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Mochilão Bolívia Peru (Machu Picchu, Inti Raymi, Copacabana)

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Bom, antes de mais nada gostaria muito de agradecer, pois graças a este site (mochileiros) e com ajuda de amigos que já fizeram esta viagem, eu consegui me planejar e deu tudo mais do que certo!!!

Minha viagem foi de 9 dias, mas curti como nunca. Iniciei saindo da minha cidade natal, Campo Grande/MS até Corumbá, de lá fui na fronteira:

Bolívia

Dica nº 1 - A fronteira da Bolivia funciona em horário comercial, já a Polícia Federal , não consegui definir, porque eu cheguei 6:30h para dar saída do país e somente começaram a atender 9:30h (isso era em um sábado -16/06).

Após ja ter carimbado meu passaporte, pegue taxi para ir até a rodoviária de Puerto Quijarro, paguei 10 bolivianos (dividindo o taxi).

Dica nº 2 - Logo que você dá entrada na Bolívia, bem na frente tem vários locais para trocar dinheiro, eu trocava de pouco em pouco, de acordo com a minha necessidade.

Já na rodoviária, eu paguei 50 bolivianos para ir até Santa Cruz de la Sierra (foram 8 horas de viagem). O horário (de todas as companhias) de saída do bus que peguei foi 11h da manha (que foi sair 12h), acho que tem para a noite também.

Chegando na rodiviária em Santa Cruz de la Sierra, já consegui comprar passagem para La Paz, que sairia 20h (mas saiu 20:30h), por 100 bolivianos. Foram 18h de viagem (foi o mais cansativo).

Em La Paz fiquei 1 dia só, dei um passeio no centro, no shopping, muito legal e o Mirador Killi Killi e andar de Teleférico (de lei).

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Dica nº 3 – Procure hostel longe da rodoviária pq eu me hospedei em um ao lado (que custou 80 bolivianos) com banheiro compartilhado. Depois me falaram que saindo da área da rodoviária tinha hostel com preços mais acessíveis.

Fiquei impressionada com a rapidez, porque pelo meu planejamento eu iria chegar na segunda feira, mas como chegue no domingo 14h deu para conhecer um pouco La Paz, apesar do friooooo.

Com isso decidi ir a Copacabana, e de la ir ao Peru.

Copacabana, melhor decisão que eu tomei, que lugar impressionante!!! Eu me apaixonei por lá...

Comprei a passagem por 30 Bolivianos e a viagem durou umas 3 horas só. Já dá para ficar babando no caminho pela paisagem...

Tem uma hora que o bus manda todo mundo descer para poder atravessar o lago Titicaca. O Bus atravessa numa balsa e nós passageiros em uma lancha que custa dois bolivianos (eu amo a Bolivia).

Depois o bus pega a gente numa pracça e seguimos a rota.

Ao chegar em Copacabana, geral já te oferece hostel, eu fiquei em um próximo da praça em frente a igreja Nossa Senhora de Copacabana, paguei 35 bolivianos, sem café da manhã, mas com banheiro privado. No quarto tinha duas camas mas eu fiquei sozinha (ebaaa).

Depois de já ter me hospedado já fui conhecer a cidadezinha, cheguei na praia, comprei os passeios (30 bolivianos para conhecer a Isla de la Luna e a Isla del Sol) e a passagem ao Peru (90 bolivianos).

No dia do passeio, foi uma experiência única, uma aula de história, eu amei tudo...

Segue algumas fotos para ter a noção da paisagem.

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Tem que pagar 10 bolivianos na Isla de la Luna para poder subir (super justo) Lá nos explicou sobre o templo das mulheres, sobre a Deusa Lua, entre outras coisas. Já na Isla del Sol, o nosso barco fechou com o guia (cada um pagou mais 30 bolivianos) para que ele nos deixasse pelo acesso sul da ilha, para depois ir ao porto da ilha.

O guia nos explicou várias coisas a respeito, nos apresentou o templo de construção pré Inca, nos apresentou também uma planta para ajudar a respirar (não era a coca mas tinha mais ou menos mesmo nome) falou de muitas coisas sobre o local, seus habitantes, como trabalham além do turismo, etc. Depois fomos ao restaurante. Comi Trucha a la Diabla, que custou 40 bolivianos hahahaha, foi mais caro que os passeios mas valeu a pena.

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Após o almoço, tínhamos até 16h livre para passar, fui até o Mirador Pallakasa (4.000 metros acima do nível do mar). O trajeto dá um medo, e sabendo desta altura mais ainda, um monte de coisa passa na cabeça tipo: E se meu coração não aguentar pelo baixo nível de oxigênio? E se eu desmaiar lá em cima? Muitos “e se” mas quando se chega lá, é vitorioso demais!!!

Bom, logo fizemos o caminho de volta para o barco para nos levar à Copacabana, chegamos na praia umas 17:30h. (Deu para passear mais com os novos amigos até dar horário de ir embora a Cusco que era 18:30).

Dica nº 4 – No centro de Copacabana tem uma igreja, Nuestra Señora de Copacabana, que é aberto para visitas, mas não pode filmar e nem tirar foto. Quem puder vai lá visitar, pensa numa Igreja esplêndida!!! E o que mais chamou minha atenção foi que nessa igreja, tem uma sala com um monte de Virgens de vários países... Tinha do Brasil, Paraguay, Argentina, México e até da Polônia hahaha

Dica nº 5 – Não perca por nada no mundo o papel que de dão na migração. Eu sinceramente não lembro de terem me dado este bendito papel, mas foi uma dor de cabeça e tanto na hora de sair da Bolivia e entra no Peru por causa desse papel. Enfim, paguei multa de 50 bolivianos (mesmo com carimbo no passaporte informando que tinha 90 dias de permissão). Me disseram que até tive sorte poque houve casos que por causa deste papel, teve gente que foi presa por 24 horas e teve que pagar uma multa mais salgada...

Peru

Já caminho a Cusco, antes paramos em Puno para fazer o “transbordo”. Trocamos o bus por um péssimo, e a minha janela ainda tinham acabado de trocar o vidro...

Dica nº 6 – Sempre avise alguém dentro do bus que você vai no banheiro por exemplo, ou algum outro lugar, porque o pessoal lá não se importam muito em deixar o passageiro para atrás!!!

Chegamos a Cusco umas 05:30 da manhã mais ou menos do dia 20/06/2018, eu já esperta em não procurar hostel perto de rodoviárias, procurei mais antes de tomar alguma decisão, mas aí fiz amizade com uma turma que tinham vindo de Copacabana também (o casal de uruguaio e a argentina meio que nos adotaram, foi muito legal a ajuda deles) e fomos todos procurar a pé hostel perto da Praça de Armas (umas 7 a 8 quadras da praça), que é o point principal de Cusco.

Nos hospedamos no Hostel Felix, meia quadra da Praça de Armas, por 20 soles e café da manhã incluso. O hostel e simples mas muito aconchegante. Dividimos os quartos entre 7 pessoas (grupo que vieram de Copacabana) na primeira noite, com banheiro partilhado. Meio que montamos uma família... Foi muito legal.

Nesse primeiro dia em Cusco mal ficamos no hostel, passeamos até... Tudo a pé. Na minha opinião, gosto mais de andar pois assim conheço melhor o local.

Voltamos a rodoviária, para comprar passagens (eu de volta a La Paz e uma das colegas de Hostel para voltar em Puerto Maldonado e depois Acre). Começamos a procurar passeios para o tão sonhado Machu Picchu!!!!

Conseguimos fechar com uma agência de viagem - Willy Travel - (tinha que ser tudo corrido já que tinha pouco tempo) por nada mais e nada menos de 250 soles (transporte, alimentação, hospedagem e ingresso a Machu Picchu cidade incluso), pechinchamos muito, claro, mas a faixa estava entre 280 a 350 soles!!!

No dia 21/06, às 07:40 pegamos a van sentido a Hidroelétrica. São umas 6 horas de viagem com muitas mas muitaaaaas curvas!!!! O caminho todo mesmoooo...

Dica nº 7 – Quem tiver problema (como eu) de estômago fraco com enjoos, comprem um remédio para não passarem mal. Eu passei muito mal, vomitei horrores (vergonhaaaaaaa hahahahaha) supliquei para o motorista parar a van, mas como era jogo do Peru contra a França na Copa do Mundo, e ele queria ver o final do jogo, não me deu muita moral hahahah. O remédio que uma senhora (que viu minha situação) me passou foi Graboll, comprei por 2 soles cada, isso já em Águas Calientes. Na volta, eu não senti curva alguma!!!

Passamos por Santa Maria e logo depois Santa Tereza (me disseram que aqui tem as melhores piscinas termais, da próxima vou ai). Uma turma desceu em Santa Tereza e o resto foi para a hidroelétrica. Chegando lá, nos deram almoço para logo iniciar a caminhada pelos trilhos!!!

Se preparem com um tênis bom porque são mais ou menos uns 15 quilômetros de caminhada com essas pedrinhas que dói... EU estava de tênis não muito bom e no dia seguinte meus pés estavam doendo horrores.

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Esses 15 km, eu fiz em 2:40h. Com paradinhas para tirar fotos (pq o caminho é lindo demais, é paisagem de filme!!!) e um ritmo bom. Chegamos de noite já em Aguas Calientes (leve lanternas ou o celular com bateria hahah). Tinha uma senhora nos esperando para nos levar no Hostel e tínhamos 1 hora para tomar banho e nos encontrar na praça para podermos ir jantar!!

Indo no restaurante para jantar, fomos apresentados ao nosso Guia, que nos explicou de como chegaríamos à entrada de Machu Picchu!! Tinha a turma que iria de ônibus até a entrada (12 dólares) e a turma que iria pelas escadas. Eu claro fui pelas escadas!!! Queria sentir todo o ambiente!!

O Guia Miguel então me explicou que eu deveria estar na fila de entrada a partir das 4 da manhã!!! Isso porque após às 5 da manhã eles não permitem mais entrar.

Do Hostel que fiquei até o início para deixarem entrar foram uns 2km. Cheguei na fila umas 4:12h e já tinha uma turma de 20 pessoas na minha frente!! (Realmente tem que chegar cedo).

Liberaram a entrada da ponte somente 5h, daí já tínhamos que mostrar o ingresso para deixarem entrar.

Dica nº 8 – Foram 1 hora de subida às escadas, super cansativo, tudo escuro, mas tudo lindo!!

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Chegando na entrada, o guia já nos esperando, até 6:30, após isso já mandou entrarmos!! Tem lugar para guardar tuas mochilas por 5 soles, isso foi ótimo porque deu para guardá-la e aproveitar mais o passeio sem peso nas costas!!!

Sonho realizado, eu toda besta babando, é uma experiência única!!! O guia super atencioso explicando cada coisa, cada detalhe da cultura Inca, poderia escrever tudo, mas seria detalhe demais!!!

Ele nos explicou (e mostrou cada canto da cidade) por 2 horas e logo nos liberou, tínhamos até 12h para explorar tudo, para depois iniciar a galera do segundo turno.

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Dica nº 9 – Você deve sair da cidade para depois entrar novamente, quando liberarem para o “tempo livre”. Você tem direito a entrar a Machu Picchu 2 vezes.

Ao descer, pelas escadarias claro, foi mais rápido , fiz em 40 min!!

Passeamos em Aguas Calientes, e compramos passagem de trem até a hidroelétrica, pq não aguentava mais andar!! Essa brincadeira me custou 33 dólares, para andar de trem por 20 minutos!! Mas foi legal.

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Chegamos em Cusco umas 21h.

O bom de junho é que em Cusco, é festa todos os dias!! É desfile, é apresentação, e tudo na praça de armas!!!

Na véspera do Inti Raymi, o desfile começou umas 8h da manhã e foi acabar sabe lá que horas, mas eu aguentei até 22h e ainda estavam desfilando, me retirei do local pelo cansaço e pelo frio... E que frio!!!

Esse desfile, é considerado a celebração do fim de ano!! Tem o mesmo peso que 31 de dezembro.

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E finalmente chegou o dia 24.06.2018 – Dia de Celebração do Inti Raymi (Fiesta del Sol). Eu fiquei em êxtase total... Foi um banho de cultura. Quem puder ir nesta época do ano, não se arrependerá. Se conhece tanta gente, tantas coisas, tantos lugares, que falta dias...

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Como tinha poucos dias, faltou para conhecer vários outros lugares como o Rainbow Mountains, ou a Laguna Humantay, até o Ollantaytambo não consegui visitar (este último confesso que não quis encarar aquelas curvas novamente haha) e os preços são acessíveis, mas era preciso descansar o corpo para poder explorar esses locais (que são puxados idem Macchu Pichu, até mais puchados). Mas isso é um incentivo para poder voltar, e COM CERTEZA voltarei!!!

Resumindo, sobre os gastos, levei R$ 1.100,00 mais US$ 200,00 e sobraram dinheiro. EU ia levar tudo dólar, mas como estava muito alto na época no Brasil, segui o conselho do meu amigo e levei real. Na Bolívia me resolvi com real, no Peru, tendo em vista o rela estar menos valorizado, troquei os dólares.

Esperoajudar com minha experiência, igual aos vários relatos que li aqui, e me ajudaram muito!!!

Até a próxima!!

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Só uma correção: o Inti Raymi não tem nada a ver com fim de ano. Era um ritual de homenagem e adoração ao "deus" sol (Inti), e marca o solstício de inverno nesta região. 

De qualquer forma era sim a maior celebração do calendário inca, e segue como um dos dias mais importantes do calendário festivo cusqueño (mas infelizmente foi quase que completamente consumida pelo turismo, excluindo a população local de se envolver mais com sua própria história e suas raízes). 

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Então, me expressei errado!! Pelo que relataram lá, tem o "mesmo peso" que o fim de ano nosso!!! Realmente a festa está bem turística , mas tem muita participação da população  sim. Tanto é que  vem gente  de outras cidades (vizinhas principalmente) para participarem do desfile da véspera  do Inti Raymi!!! O que me encantou é a questão deles trazerem de volta esta cultura que havia morrido por um tempo devido a proibição na época da colonização espanhola... Agora é um teatro (até a morte da Llama, por sorte) mas eu fiquei muito admirada da forma que os Cusquenhos tem orgulho de mostrar ao mundo esta cultura super rica!!!

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6 horas atrás, bgaleanoO disse:

Então, me expressei errado!! Pelo que relataram lá, tem o "mesmo peso" que o fim de ano nosso!!! Realmente a festa está bem turística , mas tem muita participação da população  sim. Tanto é que  vem gente  de outras cidades (vizinhas principalmente) para participarem do desfile da véspera  do Inti Raymi!!! O que me encantou é a questão deles trazerem de volta esta cultura que havia morrido por um tempo devido a proibição na época da colonização espanhola... Agora é um teatro (até a morte da Llama, por sorte) mas eu fiquei muito admirada da forma que os Cusquenhos tem orgulho de mostrar ao mundo esta cultura super rica!!!

Entendi. Mas não concordo com a parte da inclusão popular. Os dias que antecedem o Inti Raymi não devem ser confundidos com a mesma celebração ao sol. Há desfiles cívicos, de instituições públicas e escolas de toda a região de Cusco, claro, mas pelas festas da cidade, por isso, claro, é uma festa da população para eles mesmo. Agora o Inti Raymi é bem diferente. Você deve ter visto que os ingressos são caríssimo e inacessíveis até para alguns turistas. A cerimônia em Qoricancha e Plaza de Armas são abertas, claro, mas as arquibancadas (onde normalmente há turistas estrangeiros) são "guardadas" por pessoas contratadas por agências de turismo que vendem estes assentos (públicos) por 50, 60, 70 dólares. O mesmo e mais grave acontece em Sacsayhuaman na celebração final - os poucos lugares cedidos para o público geral, gratuito, são tomados por agências durante a madrugada.

Antigamente toda a população acompanhava a celebração, de graça, e inclusive eram convidados para participarem com grupos de escola, etc.

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Parabéns pelo relato, ficou excelente e vai ajudar muita gente que está montando sua viagem !!

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