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MariaEmilia

32 dias mochilando na Bolívia com duas crianças.

Posts Recomendados

[align=justify]Amigos,

 

Como no Fórum já esta cheio de relatos sobre à Bolívia, resolvi escrever um relato diferente, levanto em conta que essa é a segunda mochilada em família que realizo em terras bolivianas. (ao todo só para a Bolívia já foram cinco)

 

Foto

 

Desde minha primeira viagem me apaixonei por essa terra colorida e de gente simples (menos Santa Cruz de la Sierra – mas esse é um capitulo a parte) que é a Bolívia.

 

Quando em Maio de 2009 estava com o planejamento completo para mais uma viagem pela Bolívia e Peru e minha filha Selene resolver ir comigo levando Maria Clara, na época com apenas 3 anos, então eu tive que em apenas 2 semanas rearranjar o planejamento/roteiro para viabilizar a viagem da pequena e experimentei na prática que mochilar com crianças pela Bolívia e outros lugares com altitude elevada dá certo e é uma delícia.

 

Então agora resolvi escrever esse relato para descrever as opções e emoções que é a viagem com os pequenos.

 

Na realidade o planejamento para essa viagem de final de ano começou com outro planos e amizades conseguidas através do Fórum.

 

Um dia acessando o mochileiros achei um post de um rapaz e seu filho que estavam fazendo um planejamento para uma viagem à vários países da América, mas o que me interessou foi a parte da Rota do Che, em Santa Cruz de la Sierra, então começamos a trocar msg. e planejar a viagem.

 

Mas no mês de novembro o maridão resolveu levar seu filho João Pedro de 8 anos com ele, então tive que mudar os planos e resolvi levar Maria Clara também. Então deixei a Rota de Che para outra oportunidade.

 

Ela com apenas 4 anos já fala que vai ser “mochileira” e acho que também vai ser uma fotografa muito boa, inclusive várias fotos postadas aqui são de sua autoria.

 

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Saímos de Cuiabá dia 19 de dezembro com planos de passar o Natal em Santa Cruz e depois seguir viagem para passar a virada de ano em La Paz, mas problemas de $$$$$$$$$$$ atrapalharam nossos planos e somente seguimos viagem de Santa Cruz para La Paz por volta do dia 6 de janeiro.

 

Como sempre nosso roteiro começa em Cuiabá, capital do Mato Grosso e atravessa a fronteira por San Matias, até chegar em Santa Cruz de la Sierra.

 

::otemo:: Dicas ::otemo::

 

:arrow: Agora é obrigatório portar o documento de autorização para viagens internacionais emitido pelo Departamento de Polícia Federal em Cáceres, sem ele você não vai conseguir o Permiccion em San Matias. (Foto)

 

:arrow: Para crianças viajando com somente um dos pais ou com outros parentes é necessário uma autorização registrada em cartório (modelo aqui ou aqui)

 

::otemo::Valores - ::otemo::

 

:arrow: Cuiabá x Cáceres R$ 40,00 (van) ônibus é mais caro (não me perguntem porque, pois não vou saber responder ? ? ? )

:arrow: Cáceres x Distrito de Corixa R$ 17,50 (van ou ônibus)

:arrow: Distrito de Corixa x San Matias entre R$ 5 e 7 (taxi boliviano) com parada na Imigraccion antes do Terminal de Buses, tem que dizer ao motorista que quer parar na Imigraccion primeiro, se não ele vai te cobrar duas corridas.

:arrow: San Matias x Santa Cruz – entre 90 e 110 bolivianos.

 

Para nós a aventura começa em Cuiabá, sempre na véspera da viagem para a Bolívia pois só assim podemos parar em Cáceres e pegar a documentação no DPF (devido ao reduzido números de agentes só funciona em horário comercial, mas de domingo à domingo)

 

No dia da viagem temos que acordar cedo, por volta das 4 horas (com criança é assim, sempre tem que levantar com duas horas de antecedência) para poder pegar a van ou o ônibus das 6 horas rumo a fronteira, que é o Distrito de Corixa, onde fica um Posto Avançado do Exército. Na fronteira é hora de negociar com um taxista boliviano para levar até o Terminal de Buses, mais primeiro fazer uma parada na Imigraccion para dar entrada no país.

 

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No percurso de 100km entre Cáceres e o Distrito de Corixo tem dois postos fixo da Polícia Militar, onde trabalha o GEFRON, que é o Grupamento de Fronteira, que combate o tráfico de drogas e outros delitos próprios de fronteira, no outro Relato já tinha comentado sobre isso, os polícias que nós abordaram dessa vez foram um pouco mais educados, mas mesmo assim continuo dizendo, ainda não estão preparados para lidar com o turista.

 

Em San Matias só existem três empresas de ônibus que fazem a linha para Santa Cruz de la Sierra, com horário entre às 8 e às 10 horas da manhã, se perder esses, só no outro dia.

 

Dessas empresas, a que tem os melhores ônibus é a Empresa San Matias, seguida da Empresa El Carreton e por último a Empresa TransVelasco (mas não vá esperando muita coisa dos ônibus, se der sorte pode pegar o único ônibus com ar-condicionado e se der mais sorte ainda ele não vai quebrar ou furar um pneu no percurso de quase 800 km realizado entre 15 e 20 horas)

 

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No meio do caminho entre as duas cidades, está a cidade de San Ignácio de Velasco, com uma igreja da época das Missões Jesuítas (reformada recentemente).

 

Quem viaja para Santa Cruz via San Matias, sempre chega pela madrugada (se o ônibus não quebrar, que seja bem lembrado), por volta das 3 horas.

 

Se não tiver parentes morando na cidade como nós, é somente sair da estação, que do outro lado da rua verá vários hotéis, pesquise em todos, pois o preço vai variar conforme o humor do atendente e da cara do hospede.

 

Em Santa Cruz você certamente via pagar um dos hotéis mais caro de toda sua viagem (entre 70 e 100 bolivianos), mas não se assuste, essa é a cidade mais cara da Bolívia e não é nada turística.

 

Já no Terminal de Buses em San Matias, fui reconhecida por um casal de mochileiros de Goiânia, o Bruno e a Narirral, eles me reconheceram pelas minhas fotos postada aqui e também porque meu namorado estava com a camiseta dos Mochileiros. Inclusive os dois ficaram hospedados com a gente na chegada à Santa Cruz, até seguirem viagem no outro dia rumo a Cochabamba.

 

Nossos planos era passarmos alguns dias em Santa Cruz, pois tínhamos o apartamento de minha cunhada vazio e a nossa disposição.

 

Em Santa Cruz tem muitas opções para as crianças, quase todos os restaurantes, os famosos “pollos” dispõem de brinquedos infantis que fazem a festa da garotada.

 

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Como era época natalina o Parque Urbano estava todo decorado com enfeites feitos de garrafas pet, muito bonito.

 

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Lá também a noite tem muitos brinquedos para as crianças e a locação de bicicletas de todo tipo. As crianças faziam a festa, todas as noites.

 

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Outro local que as crianças gostam muito é o Playland, que fica localizado no km 32 da carretara que vai para Cochabamba. Lá tem várias piscinas, taboáguas para crianças e adultos, campo de futebol, um parque de diversão. Está localizado dentro de uma imensa área verde. Só o que não funciona a contento é a lanchonete, ela é arrendada para uma grande rede de restaurante, os “Pollos Toby”, lá tem poucos funcionários e você fica horas na fila esperando para ser atendido (a comida é boa – vende somente lanches). Então uma opção é levar lanches e refrigerantes dentro da mochila (uma placa na entrada diz que não pode, mas todos levam e as mochilas não são revistadas na entrada).

 

Foto

 

Na noite de Natal, fomos levar as crianças na Plaza 24 de septiembro, que também estava toda decorada com arranjos natalinos e depois voltamos para casa, pois a ceia nos esperava.

 

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Nossos planos era depois do natal seguirmos para La Paz, mas problemas bancários nós fizeram adiar a viagem por alguns dias, então também passamos a virada de ano em Santa Cruz.

 

 

Compramos uma garrafa de champanhe espanhola, alguns fogos de artifícios e brindamos a entrada de 2010 na Plaza 24 de septiembro junto com vários turistas de diversas nacionalidades e muitos “camba” que é o cruzeño autêntico e que não gosta dos indígenas e de Evo Morales.

 

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No lado esquerdo da igreja, tem um shopping, onde no alto do terraço tem um clube, lá devia ter uma banda brasileira, pois logo depois da virada do ano a primeira música que tocou foi Tropicana de Alceu Valença seguida de várias outras músicas brasileiras.

 

Foto

 

Como estava em casa em Santa Cruz e com um micro à disposição quase todos os dias acessava o site dos mochileiros. Inclusive consegui algumas dicas de viagem para ValleGrande e Samaipata para o Trosko.

 

::otemo:: Dicas ::otemo::

 

:arrow: Saem vans de Santa Cruz para Samaipata do Sindicato de Transporte “Florida”, da Avenida Omar Cháves Ortiz, 1147 esquina com Soliz de Oguim, ao lado do Residencial Señor de los Milagros, desde por volta das 6 horas da manhã até às 21 horas, é só completar 7 pessoas. O valor é 30 bol. por pessoa.

 

Foto

 

:arrow: A avenida Omar Cháves Ortiz é continuação da Avenida Cañoto ou 1º anillo.

 

:arrow: Da avenida Cañoto (Zona La Ramada) também saem trufis (táxis-lotação) para Samaipata e outras localidades ao valor de 40 bol. por pessoa.

 

:arrow: Da calle Isabel la Católica, esquina com Cañoto também saem minibus todos os dias para ValleGrande, às 19 horas, o valor da passagem é 50 bol.

 

:arrow: Da Plaza Oruro (lá chamam de plazuela) saem os ônibus para as várias localidades nos arredores de Santa Cruz, como Samaipata, ValleGrande, Buena Vista, Puccará e outras, quem chega no Terminal Bimodal e quer ir para esse local é somente tomar um minibus que vai para La Ramada pela Avenida Grigotá e pedir para descer na plazuela, que fica no 3º anillo.

 

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:arrow: Para ValleGrande os ônibus são do Sindicato 24 de Septiembro e saem às 10, 14 e 18 horas, o valor da passagem é 60 bol. e a viagem dura cerca de 6 horas.

 

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:arrow: Apesar de Santa Cruz ser uma das cidades mais caras de toda a Bolívia, se não à mais cara, vale a pena comprar algumas coisas para frio, se você vai seguir direto para o Salar sem passar primeiro por La Paz.

 

:arrow: As compras podem serem feitas nas feiras La Ramada, Los Posos, Mutualista, 7 Calles e Bairro Lindo (somente dias de quarta-feira e sábado).

 

:arrow: Com exceção das feiras Mutualista e Bairro Lindo, que estão localizadas dentro de grandes galpões, as demais ocupam várias ruas.

 

:arrow: La Ramada é a mais suja e dessarumada de todas, mais é onde você vai encontrar de tudo o que possa imaginar, de comida à roupas, passando por eletrônicos e perfumes (esses não compensa comprar lá)

 

:arrow: Na 7 Calles tem umas lojas de caça e pesca que vendem algum material técnico, como sacos de dormir, roupas, mochilas e outros, mas não é grande coisa.

 

:arrow: A feira do Bairro Lindo é o local mais caro de todos, lá você vai encontrar muito brasileiro fazendo compras.

 

:arrow: Para chegar nessas feiras, estando hospedado nos hotéis em frente ao Terminal Bimodal é somente pegar um minibus, no vidro dianteiro dos mesmos esta escrito o itinerário deles, aí você pede para o motorista parar lá, a passagem custa 2 bol.

 

:arrow: Nas várias cidades bolivianas você sempre vai encontrar lojas da Fair Play Store, em Santa Cruz e La Paz tem várias em diferente locais e os preços vão diferir de uma para outra, para maior ou menor. Lá você encontra tênis, roupas e mochilas/malas.

 

:arrow: A valor da entrada no Playland é único a partir dos 2 anos de idade em 30 bol. Para chegar lá é só pegar o minibus nº 119 no 1º anillo e pedir para o motorista parar em frente, o valor do passe é 2 bol.

 

:arrow: Em Santa Cruz um lugar muito legal e com vários barzinhos e restaurantes, além do bairro Equipetrol, é a Avenida Monseño Rivero.

 

Depois de passar quase 20 dias em Santa Cruz de la Sierra seguimos viagem para La Paz, compramos passagem na Empresa TransCopacabana MEM em um ônibus semi-cama de 3 fileiras com saída prevista para às 19:30 pelo valor de 140 bol. cada passagem.

 

Os ônibus com saída noturna de Santa Cruz sempre atrasam, pois são muitas as saídas e um tem que ficar esperando o outro para poder parar no pátio de embarque.

 

No guiché da empresa nós prometeram que o ônibus tinha baño, cobertor e tv e não é que tinha mesmo, e o melhor de tudo, em perfeito funcionamento.

 

O ônibus era muito confortável, pois os de três fileiras tem a vantagem das poltronas serem maior. Depois de algum tempo da saída o motorista colocou uma película que até a metade do filme o áudio foi em português, depois alguem reclamou e ele trocou o áudio para espanhol.

 

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Viagem tranqüila, depois de vários acidentes com vitimas fatais que tinha acontecidos nos dias anteriores, nessa mesma carretera.

 

Maria Clara novamente passou mal e vomitou chegando em Caracollo, que é aquele trevo na carretera entre La Paz e Oruro, mas dessa vez tinha viajado preparada e logo ela foi medicada com Dramim e já se sentia melhor, somente com algum enjôo.

 

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Chegamos em La Paz por volta das 11 horas da manhã e como sempre tiramos a foto tradicional em frente ao Terminal de Buses, depois negociamos com um taxista para nós deixar no hotel Torino. Chegando lá a recepção estava cheia, principalmente de argentinos. O hotel também estava com lotação completa. Como somos conhecidos e choramos um pouco, conseguimos uma habitaccion com três camas e baño privado, mas somente até o outro dia pelo valor de 210 bol.

 

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Outra coisa ruim que descobri, foi que minha mochila tinha sido aberta e revirada por dentro da capa, mas o bom é que não sumiu nada, mesmo porque não tinha nada de valor dentro dela.

 

 

Subimos para tomar um banho e descansar um pouco. Depois Jailson saiu para cambiar uns dólares e procurar outro hotel, pois estávamos na fila de espera do Torino e com a possibilidade de “sermos despejados” no outro dia, pois o quarto que estávamos tinha reserva confirmada para o dia seguinte e com a possibilidade de não vagar outro.

 

Depois de descansar um pouco, dei um banho nas crianças e fomos passear na Plaza Murillo, como sempre Maria Clara adorou dar comida para as “palomitas” ela e João Pedro brincaram demais. A praça estava lotada de famílias locais e turistas pois era sábado e a tarde estava ensolarada, depois de vários dias de chuva. A seguir fomos dar um passeio pela peatonal, onde tem a feirinha para comprar luvas e tocas para João Pedro, aliás esse foi um dos últimos dias da feirinha, pois ela foi fechada, não sei porque, perguntei para os locais e para a polícia, mas ninguém quis falar nada.

 

Depois encontramos Jailson que disse que tinha encontrado outro hotel e reservado para o dia seguinte, inclusive já tinha até pago a diária adiantada, esse hotel fica na calle Illampu, a rua dos “gringos” como é chamada por lá.

 

A noite saímos para jantar e passear pela região da igreja de San Francisco. Lá tem um carrossel manual que faz a festa para Maria Clara, até João Pedro que já esta grande para esse tipo de brinquedo gostou.

 

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No outro dia acordamos por volta das 9 horas e já descemos com as bagagens para mudar de hotel, nem perguntamos se tinha vagado algum quarto. A recepção continuava cheia de mochileiros, outra vez a maioria era de argentinos, aliás essa foi a viagem que mais encontramos argentinos.

 

Pegamos um táxi e fomos para o novo hotel, gostei bastante do quarto, um pouco menor que os quartos do Torino, mas mesmo assim muito bom, esse tinha uma cama de solteiro (bem grande, quase do tamanho de uma de casal) e uma cama de casal, tv a cabo e banheiro privativo, além de uma janela que dava para a lateral que iluminava o ambiente.

 

Depois saímos para ir para a Mallasa, chegando lá decidimos ir no Zoológico, eu e Maria Clara já conhecíamos, pois tínhamos ido lá na viagem passada, Jailson e João Pedro é que não.

 

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Como era domingo o Zoológico estava lotado, outra coisa interessante é que lá tudo é muito limpo e bem cuidado e as pessoas respeitam as placas de não dar comida para os animais.

 

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Depois de percorrer todo o circuito do zoo e bater muitas fotos, saímos e fomos até o comedor local para almoçar, lá a maioria das tendas vende comidas feitas na brasa, uma delícia, comemos trucha e pollo na leña.

 

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As crianças queriam andar de cavalo, então fomos até a parte de trás do zoo onde as cholas alugam cavalos, motos e quadratrack.

 

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Alugamos um quadratack e as crianças foram passear com Jailson, eu fiquei esperando os três e fotografando. Depois saimos os quatro para dar um passeio à cavalo.

 

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Já no finalzinho da tarde voltamos para o centro da cidade. Nossa vontade era ter ido em El Alto assistir as lutas das cholas, que acontece todo domingo a partir das 16 horas, mas as crianças não iriam gostar desse programa e estávamos dispostos a deixar elas comandarem os passeios na maior parte do tempo.

 

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Chegando na plaza de San Francisco, Jailson encontrou um amigo que nos levou até a tenda de sua esposa, que vende produtos indianos, Maria Clara vestiu uma roupa e teve algumas aulas de dança, no final Jailson acabou comprando a roupa para ela.

 

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Na segunda-feira por volta das 11 horas encerramos a conta, guardamos nossas mochilas cargueiras no deposito do hotel e rumamos para Copacabana.

 

::otemo::Dicas ::otemo::

 

:arrow: No Terminal Bimodal você tem que pesquisar os preços das passagens nas várias empresas, pois elas variam entre 100 e 190 bol. para La Paz.

 

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:arrow: Hostal Gloria, na calle Illampu, muito bom, ficamos primeiro em um quarto com duas camas(209) e depois em um com três camas(210) com banheiro privativo e tv a cabo, pelo valor de 140 bol.

 

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:arrow: Nesse hostal tem lavanderia (6 bol./kg.), intenet (3 bol./hora), agencia de turismo (Alberth Tuor, da Marislavia, já comentada aqui no Fórum e Sandra Tuor, mas essa estava lacrada pela agencia oficial de turismo ? ? ? ), mini mercado e restaurante no 1º piso (Narguila). Aliás a comida desse restaurante chinês é uma delícia.

 

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:arrow: Para quem ocupa quartos a partir do 3º piso pode utilizar o elevador, se bem que algumas vezes utilizamos o mesmo, só que se você esta hospedado no 2º piso, tem que ir até o 3 e descer um lance de escadas, mas como para baixo “todo santo ajuda”

 

:arrow: Para ir para a Mallasa é só tomar o minibus amarillo nº 11 ao lado da igreja de San Francisco e descer no final da linha, que é em frente ao Zoo, Parque Nacional Valle del Sol, esse ônibus também passa em frente ao Valle de la Luna. O valor da passagem é 1,5 bol.

 

:arrow: A entrada no Zoo é 3,50 bol. para maiores e 1,50 bol. para menores de 5 à 12 anos.

 

:arrow: O valor do prato pronto no comedor local da Mallasa é 15 bol. pode ser trucha ou pollo e acompanha arroz, salada e choclo.

 

:arrow: A passagem para Copacabana, nos ônibus que saem de frente ao cemitério ainda está custando o valor de 15 bol. A passagem do barco para travessia em Tiquina também continua pelo valor de 1,5 bol.

 

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:arrow: De La Paz para Copacabana os ônibus saem desde às 7 horas até por volta das 18 horas e de Copacabana para La Paz desde às 8 até às 19 horas.

 

:arrow: Quase em frente de onde saem os ônibus para Copacabana, tem uma tenda que vende mapas de toda a Bolívia e alguns livros sobre alta montanha, trilhas e coisas do gênero, toda viagem compro alguns para a minha coleção, que já está bem grande.

 

 

Chegamos em Copacabana por volta das 16 horas e descemos a rua principal procurando hotel, achamos um que ainda esta em construção, mais os três primeiros pisos já em funcionamento, o dono é meio “rabugento” mais mesmo assim o hotel é razoável e pelo preço de 100 bol. um quarto com três camas de solteiro, banheiro com uma boa ducha de água caliente e tv local.

 

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Depois de instalados saímos para passear e como sempre Maria Clara queria andar de “patinho”, que são os pedalinhos, ela adora isso e não tem medo, ao contrário da mãe dela que morre de medo.

 

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Depois do passeio, paramos em um restaurante para comer alguma coisa, pois até essa hora ainda não tínhamos almoçado nada. Comemos uma trucha deliciosa bem na beira do lago Titicaca, com o vento nos brindando. Quando acabamos subimos rumo ao hotel, para tomar banho, aí as crianças encontraram um cachorro muito bonito, que seguiu-as, elas lhe deram o nome de Nick. Ele foi companheiro delas até nossa volta para La Paz, inclusive ficaram chorando pois queriam trazer o cachorro para o Brasil.

 

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Por volta das 21 horas saímos para comer mais alguma coisa antes de dormir e paramos no restaurante do hotel ? ? ? , pedimos um “chupe de camarones” uma delícia, embora o preço seja um pouco salgado para os padrões bolivianos (mais uma pechincha se comparados com os preços brasileiros) = 68 bol. Nesse restaurante boa música brasileira é um ótimo atendimento, além da comida que é uma delícia. Depois fomos dormir, pois no outro dia cedo iriamos para a Isla del Sol.

 

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Saímos por volta das 8:30 do cais de Copacabana rumo a Isla del Sol, o tempo estava muito bom, sem ventos e a viagem foi perfeita para as crianças (no dia anterior tinha chovido à tarde e à noite).

 

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Descemos no lado norte e como estávamos com crianças não íamos fazer nenhuma trilha, seguimos morro acima até onde tinha o restaurante de um colombiano, o Matraka, mas ele estava fechado, ficamos no alto, apreciando a paisagem e tirando fotos por algum tempo e depois resolvemos voltar para a praia. Nesse ponto João Pedro começou a passar mal e vomitar, mas tínhamos levado Dramim e ele foi medicado.

 

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Jailson foi com João Pedro procurar um restaurante para comermos, mas Maria Clara quis ficar na praia e tomar banho, pois não é mesmo que entrou na água super-fria do Titicaca, só quem estava tomando banho eram uns rapazes e ela, as mulheres não tinham coragem de entrar na água. Ela ainda ficou brincando na beira do lago por quase por 40 minutos, depois chamei-a para ir embora, com medo que pegasse um resfriado.

 

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Quando cheguei no restaurante Jailson já tinha pedido o almoço, outra vez comemos trucha, aliás essa é sempre nossa pedida estando em La Paz ou Copacabana e as crianças também adoram.

 

Esse restaurante onde comemos é também um hostal, dei uma olhada nos quartos e achei bons, alguns tem banheiros privados, outros não. Depois do almoço descemos para o cais para esperar a hora da saída do barco para o lado sul. Quando chegamos no lado sul da ilha fomos deitar no gramado e deixar o tempo passar, as crianças ficaram brincando. Jailson encontrou aí um cara com a camiseta do MST.(? ? ? )

 

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Na viagem de volta para Copacabana, ainda paramos nas Islas Flotantes Mirador del Inca, que ficam cerca de 20 min. de Copacabana e onde se pode tomar uma cerveja e observar a criação de truchas, a parada aí dura 30 minutos.

 

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Chegamos em Copacabana por volta das 17:30 e enquanto fomos comer outra vez trucha no Flor de mi Tierra, as crianças foram andar de bicicleta e jogar pebolim.

 

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A noite fomos comer uma pizza no Pub Pueblo Viejo, local aconchegante e que serve umas das melhores pizas que já comi nesses últimos anos.

 

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No outro dia acordei cedo e fui passear com as crianças pela praça 2 de febrero, em frente a Catedral, lá estava acontecendo o batizado dos carros, o Ch'alla, é muito interessante. Depois voltamos ao hotel e Jailson já tinha acordado, então por volta das 11 horas encerramos a conta e fomos para a praça procurar um ônibus para voltar para La Paz, mas chegando lá resolvemos dar um passeio até a fronteira, então tomamos um táxi até Kasani e depois um moto-taxi até Yunguyo. O dia estava frio e estava até garoando um pouco. Mas mesmo assim o passeio foi bom. Depois voltamos a Copacabana e seguimos para La Paz, choveu quase a viagem inteira.

 

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::otemo::Dicas ::otemo::

 

:arrow: Hostal Arco Iris del Lago(Copacabana), entre 30 e 40 bol. por pessoa , pode dar uma chorada, o dono é meio “rabugento” mais mesmo assim, concede algum “regalo”

 

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:arrow: Restaurant Flór de mi Tierra (Copacabana), fica na esquina da rua principal com a praia, trucha ao valor de 17 bol.

 

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:arrow: Passagem ida e volta para Isla del Sol, lado norte e lado sul, com parada na volta nas Islas Flotuantes = 20 bol.

 

:arrow: Hostal e Restaurant Inka Uta (Ch'allapampa), logo na entrada do lado norte, depois do cais = 35 bol. por pessoa + 5 bol. se quiser tomar banho de água quente. Os quartos são coletivos com três camas.

 

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:arrow: Para entrar do lado sul (Yumani) você tem que pagar 5 bol. logo que desce do barco no cais. No lado norte (Ch'allapampa) só paga se quiser visitar o Museu (5 bol.) ou for fazer a trilha (10 bol. atravessa a ilha de norte a sul e 5 bol. as ruínas)

 

:arrow: Ingresso nas Islas Flotantes Mirador del Inca = 2 bol.

 

:arrow: Aluguel de bicicletas = 5 bol. / 30 min.

 

:arrow: Aluguel de pedalinhos = 20 bol. / 30 min.

 

:arrow: Pebolim = 1 bol. / 4 partidas

 

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:arrow: Aluguel de moto = 50 bol. / 30 min.

 

:arrow: Passeio em embarcações típicas, feitas de fibra tutora, até a boca do sapo (depois da armada boliviana) = 40 bol.

 

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:arrow: Copacabana x Kasani = taxi 3 bol. e van 2,50 bol.

 

:arrow: Kasani x Yunguyo = moto-taxi (riquixás motorizados) 3 soles

 

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:arrow: Em Yunguyo descobrimos que por volta das 12/13 horas saem vans com destino a Puno cobrando entre 5 e 16 soles.

 

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:arrow: Na casa de câmbio que tem em Kasani (aquela amarelinha) a cotação do real estava valendo 1,90 soles (muito boa)

 

:arrow: Se você está em Copacabana e quer ir para Sorata ou vice-versa, não necessita voltar até La Paz, é só ir até Huarina e de lá pegar uma van ao preço de 6 bol.

 

:arrow::arrow: Alguns preços de hotel em Copacabana (Janeiro/2010)

 

:arrow: Brisas del Titicaca = 180 bol. / matrimonial com baño privado e água caliente

:arrow: Hostal Elenita = 40 bol. por pessoa (freqüentado pela galera que gosta da marijuana)

 

 

De volta a La Paz, aproveitamos para passear um pouco mais pela cidade, andamos pelas ruas centrais e depois fomos até o Parque Urbano, onde depois da Avenida del Ejercito tem um parque de diversões com brinquedos eletrônicos que as crianças adoravam.

 

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No outro dia cedo, fui com as crianças no Mercado Buenos Aires comprar algumas coisas e passear. Nas calle Illampu, Tumusla e arredores as cholas que vendes roupas nas ruas, agora só podem ficar vendendo seus produtos no horário das 6 às 9 da manhã, depois tem que recolher tudo, pois à rua tem que estar limpa às 10 horas quando as lojas abrem. Só o que pode ficar são aquelas tendas fixas e os vendedores com carrinhos, mas tem que ficarem circulando, não podem ficarem parados, a polícia fica de longe, tomando conta de tudo.

 

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Um local ótimo para passeios com as crianças são os miradores, do Mirador Killi Killi se tem uma vista maravilhosa, quase um ângulo de 360 graus de La Paz. Além do mais ainda tem um parquinho com brinquedos. Fomos para lá de minibus, quando chegamos estava chovendo fino, as crianças brincaram um pouco, batemos algumas poucas fotos (em toda nossa estadia em La Paz, não conseguimos avistar uma única vez o Illimani) e depois descemos as ladeiras e escadas estreitas rumo ao Estádio Hernando Siles, conseguimos entrar para bater fotos, ele estava em manutenção para o jogo da terça-feira seguinte. Seguimos a pé rumo ao Parque Urbano Central, lá tem aluguel de bicicletas e vários brinquedos para as crianças. Nesse dia estava acontecendo uma reunião para dividir o local para a realização da feira da Alasitas, que seria dia 24 de janeiro.

 

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O Parque Urbano Central é uma imensa área, com alguns locais ainda em construção. Caminhando um pouco mais, se chega ao inicio da Via Balcón, que é uma imensa passarela de pedestres que leva até o Mirador Laikacota, esse mirador tem vários brinquedos e uma vista espetacular da zona oeste de La Paz. Aí também tem uma estação meteorológica.

 

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Mais depois de 8 dias em La Paz era hora de retornar para Santa Cruz de la Sierra e Cuiabá, pois as férias estavam acabando e deixando um gostinho de saudades e ainda muita coisa para conhecer nas próximas viagens.

 

Passamos mais alguns dias em Santa Cruz e depois retornamos para Cuiabá.

 

As crianças simplesmente amaram a viagem e já estão pensando nas próximas férias e para onde iremos.

 

 

::otemo::Dicas ::otemo::

 

:arrow: Cuidado com seu pertences no Mercado Buenos Aires, conhecemos um brasileiro que foi assaltado no coração da feira, que é a esquina das calles Buenos Aires com Max Paredes, jogaram algo em seu rosto, que o deixou cego por alguns minutos, enquanto “faziam a festa” levaram câmera, dólares, óculos.

 

:arrow: O Mercado Buenos Aires também é conhecido como Uyustus, são várias ruas, onde se encontra de tudo, é lá que se pode conhecer um pouco o modo de vida da população aymará.

 

:arrow: Para chegar ao Mirador Killi Killi pegar o minibus nº 232, 330,321 ou 329 na calle Yanacocha esquina com Comercio e descer em frente a escadaria do mirador, que fica na Villa Pabon.

 

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:arrow: Do Mirador Killi Killi para o Estádio Hernando Siles, é só descer as escadarias e ladeiras.

 

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:arrow: Em frente ao Estádio Hernando Siles tem uns cambistas, no dia 06 de janeiro a melhor cotação de dólares estava lá, entre 7.06 e 7.08 bolivianos.

 

:arrow: Para ir direto para o Parque Mirador Laikacota, tomar o minibus nº 247, 259, 279 ou 283 desde a calle Juan Josè Pérez e descer na Avenida del Ejército.

 

:arrow: O ingresso no Mirador Laikacora é 1 bol./ menores entre 6 e 11 anos e 3,50 bol. / maiores, com direito a uso do banheiro.

 

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:arrow: Nesse mirador tem um comedor, a comida é uma delícia e o preço bem em conta, até o refrigerante é mais barato que na cidade. Acho que porque é freqüentado quase que totalmente pelos locais, com poucos turistas.

 

:arrow: Subindo a calle Sagárnaga e dobrando a direita na calle Illampu é somente subir três quadras que chega na Praça Eguino, aí você sobe a calle Tumusla, que no horário das 6 às 9 horas tem as cholas vendendo nas ruas roupas de frio de todos os tipos e de ótima qualidade, depois desse horários as coisas tem que serem recolhidas pois às 10 horas o comércio local abre as portas, então as ruas tem que estarem limpas (antes os dois conviviam bem, os informais e as lojas, mas agora não, perguntei porque, mas não obtive respostas)

 

:arrow: Quando você dobra à esquerda e caminha mais dois quarteirões chega no Mercado Rodriguez, que é uma grande feira onde vende todo tipo de comida pronta é por fazer.

 

:arrow: Na calle Illampu tem várias lojas vendendo material out door, além da Tatoo, as mochilas mais baratas ficam na Tienda Doite de propriedade da Grace. Essas lojas ficam localizadas no perímetro entre a Sagárnaga e Graneros. No Bazar Aleman, tem vários produtos de camping Doite à um bom preço.

 

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:arrow: Na Illampu tem a Pizzaria Italiana, a pizza é enorme e custa somente 60 bol. mas tem que dá uma chorada para conseguir esse preço.

 

:arrow: No Restaurante Alo Cubano, na Sagárnaga, a comida é muito boa, funciona de segunda a sexta para almoço, até por volta das 18 horas, sábado somente a partir das 17 horas e domingo é fechado.

 

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:arrow: No 1º piso do Hostel Glória funciona o Restaurant Narguila, comida chinesa muito boa, a sopa é uma delícia.

 

:arrow: Uma maneira de economizar na passagem de volta entre La Paz para Santa Cruz é primeiro pegar um ônibus até Cochabamba e de lá outro até Santa Cruz.

 

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:arrow: Passagem pela Trans Copacabana S/A até Cochabamba 43 bol. ônibus muito bom saindo de La Paz às 12 horas.

 

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:arrow: Passagem pela El Dorado de Cochabamba até Santa Cruz 32 bol.ônibus bom, saindo de Cochabamba às 20 horas.

 

:arrow: No Terminal de Buses em Cochabamba as nomeclaturas estão escritas em espanhol em quíchua.

 

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:arrow: Em Cochabamba, em frente ao Terminal de Buses tem uma feira, La Cancha, lá tem tudo que você possa imaginar e muitas roupas para frio, por um preço melhor que em Santa Cruz, porem uma pouco mais caro que em La Paz.

 

:arrow: Se você gosta de fotografar a vida local um bom lugar é El Alto, principalmente nos dias de sábado, quando tem várias feiras populares.

 

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Gostaria de deixar algumas impressões do que, na minha opinião é mochilar com crianças.

 

Não resta dúvida que você vai se cansar mais, se estressar mais, vai carregar mais peso, mais também vai ficar muito feliz por ver o rostinho alegre das crianças a cada descobertas de coisas e lugares novos, até então inimagináveis.

 

Claro que você não vai poder ir naquela boate da moda, ou fazer aquela trilha muito comentada, os passeios vão ter que serem adaptados, mas mesmo assim é tudo de bom e até divertido, ir nos locais que certamente você não iria se não estivesse com elas.

 

A bagagem sem dúvida duplica de peso, por exemplo, eu e meu namorado levamos duas mochilas cargueiras, além duas de mochilas de ataques e uma bolsa com remédios, mamadeiras e bonecas para Maria Clara, além do Playstation de João Pedro. Também levamos uma mala extra com roupas para verão, já que íamos passar muitos dias em Santa Cruz de la Sierra (lá é bem quente e essa mala ia ficar no apartamento de minha cunhada). Na volta essa bagagem sempre aumenta um pouco de peso (as vezes muitooooooo) devido as compras.

 

Agora é voltar ao trabalho, mas sem deixar de pensar para onde será a próxima mochilada.[/align]

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Olá!!! "devorei" seu relato em 1 minuto!!! ::otemo:: adorei...

fiquei relembrando miha mochilada ano passado com meu filho,na epoca c 3 anos tb... ::Cold::

ficou a vontade de pisar erm terras bolivianas tb..como estou começando a organizar nosso proximo roteiro...quem sabe???rsrsrs..abraços!!! :P

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Maria Emilia, amei seu relato!! Muito obrigado por compartilha-lo conosco, principalmente com essa riqueza de detalhes. Isso é ótimo para quem que nem eu, viaja com crinças. Parabéns pela bela familia!! Abraços querida...

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Oi Maria Emília, tudo bem?

Também irei mochilar com crianças na Bolívia... ::hãã2:: queria saber se suas crianças sentiram alguma coisa quando chegaram lá, tipo enjoôs, dores... ::xiu:: se sentiram, como você fez? ::hein:

estarei indo saindo de Porto Velho, Guayamirim, de ônibus e estou preocupada com os sintomas por conta da altidude...o que vc sugere??? ::sos::

Bjsssss ::cool:::'>

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Olá,

 

Somente agora vi sua msg, espero que não seja tarde para responder.

 

Quanto ao mal estar, Maria Clara somente passou mal, no ônibus, em duas viagem de ida, numa localidade chamada Caracollo, que é um entroncamento entre Oruro e La Paz, que tem uma altitude de + de 4000 mil metros. Mais levei Dramim infantil, que foi indicado pela pediatra, ela foi medicada e quanto chegou em La Paz, o enjôo já tinha passado.

 

João pedro sentiu a altitude na Isla del Sol, mais foi medicado com o mesmo remédio e logo estava bem.

 

As crianças logo recuperam o mal estar. Essa é a minha experiência.

 

Boa trip para você com seus pequenos. Na volta não deixe de nos contar como foi sua estada.

 

Maria Emilia

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quero ir de salvador pra santa cruz de carro em julho 2013 ... gostaria de saber sobre o trecho cacres - santa cruz, é possivel ir de carro onde dormir.... muito obrigado

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Foi Reconfortante este relato

Tambem viajarei em familia só que meu pequeno tem só 2 anos agora em Fevereiro, pra quem nunca viajou com criança fica receoso, mas nao posso perder a oportunidade de rever este lugar que tanto amo!!!

Preocupaçao maior com as reaçoes, se passar mal, eu ja estou acostumada, ja fui pra lá 3 vezes, agora com criança é diferente...

Vamos que vamos!!!

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