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Vanilsa Potira

BOLÍVIA E SUAS MARAVILHAS NATURAIS - VIA ACRE (CARNAVAL DE 2017)

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Olá galera da mochila!!! Relato o passeio que fiz com amigos para a Bolívia no Carnaval de 2017 dando informações úteis e otimistas para aqueles que desejam chegar ao Salar de Uyuni e outras maravilhas bolivianas sem perrengues, gastando a partir de um valor bem razoável e viável para se hospedar em hotéis com quartos individuais, banheiro privativo e água quente e fazer os passeios durante o dia em um carro confortável, seguro, sem aperto, sem pressa nas paradas e com guia “gente fina”. (risos)

 

A ESCOLHA DA AGÊNCIA PARA O PASSEIO

 

Quando decidimos ir à Bolívia, lemos vários relatos de viajantes e mochileiros e ficávamos desanimados com o que contavam: pessoas se apertando em carros caindo aos pedaços, motoristas-guias ranzinzas, quartos coletivos de abrigos precários, banheiros coletivos sem água quente ou ter que pagar por ela etc. Raramente encontramos posts otimistas sobre o passeio em Uyuni.

 

Sobre a viagem, primeiramente queríamos ir por Corumbá/MS, mas, em pesquisas por voos de Boa Vista a Campo Grande vimos que os preços estavam muito elevados e que a opção mais viável era ir por Rio Branco/AC, depois seguir para a fronteira (cerca de 240 km de Rio Branco) e na cidade boliviana de Cobija pegar um avião para La Paz pela BoA - Boliviana de Aviación (http://www.boa.bo) que tem saída diária para outras cidades bolivianas também.

 

Sobre a agência, no mês de janeiro passado, fechamos o pacote para a Bolívia com a agência peruana Go2Inkas (http://www.go2inkas.pe), com quem fiz a Trilha Salkantay em julho de 2015, no Peru. Rodolfo, proprietário da agência, nos apresentou a proposta de passeios na cidade de La Paz (city tour, Calle de las Brujas, Valle de La Luna, Sitio Arqueológico de Tiwanaco) e na região do Departamento de Potosi (Salar de Uyuni, lagoas, vales rochosos, desertos, gêiseres, vulcões, entre outros) com 8 dias e 7 noites, entre os dias 24 de fevereiro a 03 de março de 2017. O valor acertado foi de 730 dólares (para um grupo de no mínimo 6 pessoas), incluídos ainda hotel em Laz Paz, translado aeroporto-hotel-aeroporto, passagens de ida e volta de ônibus de La Paz a Uyuni, hospedagens em Uyuni com banheiros privados, alimentação, água, transporte em carros 4x4 e entradas nos parques.

 

Enviamos uma parte do dinheiro através do Western Union que foi recebido pelo Rodolfo sem problemas. Por este meio, enviamos também 207 dólares ao agente da Go2Inka em La Paz, Sr. Fausto Lopez, para que este comprasse antecipadamente nossas passagens de Cobija a La Paz, ida e volta, pela BoA, com partida para o dia 24 de fevereiro as 11h35min, no horário boliviano, e a volta para o dia 3 de março, às 10h da manhã.

 

SAÍDA DE BOA VISTA/RR PARA LA PAZ

 

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Com tudo encaminhado, viajamos para Rio Branco no dia 23 de fevereiro passado, eu e uma amiga em voo da Tam e outra pela Gol. Em Rio Branco, outra amiga já nos aguardava, pois resolveu ir uns dias antes para conhecer a cidade. No grupo ainda foi um amigo, “o bendito entre as mulheres” (risos), que saiu de Humaitá, sul do Amazonas em seu carro particular e com quem viajamos até a fronteira Brasil x Bolívia. A sexta pessoa do nosso grupo desistiu.

 

Saímos de Rio Branco no dia 24 de fevereiro às 7 horas da manhã – uma hora de atraso em relação ao horário que prevíamos sair. A rodovia tem trechos bons e trechos com muitos buracos. Por volta das 10h20min chegamos na cidade de Epitaciolândia (“colada” com a cidade de Brasileia) e fomos à Polícia Federal para registrarmos a saída do país.

 

Na PF descobrimos que o fuso horário da Bolívia é diferente do Acre e que o voo que pegaríamos em Cobija sairia em alguns minutos! Nesse momento ficamos angustiados e corremos para Cobija na tentativa e na esperança do voo estar atrasado. Mas, tínhamos que passar na imigração boliviana e nosso amigo ainda tinha que ver um lugar para deixar seu carro com segurança... Tudo indicava que o voo estava perdido. (risos)

 

Ao chegarmos no aeroporto de Cobija, descobrimos que o avião ainda não havia chegado e estava atrasado! Que Sorte!!!!!!!!!!!!! Com nossos bilhetes confirmados, a nossa preocupação foi com o carro do nosso amigo. Nenhum dos gerentes dos hotéis próximos do aeroporto quis se responsabilizar pelo carro nas garagens. E o estacionamento do aeroporto aparentava não ser seguro para deixar um carro por oito dias sozinho. Com os passageiros se preparando para embarcar, nosso amigo estava sem esperança e quase desistindo da viagem até que um mototaxista boliviano ofereceu seu quintal para guardar o carro por uma certa diária. Correndo contra o tempo, os dois saíram para deixar o carro e retornar ao aeroporto. (rss)

 

Conseguimos embarcar no voo aos “quarenta e cinco minutos do segundo tempo”. Ou seja, só conseguimos chegar em La Paz nesse dia porque o voo estava muito atrasado (cerca de duas horas!). Foi muita sorte e todos os anjos estavam do nosso lado nesse dia (risos). Mas, é bom não contar com a sorte sempre e que fique de lição para nós.

 

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HOTEL E CÂMBIO DE MOEDAS

 

O voo para a cidade de El Alto foi tranquilo e durou uma hora. El Alto é uma cidade metropolitana de La Paz que está a uma altitude de 4050m. No aeroporto estava Fausto nos aguardando com uma plaquinha de identificação! Fausto nos levou direto para o Hotel Eva Palace 3***, localizado no centro de La Paz. Um hotel aconchegante com quartos encarpetamdos camas de casal duplas, TV e frigobar em alguns quartos, próximo a lojas, feiras, praças, bancos, etc.

 

Após acertarmos o restante do pagamento do pacote com Fausto e ele nos repassar a programação do dia seguinte, fomos procurar casas de câmbio para efetuarmos a troca de dinheiro. A cotação nesse dia estava o seguinte: 1 real por 2,16 bolivianos; e 1 dólar por 6,70 bolivianos. Almoçamos no terraço de um prédio com vista maravilhosa para a área central da cidade.

 

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Nesse primeiro dia em La Paz, sentimos um pouco de dor de cabeça, cansaço, mas, talvez a causa poderia ser a série de situações que vivemos nesse dia desde quando saímos de Rio Branco. Tomamos chá de coca após o almoço e depois fomos andar um pouco aos arredores do hotel. À noite demos um rápido passeio na Plaza San Francisco para prestigiar a abertura do carnaval por uma banda militar.

 

CITY TOUR EM LA PAZ

 

No segundo dia em La Paz, pela manhã, a guia Amara nos pegou no hotel de van e fomos visitar o Valle da Lua, que tem esse nome porque suas formações rochosas aparentarem o solo da Lua. Em seguida fomos conhecer uma parte do Teleférico de La Paz (Mi Teleferico), que tem 11 km de extensão e foi inaugurado em 2014 e é considerado o mais extenso do mundo. A título de informação, o teleférico venezuelano de Mérida é o mais alto alcançando uma altitude de 4765m. O Mi Teleférico liga La Paz (3600 metros de altitude) até a cidade de El Alto (acima dos 4000 metros). Há quatro linhas operando: Amarela (Amarilla), Vermelha (Roja), Verde e Azul (esta é recém-inaugurada).

 

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Demos uma volta no teleférico Verde, depois fizemos um city tour por diferentes pontos atrativos de La Paz, como Plaza Murillo, Palácio do Governo, Palácio Legislativo, Catedral Metropolitana entre outros. A título de esclarecimento, politicamente, La Paz é a sede dos órgãos executivo, legislativo e eleitoral, enquanto Sucre é a capital da Bolívia e sede do órgão judicial.

 

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La Paz é uma cidade de muitos contrastes: tem frio e calor é atual e ao mesmo tempo conservadora e é rica e pobre.

É limpa e segura, de trânsito movimentado e um buzinaço ensurdecedor. As Cholas, mulheres que tentam manter a tradição indígena e estão por toda a parte envolta em tecidos de todas as cores alegram a cidade, se misturando aos bolivianos de terno e mulheres ligadas em moda atual. Em La Paz você encontrara uma rica vida cultural, importantes museus, igrejas, mercados e muitas outras atividades.

 

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Ao fim do tour, fomos almoçar num restaurante/pub próximo ao hotel e mais tarde fomos a um complexo de feira livre chamado Alasita, onde se tem de tudo: diferentes tipos de artesanato, restaurantes, parque de diversão etc.

 

Enquanto isso, pelas ruas, a população pulava o carnaval, animadamente espirrando jatos de espuma uns nos outros. Até eu entrei na brincadeira!!! (risos). Achei o carnaval de La Paz genuíno, diferente e, claro, animado como todo carnaval. Havia até desfile de fuscas fantasiados!!! Muito legal!!!

 

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À noite, o comércio ainda estava aberto e aproveitamos para circular na Calle de las Brujas (Rua das Bruxas) e em outras ruas próximas ao hotel para fazer algumas compras. É um dos pontos turísticos mais visitados de La Paz. Lá são vendidos produtos indígenas que são usados na cultura dos Bolivianos, além das blusas, ponchos e roupas feitas de lã de alpaca, tecidos coloridos, objetos de prata, cerâmica, artesanato e uma imensidão de ervas, sapos e fotos de lhama dissecados. Esse mercado fica a poucos metros do Hotel Eva, onde ficamos hospedados.

 

SÍTIO ARQUEOLÓGICO DE TIWANACO E LAGO TITICACA

 

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No dia seguinte, fomos para o Sítio Arqueológico de Tiwanaco (também se escreve Tiahuanaco, Tiahuanacu e Tihunaco), Patrimônio Mundial da Unesco desde 2000, a 72 km de La Paz. É um passeio imperdível para quem visita a capital administrativa da Bolívia. Ir por conta também é possível. A viagem durou cerca de 1hora e visitamos os dois sítios arqueológicos e o Museu Nacional de Arqueologia de Tiwanaku.

 

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Tiwanaco está localizado a uma altitude de 3.850 m, um pouco mais alto que La Paz, fica próximo à margem do Lago Titicaca, mas do sítio arqueológico não é possível avistá-lo. A guia Amara nos contou a história da cidade de Tiwanaku, a capital de um poderoso império pré-hispânico que dominou uma grande área do sul dos Andes entre 1500 a.C. a 1000 d.C. e com o seu apogeu alcançado entre 500 e 900 d.C. Tiwanaku desempenhou um papel de liderança no desenvolvimento da civilização pré-hispânica nos Andes. Por isso, a visita ao sítio arqueológico de Tiwanaku é importante para entender também sobre a civilização Inca e encontrar semelhanças entre os dois impérios.

 

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No Museu de Arqueologia de Tiwanaku estão peças de cerâmicas, metais e cestaria descobertas na área do sítio arqueológico. O sítio arqueológico é composto por uma série de estruturas arquitetônicas de diferentes períodos, como o Templo Semi-subterrâneo, o templo de Kalasasaya, pirâmide de Akapana, Pirâmide de Pumapumku. A pirâmide de Akapana e a Porta do Sol são os maiores destaques. O outro sítio visitado no bilhete é Puma Punku, que não tem as construções tão bem preservadas quanto Tiwanaku mas é interessante para observar as estruturas arquitetônicas da civilização, como, por exemplo, o encaixe das pedras e como usavam metais para fortalecer as construções.

 

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No fim da visita às ruínas, fomos almoçar no terraço de um hotel, lugar muito agradável com vista para o Sitio Arqueológico. Fizemos um pedido a Amara para visitarmos uma parte do Lago Titicaca já que teríamos um tempo livre antes voltarmos a La Paz. Ela conversou com o motorista da van e ele concordou em nos levar o mais próximo possível do lago.

 

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No fim da tarde, voltamos para La Paz e enfrentamos um quilométrico engarrafamento por conta de ruas fechadas para o carnaval. Mas, não atrapalhou nossa chegada ao hotel para pegarmos nossas mochilas e partirmos para Uyuni.

 

VIAJANDO DE LA PAZ PARA UYUNI

 

A distância entre La Paz e Uyuni é de cerca de 550 km. Viajamos no ônibus da agência Todo Turismo (http://www.todoturismosrl.com) que partiu às 21h de La Paz e chegou por volta das 6 horas em Uyuni. A viagem foi tranquila e sem contratempos. Os ônibus da agência são relativamente novos e limpos com banheiro interno. As poltronas reclinam bem, têm encosto para os pés e mesinha de refeições. Há travesseiros e cobertas disponíveis, wi-fi (mas só funciona mesmo na parte inicial da viagem), serviço de bordo com janta, café, chá de coca, chocolate e desjejum com iogurte e biscoitos, embalados de forma padronizada com a logo da agência. O ponto de descida dos passageiros foi no escritório da referida agência em Uyuni, que por sinal é bem confortável, tem espaço para espera de ônibus, banheiro, lojinha de souvenir, wi-fi e chá de coca.

 

Dona Rosa, nossa agente em Uyuni, nos recepcionou e nos levou para um local onde funciona sua agência, a Expediciones Incahuasi (http://www.expedicionesincahuasi.com), para deixarmos as mochilas e, em seguida, tomar um café da manhã num local bastante movimentado por turistas. Ali encontramos uma brasileira do Rio de Janeiro que acabara de chegar na cidade e estava aguardando seu companheiro que tinha saído para ver hotel e pacotes para o Salar em valores mais em conta.

 

Depois voltamos para a agência de D. Rosa para aguardar os guias e iniciar nosso passeio que foi realizado em dois jipes 4×4 com capacidade para 6 pessoas cada um, além do motorista-guia. Um padre polonês entrou no nosso grupo que também tinha uma cozinheira especial, dona Bete. (Como se vê, nem sempre são os próprios motoristas que cozinham). Nossos motoristas-guias se chamavam José Carlos e Alex. Os dois foram muito atenciosos e prestativos conosco. José Carlos só não nos acompanhou no Salar, pois neste foi outro guia.

 

A respeito de Uyuni, esta é uma cidade no departamento de Potosí, na Bolívia, capital da província Antonio Quijarro. Situada numa aérea de deserto, é pequena e rústica e muito movimentada por turistas de várias partes do mundo. É o ponto de partida mais frequente para a visita ao circuito de desertos e lagoas coloridas nessa região da Bolívia. Uyuni se encontra a 219 quilômetros da cidade de Potosí e aproximadamente 310 quilômetros de Oruro. Tem uma altitude de 3.676m e uma população aproximada de 11.320 habitantes. A temperatura média anual é de 10 graus com uma baixa precipitação e radiação solar intensa.

 

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CEMITÉRIO DE TRENS E SALAR DE UYUNI

 

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Uyuni é também um importante entroncamento ferroviário no meio do deserto por onde passam trens que exportam minérios para países vizinhos. Por isso, a primeira parada foi no Cemitério de trens, onde centenas de turistas se divertiam escalando as carcaças abandonadas ao lado da linha férrea. Estas locomotivas foram utilizadas no transporte de minério até a costa do pacífico, no início do século XX. Com a segunda guerra e o declínio do comércio, os trens foram abandonados no meio do deserto, criando um “cemitério”.

 

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Depois, seguimos para o vilarejo de Colchani, importante centro de extração e processamento de sal, com uma capacidade de produção de quase 20.000 toneladas por ano, dos quais 90% es destinado al consumo humano, segundo informações obtidas no local. Também se caracteriza por confecção de artesanato de sal. Tanto que na entrada da cidade há várias bancas e lojinhas que vendem artesanatos. Nossos guias nos deram vinte minutos para irmos ao banheiro ou fazer compras.

 

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Depois do tempo estimado, seguimos para o Salar e simplesmente foi tudo aquilo que imaginávamos e muito mais. A primeira parada no sal é fantástica e não tem como não tocá-lo e tirar fotos e mais fotos. Nossos guias nos deram botas de borracha para usarmos com a intenção de proteger nossas roupas.

 

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O Salar de Uyuni tem uma extensão de cerca de 12.000km² e é conhecido como o maior deserto de sal do mundo. Fica localizado no sudoeste da Bolívia, próximo das cidades de Uyuni e Potosí, distante cerca de 600 km de La Paz e com 3.663m de altitude. O Salar foi, há milhares de anos, um lago de água salgada que secou em um processo lento e resultou na paisagem no deserto que se vê hoje.

 

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A maior parte do ano o Salar fica seco, mas, tivemos a oportunidade de visitá-lo no período chuvoso (verão) e encontrá-lo alagado. Foi um espetáculo inesquecível! Alagado, o Salar é como um espelho que, reflete o céu, as nuvens e até as estrelas durante a noite.

 

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Numa certa parte do Salar, há um monumento do famoso RALLY DAKAR que tem passado por ali nos últimos anos. Mais adiante tem um antigo hotel de sal que está desativado e virou um museu, o Museo Hotel de Sal Playa Blanca (Por questões ambientais é proibido hotéis dentro do Salar). Não é cobrado taxas para entrar no museu, mas pode-se consumir alguma coisa. Eles vendem água, refrigerantes, bolachas, etc. Nosso consumo foi a ida ao banheiro que é pago. Ao lado do hotel fica o famoso monumento com bandeiras de vários países.

 

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Depois de ficarmos à vontade para conhecer o local e, claro, tirar fotos e mais fotos. Testemunhamos até um casamento sendo realizado naquele momento. Almoçamos ali mesmo, no meio do Salar, diante de uma paisagem espetacular. Inesquecível! Foi-nos servido linguiças e carne de lhama fritos, quínoa e legumes cozidos, além de frutas, refrigerantes e água.

 

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Depois do almoço, nos despedimos do Salar passando por amontoados e blocos de sal que estavam sendo preparados para a refinação. Voltamos para Uyuni para troca de um dos guias, inclusive de carro também. Com isto, infelizmente não tivemos tempo para retornar ao Salar e visitar a região dos cactos gigantes. Fica para a próxima. Partimos rumo a San Juan de Rosário, na região sul da Bolívia para janta e descanso.

 

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Durante a viagem para San Juan, observamos uma paisagem singular, linda e encantadora. Nos campos havia vários grupos de vicunhas e lhamas. E por falar em vicunhas, de longe elas se assemelham a veados, mas são camelídeos andinos ameaçados de extinção e cuja caça foi proibida, segundo o guia José Carlos.

 

Chegamos no povoado de San Juan no fim da tarde e logo fomos acomodados no Hostal de Sal Los Lipez (https://www.facebook.com/turismoseldesierto). Nesse hostal, tudo é feito de blocos de sal: paredes, piso, a base da cama, mesinhas de apoio. Muito interessante!!! Ficamos em quartos com camas duplas e banheiro privado e água quente. Mas, esse hostel oferece também quartos com até 6 ou mais camas e banheiros coletivos.

 

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O vilarejo de San Juan se compõe de casas com vários albergues turísticos e foi um dos pioneiros a investir na atividade turística na região, além disso, seus habitantes vivem do cultivo de quínua e da criação de lhamas, entre outras atividades.

 

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Depois de nos acomodar nos quartos, a equipe nos serviu um lanche contendo café, chá, biscoitos, chocolate. E no jantar nos foi servido uma sopa como entrada e depois carne com legumes.

 

SALAR DE CHIGUANA, LAGOAS CAÑAPA, HEDIONDA E HONDA

 

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No dia seguinte, após um bom café da manhã, às 7 horas e com uma temperatura de 4 graus segundo o guia José Carlos, seguimos nossa viagem pela rota das lagunas altiplanas, com destino final a lagoa Colorada. No trajeto observamos o Salar de Chiguana, na fronteira com o Chile avistamos o vulcão semiativo conhecido como Ollague e depois fomos para um mirante para uma melhor visão dele. Em seguida, passamos pelas Lagunas Cañapa, Hedionda, Honda e outras. Nestas lagoas, os inúmeros flamingos rosados compartilhavam o espaço com outras aves andinas, dando um charme especial à paisagem. Almoçamos na laguna Hedionda. Neste local havia banheiros ecológicos ou banheiros secos e por 15 bolivianos a internet era liberada por 20 minutos.

 

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RESERVA NATURAL DE FAUNA ANDINA EDUARDO AVAROA – ERA

 

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Continuando nosso circuito, entramos a Reserva Natural de Fauna Andina Eduardo Avaroa (http://boliviarea.com/ES/) localizada no extremo sul de Potosi, na fronteira com Argentina e o Chile. A Reserva Eduardo Avaroa (REA) ocupa a região vulcânica da cordilheira ocidental com uma superfície de 7.147 Km² e altitude que oscila entre 6.000 e 4.200m.

 

Nessa região administrada pelo SERNAP (Serviço Nacional de Áreas Protegidas), a Bolívia mostra um lado selvagem apresentando uma geografia de cenários surreais, uma fauna se mostrando sem timidez e uma vegetação com plantas milenares. Os pontos mais visitados na região são: Árbol de Piedra, Sol de Mañana, Polques, Valle de Dalí, Avifauna, Laguna Colorada e Laguna Verde.

 

As ameaças sobre a REA provêm de atividade de mineradoras dedicadas à exploração de Bórax, dos impactos negativos do turismo não regularizado, as intenções de explorar energia dos poços geotérmicos (por exemplo no Sol de Mañana), entre as mais importantes.

 

DESERTO SILOLÍ, LAGOA COLORADA, ARVORE DE PEDRA

 

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Atravessamos o deserto Silolí (Pama Silolí) situado a 4550 m de altitude e por onde transcorrem algumas etapas do rally Dakar. Considerado como parte do deserto de Atacama (o deserto mais árido do mundo), o deserto de Silolí é caracterizado pelas suas formações rochosas, resultantes dos fortes ventos que a região tem. No trajeto, em uma parte de cânions, visualizamos uma vizcacha, espécie de roedor parecido com um coelho. Falando em animais, vimos também, além das vicunhas e aves, a fox, a raposinha do deserto. Muito fofinha!! rsss

 

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Na famosa Árvore de Pedra (Árbol de Piedra) e outras diferentes esculturas rochosas que a rodeiam, a beleza é cinematográfica. Essas impressionantes rochas foram lançadas a grande distância pelos vulcões e depois o vento e as condições extremas do lugar foram modelando pouco a pouco as enormes pedras. A Arvore de Pedra, que tem 5 metros de altura, é um dos ícones da reserva e foi declarada Monumento Natural da Bolívia.

 

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A força do vento no local é impactante, podendo chegar a 70 km/h. E o frio é de ranger os dentes! Não demoramos muito neste lugar pois a forte ventania e o frio nos incomodava um pouco. Seguimos nosso trajeto para a laguna Colorada a 18km dali.

 

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A laguna Colorada se encontra a uma altitude de 4278 metros, é a maior da região com uma extensão de 60 km e com profundidade de 80 cm mais ou menos. A laguna tem uma singular cor vermelha intensa e brilhante devido aos pigmentos de algas microscópicas vermelhas e sedimentos que muda a intensidade ao longo do dia. A lagoa se encontra rodeada por salares, vulcões nevados e águas termais. A paisagem é um espetáculo!

 

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Seguimos nossa viagem para janta e pernoite no acampamento de Huayllajara, que fica a 15 minutos dali. As acomodações no acampamento de Huayllajara são básicas. Eu e minhas amigas dividimos um quarto com quatro camas e banheiro privativo, mas também há a opção de quartos com mais camas e banheiros coletivos. O acampamento estava lotado de turistas. Fizemos um lanche reforçado e logo em seguida jantamos carne de lhama com purê de batatas. Depois do jantar tomamos um bom vinho boliviano para comemorarmos o maravilhoso passeio. Esse lugar é bastante frio. José Carlos disse que as temperaturas frequentemente ficam abaixo de zero grau.

 

GÊISERES, ÁGUAS TERMAIS, DESERTO DE DALI, LAGUNA VERDE E VALE DAS ROCHAS

 

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Dando continuidade ao nosso circuito, no dia seguinte o passeio começou às 5 horas da manhã para podermos visualizar melhor o volume dos gêiseres que ocorre sempre antes das 6h. Vários outros grupos também fizeram o mesmo.

 

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O Sol da Manhã é uma das áreas mais altas da região com quase 5000 m de altitude. O lugar se caracteriza pela presença de crateras que produz uma constante atividade vulcânica desprendendo-se gases de enxofre e poços que produzem emissões verticais de vapor de agua que alcançam alturas de 10 a 50 metros normalmente e excepcionalmente de 80 até uns 200 metros de altura. De maneira prudente, os visitantes podem se aproximar até a uma certa distância para sentir a temperatura dos gêiseres. Primeiro visitamos os gêiseres artificiais e depois outros gêiseres originários de vulcões. Continuando o percurso, seguimos para Águas Termais de Polques para fazermos o desjejum e visitar a laguna Verde e o espetacular Deserto de Dalí.

 

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O Deserto de Dali é uma encosta de areia com pedras de formatos surreais e de montanhas de cores vibrantes. Os tons de cores das montanhas que cercam o deserto se dão devido aos minerais contidos na região advindos de atividades vulcânicas e energia geotérmica do lugar. Esse deserto se encontra a uma altitude média de 4750m e tem uma superfície aproximada de 110 km² e leva o nome do pintor espanhol devido as formações rochosas assemelharem-se com as paisagens dos quadros de Salvador Dalí.

 

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A laguna Verde é linda demais! A lagoa tem uma superfície aproximada de 17 km², localiza-se aos pés do imponente Vulcão Licancabur (5.868 m de altitude) e sua cor se deve pelo elevado teor de arsênio e cobre. A intensidade da cor verde da água depende do vento e no caso de não existir o vento é possível ver o reflexo do vulcão na Lagoa. O vulcão Licancabur indica o limite natural entre Bolivia e Chile.

 

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Sobre as Águas Termais de Polques, estas são resultados de atividades vulcânicas, a temperatura varia de 28 a 30 graus. Acredita-se que a grande quantidade de minerais presente na água pode aliviar sintomas de artrites e reumatismo.

 

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Finalizando o passeio, voltamos para Uyuni sempre nos deparando com paisagens incríveis. Vimos uma área com produção do Bórax e como isto avança pelo deserto. Almoçamos no Valle das Rocas, outra região com gigantes formações rochosas. Neste local uma espécie de planta conhecida como yaretas (Azorella compacta), que de longe parece um musgo gigante, chama a atenção. Essas plantas são antigas e algumas estão na região há milhares de anos.

 

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Após o almoço, visitamos uma cidade chamada San Cristobal, uma histórica cidade mineira. E por fim, ao chegamos no escritório da agência de dona Rosa, despedimo-nos dos nossos guias e depois fomos apreciar uma pizza como cortesia de D. Rosa. Nosso ônibus para La Paz partiu as 20h.

 

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FIM DA VIAGEM

 

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Chegamos cedo em La Paz e Fausto Lopez já estava a nossa espera. Chovia na cidade e fomos direto para o Hotel Eva. Quando a chuva passou, eu e uma amiga saímos para tomar café próximo à feira Alasita. A intenção foi de fazer comprar na feira, mas as tendas estavam fechadas. No local fomos informados de que quando chove na cidade, a feira não abre. Ou, dependendo do tempo de duração da chuva, pode abrir no mais tarde. Então, resolvemos voltar para o comércio próximo ao hotel para fazer as compras. E assim foi o nosso penúltimo dia em La Paz.

 

Na manhã chuvosa do dia 03 de março, Fausto prontamente nos levou para o aeroporto, dessa vez não tivemos sustos!! rss. Em Cobija, meu amigo foi buscar seu carro na casa do mototaxista. Mas, fronteira estava fechada devido a uma manifestação. Quando a passagem foi liberada, resolvemos almoçar em Xapuri e conhecer um pouco a cidade. Depois seguimos para Rio Branco onde ficamos hospedados na casa de um amigo até o dia do voo de volta para nossas cidades.

 

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CONSIDERAÇÕES SOBRE O PASSEIO NA BOLIVIA

 

Nosso passeio transcorreu de maneira pontual, rica de informações e que nos permitiu conhecer paisagens muito lindas como se fossem um quadro pintado de tão perfeitas que são. Quando se visita o Salar de Uyuni, por exemplo, normalmente se faz um passeio que abrange várias paradas, e apenas uma delas é o Salar propriamente dito.

 

Ao longo do trajeto as paisagens são distintas e sempre surpreendentes. Nos deparamos com lagos coloridos cheio de flamingos e outras aves, gêiseres em pleno funcionamento, uma enorme lagoa com águas avermelhadas, montanhas, vulcões, pedras esculpidas pelo vento, animais silvestres e cenários que parecem como um oásis no meio do deserto. O passeio é, sem dúvidas, lindo e impressionante.

 

Diversas agências turísticas oferecem o passeio ao Salar de Uyuni e outras atrações na região. O passeio tradicional é feito em carros tracionados, com capacidade para 6 passageiros cada, fora o motorista, que podem ser compartilhados com diferentes pessoas ou não. Ao longo da viagem, o motorista pode ser, além de condutor do veículo, cozinheiro, guia, mecânico e qualquer outra coisa que as necessidades exijam.

 

Vale a pena incluir La Paz no roteiro. A cidade, que é a capital administrativa da Bolívia, tem diversas atrações para todos os gostos. É possível também fazer trekking na região de San Juan do Rosário e em outras localidades. Há um circuito de bike que os mais aventureiros podem realizar. As agências oferecem desde a bicicleta às vestimentas apropriadas. O lago Titicaca é outro passeio imperdível e pode ser visitado principalmente por Copacabana. Enfim, na Bolívia tem para todos os gostos! Visite Bolívia.

 

Por fim, agradeço ao Rodolfo Hermoza por mais uma viagem linda e inesquecível, aos agentes Fausto Lopez e Rosa por serem muito prestativos e atenciosos, à guias Amara e aos guias José Carlos e Alex pelas excelentes informações sobre os pontos que visitamos e por parar os carros sempre que solicitávamos para fazer fotos, à cozinheira D. Bete, que preparava deliciosos pratos e me fez até comer a carne de lhama e foi uma delícia! Às amigas Elizene, Amanda e Roseli e aos amigos André pela coragem e determinação e ao Fábio e sua Sandra por mais uma acolhida em sua casa em Rio Branco, sendo mais uma vez apoio para nossas aventuras pelos lados de lá e a Deus por ter nos guiado nessa aventura de conhecer outras realidades e paisagens naturais. Foi um passeio inesquecível.

 

O QUE LEVAMOS PARA UYUNI

 

- uma garrafinha de água;

- Protetor solar;

- Óculos de sol;

- Boné ou chapéu;

- Toalha;

- Papel higiênico;

- Roupas de frio: segunda pele, casaco corta-vento, gorro, cachecol e luvas;

- Tênis ou calçado de trekking;

- Hidratante para o corpo, rosto e boca (principalmente);

- Escova e pasta de dente;

- Lenços umedecidos;

- Mochila cargueira;

- Remédios de uso costumeiro;

- biscoitos, barras de cereais, chocolate, castanhas, etc.

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Olá Vanilsa. Muito bom o seu relato. Só achei meio caro o valor pago na agência. Eu fiquei 12 dias na Bolívia agora na metade de março e gastei 700 dólares em tudo. Só a passagem área de ida e volta para SP eu já tinha comprado no cartão. Do resto esses 700 $ deu pra fazer Sucre, 3 dias no Salar de Uyuni, La Paz, Tiwanacu, Chacaltaya, Dead Road de bike, hostels, passagens de ônibus entre as cidades bolivianas, alimentação e algumas lembrancinhas. Além de comprar um tênis e uma blusa pra mim em La Paz.

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