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Schumacher

Iraque, Irã, Líbano, Chipre, Jordânia, Turquia, Israel, Portugal - 36 dias - 10 a 11/2018

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Cara, que trip foda, pqp! Vários picos muito diferentes um do outro em um curto espaço de tempo. Essa é uma coisa que n da pra fazer num mochilão roots, um ritmo mais acelerado de viagem, enqnt eu ia lendo o relato, vc indo de um país pro outro, eu pensava "provavelmente tinha muitos outros picos pra colar nesses países, mas esse tipo de trip mais acelerada deve ser bem da hora tb", também percebi uma coisa lendo esse relato teu, se vc conseguir ir fazendo contato com algumas pessoas desses países que falam inglês pela net um bom tempo antes da trip, a trip poderia ficar melhor, da pra pesquisar em vários lugares da net pra fazer contato.

As ruínas dos sítios arqueológicos são muito interessantes, até pesquisei aqui sobre algumas, me interessei pela visita q vc fez a Baalbek, pois eu curto  bastante mitologia, e essa cidade parece ser uma mistura de cultura suméria com cultura romana, que absorvia e dominava culturas do mundo todo. Essa cidade tem vestígios de habitação contínua por mais de 8000 anos, e até 2000 anos atrás, antes de ser anexada por Roma, seus tempos eram da mitologia suméria, e cultuavam Ba'al, Ashtart e Adon, mas o romanos tinham o costume de subjugar a cultura de todos que colonizava para obter um domínio absoluto. Tem muita coisa interessante pra pesquisar sobre a história dessa cidade, muitos historiadores já a estudaram e compilaram seu conhecimento em livros, poderia ler vários livros e ainda não absorveria todo o conhecimento que já foi descoberto.

Pelo que eu li no relato, me pareceu que o acampamento que você foi na Jordânia foi um dos lugares onde você comeu melhor, e a única parte do relato onde vc fala sobre observação noturna e astronomia (não confundam com astrologia, vejo direto pessoas fazendo essa confusão, são duas coisas bem diferentes, uma é guiada pela ciência, a outra por misticismo e mitologia). Senti que faltou foto da galáxia de Andrômeda que vc disse q tinha tirado. Podia ter tirado mais fotos do mar morto e de Jerusálem tb.

Espero poder fazer uma trip dessas algum dia! Valeuzão mesmo por compartilhar essa experiência incrível!

 

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@Jon JT valeu a força, parceiro! Realmente a viagem foi mais corrida do que eu gostaria, mas a minha companhia tinha tempo contado de férias, então tivemos que nos adaptar. As ruínas de Baalbek são realmente interessantíssimas. Quanto às fotos, vou colocar essas e mais outras quando tiver terminado de publicar essa viagem em meu blog, pode conferir lá ;)

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    • Por _Julia
      Olá! Meu primeiro relato de viagem vai ser sobre Jerusalém, cidade onde morei por alguns meses.
      Como não sou uma pessoa religiosa, antes de ir, e até mesmo lá, fiquei caçando dicas do que fazer na cidade, e vi que a maioria era de turismo religioso. Acredito que muita gente também não tenha essa prioridade no roteiro, então resolvi fazer algo com um foco novo. Então, como dizemos em hebraico: YALLA!
      Como estava no bairro de Ramot, o meu ponto de partida basicamente era a Tachaná HaMerkazit, literalmente Estação Central. Nela, você pode comprar chip de celular na loja Bug (o símbolo é uma joaninha), comer, fazer seu Rav Kav (o RioCard da cia de ônibus Egged) e viajar para várias cidades dentro do país. 
      Site da Egged: http://www.egged.co.il/HomePage.aspx
      No lado de fora da estação, no outro lado da rua, tem um prático VLT, que viaja para dois sentidos: Har Herzl (Mount Herzl) ou Heil HaVir. Dividi os pontos de interesse de acordo com cada um deles.
      .
       
      Mount Herzl: São dois os principais pontos turísticos: o cemitério homônimo e o Yad VaShem, o Museu do Holocausto. Um fica literalmente ao lado do outro e dá para visitar gratuitamente os dois no mesmo dia. O cemitério do Mount Herzl é o cemitério nacional de Israel. Nele, estão enterrados personalidades como a maioria dos chefes de Estado e governo do país, o pai fundador do sionismo - o próprio Herzl -, vítimas do terrorismo, soldados mortos durante as guerras e até os que perderam suas vidas lutando pelos exércitos britânico e soviético durante a Segunda Guerra Mundial. O lugar é lindo, silencioso, calmo e cheio de monumentos. 

      Túmulo de Theodor Herzl. 
      O Yad VaShem dispensa explicações. Apesar de pesado, acredito que deve ser uma visita obrigatória. O complexo é bem grande, contendo não apenas o "museu principal", mas o lindo e triste memorial das crianças, a avenida dos Justos Entre as Nações, monumentos às comunidades judaicas europeias, à resistência e o hall onde fica a chama eterna, cercada pelos nomes dos campos de extermínio cravados no chão em hebraico e em inglês. 

      Heil HaVir: são muitos rsrsrs Se quiser andar mais um pouco e explorar a cidade, desça na Machané Yehuda, o shuk. É simplesmente incrível a quantidade de produtos frescos, restaurantes, aromas e cores. Quinta e sexta ela fica LOTADA e fica fechada durante o shabat. 

      Doces árabes no Machané Yehuda. 
      Siga andando pela Reehov Yaffo, ou a Jaffa Street. Há várias lojas, pedestres e ruas interessantes. Uma das mais famosas é a clássica Ben Yehuda. Aproveite para almoçar na rua de cima, a King George. No outro lado da calçada, tem um podrão chamado HaMelech Falafel ve Schawarma, literalmente O Rei do Falafel e do Schwarma. É barato e gostoso. Se quiser uma opção mais turística - e cara - coma no Moshiko que fica bem na Ben Yehuda. 
      Continue pela Yaffo e passe pela prefeitura, atravesse a rua e pronto: você chegou no portão de Jaffa. Ele dá acesso aos bairros muçulmano (siga em frente) e ao armênio (à direita) e você de quebra dá de cara com a Torre de David (de preferência vá a noite nela! Tem um show de luzes lindo que conta a história da cidade https://www.tod.org.il/en/the-night-spectacular/).
      Ambos os bairros são incríveis, mas a calmaria e o artesanato dos armênios me conquistou de primeira. O muçulmano é mais caótico e você se torna mais passível de assédio comercial por parte dos vendedores das lojas de artefatos e souvenirs, algo que enche mais o saco. Ele é consideravelmente mais movimentado também. 
      Siga as placas - ou o fluxo - e chegue ou no Muro das Lamentações, acessível pelos dois bairros mencionados, ou ao Santo Sepulcro. A entrada de ambos é gratuita e os dois são lotados, mas lindos e obrigatórios. 
      Ainda sobre os bairros, há o católico e o judaico, que também são bons para bater perna e admirar. 
       
      Mapa da Cidade Velha 
      Esplanada das Mesquitas: só consegui ir uma vez, e de forma rápida. Sugiro que vá vestidx adequadamente (mulheres cobrindo os ombros, a cabeça e as pernas - e isso vale para o Muro das Lamentações tb) e verifique os horários (cuidado com o Ramadã e as preces).
      Outro lugar interessante é a Ir/Cidade de David: fica no lado de fora da cidade velha murada e onde tem cisternas subterrâneas acessíveis para  o público. Recomendo bastante! Menos para os claustrofóbicos. 
      Também do lado de fora da cidade murada tem o Mamila: fica no lado de fora do portão de Jaffa. É um shopping com marcas de grife a céu aberto, bem lindo.
      Há lugares acessíveis de ônibus que são incríveis também: o Museu de Israel, o Knesset (Parlamento) - precisa agendar horário para visitas internas - e até o zoológico bíblico. Desses, eu acho o Museu de Israel o mais incrível. O acervo é gigante, principalmente se tratando das comunidades judaicas ao redor do mundo: do Suriname à Índia há até sinagogas replicadas. site: https://www.imj.org.il/en verifique nele os dias de gratuidade. Se não me engano, é as quintas. 
       
      Sobre comidas: Israel é um país CARO, mas há opções mais em conta. 
      COFIX, OU COFIZZ: qualquer uma das duas vende quase tudo por 6 NIS. A comida é boa, é servida rápida e take off. Ou seja, um café da manhã com um ice (o tradicional e febre é o ice coffee, mas tem de morango, chocolate, maracujá, baunilha…) e uma focaccia sai por 12 NIS. É barato, bom e alimenta. Lá vende também refeições prontas. 
       
       
      Falafel & Shawarma: não passa dos 30 NIS e a maioria vem com um refrigerante. Vende por todo o país, principalmente nos shuks. É literalmente a marca registrada de Israel.

      Um clássico shawarma 
      Outros lugares bons, mas nem tão baratos: as sorveterias Aldo e Katsefet (essa fica na Ben Yehuda e vende outros doces, como crepe), o Aroma (não tem Starbucks em Israel, então o Aroma é seu substituto e fica bem à altura), a hamburgueria Burgers Bar e a padaria sensacional com uma inconfundível fachada vinho Maafe Neeman (מאפה נאמן). 
      Sobre casa de câmbio: ou eu sacava nos vários ATM disponíveis na Machané Yehuda, ou trocava os euros (sempre dou preferência aos euros por causa das escalas na Europa) nas casas de câmbio perto da Ben Yehuda. Às vezes eu sacava nos caixas dos bancos israelenses Hapoalim ou Leumi. 
      Espero que gostem e aproveitem essa cidade incrível e mágica

       
    • Por _Julia
      De todos, um dos eventos mais impressionantes que presenciei durante minha estadia em Israel foi o show das luzes. Não estou falando do show que acontece durante à noite na Torre de David, o Night Spectacular, mas de um que toma a Cidade Velha INTEIRA. 

       
      O Festival das Luzes acontece durante as noites de verão, em junho e julho, e é simplesmente imperdível se você estiver em Israel na época.
      São montadas árvores e flores gigantes no lado de fora das muralhas e, nelas, são exibidas imagens que se movimentam. Dentro dos portões, músicos tocam harpas e, nas ruas de dentro, tocam seus instrumentos vestidos com coletes que lembram vagalumes.
       

       
      Em cada parede, um tema diferente é projetado: de líderes de Israel  à águas-vivas coloridas penduradas em sua parte mais alta.
        
      Para você não se perder na cidade já escura, iluminada apenas pelas atrações, mapas com as principais atrações são distribuídas em hebraico, árabe e inglês. 
      O melhor de tudo é que o evento é totalmente de graça e aberto ao público! 
      De acordo com o site do evento, ele acontece entre 20h e 23h nos dias normais e entre 21h e 00h no shabat (sábado). 

      Site do evento: https://www.lightinjerusalem.com/
      Vídeo promocional: 
      Portão de Damasco na edição de 2014:
       
      obs.: perdão pelas fotos... a qualidade da câmera e a paciência da fotógrafa não era das melhores... no youtube e no site do evento dá para ter uma noção melhor do quão incrível o festival é. 
    • Por Garfoemala
      O Bahrain é um país pequeno e lindíssimo, cheio de praias de águas verdes cristalinas, clubes, prédios modernos contrastando com a arquitetura típica árabe, tudo de forma harmoniosa
       
      Repleto de ensinamentos culturais e delicias culinárias!
      Composto por 33 ilhas e Manama, a capital, é a principal delas. Entretanto, está conectada à Arábia Saudita por uma enorme ponte – a mais cara já construída na região do Golfo.
      Os Bahreines são em sua maioria muçulmanos e se consideram liberais quando se comparam aos sauditas, seus vizinhos. De maneira idêntica aos vizinhos, você verá por toda parte mulheres cobertas por abayas pretas, e algumas somente com os olhos de fora.
      Veja mais no link: www.garfoemala.com.br/9-lugares-para-visitar-no-bahrain-no-oriente-medio/


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