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Leste Europeu: Praga, Salzburgo, Viena e Budapeste


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Praga, Salzburgo, Viena e Budapeste (05 a 18 de setembro de 2009)

 

20100102141653.jpg

 

A viagem foi ma-ra-vi-lho-sa! Não deu nada errado e tudo saiu dentro do planejado. ::otemo::

 

O que dizer desta viagem? Foram quatro cidades visitadas em três países diferentes ao longo de 14 dias. E o que encontramos pelo caminho? Muitas coisas...

 

* 3 línguas: tcheco, alemão e húngaro;

* Cerveja, e das boas;

* Música, muita música;

* Arte por todos os lados;

* História;

* Igrejas :-);

* 2 dias (apenas) de chuva;

* Fumantes (cigarro – o mal do século);

* Chocolate;

* Turistas;

* Saudades.

 

Muitos me perguntam qual foi a cidade que mais gostei e eu respondo: todas! Acreditem, eu não posso responder à esta pergunta, seria injusto, pois cada cidade tem o seu estilo, o seu valor e um motivo especial para eu ter incluído em meu roteiro. Todas foram planejadas e desejadas de serem visitadas, mas não posso negar: a Hungria era especial. Durante o planejamento e principalmente durante a viagem, era por ela que o meu coração batia forte.

 

Bem, prefiro resumir assim:

 

* Praga, só turistas;

* Salzburgo, cidade modelo;

* Viena, a elite; e

* Budapeste, diferente. Ah Budapeste, você estará sempre bem guardada no meu coração.

 

A seguir, o dia-a-dia no Leste Europeu by Mel.

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Praga (05 a 08 de setembro de 2009)

Dia 1 (05 – sábado) – chegada

Fotos em: http://diariodebordodamel.blogspot.com/2009/09/praga-republica-tcheca-dia-1.html

 

São 20h49min, hora local (no Brasil são 15h49min), e meus olhinhos estão fechando, acho que estou cansada :-) mas não resisto, preciso escrever.

 

O avião saiu com uma hora de atraso do Rio, Brasil, então nosso tempo de espera para a conexão Paris-Praga foi bem curta. Chegamos em Praga por volta de 15h (horário local). E agora? Como ir do aeroporto para o hotel? Bem, acreditem, foi mais simples do que esperávamos. Logo na saída do desembarque havia um quiosque de informações turísticas. Lá perguntei como ir até o nosso hotel e pedi um mapa. Muitíssimo atenciosa, a atendente me deu o mapa e a explicação completa de como chegar ao hotel.

Fora da sala de desembarque havia um quiosque para comprar o bilhete de ônibus que nos leva do aeroporto até o centro da cidade. Tem várias modalidades de bilhete: só ida, até o centro (mas tem que pagar a mala por fora), e o passe de 1, 3 e 5 dias, podendo ser usado no ônibus, no metrô e no bonde. Super prático! Compramos o bilhete de 1 dia (24h). Quando entramos no ônibus validamos o bilhete numa máquina que “carimba” o bilhete com a data e hora e, a partir de então começa a contar às 24 horas.

 

Para chegar ao nosso hotel, pegamos o ônibus 119 e descemos na estação Dejvická. Essa é a estação final (ou início, depende do referencial) da linha de metrô A. Em Praga existem 3 linhas de metrô (A, B e C), que se cruzam em alguns pontos. O metrô é novo. As portas se abrem como em Paris, a própria pessoa aciona a abertura, só que em Paris é uma alavanca, aqui é um botão. Descemos na estação Muzeum (mas descobrimos que a estação mais perto era Mustek). Para sair da plataforma tem escada rolante, e que escada rolante! Enorme! Nessa hora percebemos a profundidade do metrô. No entanto, para sair da estação não há escada rolante e tinham muitos degraus... Como me arrependi das roupas a mais que coloquei na mala.

 

Ufa, ufa, conseguimos sair da estação e foi aí que cometemos o nosso primeiro furo. Saímos ao lado do Museu Nacional, no topo da Praça Venceslau. Para chegar ao nosso hotel era só descer a praça e entrar na primeira rua à esquerda. Porém, contornamos um quarteirão inteiro à esquerda, o que nos fez dar uma volta enorme, e puxando as malas pela rua. Demoramos um pouco a entender como identificar os nomes das ruas. Bem, chegamos ao nosso hotel e adoramos, porque ele era uma graça. Super limpo, claro e arejado. Deixamos as malas no quarto e saímos para dar uma volta e fazer um reconhecimento do local. Como nosso hotel fica ao lado da Praça Venceslau, começamos por ela. Muita gente na rua, muitos cassinos, muitos restaurantes, muitas lojas de câmbio, muitas lojas vendendo de tudo (de roupa a lembrancinhas locais). Já fazia tempo que não comíamos uma comida decente (só lanche de avião), então optamos em jantar, apesar da hora. Foi difícil escolher onde comer devido à diversidade de restaurantes, mas escolhemos um restaurante de cozinha tcheca, claro. Eu comi o tão esperado goulash (de pato). O prato era muito bem servido; servia duas pessoas tranquilamente. Experimentei a cerveja, que era deliciosa. Não é servida gelada, talvez fria, mas é tão saborosa que a temperatura não faz a menor diferença. O restaurante tinha o preço um pouco diferenciado (pra cima).

 

Voltamos para o hotel rolando, pois comemos demais. E ainda ganhamos a sobremesa como cortesia do restaurante.

 

O sol se pôs por volta de 20h. E estava um ventinho bem frio.

 

Nosso hotel:

Hotel Amarilis – Jerome. Stepanska, 18, 110 00 Praha 1

> Ah, todas as reservas de hotel fizemos pelo Booking.com (http://www.booking.com)

 

Restaurante onde jantamos:

Restaurant Cafe Svatého Václava. Václavské námestí 39, 110 00 Praha 1.

 

Prato que comemos e preço:

Mel comeu: Pecená Kachna se stavo prazským Cerveným Zelém (Roast duck with old Prague red cabbage) = 490 Czk

Leo comeu: Czéký oblozený talíf (Czech variety platter) = 490 Czk

 

::bad:: Detalhe: em Praga pode fumar dentro dos restaurantes, para o meu desespero, pois estou com o nariz bem entupido, sofrendo com minha rinite alérgica.

 

Cotação do dia: 1 euro = 22 coroas

 

Claro, não podia faltar a bonequinha (viajante) da Anabela na mala da mamãe! ::love::

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Praga (05 a 08 de setembro de 2009)

Dia 2 (06 – domingo)

Link para fotos: http://diariodebordodamel.blogspot.com/2009/09/praga-republica-tcheca-dia-2.html

 

Lugares visitados:

Castelo de Praga (Prague Castle – Pražský Hrad);

Palácio Wallestein (Wallenstein Palace Garden – Valdštejnský Palác);

Rua Nerudova (Nerudova Street – Nerudova-Úvoz);

Igreja São Nicolau (St. Nicholas Church – Chrám Sv. Mikuláše);

Ponte Carlos (Charles Bridge – Karlúv Most);

Teatro Nacional de Marionetes (National Marionette Theatre – Národní Divadlo Marionet);

Praça Venceslau (Venceslau Square – Václavské náměstí).

 

Da janela do quarto, o céu estava azul, sem nenhuma mancha branca. O sol a todo vapor, iluminando bem cada prédio da cidade, em companhia da brisa fria cortando o rosto. Mal saímos à rua e já aquecemos o corpo com uma breve corrida até a estação do bonde. Não tínhamos nenhuma noção de onde pegar o bonde (tram), então corremos atrás dele até ele parar e embarcamos. Descemos na estação Prazský hrad para visitar o Castelo de Praga, dando início ao nosso roteiro. E agora, para que lado ir? Bom, seguimos o fluxo. Ao atravessar a rua percebemos aquele monumento grandioso e tivemos a certeza de que ali era o Castelo de Praga.

 

O Castelo de Praga Castelo de Praganão é apenas um castelo, mas um conjunto formado por uma igreja, um convento, torres, vielas e casas, onde tudo se conecta delimitando essa área denominada Castelo de Praga, tendo dois grandes portões como entrada e saída. Ao redor, muitos jardins. A vista da cidade é espetacular. Dá para ver bem os dois lados da cidade cortada pelo rio Vltava. Visitamos todos os interiores do Castelo, com exceção da Catedral de São Vito, que tinha uma fila gigantesca. Não sei se a fila estava grande porque essa catedral só abre depois das 12h (e nesse horário o fluxo de turistas é grande, por isso evitem-no!) ou porque era o único lugar que não precisava pagar para entrar. O ingresso para visitar todo o Castelo custou 350 Czk.

 

A Catedral de São Vito prende a atenção com seu estilo gótico a neoclássico. Os detalhes dourados da parte lateral impressionam. E os jardins? Dá vontade de ficar ali curtindo. O ruim foi a quantidade de pessoas circulando pelos espaços.

 

O interior do Castelo que mais gostei foi o Convento de São Jorge, com uma exposição linda de pinturas barrocas e renascentistas, e o Palácio Real, em estilo românico, palco da conhecida “Defenestração de 1618”. Na verdade não tinha nada para ver dentro deste palácio além da arquitetura do prédio. As paredes têm como acabamento as próprias pedras usadas na construção, nos dando a sensação de que não houve acabamento, o que não deixa de ter o seu charme. Mas eu acho que deve ser bem frio no inverno, pois mesmo com o sol de meio-dia e aquele mormaço fora, estava frio em seu interior.

 

Obs: não é possível tirar foto no interior do Castelo, mas quem tiver interesse pode comprar uma licença para tirar fotos, que custava 50 Czk.

 

Almoçamos no Metro Café, estação de metrô Malostranská, na descida do Castelo de Praga. No almoço comi outro Goulash, dessa vez de carne de boi. E o Leo algo no estilo “bife com batata frita” (com brocólis de acompanhamento, no caso dele, Mel e Leo tomando um Mocha Caramelatteapenas para enfeite). Depois do almoço seguimos em direção ao bairro Malá Strana (que significa “bairro pequeno”), mas antes de chegar lá, paramos em um café – Gloria Jean’s Coffee – e tomamos um Mocha Caramelatte, que custou 74 Czk.

 

Em Malá Strana visitamos o Palácio de Wallestein, a Igreja de São Nicolau e andamos pela Rua Nerudova. O Palácio de Wallestein é um edifício, em estilo barroco, usado atualmente pelo Senado e apenas as Salas Estatais estão abertas ao público, mas não entramos, preferimos curtir os jardins, que se mantêm iguais desde a época de Wallestein (para quem não sabe, era um comandante militar imperial, figura-chave do governo de Ferdinando II, que obteve diversas vitórias na Guerra dos Trinta Anos). Os Jardins são muito bem cuidados e possuem várias estátuas (do escultor holandês Adrian de Vries) – cópias de Imitação de caverna1913, pois os originais foram levados como despojo bélico pelos suecos, em 1648, além de um elemento bizarro – uma imitação de caverna, com paredes cobertas de estalactites e ao lado um viveiro de corujas.

 

Andamos pelas ruas do bairro, observOs três Pequenos Violinos, em uma casa na Rua Nerudovaando os diversos edifícios em estilo barroco, inclusive pela Rua Nerudova, que leva o nome de um famoso escritor do século 19, Jan Neruda (http://www.janneruda.com). Antes do sistema de numeração, as casas eram identificadas por símbolos. E nesta rua podemos ver esses símbolos, que são mantidos nas fachadas dos prédios.

 

Terminamos nosso passeio por este bairro visitando a majestosa Igreja de São Nicolau, grande exemplo da arquitetura barroca na cidade. Em seu interior, deslumbrei-me com o afresco de Franz Palko, “Santíssima Trindade”, e com o órgão barroco tocado por Mozart em 1787. As estátuas gigantes dos “Padres da Igreja”, em estilo rococó, também são impressionantes!

 

A caminho do hotel e para finalizar nosso segundo dia de visitação em Praga, cruzamos o rio Vltava seguindo pela Ponte Carlos, a mais antiga de Praga e que liga os dois lados da cidade. À noite assistimos a ópera de marionetes Don Giovanni, de Mozart. Linda apresentação, com bonecos de alta qualidade. Fiquem atentos para não se deixarem enganar e assistirem qualquer peça. Pelas ruas da Cidade Velha há algumas propagandas e com custo menor. Para ir a esse tipo de atração não precisa vestir nada sofisticado, pode ir de calça jeans :wink:.

 

Quando acabou a apresentação estávamos esfomeados e arriscamos comer em uma das diversas “barraquinhas” na Praça Venceslau. Era super limpa e o sanduíche saboroso. Comemos um cachorro-quente de lingüiça e um copo de cerveja, que custou 85 Czk.

 

Prato que comemos e preço:

Mel comeu: Prazsky Hovezy Gulás (Beef Goulash Prague Style) = 219 Czk

Leo comeu: es-que-ci-de-a-no-tar-o-no-me :-) = 290 Czk

 

 

A ópera de marionetes foi em:

National Marionette Theatre, Zatecká 1, Praha 1,Staré Mestro.

O ingresso custou 600 Czk.

 

Cotação do dia: 1 euro = 22 Czk

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Praga (05 a 08 de setembro de 2009)

Dia 3 (07 – segunda)

Link para fotos: http://diariodebordodamel.blogspot.com/ ... dia-3.html

 

Lugares visitados:

Bairro Judeu (Jewish Town - Josefov);

Cidade Velha (Old Town Square – Staroměstské Náměstí).

No Bairro Judeu só conseguimos visitar:

Maisel Synagogue (Maiselova Synagoze);

Spanish Synagogue (Španělské Synagoze).

 

Dia de fazer compras! 8)

 

Hoje acordamos mais cedo mesmo sendo difícil sair da cama por causa do friozinho que nos faz ficar enrolados na coberta. A surpresa foi a mesma do dia anterior ao olhar a janela: céu azul (sem nenhuma nuvem) e sol brilhando!

 

Na parte da manhã passeamos pelo Bairro Judeu e visitamos duas sinagogas: The Maisel Synagogue e The Spanish Synagogue. Não gostei muito da primeira, pois tinha um aspecto de velha (e era!), enquanto que a segunda estava bem mais conservada e era muito bem decorada. Ao contrário do que os guias diziam, a sinagoga Staronova e o Cemitério Judeu não estavam abertos ao público na segunda-feira, e esses eram os pontos altos a seremInterior da Sinagoga Espanhola visitados. Bem, a sinagoga espanhola não deixou de ser interessante, com muita estória a ser contada. A que mais mexeu comigo foi a que contava a ida dos judeus para os campos de concentração. Na verdade, essa história é chocante em qualquer lugar do mundo e a qualquer tempo.

 

Aproveito o momento para fazer uma observação: em qualquer museu na França (pelo menos todos aqueles que visitei) há inúmeros panfletos a respeito do museu em si e suas obras. Aqui em Praga não tem isso, então você fica meio perdido no sentido de não saber algumas coisas que ajudariam no passeio pelo museu. Além disso, grande parte do textos estavam em tcheco.

 

Depois do Bairro Judeu, seguimos em direção à Cidade Velha, pela rua Pariská. Nesta rua só tinham lojas de grife, tal como na Champs Elysée, em Paris. Não é a toa que a rua se chama “Pariská”. AndandPraga 2009-171o pelas ruas, nos deparamos com esse veículo um tanto inusitado: uma bicicleta com sete pessoas pedalando, sendo um deles o guia. Enquanto pedalavam, as pessoas giravam como em um carrossel (assim todos tinham oportunidade de ver tudo), e somente o guia controlava o volante (óbvio).

 

A praça da Cidade Velha foi um dos lugares mais movimentados de Praga. Nossa, muita, muita gente. Nunca tinha visto tantos turistas juntos. No entorno da praça tinham muitos restaurantes, de todos os tipos e preços, e todos bem cheios. Mas eu tinha uma recomendação de um restaurante próximo dali.

 

Segundo informações obtidas no guia Frommers (http://www.frommers.com/), neste restaurante comeríamos o goulash mais saboroso de Praga. De fato, o restaurante era bem legal, bem decorado e com uma parte iluminada com luz natural, pois o teto era de vidro. A única coisa ruim, de novo, eram os fumantes. Pedimos cerveja para brindar nosso último dia em Praga. E o goulash estava perfeito!! E foi o mais barato que comi, é mole? Já o Leo não teve a mesma sorte ao tentar comer Magret de Canard, confundindo o significado das palA cara do Leo depois do Magret...avras “saucer” com “sausage” e “pepper” com “pepper pods”. Será que ele não achou estranho o peito de pato vir acompanhado de salsicha picante? :-) Bem, vamos dar um crédito pro Leozinho, pois ele estava super indisposto hoje e eu insistindo com passeios e caminhadas.

 

Aproveito para salientar que Magret de Cannard (peito de pato) se come na França. O forte desta região é carne de porco, goulash e muita pimenta.

 

Como eu disse, o Leo não estava bem, por isso a tardDSC06440e ficamos no hotel. A caminho do hotel consegui comprar rinossoro. E sabem como eu pedi, dado que eu não tinha a menor idéia de como falar rinossoro em inglês? Pedi um medicamento que parecia água do mar para colocar no nariz. E olha o que consegui: Prírodný produkt Fyziologický roztok morskej vody.

 

Depois de descansar algumas horas, saímos para termiMel e Leo no pedalinho no Rio Vltavanar o dia em Praga, passeando de pedalinho no Rio Vltava. Foi ótimo o passeio. Quem tiver a oportunidade, o faça. Além de relaxante, pode-se tirar muitas fotos da cidade. O ingresso para o pedalinho custou 200 Czk.

 

Nosso jantar hoje foi pizza!!

 

Almoçamos em:

Restaurace U Vejvodů (Pilsner Urquell Original Restaurant)

(http://www.restauraceuvejvodu.cz)

Jilská 4, Praha 1

 

Mel comeu: Plzeňký guláš sypaný cibulkou a paprikou, chouskový a špekový knedlík (Beef goulash pilsner urquell, sprinkled with fresh onion and paprika, bread and bacon dumplings) = 139 Czk

Leo comeu: Kachní prsa s jalovcovou omáčkou a opečenými paprikami (Breast of duck with jumper saucer and baked pepper pods) = 490 Czk

 

Comemos pizza em:

Pizzeria Modrá Zahrada

Národní třída 37, Prague 1

 

Valor da pizza = 138 Czk (serve duas mulheres, de dieta, ou um homem, esfomeado)

 

Detalhe: tem ambiente para não fumantes!! ::otemo::

 

 

 

Antes de arrumar as malas e partir para Salzburgo, deixo aqui os lugares que devem ser visitados (mas não fui por falta de tempo) e que não aparecem como pontos fortes nos guias em geral, mas apareceram no guia que comprei em Praga e as fotos são lindas:

 

* Hradčany: bairro localizado nas proximidades do Castelo de Praga, foi elevado à cidade real em 1598, com muitas casas burguesas, palácios para nobres, igrejas e mosteiros.

* Strahov: neste bairro, os pontos fortes são o Mosteiro dos Premonstratenses junto à Igreja da Assunção da Virgem Maria.

* Petřín: área de declives florestados e abruptos, fechando com um largo arco o vale do Malá Strana, tendo como pontos fortes a Torre de Observação (com 60 metros de altura e cópia diminuída da Torre Eiffel) e o Labirinto.

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Salzburgo (08 a 10 de setembro de 2009)

Dia 4 (08 – terça)

Link para fotos: http://diariodebordodamel.blogspot.com/2009/09/de-praga-republica-tcheca-para.html

 

Hoje o dia foi puxado, ::hein: pois acordamos às 5:30h da manhã e embarcamos no trem para Salzburgo às 7:14h; e nosso café da manhã foi improvisado e em pé na estação de trem. Como saímos antes do horário, o hotel nos deu um pacote com o café da manhã. A estação de trem de Praga deixou muito a desejar, com muita sujeira e moradores de rua. Apesar disso, o trem era muito confortável, com cabines de seis lugares; passamos quase a viagem inteira sozinhos. A viagem durou cerca de 7 horas. Dormimos e acordamos várias vezes. As paisagens eram bem diferentes do que eu já tinha visto. Na República Tcheca muitas planícies e campos; na Áustria muitos pinheiros e verde brilhoso. É como se a paisagem da República Tcheca fosse uma pintura bem antiga, com suas cores desvanecidas pelo tempo, e a Áustria um quadro que acabou de ser pintado, com a tinta fresca e cores reluzentes. No trem, durante a viagem, muitos fiscais; nossas passagens foram conferidas duas vezes. Na França não vi nenhum fiscal nos diversos trens com diferentes destinos nos quais circulei.

 

Salzburgo é uma cidade a oeste da Áustria, conhecida por sua arquitetura barroca, pelas lindas paisagens (está situada entre os Alpes) e por ter sido o local de nascimento do compositor Wolfgang Amadeus Mozart. Em 1816, passou a fazer parte do Império Habsburgo. Aqui foi gravado o filme de grande sucesso “A Noviça Rebelde”. É impressionante como tudo gira em torno desse filme, e claro, de Mozart.

 

Quando chegamos em Salzburgo, o desembarque não foi tão bom, pois tudo estava escrito em alemão! Pouquíssimas sinalizações em inglês. Que sensação horrível ler e não entender palavra alguma. Essa deve ser a triste sensação de uma pessoa analfabeta. Para encontrar a saída seguimos o fluxo. Nos informamos sobre como chegar no hotel num centro turístico na saída da estação de trem, bem mais agradável que a de Praga. O sol estava escaldante, de cortar a pele. Demoramos a entender o esquema do ônibus. Compramos o bilhete direto com o motorista e custou €2. Os ônibus têm paradas fixas, logo já sabíamos em qual parada descer, a mais próxima do hotel. Chegamos bem rápido na rua do hotel, no entanto este não era bem sinalizado. Esta era uma rua só de hotéis. O Hotel era muito limpo, claro e agradável. Ótima escolha. A sua localização era perfeita; bastava andar um quarteirão para chegar no rio Salzach, que corta a cidade, e cruzá-lo, chegando a quase todos os pontos turísticos na parte barroca e mais antiga da cidade. Por aqui as pessoas andam bem arrumadas, há muitas lojas de rLoja de chocolates Mozartoupas e sapatos. A principal loja de souveniers são chocolates Mozart. Têm muitas lojas de CDs de música e instrumentos. Mesmo perto dos pontos turísticos, há muitas lojas de grife. As ruas são tranquilíssimas.

 

Como passamos parte do dia viajando não almoçamos, então, depois que acertamos nossa chegada no hotel saímos esfomeados em busca de comida. Além do idioma, a comida também era alemã, então comemos lingüiças e salsichas com batatas e de sobremesa, strudel de maçã!!

 

Para aproveitar o fim de tarde e conhecermos um pouco desta linda e pequenina cidade, visitamos os Jardins Mirabell (Mirabell Garten no Schloss Mirabell, palácio construído pelo arcebispo Wolf Dietrich para sua amante judia, Salomé Alt). Nesses jardins foram gLoja de ovos de Natalravados cenas do filme “A noviça rebelde”. Cruzamos o rio, que é muito, muito limpo, e fomos em direção à parte antiga da cidade. Andamos bastante. Passeando pelas ruas, encontramos uma loja só de ovos de Natal. Lindo!

 

Os restaurantes fecham às 23h. Como não nos preocupamos com isso hoje, só conseguimos tomar um chocolate quente como jantar, num estabelecimento já fechando.

 

Os ônibus são todos elétricos e o trânsito bastante organizado. Há muitas bicicletas na rua, acho que é o principal meio de transporte (pelo menos nessa época). Mesmo arrumadas e maquiadas, as pessoas usam a bicicleta. Vi muitas mulheres de sapatos altos e até saias pedalando, acho que estavam indo pro trabalho. Outra coisa que observei é que as pessoas carregam suas bolsas e pastas na cestinha. Imagina se aqui no Rio faríamos isso?? Acho que me sentiria insegura até com ela presa em mim eheheh. A noite também tem muita bicicleta na rua.

 

Foi um ótimo dia! ::otemo::

 

Nosso hotel:

AllYouNeed Hotel Salzburg

Glockengasse 4b

Salzburg, 5020

 

Valor da diária (casal): €68,00

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Salzburgo (08 a 10 de setembro de 2009)

Dia 5 (09 – quarta-feira)

Link para fotos: http://diariodebordodamel.blogspot.com/2009/09/salzburgo-austria-dia-5.html

 

O dia começou com as badaladas do sino de uma igreja próxima ao hotel, às 6 horas da manhã (e daí por diante, de hora em hora). Apesar disso, acordamos bem e descansados e tomamos o café da manhã tranquilos. Hoje foi um daqueles dias “relax” das férias. Mel pedalando nas margens do rio SalzachSaímos e alugamos uma bicicleta e pedalamos por uma hora. Seguimos pelas margens do rio Salzach, indo contra a correnteza e nos afastando do centro da cidade. Casas lindíssimas em bairros nostálgicos. Acho que o lazer principal por aqui é andar de bicicleta. Muitos “cabelos brancos” pedalando e em alta velocidade. Os idosos devem ter uma ótima saúde por causa dessa atividade física. Muitas crianças acompanhando os pais de bicicleta. Para os menorzinhos, carrinhos especiais presos às bicicletas. Foi DE-LI-CI-O-SO andar de bicleta!!!! Quero repetir a dose, aqui claro!

 

Muitas montanhas nos arredores de Salzburgo Eu tinha planejado visitar o museu barroco, mas com toda essa paisagem exuberante eu não estava disposta a olhar arte pintada, eu queria curtir essa grande obra de Deus. É muito ar livre para ficar presa entre quatro paredes. Ficamos um tempo sentados no banquinho da rua olhando o movimento dessa Rua de Salzburgopacata cidade, com pouco mais de 150 mil habitantes. De acordo com as pessoas, não existe ponto perigoso, pode-se andar tranquilamente por qualquer lugar da cidade.

 

Para aproveitar a última hora restante antes do city tour que contratamos, fomos ao Museu Natural e de Tecnologia. Museu bem interessante; a parte que mais gostei era a parte dedicada a Mozart com muitas atividades ligadas à audição e música. “Brinquei” bastante lá.

 

Meu primeiro (e último) almoço light da viagem: quiche com salada! Bem, eu me recusei a tirar foto disso (rs); o problema é que vocês não devem estar acreditando que esse foi o meu almoço…. Por aqui muitos restaurantes desse tipo. Pelo visto o pessoal curte vida saudável: bicicleta e salada por todos os lados (rs).

 

Nosso primeiro city tour (Panorama City Tour) durou uma hora e visitamos externamente: Mirabell Palace; Schwarzstraße; Puppet Theatre; Federal Theatre; Staatsbrücke bridge; Mozart’s Birthplace; Gstättentor gate; Horse Pond; University; Festival Halls; Abbey St. Peter; Cathedral; Mozartsteg footbridge; Leopoldskron Palace; Theatergasse lane; Mozart’s Residence. O passeio foi legal, mas não recomendo. A cidade é bem pequena e dá para fazer tudo a pé. OLeopold Palace único lugar mais distante, que sabendo o caminho, dá para ir de bicicleta, é o Palácio Leopoldo (Leopoldskron Palace), casa onde foi gravado o filme “A Noviça Rebelde”. Apesar de não estar aberta para visitação, vale a pena apreciá-la de fora. O mosteiro de St. Peter (Abbey St. Peter) é muito bonito também; e claro, qualquer prédio/ monumento que faz referência à Mozart.

 

Em seguida, fizemos outro passeio (Lakes and Mountains Tour), que durou a tarde inteira, dessa vez pela região montanhosa e de grandes lagos. ESPETACULAR! Paisagem extraordinária, me deixando Lago Worlfgang boqui-aberta com promessa de retorno. Fizemos um passeio de barco no Lago St. Wolfgang. Infelizmente o barco estava bem cheio e não conseguimos ir no terraço do barco. Esse passeio durou 50 minutos e estava incluído no custo do passeio. Descemos em St. Gilgen, uma graça de cidade. Moraria fácil por aqui, mas não deve ser barato não. Quem tiver chance, faça este passeio ou outro similar, nessa região montanhosa; tem vários. A operadora de turismo é bem organizada e pontual. Os dois passeios custaram juntos €50 por pessoa.

 

A noite, experimentamos uma pizza, e a pizza de Praga está ganhando. (Vejam ranking ao lado). Depois, mBotas fashionais caminhadas pelas ruas iluminadas e frescas. Como é agradável andar a noite por aqui! Olha o que encontramos em uma das vitrines pelas ruas a noite. Alguém usaria uma dessas botas? :-)

 

A noite liguei para a minha filhota, ah que saudades! Olha Falando com Belaela aí, falando comigo via Skype. Isso que é uma filha moderna não? :)

 

Meu nariz apresentou sinal de melhoras; acho porque aqui está mais úmido que Praga.

 

Que dia agradável!! ::otemo::

 

Museu Natural (House of Nature – Haus der Natur): €12,00

 

Salzburg Panorama Tours (http://www.panoramatours.com)

Situado no terminal de ônibus Mirabellplatz

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  • 2 semanas depois...
  • 4 semanas depois...
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Em setembro passarei 4 semanas estudando em londres e ando programando muita coisa.. ::hahaha:: Terei 3 finais de semana (+ pedaço de sexta) e nesses fds já defini que irei para Paris, Roma e Amsterdam...

Nesta programação me surgiu uma boa dúvida, como terei 1 semana a mais de férias, pensei: Aproveito para passar essa semana entre Austria, Rep. Tcheca, até mesmo Suiça?!?!?!

 

O que me impede mais seria a grana..TODAS minhas economias serão para Londres/Outros.. pode até ser que sobre uns 2,37 euros, mas muito dificil.. ::tchann::

 

Gostaria de uma opinião do pessoal aqui do mochileiros quanto a ida à um desses países, preferencialmente rep tcheca e austria.. quanto será que sairia albergue/comida/atrações nesses dois países (tirando passagens, que pesquisarei a parte) :!::?::?:

 

Vale a pena esticar de 30 pra 37 dias minha viagem ou me programar muito bem pra ano q vem curtir o leste europeu inteeeeeeiro mesmo?!?!?! :D

 

 

Abraços!!!

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  • 3 semanas depois...
  • Membros

Bem, eu prefiro conhecer poucos lugares e conhecê-los bem (curtir a cultura, história, ir no mercado, sentar na praça) do que conhecer vários lugares e não conhecer nada. Ir a um lugar só para dizer que fui não é muito meu estilo. Eu guardaria o fôlego e o dinheiro para uma outra viagem só de leste europeu, pois já são muitos os lugares que vc vai visitar dessa vez. :wink:

Abs,

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