Esta viagem foi feita meio que por impulso, mas valeu muito a pena!
Sempre quis conhecer o México, mas sempre foi um plano e não tinha nenhuma previsão, já estava com planos e datas para uma viagem a Bolívia e Peru, um belo dia me aparece uma promoção da Copa Airlines com passagens para Cancun com preços bem atraentes e o dólar estava em um período de queda, o que era apenas uma vontade, um plano, começou a tomar forma. Comecei a montar um roteiro e procurar relatos aqui no Mochileiros.com, considerei a localização dos principais sítios arqueológicos das civilizações pré-hispânicas e também as cidades com atrativos culturais e históricos. Com locais e datas mais ou menos definidas estipulei o total de dias necessário para percorrer o roteiro com calma, comprei as passagens de ida e volta fazendo os trechos São Paulo X Cancun e Cidade do México X São Paulo. Com passagens compradas, continuei pesquisando e lendo muito sobre tudo o que tinha a ver com México e incrementando e ajustando o roteiro... e claro, ansioso para o dia de embarcar!!!
O roteiro que percorri ficou desta forma:
- Cancun – 2 dias
- Playa del Carmen – 2 dias
- Tulum – 2 dias
- Valladolid – 3 dias
- Mérida – 2 dias
- Chetumal – 2 dias
- Palenque – 1 dia
- San Cristóbal de las Casas – 2 dias
- Oaxaca – 3 dias
- Puebla – 2 dias
- Guadalajara – 3 dias
- México City – 5 dias
Antes de escrever sobre cada local especifico, faço algumas considerações gerais:
Imigração: na chegada a imigração do aeroporto de Cancun, só mostrei o meu passaporte e o formulário de imigração que preenchi no avião, o agente me perguntou quantos dias eu pretendia ficar no país e pediu o endereço de onde eu iria me hospedar, mostrei o email com a reserva do hostel na tela do celular, disse quantos dias e expliquei que iria passar por varias outras cidades até chegar a Cidade do México, de onde voltaria para o Brasil, ele conferiu as informações, carimbou o passaporte e o formulário preenchido e me liberou... foi tranquilo!
O processo de saída no aeroporto da Cidade do México foi bem simples também, no check-in da companhia aérea eles conferem o passaporte e o papel da imigração e antes de embarcar na aeronave a comissária pega o formulário para dar baixa, nem carimbam a saída no passaporte.
Segurança: senti-me seguro em todos os lugares que passei, tanto nas cidades pequenas quanto nas grandes, havia muitos policiais nas ruas e era visível que a população se sentia tranquila e segura também, ao fim da tarde e noite as praças e ruas dos centros das cidades ficavam cheios, vendedores de comida, artesanato, shows de dança ou apresentações acontecendo, enfim, um clima muito bom. Porem, é claro, tomei alguns cuidados, como não ficar andando com muito dinheiro e nem saindo sozinho tarde da noite, melhor não abusar né.
Há também uma restrição quanto ao consumo de bebidas alcoólicas nas ruas, é proibido, as lojas de conveniências e supermercados só vendem álcool até as 22:00 horas.
Cambio de moeda: levei todo o dinheiro em dólares americanos, em todos os locais, bancos e casas de cambio eles exibem basicamente as cotações para Dólar Americano, Euro e algumas vezes para Libra Esterlina, não vi cotação para Reais em nenhum local.
Fiz três trocas, todas em agencias do banco Scotiabank, diferente de outros países em que já estive, as melhores cotações que encontrei foi nos bancos, porem alguns bancos não fazem cambio para turistas, somente para as pessoas que tem conta (Santander por exemplo). As casas de cambio tem um ponto positivo, o horário de funcionamento, elas ficam abertas até mais tarde e também aos sábados e domingos, são a opção em caso de emergência.
As cotações que encontrei nos bancos eram em média um peso abaixo da cotação oficial, nas casas de cambio estavam um pouco pior, chegava a ser de 1,5 e 2 pesos abaixo.
Importante: quando for trocar dinheiro nos bancos, leve seu passaporte, sem passaporte eles não fazem o cambio.
Cartão de crédito: levei um cartão internacional da bandeira Mastercard, foi aceito em muitos locais, usei para comprar as entradas nos sítios arqueológicos, passagem de ônibus, restaurantes e lojas de souvenir. Funcionou muito bem, ajudou a não ficar trocando moeda a toda hora, e como o dólar continuava caindo, a cotação do cartão estava melhor do que a que eu encontrei quando comprei os dólares no Brasil, mesmo com a incidência do IOF.
Iniciando o relato...
São Paulo - 25/04
Voo noturno de São Paulo para Panamá City e depois para Cancun, muito bom o serviço de bordo da Copa Airlines, chegada em Cancun as 11:00 da manhã do dia seguinte conforme o previsto.
Cancun – 26/04 e 27/04
Depois do desembarque, passagem pela imigração, bagagem retirada era hora de localizar o ponto de ônibus que leva do aeroporto ao centro de Cancun. Havia um guichê da ADO dentro do aeroporto, mas estava fechado, continuei andando até que cheguei a uma porta de saída e lá tinha vários taxistas oferecendo corrida para o centro por 13 USD, não me interessei, perguntei sobre o ônibus ADO, mas nenhum deles me disse com clareza, acho que era pra eu desanimar e pegar logo o taxi. Continuei a jornada até encontrar, fica difícil até de explicar aqui como encontrei, certa hora você até vê o ônibus, mas o acesso a ele esta todo cercado, e ai tem que ficar dando voltas até chegar ao local. Não sei se saindo por outra porta o acesso ao ponto do ônibus é mais fácil, mas no final consegui chegar até o ponto, comprar o ticket (66 MXN ou 5 USD) e embarcar.
Chegando ao centro, desembarquei na estação de ônibus da ADO e já sai na direção do hostel, foi tranquilo de encontrar, deixei a mochila maior guardada e sai para trocar dinheiro e almoçar. Retornei ao hostel, tomei uma ducha e descansei um pouco, ao fim da tarde sai com intenção de conhecer alguma praia, procurei pelo ponto de parada do ônibus R1 que circula por toda a zona hoteleira e pelas praias, encontrei um bem próximo da estação de ônibus ADO, quase ao lado, tomei o ônibus ali e segui para a zona hoteleira, o preço da passagem era de 10,50 MXN.
Fui com o ônibus até a Playa Delfines, linda, o azul do mar já me encheu os olhos, caminhei pela areia branca e fui observando um pouco a as pessoas que estavam por ali, vi que muitos estavam deixando suas mochilas, chinelos, toalhas, óculos na areia e entrando no mar sem nenhuma preocupação, me senti seguro e fiz o mesmo, larguei as coisas e entrei na agua, que por sinal estava muito agradável, numa temperatura quase morna e com o sol forte que estava no dia, era o melhor a se fazer mesmo... Como era primavera, os dias eram longos, começava a anoitecer as 19:30, dava para curtir muito as praias.
Retornei a Avenida Kukulkan, tomei novamente o ônibus R1 no sentido centro e desci próximo do coco bongo, ali é um mini centro da zona hoteleira e está próximo de outras praias com acesso publico. Fui a uma chamada Gaviota Azul, bonita também, dei uma caminhada pela areia e voltei para a avenida, fui andando até a Playa Caracol, mais uma linda praia frequentada em maioria pelos hospedes dos hotéis próximos, uma paisagem muito linda, aguas azuis incríveis e uma posição propicia para ver o por do sol, entrei no mar e fiquei por ali até o fim do dia contemplando... Saindo dali, tomei o ônibus R1 novamente e voltei para o hostel.
No dia seguinte decidi visitar o Museu Maya de Cancun, não tinha muita informação sobre este museu, mas vi que era de fácil acesso e parecia bem interessante, além do mais eu teria mais um dia inteiro para curtir em Cancun, então fui a museu pela manhã e curti mais algumas praias à tarde.
O museu fica na Avenida Kukulkan na zona hoteleira, próximo a Playa Delfines, a entrada custa 65 MXN. O museu tem um acervo até que grande e anexo a ele está a Zona Arqueológica San Miguelito, que você pode visitar sem custo adicional, valeu muito a pena a visita, foi uma bela iniciação a tudo que estava por vir sobre cultura e historia dos Maias pela frente. No inicio da tarde, sai do museu, procurei algum lugar para almoçar e segui conhecendo outras praias da zona hoteleira, Playa Ballenas, Playa Marlin e Playa Chac Mool, todas lindas.
Considero que minha passagem por Cancun superou minhas expectativas, li muito que a cidade é famosa pelas baladas, hotéis de luxo, resorts all inclusive e tals... mas, vi que dá pra curtir a cidade sem precisar gastar muito, que tem muito mais o que fazer por lá além de comer, beber e desfrutar de bons hotéis, além disso, a beleza das praias e cor da agua do mar são incríveis.
Informações da acomodação:
Hostel Las Flores (Calle Palmera no. 63 Atrás da OXXO da Av. Uxmal).
Dormitório Básico 4 Camas Misto, Valor por noite: MXN 120,00.
Hostel bem básico, quarto um pouco abafado, sem ar-condicionado (somente ventiladores), chuveiro não tinha agua quente (na época não fez diferença, estava calor), bom wifi, locker grande fora do quarto, café da manhã bem básico, pelo preço que paguei nada do que reclamar.
O ponto forte deste hostel é a localização, próximo da estação de ônibus ADO, ponto dos coletivos, ponto de parada dos ônibus locais (R1 – Zona Hoteleira e Praias), lojas de conveniência, restaurantes, casa de cambio e supermercado.
Esta viagem foi feita meio que por impulso, mas valeu muito a pena!
Sempre quis conhecer o México, mas sempre foi um plano e não tinha nenhuma previsão, já estava com planos e datas para uma viagem a Bolívia e Peru, um belo dia me aparece uma promoção da Copa Airlines com passagens para Cancun com preços bem atraentes e o dólar estava em um período de queda, o que era apenas uma vontade, um plano, começou a tomar forma. Comecei a montar um roteiro e procurar relatos aqui no Mochileiros.com, considerei a localização dos principais sítios arqueológicos das civilizações pré-hispânicas e também as cidades com atrativos culturais e históricos. Com locais e datas mais ou menos definidas estipulei o total de dias necessário para percorrer o roteiro com calma, comprei as passagens de ida e volta fazendo os trechos São Paulo X Cancun e Cidade do México X São Paulo. Com passagens compradas, continuei pesquisando e lendo muito sobre tudo o que tinha a ver com México e incrementando e ajustando o roteiro... e claro, ansioso para o dia de embarcar!!!
O roteiro que percorri ficou desta forma:
- Cancun – 2 dias
- Playa del Carmen – 2 dias
- Tulum – 2 dias
- Valladolid – 3 dias
- Mérida – 2 dias
- Chetumal – 2 dias
- Palenque – 1 dia
- San Cristóbal de las Casas – 2 dias
- Oaxaca – 3 dias
- Puebla – 2 dias
- Guadalajara – 3 dias
- México City – 5 dias
Antes de escrever sobre cada local especifico, faço algumas considerações gerais:
Imigração: na chegada a imigração do aeroporto de Cancun, só mostrei o meu passaporte e o formulário de imigração que preenchi no avião, o agente me perguntou quantos dias eu pretendia ficar no país e pediu o endereço de onde eu iria me hospedar, mostrei o email com a reserva do hostel na tela do celular, disse quantos dias e expliquei que iria passar por varias outras cidades até chegar a Cidade do México, de onde voltaria para o Brasil, ele conferiu as informações, carimbou o passaporte e o formulário preenchido e me liberou... foi tranquilo!
O processo de saída no aeroporto da Cidade do México foi bem simples também, no check-in da companhia aérea eles conferem o passaporte e o papel da imigração e antes de embarcar na aeronave a comissária pega o formulário para dar baixa, nem carimbam a saída no passaporte.
Segurança: senti-me seguro em todos os lugares que passei, tanto nas cidades pequenas quanto nas grandes, havia muitos policiais nas ruas e era visível que a população se sentia tranquila e segura também, ao fim da tarde e noite as praças e ruas dos centros das cidades ficavam cheios, vendedores de comida, artesanato, shows de dança ou apresentações acontecendo, enfim, um clima muito bom. Porem, é claro, tomei alguns cuidados, como não ficar andando com muito dinheiro e nem saindo sozinho tarde da noite, melhor não abusar né.
Há também uma restrição quanto ao consumo de bebidas alcoólicas nas ruas, é proibido, as lojas de conveniências e supermercados só vendem álcool até as 22:00 horas.
Cambio de moeda: levei todo o dinheiro em dólares americanos, em todos os locais, bancos e casas de cambio eles exibem basicamente as cotações para Dólar Americano, Euro e algumas vezes para Libra Esterlina, não vi cotação para Reais em nenhum local.
Fiz três trocas, todas em agencias do banco Scotiabank, diferente de outros países em que já estive, as melhores cotações que encontrei foi nos bancos, porem alguns bancos não fazem cambio para turistas, somente para as pessoas que tem conta (Santander por exemplo). As casas de cambio tem um ponto positivo, o horário de funcionamento, elas ficam abertas até mais tarde e também aos sábados e domingos, são a opção em caso de emergência.
As cotações que encontrei nos bancos eram em média um peso abaixo da cotação oficial, nas casas de cambio estavam um pouco pior, chegava a ser de 1,5 e 2 pesos abaixo.
Importante: quando for trocar dinheiro nos bancos, leve seu passaporte, sem passaporte eles não fazem o cambio.
Cartão de crédito: levei um cartão internacional da bandeira Mastercard, foi aceito em muitos locais, usei para comprar as entradas nos sítios arqueológicos, passagem de ônibus, restaurantes e lojas de souvenir. Funcionou muito bem, ajudou a não ficar trocando moeda a toda hora, e como o dólar continuava caindo, a cotação do cartão estava melhor do que a que eu encontrei quando comprei os dólares no Brasil, mesmo com a incidência do IOF.
Iniciando o relato...
São Paulo - 25/04
Voo noturno de São Paulo para Panamá City e depois para Cancun, muito bom o serviço de bordo da Copa Airlines, chegada em Cancun as 11:00 da manhã do dia seguinte conforme o previsto.
Cancun – 26/04 e 27/04
Depois do desembarque, passagem pela imigração, bagagem retirada era hora de localizar o ponto de ônibus que leva do aeroporto ao centro de Cancun. Havia um guichê da ADO dentro do aeroporto, mas estava fechado, continuei andando até que cheguei a uma porta de saída e lá tinha vários taxistas oferecendo corrida para o centro por 13 USD, não me interessei, perguntei sobre o ônibus ADO, mas nenhum deles me disse com clareza, acho que era pra eu desanimar e pegar logo o taxi. Continuei a jornada até encontrar, fica difícil até de explicar aqui como encontrei, certa hora você até vê o ônibus, mas o acesso a ele esta todo cercado, e ai tem que ficar dando voltas até chegar ao local. Não sei se saindo por outra porta o acesso ao ponto do ônibus é mais fácil, mas no final consegui chegar até o ponto, comprar o ticket (66 MXN ou 5 USD) e embarcar.
Chegando ao centro, desembarquei na estação de ônibus da ADO e já sai na direção do hostel, foi tranquilo de encontrar, deixei a mochila maior guardada e sai para trocar dinheiro e almoçar. Retornei ao hostel, tomei uma ducha e descansei um pouco, ao fim da tarde sai com intenção de conhecer alguma praia, procurei pelo ponto de parada do ônibus R1 que circula por toda a zona hoteleira e pelas praias, encontrei um bem próximo da estação de ônibus ADO, quase ao lado, tomei o ônibus ali e segui para a zona hoteleira, o preço da passagem era de 10,50 MXN.
Fui com o ônibus até a Playa Delfines, linda, o azul do mar já me encheu os olhos, caminhei pela areia branca e fui observando um pouco a as pessoas que estavam por ali, vi que muitos estavam deixando suas mochilas, chinelos, toalhas, óculos na areia e entrando no mar sem nenhuma preocupação, me senti seguro e fiz o mesmo, larguei as coisas e entrei na agua, que por sinal estava muito agradável, numa temperatura quase morna e com o sol forte que estava no dia, era o melhor a se fazer mesmo... Como era primavera, os dias eram longos, começava a anoitecer as 19:30, dava para curtir muito as praias.
Retornei a Avenida Kukulkan, tomei novamente o ônibus R1 no sentido centro e desci próximo do coco bongo, ali é um mini centro da zona hoteleira e está próximo de outras praias com acesso publico. Fui a uma chamada Gaviota Azul, bonita também, dei uma caminhada pela areia e voltei para a avenida, fui andando até a Playa Caracol, mais uma linda praia frequentada em maioria pelos hospedes dos hotéis próximos, uma paisagem muito linda, aguas azuis incríveis e uma posição propicia para ver o por do sol, entrei no mar e fiquei por ali até o fim do dia contemplando... Saindo dali, tomei o ônibus R1 novamente e voltei para o hostel.
No dia seguinte decidi visitar o Museu Maya de Cancun, não tinha muita informação sobre este museu, mas vi que era de fácil acesso e parecia bem interessante, além do mais eu teria mais um dia inteiro para curtir em Cancun, então fui a museu pela manhã e curti mais algumas praias à tarde.
O museu fica na Avenida Kukulkan na zona hoteleira, próximo a Playa Delfines, a entrada custa 65 MXN. O museu tem um acervo até que grande e anexo a ele está a Zona Arqueológica San Miguelito, que você pode visitar sem custo adicional, valeu muito a pena a visita, foi uma bela iniciação a tudo que estava por vir sobre cultura e historia dos Maias pela frente. No inicio da tarde, sai do museu, procurei algum lugar para almoçar e segui conhecendo outras praias da zona hoteleira, Playa Ballenas, Playa Marlin e Playa Chac Mool, todas lindas.
Considero que minha passagem por Cancun superou minhas expectativas, li muito que a cidade é famosa pelas baladas, hotéis de luxo, resorts all inclusive e tals... mas, vi que dá pra curtir a cidade sem precisar gastar muito, que tem muito mais o que fazer por lá além de comer, beber e desfrutar de bons hotéis, além disso, a beleza das praias e cor da agua do mar são incríveis.
Informações da acomodação:
Hostel Las Flores (Calle Palmera no. 63 Atrás da OXXO da Av. Uxmal).
Dormitório Básico 4 Camas Misto, Valor por noite: MXN 120,00.
Hostel bem básico, quarto um pouco abafado, sem ar-condicionado (somente ventiladores), chuveiro não tinha agua quente (na época não fez diferença, estava calor), bom wifi, locker grande fora do quarto, café da manhã bem básico, pelo preço que paguei nada do que reclamar.
O ponto forte deste hostel é a localização, próximo da estação de ônibus ADO, ponto dos coletivos, ponto de parada dos ônibus locais (R1 – Zona Hoteleira e Praias), lojas de conveniência, restaurantes, casa de cambio e supermercado.
Continua...