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Eduardo de Souza Frandolos

CONHECENDO BOLIVIA

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Postagem atrasada, ::lol3::

 

Olá pessoal, quero relatar minha experiencia na bolivia como forma de gratidão.

Porque as informações dos mochileiros me foram muito úteis, e me deu mais confiança e tranquilidade, dai quero compartilhar o que aprendi e liçoes..

Eu tinha hospedagem garantida na bolivia em cochabamba, na casa amigo meu boliviano, ele estava aqui brasil, e fomos juntos..

 

Data viagem: 23/11/2015 á 17/01/2016 (eu programei a ida pra chegar de manhã cedo na fronteira)

 

>Floripa - Campo grande 299,00 reais (fui de tam, comprando com 2 meses antecedencia)

>Taxi aeroporto -rodoviaria de campo grande 45,00 reais, (é meio longinho)

>Bus para corumbá , só tem empresa andorinha, bus novo, 104,89 reais peguei horario 23:59hs cheguei 6:20hs

>Taxi rodoviária à fronteira 30,00 reais (os taxis queriam cobrar 50,00, achei muito caro pra um trajeto de 7km sem fila, dai fomos indo pro ponto de bus com as malas pesadas..., logo veio um taxista a pé correndo e ofereceu por 40,00, bati o pé por trinta, ele aceitou. Foi bom pois rachamos eu e meu amigo)

>tivemos que esperar 1h abrir fronteira brasil que abre 8hs,a da bolivia abre as 7hs, logo, abrem juntas pois na bolivia é 1h a menos que o brasil, ok?

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>mal saímos da sala da fronteira ja veio um cambista se oferecendo trocar dinheiro, á 1,85 bol por real, achei bom, e troquei uns 900,00 reais, fiquei com receio de trocar mais, mas ::putz:: , 1° lição, depois me arrependi, por que quanto mais você entra adentra no país, mais ruim o cambio fica, 1,80 santa cruz, 1,75 cochabamba, la paz 1,73...

>taxi até rodoviaria de puerto quijarro 30,00 bol, por que era um Taxi novo e com ar cond. , mas no geral, eles cobram 10 se estas sozinho.

 

>na rodoviaria de puerto quijarro (mais parece um galpão), o taxista me recomendou 2 empresas, que saia 120 bol por pessoa, achei caro, e compramos a 60 bol cada pela empresa "la perla del oriente" ::putz:: 2° lição: o barato sai caro, ônibus velho, ar cond. nao gelava, e as janelas algumas nao abriam, naquele calor fomos assando até santa cruz, e detalhe, esse bus entrou em tudo que é vila. Saímos as 10hs chegamos 20:30hs em santa cruz, rodoviária bimodal.

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>aqui compramos pela empresa Trans copacabana S.A, á 100,00 bol cada, bus cama, razoável. Detalhe :arrow: tem que pagar sempre nas rodoviárias da bolivia a taxa de embarque, tem umas cabines pelo terminal, acho que é 2bol, nao é como no brasil, que o valor da taxa está embutida no valor passagem, GUARDE! O comprovante, pois os fiscais vem dentro do bus e pedem pra mostrar. Também fique atento a plataforma que sai o bus, "carril" em espanhol, e também ao numero do assento, que as vezes náo bate com numeraçao dos assentos do bus. Dica, quando vocé compra a passagem eles tem um mapa do interior do bus, dai peça pra escolher o assento e veja onde fica no mapa, se no andar de cima, de baixo, qual fileira..., saimos as 21:30 hs, e viajamos toda a madrugada

>chegamos de manhã em cochabamba, e fomos pra casa meu amigo descansar.

 

>Resumo de como é cbba(cochabamba): cidade rasoavelmente grande, á 2.600 mts altitude, portanto me afetou um pouco, tem 500 mil hab. Uns 20 mil brasileiros que vao estudar medicina, é considerada capital gastronômica da bolivia, bons restaurantes, transito é meio louco, nao se respeita o pedestre, o transporte é barato, 2bol taxi trufi, como eles chamam, 1,50 o micro bus, que é mais lento. O ar é bem seco, meu nariz sangrava nos primeiros dias, labios resseca, leve protetor labial e solar, pois lá o sol queima mais. Tem muitas praças, parques,...

 

>3°liçao ::putz:: náo coma nada na rua, nem sorvete, sucos, e principalmente água. Os bolivianos nao sao muito higiênicos, tome só agua mineral, ou fervida em casa, se for possível. Lá tem ainda muito problemas com salmonela, cólera, e outros parasitas e bactérias que só tem pra lá. Eu passei mal do intestino por quase 1 mes, tive que ir ao médico fazer exames de sangue, fezes..., tomar antibióticos, dieta só com sopa... ainda bem que a mãe do meu amigo cuidou de mim como se fosse seu filho, portanto se for viajar pra lá sozinho, leve algum medicamento do brasil, como pra dor, febre, flora intestinal, náusea, embora lá tem bastante farmácias e o medicamento é no geral mesmo preço do brasil. Eu comprava gatorades e sachês de reidratante na farmácia e só tomava isso qd estive mal.

Mas se vocé ficar ruim, serve de consolo que isso acontece com maioria dos extrangeiros, assim disse o médico. Bom, agora tenho algum anti corpos a mais, hehe.!! :lol:

 

>lugares pra conhecer em cbba: cristo de la concordia. Sim, é tipo imitaçao do rio janeiro. 10,50 bol. Parque de la familia, onde tem o show das águas dançantes as 20hs, 8bol. Feira CANCHA, fica em frente rodoviária, e é enorme, mas enorme mesmo! sao muitos quarteiroes, maior que a 25 de março em SP, lá tem literalmente de tudo, artezanato, roupas, etc é tudo mais barato que em La paz. Bom, tem outros parques, museos, igrejas antigas, e bons restaurantes no El Prado. Tem um ótimo cinema, de dar inveja em muitos do brasil, no CINECenter.

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Bom, por enquanto é isso pessoal, depois conto como foi conhecer La Paz, Copacabana, lago Titicaca, e a volta ao Brasil, certo?

Espero ter ajudado... ::otemo::

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    • Por Lígia Conti
      Depois de tanto nos servirmos das informações e relatos aqui encontrados, finalmente deixaremos um tópico em retribuição. Nas pesquisas que antecederam nossa viagem à Bolívia entre final de 2015 e início de 2016 pudemos organizar um roteiro bastante farto de dicas e outros informes. Mas, enquanto é muito fácil encontrar relatos minuciosos sobre os roteiros de passeios, menos comum é encontrar outras informações, e é nesse sentido que pretendemos direcionar nosso post. Espero que seja útil =)
       
      1) Saímos de São Paulo rumo a Santa Cruz de la Sierra no dia 29 de dezembro. Compramos passagens de ida e volta antecipadamente e isso era tudo o que tínhamos. Hostel, passeios, itinerários, todo o resto estava organizado num cronograma facilmente modificável. Nada de reservas antecipadas justamente com base nos relatos aqui encontrados. E é isso o que recomendamos: decidir tudo no caminho. Nomes de hostels e agências e suas avaliações, no entanto, podem ajudar!
       
      2) Chegando a Santa Cruz perto de meio dia, a ideia era tomar um voo a Sucre. Já havíamos lido que o caminho a Sucre pelas estradas não era aconselhável e encontramos alguns turistas que depois confirmaram que esse trajeto de ônibus era mesmo bastante sacrificante. De pronto, a informação de que não havia mais voos disponíveis em nenhuma das empresas: BOA, Amaszonas e outra que não me lembro agora (mas no balcão de informações turísticas é tranquilo se informar). Compramos um voo para o dia seguinte pela Amaszonas e decidimos passar uma noite em Santa Cruz. Não nos arrependemos porque acabou sendo bacana conhecer um pouco da cidade, mas a data coincidiu com recesso e férias de todos os museus (sim, nunca vi férias de museus em pleno dezembro, mas em Santa Cruz foi assim...). No dia seguinte, no aeroporto, encontramos um casal de brasileiros que tinham chegado e, tal como a gente, "dado com as caras na porta" da informação de que não havia voos disponíveis. Ao contrário de nós, no entanto, eles decidiram esperar até as 16h. E diferente do que imaginávamos, conseguiram assentos no voo. Ou seja, aconselhamos que aguardem o horário de embarque e tentem lugares no voo ainda que digam que não há assentos disponíveis.
       
      3) Já que estamos falando de companhias aéreas, havíamos lido que os voos da BOA são famosos pelos atrasos. E em Santa Cruz, quando saímos no voo das 16h pela Amaszonas, vimos no painel um voo das 14h da BOA para La Paz que estava atrasado. Já a Amaszonas tem seu slogan justamente no fato de não atrasarem. Além desse voo de Santa Cruz a Sucre, ao final da viagem voamos novamente pela empresa desde La Paz até Santa Cruz e em ambos não tivemos nenhum atraso. Para quem tem os dias contados, vale investir um pouco a mais e garantir a hora certa! A compra das passagens acontece apenas diretamente no guichê do aeroporto (pelo menos segundo nos informamos, mas como a incongruência de informações não é incomum na Bolívia...). Assim, uns dias antes de nosso retorno, decidimos gastar um tempo nos dirigindo até o aeroporto de La Paz para garantir um bom horário e um preço razoável no voo de retorno a Santa Cruz.
       
      4) Sucre é uma cidade linda, vale a pena dedicar uns dois dias pelo menos. Há muitas postagens detalhadas sobre a cidade e seus pontos turísticos, não nos deteremos a isso. Apenas julgamos importante mencionar que o passeio pelo parque Cretácico inclui um tour guiado (o horário de início é meio-dia e dura cerca de 1h30) descendo até próximo das famosas pegadas de dinossauros. Não sabíamos disso e por pouco perdemos a parte mais interessante do lugar. O reveillon na cidade foi bastante tranquilo, festejos na praça central (com grupos de música tradicional boliviana) e, para quem curte, baladas nos hostels. No dia 31 os restaurantes e mercados começaram a fechar perto das 18h. Para não corrermos o risco, eu e meu namorado (e outros brasileiros e gringos também) decidimos garantir nossas bebidas num mercado próximo da praça central. Não saberíamos dizer se rola comprar bebidas na madrugada...
       
      5) Dia primeiro de janeiro não acontece nada. A cidade fica toda fechada, incluindo a rodoviária. Por isso, estávamos em dúvida se seria possível partir de lá rumo a Uyuni, nossa próxima parada. As informações nos hostels não eram muito animadoras. Mas em frente à estação de ônibus (que estava fechada), muitos microbuses e mesmo ônibus estavam partindo de Sucre rumo a Potosi. Chegando a Potosí, logo depois de um taxista oferecer seus serviços por 700 bolivianos até Uyuni, avistamos um ônibus (atravessando a rua, na Avenida Universitária) partindo para Uyuni por 30 bolivianos por pessoa. Tomamos esse ônibus depois de um almoço rápido num restaurante ali próximo e ao final do dia estávamos em Uyuni.
       
      6) No dia seguinte, partimos em busca de uma agência para fecharmos o passeio de 3 dias pelo Salar de Uyuni. Os passeios partem às 10h30. Começamos a peregrinação por volta de 8h30 e fomos fechar o passeio perto das 10h, para o meu desespero. O tempo todo é fácil encontrar pessoas nas ruas oferendo o passeio por preços que variavam entre 600-900 bolivianos. Mas como encontramos muitos relatos de perrengues com carros quebrados, grupos que "enfiavam" 7 pessoas em um carro onde só cabem 6, entre outras histórias, preferíamos fechar o tour com uma agência da qual tivéssemos uma boa recomendação. Entre as agências de nossa lista estavam a Blue Line e a Quechua Connections. A Quechua esteve fechada praticamente a manhã toda e a Blue Line não tinha mais passeios disponíveis. O mesmo se passou com outras agências que procuramos: ou estavam fechadas ou não tinham mais passeios para o dia. O engraçado é que, em uma segunda tentativa, conseguimos um carro disponível na Blue Line (outro casal de brasileiros que encontramos também enfrentaram o mesmo em outra agência: em um momento não havia passeio, algum tempo depois havia disponibilidade... Enfim...). Como estávamos muito desesperados e com receio de termos de arriscar uma agência sem referência, fechamos o passeio pelo primeiro preço oferecido: 850 bolivianos. Pouco depois soubemos de outros que fizeram o mesmo tour, exatamente o mesmo, por 750 bolivianos. Fica a dica da pechincha sempre! Outra coisa: as agências aceitam pagamento em dólares, mas o câmbio definitivamente não vale a pena. Melhor ter bolivianos nas mãos para contratar o rolê.
       
      7) Ao final do tour pelo Salar, partimos para La Paz num ônibus noturno, chegando lá pela manhã. Também os passeios por La Paz aparecem detalhados em muitos relatos por aqui, mas acho que vale apenas reforçar a indicação para dois museus interessantíssimos e sobre os quais encontrei menos referências: o Museu de Etnografia e Folclore e o Museu de Instrumentos Musicais (reservem umas boas horas para cada um deles).
       
      Sobre câmbio: saímos do Brasil muito em dúvida a respeito de que moeda levar. Acabamos levando dólares, embora a cotação estivesse bastante desfavorável (3,79) e quase nos arrependemos. No entanto, mesmo notando que o nosso real é aceito em todas as cidades por que passamos (outra dúvida que tínhamos), a taxa de compra de reais oscilava muito de uma cidade para outra, ao passo que o dólar se mantinha na faixa de 6,95 a 9,98.
       
      9) Uma das dicas mais comumente encontradas em postagens sobre a Bolívia aconselhava que se levasse papel higiênico. Pensávamos que essa dica era direcionada ao passeio pelo Salar de Uyuni. Mas não. Embora os hostels oferecessem papel higiênico em todas as cidades pelas quais passamos, muitas vezes não era suficiente, tanto mais porque o serviço de quarto só acontecia quando solicitávamos.
       
      10) Bolívia é um destino incrível. Aproveitem muito, tanto quanto nós aproveitamos!
    • Por Emanuela Barral
      Holla,
      Tentarei fazer um post diferente do que tem por aqui. Venho fazer observação, trazer dicas do que fazer e não fazer, sugestões...
       
      - 1º. Não faça a burrada de pegar um táxi até a fronteira de Corumbá à Puerto Quijarro , Cobram super caro para 10 minutos de viagem. Tem um ônibus que deixa perto da fronteira, só perguntar no aeroporto que eles te informam. E na volta faça o mesmo, ou arrume mais pessoas para rachar o táxi.
       
      - 2º. Puerto Quijarro foi melhor câmbio que achei no caminho, mas fiquem atento... pois tentaram me passar a perna. Cidade bem precária, use apenas como passagem.
       
      - 3º. Santa Cruz de La Sierra, tem apenas uma parte central bonita e nada mais. Peque uma van em frente ao Terminal e eles te deixam próximo (Paga se 1,50bo). Não passe mais que um dia, cidade de passagem.
       
      - 4º. Não caia na burrada de começar por La Paz , COMECE POR SUCRE... La Paz não é uma cidade bonita e de pessoas hospitaleiras, e cativantes. Fiquem espertos em tudo, fecham pacotes por preços absurdos, cobram táxi altíssimos por um curto trajeto, difícil (quase impossível) um restaurante bom, com preço bom. Recomendo fazer o passeio para Chalcantaia + Vale da Lua, e super recomendo Downhill na Estrada da Morte (É perigoso, mas se for tranquilo, é super de boa... Pra mim é uma das melhores coisas que fiz na Bolívia). Pronto, fazendo isso e conhecendo o centro, feiras não se tem mais nada a fazer. 3 dias são mais que suficientes caso for fazer estes passeios, caso contrário 1 ou dois bastam. Sucre é linda, as pessoas hospitaleiras e agradáveis...
       
      - 5º. Uyuni, pechinchem muito antes de fechar o pacote. Paguei 700bo, mas no grupo tinham pessoas que pagaram 800bo por não pechinchar. É um passeio de 3 dias por 700bo, mas lembrem se: vc não irá pagar só este valor... Tudo se paga, entrada de parques não estão inclusas, banhos se pagam. Então, vai preparado para desembolsar mais que 700bo.
      O que não deixar de levar e o que fazer para melhorar sua vida: Levem lenços umedecidos, terá dias sem banho; uma toalhinha molhada próximo ao rosto ao dormir ajuda muito; batom, manteiga de cacau, hidratante labial é bobagem! Os lábios vão rachar do mesmo jeito, e vão parecer estar queimados, a melhor solução e salvação que encontrei foi Bepantol, e usei dentro da narina, pois fica tão seco que parecem estourar vasinhos, e isso doe muito, Bepantol ajudou demais; levei um vidrinho de soro que o uso foi constante, tanto para o nariz quanto para os olhos(no salar ardem um bucado por conta do sal)
       
      - 6º. Levem papel higiênico, dificilmente terá papel nos banheiros que passar. As vezes vc paga para ir em um e te dão um pedaço de papel. Se fizer o nº dois, o papel que te derem não será suficiente.
       
      -7º. Levem álcool em gel, como é difícil achar um local para lavar as mãos. Álcool em gel salvou muitas vezes! É nojento ir no banheiro do ônibus e não lavar as mãos, gel é a solução.
       
      CONTINUAÇÃO...
    • Por pablitovp
      Boa noite, pessoal.
       
      Recentemente cheguei de uma viagem emocionante de 15 dias pela Bolívia. A empolgação foi tanta que resolvi começar a escrever um blog sobre a viagem.
       
      O blog tem dois objetivos principais: socializar o conhecimento adquirido nessa viagem para os futuros viajantes e compartilhar com [email protected] as vivências que tive. No futuro usarei esse espaço para contar histórias de novas viagens e talvez eu conte causos sobre viagens passadas também.
       
      O endereço do blog é:
      http://pablitoviaja.libertar.org/
       
      Além das histórias dos passeios, também tentei descrever detalhadamente os gastos que tive em cada dia da viagem.
       
      Muitas das informações para a viagem eu consegui aqui neste Fórum. Então espero poder contribuir de alguma forma com aqueles que desejam conhecer esse maravilhoso país chamado Bolívia, com seus surpreendentes povos e culturas.
       
      Já estou relatando o décimo dia da viagem. Com uma postagem por semana, espero concluir o relato até o final de Março.
       
      Abraços!
    • Por Cheila Anja
      Primeiro vamos ao roteiro:
       

      Curitiba com escala em São Paulo para Santa Cruz de la Sierra (Avião pela GOL)
      Santa Cruz de la Sierra para Sucre (Avião pela Amaszonas)
      Sucre para Uyuni (Ônibus noturno pela 11 de Julio)
      Salar de Uyuni (Tour 4x4 de 3 dias pela Andes Salt Expeditions)
      Uyuni para La Paz (Ônibus noturno pela Omar Tour)
      La Paz (Tour City, Deathroad e Chacaltaya)
      La Paz para Santa Cruz de la Sierra (Avião pela Amaszonas)
      Santa Cruz de la Sierra com escala em São Paulo para Curitiba (Avião pela GOL)
       
      Para ver o que não pode faltar na mala em uma viagem para a Bolívia clique aqui > http://oquefazer.blog.br/o-que-fazer-para-nao-faltar-nada-na-malamochila-em-uma-viagem-para-bolivia-peru-e-chile-segue-lista/
       
      Para entrar na Bolívia você precisa do certificado internacional de vacinação, veja aqui como conseguir > http://oquefazer.blog.br/febre-amarela-onde-tomar-que-paises-exigem-e-como-emitir-o-certificado-blog-o-que-fazer/
       
      Vamos ao relato?
       
      Quando decidi viajar sozinha, além ouvir a palavra louca por praticamente todos que me conheciam, também ouvi dizer que a Bolívia era o pais do perrengue e que tudo que pode dar errado vai dar, então fui com a mente aberta, pronta para qualquer coisa. E sabe quando tudo dá muito certo que até assusta? Tipo a calmaria antes da tempestade, pois é, foi exatamente o que aconteceu, mas calma, vamos por partes:
       
      Três dias antes da viagem recebi um e-mail da Amaszonas dizendo que meu voo para Sucre seria antecipado em meia hora e que eles não se responsabilizariam caso eu perdesse outros voos devido a esse imprevisto. OK! Pensei: ah.. então é assim que as coisas funcionam na Bolívia. Meu voo chegaria em Santa Cruz de la Sierra as 13:30 e o voo para Sucre estava programado para as 16:00, tudo certo! Nunca durmo em avião/ônibus, mas nesse voo misteriosamente dormi o voo inteiro. LUCKY. Já no aeroporto depois de pegar a bagagem você passa pelo corredor da sorte, literalmente, aperta o botão, se for verde: pode passar, vermelho: abre toda a tua bagagem que vamos revistar tudo. Apertei: verde! LUCKY! Sai rindo das 10 pessoas antes de mim que tiraram vermelho. Cheguei e fui trocar meus reais por bolivianos, péssima cotação, mas eu não pretendia parar em Sucre e queria chegar com o suficiente para fazer o Salar pelo menos em Uyuni, depois já fui fazer check-in, tudo certo, usei a wi-fi para tranquilizar minha família e parti para Sucre, cheguei em Sucre o guardinha até me passou um chaveco, mal olhou meu passaporte, do aeroporto fui direto para a estação de ônibus, taxista simpático até deu uma voltinha a mais para me mostrar Sucre, quando chegou na rodoviária, pensei que tava no Paraguai, ele apontou pra onde eu tinha que ir e fui com a cara e a coragem, parecia que as pessoas estavam falando alemão, eu não entendia bulhufas e olha que eu pensava que meu espanhol era ok, mas parecia outro dialeto, só lembrava que o nome da empresa que fazia Sucre > Uyuni era 6 octubre e consegui chegar até lá, usando mimicas e portunhol consegui falar que queria uma passagem para Uyuni, e ela só falou: no no no tiene más. Confesso que senti um gelinho na espinha, não queria dormir em Sucre, ia me fazer perder um dia. Um senhor viu minha cara e me ajudou, já que ninguém me entendia, me levou em todas as agencias e ia perguntando, até que chegamos na 11 de julio, consegui uma das ultimas passagens da noite, saia as 20:00 horas, Yay obrigada vovozinho! Só esperar, e esperei e esperei e nada do busão! Como isso minha gente? Perguntei pro carinha da portaria e ele falou que ia me avisar quando chegasse, e nada, até que faltava 5 minutos, me desesperei, fiz o cara me deixar entrar e procurar o ônibus, e não é que achei? Atrás de todos os outros, não ia parar lá pra mim nunca, mas pera aí, o ônibus já tava partindo, sem mim! Pernas pra que te quero! Corri até ficar sem ar (isso foi uns 3 metros, sim a altitude maltrata) as pessoas avisaram o motorista e o busão parou, LUCKY, não perdi o ônibus por meio minuto! Guardou minha mala, assim no meio das outras sem etiqueta sem nada, e partimos rumo a Uyuni, o ônibus até que era confortável para os padrões da Bolívia, pelo menos eu dormi como um anjo, só acordava quando entravam os vendedores ambulantes oferecendo salgados dentro do ônibus, e não, não é brincadeira. Chegamos em Uyuni as 4:30 da manhã, e quando desci e peguei a mochila, reparei que estávamos no meio do nada, no escuro, não era uma rodoviária, era do meio da estrada. Aí Jesus e agora? As agências que fazem o salar só abrem as 8:00 e tava um friozinho legal. No meio das cholas avistei um cara com uma mochila enorme nas costas, veio me dar oi, era um alemão que misturava inglês, espanhol e português, também ia fazer o salar, na mesma hora chegou um outro rapaz oferecendo café da manhã, aquecedor, wi-fi e banho quente em um restaurante ali perto até as agencias abrirem, LUCKY sim ou com certeza? Seguimos o cara e ouvi pessoas falando português, sim brasileiros! LUCKY! Eram 2 casais, pessoas gente finíssima, e lá fomos nós 6 rumo a aventura!
       
      Gastos dia 01:
       

      Passagem Curitiba para Santa Cruz (ida e volta) = 666,70 reais (promoção linda)
      Passagem Santa Cruz para Sucre = 42,00 dólares (comprei no Brasil ainda)
      Cambio em Santa Cruz 800 reais a 1,5 = 1200 bob
      Taxi = 30 bob
      Passagem Sucre - Uyuni = 60 bob
      Taxa terminal de ônibus = 2,5 bob

       
       
       
      Continua...
       
      PARA LER O RELATO COMPLETO ACESSE O LINK NO BLOG: http://oquefazer.blog.br/o-que-fazer-na-bolivia-do-ceu-ao-inferno-em-8-dias-relato-de-viagem/
       
      Confira o vídeo da minha aventura:

    • Por Eduardo de Souza Frandolos
      Olá pessoal!
      Continuando minha viagem....
       
      Em cochabamba, depois de pesquizar muito no site booking, reservei em La Paz o hostal Ananay, muito elogiado, pessoal super simpático, e não foi tão caro: 75,00 dólares por 5 noites. Ele fica na rua mais charmosa e tranquila de La paz, e tem uns 3 museus só nessa rua, onde se encontra também a casa de Murillo, que é tipo um herói libertador pros bolivianos. Também fica bem perto da rodoviária 6 ou 7min a pé, pontos turísticos, plaza murillo, mercado lanza, onde se pode comer uma truta do lago, plaza mayor, etc. Quando eu fui na rua das bruchas, sagarnaga, illampu, eu vi que acertei no hostal, ali tem muito barulho, carro, buzina, rua suja, etc... unica vantagem é que tem ali agencias turismo, e artezanato.

       
      Me esqueci de falar da viagem, de cocha a la paz, é super tranquilo, são 8hs viajem, ônibus para na metade caminho em Caracollo, por 30min para banheiro, lanche, almoço, e a passagem é incrivelmente barata varia de 30 a 50 bol e tem saídas de 30 em 30min para la paz, e vice-versa. Fui pela empresa Bolivar.
       
      Depois o bus pega um pouco de transito en el alto, cidade vizinha de la paz, e para ali para desembarque. Para por fim na rodoviária La paz.

      Ali tem na entrada informações turisticas onde se pode pegar mapas, etc.. fui a pé pro meu hostal. Lá mesmo se oferece agencias turismo, e fechei pra ir chacaltaya e valle de la luna, por 90 bol + 15+ 15 das entradas dos parques respectivamente, que se paga quando chega lá. É importante tomar a sorochepill, antes desse passeio, pois vai subir a 5.410mts altitude. Eu tomei de manha cedo, essa pírula tem efeito por umas 8hs. Paguei 3,85bol cada. Também levei folhas de coca e mel em sachêsinhos, que trouxe do brasil, para dar energia instantânea. Foi super tranquilo, embora a estrada até a montanha é sinuosa e da aquela adrenalina boa, hehe
      Leve algo para comer, pois esse paseio dura o dia todo e nao param pra almoçar. Eu comi algo no caminho pro valle la luna.

       
      Nessa noite, madrugada voltou problemas intestinais, pois já estava debilitado desde cbba, mas depois melhorei., aproveitei pra conhecer cidade andando bem de boa, devagar olhando tudo com carinho, aproveitei pra ir no banco do brasil, pois o money tava acabando. Fica na rua 20 octubre, edifício torre azul, enorme todo espelhado. Sim, o prédio mais mais modernos de la paz é nosso! Nem no brasil eu vi um banco brasil tao grande! Dica, quando a van do passeio volta do vale luna, ela passa na rua paralela a do banco, pode pedir pra descer ali, ok? :'>

       
      Dai, fui a copacabana, comprei passagem ida e volta empresa titicaca 65,00 bol. A viagem dura 4hs, determinado momento vc desce do bus, e passa o lago num barco, bus tambem vai numa balsa, dai voce espera o bus do outro lado. CUIDADO PRA NÃO ERRAR DE BUS! Fique atento ao seu motorista, memorize ele e seu bus. Fique perto da galera do seu bus, detalhe tem que se pagar essa travessia que é 2 bol creio.

      Chegando em copacabana (não tem terminal), o bus para numa rua em frente agencias, comprei ainda dentro do bus, bilhete barco para a ilha 30 bol ida e volta. Antes de ir procurei lugar pra almoçar, algo barato, me indicaram que na praça se serve almoço, fui lá e comi um prato de sopa deliciosa com papas, pollo, verduras, macarrão por 5 bol, o bom é que, como é fervido, nao tem perigo contaminação. Até parte sul, a viagem dura 1h e meia quase, e ao desembarxar tem taxa pra ingresar na ilha 5 bol pra extrangeiros. Eu voltei no mesmo dia, pois a grana tava acabando,ae ja tava economizando pra volta. Deu pra ficar na ilha umas 2 horas, foi uma pena, o certo seria dormir uma noite lá e no dia seguinte sair pros passeios na ilha, ir até parte norte, etc. Bom fica pra próxima. (eu vou voltar heim!)
      Resumindo sai de la paz fui ilha do sol e voltei pra la paz tudo no mesmo dai, ufa! Cansativo


      Voltando a la paz, o ultimo dia tirei pros museus, vale a pena, os da rua jaen, que é onde fica o hostal ananay, e o etnográfico. Tambem fiz um tour nas tres linhas do teleférico, muito legal! O teleférico é bem barato, 3 bol, eu fui e voltei nas 3 linhas por 12 bol creio, e é bem moderno as estações, me disseram que foi uma empresa suíça que construiu.



       
      Bom, de volta a cbba, fui no médico, fiz exames, me tratei, me fortaleci pra voltar pra Florianópolis, volta que ia ser de busão e ia durar 3 dias. No ínterim, houve um deslizamento na estrada principal pra santa cruz de la sierra, e a estrada ficou bloqueada por alguns dias, depois só meia pista. tinha a rota alternativa, pela estrada velha, mas a viagem que era de 10hs, tava durando de 16 á 20 hs! Esperei alguns dias e nada mudou. Dai, tive que comprar de aviáo esse trajeto, de cbba á santa cruz, pela BOA aviaçáo, por 215,00 reais. Valeu a pena, até porque tinha que voltar pros meus compromissos no brasil. No aeroporto de santa cruz, viru viru, o taxi era 60 á 70 bol até rodoviária bimodal, como eu tinha lido algo dos mo hileiros que dava de ir de bus, fui me informar, e ,
      Ai vai a dica: saindo do saguão do aeroporto, voce pega um micro bus, 6,00 bol, cor branco e verde (linha 135 aeroporto), só tem esse. Dai pede pra descer no 3°anillo, atravesa a avenida do anillo (anel viário) e do outro lado voce pega outro micro, linha74 "VUELTERO", por 2 bol, que te deixa em frenta a rodoviária bimodal. Tudo por 8 bolivianos!
       
      Comprei pasagem o mais tarde possível pra viajar na madruga, 21:30, por 90 bol, empresa pantanal, recomendadíssima, onibus novo , leito, 3 filas, ar condicionado, tv, outra dica: procure os assentos mais na frente, pois eles costumam vender passagens pra familias com crianças que logo saem dos colos dos pais e se deitam pelo corredor, fazem um mini camping dentro do ónibus, tambem quando fui pra la paz, o motora parava no meio do caminho e pegava passageiros, sendo que o ónibus ja tava lotado, dai eles armam um verdadeiro acampamento no fundão do bus. Eu sinceramente, não me incomodo com isso, procuro entender a cultura deles, também a pobreza, tudo dificulta, e se via que os pais tentavam de tudo pra nao incomodar os demais passageiros, mas tinha hora que era impossível, quer ver qd tinha que trocar a fralda! O cheiro infectava tudo!
       
      Mas eu penso que viajem sem algum perrengue nao tem graça, certo?
       
      Chegando em puerto quijarro, bem cedo manha, fui procurar um lugar pra desayunar, e um homem se ofereceu pra ajudar com as malas, eu disse que nao precisava, mas perguntei sobre um lugar pra comer algo,daí, ele insistiu em me levar até lá, que era como uns 30mts do ónibus. E eu fui levando as malas. Dai ao chegar, ele me mostrou a lanchonete e um wc, e me pediu 5 bol. Eu entendi que era pela gentileza de me acompanhar 30 mts a pé, (como se eu precisasse disso), e pelo,uso do wc, pois ele falou com o guardinha do wc. Ao sair do wc, o guardinha me cobrou o uso, 2 bol. Você entendeu? Nem eu entendi direito, mas tudo bem, segui pra fronteira, dei saida da bolivia, umas 2hs na fila, pois tive de esperar 45 min fronteira abrir, fui pra pf no brasil, outra fila, mais 1 h esperando. Daí quando tinha umas 3 pessoas na minha frente, todos bolivianos, saiu uma mulher da pf perguntando se tinha brasileiros na fila e pediu nosso rg ou passaporte e passamos na frente. A partir dali, ela mandou fazer uma fila ao lado. Bom, eu ja tinha lido algo sobre isso nos relatos, mas é que simplesmente nao tem nada, mas nada dizendo isso, nem placa, orientacao, nem onde começa as filas, bastava ter um folha A4 colado na parede: "fila brasileiros" e"fila extrangeiros" ou qualquer pintura no chão indicando onde começa as filas. é só usar a cabeça um pouquinho que facilita pros turistas e também pros policiais. Já no lado boliviano só tem uma fila pra todos.
       
      Saí da pf e uns taxistas me ofereceram levar rodoviária por 50,00 reais, dai eu disse que paguei 30 na vinda, e que nao ia pagar mais que isso. Após 5 min, enquanto eu esperava alguém sair pra rachar o taxi, ele me ofereceu por 40,00. Eu insisti por 30, daí fomos.
       
      Nmo caminho ele me ofereceu ir de van para campo grande, pois a companhia deles de taxi tinha uma van que ia alguns dias para campo grande regularmente.ele disse que nao tinha mais vagas nos buses da andorinha. Paramos no escritório da companhia deles, fica em frente rodoviária, casinha madeira, ao lado ponto de bus, se chama indiana tours. Isso já era 11:30hs, Fui confirmar na rodoviária e só tinha vaga pra noite. Dai voltei e paguei o transfer pra campo gr. Por 115,00 reais, saiu 10 reais a mais, porem, vai mais rápido que o bus, saimos 12hs, numa sprinter grande e nova, com ar cond. Pois tava muito quente, era 12 janeiro. No caminho paramos pra almoçar num bom restaurante.
       
      Me deixando na rodoviária era umas 19hs, fui atras de uma passagem, uma linha Porto Velho até criciuma SC, e que passa por florianópolis. Essa viajem dura 24hs. Pela Unesul estavam todos lotados, vaga só no outro dia e á noite! Comprei pela Eucatur, uma ultima vaga, ufa! 251,50 reais. Saída para ás 00:10hs, atrasou e saímos 3 e meia da madruga.
      A partir de agora vou resumir, mas, acredite!, o onibus quebrou 3x! , e trocamos de bus 2x. Era pra chegar em floripa meia noite, chegou 11hs da manhã. Ufa, cheguei na minha linda floripa!
       
      Bom, pra finalizar, foi uma experiéncia incrível conhecer a Bolivia, recomendo com certeza. Pais pobre, é verdade, mas riquíssimo em cultura, folklore, história, pessoas humildes, simples, e amigáveis. E como ficou alguns passeios pra tráz, como descer de bike estrada da morte, tiwanaku, sucre, salar uyuni entre outros.... quero voltar pra lá.
       
      É evidente que teria mais 'causos' pra falar, mas acho que já falei demais
       
      Abraço pessoal...
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