Após anos buscando dicas aqui no Mochileiros, é hora de ajudar tantos outros viajantes e mochileiros assim como eu.
Vamos lá!
Era dia 19 de dezembro. Cinco e trinta da manhã. Encostei o carro no portão da casa da minha namorada, coloquei as malas dela no carro, ligamos o som e rumamos para Via Dutra.
Por morarmos em Jacareí/SP, a Dutra era a opção mais fácil de se chegar ao RJ e depois pegar as rotas para a região dos lagos. Nossa meta era fazer Jacareí - Arraial do Cabo em 7 horas, mas como nem tudo sai conforme queremos, demoramos 3 horas a mais.
Chegamos no RJ por volta das 10h30min e caímos na linha vermelha para depois pegar a ponte Rio-Niterói. O calor e o trânsito eram insuportáveis. Mas como era o começo da trip, resolvi não me incomodar com isso.
Cruzada a linha vermelha e a ponte, caímos na Rodovia Mário Covas. Essa sim foi a zica da viagem: no trecho entre Itaboraí e Rio Bonito haviam obras de recapiamento da via, ou seja, de duas faixas o trânsito caia para uma (isso sem contar o "espertinhos" que iam pelo acostamento e se achavam melhores que os outros). Sei que demoramos 2 horas para percorrer 20 quilômetros.
Passado esse trecho, levamos por volta de uma hora e meia para chegar a Arraial do Cabo.
Arraial do Cabo
Logo que passamos o portal da cidade, rodamos mais 3 minutinhos e vimos a Prainha. De cima ela é linda, mas depois conto mais sobre ela.
Através do booking reservamos duas camas para 3 diárias no Hostel Caravelas (quarto misto, compartilhado entre 6 pessoas e banheiro no quarto)Pagamos R$50,00 / pessoa pela diária . Caso você faça reserva nesse local e não consiga chegar, pergunte onde fica a Praça da bíblia. É conhecida por quase todos na cidade.
Check in feito, era hora de conhecer a cidade e seus atrativos.
Comemos um lanche no Sabor em Pedaços (http://www.saborempedacos.com/) e tomamos refrigerantes. Não saiu caro. Algo em torno dos R$23,00.
Depois fomos caminhar na Praia do Anjos. Um praia pouco frequentada. Creio que por ter muitos barcos e o cais ser logo ao lado.
Resolvemos ir ver o pôr do sol na Praia Grande, o qual foi mencionado no hostel. Vale muito a pena! Caso não queira ficar no meio do povo no canto esquerdo da praia, basta você andar um pouco para a direita (algo em torno de 5 minutos) ou procurar uma duna para curtir o visual do local.
O sossego em forma de cachorro - Praia Grande - Arraial do Cabo/RJ
Pôr do sol na Praia Grande - Arraial do Cabo/RJ #nofilter
Depois de ver esse belo pôr do sol, era hora de voltar pro hostel, tomar um banho, dar uma volta na cidade, tomar uma cerveja e ir pra cama.
Dia 20/12
Acordamos cedo. Por volta das 7h. Resolvemos ir dar uma volta na praia e quando chegamos no hostel o café já estava servido. Era bem simples: pão, presunto, requeijão, bolo, algumas bolachas (sim, sou paulista.. rsrs), frutas, café, leite e suco.
Café tomado, era hora de conhecer a fama das praias de Arraial.
Fomos para a Praia do Forno. Não há segredo para chegar nela: vá até o final da Praia dos Anjos pelo lado esquerdo, suba a ruazinha e você verá um banco de concreto todo ladrilhado e muitas pessoas subindo uma trilha cheia de degraus. Quando se chega lá em cima, tem-se a visão da praia: #lindalhaça!
Praia do Forno - Arraial do Cabo/RJ
Nessa praia só há árvores com sombra no canto esquerdo. Mas caso queira, você pode alugar um guarda-sol + duas cadeiras de praia pela bagatela de R$25,00 (isso mesmo, VINTE E CINCO DILMAS). Como não estávamos dispostos a desembolsar essa grana, fomos para o canto esquerdo.
A praia por si só já é bonita: água cristalina e gelaaaada, areia claras e até se pode ver os peixinhos nadando perto de você. Vale a pena parar por lá, dar um relaxada e pensar na vida.
Aproveitando para nadar
Uma coisa que notei é que o povo fluminense não liga de fazer "farofa". Eles levam comida e bebida para a praia. Ah, eles também não ligam de ficar com o corpo sujo de areia, algo que pelo menos eu (paulista) não sou muito chegado.
Por termos levado nossa "farofa", água e suco, não gastamos nada com comida. (observação: caso queira, você pode pedir uma lasanha, noque ou até mesmo um contra-filé nas barraquinhas dessa praia).
Uma da tarde com o sol bem ardiiido, voltamos para o hostel.
Pausa básica no mirante para uma fotenha!
Banho tomado, era hora de procurar um lugar bom e barato para comer. Opções não faltam nas ruas próximas à Praia dos Anjos, onde os preços variam de R$6,00 a R$9,00 na quentinha e de R$12,00 a R$15,00 no PF. Há também a opção de se comer por quilo, que varia entre R$29,00 e R$32,00. Eu e minha namorada paramos num restaurante bem simples chamado La Gregga (não lembro o endereço). Pedi um PF de peixe frito por R$12,00 e a Ana se serviu no buffet a quilo. Comemos bem e com o preço justo.
Fomos para o hostel tirar um cochilo e assim que acordamos resolvemos ir para a Prainha (entrada da cidade).
Do centro até lá leva no máximo 20 minutos a pé.
Quando chegamos (por volta das 17h) a praia ainda estava cheia. Cheia de pessoas e de lixo. Sim, mesmo tendo uma água bem clara, a areia era bem suja. Algo que me chamou a atenção foi o fato dos quiosques e dos frequentadores não darem muita bola pra isso.
Novamente fomos até o canto esquerdo da praia (mais sossegado) e lá vi algo que não sai da minha mente: duas gaivotas comendo pedaços de plástico.
Gaivota faminta come até lixo - Prainha - Arraial do Cabo/RJ
Creio que se cada um fizer sua parte, teremos uma praia mais limpa e mais civilizada para se frequentar. O lixo humano vira comida para a fauna local.
Voltamos para o hostel, tomamos mais um banho e essa noite seria o dia da "o$tentação"... hehehe
Íamos no Restaurante Garrafa de Nassen, o qual era mais barato que o Saint Tropez. Para se ter ideia, o camarão com catupiry custava R$82,00 no Garrafa, enquanto o mesmo prato era vendido por R$95,00 no Tropez (ambos para duas pessoas). Como não tínhamos escolha, pois o Garrafa estava fechado, o jeito foi gastar um pouco mais e ir ao Saint Tropez.
O prato estava sensacional, sabor singular e a bebida estava bem gelada. Algo que deixou a desejar foi o atendimento, talvez porque era o único restaurante aberro nessa noite. Pedi um chopp ao garçom e estou esperando até agora...
Estômago cheio, era hora de voltar para o hostel.
Dia 21/12
Acordamos um pouco mais tarde, quase oito da manhã. Tomamos o nosso café e rumamos para as Prainhas do Pontal.
Antes paramos um pouco no Pontal da Atalaia para contemplar a vista do local. SEM PALAVRAS!
Pontal do Atalaia - Arraial do Cabo/RJ
Descansando os pés - Pontal do Atalaia - Arraial do Cabo/RJ
Nossa esperança era que aparecesse alguma baleia ou golfinho, mas nenhum dos dois veio até o nosso campo de visão.. rsrs
Rumamos para as Prainhas. Para ir até lá de carro, a prefeitura cobra R$10,00, o qual você paga para duas mulheres bem na estradas para as Prainhas.
Carro estacionado, era hora de procurar essa beleza do "Caribe brasileiro".
Precisa de legenda? - Prainhas do Pontal
Para se chegar nas areias da praia é preciso descer um escadão de madeira. Mas é tranquilo. Menos de cinco minutos e já se está na praia.
Novamente nos ferramos por não ter levado guarda-sol (dessa vez tínhamos cadeiras). Por sorte, achamos um sombrinha bem embaixo de um pinheiro. O único por sinal.
As prainhas são mais belas que a Praia do Forno. As águas são de um azul sem igual e quando se chega próximo, pode-se ver os peixinhos nadando e suas sombras no fundo do mar. A água é tão transparente que os mergulhões fazem a festa na pescaria.
Lugar feio, né?!
Caribe brasileiro!
Ficamos tranquilos até por volta do meio-dia. Essa é a hora que os barcos e escunas chegam com os turistas. Eles vem em bandos, iguais animais famintos sobre a caça. Gritam, bagunçam e não se preocupam com o sossego do próximo. Creio que falta um pouco de empatia para eles respeitarem quem quer paz.
Não só os turistas, mas também algumas escunas, pois elas param por lá e ficam com o som alto. Além disso, tem barcos que param fora do cordão demarcado no mar com o auxílio de boias. E ainda acha ruim do banhista estar no caminho dele.
Era hora de partir, pois aquele barulho não era para mim e minha namorada. Pelos menos a beleza foi recompensadora!
Estava a fim de conhecer a Praia Brava. Chegamos numa rua sem saída (também no Pontal), mas a Ana não queria descer até lá (dava uns 10 minutos de caminhada). Disse que eu poderia ir e que ela ficaria no carro, mas resolvi voltar ao hostel.
Banho tomado, resolvemos ir até Cabo Frio para ver o que tinha de bom por lá: DUNAS!!!!!
Após anos buscando dicas aqui no Mochileiros, é hora de ajudar tantos outros viajantes e mochileiros assim como eu.
Vamos lá!
Era dia 19 de dezembro. Cinco e trinta da manhã. Encostei o carro no portão da casa da minha namorada, coloquei as malas dela no carro, ligamos o som e rumamos para Via Dutra.
Por morarmos em Jacareí/SP, a Dutra era a opção mais fácil de se chegar ao RJ e depois pegar as rotas para a região dos lagos. Nossa meta era fazer Jacareí - Arraial do Cabo em 7 horas, mas como nem tudo sai conforme queremos, demoramos 3 horas a mais.
Chegamos no RJ por volta das 10h30min e caímos na linha vermelha para depois pegar a ponte Rio-Niterói. O calor e o trânsito eram insuportáveis. Mas como era o começo da trip, resolvi não me incomodar com isso.
Cruzada a linha vermelha e a ponte, caímos na Rodovia Mário Covas. Essa sim foi a zica da viagem: no trecho entre Itaboraí e Rio Bonito haviam obras de recapiamento da via, ou seja, de duas faixas o trânsito caia para uma (isso sem contar o "espertinhos" que iam pelo acostamento e se achavam melhores que os outros). Sei que demoramos 2 horas para percorrer 20 quilômetros.
Passado esse trecho, levamos por volta de uma hora e meia para chegar a Arraial do Cabo.
Arraial do Cabo
Logo que passamos o portal da cidade, rodamos mais 3 minutinhos e vimos a Prainha. De cima ela é linda, mas depois conto mais sobre ela.
Através do booking reservamos duas camas para 3 diárias no Hostel Caravelas (quarto misto, compartilhado entre 6 pessoas e banheiro no quarto)Pagamos R$50,00 / pessoa pela diária . Caso você faça reserva nesse local e não consiga chegar, pergunte onde fica a Praça da bíblia. É conhecida por quase todos na cidade.
Check in feito, era hora de conhecer a cidade e seus atrativos.
Comemos um lanche no Sabor em Pedaços (http://www.saborempedacos.com/) e tomamos refrigerantes. Não saiu caro. Algo em torno dos R$23,00.
Depois fomos caminhar na Praia do Anjos. Um praia pouco frequentada. Creio que por ter muitos barcos e o cais ser logo ao lado.
Resolvemos ir ver o pôr do sol na Praia Grande, o qual foi mencionado no hostel. Vale muito a pena! Caso não queira ficar no meio do povo no canto esquerdo da praia, basta você andar um pouco para a direita (algo em torno de 5 minutos) ou procurar uma duna para curtir o visual do local.
O sossego em forma de cachorro - Praia Grande - Arraial do Cabo/RJ
Pôr do sol na Praia Grande - Arraial do Cabo/RJ #nofilter
Depois de ver esse belo pôr do sol, era hora de voltar pro hostel, tomar um banho, dar uma volta na cidade, tomar uma cerveja e ir pra cama.
Dia 20/12
Acordamos cedo. Por volta das 7h. Resolvemos ir dar uma volta na praia e quando chegamos no hostel o café já estava servido. Era bem simples: pão, presunto, requeijão, bolo, algumas bolachas (sim, sou paulista.. rsrs), frutas, café, leite e suco.
Café tomado, era hora de conhecer a fama das praias de Arraial.
Fomos para a Praia do Forno. Não há segredo para chegar nela: vá até o final da Praia dos Anjos pelo lado esquerdo, suba a ruazinha e você verá um banco de concreto todo ladrilhado e muitas pessoas subindo uma trilha cheia de degraus. Quando se chega lá em cima, tem-se a visão da praia: #lindalhaça!
Praia do Forno - Arraial do Cabo/RJ
Nessa praia só há árvores com sombra no canto esquerdo. Mas caso queira, você pode alugar um guarda-sol + duas cadeiras de praia pela bagatela de R$25,00
(isso mesmo, VINTE E CINCO DILMAS). Como não estávamos dispostos a desembolsar essa grana, fomos para o canto esquerdo.
A praia por si só já é bonita: água cristalina e gelaaaada, areia claras e até se pode ver os peixinhos nadando perto de você. Vale a pena parar por lá, dar um relaxada e pensar na vida.
Aproveitando para nadar
Uma coisa que notei é que o povo fluminense não liga de fazer "farofa". Eles levam comida e bebida para a praia. Ah, eles também não ligam de ficar com o corpo sujo de areia, algo que pelo menos eu (paulista) não sou muito chegado.
Por termos levado nossa "farofa", água e suco, não gastamos nada com comida. (observação: caso queira, você pode pedir uma lasanha, noque ou até mesmo um contra-filé nas barraquinhas dessa praia).
Uma da tarde com o sol bem ardiiido, voltamos para o hostel.
Pausa básica no mirante para uma fotenha!
Banho tomado, era hora de procurar um lugar bom e barato para comer. Opções não faltam nas ruas próximas à Praia dos Anjos, onde os preços variam de R$6,00 a R$9,00 na quentinha e de R$12,00 a R$15,00 no PF. Há também a opção de se comer por quilo, que varia entre R$29,00 e R$32,00. Eu e minha namorada paramos num restaurante bem simples chamado La Gregga (não lembro o endereço). Pedi um PF de peixe frito por R$12,00 e a Ana se serviu no buffet a quilo. Comemos bem e com o preço justo.
Fomos para o hostel tirar um cochilo e assim que acordamos resolvemos ir para a Prainha (entrada da cidade).
Do centro até lá leva no máximo 20 minutos a pé.
Quando chegamos (por volta das 17h) a praia ainda estava cheia. Cheia de pessoas e de lixo. Sim, mesmo tendo uma água bem clara, a areia era bem suja. Algo que me chamou a atenção foi o fato dos quiosques e dos frequentadores não darem muita bola pra isso.
Novamente fomos até o canto esquerdo da praia (mais sossegado) e lá vi algo que não sai da minha mente: duas gaivotas comendo pedaços de plástico.
Gaivota faminta come até lixo - Prainha - Arraial do Cabo/RJ
Creio que se cada um fizer sua parte, teremos uma praia mais limpa e mais civilizada para se frequentar. O lixo humano vira comida para a fauna local.
Voltamos para o hostel, tomamos mais um banho e essa noite seria o dia da "o$tentação"... hehehe
Íamos no Restaurante Garrafa de Nassen, o qual era mais barato que o Saint Tropez. Para se ter ideia, o camarão com catupiry custava R$82,00 no Garrafa, enquanto o mesmo prato era vendido por R$95,00 no Tropez (ambos para duas pessoas). Como não tínhamos escolha, pois o Garrafa estava fechado, o jeito foi gastar um pouco mais e ir ao Saint Tropez.
O prato estava sensacional, sabor singular e a bebida estava bem gelada. Algo que deixou a desejar foi o atendimento, talvez porque era o único restaurante aberro nessa noite. Pedi um chopp ao garçom e estou esperando até agora...
Estômago cheio, era hora de voltar para o hostel.
Dia 21/12
Acordamos um pouco mais tarde, quase oito da manhã. Tomamos o nosso café e rumamos para as Prainhas do Pontal.
Antes paramos um pouco no Pontal da Atalaia para contemplar a vista do local. SEM PALAVRAS!
Pontal do Atalaia - Arraial do Cabo/RJ
Descansando os pés - Pontal do Atalaia - Arraial do Cabo/RJ
Nossa esperança era que aparecesse alguma baleia ou golfinho, mas nenhum dos dois veio até o nosso campo de visão.. rsrs
Rumamos para as Prainhas. Para ir até lá de carro, a prefeitura cobra R$10,00, o qual você paga para duas mulheres bem na estradas para as Prainhas.
Carro estacionado, era hora de procurar essa beleza do "Caribe brasileiro".
Precisa de legenda? - Prainhas do Pontal
Para se chegar nas areias da praia é preciso descer um escadão de madeira. Mas é tranquilo. Menos de cinco minutos e já se está na praia.
Novamente nos ferramos por não ter levado guarda-sol (dessa vez tínhamos cadeiras). Por sorte, achamos um sombrinha bem embaixo de um pinheiro. O único por sinal.
As prainhas são mais belas que a Praia do Forno. As águas são de um azul sem igual e quando se chega próximo, pode-se ver os peixinhos nadando e suas sombras no fundo do mar. A água é tão transparente que os mergulhões fazem a festa na pescaria.
Lugar feio, né?!
Caribe brasileiro!
Ficamos tranquilos até por volta do meio-dia. Essa é a hora que os barcos e escunas chegam com os turistas. Eles vem em bandos, iguais animais famintos sobre a caça. Gritam, bagunçam e não se preocupam com o sossego do próximo. Creio que falta um pouco de empatia para eles respeitarem quem quer paz.
Não só os turistas, mas também algumas escunas, pois elas param por lá e ficam com o som alto. Além disso, tem barcos que param fora do cordão demarcado no mar com o auxílio de boias. E ainda acha ruim do banhista estar no caminho dele.
Era hora de partir, pois aquele barulho não era para mim e minha namorada. Pelos menos a beleza foi recompensadora!
Estava a fim de conhecer a Praia Brava. Chegamos numa rua sem saída (também no Pontal), mas a Ana não queria descer até lá (dava uns 10 minutos de caminhada). Disse que eu poderia ir e que ela ficaria no carro, mas resolvi voltar ao hostel.
Banho tomado, resolvemos ir até Cabo Frio para ver o que tinha de bom por lá: DUNAS!!!!!
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