Cheguei em Noronha saindo do Rio com minha mulher no final de julho para passar 10 dias. A viagem foi fantástica pois pude rever e ainda apresentar todo aquele paraiso a minha mulher.
Ao chegarmos, o pessoal da pousada já estava a nossa espera no aeroporto. Ficamos na Paraiso do Atlantico, na vila do trinta, já havia ficado lá anteriormente e por isso o dono, Taquinho, me deu um bom desconto, caiu de 220 para 170 a diária. Um pouco salgado mas se tratando de Noronha....
Na noite do mesmo dia fomos a tradicional palestra do TAMAR e lá contratamos um ilhatour com um guia, para relembrar de todos os lugares, mas só o fizemos depois que barganhamos e conseguimos o passeio em um Suzuki com arcondicionado por 130 o casal, pois queríamos ir só nos dois sem aquela orla de turistas juntos. O guia foi muito legal nos levando ao tradicional mergulho no Atalaia e mergulhando com a gente em todas as praias possíveis. Muita coisa mudou desde minha última ida, achei a ilha mais bagunçada, principalmente quando chegava o navio, pois o pessoal não tem a mesma conciência ecológica.
Algumas trilhas foram fechadas, Caieira-Atalaia não podia mais mergulhar nas praias pelo caminho, proibido passar pela trilha que sai da praia do Sancho até a baia dos porcos. Para ir de uma a outra só se for a nado.
No primeiro dia resolvemos fazer tudo com taxi, íamos para a praia, pedíamos para nos buscar na hora marcada, voltávamos a praia a tarde e saíamos a noite para jantar. Percebemos que não valia a pena pois barganhando bem por um bugre, conseguimos alugar por 80, quase o que pagamos pelo taxi e com a vantagem de irmos e voltarmos a qq lugar e hora que queríamos.
Dos passeios fizemos todos: barco, snorkel, plana sub, mergulho com cilindro. O que mais gostei foi o scooter, fiquei igual uma criança. Essa é uma novidade em Noronha, parece um míssil com hélice que te carrega dentro dágua para onde vc quer ir, por cima ou por baixo da água. Achei bem mais vantagem que o planasub, pois com este vc fica autônomo vai aonde quer e o preço é o mesmo, 60. Sai mais barato se alugar pela segunda vez.
Ainda não tínhamos visto os golfinhos, nem qdo passeamos de barco, mas para nossa sorte fomos cercados por eles qdo íamos fazer o batismo.
O batismo foi indescritível, nadei com arraias, garoupas, barracudas, tartarugas, moréias, polvos, todos os tipos de peixes menos o tubarão que vim a encontrar um outro dia no Sueste.
Para nossa maior surpresa, fomos brindados na volta com o aparecimento de uma baleia jubarte GIGANTESCA, e que qdo percebeu a chegada do barco perto dela começou a se exibir para a gente levantando sua cauda e dando muitas rabadas espalhando água por todos os lados. O delírio foi geral, a ponto dos mergulhadores pularem na água para ver aquilo de perto. Ficamos muito tempo vendo aquela cena até que ela partiu nos brindando com vários esquichos e suspiros. Foi realmente fantástico aquela cena que com certeza vai ficar gravado na memória e nas fotos para sempre.
No dia em que mergulhamos com o guia no Sueste para ver tartarugas, conseguimos ver tb um tubarão, não o lixa mas o galha branca, mas era ainda um cação o que mesmo assim fez com que minha mulher desse "RÉ" em seu nado. Em outro dia, nadando só nos dois na mesma baía dei de cara com um outro galha branca, só que este era ENORME o que fez com que voltássemos rapidinho para a areia. Confesso que com aquele fiquei com medo, vai que era o dia do bicho experimentar uma carne diferente.
Jantamos muito bem todos os dias. No almoço economizávamos indo no kilo (Flamboyan) ou comendo uns petiscos na praia, mas no jantar não economizamos nada e mandamos ver. Dentre os restaurantes mais apreciados, adoramos o do Zé Maria (tanto no festival gastronômico qto à lacarte), o Cacimba Bistrô (fantástico todos os pratos) na descida depois da Vila dos Remédios, o Ecológycus perto do aeroporto onde me lambuzei em uma muqueca de lagosta e o Varandão da ilha (antigo Nascimento) onde comemos uma excelente calderada. Não esquecendo da Creperia e da Pizzaria perto do Tamar.
Foram muitas fotos, principalmente subaquáticas, pois levei uma case que dava até para 40m e tirei foto de tudo que se mexia a minha frente.
Tirando a conservação da ilha que achei precária (acho que a taxa cobrada não está devidamente encaminhada ou utilizada) pois os fortes estão se acabando com muito mato e as trilhas não estão sendo conservadas, tudo foi perfeito.
Ah, já ia esquecendo do problema com a Varig, que não queria nos tirar da ilha. Quase viramos Noronhenses !!! Não ia ser de todo mal se nossos empregos não estivessem correndo risco ao chegarmos.
Mas isso não vale a pena ou fica para uma outra história.
Aquele paraíso tem que ser mais bem preservado, para que possamos voltar e encontrar tudo perfeito do jeito que deixamos.
Cheguei em Noronha saindo do Rio com minha mulher no final de julho para passar 10 dias. A viagem foi fantástica pois pude rever e ainda apresentar todo aquele paraiso a minha mulher.
Ao chegarmos, o pessoal da pousada já estava a nossa espera no aeroporto. Ficamos na Paraiso do Atlantico, na vila do trinta, já havia ficado lá anteriormente e por isso o dono, Taquinho, me deu um bom desconto, caiu de 220 para 170 a diária. Um pouco salgado mas se tratando de Noronha....
Na noite do mesmo dia fomos a tradicional palestra do TAMAR e lá contratamos um ilhatour com um guia, para relembrar de todos os lugares, mas só o fizemos depois que barganhamos e conseguimos o passeio em um Suzuki com arcondicionado por 130 o casal, pois queríamos ir só nos dois sem aquela orla de turistas juntos. O guia foi muito legal nos levando ao tradicional mergulho no Atalaia e mergulhando com a gente em todas as praias possíveis. Muita coisa mudou desde minha última ida, achei a ilha mais bagunçada, principalmente quando chegava o navio, pois o pessoal não tem a mesma conciência ecológica.
Algumas trilhas foram fechadas, Caieira-Atalaia não podia mais mergulhar nas praias pelo caminho, proibido passar pela trilha que sai da praia do Sancho até a baia dos porcos. Para ir de uma a outra só se for a nado.
No primeiro dia resolvemos fazer tudo com taxi, íamos para a praia, pedíamos para nos buscar na hora marcada, voltávamos a praia a tarde e saíamos a noite para jantar. Percebemos que não valia a pena pois barganhando bem por um bugre, conseguimos alugar por 80, quase o que pagamos pelo taxi e com a vantagem de irmos e voltarmos a qq lugar e hora que queríamos.
Dos passeios fizemos todos: barco, snorkel, plana sub, mergulho com cilindro. O que mais gostei foi o scooter, fiquei igual uma criança. Essa é uma novidade em Noronha, parece um míssil com hélice que te carrega dentro dágua para onde vc quer ir, por cima ou por baixo da água. Achei bem mais vantagem que o planasub, pois com este vc fica autônomo vai aonde quer e o preço é o mesmo, 60. Sai mais barato se alugar pela segunda vez.
Ainda não tínhamos visto os golfinhos, nem qdo passeamos de barco, mas para nossa sorte fomos cercados por eles qdo íamos fazer o batismo.
O batismo foi indescritível, nadei com arraias, garoupas, barracudas, tartarugas, moréias, polvos, todos os tipos de peixes menos o tubarão que vim a encontrar um outro dia no Sueste.
Para nossa maior surpresa, fomos brindados na volta com o aparecimento de uma baleia jubarte GIGANTESCA, e que qdo percebeu a chegada do barco perto dela começou a se exibir para a gente levantando sua cauda e dando muitas rabadas espalhando água por todos os lados. O delírio foi geral, a ponto dos mergulhadores pularem na água para ver aquilo de perto. Ficamos muito tempo vendo aquela cena até que ela partiu nos brindando com vários esquichos e suspiros. Foi realmente fantástico aquela cena que com certeza vai ficar gravado na memória e nas fotos para sempre.
No dia em que mergulhamos com o guia no Sueste para ver tartarugas, conseguimos ver tb um tubarão, não o lixa mas o galha branca, mas era ainda um cação o que mesmo assim fez com que minha mulher desse "RÉ" em seu nado. Em outro dia, nadando só nos dois na mesma baía dei de cara com um outro galha branca, só que este era ENORME o que fez com que voltássemos rapidinho para a areia. Confesso que com aquele fiquei com medo, vai que era o dia do bicho experimentar uma carne diferente.
Jantamos muito bem todos os dias. No almoço economizávamos indo no kilo (Flamboyan) ou comendo uns petiscos na praia, mas no jantar não economizamos nada e mandamos ver. Dentre os restaurantes mais apreciados, adoramos o do Zé Maria (tanto no festival gastronômico qto à lacarte), o Cacimba Bistrô (fantástico todos os pratos) na descida depois da Vila dos Remédios, o Ecológycus perto do aeroporto onde me lambuzei em uma muqueca de lagosta e o Varandão da ilha (antigo Nascimento) onde comemos uma excelente calderada. Não esquecendo da Creperia e da Pizzaria perto do Tamar.
Foram muitas fotos, principalmente subaquáticas, pois levei uma case que dava até para 40m e tirei foto de tudo que se mexia a minha frente.
Tirando a conservação da ilha que achei precária (acho que a taxa cobrada não está devidamente encaminhada ou utilizada) pois os fortes estão se acabando com muito mato e as trilhas não estão sendo conservadas, tudo foi perfeito.
Ah, já ia esquecendo do problema com a Varig, que não queria nos tirar da ilha. Quase viramos Noronhenses !!! Não ia ser de todo mal se nossos empregos não estivessem correndo risco ao chegarmos.
Mas isso não vale a pena ou fica para uma outra história.
Aquele paraíso tem que ser mais bem preservado, para que possamos voltar e encontrar tudo perfeito do jeito que deixamos.
Fernando & Luiza
julho 2006
Editado por Visitante