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Nova Iorque e Canadá - Duas semanas

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[align=]I – A VIAGEM

 

Realizada entre os dias 31 de outubro e 13 de novembro de 2009. O vôo saiu de Fortaleza às 16h30min, e chegou em Nova Iorque no dia seguinte, às 6h20min, horário local (menos duas horas). Custou 890 dólares, mais taxas.

 

Logo na chegada percebemos que a segunda língua em Nova Iorque é o espanhol. Abaixo do inglês, nas placas de informações e a grande quantidade de pessoas que a falam. Fomos atendidos por um agente de imigração que falava, vejam só, português. O nome dele era Silva. É necessário preencher ainda no avião dois documentos. Um para apresentar à Polícia de Imigração (um por pessoa) e outro para levar à alfândega (um por família). O agente carimba o segundo documento, que é entregue logo adiante. Poucas perguntas, pouca simpatia, mas sem problemas para o ingresso

 

Talvez em razão da realização da Maratona de Nova Iorque, no dia primeiro de novembro, os hotéis estavam ainda mais caros que de costume. Em Manhattan não se consegue nada barato, ainda mais com pouca antecedência. O Milford, que tem a vantagem de ser muito bem localizado, mas é conhecido por ter quartos minúsculos, estava sendo reservado por 350 dólares. Vi um Novotel, poucas ruas acima, a partir de 249 dólares, mais taxas (ficou por 297 dólares, exceto no dia da Maratona, que encareceu mais 50 dólares)[/align]

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II – A CHEGADA

 

O aeroporto JFK tem serviço de ônibus (Shuttle), por 15 dólares, que pode deixar você em três diferentes pontos de Manhattan. E pode buscá-lo nos hotéis listados, se você comprar a ida e volta, por 27 dólares. Os locais de desembarque são Port Autorithy, Grand Central Terminal e

 

O primeiro dia foi dedicado às imediações do hotel, que tinha vista para a Times Square (Novotel Times Square) http://www.novotel.com/gb/hotel-0753-novotel-new-york-times-square/index.shtml. Fica localizado entre as Avenidas Broadway e Sétima, na Rua 52, bem no meio dos teatros (fica em frente do que apresenta o Mamma Mia, por exemplo.

 

Fomos ao Museu de Arte Moderna (MoMA – 11 West 53rd St, entre Quinta e Sexta Avenidas – http://www.moma.org). A entrada custa 20 dólares (12 para estudante). Ressalte-se que em todos os locais onde havia previsão de desconto para estudante a carteira brasileira foi aceita, sem que pedissem aquela da ISIC, internacional. È um desconto considerável. Há uma escultura de Picasso no térreo (A Cabra), e muitas pinturas de famosos autores, como Monet (Ninféias), Picasso (Senhoritas de Avignon), Van Gogh (Noites Estreladas), além de Klimt, Tolouse-Lautrec, Salvador Dali, etc.

 

Depois o restante da tarde foi dedicado apenas ao Central Park, com as árvores pintadas com cores outonais e ao Museu de História Natural (Central Park West com a Rua 79th – http://www.amnh.org) . Este possui apenas uma indicação de valores para a entrada – 20 dólares, mas é comum algumas pessoas doarem mais. Ou menos. Até mesmo um dólar).

 

O Central Park em si tem várias atrações, como a pista de patinação. O local em memória de John Lennon, o edifício Dakota, o Centro de Visitantes, o Belvedere Castle, a Fonte Bethesda, etc. Reserve algumas horas para aproveitá-lo, sem pressa.

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III – TORONTO

 

No dia seguinte, viagem para Toronto, através do aeroporto La Guardia. O Táxi custou 31 dólares, já incluída a gorjeta e o pedágio. O avião era da American Eagle, do Grupo da American Airlines. A passagem custou 140 dólares, mais taxas. É um avião pequeno, de apenas 39 lugares (13 filas de três pessoas). Em voos internacionais eles ainda não cobram pelo despacho de malas, mas há um limite de peso (50 libras – 25 quilos). Se você quiser levar uma segunda mala paga a taxa. Em voos nacionais, mesmo a primeira é cobrada (20 dólares, salvo engano).

 

A atendente vê que o passaporte é brasileiro e pede para ver o visto canadense. Depois pede a comprovação de que haverá retorno para os EUA e posterior regresso ao Brasil. Mostro o bilhete de volta, da TAM.

 

Na chegada as mesmas perguntas e a mesma "simpatia", mas sem maiores problemas. O agente inutiliza o visto (porque é de única entrada e não de múltiplas entradas) e em poucos minutos somos liberados.

 

Fomos para o Hotel Bond, na Dundas Street, em frente ao Centro Comercial Eaton, que é ligado pelos subterrâneos a outras galerias e lojas, em diferentes níveis, num percurso labiríntico que leva até o centro. É possível percorrer boa parte das áreas de interesse da cidade por baixo, embora seja bem mais demorado, porque não dá para ir numa direção só.

 

Tudo funciona lá embaixo. Há recepções de hotel, inclusive, de maneira que não se precisa ir às ruas,o que é muito importante no rigoroso inverno.

 

No hotel o nosso guia. Quando recebi a ligação dele, pensei que era brasileiro, pois era leve o sotaque português. Chama-se Duarte, nascido na parte francesa do Canadá, em Montreal. É (ou era) a sua primeira língua. Em casa utiliza inglês com as filhas, pois mudou-se há um bom tempo para a parte anglófona do País, mais especificamente as imediações de Toronto. O Português aprendeu com os pais, imigrantes de Portugal. Sua mãe ainda mora lá. O sotaque brasileiro adquiriu quando morou no Brasil, em Salvador, e no Rio, quando visita os parentes. Sua esposa é oriunda da Espanha, de maneira que recebe turistas também nessa língua. Chegou a cursar Engenharia e se formou em Letras. E não deixou de responder a nenhuma das minhas dúvidas, em todo o percurso, tornando a viagem bem mais interessante.

 

 

 

Do avião já dava para perceber os arranha-céus, em especial a CN Tower.

 

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A Casa Loma

 

 

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Uma casa ainda decorada com os motivos do Halloween, nos arredores de Toronto

 

 

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Uma pequena igreja em St. Catharine, perto da capital.

 

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O passeio da tarde foi a um castelo gótico, chamado Casa Loma, de um industrial canadense. Ele ficou rico produzindo energia elétrica nas Cataratas do Niagara. É muito bonito, ainda mais no outono, com as folhagens avermelhadas e amareladas da estação. Não chega a impressionar quem já esteve em muitos castelos medievais na Europa, mas é algo diferente no nosso continente. É preciso caminhar uns 15 minutos depois de descer na estação Dupont, da linha amarela. Há folhetos em português (que possui uma imensa colônia em Toronto). Custa 18 dólares, sem desconto para estudantes. Mas tem desconto para aposentados, jovens e crianças.

 

O City Pass dá direito a entrar na Casa Loma, Ontario Science Centre, Royal Ontario Museum, Toronto Zoo e Hockey Hall of Fame. Custa 64 dólares canadenses.

 

Estes são alguns sites das atrações de Toronto

 

http://www.cntower.ca - CN Tower

http://www.ago.net - Art Gallery of Ontario

http://www.rom.on.ca - Royal Ontario Museum

http://www.casaloma.org

http://www.torontozoo.com

 

http://www.ttc.ca é o site do metrô de Toronto. Custa 2,75 dólares canadenses. Não é um ticket, mas uma espécie de ficha, menor que uma moeda de um centavo de real.

 

Para comer indico algum restaurante das praças de alimentação nos subterrâneos. Muitas opções, inclusive cozinha asiática. Lá tem casa de câmbio, com uma péssima cotação, por sinal (o dólar canadense estava 5% mais caro que o americano. Na cotação oficial é o contrário)

 

A subida na CN Tower vale a pena, apesar de ser caro. Você pode subir somente até o restaurante (351m) ou até o Sky Pod, a 447m. A ambos custará 27 dólares. Você ficará mesmo impressionado, vendo prédios de cinquenta andares como se fossem casinhas de brinquedo, lá embaixo. É caro. Mas a vista compensa.

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IV – NIAGARA FALLS

 

O passeio do dia seguinte foi a Niagara Falls. Antes, passamos por Niagara on the Lake. Era chamada de Newark, e foi capital do Alto Canadá antes de York (que passou a se chamar Toronto). Há na cidade o Forte George, construído pelos ingleses no final do Sec. XIX. Compramos aqui um vinho de gelo, ou icewine. As uvas são colhidas congeladas, derretem e depois são novamente congeladas várias vezes. Toda vez que congelam, os sabores se intensificam na fruta. Isso dá um vinho com baixo teor alcoólico (9%) e bastante doce.

 

Abaixo, o Rio Niagara, próximo ao local onde deságua no Lago Niagara. E uma rua pitoresca no centro da cidade.

 

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Corredeiras no Whirpol Rapids, vistas do Aerocar Espanhol, que liga o Canadá ao... Canadá. OS Estados Unidos ficam à direita, mas o carrinho não atravessa a fronteira, e muitos turistas não sabem desse fato. Mais detalhes da atração (e de outras) em http://www.niagaraparks.com.

 

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Niagara Falls se divide em duas quedas. Horseshoe, ou ferradura de cavalo, que é a maior e aparece nas fotos, bem na fronteira entre os dois países. E American Falls, que fica inteiramente no lado americano. Você pode passar pelo lado americano atravessando a ponte do arco-iris (rainbow bridge). A cidade fica a 130km de Toronto. (http://www.discoverniagara.com)

 

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Na Clifton Hill, o museu acredite se quiser

 

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Você pode (e deve) ingressar na Jornada Atrás das Cataratas (Journey Behind the Falls). Pagamos 13,13 dólares e recebemos capa de chuva. É rápida a visita. Tem um local mais baixo e mais próximo das cataratas, bem mais perto do que daria para ver da avenida (aqui a visão é de frente) e duas espécies de janelas esculpidas na rocha (você vê a queda por trás, e se molha um pouco.

O passeio do Maid of the Mist só ocorre até outubro, lamentavelmente. O barco chega mais perto da catarata.

Há uma torre de observação, no estilo da de Toronto, mas bem menor. A vista é linda. Custa 12,95 dólares, nas na internet é mais barato, 10,79 (http://www.skylon.com). Há um filme sobre as cataratas, que pode ser comprado conjunta ou separadamente.

Existe uma ruazinha "principal", onde estão algumas atrações bizarras. O museu acredite se quiser, Ripley Believe or Not (já havia ido, na Dinamarca, e não recomendo). Tem a casa do Frankstein, do Drácula, umas casas mal assombradas, etc. Entramos numa chamada Nightmares, a 10 dólares, mais ou menos. Você entra no sobrado e fica totalmente no escuro, seguindo pequenas luzes vermelhas, que incidam o caminho. Pelo corredor você vai sendo surpreendido por uns monstros e bonecos, ora com uma motoserra a seus pés, ou jogando algo próximo a sua cabeça, ou pegando seus cabelos, etc. Você fica mais apreensivo quando está numa sala fechada, sem as tais luzes, pois fica ansioso para encontrar a saída. http://www.nightmaresfearfactory.com/ é o endereço eletrônico, para saber mais detalhes. Entre na página e veja a gravação que eles fazem das pessoas no escuro, com câmera infra-vermelha.

Você pode almoçar no cassino, na torre Skylon ou em alguma das lanchonetes perto dessas últimas atrações.

Uma observação, há um limite na ponte que você não deve atravessar, pois estará em solo americano. A não ser que você tenha o visto americano e o seu visto canadense seja múltiplo. Isso porque você, tecnicamente, saiu do Canadá. Houve casos em que os turistas não poderiam ficar no americano, porque não tinham visto, nem retornar para o Canadá, pois o seu visto permitia apenas uma entrada. Um limbo jurídico que até se resolve, porque não tem voo direto Niagara-SP. Mas causa aborrecimento. Bom evitar.

Registre-se, por curiosidade, que o Bush acabou com o livre trânsito entre os dois países, prejudicando o turismo nessa cidade, pois haviam turistas americanos, de relativa baixa renda, moradores da região, que deixaram de atravessar a fronteira por não ter passaporte. Esse turismo de um dia movimentava a cidade e é um dos motivos pelos quais os canadenses não gostavam muito do ex-presidente americano.

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V – OTTAWA E GATINEAU

 

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Kingston é a cidade onde se pega o cruzeiro até as Mil Ilhas (Thousand Islands). Tem também um forte inglês (Fort Henry). Conheci só de passagem, e o site da cidade é http://www.tourism.kingstoncanada.com.

 

Ottawa é a capital política do Canadá, embora a financeira seja Toronto. Fica na divisa da província de Toronto com Quebec. No outro lado do Rio Ottawa fica Gatineau, onde nos hospedamos, na http://Rua Laurier, no hotel Four Points Sheraton(http://www.starwoodhotels.com/fourpoints/property/overview/index.html?propertyID=1329)

 

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Você pode visitar gratuitamente o Parlamento Canadense, com visitas guiadas. Ou assistir a sessões na Câmara dos Comuns ou o Senado.

Como são duas cidades, cada uma tem a sua revista. Otawa a sua Where, em inglês e Gatineau a sua Outaouais, em francês. Ambas são línguas oficiais no país, mas em Ontário tudo é em inglês, sendo a língua francesa a segunda, escrito embaixo e com menor destaque. Mas foi só atravessar o rio a pé, caminhar duas quadras e os atendentes do hotel já falavam comigo em francês, me recordando que havia ultrapassado a divisa.

Passeamos próximo ao Canal Rideau, ao ByWard Market e entramos na Catedral de Notre Dame. Mas não fomos à Galeria Nacional do Canadá. Já estava fechada e no dia seguinte iríamos, em Gatinaeu, ao Museu da Civilização, que é diferente de quase todos que já conhecemos.

 

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Museu da Civilização, em Gatineau

 

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Totem no Museu da Civilização, em Gatineau

 

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Entrada do Museu da Civilização, em Gatineau

 

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Galeria Nacional do Canadá. Detalhe da aranha gigante, em Ottawa

 

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Catedral de Notre Dame, Ottawa

 

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Um parque, próximo ao Parlamento.

 

Em Gatineau, na frente do nosso hotel, havia este interessante Museu da Civilização (http://www.civilization.ca)

 

Há totens dos índios da região oriental do Canadá, réplicas de barcos, de casas típicas e até mesmo uma igreja ucraniana. Leva aspectos de muitas das etnias que compõem o país. A entrada do museu é no formato de um rosto. O visitante entra pela boca, o que é um sinal tradicional de boas vindas.

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VI – PARC OMEGA

O parque foi uma surpresa, pois não estava planejado. Fica no caminho de Ottawa a Mont Tremblant. A entrada custa 10 dólares. Com mais uns 2 ou 3 dólares você compra uma porção de cenouras para alimentar os bichos, que ficam soltos e andando atrás do carro, buscando comida. Javalis, alces, búfalos, várias espécies de veado, etc. Você só não pode alimentar as raposas, os lobos e os ursos, por motivos de segurança. Eles ficam separados dos demais.

 

 

 

Na sequência, alimentando um veado, um lobo branco, uma cabra montenhesa e um urso cinza (que é preto)

 

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VII – MONT TREMBLANT

 

Mont Tramblant fica na cadeia de montanhas Laurentinas, continuação dos Apalaches.

Daí ter baixa altitude, mas lá neva e é bastante frio porque fica bem ao norte. Tem muita coisa a se fazer no verão, em atividades ao ar livre. No inverno, obviamente, os turistas vão lá para esquiar. Não tinha muita gente por lá, pois estávamos nas poucas semanas em que estava frio para fazer trekking e ainda não nevara o bastante para o esqui. Se bem que nevou bastante no dia que chegamos. O esqui custa caro, 81 dólares, para adulto.

 

Esqueceu luva, gorro, casaco? Tem roupa barata no Tiger Geant, que também funciona como supermercado. Fica em St. Jovite, e a passagem de ônibus custa meros 1,75 dólar o trecho.

 

Os hotéis são caros, pois praticamente só há resorts. Certamente há hospedagem mais barata nas cidades próximas.

 

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Igreja em St. Jovite, próximo a Mont Tremblant

 

 

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Sala de estar com lareira no Marriot.

 

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O Lago Tremblant, nas imediações, após a nevasca

 

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A vista do quarto

 

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Um local onde você pode se aquecer na piscina

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IX - QUEBEC

 

Chegamos em Quebec e fomos direto ao hotel Classique (http://www.hoteclassique.com), que fica no Boulevard Laurier Quebec, um pouco distante do centro histórico (uns 10 a 15 minutos de carro, somente). Fica em Santa Fé (Sainte Foy), e a seu lado tem um dos três Cosmos Café que existem pela cidade. Muita gente vai lá para tomar café, almoçar ou, nos finais de semana, para os preparativos para a balada (http://www.lecosmos.com). O ambiente é meio futurista e não é tão caro, pelo menos para quem vem de Toronto.

 

Vi propagandas de cruzeiros onde seria possível avistar baleias, mas não pude ir. Fica pra próxima. Quem tiver interesse pode ver no http://www.croisieres2001.com ou http://www.croisierescoudrier.qc.ca. Varia de 50 a 70 dólares.

 

O hotel de gelo só ficaria pronto em 26 de dezembro, pois ainda não estava frio o bastante. Há excursões para lá por 45 dólares e passeios de city tour no http://www.toursvieuxquebeq.com

 

A seguir fomos à parte histórica, à entrada da Citadela (só visitas guiadas), aos campos de batalha, às igrejas anglicana (Santíssima Trindade), católica (Basílica de Notre Dame), passamos pelo Chateau Frontenac, cartão postal da cidade, que é um hotel enorme, de 600 quartos, aberto em 1893 e concluído totalmente só em 1983, à Rua do Petit Champlain, onde há lojas de arte e restaurantes, que você pode acessar por um funicular ou pela escadaria quebra-pescoço.

 

Na entrada da cidade havia uma pista de patinação no gelo, por 6 dólares o aluguel dos patins, sem hora marcada para devolvê-los. Depois pegamos um táxi e fomos até o ginásio onde são jogadas as partidas de hóquei no gelo. O time de Quebec não está na divisão principal, mas o jogo foi excelente. Não sabia que uma partida desse esporte pudesse ser emocionante. Após um empate de 5 a 5, o jogo foi pra prorrogação e depois para os penalties. O time de Gatineau venceu no final, mas valeu bem a pena. Vale ressaltar que a entrada custou 13 dólares, pagos no cartão. Em Toronto, na divisão principal, custaria cerca de 60, pelo que fui informado.

 

Chegando na cidade, aliás, pegue o Voilá Quebec, com as novidades e as atrações. No dia seguinte, fomos rever a parte histórica, sem pressa.

 

Depois, fomos ao Museu da Civilização. Apesar do nome, é bem diferente do de Gatineau. (http://www.mcq.org). Tem a carcaça de um barco francês de mais de 200 anos e várias múmias do Egito. Custa caro: 18 dólares.

 

 

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Rue du Petit Champlain

 

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igreja na Place Royale

 

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Chateau Frontenac e Rio São Lourenço

 

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Jogo de Hóquei

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VIII – MONTREAL

 

Última parada no Canadá, de onde voltaríamos a Nova Iorque, a rival francesa de Toronto.

Tem mais de três milhões de habitantes e a grande maioria de ascendência francesa. Não é só na religião que ela se difere de outras. Ao contrário da área colonizada pelos ingleses, que são protestantes, aqui a maioria é católica. O primeiro local que visitamos foi a Basílica de Notre Dame, que possui um interior muito bonito, como podem ver na voto. Demos uma volta na cidade, passamos pelo autódromo, Oratório São José, um imenso cemitério, ao lado, o maior do Canadá e fomos almoçar na cidade subterrânea, que é ainda maior que em Toronto.

 

Um fato interessante é que a cidade passou por momentos de decadência quando houve fortes manifestações pela independência da região do Quebec. Muitas empresas se tansferiram para Ontario e dois plesbiscitos chegaram a ser feitos. Num deles a margem foi ínfima e a província continuou pertencendo ao Canadá. A bandeira do Quebec é bem mais vista que a do País, o que mostra a forte identidade de seus habitantes.

 

Outra curiosidade: como são (ou eram, até recentemente) bastante religiosos, muitos dos palavrões locais são misturados a objetos utilizados pela Igreja Católica. O xingamento é uma forma de cometer o sacrilégio e proferir "Óstia" ou "Tabernáculo" significa que o cidadão está irado. Nunca tinha visto isso por aí.

 

Além do mais, embora religioso, o aspecto da cidade é festivo. Muitos casais, não necessariamente de homens e mulhares. Isso mesmo, há uma grande concentração GLS e muitas boates de strip-tease. É o seu lado pagão, que convive com o sagrado.

 

Dê uma volta pela Rua Santa Catarina à noite, é o local onde as coisas acontecem. Muitas lojas, sempre lotada. Ficava bem próxima ao nosso hotel. Assistimos a um filme em 3D, ou melhor, IMAX, nesta mesma rua, a 17,50 dólares. Muito boa a sala e a qualidade do equipamento. O IMAX surgiu lá no Canadá e é o que há de mais moderno no assunto.

 

No dia seguinte fomos novamente ao Oratório Sâo José. O metrô cobre bem a cidade, e descemos na estação Côte-des-neiges. Lá está o túmulo do Irmão André, que morava lá e é venerado pelos locais e está prestes a virar santo.

 

Depois fomos ao Parque Olímpico. Entramos no Biodôme, onde há a recriação de zonas climáticas diversas e tem até suricatos e pinguins, além de vários aquários e reptéis. A entrada custa 18 dólares.

Passamos pela conceituada Universidade McGill e almoçamos novamente na Underground City.

Fomos à Biosphere, na Ilha Santa Helena, que foi construída para a EXPO 67 (lembrei do Atomium, em Bruxelas, construída para outra Expo). A esfera possui exposições sobre o sistema fluvial canadense. Depois fomos à Chinatown (Toronto também tem uma, como Nova Iorque) e terminamos a noite já na Rua Santa Catarina, pois no dia seguinte tomaríamos novamente o voo para os EUA.

 

 

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nosso carro na pole position do autódromo de Montreal

 

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Interior da Basílica de Notre Dame, um dos mais bonitos que já vi

 

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Vista da cidade, a partir do Parc Mont Royal

 

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Um peixinho no aquário do Biodôme, no Parque Olímpico

 

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Oratório São José

 

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Um dos esquilos que infestam a cidade.

 

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Biosphere, na Ilha Santa Helena

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X – NOVA IORQUE, NOVAMENTE

 

O controle de passaportes do Canadá para os EUA é feito na origem, independentemente se você é canadense ou brasileiro. Sem maiores problemas, após falar que estávamos retornando aos EUA para pegar o voo ao Brasil.

 

Chegando em NY, após menos de uma hora de voo, antes do meio dia, pegamos novamente o shuttle do JFK para o hotel, por 15 dólares. Fomos ao Rockfeller Center e subimos no Top of the Rock. Tem cupons de desconto perto da pista de patinação, caindo o preço de 21 para 19 dólares. Há ingressos combinados para outras atrações, como Radio City Hall.

Muita gente tem preferido e indicado subir aqui para fotografar a vista da cidade, ao invés de subir no Empire State, por ser mais barato (salvo engano lá custa 28 dólares). Eu vejo duas vantagens. Como o Empire State fica na 38th e o Rockfeller na 50th, é melhor localizado para tirar fotos dos dois lados, Lower Manhattan e o inverso, onde fica o Central Park. A outra é que aparece nas suas fotos o próprio Empire State....

 

Fomos à Igreja de Saint Patrick, que fica quase ao lado. Depois voltamos à Times Square, visitamos lojas como a Toys "R" Us, uma loja de brinquedos onde existe até uma roda gigante, dentro, além de um enorme tiranossauro que se mexia, representando o Jurassic Park, etc

 

Finalizamos o dia com uma peça da Broadway, o Fantasma da Ópera. Compramos no TKTS, na Times Square. Fiquei o dia olhando os preços. O anúncio era de 40% de desconto e mesmo assim ainda saiu por 78 dólares, com os impostos. Na fila vi gente com ingressos por 26 dólares. Ainda que fossem estudantes, mostra que o TKTS não é essa barbada toda que afirmam. De qualquer forma, vale muito a pena.

 

No outro dia, compramos um passe diário de metrô a 8,50 (a passagem avulsa custa 2,25) e fomos ao Central Park novamente. Agora bem mais tranquilo, pois não havia os maratonistas. Passamos uma hora nele, vimos a pista de patinação, castelo Belvedere e ingressamos no Metropolitan Museum.

 

Custa o mesmo do Museu de História Natural, mas é apenas preço sugerido. Pague um ou dois dólares e receba uma credencial, parecida com uma ficha para pregar na roupa e ter acesso.

 

Aqui também as múmias egípcias e até um templo, o de Dendur, transportado pra cá. Vestimentas de guerreiros japoneses, armaduras medievais, estátuas de artistas como Degas, quadros de pintores como Vermeer, Van Gogh, Rembrandt, para citar alguns dos mais famosos, são um deleite para que gosta de arte.

 

À tarde tomamos um barco para a ilha onde está a Estátua da Liberdade. Muitos acham que é melhor pegar o barco público que não vai para a ilha, mas paras outros locais de Nova Iorque e é suficiente para tirar algumas fotos. Se estiver fazendo muita economia, faça isso, mas eu acho que é tão caro ir a Nova Iorque que não vale a pena economizar nove dólares para descer na ilha e tirar fotos com calma, aproveitando o passeio. Se não desembarcar lá você vai vê-la de longe, pois parece menor do que realmente é (apenas 93 metros, contando da base até a tocha, contra 381 do Empire State sem o mastro, ou 443, com o mastro).

 

O último dia foi dedicado À Chinatown, compras de souvenires e compras em geral. Onde há muita coisa barata é no Century 21, perto do local onde ficavam as torres gêmeas. A Macy´s, apesar da fama, não tinha as mesmas vantagens. Se seu propósito for comprar, muitas opções estão fora de Manhattan. Procure cupons de desconto e visite os outlets.

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