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Foram 15 dias, voo em pleno natal, fim do ano no México, ruínas arqueológicas e praia.

Em 24 de dezembro de 2018 peguei voo com destino a capital mexicana. Viagem planejada e desejada há muito tempo. Promoção - lógico - pelo voo decolar 23h 15min. de Santiago, onde fizemos escala. Ceia de natal com salada, salmão e vinho branco servidos pela tripulação da Latam. Aproximadaente 7h sobre o oceano pacífico. Seguimos:

Desembarque: depois de 12h entre voo e escala desembarco as 5h30min do dia 25/12 para passar pelos trâmites da lei... brasileiros não precisam de visto. Taxi pago dentro do aeroporto e a empresa te leva no local combinado. Cidade imensa, pobreza lembrando as cidades brasileiras e até um pouco menos (números oficiais comprovam). Mas, longe de ser uma cidade amigável, feito as grandes cidades do mundo mesmo.

Hospedagem: apartamento, aluguel bem barato pelo serviço prestado. Normalmente os hotéis já são em conta, apart por fora fica ainda melhor. Consegue-se achar em Roma/Colônia, próximo Paseo la Reforma por 120 até 240 reais (já convertendo) um excelente lugar pra ficar, com todas comodidades (melhor que Ibis hehe).

Passeios: o que fazer na Cidade do México? Ah é muita, muita coisa! A capital é o centro da cultura mexica e tem referências estéticas e culinárias dos povos originários por toda parte. Vale demais fazer das refeições um programa à parte. Milho (de todos estilos), massas feita dos mesmos, frijoles e seus caldos, temperos e carnitas, os TACOS 😲😲, fajitas, burritos, e suas centenas de combinações e molhos apimentados... tudo é surpreendentemente fantástico. Melhor experiência de sabor da vida!!!IMG-20181230-WA0009.jpg

Castillo de Chapultepec é um parque grande e que exalta o estilo miscigenado da cultura mexica e espanhola.

Museo Antropologia: muito, muito sobre vários povos pré-colombianos, principalmente os Astecas. Que cultura vigorosa! Um dia inteiro e não é possível apreciar tudo! Muita coisa!20181226_163408.thumb.jpg.d81cba3128f6b32066ac53d7c2a247d3.jpg20181226_163137.thumb.jpg.989c2b171f5c94a44aae495651a2fd84.jpg

Tour's padrõezinhos nos buses, aqueles com a figura do rosto da Frida, podem valer. Não fazem meu estilo (gasto sola de sapato, passagem de metrô e bus) lá tem muitas bikes e patinetes alugáveis por aplicativo. Tráfego bem regulado, sem susto algum. Muito policiamento na zona central, muitos shoppings e zonas comerciais. Restaurantes são o forte.

Arte: o México é a capital artística da América Latina. A pintura dos muralistas e a própria Frida é uma imersão à parte. Todo amante da arte e conhecedor da política do século XX se encanta com elas. O Poliforum Siqueiros (que estava em reforma) parece ser bem grande, e fica numa das áreas afastadinhas do centro. Fui à pé, deram 3km de sola gasta. Pode ser observado suas monumentais figuras de fora.
O museo Frida esgota 1 mês antes, se compra pela internet, é apertadinho, fim do ano é impossível, lota! Fica pra próxima.
Os murais de Diego Rivera, Orozco e Siqueiros estão espalhados pela capital. O Teatro Municipal expõe alguns murais logo na parte interior. São monumentais!20181227_151506.thumb.jpg.2edb4ab52a43e8befad8610d60ab87bc.jpg

Em geral pode-se caminhar pelas ruas da área central sem problemas, tem muito policiamento. Na parte histórica, como toda capital na América Latina tem que se tomar precauções. Mas, vale ir até lá, é muito bonito, espaçoso e cheio de história.

Vulcões: o mais próximo vulcão da capital e bem alto (quase 6mil altitude) é o Popocatepl. Ativo ele cuspiu fogo em 2019. O barulho é assustador, pelos vídeos e relatos temos uma noção. Para se ver o Popo se sobe o vizinho inativo chamado Iztaccihuatl. Tentei fazer esse rolê, TODOS os problemas aconteceram no dia de pegar o trajeto até o parque. São dois dias de subida. Também zicou e ficou pra próxima. Pra quem ama esse "ser", olhar o Popo de longe já é inesquecível. Não é como olhar um prédio, uma torre ou uma ponte, é olhar algo vivo que dorme e não reconhece nem se afeta pela existência dos homens. E, ainda são as maiores alturas que coisas no planeta têm.

Noite: a noite da capital é bem agitada. Muito gastronômica, muitos bares, algumas casas noturnas. Não é como Brasil, que os bares viram points e acabam tornando-se baladas. Tem uma parte grande de estrangeiros na noite mexica. Em geral estão na parte central, próximas ao paseo la reforma. Vale muito, mas são bem mais tranquilas que as noites brasileiras.

Teotihuacan: maravilhoso o lugar. Fui de metrô até o final da estação, depois ônibus até a portaria do lugar, gasta-se por volta de 20 reais pra isso. Muito mais barato que o tour, mas bem mais arriscado e louco (o que pode ser uma vantagem). Lá a entrada não é cara e pode ficar o dia inteiro. Subir a pirâmide do Sol é muito custoso, uma duas horas na fila embaixo depois um caracol no meio da pirâmide. Vale a pena a experiência. Considerando que estive lá dia 28/12 quando muitos turistas e os próprios mexicanos vão, pode ser que a fila esteja bem menor em outras datas. Segue as fotos do lugar.

20181228_180432.thumb.jpg.711f2e43f5117556e19fccdc20b56e84.jpgIMG-20181228-WA0027.thumb.jpg.6bf54d46d8ebb6f0832c7c6c29bf9d59.jpg

É isso aí, esse foi o rolê. Dia 02/01/2019 peguei o voo em direção à Cancún. Essa experiência conto no próximo post.

Abraço

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Para continuar esse passeio pelo México, acordei no dia 02/01 arrumei as malas e peguei maior atraso no aeroporto de CDMX. Muitos voos atrasados. Meus planos era chegar em Cancun por volta de 15h e ir de carro até Tulum, onde ficaria alguns dias. Mesmo com o atraso valeu. Voo de 2h pela Aeroméxico por uns 340 reais ida-volta pra CDMX.

Voo atrasado enrola tudo. Cheguei no aeroporto de Cancun umas 19h. Fui até a banca de aluguel de carros que fiz a reserva e só seguravam o veículo 1h depois da chegada prevista do voo. Corri por todas as bancas pra alugar um carro mil da toyota. Leve e pequeno, gastando pouca gasosa, e no cômputo geral ficaria mais em conta que pagar todos os roteiros para os passeios, fora a liberdade que o carro proporcionou (cheguei a ir em passeios que não iria pelo transporte público).

Pois bem, depois do carro em mãos e do enorme tempo carregando o aparelhinho que serve como WI-FI pra pegar o gps do celular, fui pegar estrada de noite. Confesso que não estava muito à vontade com a ideia, não sabia o que iria encontrar na estrada, se eram boas, iluminadas e tals. Me surpreendi muito. Melhores estradas que dirigi na vida. Pode ir sem medo. Muitas placas, muita iluminação, duas vias, em alguns momentos três, e muito bem sinalizado. Praticamente de 5 em 5km tinha uma placa apontando o destino mais próximo (Playa del Carmen) logo em seguida (Tulum 78km), nao mais que dois minutos no volante (x-caret 56km) seta pra lá, pra cá, entrada dos resorts são impressionantes de grandes e luxuosos. E vão ajudando a guiar o caminho.

Na entrada em Tulum, pra variar, fiquei sem bateria, perdi muito tempo procurando meu hostel que era mais afastadinho do centro, mas dava pra ir à pé. Chegando lá um colchão e uma cabana azul por uns 80 a 120 reais por três dias, com café da manhã. Mas isso é só um detalhe, interessante é o que acontece fora do hostel.

Então comecei a buscar as ruínas Mayas das proximidades. São muitas. Por isso, o carro era mais fundamental que a hospedagem. A primeira as ruínas de Tulum. Bem conservada, muito interessante, logo depois de passear por elas você pode pegar o caminho da praia, que é logo abaixo, e ficar por ali. A noite tem muitos restaurantes, uma rua que ocorre a fritação, e as vendas de artesanato. Bem rústica a cidade. Dia seguinte estava disposto a repetir isso. Mas, uma olhadinha numa placa e vi que Koba, uma das cidades-estado Maya mais importante não era tão longe. Seta pra esquerda e deixei a praia para trás. 65km depois adentrei ao parque. Uma cidade no meio da mata. Até caminhar à pirâmide principal você passa por diversas construções, o juego de pelotas, edifícios administrativos e,  por fim, a grande pirâmide. Não subi. Mas perdi a vista, dizem que é linda, enxerga a mata inteira. Volta pra Tulum e os rolês aleatórios.

No meu roteiro tinha a possibilidade de ir ao Belize. A Guatemala ver Tikal eu tinha desistido ainda no Brasil. Muito chão, pra passar a fronteira Belize-Guatemala não é tão rápido e necessita um visto. Pro Belize eu arreguei por não ter ânimo de sair de Tulum, e com os dias contados pra volta e por tudo que diziam de Cancun me bateu preguiça do Belize. Mas, são uns 300km e na fronteira não é tão enrolado assim, isso pelos vídeos que vi.

No último dia em Tulum fui em busca dos cenotes. Gran Cenote foi o escolhido. Passar uma manhã ali e ver que formação geológica impressionante. Muito curioso, muito aconchegante e muito gostosa a água. Pode nadar a aproveitar bastante. Faz calor, mas dentro das cavernas e em contato com a água você fica horas sem notar. Ah a cor da água é única. Gente do mundo todo vai visitar os cenotes e são dezenas, talvez centenas. Tem pequenos pra todos os lados e tem os grandes e mais famosos, mas o certo é que cansei de ver placas apontando para a entrada deles.

Cancún próximo destino. Uma passadinha rápida em Playa só pra dizer que lá estive, sei que era maravilhoso. Mas, o apart que reservei no particular tava combinado. Assim, fora dos hotéis é bem possível passar três ou quatro diárias em Cancun. Se ficar no centro as diárias caem bastante, e pelo que vi do transporte dá pra ir a zona hoteleira, que é o lugar das praias. 

As praias são bem bonitas sim, mas não é nada de outro mundo. Os estrangeiros estão espalhados por todo lado lá. A estrutura de shoppings, lojas, mercados, restaurantes e casas noturnas é muito boa. Cocobongo é um show, caro, mas vale a pena. Tudo lá dentro é bem pensado e as atrações te fazem passar 3 ou 4 horas sem perceber. Esses últimos dias foram só pra curtir, relaxar. Compre comida nos mercados e faça em casa. Ficar olhando para essa vista já vale as férias. Tem muitos passeios para se fazer nas horas de sol brabo. Museu El Rey, museo Maya. 

No último dia resolvi pegar o carro e ir até Chichen Itzá. Que trabalho! Algumas estradas são privadas. Não levei dinheiro, apenas cartão. Rodei muito para achar as estradas sem pedágios. Todas muito boas. A selva com placas apontando para os jaguares na estrada estão aos montes. Chegando no lugar tem caixa eletrônico e tudo. Pode-se ficar o dia inteiro lá, muito bonito, muito grande e você não tem noção que é uma cidade até estar lá dentro. Muitas ruínas que contavam sobre essa incrível cidade dos Maias. No caminho vi muitos vilarejos apontados nas placas como vilarejos maias. O povo abandonado, donos do lugar, mas esquecidos por nós turistas que desejamos ver seus tesouros e não olhamos para os humanos que estão nas beiras das estradas.

Dia seguinte peguei voo para a Cidade do México, escala em Santiago, chegada em SP, uma maratona, mas foi bom demais!

abraaço

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Mauricio, voce que viajou recente,   so pra confirmar,   so passaporte mesmo ne, não precisa de visto, nem aquela autorização eletrônica mais , certo ?

 

Uma pessoa em outro relato aqui contou que levou   REais  e conseguiu trocar com boa cotação no Aeroporto, voce fez isto também, ou viu  algo no aeroporto?

 

Obrigado..., no aguardo...

 

 

 

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@joao alexandre não precisa de visto. Eles te dão um papel da migração no avião, paasada a fila carimba o passaporte e tchau.

No aeroporto tem como trocar e tem mtas lojas de câmbio. No centro (Paseo la Reforma) tem um monte de lojas com cotação mais barata.

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3 horas atrás, Maurício Sousa Jr disse:

@joao alexandre não precisa de visto. Eles te dão um papel da migração no avião, paasada a fila carimba o passaporte e tchau.

No aeroporto tem como trocar e tem mtas lojas de câmbio. No centro (Paseo la Reforma) tem um monte de lojas com cotação mais barata.

POis e , mas trocou so dólares ou levou REais, se levou estava boa a cotação?

 

Eu nunca vi cambio no aeroporto ser bom, rs, mas 1 colega aqui em outro post afirmou isto, que cambiar REais, no aeroporto estava com cotação boa.  As lojas do centro creio que não devem fazer cambio de REAis.

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