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TRAVESSIA EXPEDICIONÁRIA VALE DO ITARIRU: Pelos confins selvagens da Serra do Mar Paulista.

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divanei    1

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O rio Itariru nasce no planalto paulista de Juquitiba, percorre uns 15 km rasgando a Serra do Mar até atingir a planície litorânea de Itanhaém. É um grande rio, talvez o mais selvagem de todos os rios desse porte do Estado de São Paulo, que descem a serra. Foi esse cenário que nos levou a empreender estudos sobre mapas de satélite, cartas topográficas, site de parques, blogs de orgãos ambientais, consultar velhos exploradores, revirarmos a internet de ponta a ponta e nada foi possível encontrar. A única referência dava conta de um aventureiro que, 15 anos atrás, acessou o meio do vale se valendo de uma trilha antiga, onde ele entrou por um dos seus afluentes até quase se encontrar com as grandes cachoeiras uma semana depois, mas mesmo esse cara jamais liberou essas informações, o que nos levou a termos que nos debruçar sobre o Google Earth na tentativa de localizar um ponto de partida. Um grande poço no meio da selva foi tudo que conseguimos, tínhamos que localizar a sua nascente, de onde tentaríamos partir. Foram destacados quatro do nosso grupo para a primeira incursão partindo do Bairro das Marrecas, área rural de Juquitiba. Esse primeiro grupo realizou um excelente trabalho, localizaram um pequeno córrego e o percorreram por quase duas horas mata à dentro. Quando voltaram e jogamos as coordenadas no mapa, descobrimos que era sim possível que aquele riozinho de um metro de largura, poderia ser um dos afluentes do Rio Itariru e então montamos uma grande expedição com mais de 10 integrantes para tentarmos tirar aquele vale do anonimato. Percorremos o córrego e para nossa surpresa, aquele não era só um afluente do Itariru, mas era a própria nascente principal do rio. A expedição foi bem organizada porque juntou boa parte da nata de exploradores com experiência em Serra do Mar, mas não contávamos que fossemos nos deparar com uma grande cabeça d’água, onde um dos integrantes por pouco não perde a vida. Diante disso não nos restou outra coisa se não enfiar o rabo entre as pernas e abandonar de vez aquela travessia.

 

Voltamos para casa frustrados, tivemos que engolir um fracasso monstro, dois anos de expectativas, trabalhos, ansiedade, tudo foi por água abaixo. Mas não havia tempo para chorar pitangas, eu estava decidido que aquele vale deveria entrar no mapa antes do inverno e o meu sentimento parecia ser o sentimento de todo o grupo, então marcamos para retornar em dois meses, tempo suficiente para juntarmos os cacos e reorganizarmos o grupo.

 

Tudo parecia correr bem, alguns integrantes da primeira expedição simplesmente não poderiam ir porque tinham compromissos já assumidos, então fomos obrigados a refazer o grupo, com membros que já há muito tempo frequentavam outras travessias selvagens, gente tão experiente quanto os outros do grupo. Mas aí, como é da raça humana, começam surgir às picuinhas de relacionamento, desgastes antigos que vinham aflorando há muito tempo, coisa que eu não tive competência para resolver, muito porque, eram circunstâncias que fugiam da minha capacidade de conciliação. Conversas desencontradas, panelinhas desnecessárias, acabaram por rachar o grupo, na verdade, pulverizou, transformou em escombros aquilo que parecia ser sólido. Três dias antes da data marcada só havia restado três integrantes, que logo viraram dois porque um alegou medo da chuva, do frio, na neve, do tornado, do ataque alienígena. Aliás, são impressionantes as desculpas esfarrapadas que alguns deram, mas como eu sempre digo: cada qual tem a responsabilidade e a liberdade de tomar suas decisões, mesmo porque não estamos falando de ir passear no parque, estamos falando de coisa séria e grande, onde a vida de cada integrante vai estar sempre em risco e é bom que cada qual se jogue na aventura focado e ciente que ele será o único responsável se algo lhe acontecer. Mesmo assim eu estava disposto a prosseguir até que o último homem tombasse e foi aí que apareceu o Rodrigo Ligado, justamente um dos caras que era o estopim da discórdia. Bom, pra mim que não tinha nada a ver com a tal confusão pouco me importava, mesmo porque ele ofereceu seu jipe para viabilizar novamente a expedição e eu já muito puto com o que vinha acontecendo, já que eu não tinha nada a ver com aquelas picuinhas todas, aceitei a ajuda, me juntei ao Luciano Lourenço e decidimos que havia chegado a hora, naquele feriado de finados o Vale do Itariru sairia do anonimato.

 

Resolvemos nos encontrar na casa do Luciano no Capão Redondo, um bairro paulistano e de lá partiríamos no jipe do Rodrigo para o bairro das Marrecas, em Juquitiba. Esse esquema só foi possível porque o Rodrigo Ligado persuadiu sua namorada Tati Coral a seguir com a gente até aquele fim de mundo e depois trazer o veículo de volta. Partimos então do Capão só depois da meia noite, pegamos a BR 116, fizemos o retorno na entrada de Juquitiba e quando avistamos o grande portal do Viva Parque, antigo Parque do Gugu, entramos na estrada de terra e lama e a seguimos por uns 13 km até um lago e depois do lago, andamos mais alguns minutos até a próxima saída a esquerda e quando a estradinha destruída fez uma curva de quase noventa graus para a esquerda, passando justamente enfrente ao sítio de onde partimos na primeira tentativa. Estacionamos o 4x4 na beira da estrada, já numa madrugada fria e embaçada, onde resolvemos nos esparramar num lugar qualquer para esperar o dia amanhecer.

 

Conforme o combinado, a Coral se despediu da gente, assumiu o volante do jipe e foi se perder de volta para São Paulo e a gente botou as mochilas às costas e seguimos pelo menos mais 1 km na estradinha e antes mesmo de chegarmos a um sítio com vário lagos a esquerda, subimos o barranco a direita para tentarmos achar a trilha que tínhamos explorado na primeira tentativa. Acontece que não sei por que cargas d'água eu imaginava que a trilha partia ao lado de um coqueirinho isolado no alto de um pequeno morrote, quando na verdade se tratava de um pinheirinho. Começamos a rodar para tudo quanto é lado e nada de eu achar esse pinheiro, porque pensava ser um coqueiro e os dois nem podiam ajudar porque era a primeira vez que eles estavam ali, já que da primeira expedição, não estavam. Depois de um tempo, segui por um vestígio de uma estradinha abandonada e finalmente ela me levou ao lugar que eu queria e foi aí que descobri a confusão toda. Achado o pinheirinho, faltava agora achar a trilha que saia a direita deste caminho, mas eu também não me lembrava de que a tal trilha saia uns 100 m abaixo da árvore e fiquei rodando um tempão até me dar conta disto. Quando a encontrei respirei aliviado e naquele momento eu tive certeza de que não haveria mais como voltar atrás, a expedição estava mesmo prestes a começar.

 

Enfiamos-nos na trilha selva adentro num mato cerrado, mas é uma trilha até um pouco nítida porque deve ser usada por alguns palmiteiros e caçadores. Em menos de meia hora ela nos leva para um rio de leito arenoso, águas cristalinas e de não mais de uns três metros de largura e meio metro de profundidade. Surpreendentemente esse é nada mais nada menos que o próprio Rio Itariru e olha que por intercepta-lo mais de uma hora e meia de onde não passa de meio metro de largura, essa trilha que pegamos, nos fez ganhar uma boa quilometragem. Foi mesmo um grande achado que fizemos na primeira expedição. A trilha atravessa o riacho e se afasta um pouco dele, mas não mais que uns 50 metros. Eu me lembrava de que da outra vez essa mesma trilha seguia para outro vale paralelo ao rio, mas como da outra vez achei que essa trilha estava bem fechada, resolvi pegar uma bifurcação e seguir por outro vestígio de trilha que ia sempre margeando o rio, coisa que nem percebemos da outra vez. Claro que poderíamos ainda nos enfiar no meio do rio e seguir pelas suas águas rasas, mas andar fora é sempre mais rápido e com menos esforço.

 

A trilha nas margens do rio às vezes desaparecia, então tínhamos que nos valer de alguns vara-mato, pouca coisa, só até voltarmos a reencontrá-la novamente, mas uma hora depois ela sumiu de vez e como o rio ficou cheio de pedras, pulamos para dentro dele e fomos seguindo por dentro até que resolvemos fazer uma parada para um café da manhã. Em mais meia hora de caminhada, sem nem percebermos, tropeçamos no GRANDE POÇO DO ITARIRU, o primeiro ponto que se pode avistar pelo satélite. Quando passamos por aqui há dois meses com tempo chuvoso, esse poço era escuro e sombrio e hoje podemos ver um poço raso e com águas claras. A chegada ao Poção marca simbolicamente o começo do rio Itariru, o início do grande vale selvagem e nós gastamos desde o início até ali, não mais que duas horas de caminhada, a metade do que havíamos gastado na primeira tentativa. O rio Estava baixo, mas mesmo assim optamos por continuar por uma trilha lateral até que em uns 15 minutos à frente, ela acaba de vez e a partir de agora o nosso único caminho é mesmo o leito do rio. Vamos descendo tranquilamente e ao chegarmos a uma pequena ilha, eu encontro o local que acampamos da outra vez e mais abaixo nos deparamos com o segundo grande poço, com uma linda cachoeirinha e um lago enorme, mas por ser sedo de mais e faltar sol, ninguém se animou a mergulhar.

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O caminho que se seguiu após o encontro dos rios eu nem poderia descrever com a beleza que ele merece ser descrito. Uma sequência de grandes poços verde-esmeralda, onde tínhamos que atravessar a nado e mesmo com as águas ainda frias, era uma grande satisfação poder estar ali naquele lugar, mas foi uma hora e meia depois de partirmos do local onde encontramos o Grande Afluente das Esmeraldas, em uma outra grande curva do rio que eles apareceram : Lá estavam eles, homem e mulher. Seminus, apenas uma folha de parreira cobriam suas vergonhas. Estavam sentados sobre uma duna de areia de rio, onde as suas costas se descortinava uma floresta exuberante e o rio formava dois grandes poços, quase dois lagos esverdeado, intercalado por uma língua de rocha. Ao ver aquele cenário deslumbrante, estacionamos imediatamente até que o atordoamento daquele espetáculo pudesse se curar. Claro que o casal nu com uma parreira foi uma expressão que eu usei para retratar a beleza paradisíaca daquele lugar. Lugar aliás , que guardarei na minha mente para o resto da vida.

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Essa rampa que pegamos não era um caminho fácil, mas era a única solução. O Rodrigo ainda estava tresloucado querendo avançar mais rápido do que a nossa segurança permitia. Fui à frente escorregando como dava e usando todo o meu corpo e minha mochila para não ir parar nas pedras mais abaixo e logo consegui acessar, não o rio, mas a água de uma das cachoeiras. Na verdade não conseguimos chegar aos pés da cachoeira, chegamos bem no meio do monstro aquático despencando no vazio. Peguei minha câmera para bater uma foto e quando o Luciano se juntou a nós para se maravilhar com aquele espetáculo, o Ligado já botou a mochila nas costas e se aproveitando de uma língua de mata, foi à frente e nos deixou a sós com nossa contemplação. Estávamos no meio da grande garganta das cachoeiras do Itariru e eu sabia que a maior queda ainda estava por vir, só não sabia como iríamos descer sem uma corda para nos auxiliar. Tomamos o mesmo caminho que o Rodrigo, mas logo vimos que era um caminho sem futuro, tanto que mais abaixo fomos travados pela altura da parede e tivemos que achar outra solução. Fomos tentando ganhar terreno pela direita e ao invés de descermos, ganhamos altura para podermos contornar um vale gigante. Vi uma linha de árvores onde achei que poderia ser mais seguro para começar a perder altura, mas quando dei uma bobeada, perdi o chão e para não acabar parando no fundo do abismo, tive que abrir as pernas e frear com as bolas, isso mesmo, parei no tronco de uma árvore, na verdade uma samambaia Açu gigante e espinhenta, onde alem de me arrebentar com as partes baixas, destruiu toda as minhas mãos, enchendo de um milhão de espinhos. Mas não era hora e nem lugar para choradeira. Descemos a piramba escorregando até chegarmos a um pequeno afluente, onde seguimos até sair no rio e desta vez bem aos pés da GRANDE CACHOEIRA MÃE DO ITARIRU.

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Comecei a desconfiar que a tal cachoeira gigante que ainda existiria não passava de pura lorota do Rodrigo Ligado, porque cada vez mais o rio Itariru ia ficando com pedras menores e com margens planas, tanto que já conseguíamos caminhar pelo mato sem muito trabalho. Mas foi só lá pelas dez horas da manhã que nós tivemos a confirmação que faltava ao vermos um nítido galho cortado com facão. Não havia mais dúvidas, alguém havia passado por ali vindo das bandas da planície litorânea e logo nos deparamos com uns vestígios de trilha para confirmar de vez nossas desconfianças. Em seguida o grande rio se dividiu em dois e formou uma grande ilha e nos valendo de experiências anteriores, pulamos para essa ilha e seguimos por ela em ritmo acelerado, já que esse tipo de acidente geográfico costuma ser bem plano e com vegetação rasteira bem rala. Nossas andanças por essa ilha levou bem uns 40 minutos e nos rendeu quase um quilometro de pernadas, até que ela acabou e fizemos uma pausa para um descanso e para comemorar a possibilidade de estarmos perto da civilização.

O Itariru havia aplainado de vez e agora não passava de um grande remanso de meio metro de profundidade, com fundo de areia dourada. Continuamos seguindo pelo mato, mas quando nos deparamos com uma lama impassável, resolvemos atravessar para a margem direita, onde encontramos uns pés de banana largados no mato. Tentamos encontrar alguma estradinha, mas não obtivemos êxito. Chamou-nos a atenção uma linha de alta tensão cruzando por cima do rio e logo à frente entramos a direita no que parecia um final de estrada, mas que na verdade não passava de caminho de água, que nos devolveu novamente ao rio, onde paramos para estudar os mapas. Estava mais que na cara que a tal estrada que procurávamos estava do lado esquerdo do rio. Então tomamos a decisão de cruzarmos para o outro lado e varar mato o quanto fosse possível até interceptarmos o caminho procurado. Foi isso que fizemos, atravessamos e fomos varando mato no peito até que, quase quatro dias depois de darmos inicio a nossa jornada, avistamos a primeira habitação humana, que não passava de uma velha choupana, um casebre abandonado e caindo aos pedaços e junto dele uma estradinha gramada, pontilhada por centenas de palmeiras Juçara, e mais à frente outras casinhas. Enfim de volta ao mundo dos homens.

Uma hora da tarde e a gente sem comer nada, mesmo assim estávamos felizes de termos conseguido chegar à planície litorânea em segurança. Não podíamos negar que estávamos destruídos fisicamente, tínhamos atravessado todo aquele vale e havíamos pagado o preço por tanta ousadia, porque é impossível mesmo sair interiro depois de uma jornada dessas. Quando avistamos dois seres humanos nós arrastamos pela estradinha até eles para ficarmos sabendo que se tratavam dos netos do dono /administrador da fazenda Itariru. Os meninos nos indicaram o caminho a seguir e sem ter muito que fazer, fomos trocando passos até que mais à frente, antes do caminho se tornar um brejo em meio a uma floresta, encontramos mais um parente do dono da fazenda que estava com um trator e gentilmente nos confirmou novamente o caminho e quarenta minutos depois de abandonarmos o Itariru, passamos por cima de uma ponte e interceptamos uma grande estrada junto a placa que indicava o nome da fazenda : FAZENDA ITARIRU.

Pela estrada longa e que nunca chega ao fim, alcançamos o Rio Preto, mais um rio totalmente limpo e como o nome mesmo diz, de águas negras, onde cruzamos por cima de sua ponte e meia hora depois chegamos a um amontoado de casas onde, pasmem, havia uma linha férrea . Pois é, uma linha de trem no meio do sertão da Serra do Mar, construída para escoar a produção de banana e palmitos. Não chegamos ver a locomotiva que puxa os “vagões” de madeira e até pensamos que estaria desativada, mas depois ficamos sabendo que ainda é uma linha utilizada, o que não deixa de ser um espanto, muito porque, não consegui saber nada sobre essa linha férrea, nem mesmo na internet.

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Foi numa madrugada quente de verão que, juntamente com uns amigos, resolvi voltar meus olhos para esse vale. Naquela noite, ao analisar os mapas, nos pareceu um rio fácil para ser vencido, mas o tempo me mostrou que aquele vale perdido do mundo não estava a fim de ser vencido facilmente. Hoje posso dizer que ele caiu, mas deixou um rastro de destruição que será difícil de ser revertido. Um grupo foi destroçado, quase perdemos um amigo na primeira tentativa e foi preciso abrir mão da nossa preciosa segurança para que esse roteiro pudesse sair definitivamente do papel e virasse realidade. Por hora esse é o primeiro e único relato público de um grupo que atravessou todo aquele mundo de gargantas, vales, despenhadeiros e cânions. Foi sem dúvida uma das travessias mais difíceis desde quando começamos com esse projeto de expedições selvagens na serra do Mar, do qual resolvi chamar de EXPEDIÇÕES SELVAGENS AO LADO ESCURO DA SERRA DO MAR PAULISTA, os lugares aonde ninguém vai e praticamente não sabem que existe. Quanto ao lugar posso garantir que é um dos rios mais espetaculares de todo o Estado e não deve em nada a nenhum outro lugar do Brasil e vencê-lo foi uma honra. Foi como reencontrar mais uma terra prometida, foi o mesmo que botar os pés num passado distante, onde tudo parece estar como sempre esteve. O Vale do Itariru se escondeu do mundo por muito tempo e pela dificuldade de acesso, estará muito bem protegido por muito mais tempo ainda. Nós fomos, vimos com nossos próprios olhos, sobrevivemos aos seus perigos e voltamos vivos para contar a façanha, mas nada que dissermos poderá expressar as belezas das fantásticas paisagens que presenciamos naquele vale, onde os rios são de águas verdes e as pegadas humanas não passam de meia dúzia.

Divanei Goes de Paula – maio /2016

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