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Carrancas, MG - dezembro de 2016 (5 dias)


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Meu povo, nesses ultimos dias estive em um lugar encantador e resolvi compartilhar mais essa experiencia :D

 

Como ir

Fomos de carro. Do Rio até Carrancas foram aproximadamente 400km e 4 pedágios.

 

Para ir de onibus nao sei mt bem, mas a informaçao que obtive no local é que tem que ir até Lavras e de lá tem ônibus para Carrancas, apenas 2 horários por dia, um na manhã e outro a tarde.

 

Obs: em Carrancas tem posto de gasolina.

 

Em Carrancas nao há transporte público, então é preciso de um veículo para ir até os complexos, vi mt gente circulando de bike tb.

 

Hospedagem

 

Ficamos no camping Sossego do Jeca.

Pagamos R$35 a diária no "racho", por pessoa. O camping está localizado bem no Centro de Carrancas, vc consegue acessar banco, restaurante, mercado..

A estrutura é boa. Banheiro, cozinha limpos.

 

Essa ideia do rancho eu achei incrível, nunca tinha visto essa estrutura em camping. Sua barraca fica em um local coberto vc tem uma tomada e luz exclusivas. Adorei! ::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'>

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A ida foi pela 040 até Barbacena e depois a 265. A dica é ir seguindo as indicações para Tiradentes e São João Del Rey que são cidades mais famosas.

 

Parei em Tiradentes para almoçar e dar uma voltinha.

 

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O almoço foi no "Bar do Celso", localizado na praçacentral, onde ficam as charretes. O prato para 1 pessoa serviu 2, comida simples e preço justo, total de R$50, com as bebidas.

 

De Tiradentes seguimos viagem até Itutinga, onde entrei e peguei a estradinha para Carrancas. Estrada asfaltada e em boas condições. Eu utilizei um aplicativo com mapa para chegar no local, mas há sinalização.

 

Depois de barraca montada e banho tomado, fomos procurar um lugar pra tomar uma cerveja e comer algo. Paramos na "Pizzaria Jardins", pizza gostosa e Brahma gelada, total de R$49.

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Tomamos café da manhã na padaria da praça. Comemos pães de queijo (nao é o pão de queijo que estamos acostumados, é um aerado, que parece mais um biscoito polvilho mole) e tomamos café. Total de R$7 (mt barato :o )

 

Para ir até a cachoeira da fumaça há placas indicativas na cidade, depois vc pega a estrada de chão principal e segue até a placa que indica a cachoeira a direita. A cachoeira da fumaça nao é liberada para banho, entao é só a hora de tirar uma foto e continuar o passeio. Há outras cachoeiras além da fumaça, como a Serrinha, ali no mesmo complexo, mas eu acabei nao conhecendo.

 

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Voltei para a "estrada principal" e segui até o Complexo Vargem Grande. Na entrada há um bar/restaurante para quem preferir almoçar por lá.

 

Tem uma estrutura na entrada onde há um cartaz solicitando colaboração, mas nao é cobrado nenhum valor, a contribuição é voluntária.

 

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A primeira parada foi no Beija-flor, onde tem algus pequenos poços para tomar banho. A parte boa é que devido as pedras e o sol a água nao é mt gelada, dá pra entrar sem congelar :D

 

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Depois seguimos para o Três irmãos, que foi o local que mais gostei desse complexo. São vários locais para banho e tem uma vista incrível!!! ::love::

 

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É preciso cruzar o rio para seguir para a Esmeralda, cachoeira linda e com um grande poço para banho.

 

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Na volta paramos no Louva-deus, onde paramos pra dar um mergulho e dar uma descansada na sombra.

 

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As trilhas nao sao dificieis, mas uma pessoa com dificuldade de locomoção talvez nao consiga chegar até a Esmeralda, pois tem momentos em que é preciso subir e descer "parede" e passar sobre pedras. Mas crianças e idosos estavam no local.

 

Achei a sinalização um pouco precária ::bad::

 

Obs: usem e abusem do protetor solar. O sol é mt forte e há poucas áreas de sombra. ::mmm:

 

 

Na volta paramos para almoçar no restaurante Adobe, que está localizado na praça principal. Optamos pelo feijão tropeiro para 2 pessoas. A entrada está inclusa no valor do prato. Eu que estava na expectativa de comer a deliciosa comida mineira saí de lá bem decepcionada, achei que faltou tempero, que a comida nao tinha nada demais. Total de R$120, com as bebidas.

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Nesse dia, após conversar com os moradores da cidade fomos parar na Padaria Gema, e nao nos arrependemos, variedade e qualidade nos produtos vendidos.

Aconselho a experimentarem a pamonha assada, achei uma delícia, coisa de louco! ::love::

 

Antes de irmos para a trilha sempre passávamos no mercado para comprar umas frutas e biscoitos para enganar o estomago durante o dia de cachoeiras.

 

Os complexos da Toca e da Ponte ficam próximos a cidade, vc pega a estrada como se estivesse retornando para Itutinga e, após a ponte sobre o rio Carrancas, vc vai avistar a entrada para os 2 complexos, um de cada lado da estrada.

 

Começamos pelo lado direito, Complexo da Ponte.

 

Logo após sair da estrada terá uma entrada a direita, onde vc deixa o carro próximo a uma área de camping e inicia a trilha. Havia uma pessoa cobrando R$5 da entrada e sinalizando a trilha a ser seguida.

 

Achamos a trilha mt mal sinalizada, o ruim é que como nao há placa indicativa, vc nem sabe em que cachoeira está se banhando. Vou colocar aqui os nomes pelo que pesquisei na internet, mas nao tenho como afirmar que estava nessa cachoeira :lol::lol:

 

Fomos direto pro moinho, onde tem diversos poços para banho e rolou até uma hidromassagem ::otemo::

 

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Depois retornamos e fomos a primeira caxhoeira do complexo, a do Salomão, tb chamda de tico-tico.

Essa cachoeira vc chegar por cima, mas há um acesso para vc chegar até a base da cachoeira.

 

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Obs: a trilha é bem tranquila e curta.

 

Depois voltamos ao carro, cruzamos a estrada e fomos em direção ao Complexo da Toca.

 

Lá havia uma pessoa cobrando valor de R$8 para entrada no local.

 

Após uma pequena caminhada chegamos ao escorrega. Não é nada demais, é pequeno, mas dá pra brincar, principalmente crianças.

 

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Um pouco acima há um poço, uma pequena queda d'agua.

 

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Depois se pega a trilha para os famosos poços do coração e do coraçãozinho.

 

Os dias em que estive em MG choveu bastante a noite e essa parte da trilha estava com mt lama (ou talvez seja sempre assim :lol: ), o que dificultou a ida até o poço, mas chegamos mesmo com a lama nas canelas em alguns pontos da trilha.

 

O poço do coração é lindo, tem um poço onde as pessoas pulam e tem uma queda na parte direita, que parece um box, onde vc entra pra tomar uma ducha, uma delícia. :D

 

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Próximo ao poço do coração tem o do coraçãozinho, onde as pessoas entram e para sair passam por uma fenda sob a água. Tinha uma galera fazendo isso, mas eu sou mt medrosa, só assisti.

 

O lugar é lindo, dá vontade de ficar horas por lá.

 

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Na volta fizemos uma outra trilha, que estava seca. Fomos em uma trilha que era mais afastada do rio, e praticamente nao tinha lama. Resumindo, fizemos uma trilha cheia de lama de horrível acesso a toa ::putz::

 

Almoçamos no Recanto Bar, Restaurante e Café. O restaurante tem pratos a la carte e self service por kg também. Optamos pelo buffet mesmo. Comida simples e gostosa e Serra Malte gelada. Total R$70.

 

Este bar, a noite, tem música ao vivo. Nao fui, mas parece que fica bem cheio.

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Neste dia retornamos a Padaria Gema, que virou um achado na cidadezinha. Depois do café reforçado fomos em direção ao complexo mais distante que conhecemos, o complexo da Zilda.

 

Ele fica a 12km do Centro da cidade e o acesso é através de uma estrada de terra. Nessa estrada vá com atenção pois o transito é intenso, de vacas ::ahhhh::

 

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Elas realmente tomam conta da estrada e em diversos pontos impediam a passagem dos carros, devido ao grande número em que se aglomeravam. Eu nunca tinha visto algo parecido, mas pelo que observei, o certo é ir buzinando e se aproximando cuidadosamente, aos poucos os bovinos iam abrindo passagem para os carros.

 

Chegando ao local optamos por conhecer um lado apenas uma parte do complexo, onde está localizada a cachoeira da Zilda. A trilha tem início na parte esquerda do estacionamento.

 

Após alguns poucos minutos de caminhada por um acesso bem simples, chegamos a cachoeira do Índio.

 

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Para continuar a trilha é preciso atravessar o rio. Eu como tenho medo de escorregar na pedras, tirei a roupa, botei a mochila na cabeça e atravessei pelo rio mesmo, mas existe a opção de atravessar pelas pedras.

 

Do outro lado a trilha está bem visível, só chega um momento que bifurca e há a opção de ir pelas pedras ou pela trilha "no mato", a melhor opção é pelas pedras mesmo. Na ida fui pelo mato e voltei pelas pedras, então tive uma experiência empírica de que pelo mato não é legal :lol:

 

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Quando se chega a cachoeira da Zilda essa é a primera visão, você a vê de cima. A cachoeira é linda! Desse ponto tem uma galera que pula no poço, falaram que é uma altura de aproximadamente 8m :shock:

 

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Eu nao pulei, é claro! Continuei a trilha para a parte de baixo da cachoeira. Chega um momento em que vc se depara com a cachoeira quase que de frente. Novamente tem gente que pula e vai nadando até o outro lado, onde se encontra uma linda praia com areia grossa.

 

Eu nao podia molhar as coisas que estavam na mochila então permaneci na trilha, até o pedaço onde vc pode atravessar o rio com os itens na cabeça, sem molha-los :D

 

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Fiquei um bom tempo na cachoeira da Zilda, o lugar é incrível, tem uma "piscina" no lado direito da queda. Tem algumas sombras na faixa de areia. O poço é bem grande. Enfim.. vc terá momentos incríveis nesse lugar. Da faixa de areia tem início uma outra trilha, mas eu nao fiz :oops:

 

Depois de um tempo curtindo o local a fome bateu e retornamos ao início da trilha, onde há o Bar da Zilda, lugar extremamente agradável, onde comemos uma tilápia para 2 pessoas e bebemos uma cerveja por R$82.

 

Depois da caminhada e do almoço resolvemos retornar ao complexo da ponte e assistir o entardecer no complexo da ponte. A estrada que liga o complexo da Zilda ao centro de Carrancas é absurdamente linda.

 

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Chegamos no complexo da ponte, pagamos os R$8 de entrada/por pessoa e ficamos no poço que está localizado no topo do escorrega admirando a bela paisagem e o ceu mudando de cor no fim da tarde.

 

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A noite fomos comer no Will's Burguer. O lugar é super bonitinho, o hamburguer gostoso, total de 49 reais, com uma batata e 2 refrigerantes.

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Nesse dia acordamos um pouco mais tarde d emos uma volta pela cidade, aproveitamos pra comprar uma lembrança do local, uma carranca, nem um pouco clichê, ne?! :lol:

 

Depois hora de pegar estrada de volta ao Rio de Janeiro.

 

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Mochileiros, visitem Carrancas!!!!

 

As trilhas nao sao super sinalizadas, as vezes vc chega na padaria e nao tem pao.. mas o mais importante lá tem de sobra: tranquilidade e beleza! ::otemo::

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  • 2 semanas depois...
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Que show!! Mas pelo que pude perceber precisa ter carro pra se locomover pela cidade neh?

 

Michelle, é realmente um lugar incrível.

 

Sobre a necessidade de carro, os complexos da toca e da ponte podem ser acessados sem carro, eles são bem perto do centro. a Zilda é o complexo mais distante, dos que eu visitei, e algumas pessoas optam por ir de bicicleta. no camping onde eu estava hospedada vi um casal alugando bicicleta para visitar as cachoeiras.

 

então acho que dá pra ir sem carro sim e, caso tenha disposição no pedal, dá pra chegar até nos mais distantes. ::cool:::'>

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