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Carlos Joao Marques

ACREDITA QUE VALE A PENA !!! EUROPA COM A FAMÍLIA DE CARRO 2ª Viagem

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Vou contar aqui resumidamente nossa segunda viagem consecutiva a Europa. ::otemo::

Período: 23 de Dezembro 2016 até 08 de janeiro de 2017.

Iniciamos nossa Trip, por Paris, depois de um atribulado embarque com origem do Rio de Janeiro, ( valeu uma indenização ).

Saindo de Paris (Aeroporto de Orly), seguimos sentido sul da França para a bela cidade de Toulouse ( 680 Km ) uma ótima parada. Pernoitamos e aproveitamos a cidade seguindo no dia seguinte para Andorra a Velha ( 185 Km ) , aqui uma dica, se você quer ver neve, este é o caminho, mas se o seu desejo é praia, siga para Montpellier e Marselha.

Nós seguimos para a Belíssima Andorra e lá ficamos por dois dias e meio.

Depois de curtir muito Andorra e suas cidades adjacentes, seguimos para Barcelona (199 Km) e por lá ficamos mais dois dias e meio, minha dica nesta etapa é um dia a mais para ficar menos corrido.

Depois de me apaixonar novamente pela belíssima Barcelona, partimos para Madrid via Valencia (351 Km até Valencia e 355 até Madrid ), aqui outra dica, o caminho por Zaragoza é mais rápido ( 1 hora a menos ) mas a bela vista das praias do sul da Espanha valem a pena.

Em Valencia, apenas tivemos tempo de comer uma bela Paella, e uma volta rápida no centro histórico da cidade.

Em Madrid, ficamos mais dois dias e meio o que ao meu ver foram suficientes, visitamos estádio, dois museus, todos os cartões postais e curtimos o reveillon na Plaza Mayor o que foi algo mágico .

Aqui outra dica, se você deseja conhecer Portugal, que esta muito perto de Madrid, inclua pelo menos mais quatro dias para um passagem pelas terras lusitanas, eu como morei em Portugal mais de 9 anos não percebi interesse em passar por lá, apesar de ter diversos amigos de norte a sul.

No primeiro dia do ano de 2017, seguimos de Madrid para Biarritz ( 499 Km ) e ai chegamos ao Golfo de Biscaia depois de ter curtido o Mediterrâneo a menos de 72 horas atrás.

Biarritz é um lugar lindo e merece uma viagem exclusiva para conhecimento da região, porém para nossa trip era apenas mais um ponto de passagem, foi muito bom.

Curtimos o meio da tarde e noite do dia primeiro e a manhã do dia seguinte, vale um passeio no Aquário nas praias belíssimas e com boas ondas, os restaurantes de primeira qualidade.

No segundo dia do ano seguimos para Versalhes ( 720 Km ) passando pela linda região de Bordéus, a viagem é muito bonita, mas a distância é longa e um pouco cansativa, este trecho era exigido devido ao tempo que tínhamos, para uma pessoa que tenha mais tempo vale parar pelas vinhas da região de vinhos mais cobiçada do mundo.

Em Versalhes o que tínhamos para ver era o palácio e um bom jantar na cidade, o hotel ficava bem no centro é isto ajuda muito nos deslocamentos em lugares que você vai passar pouco tempo.

No dia seguinte seguimos para Amsterdam ( 521 Km ) é ai, começamos nossa aventura nos países Baixos, por lá ficamos três dias o que também acho ser o suficiente para esta bela cidade, uma dica bem legal é o seguinte, Ficamos praticamente dentro do aeroporto de Shirpool ( hotel IBIS ) o que nos facilitava as viagens para o centro da cidade através do transporte Free do aeroporto, o hotel era bem mais barato e muito mais confortável, enquanto no centro de Amsterdam os hotéis eram bem mais caros e com menos conforto.

Uma super dica seria ficar em um hotel barco. vale a pena procurar.

Depois de três dias na holanda, seguimos para Colonia na Alemanha ( 268 Km ) e ficamos dois dias, onde aproveitamos para conhecer toda cultura alemã e suas tradições, Feiras natalinas, ponte dos cadeados, ruas de compras, museu do chocolate, museu da água de Colonia e muito mais...

Excelentes dicas em Colonia, fique muito próximo da catedral, o que te permite fazer quase tudo a pé, não perca oportunidade de comer nas feiras natalinas se for nesta época sua visita, não esqueça o cadeado para selar seu amor.

Próxima etapa: Bruxelas ( 216 Km ) e estávamos na Bélgica foi uma passagem rápida de apenas um dia, mas muito proveitosa, nesta etapa eu faria em dois dias pelo menos para ter tempo e conhecer mais atrações.

última etapa: retorno até Paris (312 Km ) e hospedagem em um hotel próximo do aeroporto de Orly para não perder tempo no voo de retorno.

Como já tínhamos visitado a capital francesa no ano anterior fomos apenas em lugares que não foram visitados, além de claro ir no Outlet La Valle Village.

Na conclusão desta aventura foram 19 dias de pura adrenalina, mais de 5.000 Km de estradas excelentes com trecho na maioria das vezes curtos, porém com algumas esticadas necessárias, 06 países centrais da Europa e uma imensa sensação de continuar viajando para sempre.

Tenho todo os dados relativos as viagens como, hotéis em cada cidade, consumo de combustível, custo de pedágios, restaurantes para todos os bolsos dicas de viagem para atrações nas cidades que visitei e caso alguém deseje mais detalhes é só pedir.

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Nossa viagem começa em Paris, mesmo depois de um atraso de praticamente 48 horas.

Saímos do avião com a sensação de medo, já que nossa reserva da viatura alugada, sete meses antes da viagem, tinha sido perdida. Deveríamos chegar no dia anterior e a regra era muito simples, mas se você tem um pensamento positivo, muita fé no bondoso Deus, um francês muito modesto e sem concordância, além de acertar na atendente que muito simpaticamente nos proporcionou uma ótima experiencia em terras francesas, tudo pode mudar.

Conseguimos um carro melhor, maior com um preço mais atraente.

1ª dica : Não descarregue sua raiva nas pessoas que não sabem e não tem nada haver com seu problema .

2ª dica : Sempre tenha um plano B e não deixe que um obstaculo estrague seus planos.

3ª dica : Esteja preparado para qualquer situação, mas não deixe que sua disponibilidade influencie seus caminhos, em resumo, não faça uma nova reserva só porque seu cartão de credito é sem limite.

Depois do check na loja do aeroporto você recebe uma localização onde seu veiculo esta estacionado e ponto final, algo parecido com os EUA.

Voalá já estamos com nosso carrinho para Trip.

 

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O Mapa do nosso roteiro já estava definido e durante os meses que antecederam a viagem foi diversas vezes alterado.

Finalizamos 6 países ( França, Andorra, Espanha, Holanda, Alemanha e Bélgica ), 12 cidades ( Paris, Toulouse, Andorra, Barcelona, Valencia, Madrid, Biarritz, Versalhes, Amsterdam, Colonia, Namur, Bruxelas ), mais de 5.000 Km de estradas.

 

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AFTER !!!! ::lol3::

 

Ao chegar no aeroporto de Orly retiramos nosso carro, e partimos para as novas aventuras.

 

1ª Dica: Um aparelho de GPS é vital para sua visita de carro, o que difere são os modelos.

A melhor marca é a GARMIN que tem inúmeros modelos, minha dica é escolher um aparelho com uma função bastante eficaz que chama "Planejador de viagens".

2ª dica: Prepare seu aparelho de GPS com todas as localidades que irá visitar, use com a função de planejamento da viagem.

3ª Dica: não esqueça de atualizar seu aparelho antes da viagem, para que todas as estradas estejam dentro dos mapas do GPS, assim como os novos radares do percurso. O custo desta atualização fica entre 50 e 100 Reais.

Lembra do Plano B que falei no Post anterior, pois então, tinha gravado no GPS o caminho do Aeroporto até o Hotel que ficava no Centro de Paris, cujo nome era NOVOTEL PARIS CENTRE BERCY próximo a Torre Eiffel, entretanto a reserva tinha caído, devido ao atraso do voo, e ficamos em um empasse sobre o que fazer.

 

Seguíamos para o hotel e tentávamos encontrar uma vaga mesmo sem reserva, ou ficávamos próximo do hotel para no próximo dia iniciar nossa trip ?

Neste momento é que entra o nosso querido GPS em conjunto com o eficiente site de busca BOOKING para encontrar um bom hotel próximo do aeroporto.

Verificamos que os hotéis com bons preços ficavam na localidade de RUNGIS colado no aeroporto. Optamos por seguir para um hotel da rede ACCOR, inicialmente um BUDGET.

 

Achamos e reservamos o HOTEL IBIS BUDGET ORLY RUNGIS e colocamos no GPS, a sensação sempre é a mesma, seguindo sem saber para onde, ouvindo um aparelho falar seus trajetos, foi rápido, pouco mais de 10 minutos.

 

Ao chegar no hotel, não gostamos das dependências e ainda por cima o hotel estava sem luz por um problema do gerador, solicitei de pronto para que fosse cancelada a reserva e a simpática atendente não titubeou, fez o cancelamento.

 

Atentando para o fato que tínhamos feito a reserva pelo site e poderíamos não receber de volta o valor, mas não foi o que aconteceu, na mesma hora recebemos uma chamada em meu telefone de um operador do site falando em Português, perguntando porque tínhamos cancelado a reserva, fizemos as devidas justificativas e foi confirmado o cancelamento.

 

Nesta hora olhamos para o entorno da rua e visível estavam pelo menos 4 bons hotéis, decidimos ir pelo método tradicional, entrar perguntar se tinha vaga e barganhar o preço.

 

4ª Dica: Ter alguns cartões de fidelidade faz a diferença nestas horas, no meu caso tenho o cartão da Rede ACCOR e por ter muitas hospedagens, alcancei uma pontuação que permite uma solicitação de reserva com menos de 24 horas.

Entramos no NOVOTEL PARIS ORLY RUNGIS que ficava a 200 metros do hotel anterior e novamente a sorte estava do nosso lado.

Hotel tinha vaga, em quarto família, para 04 pessoas, com café da manhã incluso, Estacionamento gratuito, restaurante aberto, mesmo sendo 25 de dezembro com um preço abaixo das minhas expectativas.

 

Fechamos nosso primeiro dia em um hotel muito bom, jantando no restaurante de primeira com uma taça de vinho francesa.

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VIAGEM ENTRE PARIS – ANDORRA.

Este trajeto foi improvisado, pois na verdade deveria parar em Toulouse e descansar, mas como estávamos com um dia de atraso, tivemos que colocar a trip em dia.

 

Minha experiência:

 

Sair de RUNGIS que fica nos arredores de Paris é uma vantagem, já que não pegamos o imenso engarrafamento da Bl. Péripherique, via que circunda Paris.

 

1ª Dica: Se você deseja se locomover de carro para outras cidades fora de Paris, uma boa escolha é ficar em hotéis cujo os acessos as autoestradas são fáceis, aproveitando as estações de metrô que fazem ligação com todas as atrações da cidade.

 

Tomamos um café da manhã reforçado no hotel, que por acaso estava excelente e seguimos viagem por volta das 8:30 da manhã, no GPS a distância indicava que chegaríamos em Andorra por volta das 16:30.

 

Fizemos um PIT STOP em um supermercado para compra de algumas guloseimas, água e afins, principalmente queijos e chocolates.

 

2ª Dica : Comprar o necessário no supermercado diminui em muito o orçamento da viagem, entretanto compre apenas o que for consumir.

 

O percurso entre as duas cidades tinha 854 Km, sendo 692 Km de autoestrada, o custo com pedágios foi de 51,50 Euros e o gasto com Diesel foi de 70 Euros.

 

Algumas dicas interessantes:

 

Evite ficar constantemente parando nas áreas de serviço da estrada, considerando o grande desafio de percorrer esta distância.

 

A velocidade na autoestrada é na maioria das vezes 130 Km, mas fique atento ao GPS nos locais onde a mesma diminui.

 

Atente para o fato de que os preços do combustível são diferentes entre as bandeiras oferecidas na estrada, os

preços aparecem disponíveis em displays visíveis.

 

As lojas de conveniência são verdadeiras lojas de departamento, oferecendo souvenir, diversos tipos de lanches e produtos da região, café em maquinas automáticas etc...

 

Algumas estações apenas aceitam cartões de credito e o abastecimento é feito pelo próprio motorista, por isso fique atento a forma de pagamento.

 

Como estávamos bem alimentados somente paramos duas horas e meia depois da nossa partida para um Pipi Básico.

 

Almoçamos em uma estação de serviço próximo da região de LIMOGES.

 

Passamos pela cidade de Toulouse com um sentimento de tristeza, devido ao fato de não poder parar para conhecer este lindo e pitoresco local.

 

Depois de muito tempo de autoestrada encontramos a saída para FOIX PAMIERS (A66) e a partir daí a estrada é belíssima pois é uma grande subida até a chegada a fronteira com Andorra.

 

O Principado de Andorra é pequeno, mas guarda muitas atrações, entre elas as estações de neve, ruas de compras com preços atrativos e muito mais.

 

Em resumo, neste dia conseguimos chegar no horário previsto, depois de um longo percurso, mas devido as excelentes estradas europeias não se tornou cansativo.

 

Próximo post vou descrever a linda e deliciosa ANDORRA.

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Andorra, pode ser considerado apenas um lugarzinho a mais para ser visitado ?

Não é bem assim, Andorra tem uma história que pode ser interessante para muitos visitantes da Europa que muitas vezes não conhecem este lindo lugar.

 

Dicas:

• Se você vai visitar Barcelona, não custa guardar um dia para conhecer esta grande estação de neve.

• Se você está viajando de carro passando pela França seguindo pelo sul é parada obrigatória.

• Se realmente deseja conhecer o principado, três dias é o suficiente.

• Os preços são vantajosos na maioria dos itens de compra básicos para os viajantes (Perfumes, bebidas, eletroeletrônicos)

• Entre os meses de dezembro e março é certo que você vai ver muita neve das diversas estações espalhadas pelas “Paroquias”

 

Eu tirei um dia inteiro para uma estação de neve, entre duas grandes estações Vallnord e GrandValira, escolhi a segunda e não me arrependi, próxima de Escaldes Engordany (cerca de 10Km ), saímos pela manhã para conhecer Canillo e depois subimos para nossa aventura.

 

Muitos se assustam com o custo para aluguel das roupas e diária na estação, mas na minha opinião você não deva economizar, alugue um traje completo e suba com toda a sua inexperiência para as pistas.

 

Se é a primeira vez que você vai esquiar, não se preocupe, existem dezenas de pistas para iniciantes, se não se sentir bem para ficar em pé use o snow e fique passeando pelos teleféricos, nas estações tem dezenas de restaurantes, curta o sol intenso e brilhante que transforma as estações em verdadeiros cartões postais.

 

No dia em que cheguei na cidade, aproveitei para conhecer logo as ruas de compras da cidade, são duas grandes ruas, uma fica em Andorra la Vella e chama-se Rua Meritxell e a outra Rua Carlemany em Escaldes-Engordany, se olhar no mapa vai perceber que praticamente são complementares. Prepare se para andar muito porque são mais de 1.500 lojas de tudo que você pode imaginar,

 

Aproveite também os preços das bebidas nos supermercados, eles estão sempre em promoção.

 

Ao final do dia de compras o ideal é ir para CALDEA uma estancia termal no centro de Escaldes, imperdível.

 

Os preços são justos para a experiência que será vivida, em torno de 34,50 Euros por dia e se for noturno 28,00 euros.

Pode se comprar passes para três dias (69,00 Euros ) caso deseje sempre ao final do dia, depois dos passeios se deliciar com a estancia.

 

Outro lado encantador deste principado e diversidade de restaurantes para todos os gostos, com influência catalã a cozinha andorrana é internacional e para todos os gostos.

 

Tivemos pelo menos três experiências maravilhosas em nossa estada e uma desastrosa.

 

Dica:

Na Av. Carlemany e Meritxell existem diversas opções

 

No último dia tiramos para fazer as visitas obrigatórias as atrações turísticas.

• Santuário de Meritxell e uma das igrejas obrigatórias, outra interessante é Sant Joan de Caselles em Canillo

• Casa de la Vall ponto de referência para arquitetura local

• Passeio de carro pelas principais vias, passando pelas pontes de Madrid e Ponte de Paris inclusive.

• Sant Esteve Church no centro do principado,

• La noblesse du temps (obra do mestre Salvador Dalli)

• Museu também não falta, os mais interessantes são do automóvel, da motocicleta, das miniaturas e da arte sacra. Recentemente foi inaugurado o Tyson, porém eu não conheci na minha última viagem

 

Por último a diversidade de hotéis que o principado oferece:

 

Eu fiquei em um hotel chamado Hotel Aparthotel SERHS Cosmos ( Av. De Les Escoles 10 ) , e paguei com MILHAS compradas pelo site da Livelo, café da manhã incluso, habitação estilo Apart com quarto, sala e cozinha americana.

 

O ponto Alto deste hotel era a localização; já que ficava a 200 m da Estação de CALDEA, a 200 m da Av Carlymany (Compras), tinha estacionamento fácil ao lado do hotel ( pago), uma dezena de restaurantes para todos os gostos.

 

Existe sempre uma escolha para cada situação, dependendo do gosto de cada viajante.

• Se vai ficar mais tempo nas estações de neve escolha um hotel em Canillo que fica ao lado da estação GRANDVALIRA e a pouco mais de 10 Km do centro de Escaldes, ou em La Massana que fica próximo da VALNORD e a 6 Km do centro de Andorra la Vella.

• Se sua visita vai ser no período de verão ou entre Maio e setembro, então escolha um bom hotel com piscina para curtir o sol brilhante da cidade.

• Se você quer passar seu tempo comprando nas mais de 1.500 lojas do principado então escolha nas imediações da Carlymany ou Av. Meritxell.

 

Os preços dos hotéis são justos, porém, principalmente no inverno, convêm antecipar a reserva pois os espanhóis e os franceses invadem o principado para curtir suas férias de inverno.

 

Eu e minha família curtimos muito esta estada e aproveitamos tudo que tinha de melhor em três dias.

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Uma Barcelona Diferente !!!

 

Nossa visita na Cidade de Barcelona teve a duração de 2 dias e meio.

 

Saímos de Andorra por volta das 9:00 da manhã e percorremos 192 Km até chegar no hotel de Barcelona, a estrada que percorre pequenos povoados e muitos tuneis é belíssima.

 

Para constar e contabilizar a distância é percorrida em pouco menos de 3 horas com um custo de combustível de 16,00 Euros e 15,85 Euros de pedágio.

 

Nosso Hotel em Barcelona era o Sercotel Amister Art Hotel, na Av. de Roma 93, cuja localização a meu ver é privilegiada, já que ficava a 900m da estação SANTS (Metrô e Ônibus), 1,5 Km a pé da praça da Catalunha e um pouco mais distante do El Corte Inglês da Av. Diagonal.

 

Eu recomendo este hotel, o quarto era espaçoso, mesmo para quatro pessoas, o design do hotel é diferenciado, a sala de café da manhã muito bem cuidada, piscina na cobertura, bicicleta disponível para passeios pela cidade de graça, atendimento acima da média.

 

Mais uma vez fiz a reserva através de milhas (smiles) e meu gasto foi de 56.000 milhas para dois pernoites e quatro pessoas com direito a café da manhã.

 

A Oferta de Hotéis em Barcelona é vasta e para todos os gostos, novamente minha sugestão seria você fazer primeiro um perfil dos seus desejos.

• Grande parte das pessoas escolhem ficar próximo da praça da Catalunha, já que as Ramblas e a noite nesta região são atrações imperdíveis, mas os valores são mais altos e alguns hotéis são antigos.

• Próximo do mar nas imediações do Port Olympic você terá muita disponibilidade de restaurantes.

• Próximo a Igreja da Sagrada Família também é um ótimo lugar para ficar.

 

Eu sempre consulto vários sites sobre disponibilidade de hotéis, porém acabo sempre comprando pelo Booking.com

Deixamos nossas malas no hotel, depois de um breve reconhecimento do hotel e da região e partimos para nosso primeiro almoço, a indicação foi dada pelo recepcionista.

 

Foi uma bela indicação, o restaurante A GAUDIR ( Carrer Aragó 111 ) com o atendimento do proprietário foi uma experiência deliciosa.

Todas as indicações foram feitas pelo proprietário, vinho, Prato de entrada, principal e sobremesa, uma oportunidade de ouro para conhecer as maravilhas da culinária catalã.file.php?mode=view&id=129412&sid=3a6e118468a5b88a747d4307c844cf42

 

 

Depois do almoço, caminhada até a Praça da Catalunha, onde pudemos fazer várias fotos e percorrer as ramblas entrando em muitas das lojas da região.

 

Se você gosta de coisas exóticas e diferentes pode entrar no mercado público municipal que fica no meio do caminho das ramblas.

 

O passeio pelas ramblas é obrigatório e você deve investir pelo menos uma parte do dia para curtir muito este belíssimo local.

 

Andamos por alguns Quilômetros até chegar próximo ao mar na PRAÇA de COLOM passando pelo museu de Cera e outros cartões postais da cidade.

 

Cansados, escolhemos voltar de metrô e nesta hora é que vale as pesquisas que são feitas antes da viagem e os mapas que você deve salvar em seu Celular de modo off. Não foi difícil chegar na estação próxima ao hotel, aproveitando para curtir um pouco de Barcelona por debaixo da terra.

 

Convenhamos, os trens do metrô poderiam ser mais novos.

 

Tomar um banho e voltar para a maratona de passeios. Nesta noite escolhemos seguir de carro até o Port Olimpic e se perder pela infinidade de restaurantes desta região.

 

Interessante é ver o leilão que os garçons fazem para conquistar os clientes que são transeuntes no Port. Se gosta de barganhar este é o momento certo, agora o que você deve mesmo comer é um prato de mariscos.

 

Passamos uma noite maravilhosa nesta região e depois fomos dar uma volta nos pontos turísticos de Barcelona mesmo eu a maioria estivesse fechada, porém serviu para que tivéssemos uma ideia dos locais onde deveríamos passar e parar para curtir.

 

Para quem tivesse vontade de ementar aqui a noite seria bem interessante.

 

Voltamos por volta das 23:00 e ainda deu tempo para uma volta de bicicleta pela região sem nenhuma sensação de medo ou temor quanto a segurança.

 

No dia seguinte optamos por fazer o passeio com os ônibus de dois andares que passam por todas as atrações turísticas de Barcelona.

 

Escolhi a Cia BARCELONA BUS TURISTIC que tem três rotas ( durante quase todo ano ) Azul, Vermelha e verde por onde passa por todos as atrações turísticas da cidade.

 

O preço é de 29 Euros para um dia e 39 euros para dois dias (adulto).

 

Minha dica é aproveitar dois dias e parar com tempo em cada uma das atrações que você julga ser conveniente.

Consulte o site https://www.barcelonabusturistic.cat/es/informacio

 

Priorizamos as seguintes atrações:

• Igreja SAGRADA FAMILIA (que deve ter bilhetes comprados com antecedência)

• Estádio NOW CAMP do Barcelona ( ingresso pode ser comprado no local sem muita demora )

• Teleférico MONTJUIC ( atração que não pode ser deixada de lado )

• Bairro Gótico ( que basicamente pode ser escolhido para um passeio a pé e almoço )

• Praça de Espanha (um monumental espaço da região)

• Park GUELL (Fantástico parque idealizado por GAUDI)

• Casa BATLLÓ (outra obra fantástica de GAUDI)

• Fundação JOAN MIRRÓ (um dos vários museus que devem ser visitados )

• Museu PICASSO ( outro imperdível )

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Não conseguimos mais que isso, mas acredito que uma boa consulta aos sites uma dúzia de outras atrações.

No final do dia, depois de aproveitar até a última hora do HOP ON HOP OFF descemos na estação da diagonal e jantamos pela região.

 

Seguimos a pé para o hotel e novamente pegamos o carro para mais um passeio noturno pela cidade.

Para uma Trip em que você inclui esta magnifica metrópole ficou o gosto de satisfação, mas se você quer mesmo se tornar local aproveite e tire 7 dias e desfrute bem mais deste lindo lugar. ::otemo::

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Nossa história com o JAMON IBERICO na Espanha ::love::

 

Não existe uma possibilidade de você visitar a Espanha e não provar um delicioso Presunto curado e tratado.

Um pequeno adendo nesta nossa história de viagem para enaltecer a culinária espanhola ( com um toque lusitano ).

Durante toda viagem em todas as cidades espanholas que visitamos, não abrimos mão de comer um sanduiche, uma porção, ou mesmo um naco de JAMON PATA NEGRA . ::cool:::'>

Tudo bem que é o mais caro, no Brasil entre 300 e 1500 reais o quilo, mas na Espanha é possível comprar um bom sanduíche por 5 Euros ou passar em um supermercado e pagar 35 Euros o Quilo, ou em um restaurante pedir de entrada generosa por 12 euros.

Afinal porque os espanhóis do sudoeste engordam este porquinhos com bolotas ( um tipo de castanha ) até alcançarem quase 200 Kg para o abate, retiram suas patas traseiras para deixarem por 36 meses curando em ambiente especial.

Sua aparecia é horrível quando inteiro e pendurado, mas quando laminado e servido como aperitivo é delicioso.

Se quiser saber mais, vale a pena fazer algumas pesquisas, eu aproveitei para me deliciar em vários locais.

 

Minha sugestão:

 

• Não deixe de comprar um sanduíche em bares que servem “tapas”

• Compre no supermercado para se deliciar com um vinho no quarto de hotel, caso você se hospede em Apart Hotel ou residências fica mais fácil.

• Aproveite os restaurantes que servem esta delicia como entrada, pode custar de 8 a 12 Euros.

• Visite o museu do Jamon que fica na Gran Via de Madrid.

• Aproveite as lojas do aeroporto de Barajas para fazer uma boquinha.

 

Não poderia deixar de dizer que o que melhor acompanha esta especiaria seria um delicioso vinho de preferencia espanhol da região de JEREZ, mas se não encontrar, pode seguir a linha do RIOJA.

 

Bom apetite !!!

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BARCELONA - VALENCIA. ::Ksimno::

 

Chegou a hora de partir e dar continuidade a nossa Trip.

 

Acordamos pela manhã no hotel, tomamos nosso delicioso café da manhã e partimos para nosso próximo destino.

 

Na verdade, nosso próximo destino era Madrid, mas desejamos fazer o caminho via Valencia para uma parada gastronômica e nosso objetivo era comer uma verdadeira Paella Valenciana.

 

Vamos aos dados para anotação.:

Barcelona – Valencia – 348 Km - Pedágio – 38,20 e combustível 27,00 Euros.

Tempo: 3 horas e 30 minutos

 

A estrada que liga estas duas belas cidades é paralela ao mar do mediterrâneo, porém devido a pressa e ao tempo que não tínhamos foi necessário se manter na autoestrada.

 

Minha Dica:

Faça este percurso com tempo e tenha muito prazer em parar em TARRAGONA, CASTELO DE LA PLANA percorrendo muitos trechos de praia.

 

Antes do Meio dia já estávamos dentro da cidade de Valencia em busca de um restaurante tradicional para servir uma deliciosa Paella.

 

Aqui tivemos talvez a única falha de planejamento da viagem, na verdade eu fiz muitas pesquisas e cheguei à conclusão que iria direto para um restaurante na beira da praia que tinha muita fama, seria o ideal para o nosso propósito, lancei no GPS o endereço como com todos os outros destinos e me deixei levar pela máquina, acontece que fui parar no centro da cidade em um local totalmente diferente daquele que gostaria de visitar.

Nada de pânico, estacionamos o carro em um parking público e fomos passear pelo centro da cidade, como bons turistas começamos a perguntar onde poderíamos encontrar um restaurante tradicional para comer nossa paella.

Não foi difícil e encontramos um bem estilo valenciano mesmo no centro da cidade.

 

Dicas.:

• Valencia é um destino que merece pelo menos três dias para conhecer com detalhes todos as atrações.

• Bairro de Carmen é imperdível tanto para o dia quanto principalmente para a noite.

• A região da FIRA de VALENCIA, onde acontece algumas das mais importantes exposições, é um ótimo local de visita além de uma rede de restaurantes impecável.

• Cidade das artes e das ciências, culturalmente falando imperdível.

• Aquário da cidade que fica dentro da Cidade das artes

• Mercado Central de Valencia, considerado o mais limpo do mundo.

• Muitas igrejas entre elas, Catedral de Valencia, Basílica de nossa senhora dos desemparados, Iglesia de Santa Catalina

• Museus para ninguém botar defeito; museu das ciências, museu de Belas Artes, museu de La Amoina entre outros

• Praças; plazas de la virgem, plaza de city hall, plaza de la Reina, praça dos toiros

• Praias maravilhosas; Praia La Malvarossa, Praia de Pinedo ( com área de nudismo ), Praia El Saler.

 

Valencia é uma cidade dinâmica e intensa, que mistura o antigo com o moderno, harmonizando cultura espanhola, influencia árabe e muita fartura de comida.

 

Eu e minha família curtimos muito esta passagem pela cidade !!!

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VALENCIA – MADRID.

 

Nossa trip continuava, foi necessário depois do almoço em Valencia partir para Madrid.

A estrada neste trajeto era agradável e para constar em nossa contabilidade.

 

Valencia – Madrid – 357 Km – a maior parte em Auto estrada ( 344 Km)

Combustível: 27,00 Euros e 4 horas de viagem.

 

Queríamos chegar no Hotel antes do anoitecer, considerando que as 17:00 já era noite.

Nosso hotel ficava em frente a estação Atocha e o local era bastante difícil para parar (ficamos sabendo disto quando chegamos).

 

Hotel Mediodia - Plaza del Emperador Carlos V, 8, Centro de Madri, 28012 Madri, Espanha

Um imponente hotel super bem localizado, que só tinha um inconveniente suportável, o estacionamento ficava em outro local e tínhamos que parar na frente do hotel para descarregar as malas e seguir para ele através de um mapa complicado. Mais uma vez nosso querido GPS nos salvou.

Nosso quarto ficava logo no primeiro andar (baseado em quase todas as reservas que fiz solicitando andar baixo).

Hotel altamente recomendável.

 

Logo deixamos nossas malas no quarto e partimos para nossa primeira aventura em terras madrilenas.

Logo ao sair e praticamente ao lado do hotel tinha um restaurante sensacional que se chamava El Brilhante, seu atendimento era pitoresco e muito engraçado, garçons mais velhos gritavam os pedidos para o pessoal da cozinha.

A saída do Sanduíche de anéis de lula era o mais tradicional, todos pediam pelo menos um destes, depois vários tipos de tapas e bebidas completavam o cardápio.

Foi uma experiência inusitada e muito agradável.

 

Poderíamos ir andando para a região da Gran Via pela Cale de Atocha, ou mesmo pela Paseo del Prado, onde passaríamos por várias atrações que no horário que saímos já estariam fechados, optamos por escolher ir de metrô.

A entrada do Metrô era mesmo na frente do hotel e logo nos aventuramos para chegar na estação próxima da Gran Via.

 

Dica:

Novamente foi fundamental ter estudado todos os trajetos do metrô, baixar no celular off as rotas e a linhas para ter certeza que não se perderiam. Compramos ingressos em cartelas de 10 para ficar mais barato.

 

http://www.planometromadrid.org/en-index.php

 

Saímos pela linha 1 da estação atocha até a estação Sol que é um entroncamento entre outras linhas, dali partimos para estação CALAO que fica na Gran Via com uma Loja de departamentos do El Corte Inglês.

Contemplar Madrid na véspera do último dia do ano fim de noite é mesmo espetacular, tudo muito iluminado, grandioso e cheio de história.

Nesta noite nos perdemos pelas ruas ao redor da Gran Via.

Passamos pelas seguintes atrações:

Puerta de Alcalá

Fonte Cibeles

Gran Via

Banco de Espanha.

Teatro Rialto

Teatro de La Luz

Praça de Espanha.

Retornamos de Metrô para o Hotel e mais uma vez sem dificuldade alguma.

O dia tinha sido cansativo, mas em pensar que nas últimas 12 horas tínhamos feito Barcelona – Valencia e Madrid já valia cada osso dolorido.

 

Vamos que Vamos na TRIP da FAMÍLIA MARQUES

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MADRID 2º dia !! Último dia do Ano !!!

 

Nosso segundo dia em Madrid começou cedo, como não tínhamos café da manhã no hotel, por nossa Escolha, optamos por acordar bem cedo e tomar café na rua.

 

Dica:

 

• O Custo do café da manhã nos hotéis é alto, entre 11 e 30 Euros, por isso vale a pena reservar hotéis partindo do princípio de que não usará este serviço, chegando ao preço exclusivo da hospedagem.

• Nos sites para pesquisa de hospedagens você vai encontrar oportunidades que oferecem o café da manhã incluso como vantagem para a habitação verifique, entretanto, que tipo de café da manhã está sendo oferecido.

• O Mac Donalds na Espanha oferece um café da manhã bem interessante com preços baixos (entre 3,50 até 6 euros).

• Na região da estação de ATOCHA onde ficamos existem inúmeros cafés que servem croissants, bolos e outros quitutes locais por preços mais atrativos.

As 9:00 da manhã já estávamos caminhando pelas imensas ruas de Madrid ( Passeo do prado ) com temperatura de -3º graus seguindo em direção do Museu do Prado.

 

Dicas:

 

• Se sua viagem é no período de inverno proteja-se, é horrível caminhar pelas ruas e sentir a incomoda sensação de frio.

• No museu do Prado as filas são imensas, portanto compre com antecedência seu ingresso pela internet.

• Existem entradas exclusivas para quem comprou com antecedência.

• O preço é de 15 euros por pessoa, para quem não está com o orçamento folgado pode entrar depois das 17:00 e ficar até as 19:30, nunca esqueça de conferir antes se realmente está promoção continua válida.

• Menores de 18 anos não pagam, estudantes com carteira internacional até 25 anos também são isentos.

• Uma super dica vale para quem comprou pela internet, mas tem integrantes do grupo com isenção (menores ou estudantes) , antes de entrar precisa pegar o ingresso de gratuidade.

• O horário de funcionamento é de 10:00 as 20:00 exceto no período de 24 a 31 de dezembro que fecha as 14:00.

• A visita pelos imensos corredores demora no mínimo 3 horas para conhecer as principais telas, compre o guia para não se perder.

• Minha sugestão é antes via internet fazer uma pesquisa para conhecer o museu melhor e quando chegar, seguir diretamente para os pontos de interesse.

• São 17.000 obras de arte, o que não pode deixar de ver na minha opinião: Sala dos retratos da família Real ( Goya ), ver os quadros de Velásquez ( aproximadamente 50 ), obras de Goya algo em torno de 152 peças, obras do El Greco, exposições temporárias são sempre interessantes

• Outros museus próximos Tyssen-bornemisza e Reina Sofia

 

Fizemos nosso tour pelo museu do Prado em pouco mais de 3 horas e conseguimos ver todas as nossas prioridades da visita.

 

Dali partimos de metrô para o majestoso, imponente e grandioso estádio do Real Madrid o tão esperado Santiago Bernabeu,

 

Eu e o Matheus entramos para fazer o tour inteiro, passando por todos os setores do estádio e curtindo cada detalhe deste templo de várias vitorias do Real Madrid.

É uma experiência para quem gosta de futebol imprescindível.

 

Dica:

• Não comprei o ingresso de forma antecipada e não tive problema para entrar.

• Neste dia 31 de dezembro ele funcionou normalmente.

• O preço é de 24 euros para adultos e 18 euros para quem tem menos de 14 anos

Já passava das 15:00 quando pegamos o metrô sentido Puerta del Sol onde nesta noite iriamos passar a virada do ano.

Toda região da Puerta del Sol estava quase fechada devido aos festejos de Réveillon, mas pudemos fazer várias incursões em atrações.

 

Por volta das 19:00 retornamos para o hotel de metrô para nos arrumar para a grande noite.

Grande vantagem de ficar próximo do metrô para locomoção fácil em Madrid.

Saímos para a praça por volta das 22:30 e seguimos novamente de metrô.

As vias para chegar ao local onde tinha a arvore de natal mais próximo do relógio que badalava 12 vezes estavam lotadas e uma multidão se aglomerava nesta região.

 

• Eu não tive nenhum problema com gatunos em Madrid, mas fui avisado que eles existem e nestes dias de grande quantidade de pessoas eles agem com tranquilidade, por isso não leve bolsas ou passaportes.

• Nós levamos uma garrafa de champanhe Veuve Clicquot (comprada em Andorra por 18,50 Euros) um quilo de uvas para tradição da virada e muita disposição para uma noite fria mas deliciosa.

• Não espere muito destas ocasiões na Europa, não existem as grandes festas como Copacabana ou Av. Paulista, os europeus são frios e comedidos.

• Se você é adepto a festas depois da virada consulte os sites da cidade para saber onde a noite terá continuidade, geralmente são discotecas, casas de shows, restaurantes com música dançante.

• Nesta virada quando voltamos para o hotel na esquina tinha uma grande festa com uma fila imensa de pessoas aguardando para entrar. Parecia muito animada.

Ficamos na região até a 1:00 da manhã e depois voltamos para o hotel.

 

Nosso último dia do ano de 2016 foi maravilhoso em família visitando lugares excepcionais.

Preparar para continuar a viagem !!!!

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RETURN IN FIRST DAY - Madrid – Biarritz ::lol4::

 

A virada do ano foi maravilhosa, mas era chegada hora de iniciar nosso retorno para outros ares e muitas emoções.

 

Acordamos cedo e preparamos nossa mala para uma viagem de aproximadamente 500 Km até o outro lado da Espanha, na belíssima Biarritz que fica logo após a fronteira já na França

Pegamos o carro no estacionamento e partimos pelas belas estradas da Espanha, sentido países bascos pela E5 ou A1, passando por pitorescas paisagens

 

Vamos para os dados de estatística:

Distancia: 503 Km tempo estimado 5:30 minutos

Gastos com pedágio 29,45 Euros – 37,00 Euros de diesel.

 

Nosso café foi na estrada em uma estação de gasolina, o que me parece bem legal, quando encontramos um restaurante completo.

 

Dica:

 

Preste atenção nas bandeiras dos postos de gasolina e se puder faça uma pesquisa das lojas que existem no percurso. Uma boa escolha pode fazer você economizar muito ou gastar o que você economizou.

Em média você percorre 5 a 10 Km para encontrar outra estação, mas preste atenção nas placas que aparecem mostrando a distância da próxima “Gasolineira”.

 

As melhores são: Cepsa, Repsol, Galp, Shell.

 

Para sair da cidade de Madrid você passa por até três grandes vias, uma chamada de M30, outra chamada M40 e por último a M50 e como se a cidade fosse circunda por três grandes avenidas circulares. Para cada destino tem uma grande Autopista que começa pela letra A, no caso para os países Bascos o sentido é da A1.

 

A estrada que liga Madrid aos países Bascos passa por cidades que mereciam uma paradinha se houvesse tempo, Vitoria, Capital da Região, Santander, Bilbao, San Sebastian, todas as cidades que ficam próximas do golfo de biscaia.

Estávamos tão próximos da região de La Rioja (capital Logrono) que sentimos muita pena não poder parar em se deliciar do vinho da região na própria região.

Depois destas cidades espanholas um outro ponto icônico é ultrapassar a fronteira da Espanha com a Franca através da cidade de Iron.

 

Nosso objetivo não era este, afinal queríamos mesmo chegar a belíssima e paradisíaca cidade de Biarritz, enfim chegamos na cidade por volta das 14:00 e fomos direto para o hotel que reservamos com Milhas do Smiles

(35.500) .

 

Grand Tonic Hotel Biarritz

58 Av. Edouard VII Biarritz France

Tranquilo e muito bem localizado o hotel ficava a 5 minutos a pé da praia em um dos melhores points da cidade.

 

Dica:

Os melhores hotéis são de frente para a Praia e muito luxuosos, porém os preços são altos, principalmente na alta temporada (verão).

A Av. Edouard VII fica muito próximo da praia com várias opções de hotel e os preços são bem mais em conta.

Malas postas partimos para encontrar um bom restaurante pois estávamos morrendo de fome.

 

Pegamos algumas dicas, tentamos em um restaurante na rua da praia mas estava fechando e fomos parar no “BRASSERIE GARDERES” um excelente restaurante onde pudemos apreciar uma deliciosa comida, já que estávamos morrendo de fome rss. Restaurante vale a pena ser visitado.

 

Depois de almoçar e sair quase 4:00 do restaurante fomos passear pela praia conhecendo um pouco da cidade que é belíssima.

De carro você pode fazer um caminho umas três vezes até a ponta da cidade que você passa a ser local.

Fiz questão de passar por todos os pontos turísticos que seriam visitados no dia seguinte.

 

Dicas de visita:

Hotel du Palais: Um grande hotel construído a partir da vontade de uma imperatriz, esposa de Napoleão III que se apaixonou pela linda região de praia e decidiu construir uma “casa” opss como na época uma casa era sempre sinônimo de Castelo, está linda construção foi erguida. Depois de muitas mudanças virou um hotel e hoje encanta quem chega no centro do balneário, para nós que não podemos ficar neste lindo lugar, vale uma passagem pelos salões e com sorte pedir para conhecer as acomodações.

 

Casino Municipal: outro ponto imperdível e construído na mesma época do castelo. Fica de frente para o mar de Biarritz é possível tomar um bom café na sacada e curtir uma sortezinha se desejar.

 

Rocha da virgem: um lugar construído pelos pescadores que, reza a lenda, foi avistado por um grupo que em um mar de tormentas, percebeu este porto seguro, salvando suas vidas. Uma ponte, cujo nome é em homenagem a Eiffel o mesmo que criou a torre, detalhe, a mesma ponte foi construída a pedido de Napoleão III liga o continente a rocha. Um lugar exuberante que permite uma vista lindíssima da cidade.

 

Museu del Mar Aquarium !!! Em frente a rocha da virgem um interessante museu aquário, imperdível.

 

Mercado Halles: O mercado Central (popular) que vende as coisas do local, principalmente frutos do mar, peixes, crustáceos, queijos e frutas. Eu como gosto muito de visitar locais como este não perdi minha oportunidade.

 

Farol: Outro lugar que não pode deixar de ser visitado.

 

A noite caiu e tivemos que retornar para o hotel, já que o frio também veio forte.

Foi uma pena que este dia a maioria das atrações estavam fechadas pois era o primeiro dia do ano.

 

Cansados fomos dormir por volta das 22:30.

::toma::

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BIARRITZ - VERSALHES

 

Este dia na viagem era considerado o mais cansativo e com a maior distância a ser percorrida.

Era preciso voltar ao centro da Europa para iniciar outra fase da nossa viagem.

Não queríamos fazer da viagem um transtorno, por isso acordamos as 7:30 da manhã, sem muita pressa, fomos buscar em uma mercearia um café da manhã conforme desejávamos, muito queijo francês, baguetes e muito mais, levamos para o hotel e nos deliciamos com um petit dejéuner, barato e delicioso.

 

Depois de fechar a conta, iniciamos um mini tour pela cidade passando pelos lugares que não tínhamos visitado no dia anterior.

Primeiro fomos na virgem e fizemos o caminho até a santa passando pela ponte e admirando os corajosos nadadores que as 9:00 da manhã se aventuraram em entrar no mar.

Pensando bem, considerando que as aguas estavam com temperaturas de 14 graus e o frio da cidade nesta hora estava em torno de 8 graus havia apenas um choque térmico ao sair da agua.

Queríamos entrar no museu do mar, mas ficaria muito tarde para percorrer o trajeto até Versalhes.

Percorremos pelo menos 5 km de praias aproveitando que estavam vazias.

Já eram 11 horas e decidimos que estava na hora de realmente partir para estrada, mas antes teríamos que passar na DECATHON para comprar o pé de pato do Matheus e do seu amigo Rafael.

Foi uma grande diversão aproveitar a visita nesta loja para comparar os preços com o Brasil.

O preço do pé de pato era pelo menos 4 vezes mais barato.

Compramos e seguimos para a estrada.

 

Vamos aos dados de consumo:

 

Distância de 771 Km, aproximadamente 9 horas (considerando que paramos para almoçar) caso fosse direto teríamos algo como 7 horas.

Gasto com portagem 67,10 Euros e diesel 55,00 Euros.

 

Sair da cidade era muito rápido, algo como 5 km e já estávamos na pista, o primeiro nome que aparece é BORDEAUX como meta para ser atingida e local para almoço, algo como 200 Km.

Nossos filhos assim como a Cris já estavam dormindo.

Aqui já fica uma vontade enorme de parar nesta linda região e aproveitar todos os vinhos, mas imagina que dirigindo eu não podia nem beber.

 

Dica:

 

Se sua visita tem como objetivo conhecer esta região de Biarritz não deixe de visitar Bayone, San Sebastian, Bilbao, Pamplona e um pouco mais a leste Lourdes, onde se inicia o caminho de Santiago, tudo em um raio de 150 Km de distância.

 

Percorremos os 200 Km em menos de 2 horas e paramos para almoçar próximo das 13:30, o restaurante tinha uma bela vista para Ponte PIERRE e o Quartier Saint Michel, em pensar que tínhamos uma dezena de vinícolas que poderiam ser visitadas e estavam logo ali pertinho.

Tudo bem vamos fazer novamente esta região um dia.

Tínhamos muito chão pela frente e partimos novamente pelas estradas rumo aos arredores da cidade luz.

Pensávamos que em pouco mais de 4 horas conseguiríamos, mas esta estrada é muito movimentada com muitos caminhões e levamos mais de 5 horas chegando em Versalhes próximo das 19:30.

 

Reconheço que em nova viagem, trechos com esta distância não estarão em nosso planejamento.

 

Nosso hotel em Versalhes era muito bem localizado, mas não tinha estacionamento e tivemos que deixar nosso carro na rua, o que nos preocupava, apesar de estar na Europa.

O nome do hotel é interessante, “A I´Hôtel Des Roys” e ficava na Av. de Paris 14, região central em frente ao museu, construção do século XVIII.

O custo desta noite foi caro, algo como 174 euros.

Sabíamos que não era possível a visita ao castelo, mas estar próximo e ver sua fachada já foi suficiente.

 

O que sobrou para nós neste dia cansativo? Procurar um excelente restaurante e beber um bom vinho para curtir a cidade.

Fomos em busca deste local e não foi difícil, a cidade tem uma região só de restaurantes no quadrilátero entre as ruas Rue Du Marechal Foch e Rue de lá Paroisse.

Se perca e escolha a melhor opção, pois existem várias.

 

Dica:

 

As indicações de recepcionistas pode ser uma boa se a mesma não tiver um interesse na opção que está sendo oferecida.

Versalhes é uma cidade a ser explorada, porém a maioria das pessoas apenas enxerga o local através dos passeios pelo castelo, o que impede de fazer um tour mais detalhado.

Terminamos de jantar já passava das 22:00 e fomos caminhando de volta para o hotel.

 

A noite estava linda e fria, mas estávamos ansiosos para dar continuidade na tour !!!

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VERSALHES – AMSTERDAM

 

Chegou finalmente a hora de partir rumo a países que ficam mais ao norte da Europa.

A visita a Holanda era muito desejada nesta viagem e criamos muita expectativa para este trecho, afinal atravessamos a França, Bélgica e finalmente Países baixos.

Vamos primeiro aos números:

Distancia:

São 522 Km considerando quase 90% em autoestradas maravilhosas e superseguras.

São pouco mais de 5:30 minutos, Combustível (diesel) 38,00 e de portagem, os incríveis 16,30 que valem por cada Km percorrido.

Acordamos cedo e tomamos café no hotel de Versalhes, carregamos o carro e partimos pelas autoestradas, o caminho passa por lugares que valeriam uma parada caso tivéssemos tempo e nossos objetivos não fossem outros destinos, a primeira é Lilie ao norte, próximo da fronteira com a Bélgica e do canal da mancha que liga a França A Inglaterra, outra parada interessante, seria   GENT na Bélgica, cidade universitária com canais e muita fama de baladas nas altas madrugadas, mais uma cidade que seria muito interessante seria Antuérpia que dispensa comentários pois é a segunda cidade mais interessante da Bélgica depois de Bruxelas, a última cidade que considero interessante neste trecho da estrada seria UTRECHT que fica já na Holanda há pouco mais de 50 Km de Amsterdam, outra cidade universitária, muito parecida com a capital e com uma característica muito interessante, uma impressão de que há mais agito próximo dos canais.

Antes das 13:00 estávamos no Íbis hotel do aeroporto de Schiphol, hotel que escolhemos para pousar duas noites, aproveitamos para almoçar neste maravilhoso hotel.

Nossa escolha foi estratégia, pois acreditamos que deveríamos ter conforto, preço justo e apenas a preocupação de fazer o trajeto Schiphol Estação Centrum.

O hotel Íbis é gigantesco, mas suas acomodações são confortáveis para famílias, seu atendimento é rápido e eficiente, seu transporte para o Aeroporto e rápido e gratuito e funciona até as 24:00

Os hotéis do centro são mais caros caros e provavelmente mais antigos o que impede muitas vezes obter o conforto que desejamos em viagens familiares..

Chegamos, almoçamos e partimos para o Centro da cidade para não perder nada já que tínhamos pouco mais de dois dias em meio.

Estação Central é uma das atrações a serem conhecidas, a região da Red Light que fica muito próximo sendo possível ir a pé, foi outra escolha deste dia, e vejam que não é apenas para ver vitrines o passeio de barco pelos canais também

Caminhamos pelas vielas e ruas que beiram os canais desta belíssima cidade.

Seguimos até o ponto mais visitado da cidade onde fica as inscrições do I AM AMSTERDAM uma praça que fica na frente do museu RIJKSMUSEUM

Tiramos dezenas de fotos em todas as letras deste cartão postal.

Terminamos na praça DAM a mais famosa e eclética da cidade.

Já noite e com um sentimento de grande prazer, retornamos até a estação Central e partimos  para o aeroporto onde ficava nosso hotel.

Enfim estávamos na Holanda depois de duas semanas na Europa.

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    • Por rafacarvalho33
      Depois da passagem por Capitólio (leia AQUI o relato), tínhamos em torno de 400 km ate Serra do Cipó, que levou praticamente 07 horas para serem percorridas por causa de obras na pista, o Parque Nacional Serra do Cipó é totalmente GRATUITO, ótima noticia para quem quer esta com o dinheiro curto, no parque você tem a possibilidade de realizar trekkings para cachoeiras e cânions, podendo fazer a pé, ou alugar uma bike na entrada do parque. 

      O bom do lugar que ele é quase totalmente plano, não há subidas íngremes, facilitando a caminhada, foi nessa que eu consegui bater meu recorde em um dia e fazer 30 km, começando a andar as 10 horas da manhã e só indo terminar as 18 horas. Foi bem desgastante!

      Infelizmente fiquei apenas 01 dia, mas deu para aproveitar o melhor do parque, espero que vocês gostem do relato.
       
       
       
      - Hospedagem
      Na Serra do Cipó não tem muitas opções baratas para se hospedar, não tem como fugir muito do Camping Grande Pedreira, o valor esta 20 reais por cabeça e a área de camping é enorme, tem vestiários para banho, porém não tem cozinha, único fator negativo, e esta a menos de 05 km do centro da cidade, foi uma boa opção para quem ia passar 2 noites e 1 dia.
       
      - Transporte
      Infelizmente no Brasil o turismo não tem o investimento e a estrutura que merecem, geralmente se você não tiver um carro, você não conseguira chegar a lugar nenhum, só se estiver viajando de bike ou carona, pois se depender de transporte público dificilmente chegara nos lugares turísticos, ou então vai ter que depender de agências de viagem que vão cobrar o olho da cara. O que posso recomendar é ter um carro, ou alugar um, pegar o mapa da cidade com os pontos de seu interesse e dirigir ate ele.
       
       

      - Alimentação
      Como passaríamos o dia todo fazendo trilha, nosso café da manhã e almoço foram lanches que preparamos, no centro da cidade tem vários mercados que da para comprar de tudo, a noite um lugar mais em conta é no Alcinos, lá tem prato que da para 2 pessoas por 20 reais, litrão de cerveja a 10 reais e tem wi-fi no local para quem precisar, vale a pena.
      - Segurança
      Serra do Cipó me pareceu ser super tranquila, com o jeito de cidade do interior, tranquilo e mais seguro, comparado com a minha cidade, logicamente, que nem preciso falar que é bem perigosa.

       
      - Passeios
       
      Parque Nacional Serra do Cipó: O Parque é totalmente gratuito e na portaria eles fornecem um mapa simples e te ajudam com dicas para você aproveitar o melhor do parque, como tínhamos apenas um dia para aproveitar , acabamos resolvendo fazer o maior trekking do parque. Não se esqueça de levar água, comida e tudo o que for necessário.
       
      Cânion das Bandeirinhas: São 12 km para ir e mais 12 km para voltar, o trekking é plano em 95% do trajeto e é necessário atravessar um rio a pé, a água chega ao máximo na cintura,  no meio dessa trilha tem uma entrada para a Cachoeira da Formiga, são 2,5km para ir e 2,5km para voltar, e vale muito a pena, mas se prepare se você for andando, serão quase 30 km de trekking, tudo bem que é plano, mas mesmo assim são 30 km hehehe, começamos a andar as 10h da manhã e só fomos terminar as 18 horas.

      Existe a possibilidade de alugar uma bicicleta (50 reais) e fazer o trajeto todo assim, acaba sendo um pouco mais fácil do que andar, mas mesmo assim cansativo.
       
      Então foi isso, ficamos apenas 2 noites e 1 dia em Serra do Cipó, e nesse dia fizemos esse trekking de quase 30 quilômetros , mas valeu muito a pena conhecer a melhor parte do Parque Nacional e tudo gratuito, a seguir era partir rumo a Conceição do Mato Dentro e Diamantina/MG. Fique esperto para acompanhar os próximos relatos. 
       
      É isso ae galera...
       
      Espero que tenham gostado do relato e...
       
      Follow me.
       
       

       
       
    • Por Paulo Sérgio Silva

      Mossoró - RN X Brasília - DF
      Vamos Pro relato.....
      Data da Viagem 09/08 3 dias de Viagem
      Total Kms Rodados. 2350. Pelo Caminho que escolhi.
      Total Gasto. Gasolina R$: 280,00 Media de Preço R$: 3,68 à R$: 4,28 Carissima.
      Alimentaçao. 1° Dia R$: 10,00 Um Lanche Rapido a Noite em Cabrobó - PE
      2° Dia R$: 24,00 Almoço em Ibotirama - BA. A noite so Agua mesmo.
      3° Dia Almoçei Na Casa de Meus Pais. Tava de Regime.
      2 trocas de Oleo uma de R$: 15,00 (Lubrax) Pessimo rendimento e Outra R$:18,00 Mobil esse pegou bem. E uma Regulagem de Valvulas R$: 15,00
      Prego Zero na Estrada.
      Moto Titan Fan 125 Ano 2010. Com 38948km.
       
      Bora Entao....
      No Primeiro dia.
      Saindo de Mossoró - RN as 10hs. Seguindo em direçao a Apodi - RN BR 405. /Itau - RN/Sao Fco do Oeste - RN/Pau dos Ferros - RN... Chegando en torno de 13hs na Cidade do Fogo. A tormenta ja começa ai. Em uma viagem de Moto a pior Situaçao é rodar entre 13h as 16h. O Calor é intenso e Uma das coisas que nao Pensei foi de ter Levado Protetor Solar e labial. Importante demais esse detalhe. Simbora entao.... A ansiedade era grande que nem Fome Deu . Parti Sem almoçar..... Seguido de Rafael Fernandes - RN/Jose da Penha - RN/Major Sales - RN E Chegando na Divisa RN/PB em Uirauna - PB. Simbora Passando por Sao Joao do Rio do Peixe - RN (Aqui começei a sentir Calor Forte).Capa de Moto Preta Amigo com 35 graus... Sei lá. Bora Pra frente... Seguido de Sao Joao do rio do Peixe - PB/Cajazeiras - PB/Cachoeira dos Indios - PB/Barro - CE(Agora estado Ceará)Milagres - CE/Brejo Santo - CE/Jati - CE/Pena Forte - CE/ e entrando no Pernambuco Salgueiro - PE. !!! Aqui um detalhe.... Cheguei as 17hs em Salgueiro - PE. Encostei no Ponto de Apoio dos Onibus. Nao estava Cansado e fiquei na duvida se Pernoitava por aqui ou nao. ... Tambem me lembrei que este Trecho de Salgueiro/Cabrobo/Oroco tem alto indice de Assalto pelo menos na minha epoca. Entao perguntei ao Bombeiro meio encabulado e ele disse que nao .. era outra cidade que ele Falou e blablabla. Nao pensei em nada tava sem sono . Dei partida e fui... Cheguei em Cabrobó - PE e fiz Parada para Lanchar e Abastecer a Moto. Aproveitei e perguntei ao Bombeiro as condiçoes da estrada em diante. E ele me disse que tinha muito Jumento na Estrada... até ai Blz. Mas ele disse desse jeito Pra mim. (Se voce tiver sorte de nao ser Assaltado no Caminho... no mais Livrando os Jumentos A estrada ta boa.. Kkkk. Rapaz nessa hora ai que ele me deu Coragem pra seguir.... Nao contei outra Partiu.. Cabrobó - PE/Orocó - PE/Santa Maria da Boa Vista - PE/Lagoa Grande - PE/Petrolina - PE e finalmente Cheguei em Juazeiro - BA... as 22Hs. Do 1° Dia.
      Nao Procurei Pousada, Tinha Levado uma Rede pra uma Urgençia (Vai que a moto Dava um Prego... Pelo menos tinha onde deitar. Armei a rede entre Duas carretas. Dos companheiros de estrada e ja Era. O flex na Cabeça tava tao Louco que so Consegui Dormir as 24hs (Meia Noite). Acordei as 3hs da Manha . Frio lascando. Mesmo com 4 Camisas por dentro e a capa da moto. Frio foi um Tormento nas Noites.... Mas tem nada nao Faz Parte. Simbora 2° Dia
      Saindo de Juazeiro do Bahia seguido por Carnaiba do Sertao - BA/Juremal - BA/Maçaroca - BA/Jaguarari - BA/Senhor do Bonfim - BA/Ponto Novo - BA/Capim Grosso - BA. Nesse trecho tem um trevo Com a Primeira placa (Jacobina - Brasilia) Primeira placa de Brasilia que vi. E me indicaram nao ir por la por causa dos Buracos. Entao decidi outro caminho .Fiz uma parada pra tomar Agua e uma Pertubaçao começa a aparecer.... A (Bunda) da Pessoa Começa a ficar meio Esquisita....kkkkkk. Bola pra Frente.. Seguindo de Sao José do Jacuipe - BA/ Varzea da Roça - BA/ Mairi - BA/Baixa Grande - BA/Macajuba - BA/Rui Barbosa - BA/Seabra - BA/ Ibotirama - BA... aqui Parei parando.. 2hs da tarde Quente Feito a peste como diz matuto. O bicho tava pegando. Os olhos tava feito fogo. E o Calor tava demais... Entao Almocei de boa. Passei uns Zaps e Fiz troca de Oleo da Moto Abasteci e depois de Pensar um bocado no Calor ... Mandei ver .... depois de Ibotirama em uma serra percebi a Moto começar a bater valvulas principalmente na subida.. e ja tinha andado uns 20km entao resolvi Voltar. Passei na Oficina e mandei o cara Regular essa valvula (Embora eu nao sabia se era isso mesmo). Mas pra.minha sorte so era isso. Graças..... entao sentei o pé...Seguido de Cristopolis - BA e Barreiras - BA. Aqui cheguei de 18hs. So o bagaço da Laranja.... Procurei a turma da rede e Logo enganchei a danada entre as Carretas. Fome zero o almoço valeu por dois dias. Um detalhe (Nao reparei direito e eu achava que as carretas iam pernoitar. Derrepente eu depois de ja deitado a Scania da Partida pra sair... Meu amigo .. Pense numa desmontada de rede Deflexxxxxx.... Kkkkk. Rapaz do jeito que eu tava morto se esse omi sai sem eu perceber o rasgado de rede ia ser feio viu. Kkkkk. Mas deu tempo. Na verdade o cara desceu e veio olhar a situaçao. Blz desarmei e botei no Canto certo. .. e ai dessa vez descançei 6hs Apaguei entre 18s as 24hs(Meia Noite). Acordei nao pensei em Outra parti.. bora..... Quando fui da Partida cade a Moto pegar. ...? O frio tava tao grande que a moto nao dava Partida. Chamei o bombeiro dei um tranco na moto com o afogador puxado e Pouuuuuu. Pegou na hora nem Obrigado dei pro bombeiro com medo da moto apagar e fui.... Seguindo até Luiz Eduardo Magalhaes - BA. Tive que parar.. Rapaz o Frio tava igual a Bariloche. Meu amigo dava nao era frio demais . Gastei 3hs pra chegar Armei a rede de Novo nas Carretas e baubau dormi. Acordei de 6:30hs. Abasteci a Moto e Pe na estrada. Seguindo por Roda Velha - BA/Posse - GO ja no estado de Goias/Simolandia - GO/Alvorada do Norte - GO/Vila boa - GO/Formosa - GO/Planaltina - DF/ Sobradinho -DF (Aqui uma surpresa!!! Do nada a moto Apagou as 13hs Sol torando. Imagine o que era?.... Esqueci de Abastecer. A sorte que ja tava dentro da Cidade empurrei a moto ja com fome e sede uns 500 metros no Setor de Oficina Sul no Posto mais Proximo. Fiquei rindo o tempo todo.. Abasteci e chinelei... Taguantinga - DF/ e Finalmente Ceilandia - DF. As 14hs do 3° Dia..
      E assim foi essa jornada Mossoró - RN x Brasilia - DF
       
    • Por willianfae
      Todas informações estão no meu BLOG
      http://mochileiroparasempre.blogspot.com.br/
       
      Antes de relatar a travessia Petrópolis-Teresópolis. A Petrô-Terê, como ela é chamada normalmente vou explicar como tudo isso começou.
      A Alguns meses atrás fiz o Pico Paraná com alguns colegas pois eu estou me preparando para fazer um mochilão para patagônia e isso serviria como preparo. Quando fiz o pico Paraná vi que eu estava bem ruim de equipamento principalmente Mochila e Bota. Depois de sofrer na pele com equipamento ruim, sai pela internet procurando qual seria o melhor equipamento para cada segmento. Quando cheguei na parte de mochila vi que a Deuter era disparada a melhor cargueira. Como eu não conhecia a marca sai pesquisando valores, descrição etc. Levei um susto quando vi que uma mochila top custava cerca de R$ 1200,00 “Depois vi que isso se paga”. Um certo dia entrei no site da deuter e vi que tinha uma promoção para uma expedição Petrópolis-Teresópolis onde fiz na hora a inscrição pois além da viagem eu poderia ter desconto para comprar minha sonhada mochila Deuter. Fiz a inscrição mas já sabendo que não ganharia pois até então nunca tinha ganhado nada. Certo dia recebi um e-mail informando que eu era um dos ganhadores da expedição. Depois de ler 10x o e-mail e acessar o facebook pude confirmar que isso não era um sonho e sim demorou mas ganhei o que mais gostaria, uma expedição com a Deuter.

       
      No outro dia já comecei a botar meu preparo físico em dia pois essa travessia seria bem mais longa que o pico Paraná.
      O pessoal da Deuter fez uma organização impecável e a todo momento era informado do que era preciso levar, como seria o roteiro e respondendo todas minhas dúvidas. A Travessia seria Sexta, Sábado e Domingo. O Ponto de encontro foi sexta as 8:00 no aeroporto Santos Dumont.
       
      Por internet já pude conhecer quase todos os colegas de travessia e minha percepção se confirmou, a galera era SHOW, logo de cara já fizemos amizade e parecia que a galera já se conhecia a muito tempo. Todos do grupo já tinham experiência em trilhas, alguns eram mais acostumados com trilhas longas e outra galera “eu estava junto” com trilhas mais curtas.
       
      Além dos participantes tivemos a companhia do Fotografo Tom Alves, Mario Nery que é represente do site trekkingbrasil.com.br além do pessoal da deuter e o escalador Hillo Santana – escalador do Deuter Team Brasil “esse cara é foda”
       
      Antes da partida recebemos um presentinho da deuter um kit contendo um saco estanque da Sea to Summit, um par de meias da Lorpen, um X-Mug da Sea to Summit e algumas guloseimas para ir beliscando no meio do caminho. Além disso ganhamos uma blusa da Expedição.
       
      Saímos no horário previsto, mas pegamos muito trânsito na subida da Serra para Petrópolis por causa de um caminhão que subia devagar, só chegamos na Portaria do Parque Nacional da Serra dos Órgãos (Parnaso)por volta das 11h. Chegando lá fomos recepcionados pelo guia da Expedição e por mais algumas pessoas que nos acompanhariam e fariam parte da logística do evento. Fizemos o check in na portaria do Parque e logo depois tivemos um pequeno papo com nosso guia Ivo Junior que foi fantástico. Além de nos ajudar nas trilhas pude aprender muitas dicas para tornar a trilha mais fácil.
       
      DIA 01 – Da Portaria de Petrópolis (Bonfim) ao Morro do Açú – 12/09 – sexta
      Destaques: Vista do mirante do Graças a Deus, após a Isabeloca.
      Distância: cerca de 7 ou 8 km, uma média de 6 horas de caminhada.
      Nível: Subida pesada, quente e com trechos bem expostos ao sol.
      Dica: Leve água, já que o ponto de abastecimento é no Ajax e até lá tem muito chão e muito calor se o sol estiver forte. Não esqueça o protetor solar e um boné!
       
      Depois de toda recepção e agradinhos era hora de pôr a minha Deuter nas costas e ver na prática como ela ia se comportar. Hoje os pontos principais era Pedra do Queijo, Ajax, a subida da Isabeloca, o mirante do Graças a Deus e as lages de pedra (chapadão) até o Açu – ponto do nosso primeiro acampamento.

      * Primeira foto da galera - Inicio da trilha (Foto Tom Alves)

       
      Eu já tinha lido que o primeiro dia era o mais punk pois é só subia subida subida subida e mais subida subida. E realmente é assim mesmo. A pior parte da subida foi o trecho da portaria até a Pedra do Queijo, esta parte é quente demais e não tem tanto vento para aliviar a situação como temos na Isabeloca. De início a subida não tem muita coisa para se ver e a trilha é um pouco chata mas depois de algumas horas a trilha fica bem show. Como o grupo era grande nós tivemos uma pequena divisão onde cada um pode ir andando no seu ritmo porém sempre acompanhado de um guia. Eu consegui manter um ritimo legal pois a mochila realmente é FODAAA e quase eu não sentia ela.

       
      Fizemos uma parada rápida entre a Pedra do Queijo e o Ajax para um papo e repor as energias.Durante a trilha eu fazia uma parada de 1min a cada 15min andando. Nesse momento eu anda estava usando meu cajado de madeira hhehe Depois o Guia jogou fora e me emprestou um bastão de trekking show. Foi minha priveira vez usando bastão e isso ajuda muito. Um detalhe é questão da mão inchada, se você não usa suas mãos sempre estão baixas e com isso fica inchada. Com o bastão isso não ocorre.
       

       
      Paramos mais a frente no Ajax – ponto de abastecimento de água – comemos alguma coisa, bebemos bastante água, enchemos as garrafas e Streamers e começamos a tão falada subida da Isabeloca. Dizem que a Isabeloca tem este nome por causa da Princesa Isabel que gostava de passear por ali no lombo das mulas
       

      *Willian Faé (Foto Tom Alves)
       
      Chegamos no final da Isabeloca e o sol já começava a sair de cena. Por volta das 17h estávamos no Mirante do Graças a Deus, no começo do trecho que chamamos de “Chapadão”, local onde ficam as lages de pedra, dali até o Açú ainda teríamos mais alguns bons minutos de caminhada e mais algumas subidas. Paramos um pouco nesse ponto onde o Tom Alves parou para fazer umas fotos bem legais com a Nayara e minha mochila. Acompanhei as fotos e logo voltamos a trilha.
       

      (Foto Mario Nery)

      (Foto Tom Alves)
       
      Nesse momento eu corpo já estava conformado com tanta subida. Realmente até esse ponto tinha subido bem puxado e o sol estava castigando. Não economizei na água e sempre estive muito bem hidratado e sempre estava comendo uma barra de cereal.
       

      Chegamos no acampamento quase 18:00 e para nosso conforto o pessoal já foi na frente montando as barracas e levando a comida para o jantar. Isso foi um LUXO pois só nisso economizamos uns 3 a 4 kilos na mochila. Eu cheguei no acampamento e fui direto para o refugio encarar a fila do banheiro. Lá tem água quente e banho de 5min. Água quente mesmo. Esperei cerca de 1:30 para tomar banho. La também tem estrutura para dormir e barracas para alugar, porem tem que ser reservado por internet antes. Cama é 40 pila, espaço pra colocar o isolante e saco de dormir 20,00 e a barraca não lembro. Todos tem direito a banho. Quem pegar quarto pode usar a cozinha.
       

      (Foto Tom Alves)
       
      Depois do banho tivemos um jantar feito pelo Topot, que incluía sopa e capeletti, com direito a chocolate de sobremesa e um chá. Hora de ir pra dentro do saco de dormir e encarar a noite fria da Serra dos Órgãos. O dia seguinte começava cedo, junto com o nascer do sol.
       

      (Foto Tom Alves)
       

      (Foto Tom Alves)
       
      DIA 02 – Do Morro do Açú até o Abrigo 4 – 13/09 – sábado
      Destaques: Visual do segundo dia é o mais bonito de toda a Travessia.
      Distância: cerca de 9km, mais ou menos 7 horas de caminhada.
      Nível: Pesado com trechos de escalaminhada que exigem atenção e alguma experiência.
      Dica: Amarre bem os cadarços das suas botas para evitar que os dedos fiquem batendo contra a parte da frente do calçado durante as inúmeras descidas. Este é o dia onde as pessoas se perdem com muita facilidade na travessia, alguns pontos onde a trilha muda não são notados facilmente. Eu mesmo teve um ponto que me desviei da trilha e aguardei o pessoal chegar para ter certeza para onde eu deveria ir. Outro problema sério para orientação pode ser a presença de neblina, coisa comum na Travessia. Você ficará exposto ao sol quase o tempo inteiro, então não descuide da hidratação, proteção para cabeça e do filtro solar.
       
      A Noite foi bem fria no acampamento, mas eu estava bem equipado e foi tranquilo dormir. Como estava muito cansado não tive dificuldades em dormir. Acordamos por volta das 5:00 fomos em direção a frente do abrigo do Açu para ver o nascer do sol e foi simplesmente perfeito.
       


      (Foto Mario Nery
       
      Logo depois do nascer do sol o pessoal preparou um café da manhã bem reforçado pois como no dia anterior não tivemos almoço. A Rota do segundo dia é a mais top da travessia. Ela tem muita subida, descida e alguns pontos bem perigosos porém o cenário é perfeito. Como um plus nossa rota incluiria passar pelo Portais de Hércules que é uma vista privilegiada de algumas montanhas que não são vistas normalmente durante a travessia, como a famosa “Agulha do Diado”e “Dedo de Deus”.
      Eu achei o segundo dia bem melhor e também já estava em um ritimo bem legal de caminhada.
       
      Os pontos clássicos deste dia são: Morro do Marco, Portais de Hércules (desvio da trilha normal da Travessia), Vale da Luva (ponto de água), Morro da Luva (pior subida do dia), Cachoeirinha (base do Elevador – ponto de água), Elevador (escada de grampos de aço fixados na pedra que exigem atenção e calma), Vale das Antas (ponto de água), Pedra da Baleia, Mergulho (Grota ou Vale da Morte),Cavalinho e finalmente o Abrigo 4 aos pés da Pedra do Sino
       
      O Segundo dia é bem mais técnico e exigiu bem mais atenção.
      Saímos do acampamento e fomos em direção ao portais de Hércules, o que ajudou foi que na metade do caminho onde se inicia a descida para os portais, ficou um pessoal esperando e ai pudemos deixar nossas mochilas e descer bem mais leve. Levamos cerca de 1h até os portais. A Descida é bem susse e o lugar é o mais top de toda a travessia. Ficamos cerca de 30min olhando para aquele lugar e batendo diversas fotos. Pra ajudar tem também ponto para agua que fica na metade do caminho.
      A Volta foi até o ponto que o pessoal ficou esperando foi bem tranquila também. Vale a pena com certeza incluir os portais no seu roteiro.
       

      (Foto Mario Nery)

      (Foto Mario Nery)
       
      No segundo dia todo o pessoal já estava bem mais acostumado com o ritimo então a trilha rendeu mais mesmo sendo bem mais longa.
      Durante a trilha escutei o pessoal comentar de alguns pontos famosos, porém como eu não tinha pesquisado antes eu não imaginava o que seria. Mas escutei frequentemente um tal de “Elevador, Cavalinho, Descida do Mergulho”.
      Depois de algum tempo de caminhada chegamos em um ponto onde poderíamos ver o sino e para mim foi um dos lugares mais bonitos da travessia.
       

      (Foto Tom Alves)
       
      Logo depois de um bom descanso e do reabastecimento das reservas de água no Rio Soberbo nós seguimos em direção a Pedra da Baleia. Neste ponto o Kiko que vinha fechando a fila passou a frente para ajudar o Ivo Junior na fixação da corda de apoio para descida do Mergulho (uma grota logo antes do Cavalinho, que é chamado de vale da morte) .
       
      Mais alguns minutos de caminhada com a parede do Sino na nossa direita e chegamos ao ponto onde descemos o vale para subirmos em direção ao famoso “Cavalinho”. Neste trecho da descida a corda já estava fixa e parte do grupo já havia passado. A logística de passagem foi perfeita. As mochilas foram passadas de mão em mão e colocadas logo abaixo da grota e as pessoas iam descendo pela corda, pegando suas mochilas e subindo em direção ao Cavalinho.
      Esse ponto se tornou fácil devido a estrutura de corda e apoio do pessoal porem sem isso o negócio é bem perigoso. Não tenho fotos desse local pois tive que colocar tudo na mochila para poder descer.
       
      Depois de alguns minutos chegamos no chamado cavalinho. O negocio é bem punk mesmo é uma subida cheio de pedras e uma rocha atravessada simulando um cavalo. Não sei como seria passar aquilo com mochila pois mesmo sem mochila e com ajuda já foi um pouco difícil. Achei muito perigoso pois ali se cair já era. Mas o pessoal da Deuter preparou outra logística perfeita, passando todas as mochilas e depois colocando uma corda para servir de apoio. O Kiko também ficou na ponta para ajudar o pessoal a subir.
       


       
      Depois disso tudo ficou mais tranquilo. Estávamos bem pertinho do acampamento
       
      Após a passagem pelo Cavalinho alguns optaram por subir o Sino para aproveitar o por do sol e outros – como eu – foram direto para o acampamento junto ao Abrigo 4. As barracas estavam montadas e o espaço para nossa cozinha já estava pronto. O Topot começou a preparar a janta dos participantes enquanto alguns já se “inscreviam” na fila do banho, que estava maior que a do dia anterior. No meu caso desisti do banho pois tinha muitaaaaaa gente na frente.
       
      O sol sumiu de vez e as pessoas que estavam no alto da Pedra do Sino começaram a descer. O papo rendeu ao redor da “cozinha” – enquanto a sopa e o arroz com nozes, queijo e grão de bico estavam nos pratos o silêncio imperava, mas antes ou depois as conversas iam da música e causos da montanha até as viagens, trilhas e equipamentos – com não poderia deixar de ser, é claro.
       
      DIA 03 – Do Abrigo 4 até Teresópolis – 14/09 – domingo
      Destaques: Morro da Cruz (desvio da trilha que permite uma ótima visão da Agulha do Diabo), vista de Teresópolis do meio da descida e a cachoeira do Véu da Noiva.
      Distância: 11km mais ou menos.
      Nível: leve, todo o caminho é descendo, porém os desníveis incomodam para quem tem algum problema nos joelhos ou nas pernas.
      Dica: Aproveite a parada no gramadão (espaço do antigo Abrigo 3) e pegue uma trilha curta (no fundo a direita) que lhe leva a um mirante com vista para Teresópolis.
       
      Acordamos bem cedinho com o sol alaranjando o horizonte, algumas pessoas optaram por ficar nas barracas, já outros levantaram e encararam o vento frio e forte da Serra dos Órgãos enquanto assistíamos a mais um espetáculo do sol nesta alvorada de domingo. Escolhemos ver ao nascer do sol na Pedra da Baleia, uma lage de pedra grande que fica logo atrás do chalé do Abrigo 4, para chegar lá basta seguir a única trilha que parte de trás do Abrigo.
       

       
      A ideia para o dia de hoje era descer pela Travessia da Neblina, porém o grupo optou por uma descida pela trilha normal de 11 KM, isso nos economizaria tempo, Kms andados e energias – já que a descida pela Neblina iria aumentar o caminho e o desgaste nas pessoas.
       
      Os 11 km de descida são tranquilos e você encontra mais pontos de água pelo caminho, uns 2 ou 3 se não me engano. A descida pede atenção por causa dos inúmeros desníveis e também pelo trecho final que tem um calçamento antigo com várias pedras desniveladas e com limo. Ao longo deste trecho os bastões de caminhada ajudam bastante e salvam os seus joelhos.
       
      Nesse terceiro dia a trilha é bem sem graça, uma porque ficamos mau acostumados pelo segundo dia que é incrível, a outra porque é apenas descida e muita mata fechada.
       
      Tivemos um ponto perto de um antigo abrigo que se desvia a trilha um pouco e podemos ver teresopolis.
       

       
      Na chegada à Barragem, ponto final de quem faz a Travessia até Teresópolis, encontramos a nossa van, nosso guia, os participantes, carregadores (Diego e Juca) e o carro de apoio da Expedição com o Pedro. Frutas, Gatorade gelado e um sorriso no rosto dos participantes – pela sensação de missão cumprida e também por poderem tirar as botas e mochilas cargueiras, rsrsrsrsrs!
       
      Em resumo…
      Foi um privilégio ter participado da primeira edição da Expedição deuter e tive sorte duas vezes que foi ganhar esse sorteio e ter uma galera sensacional como companheiros nesses três dias. Tudo foi perfeito ( Local, Organização, Comida, Estrutura, Guia)
       
      Nessa expedição pude aprender muita coisa relacionado a trilha, equipamentos e fotografia e isso para mim foi o melhor de tudo.
       
      Onde: Parque Nacional da Serra dos Órgãos (ingressos e informações aqui)
      Duração da trip: 3 dias, mas pode ser feita em 2 ou até em 1 dia.
      Melhor época do ano: Entre maio e setembro, período que chove menos.
      Classificação: Travessia Pesada.
      Destaques: Paisagens do segundo dia de caminhada, nascer e por do sol no Açu e na Pedra do Sino.
      Indicado para: Pessoas com bom condicionamento físico e que possuam os equipamentos necessários para uma caminhada deste porte, incluindo os itens camping e vestuário de frio.
    • Por Bruna Gusmão
      A pouco mais de um ano, estive no Peru fazendo trabalho voluntário (Relato: Intercâmbio No Peru - Dois meses de trabalho Voluntário) e lá tive o despertar do meu destino. Porém, passado um tempo, sem muita grana pra viajar para fora do país, eu decidi que iria me dar a chance de conhecer um pouco mais do Brasil - a começar pelo lugar que parecia ter uma certa magia no ar, Minas Gerais. 
      *IMPORTANTE: Preciso deixar claro que isto não é um roteiro de viagens sobre  Minas, e sim sobre as "sensações" que essa cidade traz.
      Minha primeira ida foi para conhecer Poços de Caldas - MG e somente lá consegui entender a dimensão da frase: "Estamos onde devemos estar". A cada passo dado, as pessoas que me olhavam nos olhos, o carinho dos moradores, a comida, absolutamente tudo me fazia sentir que era pra eu estar ali, vendo aquelas coisas. As fotos que fiz, mostram um pouco disto: 

      Vista do Cristo - Poços de Caldas/MG

      Caminho da Cachoeira Véu de Noiva - Poços de Caldas/MG

      Tirolesa Pedra Balão - Poços de Caldas/MG
      Foram três dias em busca de algo, que somente no fim da viagem eu consegui entender que havia me encontrado. A partir dali decidi que voltaria sempre que a minha mente precisasse, só não imaginei que estaria de volta no mês seguinte. E por muitos momentos, tudo o que eu conseguia pensar era no próximo lugar que estaria conhecendo... O que me trouxe a Monte Sião/MG. 
      Desta vez, a vida queria que eu entendesse uma nova lição: "Pelos mesmos caminhos não se chega sempre aos mesmos fins." Só quem esteve comigo nessa viagem vai entender a dimensão dessa frase, pois foi motivo de debate no caminho de volta pra casa. Saímos de São Paulo com a pretensão de chegar a Águas de Lindóia/SP, mas o destino quando misturado com a energia que você esta emanando no dia, causam surpresas. Do começo ao fim, fomos levados a fazer outros caminhos e aceitamos sem revolução, porque já se sentia no ar que seria mais uma viagem transformadora. Nossa passada por Monte Sião teve transformações em todos, mas os efeitos em mim podê ser visto na mudança que as minhas fotografias sofreram. 

      Pôr do sol na estrada - SP 

      Morro Pelado - Águas de Lindóia/SP

      Morro Pelado - Águas de Lindóia/SP

      Morro Pelado - Águas de Lindóia/SP

      Morro Pelado - Águas de Lindóia/SP
      Aquilo tudo não era para conhecer e entender melhor o meu país, foi apenas o gatilho que me fez entender que não preciso ir para tão longe em busca de algo que tenho por aqui. Por enquanto, esse lugar me basta! 
      #PAZ
    • Por andreia.puglia
      Alter do Chão - SETEMBRO/2016   Uma  conheceu alter por um programa de tv. Um dia apareceu uma promoção e compramos as passagens.    Um ou outro amigo sabia da existência da cidade, ninguém de fato conhecia. De fato nao tem muitos cariocas turistas por lá. Vi muitos gringos, gente de Brasília e das regiões mais próximas como Belém e Manaus.   Chegamos no voo da madrugada e acho que só existem mesmo esses voos chegando de madrugada, seja de Brasília ou de São Paulo. O ideal é pegar o taxi direto pra alter, que fica no valor de R$ 70,00 a R$ 100,00 (set/2016). O transfer também pode ser fechado com antecedência (Seu Cristovão - ‪+55 93 9123‑4264‬).  A gente achou que precisava ficar em Santarém por questão de logística, o que descobrimos depois que não era necessário, porque alter fica no meio do caminho entre o aeroporto e Santarém.  De toda forma conseguimos conhecer o centro de Santarém que não tem muita coisa pra fazer e é muito quente. Passeando pela orla descobrimos o passeio de barco pelo rio. Ele dura de 1 a 2 horas e custa 30 reais (set/2016). Assistimos ao encontro dos rios Tapajós e Amazonas, que não se misturam porque possuem diferentes phs, temperaturas, densidades e etc. Na segunda metade do passeio o nosso barqueiro e guia Sr. Elvis nos levou pra ver um monte de botos. Foi bem legal! Ele não alimentou e não interviu no rio jogando ração ou pão como fazem em praias do Nordeste, e mesmo assim os botos pulavam perto do barco.  Conhecemos um casal que foi almoçar num local ou mercsdo turístico e adorou. Vou procurar o nome de lá.  Depois do passeio no rio fomos conhecer o Mercadão 2000, mas as bancas já estavam fechando. O ideal é ir cedo pra lá. Não tem nada demais, é uma feira de produtos regionais. Como estávamos no início da viagem foi difícil comprar frutas e produtos perecíveis. Tinham muitos produtos ligados à medicina alternativa local.    Depois de concluir que tínhamos visto o suficiente em Santarém, pegamos o ônibus numa praça do centro com preço de 3 reais (set/2016) que levou cerca de 1 hora pra chegar em Alter.    Chegamos à vila numa terça às 16hs. Tomamos um banho pra aliviar o forte calor e fomos dar uma volta pra conhecer a cidade.   De fato a Ilha do Amor é linda!!! Ficamos ali assistindo o entardecer na calmaria do rio, comendo um petisco de camarão e de peixe.    De noite fomos até a pizzaria do italiano na praça onde tomamos sucos super deliciosos e uma caipirinha com cachaça de jambú que virou a queridinha da viagem! Jantamos um bom peixe ali.   No geral na cidade a comida não é farta, não é barata e também não é nada demais. Nesse italiano tinha um peixe ok.    Ainda de noite procuramos um dos barqueiros na orla e fechamos um passeio pro dia seguinte. Como éramos duas, aproveitamos para nos unir a um outro grupo de três para diminuir o valor total do passeio.    Segundo dia, quarta-feira: Na quarta fizemos um passeio para a Flona, por 80 reais por pessoa por dia, num grupo de 5 pessoas. Pechinchar nunca é demais. Mais 15 reais de almoço e mais 100 reais pro guia na floresta que pode ser dividido por até 5 pessoas.    Tinha visto na internet o passeio de 2 dias na Flona, mas 1 dia foi suficiente. Chegamos cedo e fizemos uma trilha de 2hs até a Samaúma (uma grande e antiga árvore dessa espécie), por dentro da Floresta Nacional do Tapajós. Valeu super a pena. Confesso que imaginei uma samaúma maior, mas foi legal mesmo assim. Conhecemos a Floresta Amazonica, muito umida e com arvores imensas.  2hs de trilha de volta, almoçamos numa comunidade ribeirinha e fomos passear nos igarapés próximos. Depois ficamos mais um pouco tomando banho num banco de areia próximo. Era uma praia bem bonita como todas da região. Eu diria que entrou no meu top 5 das praias mais bonitas. So nao lembro o nome, sei que fica na frente dos igarapes da comunidade do Jamaranguá.   Na volta à vila paramos na praia de Pindoball pra assistir ao por do sol.    À noite fomos ao Arco Íris que é um dos bares da praça, comemos um crepe simples.    Terceiro dia, quinta-feira. Este foi o primeiro dia do Festival do Sairé, que acredito que aconteça sempre na Lua Cheia ou, por coincidência, estávamos na lua cheia. No domingo anterior teve a abertura do festival e na manhã de quinta-feira começaram os rituais religiosos. Não consegui entender exatamente o que significa, mas perguntei pra uma jornalista que cobria o evento que me falou que aquela cerimônia representava a festa feita pelos índios pra os portugueses jesuítas que chegavam à vila. Valeu a pena assistir, apesar do forte calor que fazia. Acontece uma disputa entre homens e mulheres, há uma procissão em que cada grupo leva um tronco de árvore chamado por eles de mastro. Quando chega na praça eles enfeitam os trocos e os fixam até o final no festival, quando os derrubam a machadadas e um dos grupos vence.    Como a cerimônia do Sairé foi até o meio dia, aproveitamos a tarde pra curtir a Ilha do Amor sem pressa. Fizemos stand up pelo lago verde e fomos até a praia da frente. Na volta passamos um perrengue porque ventava muito e não saíamos do lugar, mas mantivemos a calma e conseguimos voltar pra terra firme vivas!    Nesse dia comemos num lugar que não voltaria, o bar da esquina da praia, de cor azul, não lembro o nome. O molho era de leite de coco e tinham uns milhos, parecia peixe com canjica. Rs.   À noite fomos ao Festival do Sairé. Nesse dia, quinta-feira, o evento foi gratuito e foram feitas apresentações de grupos locais com danças típicas, principalmente o carimbó.    Na última hora do dia encontramos uma amiga na praça que sugeriu o passeio para Arapiuns, que é um rio braço do Rio Tapajós. Fechamos o passeio de última hora, no valor de R$180,00 por pessoa, com água, frutas e almoço incluído. Fomos nun grupo de 10 pessoas.    Como Arapiuns é do outro lado da margem do rio, a viagem é mais longa e por isso precisamos sair cedo, às 8hs.  A primeira parada foi num banco de areia no meio do rio Arapiuns simplesmente paradisíaco. Só tínhamos nós. E mesmo tendo 10 pessoas no grupo, o banco de areia era grande (set/2016) e parecia uma praia deserta. O sol nao estava tao quente e ficamos ali batendo papo naquela paz e silencio indescritiveis.  Nosso guia (Arkus +55 (93) 9149-4174) lembrou que nessa parte do rio é preciso ter cuidado com as arraias no fundo da areia, por isso é bom entrar devagarinho, arrastando os pes na areia, pra nao pisar nelas. Arrastando os pes, elas fogem.    Almoçamos na comunidade da Coroca, e uma amiga indicou também a comunidade de Anã. A Coroca tem um redário pra galera que quer dormir lá (contato Bruno que tem o redario em Alter tb), mas também é possível dormir dentro da casa dos moradores. O importante é agendar com antecedência. Achei bem legal a criação de abelhas, de tartarugas, e a simpatia daquele povo. Há quem diga que dormir na comunidade é uma experiencia imperdivel pra quem vai pra Alter, mas nós nao tinhamos nos planejado pra isso.    Toda noite de sexta-feira tem o chorinho no bar da Tia Graça, onde vende um bom açaí, quase ao lado do hotel borari. Naquela noite, por causa do festival, o chorinho foi no Mango. Fomos pra lá, dançamos, comemos e bebemos a caipirinha com cachaça de jambú que não fez mais o efeito divertido de adormecer a língua.    No sabado estavamos tao cansadas que preferimos ficar na praia do amor sem pressa, acordamos um pouco mais tarde, tomamos cafe com calma. De fato nao tinhamos tanto motivo pra cansaco, mas o calor e o sol cansam sim. Ficamos na Praia do Amor ate nao aguentar mais. Depois subimos pra vila lra almoçar. Esse almoço sim valeu muito a pena. Foi no Espaço Alter do Chao. Ele fica na rua da praia à direita de quem olha pra Ilha do Amor. É só descer que nao tem erro. Ali a comida é bem gostosa, com pratos tipicos do local, com sobremesa deliciosa, especialmente o mousse de chocolate com cupiaçu, divino. O serviço é em clima de férias, mas a qualidade da comida compensa. Não deixe de experimentar a bola de peixe. Cada bola é R$40,00 e alimenta uma mulher educada, um homem educado fica com fome, um homem faminto usa só de entrada. Tem o prato com duas bolas de peixe. Vicê pode escolher entre o recheio de camarão ou o de banana com queijo. Bem bom. Queria ter experimentado o ragu de pato, que nao tinha. O risoto de camarao no tucupi tambem tava gostoso. O tucupi é o oleo que se extrai da madioca, é amarelo e tipico na região, vale provar um prato que tenha tucupi. O risoto tem tucupi bem leve. Eu gostei.    Terminamos tarde o almoço e acabos subindo tarde a serra. Eles chamam de Serra da Piroca e tem toda uma explicação que eu não prestei atenção quando tentaram explicar pra alguém do meu lado. O ideal é subir às 17h. São 40 minutos e não é difícil, mas tem subida. Na serra tem umas pedras chatinhas, então para os menos roots vale um tênis. E tem que levar lanterna. Importante também combinar com barqueiro pra te pegar na volta, ou não levar mochila e voltar pra vila nadando, que também é bem trabquilo, só tomar cuidado com os barcos que atravessam à noite, lor isso eu preferi voltar de barco mesmo.  Subirmos quase às seis, chegamos lá com o sol ja descendo. Foi outro top 3 da viagem. A vista é panorâmica, podendo ver o Lago Verde, a Ponta do Cururu, a Ilha do Amor e a vila.    Encontramos um monte de gringo lá em cima e cheguei à conclusão que os mosquistos só gostam de brasileira com repelente. Eles estava tranquilos sem repelente agum e eu com repelente ate o dedo do pé sendo devorada. Voltamos no escuro e não conseguimos ver a lua nascendo porque não queríamos esperar ali até muito tarde sozinhas. Mas vimos uma linda lua cheia nascendo quando chegamos de volta na Ilha do Amor. Foi muito bom, só faltou um bom banho de rio com aquela lua cheia linda, mas o barqueiro nos esperava.   Nesse dia à noite chegamos na pousada só pensando em banho e cama. Mas era o dia mais legal do Sairé, o dia em que os botos se enfrentariam. Tomamos banho e fomos pro Sairódromo meio que no automático.  Pelo que entendi o povo local não gosta muito do Sairé porque a cidade fica lotada de gente bagunceira e suja. De fato tinha muita gente bêbada, o povo deixou a praia suja, uns homens dormindo na sarjeta. Mas durou só dois dias, valeu a pena pela festa dos botos. Custou R$ 30,00 para entrar nesse dia. A disputa é quase um carnaval.  A diferença é que não tem desfile. Eles fazem uma apresentacao parados, com carros alegóricos, danças típicas e torcida de um lado e de outro. A bellinha torcia para o Boto Cinza, o Tucuxi. Eu torci para o Boto Rosa. Em 2015 o Tucuxi ganhou. São 1h30 de apresentação e eu de fato achei o rosa mais tradicional e mais bonito. No meio do rosa já era tarde da noite e fomos pra casa.    No domingo seguimos a dica do casal que conhecemos no primeiro dia. A cidade é pequena e todo mundo se encontra. Eles indicaram o restaurante Casa do Saulo para a gente. Tem como ir de barco, mas fica caro, de carro ou de taxi, que também fica caro. Cogitamos ir de bicicleta, mas ainda bem que estavamos cansadas, porque é longe, o calor e sol forte, e é estrada de asfalto, onde a bicicleta não tem vez. Conseguimos uma carona pra ir e voltamos de taxi com o Seu Cristovao (ja coloquei o numero dee aqui). O lugar é bem bonito e tem acesso à um banco de areia lindo também. Falaram que a comida era sensacional. Eu não achei tudo isso, mas talvez não tenha dado sorte. É boa, mas nada do outro mundo. Eles tem muito costume de comer o peixe empanado, então acaba sendo tudo peixe empanado e só muda o molho. Posso estar enganada, talvez valha a pena tentar um que não seja empanado. Chegamos e fomos direto pra praia. Pedimos nosso almoço só às 16h e foi ótimo, porque a essa hora não demorou tanto pra chegar. Comemos e voltamos pra praia. Tiramos um cochilo com um ventinjo delicioso e depois curtimos o por do sol sensacional.  Marcamos desde cedo do Seu Cristovao nos buscar. Chegamos na vila já eram 20h. Tomamos banho e fomos pro italiano. Estava tendo carimbó na praça e foi muito legal dançar (ou tentar dançar) com a bandinha ao vivo, o povo loca e os hippies bem animados dançando.    Na segunda foi o último dia do Sairé, quando cortam os mastros enfeitados com machados, anunciam se homens ou mulheres ganharam e anunciam qual boto foi o vencedor. Em 2016 ganhou o Tucuxi de novo.  Descemos à vila na direção das praias à direita. E como não tem estrutura de bar e restaurante aquele pedaço é o paraíso. Ficamos deitadas devaixo das árvores e curtindo a tranquilidade daquele pedacinho. Depois disso peecebi que poderíamos ter explorado os dois lados da ilha do amor, mas como toda viagem a gente precisa deixar uma coisa sem ser feita pra poder voltar, essa parte foi a escolhida para me dar motivos pra voltar.    Nesse dia comemos também no espaço Alter do Chão. Tentamos todos os lugares da cidade, mas estava tudo fechado, provavelmente por ser segunda-feira. Queríamos ter conhecido o vegetariano de umas argentinas na rua da pousada da Cabocla que estava inaugurando naquela semana, mas também estava fechado.    Conseguimos subir mais cedo à Serra, umas 17h15 e vimos sim um belo por do sol, com direito à muitas fotos e panoramicas e mais tempo pra só curtir.    Descemos rápido e só escureceu lá embaixo. A luz da laterna do celular é suficiente.    À noite também não tinha nada aberto, acho que só o italiano estava aberto.    Ultimo dia, terça-feira: comemos um café caprichado porque é o ultimo dia das mãos de fada da Dona Del.    Eu ainda não falei que o café da manha da Dona Del também foi top 5 da viagem.    A pousada é simples e uma das mehores em Alter (Pousada Alterosa), não tem chuveiro elétrico, mas ninguém lembra disso com aquele calor. O ar condicionado, que é o mais importante, é novinho e limpinho. Tudo é muito limpo e o casal de donos faz você se sentir em casa. Eles vão construir uma suíte acessível, bem legal!! E o café da manhã era do meu jeito preferido. Um bom café preto, bastante fruta e suco, tinha até suco verde, ovo mexido, gema dura, gema mole, feito na hora, tapioca recheada feita na hora. Além disso pães frescos e de forma, bolo da vovó, simplesmente perfeito.    Nesse ultimo dia fizamos passeio que tanto queríamos, mas faltava gente pra fechar o barco mais barato. Passeio ao Canal do Jari com Ponta das Pedras e Ponta do Cururu. O barco é pequeno e bate bastante, mas água no rosto faz parte dessa sensação de estar o no paraíso. Nossa primeira parada foi na Ponta das Pedras e definitivamente há motivos para que Alter seja considerado o Caribe Brasileiro. Que lugar lindo. Nenhuma foto consegue captar o quão lindas são as praias. Em Ponta de Pedras tem um vento bom e fresco. Poderia passar o dia aqui. Confirmar essa informação, mas acho que é possível chegar na Ponta das Pedras de carro e de bike, muito embora o passeio de barco tenha valido muito a pena.    Em seguida fomos para o Canal do Jari e paramos em uma casa na beira do rio para fazer o passeio pela mata em torno de 30 minutos. Vimos um bicho preguiça, as corocas (pássaros) e macaquinhos. Também tinham árvores lindas, castanheiras e pés de jenipapo. 15 reais (set/2016).   O almoço foi na Ponta de Pedras já no caminho da volta. Pra mim ficou como top 5 da viagem.    Como um grupo que estava conosco disse que o almoço demorou muito pra sair, preferimos só pedir aperitivos e curtir a praia.    No final da tarde fomos até o Lago Preto para um mergulho e depois voltamos na direção da Ponta do Cururu. O por do sol de lá foi dentro da água, sem fotos, só curtindo aquele momento especial, aquele espetáculo incrível fechando nossa última tarde em Alter.    No centrinho aproveitamos pra comprar souvenirs, bombons caseiros e a cachaça de jambú no mercado.    Nosso almojanta foi no sanduíche X-Tudao, ao lado do Garcia sorvetes, que tb serve um super suco. Bellinha comeu o hambúrguer de peixe, eu o de camarão e a Bettina o vegetariano. Todas gostaram muito.    O que eu ainda faria mas não deu tempo é andar na Ilha do Amor pelas praias tranquilas, tanto à direita da ilha quanto à sua esquerda. E também beirando as praias de alter, no sentido da direita de quem olha pra ilha do amor.   Pra quem visita a vila de carro, descobri que a Casa do Saulo, Praia de Pedras, Lago Preto e a Flona podem ser visitadas pela estrada. Mas os passeios de barco, apesar de ficarem mais caros, te levam pra praias desertas e lindas, que o carro não chega.    Por causa do calor muito forte, não consegui fazer o passeio de bicicleta. Mas tem uma loja que aluga bikes.    Não fizemos a Floresta Encantada, onde foram gravadas cenas do filme Tainá, porque uma amiga de lá disse que só fica bonito em época de cheia.    Top 5 (que foi elastecido) . Praia de Ponta das Pedras . Por do Sol na Serra da Piroca. Aconselhável subir as 17h.  . Praias do Rio Arapiuns . Trilha na Flona com banco de areia na frente dos igarapés da comunidade do Jamaranguá.  . Cafe da manha da dona Del - pousada Alterosa . Botos em Santarém . Ilha do Amor
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