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Venezuela-Canaima-Salto Angel-Morrocoy-Choroní


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Bem pessoal, estou postando roteiro da minha ida a Venezuela dia 09/10, bem como algumas informações complementares.

Não consegui ser suscinto nas info, tentei dar uma resumida, mas devido a correria não deu, blz.

Segue.

 

Roteiro Venezuela – 09/10/2010 – 19/10/2010 (Caracas-Ciudad Bolivar-Chichiriviche-Choroní)

 

O Guia Criativo foi muito útil, além de muitas informações que consegui nos fóruns.

 

 09/10/2010

PALMAS/TO – BRASIL

 

14:35 horas – Aeroporto de Palmas – Saída para Brasília

15:51 horas – Aeroporto de Brasília – Chegada

18:00 horas – Aeroporto de Brasília – Saída para São Paulo

19:40 horas – Aeroporto de São Paulo – Chegada

23:55 horas – Aeroporto de São Paulo – Saída para Caracas

04:25 horas (dia 10/10/2010) – Chegada em Caracas

 

Fiz câmbio de 800 doláres em Palmas – cotação 1,8231 (1.458,46 + 5,54 IOF=R$ 1.464,00) e câmbio no aeroporto de Guarulhos/SP de 40 dólares – cotação de 1,8130 (72,52+0,27 IOF+7,00 Tx de Operação=R$ 79,79), assim não faça câmbio no aeroporto de guarulhos senão pagará a tx de R$ 7,00.

 

 10/10/2010

CARACAS – VENEZUELA

04:25 horas – Chegada em Caracas – Fuso -1h30

 

No aeroporto de Guarulhos conheci duas garotas que estavam indo para Los Roques (Cris e Raquel, ambas de Brasília), e chegando em Caracas elas me disseram que havia feito contato com uma pessoa de nome Wilman Ramery, sendo combinado câmbio de dólares a cotação de 7,5 Bs, aproveitei que estavam indo cambiar dólares e fui junto. No aeroporto conhecemos Wilman e juntamente com mais um casal de brasileiros, Wilman nos levou ao seu escritório, que fica no aeroporto nacional, ao lado do internacional, onde fiz câmbio de 400 dólares a cotação de 7,5 Bs. Ficamos meio apreensivos, tendo em vista, que mau haviamos chegado na Venezuela, estavamos caminhando pela madrugada pela rua fora do aeroporto, mas correu tudo beleza. Assim, recomendo o cara (Wilman Ramery – Telefone: 041 4121 7194 e 021 2316 1715, tem um escritório de turismo no Aeroporto Nacional de Maiquetía – Nivel C-2, Setor Rutaca, ao lado da Loggage Care C.A).

 

Como os demais brasileiros estavam todos indo para Los Roques, e eu primeiramente para Canaima, esperei eles pegarem o avião, por volta das 8 horas, e em seguida com algumas informações passadas por Wilman, peguei um ônibus em frente ao aeroporto nacional (18 Bs) e segui para a estação de metrô Gato Negro. Chegando no ponto de ônibus que fica em frente da estação de metrô, desci e atravessei a avenida em direção a estação, onde peguei metrô para Estação de metrô Colegio de Ingenieros (0,50 Bs). Chegando na Estação de Metrô Colegio Ingenieros, pedi informações sobre o terminal de ônibus, saindo da estação, virei à direita, e aproximadamente 150 metros, cheguei no Terminal de ônibus da empresa Rodovias (http://www.rodovias.com.ve). Chegando no Terminal tive e princípio a má notícia que não havia mas vagas no ônibus das 10 horas para Ciudad Bolivar, assim comprei passagem para o ônibus das 13 horas (96 Bs - Buscama, mas era 93, pois o cara havia me dado o troco errado e só percebi depois).

 

Terminal de ônibus RODOVIAS – Av. Libertador, setor Sta. Rosa, à 150 metros da Estação de Metrô Colégio Ingenieros – Fone: 0212-577-66-22 e 577-77-65, Fax: 0212-574-03-56 – http://www.rodovias.com.ve. Horários de ônibus para Ciudad Bolivar: 07:30 A.M.; 10:00 A.M.; 01:00 P.M.; 08:00 P.M.; 08:30 P.M.; 09:30 P.M. e 10:00 P.M – Executivo Bs 85 e Buscama Bs 93.

 

O Terminal de ônibus é bacana, local limpo, com bons banheiros, televisão e lanchonetes, fica em frente ao parque LOS CAOBOS, e do primeiro andar dá para ter uma vista de Caracas. No primeiro andar, tem uma lanchonete bacana, de um senhor, Manoel da Costa, muito gente boa, me ajudou com dicas da Venezuela pra caramba. Do local fiz uma ligação para o Brasil (Bs 2), comprei um jornal (Bs 5), duas água (Bs 10) e um sanduíche (12 Bs). Enquanto o ônibus não chegava conheci Carla e Mercedes, da Venezuela, e Onassis da Rep. Dominicana, pessoas muito gente boa, que me passaram muitas informações da Venezuela, sobre o governo, segurança e outras.

 

O ônibus atrasou atrasou a saída por duas horas, e quando saímos do Terminal, estava uma tremenda chuva. O ônibus era Buscama, mas aqui no Brasil seria um péssimo executivo da Transbrasiliana. Saindo de Caracas, o ônibus quebrou, e passado uns 30 minutos, após intervensão da Polícia, a empresa mandou outro ônibus, sinceramente, ainda bem que quebrou, pois o que a empresa mandou era muito bom, de dois andares e poltronas ótimas. No ônibus conheci uma venezuelana, Cecília, jovem professora de Puerto Ordaz, de papo agradável e muito inteligente. Saudades garota.

 

Após este pequeno perrengue, seguimos viagem. Por volta das 20 horas, fizemos nossa primeira parada, numa lanchonete na beira da estrada de El Tigre, durante 30 minutos, onde comprei um biscoito muito ruim (Bs 12). Após, seguimos viagem, paramos em Puerto Ordaz, onde minha amiga ficou, e por volta das 1 hora chegamos em Ciudad Bolivar.

 

 11/10/2010

CIUDAD BOLIVAR-CANAIMA – VENEZUELA

 

Ciudad Bolivar tem a pior rodoviária de toda Venezuela, muito mal encarada, assim, imediatamente conversei com um taxista, pedi informações de passeios para Canaima, e após uma ligação conversei com Carlos da Agência Conexion Tours, que fica no Terminal Rodoviário, e me propôs um pacote de 3 dias por Bs 2.000,00, não fechei imediatamente, mas pedi para o taxista me levar ao escritório de Carlos para negociar – Taxi Bs 30. Já tinha pesquisado na internet e feito vários contatos por email e o preço estava bom. Chegando no escritório de Carlos, que também era sua casa, fechei o pacote por Bs 2.000,00, pois estava cansado e Carlos propôs que poderia dormir em sua casa, e pela manhã me levaria para o aeroporto de Ciudad Bolivar para seguir para Canaima. Na residência de Carlos tinha vários quartos, onde outros mochileiros dormiam.

 

Agência de Carlos: Conexion Tours R.L.– Asociación Cooperativa, http://www.conexiontours.com.ve, e-mail: [email protected], fone: 0424-967-44-91 e 0416-787-26-23, fica no Terminal de Passageiros – Av. República – Ciudad Bolivar – Estado Bolivar.

 

Por volta das 07 horas, levantei, tomei um café, conversei com a esposa de Carlos, seu pequeno filho, e em seguida Carlos veio me buscar para seguirmos para o Aeroporto.

 

No aeroporto fui atendido por um agente de voos, onde me passou o bilhete para Canaima e paguei a taxa de embarque (Bs 20). No local só havia eu de brasuca, os demais eram todos europeus e venezuelanos. Enquanto aguardava o voo, tomei um suco de laranja (Bs 6) e comi dois pasteis (Bs 14, Bs 7 cada), muito bom, no aeroporto.

 

Por volta das 09:00 horas o agente de vôo me chamou e me embarcou num pequeno avião, juntamente com dois alemães (Marcos e o outro não recordo) e um venezuelano (Carlos). Caramba, o avião balançava pra cacete, mas era seguro, e o piloto super gente boa. Passamos por uma turbulência, mas tudo tranquilo. A paisagem é muito linda, o rio Orinoco, sabanas, e chegando em Canaima, muito bacana, ver a paisagem, me entusiasmou demais. O piloto deu um rasante e fez uma curva e logou aterrissou, hehe, caramba, pensa!

 

Chegamos no Aeroporto de Canaima por volta das 10:30 h, paguei a taxa do Parque (Bs 35), apresentei o Bilhete com meus dados, deixando-o no aeroporto, o que não era para fazer, pois precisarei na volta, mas só me lembrei tempos depois, hehe. Em seguida fui recepcionado por Jesus, Carlos e Elias do acampamento Wey Tepuy, que me encaminharam para uma caminhote, juntamente com um Alemão, Josef Jung, e nos conduziram para o acampamento. Caramba, imediatamente me recordei de alguns relatos dos fóruns dizendo que Wey Tepuy era uma fria, mas fiquei tranquilo de deixei rolar, pois já não havia como voltar atrás.

 

No acampamento, fui atendido por num funcionário, Evandro, que informou que tinha que deixar parte da bagagem no acampamento, pois não tinha como levar tudo, apenas o necessário. Como estava com duas mochilas, uma com aproximadamente 10 kg e outra com 4 kg, peguei o necessário e coloquei na menor, deixando a maior no acampamento, e em seguida, por volta das 10:50h, imediatamente, segui, juntamente com o alemão, para o carro, que nos levou para o Porto Ucaima, onde fomos recepcionados pelos guias Frank e Ji, e à bordo de uma “curiara” (bote típico), navegamos pelo Rio Carrao, por uns 30 minutos, subindo corredeiras e muitos mais, onde admirei inicialmente o inigualável espetáculo ecológico da Canaima. Chegamos num local, onde nos juntamos a um grupo de oito pessoas, um casal do Panamá (Francisco e sua esposa, ele era Português, mas naturalizado no Panamá), duas venezuelanas de Caracas (Julia e Maria Alejandra), e uma família de El Tigre-Venezuela (Rhonald, Janette, a pequena Dayanny, e a senhora Carmen). O grupo havia descido do bote, antes das corredeiras e caminhado cerca de 30 minutos na La Sabana de Mayupa, tendo em vista que o bote estava pesado, assim, seria arriscado subir as corredeiras com muitas pessoas, já eu, subi pelas corredeiras, tendo em vista que estava quase vazio o bote. Após juntar ao grupo, continuamos navegando pelo Río Carrao, desde ponto o ambiente ficou parecido com selva, onde podemos observar o AUYANTEPUY, um dos tepuis mais grandes do Parque, muito lindo. Seguimos a navegação, e aproximadamente duas 1 hora e meia depois, penetramos com nosso bote, entre as paredes do AUYANTEPUY, navegando agora pelo Río Churun. Chegamos numa pequena praia de pedras e fizemos um rápido lanche, onde tomei um belo banho. A travessia do Río Churun foi uma aventura, pois o rio não estava com muita água, assim tivemos que descer do bote e ajudar a empurrar várias vezes, o nosso bote e de outras pessoas, que precisavam de ajuda, sem contar os momentos de águas caudalosas. Navegamos por cerca de 1 hora e meia, e cerca de 30 minutos antes de chegar, observamos o Salto Angel. Chegamos a praia em frente a ISLA RATÓN por volta das 16h, e rapidamente iniciamos uma árdua caminhada de aproximadamente 1 hora através da selva e direção ao mirante LAIME do Salto Angel. Caramba, o dia estava lindo demais, e os Deuses providenciaram chuva, assim começou a cair aquela chuva, muita água, enquanto seguiámos para o Salto. Do mirante, em baixo de muita chuva, contemplamos o Salto Angel, mesmo com chuva estava muito bacana, não esquentei pois já sábia que nesta época era provável chuva, já esperava. Continuamos por alguns minutos a caminhada para chegar ao poço AL PIE DEL ANGEL, onde tomei um grande banho. Apreendi com o guia Ji um método para escorregar nas pedras, hehe, foi muito bacana, primeiro é preciso subir no paredão de pedra, e depois se joga tentando ficar em pé, e escorrega, hehe. A chuva continuou pesada, nem deu para tirar fotos nítidas embaixo do salto, pois era muita água, mas a experiência vivida foi muito boa. Junto com meus amigos, aproveitamos muito, brincamos como crianças, eu e Julia com uma bandeira do Brasil, que tinha na mochila, tentamos tirar algumas fotos, mas a chuva não deu trégua, só saiu água, hehehe. Já era quase noite, o guia Ji nos chamou para regressar a Isla Ratón. Seguindo para Isla Ratón a noite chegou, e com poucas lanternas seguiámos o mesmo trajeto em baixo de chuva.

 

Quanto aos mosquitos, tomava cápsulas de vitamina B-12 a cada 8 horas e 400 mg de propólis em cápsula por dia, acho que foi por isso que nem senti mosquitos, apenas algumas mutucas, que com um pouco de repelente resolvia.

 

Chegando na Isla, observei que tinha muitas pessoas, entre elas, quatro brasileiros, dois gaúchos que estavam viajando de moto pela América do Sul, uma garota de Recife e outra do DF, conversamos um pouco, após trocar de roupa, jantamos um saboroso frango assado com salada e arroz e tomamos vinho venezuelano, que Julia havia levado. Dormimos, todos, em redes, pois no local não tem cama, e são todas armadas num grande barracão, que fica em frente ao Salto Angel. Durante a noite choveu muito, o que proporcionou um clima muito bom. No local também tem banheiros e energia à base de um gerador.

 

 12/10/2010

CANAIMA – VENEZUELA

 

Levantamos das redes por volta das 07 horas, e o dia estava lindo, claro e sem chuvas, por enquanto. Tomamos café-da-manhã (suco artificial, arepas, mexido de ovo, geléia, bolachas, café e leite) em frente ao Salto, e após tirar várias fotos, seguimos o caminho de retorno pelo Río Churun. Fomos o último grupo a deixar o acampamento, assim aproveitamos o máximo, hehe

 

No trajeto, paramos numa praia à beira do Rio Carrao, e juntamente com moradores da região, Indígenas Pémon, tomamos cerveja artenasal, feita de milho, sinceramente não é muito agradável.

 

Seguimos o trajeto pelo Rio Carrao, onde chegamos num braço do rio, EL POZO DE LA FELICIDADE, uma pequena cascata com piscina natural. Lugar muito agradável e refrescante. Aproveitamos muito os últimos momentos do grupo. Após, seguimos para o Porto Ucaima, onde chegamos por volta das 11 horas. Descemos do bote, caminhamos em direção ao Acampamento Wey Tepuy, onde recebi minha habitação e aguardei o almoço, que foi servido às 12:30 horas. Após o almoço, despedi de meus amigos do grupo, pois o passeio para eles já estava terminando, tendo em vista que havia começado um dia antes.

 

Obs.: Somente cinco das 20 operadoras do Salto Angel dormem na segunda noite na Isla Ratoncito, onde se pode apreciar o Salto Angel na tarde do segundo dia e na manhã do terceiro dia. Fonte Roraima Mystic Tours

 

Por volta das 14 horas, me juntei a um novo grupo, Natalie e seu namorado (Inglaterra), Maria e sua irmã (Venezuelanas - Caracas), Robbie (Inglaterra) e Cláudia (Isla Margarita – Venezuela), e seguimos numa Excursão ao Salto Del Sapo e La Laguna Canaima, juntamente com os guias Alessandro, Evandro e Caico.

 

Este passeio em bote pela Laguna de Canaima, cujas águas apresentam cor negra, por causa “del tanino”, produto da decomposição vegetal. Em águas negras não há piranhas, nem jacarés, nem peixes elétricos e nem arraias venenosas, segundo os guias, hehe

 

Na Laguna Canaima, à bordo de uma “curiara” (bote típico) subimos as águas da Laguna Canaima por um curto tempo, conhecendo os saltos UKAIMA, GOLONDRINA WADAIMA E SALTO HACHA. Em seguida descemos do bote, e tomamos um banho no Golondrina, em seguida caminhamos por átras do Salto em direção ao EL SALTO HACHA, hehe, muito bacana, tinha muita água, mas o local é perigoso, assim precisa de cuidado.

 

Logo este breve passeio, desembarcamos na Isla ANATOLY, para iniciar uma caminhada de cerca 15-20 minutos, atráves do bosque e da sabana, em direção ao Salto El Sapo.

 

Chegando no vale do Salto El Sapo, seguimos caminhando sobre as rochas, de extremo à extremo. Atrás do Salto, com muita água sobre nós, um paraíso natural ensurdecedor, uma caminhada emocionante para sairmos ensopados. Cabe mencionar que no verão, o Salto El Sapo chega a secarse absolutamente por completo.

 

Em seguida, em direção ao outro extremo, comtemplamos o poderoso perfil do Salto El Sapo, continuamos por uns cinco minutos, atráves de um caminho curto para chegar em cima de um pequeno salto, chamado SALTO EL SAPITO; em seguida nos dirigimos para cima do MIRADOR DEL SALTO EL SAPO, onde observamos um lindo panorama do salto e de sua laguna, a imensa sabana, a expensa selva, os imponentes tepuyes, todos elementos exóticos de Canaima, mesclados e reunidos em um só lugar. Finalizando o passeio, voltamos a embarcação, caminhando 15-20 minutos, entre a sabana e o bosque, para tomar o bote e regressar. Retornamos ao acampamento na Base da Laguna Canaima no final da tarde.

 

Aproveitei o tempo livre para tomar um banho e curtir o por do sol na Laguna, muito lindo!!!! Em seguida fiz um passeio pelo povoado, onde observei caixa eletrônico, bons hotéis, razoáveis comércios, onde se podia comprar de tudo, bons artesatos, comida, cartão telefônico, roupas. Comprei algumas coisas (Bs 40), e fiz uma ligação para o Brasil (cartão telefônico Bs 5). Voltei ao acampamento e junto com Cláudia, voltamos ao comércio para Cláudia comprar artesanatos. Em seguida desloquei para o Acampamento Canaima, onde tomei banho e aguardei a janta, por volta das 19:30 horas, macarrão bolonhesa. Despedi dos meus amigos, pois iriam no outro dia para o Salto Angel e curti uma boa noite na habitação do Acampamento, com banheiro e camas agradáveis.

 

 13/10/2010

CANAIMA- CIUDAD BOLIVAR – VENEZUELA

 

O café-da-manhã foi servido às 07:30 horas, razoável (suco artificial, bolachas, geléia, duas panquecas, presunto, mussarela, café e leite), em seguida despedi mais uma vez de meus amigos, poxa é tão triste essas despedidas, pois você conhece as pessoas em um dia, se torna bons conhecidos, e logo partimos, com a sensação de que talvez nunca mais vamos nos encontrar, mas vale demais.

 

Aproveitei o tempo livre pela manhã, pois meu vôo só sairia às 13:30 horas, e fui para Laguna, onde tomei muitos banhos, corri, tirei belas fotos. Encontrei dois pequenos indígenas Pémon na Laguna, eles estavam colhendo e comendo uma frutinha vermelha nativa da região denominada “Guayabita Montañera”, acreditei neles que podia comer e provei umas três, nada muito agradável, o gosto parecido com uma daqui da minha região “jambolão”.

 

Em seguida fiz um passeio pelo povoado Pémon, conversando com muita gente, visitei o Acampamento Venetur Canaima de propriedade do governo da Venezuela. Segundo informações o Acampamento Venetur foi expropriado pelo governo, após o proprietário falir. O antigo dono da Venetur faliu há uns 10 anos, na época sequestraram seu filho, e em virtude do pagamento do sequestro faliu, assim o governo expropriou o local e tomou conta, é um dos maiores acampamentos de Canaima, e muito bonito, fica na beira da Laguna.

 

Venetur Canaima – http://www.venetur.gob.ve[email protected] – Fone: 0289-5401777 / 0289-5401239 – Parque Nacional Canaima / Sector Occidental. Estado Bolívar – Preços:

Alojamento e refeições – Bs 702,00 por pessoa ;

Excurssão Fotográfica Laguna Canaima – Bs 50 por pessoa;

Pacote 3 dias, 2 noites, Caracas-Canaima – Bs 3.746 por pessoa, incluído tudo (alimentação, vôo Caracas-Canaima, habitação e passeios);

Pacote 3 dias, 2 noites, Puerto Ordaz-Canaima, Bs 2.945 por pessoa, incluído tudo (alimentação, vôo Caracas-Canaima, habitação e passeios).

 

Em seguida, desloquei a um comércio que fica próximo a entrada do parque, o maior, bem estruturado, e comprei dois quadros, pintados em casca de árvore por Pémon (Bs 50 cada), continuei o passeio até o Acampamento Wey Tepuy, por volta das 11:20 horas. Rapidamente organizei minhas coisas e desloquei à pé para o aeroporto, sob uma pequena garoa, pois tinha que chegar no aeroporto e verificar meu vôo, pois deixei o bilhete na recepção do aeroporto quando cheguei. Não teve problema, pois no aeroporto tinha uma cópia do meu bilhete.

 

Aproveite o tempo no aeroporto para conversar com um casal de brasileiros de Floripa que também estavam indo embora, eles seguiriam para Curação e eu talvez para Los Roques. Eles disseram que Los Roques era muito bom, mas estava muito tranquilo, o que me desanimou um pouco, pois nesta altura já estava querendo mais animação.

 

O avião partiu por volta das 14 horas, sendo o retorno mais perigoso, pois pegamos muita chuva, tinha hora que só via água, mas tudo beleza.

 

Chegando em Canaima por volta das 15:30 horas, não liguei para Carlos da Conexion Tours, pois não localizei o cartão, assim sai do aeroporto, e na avenida peguei um táxi para o Terminal (Bs 20). No terminal, conversei com Carlos (Conexion Tours), e ele me animou ir para Morrocoy, pois seria muito mais barato, e seria mais animado, assim comprei uma passagem para Valencia (Bs 90). Aproveitei o tempo para dar um giro por Ciudad Bolivar, pois o ônibus para Valencia só sairia às 21:00 horas, assim deixei minha mochila no escritório de Carlos no Terminal e em seguida peguei um táxi (Bs 20) para a parte antiga da cidade. Sinceramente não observei nada demais na cidade, parece com Manaus e Belém, muitos prédios e casas antigas, mau conservados, e na beira do Rio Orinoco, me deixou muito triste a situação do rio, repleto de lixo. Continuei andando pelas ruas, passei em frente ao Palácio do Governo, Igreja, entrei num museu, que era a casa de um antigo governador, nada demais, entrei numa lanchonete, onde comi morangos com chantily (10 Bs) até chegar numa outra lanchonete bem convidativa, de comida árabe, onde tomei uma sopa de frango (Bs 12) com coca cola (Bs 4), com pão árabe e saborei uma gostosa Torta de Abacaxi (Torta de Marmelada de Piña), que foi cortesia da filha da proprietária da lanchonete, Carolina. Não pela cortesia, mas recomendo a lanchonete, chama ARABIA FOOD, fica na Calle Igualdad, Casco Historico, Ciudad Bolivar, Fone: 0285 632 7208, de propriedade da senhora Soraia. No local, fiquei um bom tempo, conversando com as proprietárias e com um mochileiro da Suiça, Oscar. Por volta das 19 horas, acompanhei Oscar à Pousada Amor Patrio, que fica em frente à Igreja, e em seguida peguei um táxi para o Terminal (Bs 20). No Terminal fiz câmbio de 200 dólares com Carlos à cotação de 7,5.

 

Enquanto aguardava o ônibus comprei uma água (Bs 10) e conversei com um Peruano, Victor Calle, que residia na Venezuela, em virtude de problemas de saúde de seu filho. O cara me ajudou muito com informações da Venezuela, o que me animou mais ir para Morrocoy. Disse que era melhor eu ficar em Chichiriviche do que em Tucanas, fez um mapa da Venezuela com suas atrações, informações e me passou muitos dados para contato, o que foi de grande utilidade. Valeu Victor e que seu filho se recupere!

 

Encontrei novamente Oscar na Rodoviária, trocamos informações, já que Oscar estava indo para Coro, através de Maracay. O ônibus de Oscar chegou primeiro, e em seguida o meu chegou, por volta das 21:15 horas, Expresso Ocidente. O ônibus era novo e poltronas boas. Estava embarcando quando o motorista disse que tinha que pagar uma taxa de Bs 1, corri no guichê para pagar tal taxa de embarque, e quando cheguei o ônibus logo saiu.

 

No ônibus fui acompanhado por uma bela venezuela, Keila, de papo agradável, que estava indo para Maracay.

 

 14/10/2010

 

A viagem estava correndo tranquilamente, quando acordei por volta das 6 horas, observei que o ônibus estava passando por Caracas, aproximadamente 1 hora depois já estávamos em Maracay. De Maracay segui para Valência, onde cheguei por volta das 10 horas. Rapidamente peguei minhas mochilas e pedi informações para um policial sobre ônibus para Chichiriviche, o qual indicou vários ônibus estacionados. Desloquei aos ônibus, onde após informações entrei em um (Bs 30), o qual saiu do terminal por volta das 10:30 horas. O ônibus era bem antigo, mas confortável, seguimos o trajeto em direção à Chichiriviche. Na estrada observei o mar, já podia ter a visão do mar do caribe, embora emoldurado por Refinarias de Petróleo. Passando por Tucanas, observei uma boa estrutura, com bons hóteis, pousadas, restaurantes, mas uma cidade muito suja. Continuei meu trajeto, passando por outros pequenos distritos, até chegar em Chichiriviche, onde chegamos por volta das 13 horas. No ônibus já tinha algumas informações sobre pousadas, através de uma comerciante da cidade, Sandra, que estava no ônibus, assim chegando ela me acompanhou até próximo da praia, onde indicou algumas pousadas. Entrei na Pousada Sol Mar y Arena, e fechei um quarto com banheiro e ar-condicionado por Bs 120 por noite, sem café-da-manhã, achei bom o preço, pois a pousada era bacana, e os proprietários Esteban e Andreína muito gente boa. Fechei por duas noites, pagando Bs 240.

 

Posada Sol Mar y Arena – Calle Partida, c/c Mariño, Edo. Falcón, Chichiriviche. E-mail: [email protected]http://www.posadasyplayas.com – de propriedade de Esteban Rodriguez e Andreína Flores – Fone: 0259-815-03-06, 808-61-01 e 0414-350-17-16.

 

Rapidamente deixei minhas mochilas, troquei de roupa, peguei umas informações na recepção da pousada e seguir para o porto, que fica bem próximo, para pegar um barco e tentar conhecer uma ilha. No Porto busquei muitas informações, e devido o horário, quase 14 horas, optei por conhecer o Cayo Muerto, que fica bem próximo. Fechei o barco por Bs 40 ida e volta. No trajeto do barco já tinha a noção do mar do caribe, águas azuis, belas. O trajeto é bem rápido, em torno de 4 minutos. O barqueiro me deixou na Cayo e combinamos o retorno às 17 horas, quando viria me buscar. Cayo Muerto estava quase morto, poucas pessoas, mas era muito bonito, mar azul e água clara, valeu demais. Na Cayo tinha apenas um restaurante, “La Mami”, onde só tinha refresco rosa para beber, é sério, estava com uma vontade de beber cerveja, é só tinha refresco rosa, que não sei o sabor, pois na embalagem não dizia. Enfim, tomei o refresco, mas pedi um peixe frito “pargo”, sendo atendido pelo funcionário Charles Carlos, gente boa, que disse uma trezentas vezes “meu amigo brasileiro”, e aproveitava para beber meu refresco rosa, já que era de dois litros, hehehe

 

O peixe estava muito gostoso, acompanhado de cenoura e repolho refogados e banana frita, e claro refresco rosa. Preço: Peixe: Bs 65, Refresco: Bs 20, Gorjeta: Bs 15 = Bs 100.

 

Entrei um pouco na água, poxa, a água é muito quente, comparada com as praias do Brasil, muito clara e salinidade similar. Muitos coqueiros, o que colabora com a paisagem. Mas sinceramente estava muito chato, tinha poucas pessoas, e a maioria casais, conversei com algumas pessoas, mas estava cansado do Paraíso e doido para chegas às 17 horas para ir embora. Tirei boas fotos, mas não empolguei, embora era um paraíso. Segundo Charles, o nome Cayo Muerto é devido o local abrigar um cemitério de soldados de uma antiga guerra na região. Charles me indicou conhecer o Cayo Sombrero no outro dia, pois segundo ele era o lugar mais bonito do Parque. Charles chamou um outro barqueiro, Chiti, e pediu que me encaxasse num grupo para ir para Cayo Sombrero, pois sairia mais barato, tendo em vista que seria dividido. Aproveitei e confirmei com Chiti para o dia seguinte às 08 horas no Porto. Já tinha visto os preços no Porto, e para Sombrero me cobraram Bs 300 se fosse só, assim fechei logo.

 

Às 16:45 meu barco chegou, conduzido por Pantano, um cara muito loco, retornei para Chichiriviche. No retornei para a Pousada para tomar banho e após fui passear pela cidade. A cidade é pequena, mas agradável, comparada com a demais que passei, pessoas muito bacanas. A infraestrutura da cidade é boa, bons restaurantes, mercado, muitas lojas de roupa, banco, .... e sinceramente é melhor ficar aqui do que em Tucacas, pois a cidade é menor e mais limpa. No calçadão da praia tinha muitas bancas de artesanato, muita coisa linda. Uma das bancas era de um brasileiro que há 8 anos mora em Chichiriviche, Charles, cara muito gente boa, que casou com uma Venezuelana e ficou por lá, comprei dele uns artesanatos (Bs 35), em seguida comprei uns salgadinhos num mercado (Bs 47,50) e um barbeador numa loja (Bs 13,50) e por volta das 21 horas retornei para a Pousada, pois a cidade estava muito tranquila. Não tinha nada, festa nenhuma, bares vazios, e pouca gente circulando.

 

 15/10/2010

CHICHIRIVICHE – MORROCOY – VENEZUELA

 

Acordei por volta das 07 horas, passei numa padaria para tomar café, comi um misto quente (Bs 8) e tomei um café (Bs 3) e dirigi ao Porto. No local marcado encontrei Chiti, o qual pediu para aguardar mais um pouco, pois o grupo ainda não tinha chegado. Já era 09 horas e o grupo ainda não tinha dado notícias, Chiti disse para aguardar que ele iria atrás das pessoas. Enquanto aguardava conheci um casal de jovens de Valencia, Willian Calderón e Carla, que também estavam indo para Cayo Sombrero, como Chiti não dava notícias, conversamos com um barqueiro, Rafael, e fechamos por Bs 70 cada ida e volta, saiu muito em conta, já que se fosse sozinho gastaria 300. Entramos no barco e navegamos por uns 10 minutos. Nosso barco era pequeno, mais tinha um som imenso, fomos do Porto ao Cayo escutando muito Reggaeton.

 

Poxa, Cayo Sombrero é lindo, Paraíso mesmo. Águas transparentes, mar azul, muitos coqueiros, hiates ancorados, e algumas mulheres lindas, mas poucas solteiras. O barqueiro nos deixou e ficou de buscar às 16 horas. Na ilha tinha poucas pessoas, umas 60, sendo a maioria de casais e algumas famílias. Após bater muita perna na ilha, tirar muitas fotos, me enturmei com uma família de Maracaybo-Venezuela, poxa tinha uma das garotas mais lindas que vi na Venezuela, Natalie, era muito linda, engatamos uma conversa por horas, mas como nesse paraíso não tinha nada pra mim, só fiquei na vontade, pois a garota era noiva, e seus pais não saiam de perto, mas valeu. Fiquei batendo papo por horas com ela, com sua outra irmazinha linda de 13 anos, sua mãe, sob os olhares do pai e do irmão na praia. Após a família ir embora, fui dar mais umas voltas na praia, uma cochilada embaixo de coqueiros, mais fotos, comi uma ostras maravilhosas (Bs 20), e mais banho, muito banho, nas águas quentes e transparentes do caribe. Me juntei uma turma de amigos de Valencia, que me recomendaram passar os restantes dos dias em outra praia, Choroní, pois era linda e muito animada, em seguida fui conversar com Willian e sua namorada até a chegada do barco. Rafael, seu barco e o grande som chegou por volta das 16:05 horas, o reggaeton tocava alto, era só nóis quebrando o silêncio no Paraíso. Cayo Sombrero é muito lindo e barato, vale muito conhecer, as águas são lindas, os coqueiros se juntam a paisagem e proporcionam um lindo cenário, mas minha dica, passar o dia aqui novamente só com uma namorada, nossa é muito tranquilo. Como é um roteiro de casais e família, solteiro sobra mesmo. Mas valeu demais, é um dos lugares que quero voltar, claro acompanhado!

 

Antes de ir para Pousada, dei uma volta pela cidade pela última vez, tendo em vista, que resolvi ir para Choroní, seguindo os conselhos da turma de Valencia. Encontrei Charles no calçadão, conversamos por um tempo, e recomendou também Choroní, embora não conhecesse, mas segundo ele era a praia mais badalada da Venezuela. Comprei mais uns artesanatos (Bs 85), comi um hamburguer + chá gelado (Bs 30), liguei para o Brasil (5 Bs), dentre outras compras (Bs 23,50), e por volta das 21:00 horas fui para a Pousada.

 

 

 16/10/2010

CHICHIRIVICHE – MORROCOY – CHORONÍ – VENEZUELA

 

Acordei cedo, por volta das 07 horas, após organizar as mochilas, deixei a pousada e segui pela avenida em direção ao ponto de ônibus, que ficava à aproximadamente 300 metros. Por volta das 08 horas peguei um ônibus (Bs 30) para Valencia. Cheguei em Valência por volta das 10:00 horas, e rapidamente desci e peguei outro ônibus para Maracay (Bs 10). A cada meia hora tem ônibus nesse trajeto. Chegando em Maracay, por volta das 11:15 horas, imediatamente entrei num ônibus para Choroní (Bs 20), e uns vinte minutos depois o ônibus partiu. No ônibus tinha muitos jovens, pois era sábado, e a maioria estava indo passar final de semana na praia, assim, já estava mais animado, pois presumi que o local estaria animado. No ônibus enturmei com várias pessoas, dentre elas, um casal de Maracay, que me deu algumas doses de guarapita de maracujá, hehehe, Oscar, Keila e Samuel, também de Maracay. O trajeto para Choroní é muito lindo, a estrada passa pela Cordillera de la Costa, um conjunto de montanhas que abruptamente despencam no litoral, que se situa no Parque Nacional Henri Pittier.

 

Chegamos em Choroní por volta das 14 horas. Choroní é um pequeno povoado colonial situado dentro do Parque Nacional Henri Pittier. Sua área mais central, junto ao pequeno cais, é conhecida como Puerto Colômbia, local de atmosfera pesqueira e viajante, popular entre os venezuelanos que aos finais de semana lotam a sua principal praia, Playa Grande. Outras Praias mais desertas podem ser exploradas, assim como várias trilhas do parque. Tudo isso, somado ao simpático astral das antigas casinhas cuidadosamente pintadas ou reformadas e ao crescente desenvolvimento na infra-estrutura hoteleira, vem transformando Choroní num destino cada vez mais conceituado. Fonte: Guia Criativo.

 

Desci do ônibus na área central, e juntamente com Oscar, desloquei para próximo do cais, pois segundo Oscar era melhor. Ao caminhar fomos abordados por um proprietário de pousada, Rossé, que ofereceu quartos por Bs 75, com banheiro, mas sem ar-condicionado. Oscar pretendia ficar acampado na praia, mas devido ao preço, também resolveu ficar na pousada. Rossé nos encaminhou para a pousada, que se chamava Pousada Santíssima Trindade, numa pequena rua, próximo ao cais, bem no centro. A pousada era nova, ainda estava sendo pintada, o ambiente bem agradável, tinha vários hospedes, quartos limpos, banheiros bons, valeu o preço. Oscar ia encontrar com amigos e familiares na Playa Grande, assim, resolvi acompanhar, e rapidamente, trocamos de roupa e fomos para a praia.

 

Playa Grande é a praia de mais fácil acesso: basta apenas atravessar a pontezinha na área central da cidade e seguir por uns 300m. A praia é repleta de coqueiros, areia quase branca e mar azul, com ondas médias. Praia muito bonita e a cidade, pra mim a melhor cidade que vi na Venezuela, boa infra-estrutura, com bons restaurantes, hoteis, banco, tinha muitos passeios para fazer. A praia estava lotada, e segundo Oscar tinha pouca gente, pois na temporada não tem lugar para ninguém. Encontramos os amigos de Oscar, uma turma muita bacana de Maracay (Felix, Luziane, o pequeno Santiago, ...), e ficamos no local até no final da tarde, tomando muitas guarapitas de coco e maracujá. Félix e Luziane também resolveram dormir na Pousada, assim no final da tarde, retornamos, e após banho, voltamos para o Cais, para beber e comer algo. A noite foi bem animada, regada por guarapitas, muitos estrangeiros, na maioria alemães, muita mulher linda, como imaginava que seria Choroní, se concretizou. Foi muita farra. Acompanhamos uma roda de tambor afro, muito bacana, que durou horas, todos cantando. Juntamos com outra turma da Venezuela, de Cúcuta, e bebemos muitas guarapitas, cerveja, Rum, caramba, a noite toda, e por volta das 04 horas da manhã estávamos na Playa Grande banhando no mar, pensa! Lembro que num momento dormi, e acordei e botei tudo pra fora, o dia já estava amanhecendo, nossa a cabeça girava. Os demais amigos, só tinha Oscar em pé, que estava conversando com uma turma que estava acampada na praia, os demais, estavam dormindo na praia, ou também passando mal, hehehe

Levantei e chamei a turma para ir para Pousada, pois o dia já estava claro. No trajeto, passamos num riacho que passa dentro da cidade, e o pessoal tomou banho no rio, pensa o estado do pessoal!

 

17/10/2010

CHORONÍ – VENEZUELA

 

Dormimos até às 12h, e logo levantamos para ir para Praia. Tomamos muito banho e curtimos a praia, e por volta das 16 horas, Oscar, Felix e Luziane foram embora para Maracay. Poxa, foram amigos muitos bacanas, que fizeram muita falta. A despedida foi ruim, bateu aquela saudade. Parece que somos amigos há anos.

 

Aproveitei o final da tarde para subir ao Mirador da Cruz, que fica junto ao cais, o acesso é por trás da ponte ou cruzando o riacho, tem uma escadaria. De cima, tem uma vista legal de Choroní, dos barcos e casas coloridas, muito verde, e o mar para contemplar. Permaneci no Mirador até o final da tarde, contemplando o Por do Sol. No trajeto de retorno à Pousada, por volta das 19 horas, resolvi jantar, observei que ainda tinha muitos Bolivares na carteira, aí resolvi parar num restaurante muito bom e satisfazer a vontade. Escolhi o restaurante “Malagueta”, lugarzinho muito simpático, com funcionários gente boa, me recomendaram pedir “Carite em Salsa de Mariscos”, e uns 30 minutos depois, caramba, comi a melhor comida da viagem, muito bom. Peixe muito saboroso, mas também custou Bs 103 com dois sucos de abacaxi, já que não aguentava mais beber álcool. Retornei para a Pousada, aí Rossi propôs quarto com ar por Bs 100, claro que fechei, dormi beleza, mas esta noite fiquei quieto, sem muitas festas, apenas fiz um passeio pela cidade, conversei com a turma de Cúcuta e uns hippies, e por volta das 23 horas já estava dormindo.Valeu muito Choroní, um dia retorno!

 

18/10/2010

CHORONÍ – MARACAY – CARACAS – VENEZUELA

 

Acordei por volta das 07 horas, organizei a mochila e segui para pegar o ônibus para Maracay (20 Bs). O Terminal fica próximo ao Banco, bem estruturado, melhor Terminal da Venezuela que passei, sala com ar-condicionado e cadeiras confortáveis. Por volta das 08:00 horas o ônibus partiu para Maracay.

 

Cheguei em Maracay por volta das 10:00 horas. No Terminal comi uma ótima arepa, recheada de marisco (Bs 18), com suco de laranja incluído.

 

De Maracay segui para Caracas em um ônibus (Bs 16). Cheguei em Caracas por volta das 11:30. O ônibus parou no Terminal Bandera, de lá caminhei para estação de metrô, onde peguei um metrô para Estação Sabana Grande (Bs 0,50), centro de Caracas. Após um giro, procurando Hoteis, observei que o preços estavam muito caro, em média Bs 200, assim, levando em conta que teria que estar no aeroporto às 05:00 horas, optei por tentar conseguir um Hotel próximo ao Aeroporto, pois táxi pela madrugada sairia mais caro, se ficasse no centro. Assim, peguei um metrô para Estação Gato Negro ((Bs 0,50), de onde peguei uma van (Bs 20) para o aeroporto. Se fosse de táxi gastaria em média Bs 130. Próximo à Estação Gato Negro tem ônibus (Bs 18) e van (Bs 20) para o aeroporto.

 

Chegando no aeroporto, por volta das 13:30 horas, desloquei a agência de informações, onde informaram que o Hotel mais em conta, próximo ao Aeroporto, é o Hotel Catimar, pois o translado para o aeroporto já está incluído, assim fica mais econômico. A atendente chamou o funcionário do Hotel, o qual tem um escritório no Aeroporto, e após contato informou que um quarto custava Bs 280, com banheiro, ar, sem café. Não confirmei, e fui dar uma volta no aeroporto, atrás de informações de outros hoteis, mas a melhor informação foi desse Hotel, assim, retornei ao escritório e fechei. Momento depois, uma van já me aguardava em frente ao aeroporto.

 

O hotel fica uns 5 km do aeroporto, em frente ao mar, mas nada de mais, o local é feio pra caramba, praia suja, sem infraestrutura nenhuma. O Hotel era bom, quarto bacana, ar-condicionado, tv, banheiro limpo, mas o chuveiro quente não funcionava direito. Tudo próximo ao Hotel é caro, restaurantes, não existe lanchonete ou similar.

 

Catimar Hotel Puerto Viejo C.A, Av. Ppal de Puerto Viejo, 2da. Calle Catia La Mar – Edo. Vargas – Venezuela. Telfs.: 58-212-351.90.97 – 351.79.06 – Fax: 352.46.03 – e-mail:[email protected]http://www.hotelcatimar.com

 

 

19/10/2010

CARACAS – VENEZUELA

08:00 horas – Saída de Caracas para São Paulo

16:35 horas – Chegada em São Paulo

18:40 horas – Saída de São Paulo para Brasília

20:24 horas – Chegada em Brasília

22:42 horas – Partida de Brasília para Palmas/TO

22:59 horas – Chegada em Palmas/TO

 

Na saída tem que pagar uma taxa de Bs 162,50 ou 38 dólares, recomendo que pague em Bolivares, é mais econômico, assim faça câmbio antes do aeroporto internacional, pois se deixar para última hora, pode não conseguir, o que aconteceu comigo, paguei em dólares.

 

Na saída da Venezuela, foi uma canseira, a polícia revistou umas quatro vezes, sem falar que o vôo atrasou por uma hora, em razão de uma conexão que vinha dos Estados Unidos. Mas no final, deu tudo certo, cheguei em Palmas no horário marcado.

 

Gastos total: 640 doláres – 10 dias, sem passagem Palmas-Caracas

 

Dicas Extras:

 

Hospedagem em Caracas (albergue): Ateneo Popular Caracas (Ateneo Popular, R.L.) - End.: Quinta Alnonorsi. Calle Vargas, entre Av. Las Ciencias com Av. El Estadium. Los Chaguaramos. Fone: 0058-0212-690-1440. [email protected]

 

 

Agências Passeio Canaima:

http://www.adventuretours.com.ve – R$ 600,00 – 3 dias

ADVENTURE TOURS – FRANK KHAZEN

Telefone: 58 (414) 853-7903

E-mail: [email protected]

http://www.lagransabana.travel

 

http://www.backpacker-tours.com

Contato: Katrin

3 dias – 320 Euros – 2.650 Bs

Telefone: 0289 995 1430 e 0414 886 7227

E-mail: [email protected]

 

Roraima Mystic Tours 2113 C.A.

3 dias – 2300 Bs

[email protected]

Telefone: (0289) 416 0558 e 416 0686

 

http://www.bernaltours.com – Bernal Tours

E-mail: [email protected] e [email protected]

3 DIAS – Bs 2.250,00

Contato: Cecilia de Bernal

 

ADRENALINE

http://www.adrenalinexpeditions.com

E-mail: [email protected]

Contato: Mary Quijano e Luis

3 dias – Bs 2.200,00

Telefone: 0414 8867209 e 0414 854796

 

RUTAS Y DESTINOS TRAVELS' C.A.

http://www.rutasdestinos.com

e-mail: [email protected] e [email protected]

Hotel Catimar Puerto Viejo

3 dias e 2 noites – Bs 3.700,00 por pessoa, incluído Boleto áereo desde Caracas.

Boleto ida e volta para Los Roques: Bs 1750,00 por pessoa

 

 

 

RUTAS Y DESTINOS TRAVELS' C.A.

http://www.rutasdestinos.com

e-mail: [email protected] e [email protected]

Hotel Catimar Puerto Viejo

3 dias e 2 noites – Bs 3.700,00 por pessoa, incluído Boleto áereo desde Caracas.

 

TRAVEL FAMILY

http://www.travelfamily.com.ve

Aeroporto Nacional de Maiquetía, Area Publica, Módulo Helicopteros del Caribe

Fone: 0212-8397930 / 8879924 Fax: 0212-355-14-26 / 0414-366-14-84 / 0414-325-14-86

e-mail: [email protected]

Canaima: 3 dias / 2 noites – sem vôo – Bs 2.000,00 por pessoa

 

Ainda, comprei um jornal em Caracas e constava várias agências de viagens, destaco as melhores opções, quem ativer dias sobrando, pode dar uma esticada a Punta Cana na Rep. Dominica, Curação ou Aruba, pois os preços compensam, tem pacotes que saem mais barato que Los Roques.

 

http://www.viajespereira.com.ve

Morrocoy – 3 dias – 2 noites, incluído translado de Caracas, Hotel, café-da-manhã e janta, translado a um cayo – Bs 1900,00;

 

http://www.viajesfullenjoy.com

Los Roques – Boleto aéreo, alojamento, translado aos cayos. 2 dias – 1 noite: Bs 2305,00;

Aruba – 3 dias – 2 noites, boleto aéreo, alojamento, translados, café-da-manhã: Bs 2999,00;

Curação – 3 dias – 2 noites, boleto aéreo, alojamento, translados, café-da-manhã: Bs 2710,00.

 

http://www.azaleatw.com;

 

http://www.lusitanatours.com

Punta Cana – Rep. Dominicana – 4 dias – 3 noites: Boleto aéreo com todos impostos, hotel, todas as comidas e bebidas incluídas, show noturno: Hotel Ocean Blue – Doble Bs 3544 e Hotel Vik Arena Blanca – Doble Bs 3394,00.

 

Agência de Viagem Candes, Av. Francisco de Miranda, edifício Roraima, oficina 3-C, Campo Alegre, F. 953-4710, http://www.candesturismo.com;

 

Turismo Maso, Av. La Castellana, edifício Centro Letonia, 14º andar, oficina 145, F. 277-6211, http://www.turismomaso.com;

 

Akanan Travel & adventure, Av. Bolivar, edifício Gran de Oro, local C, F. 264-2769, http://www.akanan.com;

 

http://www.viajandoalosroques.com

 

http://www.entremundostours.com

 

 

SITES INTERESSANTES:

 

[email protected] ou http://www.rodaamerica.blog.uol.com.br , Ricardo é o cara que está rodando a América.

 

http://www.travel.yahoo.com/trip : o serviço permite ao usuário acesso ao diário de viagem de turistas que compartilham suas sugestões culturais, de restaurantes e de compras em diversas cidades do mundo.

 

http://www.macamp.com.br – guia brasileiro completissímo com canpings, estradas e equipamentos.

 

http://www.mundoparabrasileiros.com – informações sobre vistos, consulados e leis. Destaque para o classificado de roommates, no qual brasileiros procuram por brasileiros para dividir um quarto.

 

http://www.tripadvisor.com – dicas e coisas para fazer nos quatro cantos do mundo e acesso a tarifas e fotos.

 

http://www.backpackingligth.com – dicas de como eliminar o peso de sua mochila.

 

http://www.trilhaseaventuras.com.br

 

http://www.lagransabana.com

 

http://www.valencialosroques.com/cotiza...entos.html

 

http://www.venezuelaexotica.com/ve/vuelos.php

 

http://www.venezuelatuya.com

 

HORÁRIO DE VÔOS CARACAS-CIUDAD BOLIVAR

 

VUELOS DE CARACAS A CIUDAD BOLIVAR

RUTACA – 8:00 AM E 6:40 PM

Sábado não tem vôo.

Domingo somente às 06:40 PM

Preço: Bs 295,00

 

VUELOS DE CIUDAD BOLIVAR A CARACAS

RUTACA – 6:30 AM E 9:00 AM

ÔNIBUS

CARACAS-CIUDAD BOLIVAR

Empresa: AEROEXPRESOS EJECUTIVOS DE VENEZUELA (localizada em Chacao. Bello Campo), RODOVIAS DE VENEZUELA, EXPRESOS LOS LLANOS, EXPRESOS OCCIDENTE.

Preço: Bs 60-80

Horário: 7:00 PM e 10:00 PM

 

COMO LIGAR PARA O BRASIL A COBRAR VIA EMBRATEL

0800-50-190

http://www.embratel.com.br (Brasil Direto)

http://www.super15.com.br (ligações internacionais – Brasil Super Fácil)

 

PARA PESSOAS SENSÍVEIS AS PICADAS DE INSETOS:

– MIOVIT em tabletes. São vitaminas B-12 de 2 miligramas. Repelente.

– ANDANTOL. “Antiestamínico”. Para reduzir as picadas.

– Óleo de bebê, porém tem que usar mangas largas para não queimar do sol.

Fonte: Roraima Mystic Tours 2113 C.A.

 

SALTO ANGEL

O Salto Angel (979 m de queda livre) recebeu este nome em honra ao homem que o descobriu em 1937, o aventureiro e aviador norte-americano Jimmy Angel, no entanto, os indígenas, Pemones, já conheciam este salto e o haviam batizado com o nome de Churún Merú. por Jonas.Schwertner – mochileiros.com

 

Em 1935, o piloto americano Jimmy Angel andava à procura de ouro na floresta tropical úmida da Venezuela quando se deparou com a mais alta queda-d'água do mundo. O que ele viu foi um rio se precipitando da crista do planalto AuyanTepui. O planalto é atravessado por ravinas que recolhem quantidades enormes de chuvas e transbordam do contraforte, formando o espetacular salto Angel. Jimmy Angel regressou à queda-d'água com sua mulher e dois exploradores, mas, quando tentaram pousar na superfície plana do tepui, descobriram que o local de aterrissagem era um brejo. O avião ficou destruído e, embora ninguém tenha se ferido, o grupo teve de abrir caminho através de grandes ravinas e de uma floresta hostil, densa e quase impenetrável. Havia pouca esperança de que voltassem vivos, mas, duas semanas depois, eles chegaram cambaleantes ao acampamento, exaustos e famintos. Mais tarde, o avião de Angel foi resgatado e hoje está exposto no museu de Ciudad Bolívar. A confirmação da descoberta de Angel só aconteceu em 1949, quando a ex-correspondente de guerra Ruth Robertson comandou uma expedição num barco motorizado rio Churún acima e instalou instrumentos que mostraram que o Salto Angel era 18 vezes mais alto que as cataratas do Niágara. O fluxo de água não é constante: na estação das chuvas, jatos de água ao pé da cachoeira banham uma área ampla da floresta, mas na estação seca a água que chega ao solo não passa de uma névoa. Embora Jimmy Angel seja considerado o descobridor da cascata, o seringueiro Ernesto Sánchez La Cruz provavelmente foi o primeiro a vê-la, em 1910, e existem algumas histórias que sugerem que sir Walter Raleigh pode ter avistado a queda-d'água no século XVI. Raleigh contou como “um grande rio salta das alturas sem tocar as paredes da montanha... e alcança o fundo com o estrondo e um barulho que poderia ser produzido por mil sinos gigantes batendo uns contra os outros”, uma descrição apropriada do Salto Angel, caso ele realmente tenha encontrado o local. 1001 Maravilhas Naturais para ver antes de morrer – Ed. Sextante

 

CANAIMA

O Parque Nacional Canaima está localizado ao sudoeste da Venezuela, ao sul do Rio Orinoco, município Gran Sabana, do Estado Bolívar, sendo decretado Parque Nacional pelo executivo nacional em 12 de junho de 1962.

 

O Parque possui 3 milhões de hectáres, ocupando a segunda área de mais extensão na Venezuela protegida e a sétima em seu tamanho no mundo. O Parque é dividido em dois setores: leste e oeste.

 

A Parte Oeste chama Canaima, se pode chegar por via aérea em vôos comerciais desde Caracas, Margarita, Puerto Ordaz e Ciudad Bolívar. Por Roraima Mystic Tours 2113 C.A.

 

CONCLUSÕES SOBRE VENEZUELA:

 

Caracas: cidade cara e sem atrativos, apenas passagem.

Canaima: melhor passeio da Venezuela, Salto Angel é espetacular, ambiente único, mas prepare, é uma aventura.

Morrocoy: Cayo Sombrero é um paraíso, mas não espere badalação, é muito tranquilo, de preferência vá acompanhado.

Choroní: Praia com muitas pessoas, cidade linda, bem colorida, vale ficar uns dias a mais e fazer trekking pela montanha e conhecer as ilhas.

 

Hugo Chavez: Conversei com muitos venezuelanos sobre o governo. Todos comerciantes que conversei e as pessoas com situação financeira melhor não estão satisfeitas, eles dizem que Chavez é um doido, e que antes a economia da Venezuela era melhor, segundo eles falta comida na Venezuela, pois não compensa produzir, já que o governo controla os preços. Observei poucos supermercados. Já os funcionários do governo e as pessoas menos favorecidas, não estão totalmente satisfeitas, mas dizem que está melhor que antigamente. Por onde andei, observei muitas obras do governo, placas de "Pátria Socialista ou morte" e muitos carros velhos, acredito que a Venezuela está tentando pegar o bonde, mas não consegue. Quanto a segurança pública, não senti perigo momento algum, mas por onde andava as pessoas diziam para tomar cuidado. Nos locais turisticos sempre sempre tinha polícia, e eram bacanas ao serem solicitados.

Por fim, vale a pena conhecer nossos irmãos venezuelanos, gente bacana e muita parecida com nós.

 

Qualquer informação estou à disposição, blz

Bons ventos. Abração

 

LUCAS FLÁVIO

E-mail: [email protected]

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Cara rola demais, stou até pensando, se voltar ficar em algumas, pois é mto tranquilo.

Em Cayo Sombrero, Morrocoy, pode acampar, e não precisa pagar nada, é mto lindo, e não tem bagunça nenhuma, Choroní também também muitas áreas de camping, as turmas de Maracay costumam acampar na Playa Grande, em Canaima também é permitido, mas a visita ao Salto Angel, tem q ser com guia, e na Isla Ratón, só no acampamento, não observei camping.

Blz.

Bons ventos. Abração

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Billy, conforme prometi stou encaminhando, logo abaixo, um link com um Guia que peguei na Venezuela, De Caracas a Margarita, com algumas info, e um mapa, blz

Bons ventos

 

https://docs.google.com/fileview?id=0B0Z4ftG2yn4EYTEyMDJmMjUtNDY1Mi00ZDdlLWFkMWYtODQ4MDhiODQ5ZGVk&hl=pt_BR&authkey=CPDaw88L

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  • 3 meses depois...
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Parceiro,

teu relato é sem dúvida um dos melhores que li por aqui, tá bem detalhado e trouxe vários esclarecimentos que eu procurava....

Agora estou em dúvida quanto a ir para Los Roques ou dar uma zoada no Morrocoy...

 

Meu roteiro começa em Porto Velho/RO (eu moro em RO), vou de barco até Manaus/AM, então de ônibus até Boa Vista/RR; daí entro na Venezuela e pretendo subir o Monte Roraima, o Salto Angel não me seduz muito, mesmo sabendo que é incrível... Depois do monte vou curtir umas praias...

 

Se tiver afim de ir de novo, pretendo ir em Agosto ou Setembro/2011, toda companhia é bem vinda!!!!

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