Fiz minha viagem em 2007 pra lá e agora consegui ter tempo de postar algumas dicas:
Visto: Eu entrei no Camboja voando de Vientiane, direto para o aeroporto de Siem Reap. Comprei o visto no aeroporto, pagando ao redor de 20 dólares. Tudo simples, sem burocracias.
-Hospedagem: Na cidade tentei me hospedar no Golden temple GH, mas estava lotado. A maioria dos lugares listados no lonely planet estava cheio. O Golden temple, me pareceu muito bom, mas concorridíssimo. Acabei achando um bom, por um preço razoável, com a/c.: Angkor Voyage Villa. Na verdade achei vários bons, com preços razoáveis, todos perto um do outro.
-Angkor Wat: O passe de 3 dias valia 40 dolares. Não precisa mais levar foto. Agora eles tem uma máquina digital que tira e imprimi já direto no passe. Sempre ande com ele, pois há checagem nos portões de entrada.
- Aluguei uma “ riquixa” para me levar aos pontos principais. Custou cerca de 10 dolares ao dia. Lugares mais longes fica mais caro. Sempre deixe claro onde vc quer ir e o tempo, senão o motorista te enrola a ponto de vc não conseguir ver algumas atrações menores, mas que talvez fossem interessantes.
Em alguns lugares pessoas vieram pedir doações para orfanatos que tinham crianças que perderam os pais com a guerra. Difícil não querer ajudar a todos, mas neste ponto também fica a questão: seria verdade ou apenas mais uma maneira de enganar o turista? Neste momento a melhor maneira de ajudar as pessoas afetadas é pesquisar em fontes confiáveis locais onde se possa fazer doações e ter certeza que o dinheiro será usado para o fim estipulado. Ou comprar artesanato ou objetos de pessoas, que sofreram amputações com as minas terrestres ou de ONGs que possuem projetos comunitários. Nada impede também de dar dinheiro as pessoas que vêm pedir por ajuda, mas sempre irá pairar a dúvida.
- De Siem Reap para Phnon Phem eu me locomovi de ônibus. A viagem durou cerca de 6 horas, sem grandes atrasos. Vi algumas coisas exóticas no caminho, como os grilos e gafanhotos fritos, que eu não tive coragem de tentar.
A capital do Camboja, Pnon Phem é maior que a do Laos, mas caótica, com seu trânsito engarrafado e enfumaçado. Da parada de ônibus fui para á área backpacker, ao redor do lago Boeng Kak. Hospedei-me no Grand View Guesthouse, em um quarto simples, com ar condicionado. Aprendi a gostar do ar condicionado, pois o verão asiático é pior que o brasileiro. No próprio hotel pedi os serviços de visto para o Vietnã, que não era tão caro, e levou 1 dia útil para ficar pronto. Mas se der prefira ficar perto do Palácio real, é mais fácil o acesso e perto de tudo, a área se não me engano é chamada de River front, por ser do lado do rio e os preços as vezes não são tão diferentes da área mochileira.
Na capital se pode visitar o Palácio real e o famoso templo de prata, que é feito como o nome diz de prata, além de ter uma escultura,pequena do Buda em ouro e diamantes ( impressiona) e outra escultura de cristal bacará.
Além também de poder visitar o memorial as vitimas do Khmer vermelho, que impressiona pela forte imagem e historia.
Não fui a outras partes do país, mas dizem que as praias do Camboja são tão bonitas quanto os da Tailândia. No interior do país ainda existem outros sítios arqueológicos similares ao de Angkor Wat, mas talvez menos preservados.
Fiz minha viagem em 2007 pra lá e agora consegui ter tempo de postar algumas dicas:
Visto: Eu entrei no Camboja voando de Vientiane, direto para o aeroporto de Siem Reap. Comprei o visto no aeroporto, pagando ao redor de 20 dólares. Tudo simples, sem burocracias.
-Hospedagem: Na cidade tentei me hospedar no Golden temple GH, mas estava lotado. A maioria dos lugares listados no lonely planet estava cheio. O Golden temple, me pareceu muito bom, mas concorridíssimo. Acabei achando um bom, por um preço razoável, com a/c.: Angkor Voyage Villa. Na verdade achei vários bons, com preços razoáveis, todos perto um do outro.
-Angkor Wat: O passe de 3 dias valia 40 dolares. Não precisa mais levar foto. Agora eles tem uma máquina digital que tira e imprimi já direto no passe. Sempre ande com ele, pois há checagem nos portões de entrada.
- Aluguei uma “ riquixa” para me levar aos pontos principais. Custou cerca de 10 dolares ao dia. Lugares mais longes fica mais caro. Sempre deixe claro onde vc quer ir e o tempo, senão o motorista te enrola a ponto de vc não conseguir ver algumas atrações menores, mas que talvez fossem interessantes.
Em alguns lugares pessoas vieram pedir doações para orfanatos que tinham crianças que perderam os pais com a guerra. Difícil não querer ajudar a todos, mas neste ponto também fica a questão: seria verdade ou apenas mais uma maneira de enganar o turista? Neste momento a melhor maneira de ajudar as pessoas afetadas é pesquisar em fontes confiáveis locais onde se possa fazer doações e ter certeza que o dinheiro será usado para o fim estipulado. Ou comprar artesanato ou objetos de pessoas, que sofreram amputações com as minas terrestres ou de ONGs que possuem projetos comunitários. Nada impede também de dar dinheiro as pessoas que vêm pedir por ajuda, mas sempre irá pairar a dúvida.
- De Siem Reap para Phnon Phem eu me locomovi de ônibus. A viagem durou cerca de 6 horas, sem grandes atrasos. Vi algumas coisas exóticas no caminho, como os grilos e gafanhotos fritos, que eu não tive coragem de tentar.
A capital do Camboja, Pnon Phem é maior que a do Laos, mas caótica, com seu trânsito engarrafado e enfumaçado. Da parada de ônibus fui para á área backpacker, ao redor do lago Boeng Kak. Hospedei-me no Grand View Guesthouse, em um quarto simples, com ar condicionado. Aprendi a gostar do ar condicionado, pois o verão asiático é pior que o brasileiro. No próprio hotel pedi os serviços de visto para o Vietnã, que não era tão caro, e levou 1 dia útil para ficar pronto. Mas se der prefira ficar perto do Palácio real, é mais fácil o acesso e perto de tudo, a área se não me engano é chamada de River front, por ser do lado do rio e os preços as vezes não são tão diferentes da área mochileira.
Na capital se pode visitar o Palácio real e o famoso templo de prata, que é feito como o nome diz de prata, além de ter uma escultura,pequena do Buda em ouro e diamantes ( impressiona) e outra escultura de cristal bacará.
Além também de poder visitar o memorial as vitimas do Khmer vermelho, que impressiona pela forte imagem e historia.
Não fui a outras partes do país, mas dizem que as praias do Camboja são tão bonitas quanto os da Tailândia. No interior do país ainda existem outros sítios arqueológicos similares ao de Angkor Wat, mas talvez menos preservados.