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Olá pessoal... estou indo em Novembro fazer o roteiro de Recife a Maceió... teremos 9 dias inteiros para aproveitar. Vamos alugar um carro. Quem já foi? O que acham?

Segue roteiro e aceito pitacos 😁
 
Dia 1
São Paulo - Recife Chega muito tarde -só descansa
Dia 2
Olinda pela manhã - Alto da Sé, igreja de 1537, almoçar com estilo no restaurante Oficina do Sabor. Convento de São Francisco, Igreja do Carmo, Igreja da Misericórdia e a Basílica de São Bento, Rua São Bento casa de Alceu Valença, ruas do Amparo e Bernardo Vieira de Melo (Artesanatos)
Recife a tarde - 14:00 abrem as lojinhas e afins... Oficina Francisco Brennand, o Instituto Ricardo Brennand, Palácio do Campo das Princesas, Teatro de Santa Isabel, Palácio da Justiça, Liceu de Artes, Capela dourada, Mercados de São José, da Boa vista e Da Madalena, o Paço do Frevo, Marco Zero, Museu Cais do Sertão. As Galerias (nº 183 da Rua da Guia), Embaixada dos Bonecos
Dia 1 Gigantes. Casa da Cultura em Santo Antônio. Rua Bom Jesus (Construções históricas), Embaixada dos Bonecos Gigantes. Praia de boa viagem e Caruaru. Dorme em Recife
 
Dia 3
Segue cedinho para Porto de galinhas - Praia de Muro Alto, Maracaípe e a Praia do Cupe.
Dia 4
dia todo em Porto de galinhas - Ipojuca -
Dia 5
Cedinho segue para Praia de Carneiros - Almoça em Tamandaré - Ir para Maragogi (Dormir)
Dia 6
Praia de Antunes - Ponta de mangue - dorme Maragogi
Dia 7
segue cedinho para São Miguel dos Milagres - Porto de Pedras (Praia pataxó) e Japaratinga - dorme lá
Dia 8
Cedinho sai de São Miguel e segue sentido Maceió - Barra de Camaragibe - Praia do Carro Quabrado
Dia 9
Maceió Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca
Dia 10
Praia do Gunga - Praia do Francês - Praia Ipiioca - Praia Paripueira
Dia 11 Retorno pra casa - entregar o carro e pegar o vôo
 
Gostaria de fazer a Foz do rio São Francisco saindo de Maceió, mas aí seria um dia inteiro... deixando de fazer alguma outra coisa...
 
Me ajudem... hehe...
 

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@Fernanda Spadao 

Em 23/10/2018 em 14:41, Fernanda Spadao disse:

Recife a tarde - 14:00 abrem as lojinhas e afins... Oficina Francisco Brennand, o Instituto Ricardo Brennand, Palácio do Campo das Princesas, Teatro de Santa Isabel, Palácio da Justiça, Liceu de Artes, Capela dourada, Mercados de São José, da Boa vista e Da Madalena, o Paço do Frevo, Marco Zero, Museu Cais do Sertão. As Galerias (nº 183 da Rua da Guia), Embaixada dos Bonecos

Nesse dia vejo que tens muitas atrações para visitar, lembre-se que na Oficina e Instituto Brennand são espaços enormes e creio que você ira passar pelo menos umas 3 horas nesses 2 locais.

Em 23/10/2018 em 14:41, Fernanda Spadao disse:
Dia 10
Praia do Gunga - Praia do Francês - Praia Ipiioca - Praia Paripueira

Não sei se você conseguirá fazer as 4 praias no mesmo dia, pela distância entre as praias (Exemplo: da Praia do Gunga até Paripueira são quase 74 km, aproximadamente 1h30min de carro).  Lembro que quando fiz os passeios foi 1 dia para Praia do Gunga e Francês e em outro dia Paripueira. 

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    • Por Thiago e Priscila Blumenau
      Olá amigos da comunidade Mochileiros.com.
      Aqui é o Thiago e a Priscila. Nós moramos na cidade de Blumenau-SC.
      Em dezembro de 2018 fizemos nossa viagem de carro até San Pedro de Atacama no Chile.
      A comunidade mochileiros.com nos ajudou bastante, pois no site conseguimos várias dicas e conhecemos outras pessoas que também nos ajudaram com informações. Por esse motivo queremos compartilhar nossa experiência. E quem sabe poder ajudar ou até mesmo encorajar outras pessoas a saírem do sofá e encarar essa aventura.
      Já contamos a primeira parte do nosso passeio, onde você encontra informações como: documentos necessários, seguros obrigatórios, melhor roteiro, condição das estradas, hotéis, pontos turísticos, custo com passeios, custo com alimentação, custo com gasolina, custo com pedágios, melhor câmbio, o que levar na bagagem, etc. Se você não leu a primeira parte, então clique aqui.
      Nesta segunda e última parte vamos falar sobre: formas de chegar em San Pedro Atacama, aclimatação, hospedagem, casas de câmbio, agências de turismo, passeios, alimentação e compras.
      Então vamos ao que interessa [=
      → Formas de chegar até San Pedro de Atacama:
       • De avião: sim é possível!
      Mas quem vai de avião desembarca na cidade chamada Calama, que fica a aproximadamente 100 km de San Pedro. De lá é possível pegar um ônibus direto para San Pedro ou alugar um carro. Em San Pedro existe uma pequena rodoviária, bem no centro e que funciona praticamente o dia todo.
      • De carro: ir de carro é uma aventura incrível.
      • De moto: também uma forma muito bacana de pegar a estrada. Porém é mais limitado do que o carro, pois você não tem tanto espaço disponível, vai precisar fazer mais paradas para abastecer, etc., mas nada que tire o prazer do passeio.
      A maneira de ir vai depender da sua vontade e do quanto você está disposto a gastar.
      Por que vontade?
      Porque ir de carro por exemplo, cruzando o Brasil, a Argentina e Chile não é para qualquer um. É uma viagem longa, cansativa, demorada, que vai te exigir planejamento, paciência e atenção a todo momento. Ou seja, tem que ter muita VONTADE mesmo!
       E quanto você está disposto a gastar?
      Pegar um avião, desembarcar e chegar é muito rápido e fácil. Porém tem o seu preço.
       Quando nós resolvemos fazer a nossa viagem, fizemos uma comparação entre ir de carro e ir de avião. Sem dúvida ir de carro era mais barato. E sem contar que ir de carro você aproveita o passeio, pode parar quando quiser, pode tirar fotos pelo caminho, conhece outras cidades pelo caminho. Então tudo isso pesou na hora da decisão.
      Por isso eu digo: VÁ DE CARRO, VALE MUITO A PENA.
       *Mas lembre-se de revisar o seu carro antes. Preparar tudo que precisa com antecedência.
       Segue abaixo um resumo para quem vai de avião:
       Você embarca no Brasil e desembarca na cidade de Santiago (Chile).
      De Santiago você pega outro avião até a cidade de Calama.
      De Calama você pode pegar um ônibus (turismo) que te leva até a rodoviária de San Pedro de Atacama ou pode alugar um carro e dirigir até lá.
       Todos os ônibus que chegam em San Pedro de Atacama desembarcam no Terminal de Buses, que é uma pequena rodoviária, que fica bem próxima da Rua Caracoles, que é a principal rua de lá (aprox. 5 min caminhando).
       Distâncias:
       Santiago x Calama: 1530 Km
      Tempo de voo: 2h
       Calama x San Pedro de Atacama: 100 Km
      Tempo na estrada: 1:30h
       
       → Aclimatação:
       Você vai perceber que o ar em San Pedro é diferente.
      É normal você ter certa dificuldade para respirar, devido à altitude.
      Pelo caminho você já começa a notar a diferença. Quanto mais alto, mais difícil a respiração.
      Esteja preparado, pois seu nariz e sua boca irão ficar bastante secos.
      Nós sentimos dificuldade ao dormir, pois de madrugada o nariz trancava e a boca ficava seca demais.
      Algumas vezes nós levantávamos para tomar água e umedecer o nariz.
      Conversamos com alguns brasileiros, que relataram terem sentido dor de cabeça e enjoo.
      Mas é uma condição suportável.
      Entenda que é um clima totalmente diferente do nosso.
       Durante o dia era quente e seco.
      A noite a temperatura era agradável.
      Para não dizer que nesse lugar não chove, o guia nos contou que chove uma semana por ano.
       Curiosidades:
      San Pedro de Atacama está a 2.300 metros acima do nível do mar. E tem alguns passeios que nos levam a 5 mil metros.
       Dica:
      Beba muito líquido, evite álcool e prefira comidas leves.
        
      → Hospedagem
       Em San Pedro existem muitos Hostels.
      Nós escolhemos um hostel chamado Casa Lascar, que ficava ao lado da rodoviária de San Pedro. Muito próximo ao centro. Esse hostel nos atendeu muito bem, pois tinha dois quartos, uma cozinha, uma sala e um banheiro só para nós. A reserva foi feita na plataforma booking.com. O preço não era absurdo e valeu muito a pena.
       Dica:
      Quando você for procurar a sua hospedagem, você pode escolher por exemplo: quarto compartilhado ou não, banheiro compartilhado ou não, que tenha garagem, local para lavar a roupa, cozinha, etc. Tudo depende da sua necessidade e do quanto você quer gastar. Sites para reservar hotéis é só digitar no Google.
       
       → Casas de câmbio
      Em San Pedro existem algumas casas de câmbio, onde você pode fazer a troca do seu dinheiro de forma muito simples e fácil. A maioria delas fica aberta até tarde da noite, então é bem tranquilo.
      Nós trocamos todo o nosso dinheiro em San Pedro e valeu muito a pena, pois se tivesse trocado no Brasil teríamos perdido muita grana. Nós trocamos o nosso dinheiro na casa de câmbio RENT A BIKE EMILY, pois foi a casa de câmbio que nos ofereceu a melhor cotação. E esta casa de câmbio também aparece em outros blogs de viagem, por isso nós optamos.
       Dica:
      Pesquise em pelo menos três casas de câmbio, antes de trocar o seu dinheiro.
      Nós falamos com duas casas de câmbio antes, para saber a cotação. E por último fomos até a RENT A BIKE EMILY. Chegando lá nós falamos sobre o preço dos concorrentes, então ali conseguimos a melhor cotação.
       
       → Agências de turismo
      Em San Pedro existem muitas agências de turismo, oferecendo pacotes dos mais diversos.
      Existem alguns passeios que não são todas as agências que fazem, por exemplo subir na boca do vulcão. Neste caso só uma e outra fazem o passeio, pois é mais arriscado, demora mais, requer alguns equipamentos específicos, etc.
       Nós reservamos os passeios antes da viagem.
      Fechamos os passeios com a agência Volcano Aventura, que fez um preço muito interessante.
      Na ocasião pagamos uma parte adiantado e o restante quando chegamos. Foi bem tranquilo, nos atenderam super bem, não tivemos qualquer problema. E a negociação toda foi pelo whats.
       Dica:
      Pesquise bastante, pois só assim você consegue um preço bacana.
      Consulte as páginas de cada agência, no Facebook, Instagram, etc. Veja os comentários, a data da última atualização, etc. Assim você tira uma ideia se a agência é boa ou não.
      Mais passeios ou mais pessoas, geram bons descontos. Seja esperto e negocie.
       
       → Passeios
       A maioria dos passeios começa muito cedo, por isso você precisa se programar com horários.
      As agências te pegam na “porta de casa”, ou melhor, na porta do seu hostel.
      Junto ao motorista sempre tem um guia que fala espanhol ou inglês.
      Ao chegar no destino, eles também servem uma mesa de café, com doces, frutas, água, suco, etc.
      É muito divertido, vale muito a pena.
      Geralmente as agências realizam um passeio por dia, para não cansar seus clientes.
      Há também passeios noturnos, basta você pesquisar na internet, para saber mais.
      Outra forma de passear em San Pedro é alugando uma bike. São várias lojas que tem bike para alugar por dia, por hora, etc.
      Dica:
      É possível realizar a maioria dos passeios com seu próprio carro, porém algumas estradas não são boas, pois tem pedras, buracos, lama, etc. Se o seu carro não for preparado, melhor ir com a agência de turismo, pois elas têm carros preparados para esses lugares.
      Nós fizemos todos os nossos passeios com a agência.
       
      → Alimentação
      Os restaurantes servem de tudo e um pouco mais.
      Mas vale lembrar que as comidas de restaurante não são iguais a que você come em casa.
      Por isso, se você prefere aquela comidinha caseira ou aquele feijão, saiba que não vai encontrar.
      Nós optamos em fazer a nossa janta todos os dias. Então passava no mercado, comprava os ingredientes e preparava tudo no hostel.
       
      →Compras
      Em San Pedro você encontra de tudo para comprar, inclusive tem algumas marcas famosas que tem lojas nesse lugar. Não pense que é tudo baratinho não. Se você fazer a conversão para sua moeda, cuide para não cair pra trás.... (kkk);
       Vale a pena comprar uma lembrancinha ou outra, mas não dá para se empolgar.
       
       Acho que é isso pessoal.
      Espero que vocês tenham gostado.
      E tomara que esse relato possa ajudar vocês a planejarem sua próxima viagem.
      Um grande abraço.
       Contatos:
      47 988417695
      Instagram: thiagomarianobnu
    • Por Thiago e Priscila Blumenau
      Olá amigos da comunidade Mochileiros.com.
      Aqui é o Thiago e a Priscila. Nós moramos na cidade de Blumenau-SC.
      Em dezembro de 2018 fizemos nossa viagem de carro até San Pedro de Atacama no Chile. 
      A comunidade mochileiros.com nos ajudou bastante, pois no site conseguimos várias dicas e conhecemos outras pessoas que também nos ajudaram com informações. Por esse motivo queremos compartilhar nossa experiência. E quem sabe poder ajudar ou até mesmo encorajar outras pessoas a saírem do sofá e encarar essa aventura.
      Para realizar esta viagem primeiro nós fizemos algumas pesquisas, como por exemplo: documentos necessários, seguros obrigatórios, melhor roteiro, condição das estradas, hotéis, pontos turísticos, custo com passeios, custo com alimentação, custo com gasolina, custo com pedágios, melhor câmbio, o que levar na bagagem, etc. 
      Juntamos todas essas informações numa planilha e então começamos a trabalhar nela. Então no mês de Setembro/2018 começamos a fazer as contas e preparar tudo o que precisava para viajar.
      Nessa primeira parte vamos tentar abordar o máximo de informações com relação ao roteiro, situação das estradas, GPS, câmbio, aduanas, seguros, itens obrigatórios, pedágios e combustível. 
      Na segunda parte vamos falar um pouco sobre San Pedro de Atacama e sobre os nossos passeios.
      Então vamos ao que interessa:
      Nessa viagem foram 04 pessoas: Eu (Thiago), minha esposa Priscila, meu Pai e a namorada do pai.
      Saída de Blumenau: 22/12/2018.
      Chegada em San Pedro de Atacama: 25/12/2018.
      Saída de San Pedro de Atacama: 31/12/2018.
      Chegada em Blumenau: 03/01/2019.
      Carro utilizado: Peugeot 207, ano 2012. Motor 1.4, c/ 04 portas.
      Roteiro/Condição das estradas/Pedágios:
      Dia 01 - Blumenau - SC x São Borja - RS. Total: 860 Km.
      Esse caminho é o mais curto, porém tem muitos trechos com pista ruim (buracos, desníveis, etc.), além disso tem muitos radares e lombadas eletrônicas. O motorista tem que ficar atento.
      Pedágios:  Nenhum.
      Dia 02 - São Borja-RS x Presidência Roque Sáenz Peña - Argentina. Total: 620 Km.
      As estradas são boas, pelo menos são melhores que do que as do Brasil.
      Pedágio 01: logo que passa a Aduana, já tem um guichê de pedágio. Valor pago em moeda brasileira: R$ 50 para veículos de passeio. (na volta ao Brasil, o valor é R$ 65)
      Pedágio 02: RN-12 aprox. no Km 1262. Valor: 50 Pesos Argentinos.
      Pedágio 03: RN-16 aprox. no Km 05. Valor: 40 Pesos Argentinos.
      Pedágio 04: RN-16 aprox. no Km 60. Valor: 65 Pesos Argentinos.
      Dia 03 - Presidência Roque Sáenz Peña (Argentina) x Salta (Argentina). Total: 630 Km. 
      As estradas também são muito boas.
      Observação: na RN-16, entre os KM 410 e 481 a estrada é "horrível". Tem muitos buracos. Buracos gigantes. Você vai perder tempo desviando deles.
      Pedágios: RN-09 chegando na cidade de Salta. Valor: 25 Pesos Argentinos.
      Dia 04 - Salta (Argentina) x San Pedro de Atacama (Chile). Total: 580 Km.
      As estradas também são muito boas.
      Observação: Nós usamos o caminho Paso de Jama, que é melhor, pois é todo asfaltado até San Pedro de Atacama.
      Pedágios:  Nenhum.
      *Na volta pra casa fizemos o mesmo trajeto. 
      Hospedagem:
      Dia 01 - Dormimos na casa de parentes. Não tivemos gastos com hospedagem nesse dia.
      Dia 02 - Ficamos hospedados no hotel de campo El Rebenque, que fica na cidade de Presidência Roque Sáenz Peña (Argentina).
      Dia 03 - Ficamos hospedados no hotel Pachá, que fica na cidade de Salta (Argentina).
      Dia 04 - Ficamos hospedados no hostal Casa Lascar, que fica em San Pedro de Atacama (Chile).
      Aqui dormimos dia 25, 26, 27, 28, 29 e 30 de dezembro/2018.
      *Na volta pra casa ficamos nos mesmos hotéis.
      Câmbio:
      Peso Argentino: nós trocamos todo o dinheiro brasileiro por Peso Argentino na aduana, que fica logo depois da Ponte internacional, saindo de São Borja-RS.
      Valeu muito a pena trocar o dinheiro na aduana, pois pagamos 0,10 por cada Peso Argentino. Já em Blumenau a melhor taxa que encontramos foi 0,15.
      Comparação de preços Blumenau x Aduana Argentina:
      R$ 1 Mil reais trocados em Blumenau valem: 6.666 Pesos Argentinos (sendo: 1000 / 0,15)
      R$ 1 Mil reais trocados na Aduana valem: 10.000 Pesos Argentinos (sendo: 1000 / 0,10)
      Peso Chileno: nós trocamos R$ 1 Mil (reais) em Pesos Chilenos aqui em Blumenau, para ter um pouco de dinheiro na chegada à San Pedro de Atacama.
      O restante do dinheiro brasileiro nós trocamos em San Pedro de Atacama. Trocar o dinheiro em San Pedro valeu muito a pena, pois recebemos 170 Pesos Chilenos por cada R$ 1,00 (Real). Já em Blumenau a melhor taxa que encontramos foi de 154 pesos Chilenos por cada R$ 1,00 (Real).
      Comparação de preços Blumenau x San Pedro de Atacama:
      R$ 1 Mil reais trocados em Blumenau valem: 154.000 Pesos Chilenos (sendo: 1000 x 154)
      R$ 1 Mil reais trocados em  San Pedro de Atacama valem: 170.000 Pesos Chilenos (sendo: 1000 x 170)
      *Compare antes de trocar seu dinheiro.
      Combustível / Postos de abastecimento:
      Na Argentina tem dois tipos de gasolina: a Super (comum) e a Infinia (aditivada).
      Infinia: variava de 45 a 48 pesos.
      Super: variava de 41 a 44 pesos.
      *Abastecemos com gasolina Infinia nos Postos YPF.
      *No Chile não abastecemos, por isso não informamos os tipos e preços que existem.
      Na Argentina tem muitos postos de abastecimento durante o trajeto. O último posto fica bem próximo da Aduana, no Paso Jama (divisa entre Argentina e Chile).
      Depois da Aduana não tem mais posto durante o caminho. Vai ter um posto somente em San Pedro Atacama (distância entre Aduana e San Pedro Atacama: 160 KM aprox.)
      GPS:
      Nós utilizamos dois aplicativos de geolocalização: o Google Maps e o Maps.me. Levamos dois Smartphones, em um deles usamos o Maps.me e no outro com Google Maps.
      Antes de sair nós fazíamos os trajetos pela rede WiFi e depois saíamos para a estrada. Os dois aplicativos funcionaram muito bem no modo off-line.
      Dica: o aplicativo Maps.me funciona totalmente no modo off-line. Para isso é necessário baixar os mapas off-line da região que você vai passar. Exemplo: nós baixamos todos os mapas da Argentina, do Chile e também dos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. 
      Seguros obrigatórios para seu carro:
      Na Argentina: seguro Carta Verde. Você pode fazer em qualquer corretora de seguros.
      Ele cobre danos a terceiros em caso de acidentes.
      Nós fizemos o seguro com a Porto Seguro, com a cobertura de até 15 dias. Custo: R$ 125. Débito em conta corrente.
      No Chile: seguro SOAPEX. Você pode fazer este seguro com a HDI do chile. Só digitar no Google "HDI Chile".
      Ele cobre danos a terceiros em caso de acidentes.
      Nós fizemos o seguro direto no site da HDI Chile, com a cobertura de até 10 dias. Custo: R$ 40. Pagamento somente no cartão de crédito. 
      *Veja se o seu cartão está liberado para realizar esta compra.
      Observação: em nenhum momento a polícia ou aduana nos cobrou esses documentos.
      Seguros para você:
      Nós optamos por não fazer nenhum seguro de vida ou de acidente. 
      Mas as empresas de seguro oferecem inúmeras modalidades.
      Avalie a que melhor se enquadra com seu bolso.
      Itens obrigatórios para o carro:
      Na Argentina:
      Vários blogs e pessoas nos disseram que teríamos que levar um monte de coisas no carro.
      Então nós entramos em contato com o departamento de trânsito da Argentina e também com o consulado Argentino no Brasil que fica em Florianópolis.
      Segundo eles, os itens obrigatórios são:
      - 01 Extintor de incêndio (exceto em motos);
      - 02 triângulos de segurança;
      - Além dos demais exigidos no Brasil (pneu estepe, chave de rodas e macaco).
      E tem também os itens recomendados: (notem que são recomendados, não obrigatórios)
      - Kit de primeiros socorros;
      Portanto, não é obrigatório levar o tal do "cambão", que muitos blogs informam ser obrigatórios.
      No Chile:
      Considerar todos os itens obrigatórios citados acima.
      E no Chile todos os motoristas são obrigados a ter no carro um "colete refletivo". Caso o motorista precise sair do carro para alguma manutenção ou emergência ele precisa estar vestindo o colete. Isso é LEI NACIONAL. Na dúvida leve um colete também.

      Observação:
      Na Argentina fomos parados diversas vezes pela polícia. Em quase todas as cidades que passamos ao longo do caminho a polícia nos parava para solicitar algum documento.
      Algumas vezes eles pediam os documentos de identidade e do carro. Em outras eles faziam o teste de bafômetro. Mas em nenhum momento a polícia precisou revistar o nosso carro.
      No Chile não fomos abordados.
      Aduana Brasil x Argentina: Muito tranquilo.
      O atendente solicita os documentos do carro e identidades.
      Preenche um formulário no computador.
      Por último entrega um recibo (parecido com um cupom fiscal de mercado). Este recibo precisa ser bem guardado, pois ele será útil na Aduana Argentina x Chile.
      Não tem custo.
      Aduana Argentina x Chile: chato/demorado (pode ter fila e os atendentes são malas)
      A Aduana que nós passamos foi no Paso Jama.
      Tem 06 guichês.
      É necessário preencher um formulário em espanhol. Nesse formulário tem uma parte que fala se você está levando algum alimento que é "proibido".

      Após passar em todos os guichês eles entregam um recibo (parecido com um cupom fiscal de mercado). Este recibo precisa ser bem guardado, pois ele será útil na Aduana Chile x Argentina.
      Comidas não podem passar. Exemplo: frutas, verduras, carnes, lanches, etc. Tudo que é animal ou vegetal fica na Aduana. Alimentos processados passam. Alegação deles é que pode haver alimentos contaminados ou pragas. Se no formulário estiver a opção NÃO, mas na hora de revistarem o carro eles encontrarem alguma coisa, você leva uma multa.
      Após sair dos guichês vem um fiscal da vigilância sanitária e inspeciona o carro.
      Só depois de inspecionar o carro você está livre para seguir viagem.
      Não tem custo.
      *Na volta pra casa é necessário fazer tudo de novo, porém a vigilância sanitária não revistou o carro dessa vez.
      Espero que tenham gostado dessa primeira parte.
      Se tiverem algum comentário ou dúvidas por favor nos retorne.
      Um abraço.
    • Por Leandro Z
      Apesar de haver bons relatos no site, espero contribuir com o meu.
      Há 4 ônibus diários entre São Luís e Barreirinhas pela viação CISNE BRANCO, R$51, demora 5h (não procurei vans saindo do aeroporto direto pra Barreirinhas, mas existem). Dizem que é melhor fazer a travessia no sentido Barreirinhas - Santo Amaro, por causa da posição do sol e do vento. A estrada São Luís-Santo Amaro é relativamente nova, está boa e é mais perto que SLZ - Barreirinhas. Além disso, as lagoas de Santo Amaro são mais bonitas. ATENÇÃO com a volta de Santo Amaro para São Luís, acho que não tem ônibus (se tiver, são raros) e dependemos do guia em achar uma van que ia pra lá. Geralmente, o último dia termina 12:30h e o transporte até São Luís demora 4h30min. Grande parte da travessia é em areia firme e fria, então é melhor andar descalço ou com meia. Também tem inevitáveis passagens por lagoas menores, onde se molha, pelo menos, as pernas. Elas são boas para se refrescar (o tempo inteiro eu andei molhado ou úmido de propósito). Melhor época: junho e julho, alguns dizem agosto e até setembro, mas nestes muitas lagoas já estão secas. Preços: como junho e julho são os melhores meses, só diária do guia custa até R$250; hospedagem (café da manhã incluído), em redário, sai por R$35; jantar: R$30 a R$35; água de 2l: R$8. Converse com o guia para ver o que está incluído no preço dele (passeio pelo rio Preguiça, hospedagens e refeições, etc). Cansar vai, mas com certeza vale a pena. Acredito que uns treinos de caminhada de 8km sejam suficientes para preparação. Esta é a travessia mais tradicional do parque, mas tem outras de 6 até 10 dias! Levar: poucas roupas (inclusive com proteção UV), meias, chapéu (nessa época, não precisa levar nada para frio, nem tênis), chinelo, protetor solar, água (pode ser comprada em cada parada),  snacks (frutas desidratadas, amendoim e castanhas), dinheiro em espécie, lanterna (não é essencial, não precisa na caminhada, mas ajuda nas hospedagens), coisas de higiene pessoal (sabonete, escova, pasta, repelente). É recomendável levar aquelas baterias portáteis, power bank, mas dá pra usar a eletricidade em algumas hospedagens. Dia 28/jun - 1º dia: Pegamos um barco em Barreirinhas para fazer o passeio pelo rio Preguiça (R$80) por volta das 10h, o guia já nos acompanhava. O passeio é tranquilo, para em Mandacaru, onde tem um farol, também para em Caburé onde tem dunas e uma lagoa. Termina em Atins, banhamos em uma praia. Depois, final de tarde, caminhamos até Canto de Atins, cerca de 3,5h em ritmo tranquilo, sem paradas para banhos, o GPS marcou 12km de caminhada durante o dia todo (pareceu bem menos). Em Canto de Atins, tem dois restaurantes/pousada: do seu Antônio e da dona Luzia. A dona Luzia foi pioneira e é mais famosa, mas o guia disse que a fama subiu-lhe a cabeça, ficamos no seu Antônio. O camarão na chapa é o prato chefe de ambos, não é barato (com refri e água, saiu R$50 cada um o jantar), mas realmente estava muito gostoso. Dormimos em rede (R$35), local coberto com palha, com luz, mas sem paredes, até às 2:30h da manhã.
       
      Dia 29/jun - 2º dia: Prometia ser o mais pesado, cerca de 17km até Baixa Grande (o quarto dia que foi o mais cansativo). Começamos a travessia por volta das 3:15h, depois de um bom café da manhã, caminhamos sob a lua cheia iluminando tudo e temperatura amena. Andamos pela praia um bom tempo, cerca de 4h (com direito a cochilada no caminho) até chegar às dunas. Valeu a pena? Sempre, no entanto, tem gente que faz este trajeto de carro e isto economiza umas boas horas. Nas dunas, subida, descida, banho em algumas lagoas. Terminamos em Baixa Grande às 12:10h. Cansei muito! O GPS marcou, durante todo o dia, uns 27km. Eu digo "durante todo o dia", porque ainda caminhávamos pelos arredores do local da hospedagem para conhecer lagoas, rios, ver o pôr-do-sol. Baixa grande é um vilarejo no meio do deserto, mas com construção de alvenaria e vegetação por perto. Almoçamos galinha caipira por R$35 (preço padrão e não é você que escolhe o que comer). Descansamos e, à tarde, fomos para uma lagoa e ver o pôr-do-sol. Dormimos, como sempre, em rede (R$35 preço padrão), sem iluminação, mas coberto com palha e "paredes". O dia seguinte seria mais tranquilo.
       
      Dia 30/jun - 3º: Este terceiro dia foi tranquilo, acordamos por volta das 4:30h para sairmos às 5h, após café da manhã simples (tapioca e ovo). Caminhamos devagar, parando bastante em lagoas e terminamos antes do meio-dia em Queimada dos Britos, o GPS indicou 15km. Eu comecei a usar meia, pois vi que estava começando a formar bolha no meu pé. Almoço (R$35) era peixe (estava salgado), teve salada (artigo raro) e até sobremesa. Lagoas, pôr-do-sol, jantar e dormir cedo, porque não tem muito que fazer a noite.
       
      Dia 1º/jul - 4º: De novo, acordamos umas 2:15h, tomamos café e saímos para caminhar às 3h e alguma coisa. Só terminamos à 12:30h, exaustos, em Santo Amaro. Foi o dia mais longo e mais cansativo, cerca de 28km. Neste dia, mais uma vez, é possível pegar um transporte em Vassouras, economizando assim, uns 10km. Pergunta se pegamos? Não. Faltando uns 8km (talvez 6km), o guia novamente perguntou se queríamos pedir um carro e pagar R$50 cada um. Pegamos o carro? Claro que não, só faltavam 8km! kkk. As lagoas perto de Santo Amaro são bem mais bonitas que as de Barreirinhas e, acredito eu, o turismo em Santo Amaro irá aumentar com a boa estrada até são Luís (só falta transporte).
       

    • Por lobo_solitário
      A seguir, um pequeno relato sobre Maceió. Estive na cidade apenas passando o final de semana (sexta à domingo) e vou relatar o que presenciei na curta estadia.
      TRANSLADO
      Cheguei ao aeroporto na quinta feira quase meia-noite pois queria aproveitar o dia todo já na sexta feira. O aeroporto fica em Rio Largo na região metropolitana a cerca de 25km da cidade de Maceió. Devido ao horário e por estar viajando com minha filha pequena, nao iria procurar meios alternativos e mais baratos pra se chegar a Maceió, entao peguei um Uber até minha hospedagem em Ponta Verde, Edificio TIME.
      É bem distante a viagem, levou cerca de 40 min pra percorrer 32km até meu destino (R$42.00) e nao havia nenhum transito. Entao caso alguem vá em horarios de pico (indo de/para o aeroporto) já é possível tirar de base que leva-se bem mais de 1hr esse percurso.
      A volta no domingo, de Maceió para o aeroporto, tanto o tempo de viagem quanto o valor também foram praticamente os mesmos.
       
      HOSPEDAGEM
      Como eu estava viajando em família optei por ficar num lugar melhor e mais reservado. Fiquei hospedado no Ed TIME, fica no bairro de Ponta Verde, próxima à praia de ponta verde e pajuçara, esta última a que mais gostei. O prédio é novíssimo, há vários flats que comportam até 4 pessoas e fica muito bem localizado próximo a um grande supermercado e às praias. É possivel se deslocar à pé para esses destinos e o bairro nao passa nenhuma sensação de insegurança.
      Com certeza há locais mais baratos pra se ficar, porém o que o prédio oferece e pelo valor cobrado (diárias a partir de R$125.00 que divido pra 4 sai por apenas R$31.25) compensa bastante. No prédio há um piscina aquecida na cobertura, sauna, academia, jacuzzi, espaço para jogos, uma confortável área para relaxar, wifi no quarto com ótimo sinal, garagem gratuita.










       
      PRAIAS
      Essa é a segunda vez que vou à cidade, na sexta feira passei o dia em pajuçara. O mar possui agua quente, ótimo pra quem vai com criança e nem de longe se parece com o mar gelado tipo o RJ. O valor cobrado pelo guarda-sol + cadeira gira em torno de R$30. Há locais que nao cobram pelos mesmos, porem voce precisa obrigatoriamente fazer consumaçao no local o que pode encarecer bem mais a conta, nesses locais a long-neck é em torno de R$12 a R$15 e os pratos de comida à partir de R$35 uma porçao de batata. Como eu havia levado uma bolsa termica optei por pagar a parte o garda-sol e comprar a cerva mais em conta no supermercado.
      No sabado aluguei um carro e fui para Sao Miguel dos Milagres. A viagem leva cerca de quase 2hs, cerca de uns 100km de onde eu estava hospedado e todo o percurso feito em rodovia de pista simples. Nos últimos 30km pra se chegar em Sao Miguel a estrada é bem perigosa, bem estreita, sem acostamento em todo percurso e com inúmeras curvas fechadas. Saindo de Maceió há um posto da policia rodoviária que estava fazendo blitz tanto na ida quanto na volta. Antes de chegar em Sao Miguel tambem havia blitz na estrada com o pessal parando geral na ida e na volta tambem.
      Em Sao Miguel em si nao curti a praia, a maré estava baixa e nao tinha como entrar no mar praticamente. Como eu estava com criança pequena era complicado... na proximidade da praia dava apenas pra molhar as canelas. Sendo assim optei por ir até a praia do patacho que fica uns 10km pra frente da cidade de Sao Miguel. Mesmo com a mará baixa lá foi possivel entrar no mar que estava com a agua bem quente. 
      As praias da regiao sao praticamente desertas, com pouquíssimas pessoas e quase sem infra estrutura, há um ou outro ambulante vendendo bebidas, entao levar o que vai consumir é fundamental. Passei o dia no restaurante Sonhos do Patacho, o local é recem inaugurado, tinha 28 dias de funcionamento e o pessoal é extremamente atencioso. Nao se cobra pela cadeira e guarda-sol, apenas a consumaçao e os preços nao sao tao salgados, ainda mais por se tratar de um local relativamante isolado. Hã passeios de jangada para as piscinas naturais na maré baixa, o valor é de R$50.00 por pessoa mas é possivel dar uma negociada.
      No domingo o dia amanhaceu nublado com um pouco de chuva, porem no meio da manha o sol ja deu as caras, um pouco timido mas nada que atrapalhasse mais um pouco de praia, ainda mais pelo fato da agua do mar ser quente.






       

       

       
      CONSIDERAÇÕES FINAIS
      Vale muito a pena passar uns dias em Maceió, o pessoal é muito educado e recptivo, as coisas nao sao tao caras se comparadas a outras cidades litorâneas. Agua de coco gelada por exemplo na beira da praia custa apenas R$2.00, em locais mais distantes é possivel encontrar a R$1.50 ou até R$1.00. Ja vi em outros lugares beira mar que um coco gelado nao sai por menos de R$8.00.
      No caminho pra Sao Miguel dos Milagres é possivel visitar diversas praias e tambem passa em frente a beach clubs como Hibiscus e Cafe de La Musique. Vale ficar atento apenas às blitz ta lei seca pois o pessoal pára mesmo!
      Como meu tempo foi curto nao deu pra visitar mais coisas, mas compensou pegar uns dias à beira mar.


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