dessa experiência do que os menos criativos e também se a expansão desse recurso tem efeitos permanentes.[/align]