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Mari D'Angelo

Roteiro 2 dias em Luxemburgo

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Leia o relato original com fotos aqui!¬†ūüď∑

 

√Č em um pequeno peda√ßo de terra entre¬†B√©lgica,¬†Fran√ßa¬†e¬†Alemanha¬†que se encontra¬†Luxemburgo.

O país tem grandes influências dos vizinhos, seja na língua, na cozinha ou na arquitetura. Há tanta mistura que acabamos descobrindo que na capital, também chamada Luxemburgo, moram mais extrangeiros do que locais! Achamos as pessoas bem simpáticas no geral.

Luxemburgo¬†√© o √ļnico gr√£o-ducado ainda existente no mundo, isso significa que n√£o h√° presidente mas sim gr√£o-duque. Ali√°s, ele e sua esposa s√£o celebridade, basta entrar em qualquer loja de¬†souvenir¬†para ver a foto dos dois estampada em im√£s, camisetas, cart√Ķes postais e por a√≠ vai. Mas apesar de parecer tudo muito ‚ÄúReal‚ÄĚ, eles vivem em uma democracia parlamentar e n√£o em uma monarquia.

Os idiomas oficiais s√£o o alem√£o, o franc√™s e o luxemburgu√™s e a moeda corrente √© o euro. √Č um lugar bastante caro, mas em compensa√ß√£o n√£o h√° muitas atra√ß√Ķes pagas. √Č s√≥ sair andando pela cidade que descobrir√° lugares encantadores!

O jeito mais econ√īmico de ir do aeroporto ao centro da cidade √© atrav√©s dos √īnibus 16 ou 29, custa ‚ā¨2 e demora por volta de meia hora.¬†Veja outras op√ß√Ķes aqui.

Ficamos hospedados no Youth Hostel, que mesmo sendo a opção mais barata, ainda era caro! Ele não é bem no centro mas é simples de chegar a pé. Tem luzes, tomadas e armários para todas as camas e um café da manhã bem OK, recomendo.

Chegamos à noite e percebemos que as coisas fecham bem cedo. Como não encontramos algo realmente típico de Luxemburgo que valesse o investimento, partimos para o Maharaja, um restaurante indiano com uma comida gostosa e bom preço no menu.

 

Dia 1

No dia seguinte saímos meio sem rumo, era novembro e já estava bem frio! Do caminho que liga o hostel ao centro histórico se tem lindas vistas da parte baixa da cidade.

Nessa rota h√° a entrada para as¬†Cassemates du Bock, que s√£o percursos nos t√ļneis dentro da muralha do s√©culo XIV que rodeia a cidade. Mas como fecha no inverno, n√£o pudemos conhecer.

Caminhamos at√© a¬†Trois Tours, uma das 5 ‚Äúportas-torre‚ÄĚ da cidade que davam acesso ao interior da muralha medieval existente na √©poca. O lugar j√° serviu de pris√£o, alojamento e at√© escrit√≥rio. De l√° seguimos para o centro hist√≥rico, onde encontramos a¬†Passage du Palais, um cantinho bem medieval da cidade! O estilo arquitet√īnico est√° bem preservado e alguns detalhes d√£o uma ideia de como se vivia nesse per√≠odo.

Descemos para caminhar na beira do Rio Alzette, na região chamada de Grund, onde fica a igreja St. Jean e a curiosa escultura da sereia Melusina, que de acordo com a lenda, vive hoje dentro do rio. Essa parte baixa da cidade é muito fofa, parece que estamos num cenário de filme antigo!

Paramos para um chocolate quente na charmosa¬†P√Ętisserie Viaduc, porque acredite, com aquele frio, qualquer oportunidade de entrar em um lugar quentinho √© v√°lida!

Continuamos sem rumo definido até chegar em outra das torres da muralha. Existem trilhas oficiais que a percorrem, elas estão sempre indicadas em placas, então se quiser fazer algo mais organizado, é possível.

De volta ao centro da cidade, passamos pelo ornamentado Palácio Grão-ducal, residência oficial do grão-duque, visitamos a Catedral de Notre-Dame e partimos para os mercados de Natal!

Eu amo Natal, e desde fui a primeira vez em um desses mercados, na¬†B√©lgica, fiquei maravilhada! As decora√ß√Ķes s√£o sensacionais, as barraquinhas vendem produtos encantadores (e car√≠ssimos) e as comidinhas de inverno s√£o deliciosas! Pedimos uma raclette, batatas fritas ao estilo belga e vinho quente!

O mercado maiores estavam pelas praças principais como a Place de la Constituition, a Place d’Armes e a Guillaume II, mas tinham vários outros espalhados pela cidade.

A noite caminhamos até a parte da cidade que fica depois da Ponte Adolphe, cartão postal de Luxemburgo! Pelo que percebemos é um lugar mais empresarial, os prédios eram todos lindos, mas não tinha muito o que fazer por lá.

Para a janta, pegamos a indicação de um lugar bem legal perto do hostel. O Les Rives de Clausen é uma área meio moderninha-industrial com vários bares e restaurantes. Escolhemos o Maybe Not Bob’s, meio ao estilo Outback, que serve burguers e pratos.

Tínhamos passado por um lugar no centro chamado Café des Artistes que parecia ser legal, um piano-bar bem intimista. Acabamos não indo, mas fica a dica!

 

Dia 2

No dia seguinte fomos direto √† parte baixa da cidade para passear pelo¬†Vall√© de la Petrousse, um delicioso caminho verde beirando o rio e de onde se pode ver a famosa ponte de outro √Ęngulo. Percebemos que √© um peda√ßo bem local, onde o luxemburgueses v√£o para passear com os cachorros e crian√ßas.

Por fim demos mais uma voltinha na cidade, parando em um Irish Pub (pra matar um pouquinho a saudade da Irlanda) e em uma das fantásticas e deliciosas lojas de chocolate belga! E pra terminar a viagem do jeito mais perfeito, caíram sobre nós alguns floquinhos de neve!

Luxemburgo foi uma surpresa boa! Vale bem a pena passar pelo menos um dia por lá se estiver em países próximos ou conseguir uma promoção de passagem low-coast!

 

Leia o relato original com fotos aqui!¬†ūüď∑

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