Faz dois anos que ouvi pela primeira vez falar sobre o Jalapão... como adoro aventuras e desbravadora é meu sobrenome, resolvi conhecer essa região localizada no estado do Tocantins. Primeira etapa do “dever de casa”, depois de decidido o destino, era buscar a melhor forma de me deslocar pelo Parque Estadual do Jalapão. Pesquisei pelo site dos Mochileiros, entrei em contato com algumas agências e por fim optei pela 40° no Cerrado (http://www.40grausnocerrado.com.br/). Empresa que oferecia um pacote mais completo pelo mesmo preço das demais. Pronto, foi só arrumar as malas e partir para a tão sonhada aventura!
Desloquei-me de Salvador até Palmas pela TAM, do aeroporto decidir ir de ônibus coletivo (economizar um pouco para o próximo destino, é claro!) até um “hostel”, o Albergue Palmas, mais em conta que achei 60 reais a diária.
Tive um pouco de dificuldade de achá-lo, pois na fachada do prédio não tinha identificação de albergue, e sim de pousada. A localização é razoável, perto de algumas faculdades, o que me permitiu voltar à época da coxinha com refresco na porta da universidade, saída diretamente do fundo do carro duvidoso de alguma tiazinha. O albergue tb fica perto de um posto de gasolina com uma loja de conveniência, minha salvação quando descobri que meu repelente tinha derramado completamente na nécessaire durante a viagem. Tirando esses pontos não curti o local. Voltei de novo ao passando, na época em que cumpria pena de 2 anos na penitenciaria de detenção máxima de Salvador ... mas isso não vem ao caso. O fato é que o quarto parecia um presídio com seus portões de ferro, sua pintura esquisita e seu tamanho compacto.
Aqui começa o pacote de 5 dias que contratei. Incluía 3 refeições, transporte, hospedagem, taxas de visitação, seguro e guia. Fui com o guia Diego, muito atencioso e que demonstrou durante toda a viagem conhecer bastante as atrações. Cumprindo fielmente tudo que estava no contrato.
1º dia - Saímos do “albergue” por volta das 8h e começamos a aventura. Pela manhã visitamos a Cachoeira do Roncador e do Escorrega Macaco em Taquaruçu. Seguimos para o hotel em Ponte Alta onde almoçamos e logo em seguida partimos para a Cachoeira do Sussuapara e por fim o Morro da Pedra Furada onde avistamos um lindo por do Sol.
Nesse mesmo dia percebi o quanto no Jalapão tudo é muito longe, não de espaço e sim de tempo. Como as estradas são precárias por lá, o carro apesar de ser um 4x4 super robusto e confortável (não me perguntem modelo e marca pq sou péssima nessa arte, reconhecendo apenas fuscas e brasílias) não ultrapassava os 40km/h. Então não recomendo de forma alguma ir com carro sem essas especificações, digo isso pq amigos meus me perguntaram se dava pra ir de carro de passeio... DIGO E REPITO, NÃO ROLA! Outra coisa é a sinalização das atrações, tb são bem fraquinhas e dá pra se perder com facilidade... logo vá com agencia ou guia. Não recomendo se aventurar de peito aberto!
2º dia – Esse foi o dia da Cachoeira da Velha, uma espécie de miniatura das Cataratas do Iguaçu, digo isso pq as duas tem dois lados. Logo em seguida banho na prainha do Rio Novo. Piquenique e partida para as dunas. PQP uma das melhores vistas, a Serra do Espírito Santo e as dunas do Jalapão. O fato é que o Sol não ajudou nesse dia, mesmo assim foi incrível, indescritível, deslumbrante, magnífico... enfim “BUNITU PRA CARALHU”!
Fim do dia... Das dunas diretas pra a pousada em Mateiro.
3º e 4º dia – aqui minha cabeça começou a dá um nó rs, visitei vários fervedouros nas proximidades de Mateiros, logo resumo aqui as atrações dos dois dias em torno desse povoado. Difícil escolher o mais lindo. Uma surpresa atrás da outra. Sem falar da indescritível sensação que é banhar nos fervedouro, alguns com 75 metros de profundidade e acreditem, não afundamos! Fervedouro do Buritis, Burutizinhos, Ceiça, Salto e do Encontro das Águas (esse último acessível por uma trilha de 1 hora de caminhada tranqüila e não incluso no pacote, valor pago a parte). Além da cachoeira da Formiga e Povoado Mumbuca onde compramos lindos artesanatos de capim dourado. Daí fomos pra São Felix.
5º dia – Após pernoitar na pousada em São Felix, saímos para curtir o último dia de viagem, finalizamos com a visita ao Fervedouro do Alecrim e o Bela Vista, em direção a Palmas passamos pelo Morro da Catedral e Serra do Gorgulho.
Já que meu vôo estava marcado pro dia seguinte, me hospedei em outro lugar, através de indicações fiquei sabendo que o HOTEL ALFREDUS PALMAS, estava com uma proposta de se tornar albergue brevemente, daí fui lá conhecer. Não me arrependi, a estrutura muito boa, localização perfeita, perto da Praça dos Girassóis e de muito restaurantes e pizzaria.
Por fim: Trata-se de um passeio tranquilo que pessoas de qualquer idade e condição física é capaz de fazer.
Tive muitos problemas com mosquito pois sou alérgica e em grande parte das atrações era proibido o uso de repelente para não contaminar as águas. Logo levem bastante roupas compridas!
Jalapão? É de comer?
Faz dois anos que ouvi pela primeira vez falar sobre o Jalapão... como adoro aventuras e desbravadora é meu sobrenome, resolvi conhecer essa região localizada no estado do Tocantins. Primeira etapa do “dever de casa”, depois de decidido o destino, era buscar a melhor forma de me deslocar pelo Parque Estadual do Jalapão. Pesquisei pelo site dos Mochileiros, entrei em contato com algumas agências e por fim optei pela 40° no Cerrado (http://www.40grausnocerrado.com.br/). Empresa que oferecia um pacote mais completo pelo mesmo preço das demais. Pronto, foi só arrumar as malas e partir para a tão sonhada aventura!
Desloquei-me de Salvador até Palmas pela TAM, do aeroporto decidir ir de ônibus coletivo (economizar um pouco para o próximo destino, é claro!) até um “hostel”, o Albergue Palmas, mais em conta que achei 60 reais a diária.
Tive um pouco de dificuldade de achá-lo, pois na fachada do prédio não tinha identificação de albergue, e sim de pousada. A localização é razoável, perto de algumas faculdades, o que me permitiu voltar à época da coxinha com refresco na porta da universidade, saída diretamente do fundo do carro duvidoso de alguma tiazinha. O albergue tb fica perto de um posto de gasolina com uma loja de conveniência, minha salvação quando descobri que meu repelente tinha derramado completamente na nécessaire durante a viagem. Tirando esses pontos não curti o local. Voltei de novo ao passando, na época em que cumpria pena de 2 anos na penitenciaria de detenção máxima de Salvador
... mas isso não vem ao caso. O fato é que o quarto parecia um presídio com seus portões de ferro, sua pintura esquisita e seu tamanho compacto.
1º dia - Saímos do “albergue” por volta das 8h e começamos a aventura. Pela manhã visitamos a Cachoeira do Roncador e do Escorrega Macaco em Taquaruçu. Seguimos para o hotel em Ponte Alta onde almoçamos e logo em seguida partimos para a Cachoeira do Sussuapara e por fim o Morro da Pedra Furada onde avistamos um lindo por do Sol.
Nesse mesmo dia percebi o quanto no Jalapão tudo é muito longe, não de espaço e sim de tempo. Como as estradas são precárias por lá, o carro apesar de ser um 4x4 super robusto e confortável (não me perguntem modelo e marca pq sou péssima nessa arte, reconhecendo apenas fuscas e brasílias) não ultrapassava os 40km/h. Então não recomendo de forma alguma ir com carro sem essas especificações, digo isso pq amigos meus me perguntaram se dava pra ir de carro de passeio... DIGO E REPITO, NÃO ROLA! Outra coisa é a sinalização das atrações, tb são bem fraquinhas e dá pra se perder com facilidade... logo vá com agencia ou guia. Não recomendo se aventurar de peito aberto!
2º dia – Esse foi o dia da Cachoeira da Velha, uma espécie de miniatura das Cataratas do Iguaçu, digo isso pq as duas tem dois lados. Logo em seguida banho na prainha do Rio Novo. Piquenique e partida para as dunas. PQP uma das melhores vistas, a Serra do Espírito Santo e as dunas do Jalapão. O fato é que o Sol não ajudou nesse dia, mesmo assim foi incrível, indescritível, deslumbrante, magnífico... enfim “BUNITU PRA CARALHU”!
Fim do dia... Das dunas diretas pra a pousada em Mateiro.
3º e 4º dia – aqui minha cabeça começou a dá um nó rs, visitei vários fervedouros nas proximidades de Mateiros, logo resumo aqui as atrações dos dois dias em torno desse povoado. Difícil escolher o mais lindo. Uma surpresa atrás da outra. Sem falar da indescritível sensação que é banhar nos fervedouro, alguns com 75 metros de profundidade e acreditem, não afundamos! Fervedouro do Buritis, Burutizinhos, Ceiça, Salto e do Encontro das Águas (esse último acessível por uma trilha de 1 hora de caminhada tranqüila e não incluso no pacote, valor pago a parte). Além da cachoeira da Formiga e Povoado Mumbuca onde compramos lindos artesanatos de capim dourado. Daí fomos pra São Felix.
5º dia – Após pernoitar na pousada em São Felix, saímos para curtir o último dia de viagem, finalizamos com a visita ao Fervedouro do Alecrim e o Bela Vista, em direção a Palmas passamos pelo Morro da Catedral e Serra do Gorgulho.
Já que meu vôo estava marcado pro dia seguinte, me hospedei em outro lugar, através de indicações fiquei sabendo que o HOTEL ALFREDUS PALMAS, estava com uma proposta de se tornar albergue brevemente, daí fui lá conhecer. Não me arrependi, a estrutura muito boa, localização perfeita, perto da Praça dos Girassóis e de muito restaurantes e pizzaria.
Por fim: Trata-se de um passeio tranquilo que pessoas de qualquer idade e condição física é capaz de fazer.
Tive muitos problemas com mosquito pois sou alérgica e em grande parte das atrações era proibido o uso de repelente para não contaminar as águas. Logo levem bastante roupas compridas!