- O que fazer: passeios de barco, escuna, catamarã ou lancha e trilhas.
- Para ir para a ilha há várias opções, em vários horários. Além da barca, há escunas e catamarãs que vão mais rápido. Fui de barca, que levou cerca de 1h30min. Não balançou nada, o mar estava tranqüilo. Em feriados e finais de semana o preço da passagem da barca é bem mais caro do que no meio da semana.
- Fui de táxi-boat da Praia da Feiticeira para a Vila de Abraão, levou cerca de 30min, com mar tranqüilo e não balançou nada. É uma boa alternativa de volta para quem já percorreu a trilha na ida.
- Fui de táxi-boat da Praia do Pouso para a Vila de Abraão, balançou um pouco na primeira metade do caminho, mas depois ficou tranqüilo. É uma boa alternativa de volta para quem já percorreu a trilha na ida. É também uma boa alternativa para quem não gosta de caminhar muito, pois há várias saídas programadas de Abraão para Pouso e depois de Pouso para Abraão e, dessa forma, é possível conhecer Lopes Mendes, fazendo apenas a trilha T11.
- No passeio “Volta Ilha”, a lancha balança um pouco, principalmente quando pega ondas provocadas por outra embarcação. Depois de um dia inteiro de lancha, quando desci senti tudo balançando. Pára em Praia de Caxadaço, Praia de Dois Rios, Praia de Parnaioca, Praia de Aventureiro, Praia de Meros, Lagoa Verde, Lagoa Azul e Saco do Céu. A última parada é no Restaurante Coqueiro Verde. Acredito que deva ser um convênio entre o restaurante e as agências de viagem. A relação custo benefício do restaurante não é boa, pois é muito caro para o que é oferecido.
- Fiz passeio “Volta Ilha” com a Agência Phoenix. A lancha é boa, com dois motores e o atendimento foi bom também.
- Existe outra opção de passeio “Volta Ilha”, de catamarã, é mais barato, mas pára apenas em quatro locais, pois é mais lento. Se não me engano pára em Dois Rios, Parnaioca, Aventureiro e Lagoa Verde.
- Agência IGT, atendimento bom.
- É bom levar toalha para se secar e blusa de frio para a volta do passeio de barco, pois com o vento fica frio
- De Angra dos Reis (continente) partem alguns passeios de escuna com roteiros um pouco diferentes daqueles oferecidos em Ilha Grande.
- Preços de passeios de escuna são tabelados, há várias agências, mas todas praticam o mesmo preço
- Preço de acesso à internet parece tabelado também. Não sei se todas tarifam por minuto ou se algumas cobram por períodos fixos.
- Abraão é a capital da ilha, com muita opção de hospedagem, alimentação e saídas de passeios. Normalmente em outras áreas, a hospedagem é meia pensão com passeio de barco incluso, pois está mais isolado. Porém possibilita acesso a outras trilhas que não conseguiria fazer a partir de Abraão, a menos que ficasse em campings ou casa de pescador no meio do caminho.
- Provetá é bem grande, segunda maior vila da ilha, mas é uma comunidade mais fechada, há poucas opções de hospedagem por lá, segundo informações que recebi na ilha
- Araçatiba, Bananal e Sítio forte têm opções de hospedagem e alimentação
- Bananal abriga uma comunidade japonesa e tem opções de hospedagem e alimentação
- Segundo dicas de um colega, deve-se evitar pousadas que fiquem muito no centro, por causa do barulho provocado pelos restaurantes, bares e passagem das pessoas que transitam pelo centro
- Pousada na Praia do Canto são mais silenciosas, mas o acesso é feito pela areia da praia, não tem caminho/rua
- No geral, pousadas são rústicas, mas há opções para todos os gostos e bolsos
- Algumas pousadas fecham para reforma em julho, mas mesmo assim sobram vagas nessa época
- Algumas pousadas oferecem transporte de mala de cortesia, do cais até a pousada, mas há carregadores de mala uniformizados, com carrinhos, aguardando no cais, já que não existe táxi na ilha.
- Não circulam carros, exceto da polícia, prefeitura, UERJ e há poucas bicicletas. As principais ruas são mais largas, o resto são caminhos estreitos, que parecem mais calçadas.
- A vila de Abraão é pequena, então os locais são de fácil acesso, através de caminhada curta. Porém algumas pousadas ficam na encosta e pode ser um pouco mais cansativo para chegar até lá.
- Para quem está hospedado na Vila de Abraão, a dica é levar lanche para a trilha e almoçar/jantar quando retornar à vila, pois há muita opção. Vi 2 padarias na R. da Praia e mais outra ao lado do Igreja, essa é maior, onde se pode comprar lanche. É bom levar água e lanche para as trilhas, pois alguns trechos são longos e não quiosques/barracas no meio do caminho. Porém quase toda praia tem quiosques ou pelo menos pessoas com isopor vendendo bebidas, lanches e salgadinhos.
- Um colega disse que a comida dos pontos de parada dos passeios de escuna, é muito cara e/ou ruim.
- Normalmente os restaurantes abrem às 15h, mas me disseram que o Biergarten abre às 12h e tem alguma opção de comida vegetariana.
- O costume no Rio de Janeiro é comer feijão preto.
- Nos dias que eu fui ao mercadinho, as frutas e as verduras não estavam boas e estavam bem caras.
- Para fazer as trilhas a dica é começar bem cedo. Nesse ponto, ajuda quando a pousada começa a servir o café da manhã cedo.
- Para fazer as trilhas, siga as dicas de http://ilhagrande.org/Trilhas-na-Ilha-Grande . Não tem erro. Eles recomendam que se faça a trilha T13 com guia. Há alguns trechos perigosos, que requerem atenção, uma escorregada e você vai para lá embaixo, mas há alguma sinalização e com alguma noção de direção, bom senso e muito cuidado é possível fazer a trilha sem guia. Porém em grupo sempre. Também é primordial ir cedo para voltar antes de escurecer e levar celular, pois embora a cobertura não seja total, ajuda.
- Em julho, lá pelas 5h já está escuro nas trilhas, quando é mata fechada. Complica por causa das raízes, pedras e obstáculos do meio do caminho. É bom se programar para voltar antes disso.
- Algumas partes da trilha têm pedras e/ou terra batida, portanto deve ser muito escorregadio na época de chuva. Acredito que depois de uma chuva, deve demorar para secar, pois há várias partes de mata fechada, onde não bate sol. Um bom tênis é essencial.
- O inverno é uma ótima época para caminhar, sem chuva, céu azul, temperatura agradável, mas pode ser frio para entrar na água.
- Julho é baixa temporada, pois embora seja época de férias escolares, a água está fria naquela região. Disseram que preços são melhores na primeira quinzena, pois na segunda começa a subir por conta dos estrangeiros que chegam à ilha. É uma época boa, tem gente, mas não muita. Há pessoas nas trilhas e praias, mas está sossegado para curtir a natureza, sem aquele amontoado de gente. Não tem filas nos lugares e atendimento é bom.
- Tem muitos estrangeiros, muitos europeus, principalmente franceses. De julho em diante eles aparecem, principalmente em agosto. Eu vi mais estrangeiros do que brasileiros. Inglês e francês tornam-se línguas oficiais da ilha nesse período.
- Muitos locais só aceitam dinheiro ou cheque. Alguns lugares aceitam cartão, mas geralmente impõem valor mínimo ou colocam um acréscimo de no mínimo 10%. Agências normalmente dão desconto se o pagamento é em dinheiro.
- Não há banco, nem mesmo caixa eletrônico na ilha.
- Bouganville é um mini-shopping, uma galeria de lojas. Uma calçada com lojas, restaurantes e algumas pousadas dos dois lados.
- Tem forró e funk na R. Bicão, no Eco-cine Ipaumguaçu.
- Acredito que não seja um destino bom para famílias com crianças muito pequenas, pois o forte da ilha são as trilhas e os passeios de barco/escunas.
- A ilha parece bem preservada, com exceção das vilas, a vegetação reina, mas em alguns poucos lugares há mansões que cercaram as praias.
- O que fazer: passeios de barco, escuna, catamarã ou lancha e trilhas.
- Para ir para a ilha há várias opções, em vários horários. Além da barca, há escunas e catamarãs que vão mais rápido. Fui de barca, que levou cerca de 1h30min. Não balançou nada, o mar estava tranqüilo. Em feriados e finais de semana o preço da passagem da barca é bem mais caro do que no meio da semana.
- Fui de táxi-boat da Praia da Feiticeira para a Vila de Abraão, levou cerca de 30min, com mar tranqüilo e não balançou nada. É uma boa alternativa de volta para quem já percorreu a trilha na ida.
- Fui de táxi-boat da Praia do Pouso para a Vila de Abraão, balançou um pouco na primeira metade do caminho, mas depois ficou tranqüilo. É uma boa alternativa de volta para quem já percorreu a trilha na ida. É também uma boa alternativa para quem não gosta de caminhar muito, pois há várias saídas programadas de Abraão para Pouso e depois de Pouso para Abraão e, dessa forma, é possível conhecer Lopes Mendes, fazendo apenas a trilha T11.
- No passeio “Volta Ilha”, a lancha balança um pouco, principalmente quando pega ondas provocadas por outra embarcação. Depois de um dia inteiro de lancha, quando desci senti tudo balançando. Pára em Praia de Caxadaço, Praia de Dois Rios, Praia de Parnaioca, Praia de Aventureiro, Praia de Meros, Lagoa Verde, Lagoa Azul e Saco do Céu. A última parada é no Restaurante Coqueiro Verde. Acredito que deva ser um convênio entre o restaurante e as agências de viagem. A relação custo benefício do restaurante não é boa, pois é muito caro para o que é oferecido.
- Fiz passeio “Volta Ilha” com a Agência Phoenix. A lancha é boa, com dois motores e o atendimento foi bom também.
- Existe outra opção de passeio “Volta Ilha”, de catamarã, é mais barato, mas pára apenas em quatro locais, pois é mais lento. Se não me engano pára em Dois Rios, Parnaioca, Aventureiro e Lagoa Verde.
- Agência IGT, atendimento bom.
- É bom levar toalha para se secar e blusa de frio para a volta do passeio de barco, pois com o vento fica frio
- De Angra dos Reis (continente) partem alguns passeios de escuna com roteiros um pouco diferentes daqueles oferecidos em Ilha Grande.
- Preços de passeios de escuna são tabelados, há várias agências, mas todas praticam o mesmo preço
- Preço de acesso à internet parece tabelado também. Não sei se todas tarifam por minuto ou se algumas cobram por períodos fixos.
- Abraão é a capital da ilha, com muita opção de hospedagem, alimentação e saídas de passeios. Normalmente em outras áreas, a hospedagem é meia pensão com passeio de barco incluso, pois está mais isolado. Porém possibilita acesso a outras trilhas que não conseguiria fazer a partir de Abraão, a menos que ficasse em campings ou casa de pescador no meio do caminho.
- Provetá é bem grande, segunda maior vila da ilha, mas é uma comunidade mais fechada, há poucas opções de hospedagem por lá, segundo informações que recebi na ilha
- Araçatiba, Bananal e Sítio forte têm opções de hospedagem e alimentação
- Bananal abriga uma comunidade japonesa e tem opções de hospedagem e alimentação
- Segundo dicas de um colega, deve-se evitar pousadas que fiquem muito no centro, por causa do barulho provocado pelos restaurantes, bares e passagem das pessoas que transitam pelo centro
- Pousada na Praia do Canto são mais silenciosas, mas o acesso é feito pela areia da praia, não tem caminho/rua
- No geral, pousadas são rústicas, mas há opções para todos os gostos e bolsos
- Algumas pousadas fecham para reforma em julho, mas mesmo assim sobram vagas nessa época
- Algumas pousadas oferecem transporte de mala de cortesia, do cais até a pousada, mas há carregadores de mala uniformizados, com carrinhos, aguardando no cais, já que não existe táxi na ilha.
- Não circulam carros, exceto da polícia, prefeitura, UERJ e há poucas bicicletas. As principais ruas são mais largas, o resto são caminhos estreitos, que parecem mais calçadas.
- A vila de Abraão é pequena, então os locais são de fácil acesso, através de caminhada curta. Porém algumas pousadas ficam na encosta e pode ser um pouco mais cansativo para chegar até lá.
- Para quem está hospedado na Vila de Abraão, a dica é levar lanche para a trilha e almoçar/jantar quando retornar à vila, pois há muita opção. Vi 2 padarias na R. da Praia e mais outra ao lado do Igreja, essa é maior, onde se pode comprar lanche. É bom levar água e lanche para as trilhas, pois alguns trechos são longos e não quiosques/barracas no meio do caminho. Porém quase toda praia tem quiosques ou pelo menos pessoas com isopor vendendo bebidas, lanches e salgadinhos.
- Um colega disse que a comida dos pontos de parada dos passeios de escuna, é muito cara e/ou ruim.
- Normalmente os restaurantes abrem às 15h, mas me disseram que o Biergarten abre às 12h e tem alguma opção de comida vegetariana.
- O costume no Rio de Janeiro é comer feijão preto.
- Nos dias que eu fui ao mercadinho, as frutas e as verduras não estavam boas e estavam bem caras.
- Para fazer as trilhas a dica é começar bem cedo. Nesse ponto, ajuda quando a pousada começa a servir o café da manhã cedo.
- Para fazer as trilhas, siga as dicas de http://ilhagrande.org/Trilhas-na-Ilha-Grande . Não tem erro. Eles recomendam que se faça a trilha T13 com guia. Há alguns trechos perigosos, que requerem atenção, uma escorregada e você vai para lá embaixo, mas há alguma sinalização e com alguma noção de direção, bom senso e muito cuidado é possível fazer a trilha sem guia. Porém em grupo sempre. Também é primordial ir cedo para voltar antes de escurecer e levar celular, pois embora a cobertura não seja total, ajuda.
- Em julho, lá pelas 5h já está escuro nas trilhas, quando é mata fechada. Complica por causa das raízes, pedras e obstáculos do meio do caminho. É bom se programar para voltar antes disso.
- Algumas partes da trilha têm pedras e/ou terra batida, portanto deve ser muito escorregadio na época de chuva. Acredito que depois de uma chuva, deve demorar para secar, pois há várias partes de mata fechada, onde não bate sol. Um bom tênis é essencial.
- O inverno é uma ótima época para caminhar, sem chuva, céu azul, temperatura agradável, mas pode ser frio para entrar na água.
- Julho é baixa temporada, pois embora seja época de férias escolares, a água está fria naquela região. Disseram que preços são melhores na primeira quinzena, pois na segunda começa a subir por conta dos estrangeiros que chegam à ilha. É uma época boa, tem gente, mas não muita. Há pessoas nas trilhas e praias, mas está sossegado para curtir a natureza, sem aquele amontoado de gente. Não tem filas nos lugares e atendimento é bom.
- Tem muitos estrangeiros, muitos europeus, principalmente franceses. De julho em diante eles aparecem, principalmente em agosto. Eu vi mais estrangeiros do que brasileiros. Inglês e francês tornam-se línguas oficiais da ilha nesse período.
- Muitos locais só aceitam dinheiro ou cheque. Alguns lugares aceitam cartão, mas geralmente impõem valor mínimo ou colocam um acréscimo de no mínimo 10%. Agências normalmente dão desconto se o pagamento é em dinheiro.
- Não há banco, nem mesmo caixa eletrônico na ilha.
- Bouganville é um mini-shopping, uma galeria de lojas. Uma calçada com lojas, restaurantes e algumas pousadas dos dois lados.
- Tem forró e funk na R. Bicão, no Eco-cine Ipaumguaçu.
- Acredito que não seja um destino bom para famílias com crianças muito pequenas, pois o forte da ilha são as trilhas e os passeios de barco/escunas.
- A ilha parece bem preservada, com exceção das vilas, a vegetação reina, mas em alguns poucos lugares há mansões que cercaram as praias.
Editado por Visitante