Dia 01: E eis que no dia 04 de setembro iniciamos nosso Caminho de Santiago em Saint Jean Pied de Port. Acordamos às 7:00 e descobrimos que deveríamos ter acordado mais cedo para arrumarmos as coisas. Tomamos café, montamos os alforjes nas bikes, pegamos água na fonte, parada pra uma fotinha e começamos o caminho pela Rue de La Ciutadelle.
Por mais ansiosos que estávamos para pedalar, não teve jeito: só empurrando. O caminho inicia com um asfalto e vai seguindo todo sinuoso até uma plaquinha de "Ouvert" (significa que o caminho pelos Pirineus está aberto). A partir daqui, trilhinhas cheias de pedras e sempre subida! Tinham muitos cavalos e carneiros soltos, além de maçãs deliciosas.
Os primeiros 15km foram extremamente sofridos. Fizemos um lanche em Orisson, paradinha no pipi room e depois, no meio do nada, avistamos um trailler parado, cheio de peregrinos em volta. Era uma venda de comida e bebida. Ele cobra muito caro por tudo e as bebidas ainda são quentes. Fizemos um lanche, pegamos um carimbo e seguimos mais uns 3km até o ponto mais alto dos Pirineus (Lepoeder). A divisa França - Espanha é sinalizada por uma plaquinha no meio do nada.
Na fonte Roldan, logo após um morro depois do trailler de comida, tem uma fonte com água gelada e WI-FI.
Finalmente começamos a descer. Tínhamos 2 caminhos, um à direita e outro à frente. Escolhemos à frente. A descida é tão forte que tivemos que ir segurando a bike no freio e ir andando ao lado dela. É uma descida no meio de uma floresta, com muitas pedras soltas. Depois tivemos uns trechos bem rodáveis. Todos os problemas que tinham que dar no freio da bicicleta, deram nesse ponto. E era simplesmente impossível manter a bicicleta de pé para regular o freio. Encontramos um brasileiro depois que nos disse que o caminho à direita era no asfalto, bem tranquilo, mas um pouco mais longo.
Chegamos em Roncesvalles às 16:40 e fomos para o albergue Refúgio de Peregrinos de Roncesvalles, que é o único da cidade. A fila era imensa e ficamos mais de uma hora nela. A cama custou 8 euros cada. Ficamos em uns boxes fora da estrutura do Colegiata, com capacidade para 8 pessoas cada. Chuveiro quente e hospitaleiros simpáticos.
Fomos conhecer o pueblo, que basicamente é uma igreja, o albergue e 2 restaurantes.
O menu do peregrino compramos quando pegamos o quarto lá no albergue. Custou 10 euros cada. Servem em dois restaurantes diferentes: um às 19:00 e outro às 20:30. Como chegamos tarde, ficamos com o das 20:30.
Antes do jantar, paramos em um pub onde descobrimos a bebida cañon: uma cerveja, no caso estrela galicia, com uma bebida de limão. Muito bom! Aproveitamos e já pegamos uma boccata e uns chocolates para amanhã (19 euros tudo).
No jantar, sentamos em 6 em uma mesa. A comida estava muito boa: sopa com pão, fritas com peixe ou frango, iogurte de sobremesa e mais vinho e água.
À noite, como aconteceu ontem, tivemos dificuldade de dormir devido aos roncos. Mas o dia foi cansativo...
Dia 01: E eis que no dia 04 de setembro iniciamos nosso Caminho de Santiago em Saint Jean Pied de Port. Acordamos às 7:00 e descobrimos que deveríamos ter acordado mais cedo para arrumarmos as coisas. Tomamos café, montamos os alforjes nas bikes, pegamos água na fonte, parada pra uma fotinha e começamos o caminho pela Rue de La Ciutadelle.
Por mais ansiosos que estávamos para pedalar, não teve jeito: só empurrando. O caminho inicia com um asfalto e vai seguindo todo sinuoso até uma plaquinha de "Ouvert" (significa que o caminho pelos Pirineus está aberto). A partir daqui, trilhinhas cheias de pedras e sempre subida! Tinham muitos cavalos e carneiros soltos, além de maçãs deliciosas.
Os primeiros 15km foram extremamente sofridos. Fizemos um lanche em Orisson, paradinha no pipi room e depois, no meio do nada, avistamos um trailler parado, cheio de peregrinos em volta. Era uma venda de comida e bebida. Ele cobra muito caro por tudo e as bebidas ainda são quentes. Fizemos um lanche, pegamos um carimbo e seguimos mais uns 3km até o ponto mais alto dos Pirineus (Lepoeder). A divisa França - Espanha é sinalizada por uma plaquinha no meio do nada.
Na fonte Roldan, logo após um morro depois do trailler de comida, tem uma fonte com água gelada e WI-FI.
Finalmente começamos a descer. Tínhamos 2 caminhos, um à direita e outro à frente. Escolhemos à frente. A descida é tão forte que tivemos que ir segurando a bike no freio e ir andando ao lado dela. É uma descida no meio de uma floresta, com muitas pedras soltas. Depois tivemos uns trechos bem rodáveis. Todos os problemas que tinham que dar no freio da bicicleta, deram nesse ponto. E era simplesmente impossível manter a bicicleta de pé para regular o freio. Encontramos um brasileiro depois que nos disse que o caminho à direita era no asfalto, bem tranquilo, mas um pouco mais longo.
Chegamos em Roncesvalles às 16:40 e fomos para o albergue Refúgio de Peregrinos de Roncesvalles, que é o único da cidade. A fila era imensa e ficamos mais de uma hora nela. A cama custou 8 euros cada. Ficamos em uns boxes fora da estrutura do Colegiata, com capacidade para 8 pessoas cada. Chuveiro quente e hospitaleiros simpáticos.
Fomos conhecer o pueblo, que basicamente é uma igreja, o albergue e 2 restaurantes.
O menu do peregrino compramos quando pegamos o quarto lá no albergue. Custou 10 euros cada. Servem em dois restaurantes diferentes: um às 19:00 e outro às 20:30. Como chegamos tarde, ficamos com o das 20:30.
Antes do jantar, paramos em um pub onde descobrimos a bebida cañon: uma cerveja, no caso estrela galicia, com uma bebida de limão. Muito bom! Aproveitamos e já pegamos uma boccata e uns chocolates para amanhã (19 euros tudo).
No jantar, sentamos em 6 em uma mesa. A comida estava muito boa: sopa com pão, fritas com peixe ou frango, iogurte de sobremesa e mais vinho e água.
À noite, como aconteceu ontem, tivemos dificuldade de dormir devido aos roncos. Mas o dia foi cansativo...