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Schumacher

Iraque, Irã, Líbano, Chipre, Jordânia, Turquia, Israel, Portugal - 36 dias - 10 a 11/2018

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Cara, que trip foda, pqp! Vários picos muito diferentes um do outro em um curto espaço de tempo. Essa é uma coisa que n da pra fazer num mochilão roots, um ritmo mais acelerado de viagem, enqnt eu ia lendo o relato, vc indo de um país pro outro, eu pensava "provavelmente tinha muitos outros picos pra colar nesses países, mas esse tipo de trip mais acelerada deve ser bem da hora tb", também percebi uma coisa lendo esse relato teu, se vc conseguir ir fazendo contato com algumas pessoas desses países que falam inglês pela net um bom tempo antes da trip, a trip poderia ficar melhor, da pra pesquisar em vários lugares da net pra fazer contato.

As ruínas dos sítios arqueológicos são muito interessantes, até pesquisei aqui sobre algumas, me interessei pela visita q vc fez a Baalbek, pois eu curto  bastante mitologia, e essa cidade parece ser uma mistura de cultura suméria com cultura romana, que absorvia e dominava culturas do mundo todo. Essa cidade tem vestígios de habitação contínua por mais de 8000 anos, e até 2000 anos atrás, antes de ser anexada por Roma, seus tempos eram da mitologia suméria, e cultuavam Ba'al, Ashtart e Adon, mas o romanos tinham o costume de subjugar a cultura de todos que colonizava para obter um domínio absoluto. Tem muita coisa interessante pra pesquisar sobre a história dessa cidade, muitos historiadores já a estudaram e compilaram seu conhecimento em livros, poderia ler vários livros e ainda não absorveria todo o conhecimento que já foi descoberto.

Pelo que eu li no relato, me pareceu que o acampamento que você foi na Jordânia foi um dos lugares onde você comeu melhor, e a única parte do relato onde vc fala sobre observação noturna e astronomia (não confundam com astrologia, vejo direto pessoas fazendo essa confusão, são duas coisas bem diferentes, uma é guiada pela ciência, a outra por misticismo e mitologia). Senti que faltou foto da galáxia de Andrômeda que vc disse q tinha tirado. Podia ter tirado mais fotos do mar morto e de Jerusálem tb.

Espero poder fazer uma trip dessas algum dia! Valeuzão mesmo por compartilhar essa experiência incrível!

 

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@Jon JT valeu a força, parceiro! Realmente a viagem foi mais corrida do que eu gostaria, mas a minha companhia tinha tempo contado de férias, então tivemos que nos adaptar. As ruínas de Baalbek são realmente interessantíssimas. Quanto às fotos, vou colocar essas e mais outras quando tiver terminado de publicar essa viagem em meu blog, pode conferir lá ;)

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    • Por Marcos A
      Não sei se é possível descrever o que vivemos nesse dia. Planejamos ver o nascer do sol em Tikal sem saber muito o que esperar. Imaginava uma arquibancada, montada entre as ruínas, onde os visitantes poderiam se sentar e assim observar a estrela do show, o sol. Foi com esse espirito que fomos visitar uma das ruínas maia mais importantes.
      O espetáculo começaria bem cedo, por volta das 5 horas da manhã. Chegamos em Tikal, Guatemala, por volta das 4 horas, depois de 1 hora de transporte. Tudo estava indo como planejado. Até o clima resolveu ajudar. Se esperava chuva e tempo ruim durante toda a visita. Entretanto, ao sair do carro e olhar para cima, só dava pra ver a lua cheia, sozinha no céu. Só via algumas nuvens, mas nada de mais. O guia nos levou à entrada, onde os ingressos foram validados e depois, tivemos um pequeno e rápido café da manhã antes de começar a desbravar Tikal na escuridão.
      Seguimos por uma trilha em plena escuridão. A experiência foi algo difícil de descrever. Não havia mais ninguém ali, Tikal era só nosso e seria assim por mais algumas horas. Logo atrás do guia, o grupo seguia em silêncio, um atrás do outro. Silêncio esse que era interrompido por alguma explicação do guia sobre Tikal.
      Após alguns minutos de caminhada, o guia virou e apontou na direção da lua. Apontava para uma pirâmide maia imensa, que tampava a lua e criava uma sombra escura, era uma cena de filme. Esse foi só um aperitivo. Aquela era a entrada da praça central, local mais importante de Tikal. Tentei tirar fotos, mas a câmera fotográfica não foi capaz de capturar o que os nossos olhos estavam presenciando. Parecia que éramos os primeiros ali e que havíamos descoberto uma cidade abandonada no tempo.
      Ali do meio da praça central, o guia nos explicou tudo sobre os rituais maias, inclusive dizendo que Tikal ainda recebia descendentes de maias que usam o local para prestar culto aos seus deuses e antepassados. Foi definitivamente a melhor aula de história da minha vida.
      Rumo ao Templo IV
      Até ali não tinha muita ideia de onde nós iríamos ver o por do sol. Lembra da ideia da arquibancada na praça central? Não podia estar mais errado. Saímos de lá e seguimos em frente. Alguns minutos depois, estávamos subindo uma grande escadaria. Era imensa. No final, as escadas deram espaço a rochas e a uma grande arquibancada de pedra . Era o Templo IV, um dos maiores templos maia já descobertos até então.
      Algumas pessoas já esperavam sentadas aguardando o nascer do sol. Nos sentamos, olhamos pro céu e nenhum sinal de nuvem ou chuva. O cenário estava montado, tudo perfeito em seu devido lugar, agora era aproveitar em silêncio o espetáculo começar. Os raios de luz começavam a sair, se misturavam com a escuridão. Formavam a cada segundo uma nova pintura, com diferentes cores e com diferentes intensidades



      Nascer do sol do alto do Templo IV em Tikal. Fomos em Outubro, época de chuvas e olha o que presenciamos?
      Mas para quem pensa que o espetáculo era destinado somente ao nascer do sol, está muito enganado (como eu estava). O barulho da floresta se despertando era o verdadeiro espetáculo. Os animais acordavam e começavam a cantar por todos os lados. Macacos, pássaros e insetos entoavam suas vozes para de alguma forma agradecer o renascimento do sol.

      O silêncio também era parte do show, ali do alto do Templo IV em Tikal. Todos estavam perplexos com a beleza do instante e não se permitiam mover nem se quer um músculo, para evitar perder um segundo da experiência. Ficamos lá em cima por quase 2 horas entre fotos, olhares no horizonte e ouvidos na vegetação. No final, quando tínhamos que nos despedir, ficou a sensação de dever cumprido. Uma viagem inteira repleta de bons momentos e grandes experiências não poderia ter acabado melhor.


      Senti imediatamente minha mente se desligando por completo. Era como se quisesse dizer que já era suficiente, que eu já havia conseguido o que buscava. Agora era somente hora de lembrar. Lembrar de tudo que passamos, de todos os sois que vimos, nascendo e se pondo, de todos os vulcões que subimos e descemos, de todos os locais que chegamos e partimos.
      Desbravando o restante de Tikal
      Descemos e ainda não havia ninguém no parque. O guia nos levou em várias construções, nos explicou o significado de cada uma, nos mostrou piramides que ainda não foram restauradas (Templo III) e deu detalhes sobre os principais pontos da cidade de Tikal, até o retorno definitivo à praça central (Gran Plaza).



      Entretanto, o ponto forte do guia eram os animais e plantas do local. Ele descrevia todos os pássaros que via e nos mostrava plantas com características peculiares. A mistura de natureza e história não poderia ser melhor.
      No final, tivemos mais umas 2 horas para andar por conta própria. Aproveitamos o parque vazio para subir nos templos, sentar nas escadarias e explorar as áreas remotas, sem muito tráfego ou pessoas disputando para tirar fotos. Valeu muito a pena pena!
       
      Quer ler mais sobre as nossas viagens? É só acessar o nosso site: www.feriascontadas.com
    • Por Clayton Silva de Souza
      Estarei indo para o Atacama entre os dias 23 e 27/07/2019, se alguém estiver interessado em dividir o aluguel do carro e gasolina e só chamar para combinar.
      Já temos um roteiro para fazer por conta própria, vamos estar em duas pessoas.
    • Por Clayton Silva de Souza
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    • Por Marcos A
      Depois de uma viagem cansativa de quase 4 horas, enfim estávamos na cidade de Otaválo. A cidade é famosa pelo seu mercado de artesanatos. Dizem até que é o maior mercado indígena de artesanato do mundo. Era tardezinha de sábado, dia de maior movimento e quando o mercado aumenta consideravelmente de tamanho.
      A nossa expectativa era de encontrar uma grande feira ao ar livre, muita gente e produtos variados. Não podíamos estar mais certos. A maioria das barracas eram de artesanatos típicos, casacos, camisas, ponchos e as famosas lembrancinhas coloridas característica dos países andinos.
      Pra nós particularmente, que gostamos de visitar mercados pra provar as frutas e culinária local, o mercado de Otaválo não era lá tão impressionante. Em algumas partes, era possível encontrar barraquinhas de frutas e algumas vendendo comidas típicas, mas nada além disso. As que mais chamaram a atenção foram a famosa barraquinha com um porco assado deitado em uma bandeja de metal (consumido com arroz e batatas) e um barraquinha que preparava um doce de figo que era comido dentro de um pão. Parecia gostoso, mas não provamos (não temos fotos pois tínhamos esquecido o cartão SD em casa).
      Pra não passar batido no quesito comida naquela tarde, paramos em uma venda de empanadas argentinas e nos deleitamos com empanadas de frango, espinafre e maçã com canela acompanhadas de um suco de graviola natural sensacional.

      Voltamos pra o hostel já prontos para arrumar as coisas e se preparar para o dia seguinte quando decidimos sair novamente para comprar o cartão SD e de quebra visitar novamente a Plaza de Los Ponchos. Quando chegamos, já bem no início da noite, tudo havia mudado. O mercado de artesanatos tinha virado um mercado noturno com várias barracas de comidas típicas e vendedores de quinquilharia. Parecia até mais movimentado do que durante o dia.


      A fome bateu e lá estávamos nós olhando barraca por barraca em busca do próximo prato a ser degustado. Paramos em uma barraquinha que vendia bolinhas de purê de batata com carne frita e ovos acompanhado de salada. Uma delícia!

      As tais bolinhas de purê de batata.




      Fala aí se não é uma verdadeira pamonha?
      Depois, vimos o que parecia uma pamonha mais fina. Com experiências passadas, sempre que provávamos algo que lembrava pamonha, o gosto não tinha nada a ver. Para a nossa surpresa, era uma verdadeira pamonha, que os equatorianos chamam de Humita. Foi uma experiência culinária de fato, daquelas que amamos viver quando viajamos.
      Voltamos pro hostel empanturrados e felizes. Otaválo guardou o melhor para o final e foi uma bela surpresa. Agora era descansar para o dia seguinte, quando faríamos a trilha em volta da Laguna Cuicocha, o primeiro passo rumo ao Cotopaxi.
       
      Como chegar ao Mercado Artesanal de Otaválo
      O objetivo é chegar ao Terminal Terrestre Carcelén ao norte da cidade de Quito. Do Centro Histórico, pegamos dois Trolebus (sistema de transporte que lembra o de Bogotá). Pegamos as linhas C1 (parando na estação El Ejido) e C5 (que tem como última estação o terminal de Carcelén). O preço da passagem do Trolebus era de USD 0.25 por pessoa (em 2018). No terminal, compramos as passagens para Otaválo (em torno de USD 2.5) por pessoa. A viagem de lá até Otaválo demorou umas 2.5 horas, mas foi relativamente confortável com direito até a filme. O ônibus para no terminal de Otaválo, que fica a algumas quadras do centro de da Plaza de los Ponchos.
       
      Quer ler mais sobre as nossas viagens? É só acessar o nosso site: www.feriascontadas.com








    • Por Alex Diluglio
      Esse roteiro descreve a viagem para o Chile na baixa temporada de 1 à 11 de outubro de 2018. 

      01: Na chegada ao aeroporto, logo após encontrar a mala fomos trocar R$ 100 para despesas emergênciais como a passagem do aeroporto até nossa primeira hospedagem. Foi a pior cotação, sendo 146 pesos/1 real + taxa de 945 pesos, ou seja para se ter uma idéia de quão desvantajoso foi:
      Câmbio Aeroporto -> R$ 100 = 14.600 + taxa (945) = 13.654 Câmbio Centro -> R$ 100 = 16.400 + taxa (0) = 16.400   A diferença foi $ 2.746 pesos ou um café da manhã (simples) ou Quesadilha ou Cachorro quente   Tomamos o Centropuerto o qual pagamos $ 1.800 para cada um, descemos na parada ULC (Universidade Luterana do Chile), que a propósito, fica em frente a Universidade Católica 🤔. Seguimos até a estação de trem o qual pagamos $ 1550 pelo cartão mais 1450 para as passagens.    Chegando no Hostel Che Lagarto (que faz parte de uma rede de franquias ao redor do mundo) foi feito o checkin US$ 12 na reserva mais $ 31.000 pesos para as 3 noites. Fatos curiosos da vida de um viajante é saber que a moça que nos recepcionou estava trabalhando até 3 meses atrás na mesma empresa que eu e morava na minha cidade natal o qual faziam 3 anos que havia me mudado. 🎡. Neste mesmo dia fomos ao restaurante italiano Piccola Italia, que possui um ótimo custo benefício. Foi pago $ 9.997 para um prato bem servido acompanhado de um chopp Cristal.    02: Acordamos relativamente cedo e fomos ao mercado comprar os ingredientes para o café. Encontramos tudo que temos no Brasil com ainda mais variedade de comida e vinho barato. Gastamos $ 14.771 no mercado Unimarc (Mantequilla, leche, cafe, huevos, yoghurt, salame, queso, jamon y pan). Depois, passeio até o Palácio de La Moneda, algumas fotos e seguimos para o Centro Cultural Plaza de La Moneda (free), entre várias coisas, a ficamos sabendo da história das caças às baleia (muito interessante). Seguimos até o Cero Santa Lúcia, altamente recomendado, no mirante é possível ter uma visão de 360 graus de Santiago. Foi neste lugar que encotramos o Jean, um brasileiro que estava no horário de intervalo, sim, ele trabalhava em uma empresa de turismo (Morandê), e foi com ele que conseguimos nosso cartão de internet de 2GB por 7 dias (free),  Vale dizer que esse mesmo cartão estava por U$ 60 no aeroporto e foi ai que pensei, vou conseguir por bem menos que isso (e tem gente que não acredita em física quântica, lei da atração ou lei da termodinâmica, ou...). Compramos o pacote para o Vale Nevado com transfer $ 40.000 para os dois. Tudo certo, fomos ao mercado central para comer nosso primeiro Ceviche no Donde Augusto por 13.060 com propina (gorjeta). Em seguida fomos ao bairro Lastarria (local boêmio) o qual ficamos até às 22 no Urriola em que foram gastos $ 18.150 com propina para tomar 6 chopps. No caminho para casa fizemos uma parada de emergência para tomar um helado (sorvete) por $ 350 no Doggis.   03: Acordamos as 5:30, tomamos um café e às 6:30 já estávamos a caminho do Vale Nevado, parada para alugar roupas (botas, calça, casco e luvas). $ 50.000 para os dois conjuntos. Continuamos a subida de 60 curvas, são 40 até a entrada de Farellones (que já estava fechado neste dia) e mais 20 até o Vale Nevado, para os motoristas de plantão percebemos que é necessário muita experiência ou calma para fazer este trajeto, devido a quantidade de gelo e a possibilidade de enjoar. Chegamos ao topo e fomos alugar o equipamento (prancha de Snowboard e botas), $ 76.000 para os dois conjuntos. Depois foram mais $ 50.000 para os ingressos, (sendo $ 10k para os cartões e os + $ 40k para o ingresso), vale avisar que tem desconto para cartão MasterCard (pelo menos havia quando fomos). A idéia era esquiar, porém a curva de aprendizagem não seria tão rápida quanto esperávamos, logo foram muito tombos 🏂. Depois de 4 horas descendo e subindo a montanha incluindo um esperiência de Skibunda as forças se esgotaram. Dedicamos um tempo para curtir o cenário maravilhoso e ter a experiência da refeição mais cara da minha vida, apesar que não é todo dia que come um quesadilla e um choripan chilleno acompanhado de uma cerveja em temperatura ambiente no topo do Valle Nevado, quanto ao preço foram $ 27.000, justo, não? Às 3 da tarde iniciamos nosso regresso para o centro. Após devolver as roupas parada para um café na Starbucks já que a Kaká não conhecia. Foram 6.890 por um café e dois brownies. No caminho de "casa", uma parada para conhecer a vida cotidiana, o qual fomos obrigado a entrar em uma loja grande de panela de pressão, esse pessoal deve fazer muito feijão... Passamos no Unimac (é um mercado muito comum lá) e pagamos $ 2.985 com $250 de ahoro (desconto), não entendi, mas me parece que é comum também por aqui. Tomamos banho e a noite formos a Lastaria aproveitar a noite. Econtramos outros brasileiros que no passaram muitas dicas de lugares. A noite custou $ 34.650 sendo 1.150 de propina.    04: Neste dia a programação foi de um Walk tour pela região histórica de Santiago. Começamos pela Plaza de Armas, onde Nelay (nosso guia) nos apresentou os detalhes da cidade, como o de Pedro Valdívia, o conquistador espanhol morto por Lautaro que conforme a lenda, além de morto, foi torturado e le arrancado o coração, que foi comido junto dos "Toquis", que é o título dado aos "mapuches" (pessoas originalmente do chile) aos líderes militares. A verdade é que isso não é um ato canibal, pois eles somente o faziam com os guerreiros extraordinários, para obter a força dos seus donos originais. Depois fomos aos centros financeiros, até chegar a Lastaria, onde conhecemos o helado do Empório La Rosa (2 bolitas por $ 2790). Nos despedimos do nosso guia e continuamos um novo roteiro começando com um funicular por $ 6.820 para os dois até o topo do Cero San Cristóbal, concluímos o passeio no Shopping Costanera onde provamos uma Vienesa domino/italiana por $ 3690. Voltamos de Uber até o novo local, fomos ao mercado Líder que faz parte do grupo Walmart e compramos tudo do bom e do melhor por $ 36.933.   05: Acordamos tarde e aproveitamos para descansar e fazer planos para os próximos dias. Foi um dia de ócio produtivo. Foi preparada uma massa acompanhada de um bom vinho chileno. No final do dia fomos conhecer o a vida agitada do bairro Bella Vista, são incontáveis os números de opções para comer, beber e dançar. Paramos para comprar um energético ($ 1900) e se preparar para a festa. Comemos no Shopdog uns petiscos, daikiri e um chopp Kusman por $ 12.958. Por volta da 1 da manhã fomos buscar uma entre as várias opções de clube e ficamos no "Club Mandala" na rua Antonia Lopez de Bello, quase esquina com a Pio Nono. Pagamos $ 1000 com direito a dois drinks e uma cerveja e mais 500 na rouparia. O agito durou até às 5h, agora é hora de recarregar a energia. 🎵💃🕺   06: Hoje, acordamos e tomamos um café reforçado. Antes do meio dia estávamos na rua procurando o que mais a cidade tinha para nos oferecer. Quase 4 horas da tarde chegamos ao mercado central onde paramos no mercado Richard para comer um ceviche com direito a prova de Pisco Sawer Chileno (Outra versão para nossa caipirinha), optamos em pedir somente um prato que acompanhado das entradas, drink e cerveja foi o suficiente, gastamos $ 14.300 com os 10% de propina. Fomos caminhar para buscar "La Bicleta Verde", chegamos no local 30 minutos antes de fechar, pois o funcionamento era das 9h às 18. Então fomos ao Museo Nacional de Bellas Artes, com entrada franca, a única despesa seria uma moeda de $ 100 do armário, mas é devolvida depois de entregue a chave. Foi ai que caminhamos, muito, mas muito, muito mesmo, até a sorveteria Emopório La Rosa (culpa do GPS 😎), a propósito, esse sorveteria ficou classificada como uma das 25 melhores sorveterias do mundo 🙇‍♂️ (conforme propaganda do local ). Foram $ 5580 para duas casquinhas com 2 bolitas. Regressamos e compramos pão e água $ 1160. Ao chegar em casa eu podeia ouvir minhas pernas dizendo: obrigado, obrigado... 🛌    07: Chegamos ao que tudo indica nossa última hospedagem, um apartamento divino onde as anfitriãs Camila e Marta que nos receberam muito bem. Já saímos pela manha e fomos ao "GAM" onde supostamente teria um dia inteiro de atividades de Yoga, chegando lá descobrimos que estávamos uma semana adiantado 👀. Como já estávamos no bairro Lastaria fomos comer uma empanada  de cordeiro e provar o "Mote con Huesill" e mais um suco de maracuja com frutilla, tudo por $ 8.360 e outra empanada de queso por $ 2.100. Depois fomos novamente a "La Bicleta Verde" o qual alugamos por 4 horas $ 5.000 por bicicleta. No final do dia, uma parada básica no Emporio La Rosa e provamos o "Barquillo con 2 bolitas" $ 5580. Depois paramos em no "La Vuelta" na rua Monjitas e provar o "Terremoto" por $ 3960 (gostei). Antes de chegar em casa paramos no Supermercado "Los Paisas" em frente de casa para comprar os ingredientes para a janta $ 8.428. Também passei na botellaría para pegar umas cervejas especiais $ 3.780. Chegando em casa, preparamos e jantar e nos juntamos com as Anfitriãs e seus amigos que estavam comemorando a partida semanal de basquete ball.     08: Acordamos com tempo suficiente para tomar café e pegar nosso transfer com a Morandê às 9 horas em direção a vinícula Concha y Toro 🍷, uma das mais importantes do mundo desde 1883. Custou $ 25.000 por pessoa com direito a uma pequena amostra de vinho e a taça da vinícula. Comprei uma garrafa de Concha y Toro por $ 4.490. No retorno paramos no restaurante "Piedras del Cusco" para comer outro Ceviche, drink e cerveja por $ 16.500. Paramos no Café Haiti e provei o "Café de Pernas" por $ 1.400 enquanto a Kaka ficava me acompanhando. Em seguida fomos a Feira Artesanal Santa Lucía. Eu gastei  $ 13.500 em presentinhos (regalos). Depois fomos ao Backstage onde cada um gastou $ 3.548 para mais um ceviche junto da nossa amostra de vinho e um petisco. De lá fomos a "La Cerveceria" onde eu tomei os 16 shots da casa por $ 8.690 para finalizar o dia 🍺.   09: Hoje o passeio foi para ao Vinã del Mar y ValParaízo 🏝️($18.000 cada um). Na ida paramos para uns aperitivos free, o qual aproveitei os preço e peguei mais 3 garrafas mais azeite de oliva por $28.670 além de um doce de leite por $ 2.500. Depois de uma caminhada pela praia Reñaca e paramos para almoçar e dividimos um ceviche onde cada um gastou $ 6.760. No retorno depois de conhecer a casa de Pablo Neruda, as casas mentirosas, o porto, andar de funicular ($ 100/pessoa) fomos ao empório La Rosa pedir 3 bolitas $ 3.590. Depois formos ao centro para mais uma caminhada encontrei o Max World, onde comprei um presente para minha afilhada que fez sucesso na festa de aniversário, pois todas as crianças queriam brincar com ele. Encerramos o dia no Ponta Leon Restaurante peruano para comer o que, o que, sim, mais um Ceviche que custou $ 5.775 cada.   10: Último dia, fomos ao Cajón de Maipo e visitamos o Envalse de Eiso, lugar simplesmente incrível,  logo antes de voltar, paramos para um picknic que foi um pouco corrido devido a neve e o frio. Descemos na Costaneira onde comprei um telefone novo por $ 206.990 (HUAWEI, que não tinha no Brasil), comemos no Crepe Cafe e aproveitamos para fazer a carga do chip do Trem de 2.200 para chegar até a estação. Como era último dia, resolvermos comer no pátio Bella Vista um ceviche😂 ,  é que esse acompanhava camarão equatoriado e mais duas margaritas e um daikiri de framboesa, tudo por 21.100 em dinheiro, voltamos para casa e nos preparamos para retorno 😔.    11: Tomamos o metro até a estação do Centro Puerto, chegamos ao aeroporto, como perdemos o avião, estamos no deciliciando com duas águas por 2.200. Duas empanada e 2 muffin O Donutts, mais um suco 7.500 (dinheiro). Às 16:30 partimos e chegamos a buenos Aires, saímos para jantar no Solermo Soho e demos mais uma voltar para conhecer o A.J Bradley 315. Tomamos um Uber de volta para o Aeroporto por 200 pesos argentinos. Fomos até o Tienda León e com a impressão do Voucher emitido pela internet e impresso no própria aerolíneas argentinas conseguimos fazer o transfer do aeroporto Ezeiza para o Aeroparque. Agora estamos esperando a abertura do guiche para fazer o check in (Junto com Daniela Mercury, que estaria no mesmo avião) 🎉     E aqui, segue um resumo destes 10 dias no Chile através deste pequeno vídeo.            


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