Voltei ontem à noite de Buenos Aires e quero deixar as informações e roteiro que eu fiz. Fui com meu namorado por quatro dias e fizemos um roteiro nível hard nos dois primeiros dias, daqueles para voltarmos com bolhas nos pés para o hotel de tanto bater pernas. Como nós dois temos esta disposição para andarmos muito e estamos acostumados, valeu muito a pena.
Antes de ir, fiz todo planejamento, seguindo dicas de outros mochileiros, pesquisando sites e aplicativos.
Como passamos o feriado prolongado, saímos de São Paulo na quarta-feira à noite, chegando em BA no mesmo dia, voltando no domingo ao fim da tarde.
Da chegada: Aeroporto EZEIZA - Primeiras dicas.
Chegamos por volta das 23:30 da quarta feira.
CÂMBIO: Fizemos o câmbio no aeroporto mesmo, no Banco de La Nación Argentina, que fica aberto 24 horas. Como havia me informado antes, estava compensando a troca lá mesmo. O banco fica à direita da saída de desembarque. Pegamos uma filinha, pois outros brasileiros tiveram a mesma ideia.
TRANSFER: Saímos do banco e fomos ao lado contrário, à esquerda da saída de desembarque. Lá fechamos o transporte para o hotel. Como havia lido anteriormente, fechamos com Tienda Léon: Aeroporto à Terminal Madero + "reparto" até o Hotel. Fazem o translado completo até o hotel. No nosso caso, saiu 220,00 pesos para cada.
HOTEL: Ficamos no Gran Hotel Argentino, mais conhecido como "Argentino" em BA, fica na Av. Carlos Pellegrini 37, bem na cara da Av. 9 de Julio. Excelente custo benefício. Muito bem localizado, próximo à Av. de Mayo, quatro quarteirões do Café Tortoni, quatro quarteirões do Obelisco e dois quarteirões da estação de metrô Av de Mayo. (Metrô lá é chamado Subte - fala-se Subtê). Incluímos café da manhã no Hotel, nada abaixo ou acima da média: café, suco, pães, cereais, bolo, croissant doce (medialunas), ovos mexidos, requeijão, geléia e doce de leite, tudo à vontade. Na verdade, economizamos tempo para o passeio e não saiu caro.
CELULAR: Não compramos chip de lá e não habilitamos para uso internacional. Não senti falta, já que usamos a internet do Hotel e dos lugares com wi-fi free. Economizamos, porque minha mãe ligaria toda hora. Porém, nos planejamos bem, mapas e impressões de todos os ônibus que utilizaríamos nos percursos. Caso contrário, não custa nada habilitar.
ÔNIBUS/METRÔ: Ônibus somente com o SUBE. Aqui em São Paulo é o equivalente ao nosso famoso "Bilhete Único". No primeiro dia de passeio, passamos em uma lotérica próxima ao hotel e já compramos o cartão SUBE e fizemos a recarga. (Custo: 40 pesos o cartão e 50 pesos a recarga mínima). Usamos muito ônibus e metrô. Táxi uma vez. Vou citar no roteiro a seguir.
Usei o “Cómo LLego”, dá para baixar o aplicativo no celular. Imprimi tudo antes e mesmo assim tivemos problema para achar alguns pontos de ônibus. Já que não ficam no lugar certinho que marca no aplicativo. Procurem sempre pela numeração do ônibus: ficam em postes, pilares ou em nenhum lugar. (Sério). Por isso colocarei os mapas com as anotações e os lugares corretos dos pontos. Informe ao motorista onde vai e ele já calcula o valor na hora, não existe cobrador em ônibus. O máximo que pagamos por trecho de ônibus foi 6,25 pesos e metro é preço único, 4,50 pesos. Detalhe: não lembro de ter esperado mais de cinco minutos cada ônibus, passam toda hora.
COMIDA/ÁGUA: Adorei a comida portenha, embora não visse arroz com feijão (que eu amo!), a comida é farta, muita carne (sempre em grandes pedaços), copa, presunto (jamón), empanadas, medialunas (croissant doce). Esqueça a opção de achar arroz, guarnição para eles é salada e “maionese”. A água...bom, a água é bebível, mas parece água salobra. Como tenho o hábito de tomar com gás, esta deu uma disfarçada no gosto. Beba vinho!
MERCADOS: encontramos vários Carrefour Express(na esquina do hotel tinha um) e Dia%. Compramos vinhos e Alfajor lá mesmo.
Do Primeiro Dia do passeio:
-Caminito
-Estádio La Bombonera
-Puerto Madero (Dique 1)
-Siga La Vaca (almoço)
-Puente da la Mujer/Fragata
-Sorveteria Freddo
-Correo Central
-Casa Rosada
-Plaza de Mayo
-Cabildo
-Catedral Metropolitana
-Galeria Güemes
-Calle Florida
-Galerias Pacifico
-Plaza San Martín
-Teatro Colón
-Obelisco
Caminito e La Bombonera: tomamos café no Hotel, saímos antes da 9:00 da manhã. Pegamos ônibus à poucos quarteirões dali, virando a Hipolito Yrigoyen, dois quarteirões à esquina. Fomos com a linha 64, que pára no início do Caminito.
Gente dá para ir acompanhando o mapa, estávamos com o guia Passo a Passo da Folha, mais as impressões do aplicativo, então tínhamos, mais ou menos, ideia de onde descer, sem erro.
Chegamos cedo ao Caminito, ainda estavam abrindo as lojas, colocando as mesas na rua. Pouca coisa já estava aberta. Aproveitamos para fotos e seguimos para o estádio do Boca. Como a loja e Museu ainda estavam fechados, ficamos olhando as lojinhas em volta e as estrelas com pés de jogadores, na calçada do estádio. Tudo abre às 10:00 hs.
Decidimos pelo passeio com guia ao Museo de la pasión boquense, sai 150,00 pesos por pessoa. Mas caso queiram somente Museu, tem uma abertura onde se chega a arquibancada e pode tirar fotos do estádio.
A visita guiada conta a história do Clube, pisamos no gramado, conhecemos o vestiário e passamos pelos quatro cantos do estádio. Quem paga um valor a mais de fotografia para o vestiário, senta no lugar dos jogadores. Como não nos ofereceram, vimos só de longe, mas não sentimos falta. Nossa guia foi excelente, animada e gentil. Nosso grupo tinha sua maioria brasileiros e até treinamos um grito de GOLLLL para testarmos a acústica do estádio.
Saímos e passeamos novamente pelo Caminito. Existem muitas lojinhas de lembranças e barzinhos.
Pegamos o ônibus próximo ao estádio: do lado dos camarotes andamos dois quarteirões na Rua Pinzon e viramos à esquerda na Palos, no fim do primeiro quarteirão tem um ponto de ônibus, sem nada avisando que é um ponto de ônibus. Pegamos o 86, com plaquinha azul (tarjeta azul, como dizem lá) até a Calle Defensa, pois queríamos ver uma loja de camisas (Balthazar), que ao chegarmos lá, descobrirmos não existir mais. Porém já estávamos próximos ao Dique 1 de Puerto Madero. Caso não tivéssemos perdido tempo procurando a loja, teríamos aproveitado para conhecer o Cassino.
Dica: O bairro La Boca é perigoso. Não se afaste muito das imediações do estádio e Caminito. Quando estávamos procurando o ponto de ônibus, embora com essa informação, andamos uns quatro quarteirões na Pinzon (nos informaram errado em uma quitanda) e perguntamos à um moço que nos precaveu quanto a não seguirmos mais adiante.
Puerto Madero: Lugar lindo, conheçam!
Como descemos na direção do início do Dique 2, seguimos pela Av. Independencia até o Porto e voltamos caminhando até o fim do Dique 1. O lugar é muito bonito, vemos os antigos prédios de um lado e a modernidade do outro, além de guindastes utilizados no antigo porto. Nossa intenção era almoçarmos ali, então fomos ao Siga La Vaca. Recomendadíssimo! Fica bem ao final do Dique 1, na Av. Alicia Moreau de Justo 1714, numa “esquina” do Dique 1. Ali serve-se rodízio sem cardápio: churrasco argentino e buffet à vontade, com direito a uma bebida (1 litro de vinho ou água ou refrigerante) e sobremesa por pessoa. Como estávamos em dois, pedimos uma garrafa de vinho e uma de água e ao final do almoço uma sobremesa. Estávamos satisfeitos, deixamos a outra sobremesa.
Total por pessoa: 300,00 pesos ou R$ 81,00. Valendo muito a pena, pois era nosso primeiro dia e queríamos comer o famoso churrasco argentino com um bom vinho argentino. Ponto fraco: não tem wi-fi free.
Continuamos caminhando pelo calçadão do lado antigo Porto até o Dique 3, onde fica a Fragata Sarmiento e Puente de la Mujer, ambos bem próximos. Não visitamos o Museu da Fragata.O lugar é lindo, com direito a muitas fotos. Seguimos até a Sorveteria Freddo, no ínicio do Dique 4, provamos um sorvete maravilhoso. Vale a pena! (AR$ 50 o pote pequeno – chico).
A sorveteria fica ao lado de um Burger King, na Av. Alicia Moreau de Justo, 292.
Caminhamos mais um pouco e viramos à esquerda na Avenida Corrientes.
Microcentro: Correo Central, Casa Rosada, Paza de Mayo, Catedral Metropolitana e outros: Após virarmos na Av. Corrientes, viramos à esquerda na Av. L. N. Alem passando pelo Correo Central seguindo até a Casa Rosada e Plaza de Mayo. O Cabildo fica logo ao lado, assim como a Catedral Metropolitana. Fomos à Catedral e estava tendo uma Missa, é imensa e ali está o túmulo de San Martín. Quando chegamos perto do altar, pela lateral da igreja foi que vi que tinha um caixão no chão coberto com flores. Fúnebre e pelo que entendemos era algum brasileiro sendo velado.
Não lembro o nome.
Seguimos andando até a Calle Florida. Entramos na Galeria Güemes, mas nada demais, os perfumes estão com mesmos preços daqui, dispensável. Infelizmente, BA não está compensando para compras para nós brasileiros.
Seguimos pela Florida: muitas lojas de lembrancinhas, alfajor Havana, galerias, roupas, couro. Focamos na Galerías Pacífico: Arquitetura lindíssima, paramos para um café no Starbucks, compramos vinho na loja Winery que tem lá. Meu namorado queria comprar roupas, mas não achamos nada atraente, principalmente em valor, achei similar ao Brasil. Seguimos a Calle Florida até a Plaza de San Martín onde tem uma seringueira gigantesca, confesso que já estava cansada esta hora, porém não tínhamos terminado. Seguimos pela Av. Santa Fé, que fica bem à frente da praça e fomos até a Av. 9 de Julio, sentido Teatro Colón até o Obelisco. Depois fomos para o Hotel, a intenção ainda era ir ao Café Tortoni no primeiro dia, porém estávamos pregados, por termos andado tanto depois de termos dormido super tarde na noite anterior, deixamos para o sábado.
Olá gente!
Voltei ontem à noite de Buenos Aires e quero deixar as informações e roteiro que eu fiz. Fui com meu namorado por quatro dias e fizemos um roteiro nível hard nos dois primeiros dias, daqueles para voltarmos com bolhas nos pés para o hotel de tanto bater pernas. Como nós dois temos esta disposição para andarmos muito e estamos acostumados, valeu muito a pena.
Antes de ir, fiz todo planejamento, seguindo dicas de outros mochileiros, pesquisando sites e aplicativos.
Como passamos o feriado prolongado, saímos de São Paulo na quarta-feira à noite, chegando em BA no mesmo dia, voltando no domingo ao fim da tarde.
Da chegada: Aeroporto EZEIZA - Primeiras dicas.
Chegamos por volta das 23:30 da quarta feira.
CÂMBIO: Fizemos o câmbio no aeroporto mesmo, no Banco de La Nación Argentina, que fica aberto 24 horas. Como havia me informado antes, estava compensando a troca lá mesmo. O banco fica à direita da saída de desembarque. Pegamos uma filinha, pois outros brasileiros tiveram a mesma ideia.
TRANSFER: Saímos do banco e fomos ao lado contrário, à esquerda da saída de desembarque. Lá fechamos o transporte para o hotel. Como havia lido anteriormente, fechamos com Tienda Léon: Aeroporto à Terminal Madero + "reparto" até o Hotel. Fazem o translado completo até o hotel. No nosso caso, saiu 220,00 pesos para cada.
HOTEL: Ficamos no Gran Hotel Argentino, mais conhecido como "Argentino" em BA, fica na Av. Carlos Pellegrini 37, bem na cara da Av. 9 de Julio. Excelente custo benefício. Muito bem localizado, próximo à Av. de Mayo, quatro quarteirões do Café Tortoni, quatro quarteirões do Obelisco e dois quarteirões da estação de metrô Av de Mayo. (Metrô lá é chamado Subte - fala-se Subtê). Incluímos café da manhã no Hotel, nada abaixo ou acima da média: café, suco, pães, cereais, bolo, croissant doce (medialunas), ovos mexidos, requeijão, geléia e doce de leite, tudo à vontade. Na verdade, economizamos tempo para o passeio e não saiu caro.
CELULAR: Não compramos chip de lá e não habilitamos para uso internacional. Não senti falta, já que usamos a internet do Hotel e dos lugares com wi-fi free. Economizamos, porque minha mãe ligaria toda hora. Porém, nos planejamos bem, mapas e impressões de todos os ônibus que utilizaríamos nos percursos. Caso contrário, não custa nada habilitar.
ÔNIBUS/METRÔ: Ônibus somente com o SUBE. Aqui em São Paulo é o equivalente ao nosso famoso "Bilhete Único". No primeiro dia de passeio, passamos em uma lotérica próxima ao hotel e já compramos o cartão SUBE e fizemos a recarga. (Custo: 40 pesos o cartão e 50 pesos a recarga mínima). Usamos muito ônibus e metrô. Táxi uma vez. Vou citar no roteiro a seguir.
Usei o “Cómo LLego”, dá para baixar o aplicativo no celular. Imprimi tudo antes e mesmo assim tivemos problema para achar alguns pontos de ônibus. Já que não ficam no lugar certinho que marca no aplicativo. Procurem sempre pela numeração do ônibus: ficam em postes, pilares ou em nenhum lugar. (Sério). Por isso colocarei os mapas com as anotações e os lugares corretos dos pontos. Informe ao motorista onde vai e ele já calcula o valor na hora, não existe cobrador em ônibus. O máximo que pagamos por trecho de ônibus foi 6,25 pesos e metro é preço único, 4,50 pesos. Detalhe: não lembro de ter esperado mais de cinco minutos cada ônibus, passam toda hora.
COMIDA/ÁGUA: Adorei a comida portenha, embora não visse arroz com feijão (que eu amo!), a comida é farta, muita carne (sempre em grandes pedaços), copa, presunto (jamón), empanadas, medialunas (croissant doce). Esqueça a opção de achar arroz, guarnição para eles é salada e “maionese”. A água...bom, a água é bebível, mas parece água salobra. Como tenho o hábito de tomar com gás, esta deu uma disfarçada no gosto. Beba vinho!
MERCADOS: encontramos vários Carrefour Express(na esquina do hotel tinha um) e Dia%. Compramos vinhos e Alfajor lá mesmo.
Do Primeiro Dia do passeio:
-Caminito
-Estádio La Bombonera
-Puerto Madero (Dique 1)
-Siga La Vaca (almoço)
-Puente da la Mujer/Fragata
-Sorveteria Freddo
-Correo Central
-Casa Rosada
-Plaza de Mayo
-Cabildo
-Catedral Metropolitana
-Galeria Güemes
-Calle Florida
-Galerias Pacifico
-Plaza San Martín
-Teatro Colón
-Obelisco
Caminito e La Bombonera: tomamos café no Hotel, saímos antes da 9:00 da manhã. Pegamos ônibus à poucos quarteirões dali, virando a Hipolito Yrigoyen, dois quarteirões à esquina. Fomos com a linha 64, que pára no início do Caminito.
Gente dá para ir acompanhando o mapa, estávamos com o guia Passo a Passo da Folha, mais as impressões do aplicativo, então tínhamos, mais ou menos, ideia de onde descer, sem erro.
Chegamos cedo ao Caminito, ainda estavam abrindo as lojas, colocando as mesas na rua. Pouca coisa já estava aberta. Aproveitamos para fotos e seguimos para o estádio do Boca. Como a loja e Museu ainda estavam fechados, ficamos olhando as lojinhas em volta e as estrelas com pés de jogadores, na calçada do estádio. Tudo abre às 10:00 hs.
Decidimos pelo passeio com guia ao Museo de la pasión boquense, sai 150,00 pesos por pessoa. Mas caso queiram somente Museu, tem uma abertura onde se chega a arquibancada e pode tirar fotos do estádio.
A visita guiada conta a história do Clube, pisamos no gramado, conhecemos o vestiário e passamos pelos quatro cantos do estádio. Quem paga um valor a mais de fotografia para o vestiário, senta no lugar dos jogadores. Como não nos ofereceram, vimos só de longe, mas não sentimos falta. Nossa guia foi excelente, animada e gentil. Nosso grupo tinha sua maioria brasileiros e até treinamos um grito de GOLLLL para testarmos a acústica do estádio.
Saímos e passeamos novamente pelo Caminito. Existem muitas lojinhas de lembranças e barzinhos.
Pegamos o ônibus próximo ao estádio: do lado dos camarotes andamos dois quarteirões na Rua Pinzon e viramos à esquerda na Palos, no fim do primeiro quarteirão tem um ponto de ônibus, sem nada avisando que é um ponto de ônibus. Pegamos o 86, com plaquinha azul (tarjeta azul, como dizem lá) até a Calle Defensa, pois queríamos ver uma loja de camisas (Balthazar), que ao chegarmos lá, descobrirmos não existir mais. Porém já estávamos próximos ao Dique 1 de Puerto Madero. Caso não tivéssemos perdido tempo procurando a loja, teríamos aproveitado para conhecer o Cassino.
Dica: O bairro La Boca é perigoso. Não se afaste muito das imediações do estádio e Caminito. Quando estávamos procurando o ponto de ônibus, embora com essa informação, andamos uns quatro quarteirões na Pinzon (nos informaram errado em uma quitanda) e perguntamos à um moço que nos precaveu quanto a não seguirmos mais adiante.
Puerto Madero: Lugar lindo, conheçam!
Como descemos na direção do início do Dique 2, seguimos pela Av. Independencia até o Porto e voltamos caminhando até o fim do Dique 1. O lugar é muito bonito, vemos os antigos prédios de um lado e a modernidade do outro, além de guindastes utilizados no antigo porto. Nossa intenção era almoçarmos ali, então fomos ao Siga La Vaca. Recomendadíssimo! Fica bem ao final do Dique 1, na Av. Alicia Moreau de Justo 1714, numa “esquina” do Dique 1. Ali serve-se rodízio sem cardápio: churrasco argentino e buffet à vontade, com direito a uma bebida (1 litro de vinho ou água ou refrigerante) e sobremesa por pessoa. Como estávamos em dois, pedimos uma garrafa de vinho e uma de água e ao final do almoço uma sobremesa. Estávamos satisfeitos, deixamos a outra sobremesa.
Total por pessoa: 300,00 pesos ou R$ 81,00. Valendo muito a pena, pois era nosso primeiro dia e queríamos comer o famoso churrasco argentino com um bom vinho argentino. Ponto fraco: não tem wi-fi free.
Continuamos caminhando pelo calçadão do lado antigo Porto até o Dique 3, onde fica a Fragata Sarmiento e Puente de la Mujer, ambos bem próximos. Não visitamos o Museu da Fragata.O lugar é lindo, com direito a muitas fotos. Seguimos até a Sorveteria Freddo, no ínicio do Dique 4, provamos um sorvete maravilhoso. Vale a pena! (AR$ 50 o pote pequeno – chico).
A sorveteria fica ao lado de um Burger King, na Av. Alicia Moreau de Justo, 292.
Caminhamos mais um pouco e viramos à esquerda na Avenida Corrientes.
Microcentro: Correo Central, Casa Rosada, Paza de Mayo, Catedral Metropolitana e outros: Após virarmos na Av. Corrientes, viramos à esquerda na Av. L. N. Alem passando pelo Correo Central seguindo até a Casa Rosada e Plaza de Mayo. O Cabildo fica logo ao lado, assim como a Catedral Metropolitana. Fomos à Catedral e estava tendo uma Missa, é imensa e ali está o túmulo de San Martín. Quando chegamos perto do altar, pela lateral da igreja foi que vi que tinha um caixão no chão coberto com flores. Fúnebre e pelo que entendemos era algum brasileiro sendo velado.
Não lembro o nome.
Seguimos andando até a Calle Florida. Entramos na Galeria Güemes, mas nada demais, os perfumes estão com mesmos preços daqui, dispensável. Infelizmente, BA não está compensando para compras para nós brasileiros.
Seguimos pela Florida: muitas lojas de lembrancinhas, alfajor Havana, galerias, roupas, couro. Focamos na Galerías Pacífico: Arquitetura lindíssima, paramos para um café no Starbucks, compramos vinho na loja Winery que tem lá. Meu namorado queria comprar roupas, mas não achamos nada atraente, principalmente em valor, achei similar ao Brasil. Seguimos a Calle Florida até a Plaza de San Martín onde tem uma seringueira gigantesca, confesso que já estava cansada esta hora, porém não tínhamos terminado. Seguimos pela Av. Santa Fé, que fica bem à frente da praça e fomos até a Av. 9 de Julio, sentido Teatro Colón até o Obelisco. Depois fomos para o Hotel, a intenção ainda era ir ao Café Tortoni no primeiro dia, porém estávamos pregados, por termos andado tanto depois de termos dormido super tarde na noite anterior, deixamos para o sábado.