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Bangkok foi a nossa primeira parada e não sabíamos ao certo o que encontraríamos por lá. Cada canto daquela cidade nos encantou. Desde os templos até a culinária, Bangkok foi um acerto na nossa viagem. Também usamos Bangkok com hub para tudo que fizemos na região. Ficamos no total 2 dias inteiros por lá e mais um como ponto de partida e chagada para Ayuttaya.

Como chegamos

Chegamos de avião vindos de Montreal. Compramos os bilhetes pela United Airlines, com o trecho entre Tokyo e Bangkok feito pela empresa ANA. Recomendo fortemente ambas. O voo foi super tranquilo e o atendimento o melhor que tivemos em voos até agora.

✅ Dica: Peça a comida especial, por exemplo, sem glúten. Você vai receber a refeição primeiro do que os outros passageiros!

Onde nos hospedamos

Nos hospedamos no Rambuttri Village Plaza. O preço não incluía o café da manhã (250 bath à vontade). O bom desse hotel é a localização. Fica bem pertinho da Rambuttri Road e da Khao San Road. Fomos andando para todos os pontos importantes de Bangkok, incluindo o Grand Palace e a montanha dourada. O quarto era arrumadinho e suficiente para uma boa noite de sono. Recomendo.

O que fizemos

Fizemos um pouco de tudo em Bangkok. Visitamos templos, as badalas ruas do centro, um mercado flutuante, alguns restaurantes renomados e mais templos!

Mercados Flutuantes

Existem várias opções de mercado flutuante em Bangkok. Optamos pela menos turística e mais perto do centro da cidade. Escolhemos conhecer o mercado flutuante de Khlong Lat Mayom e não nos arrependemos em nada disso.

MERCADO FLUTUANTE DE KHLONG LAT MAYOM

Sáb e Dom (e feriados) - 8:00 às 17:00 - Gratuito

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O mercado fica uns 30 minutos de Bangkok. É acessível somente por táxi e se você for corajoso, transporte público. Lá, encontramos muita variedade de frutas, doces, carnes, peixes e comidas típicas. É um verdadeiro mercado gastronômico. Você também pode contratar um passeio de barco pelas redondezas.

✅ Dica: Usamos o aplicativo Grab para todos os deslocamentos mais distantes em Bangkok. Recomendo bastante. Diferente dos táxis comuns ou tuk tuks, você já sabe o valor da corrida no início, você sabe quem é o motorista e pode ler as recomendações. 

Entretanto, o melhor desse mercado é que ele é frequentado principalmente pelos tailandeses e fica um pouco fora da rota turística dos mercados flutuantes. Portanto, imersão cultural garantida aqui. Aconselho fortemente que você experimente um peixe feito na brasa com sal grosso. É uma delícia!

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Peixe assado na brasa e servido sobre uma folha de bananeira.

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Templos

Marca registrada de Bangkok, visitamos os principais templos e alguns secundários. Evitamos visitar templos com arquitetura parecida. Focamos mais no inédito, na peculiaridade de cada um e funcionou direitinho.

GRAND PALACE E O TEMPLO DO BUDA DE ESMERALDA

Seg à Dom - 8:30 às 15:30 - 500 bath

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O Grand Palace não é mais a residência oficial do rei, mas ainda tem papel importante na espiritualidade do povo tailandês. Além do palácio real e das várias estátuas e edifícios ornamentados (cada um mais belo do que o outro), é nesse complexo que se localiza o Templo do Buda de Esmeralda, o mais importante templo do país, que abriga uma estátua de Buda feita de, claro, esmeralda.

WAT PHO OU TEMPLO DO BUDA INCLINADO

Seg à Dom - 8:00 às 18:30 - 100 bath

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O templo Wat Pho abriga uma das mais conhecidas estátuas de Buda da Tailândia: a famosa estátua do Buda inclinado e os seus incríveis 45 metros de comprimento. O que poucos sabem, entretanto, é que Wat Pho é o templo mais antigo de Bangkok. 

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Imagem de Phra Buddha Theva Patimakorn, localizada na principal capela de Wat Pho.

Aproveitamos também para depositar moedinhas nas 108 panelas que ficam ao lado do Buda reclinado e também visitamos algumas das 400 imagens de Buda enfileiradas no arredores do templo. Se você gosta de massagem, vai querer fazer uma na primeira universidade da Tailândia, dedicada a medicina tradicional e a massagem. Não fizemos, mas acho que vale a pena.

WAT ARUN OU TEMPLO DO ALVORECER

Seg à Dom - 8:30 às 17:30 - 50 bath

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Vista de Wat Arun do barco, atravesando o rio Chao Phraya.

Pra mim o melhor e mais interessante templo de Bangkok. Os aplicativo do Instagram chora quando fotos desse lugar são publicadas. Wat Arun ou Templo do Alvorecer fica na margem oposta do rio Chao Phraya. As suas 5 prangs são revestidas com pedaços de porcelana chinesa e cerâmica vidrada, fruto do intenso comércio chinês que havia na época de sua construção. 

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O templo é muito visitado e passou por reformas recentemente, sendo reaberto no final de 2016. Muitas pessoas se acumulam nos bares na margem oposta do rio para ter uma visão privilegiada durante o pôr do sol. A gente tentou, mas os bares cobram uma fortuna e desistimos. A sorte é que choveu durante o por do sol. Vingança divina? Acho que não.

WAT SAKET OU TEMPLO DA MONTANHA DOURADA

Seg à Dom - 7:30 às 17:30. - 50 bath

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Esse templo tem muita história e peculiaridades. O local onde hoje se localizada o templo Wat Saket foi construído no topo de uma colina artificial. No início do século 19, o rei Rama III ordenou a construção de uma enorme chedi no local. 

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O solo pantanoso de Bangkok não suportou o peso e a estrutura desmoronou. Durante décadas de abandono, os escombros tomaram forma de uma colina natural. São 300 degraus em uma grande espiral. A subida não é tão difícil e existem vários pontos de parada para descansar. Lá de cima, tivemos uma visão de 360 graus de Bangkok. Vale a pena.

OUTROS TEMPLOS

Visitamos também o templo Wat Ratchanatda e passamos rapidamente por Wat Traimi e Wat Benchamabophit. Dos três, recomendaria somente Wat Ratchanatda e Wat Benchamabophit. O primeiro, pois abriga uma estátua de Buda super sagrada e envolta em mistérios e o segundo devido ao seu jardim externo e a sua forma, que é completamente diferente da maioria dos templos de Bangkok.

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Templo Wat Benchamabophit

Khaosan road e Rambuttri Road

Duas das mais populares ruas de Bangkok. Alguns dizem que a Khaosan Road é a mais agitada do que a Rambuttri Road, mas de verdade? Achei ambas muito parecidas. Muitos restaurantes, boates, lojas de massagem, casas de câmbio, música rolando noite a dentro, muita gente indo e vindo. Enfim, é um local a se visitar em Bangkok.

Foi na Khaosan Road que fizemos a nossa primeira massagem tailandesa (prometo colocar o local exato). Foram 30 minutos de massagem nas pernas e posso dizer, descobri partes do meu corpo que não sabia que existiam no processo. A dica é pechinchar o preço. Se estiver acompanhado(a), ainda melhor!

Chinatown
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Passamos rapidamente pela Chinatown em Bangkok, considerada a maior fora da China. A sensação é realmente que estamos mudando de país e entrando em outro. Várias lojinhas de produtos chineses, medicinais, alimentos secos, de tudo! Vale a pena a visita e se tiver tempo, pare em um dos restaurantes de rua para saborear uma comidinha chinesa de qualidade.

Ayutthaya
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Localizada à 80 km de Bangkok, as ruínas mostram somente um pouco do que foi uma das mais cosmopolitas e vibrantes capitais do sudeste asiático. Ela foi a capital do reino de Sião, sendo destruída e saqueada em 1767. Os sinais da destruição causados pela invasão Birmanesa podem ser vistos até hoje, com centenas de estátuas de Buda decapitadas e marcas de fogo por todos os lados.

✅ Dica: A vestimenta apropriada é exigida para entrar em alguns dos templos (diria regra geral para todas as atrações religiosas da cidade). Se não tiver, eles não deixam entrar e não existe aluguel de roupas do lado de fora como no Grand Palace. 

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Se você tiver tempo sobrando em Bangkok, sugiro fortemente uma visita. Fomos de trem (20 bath cada trecho por pessoa) e lá em Ayuttaya, negociamos um tuk tuk, 1100 bath por 5 horas de passeio. Visitamos os seguintes templos: Wat Yai Chai Mongkhon, Wat Maha That (famoso pela cabeça de Buda na árvore, Wat Phra Si Sanphet, Wat Lokkayasutharam (Buda reclinado) e Chai Watthanaram.

Não consegui achar nenhum site confiável com os horários de funcionamento dos templos. O que pude ver nos fóruns por aí é que abrem pela manhã e fecham ao anoitecer, por volta das 17h-18h. 

Onde Comemos

Fomos para Bangkok querendo conhecer 2 restaurantes de rua super famosos: o Thipsamai Phad Thai e o Jay Fai. Os demais foram escolhidos através do TripAdvisor. Segue a lista completa:

  • Thipsamai Phad Thai: Melhor restaurante (na nossa opinião) pra comer Phad Tai em Bangkok. Fomos duas vezes e nas duas, saímos com um sorriso de satisfação estampado no rosto.2018-11-18-01.39.15-1-1024x768.jpg

 

 

  • Jay Fai: Restaurante de comida tradicional tailandesa com 1 estrela no Guia Michelim. Por causa disso, costuma ser cheio e o preço é bem salgado. 
  • Ama (pertinho do templo do Buda reclinado): Restaurante de comida tailandesa com influencias do reggae. Recomendadíssimo.2018-11-18-01.29.34-1-768x1024.jpg

 

  • The Sixth 6th: Se quiser tomar um chá gelado, café ou drinques diversos, esse é lugar. Fica perto do pier de embarque para Wat Arun. É bem pequeno, mas guarda um charme bem interessante
  • Tubtim Bed&Breakfast: localizado na Rambuttri Road, é uma espécie de hostel com restaurante. O local é bem agitado e com preços convidativos. Assistimos à alguns jogos da copa do mundo lá.

Conclusão sobre Bangkok

Bangkok, uma cidade grande, com ar de capital, clima de cidade litorânea e com muita tradição, história, religião, modernidade e caos misturados. Voltaríamos sem nenhuma dúvida, melhor dizendo, voltaremos sem nenhuma dúvida, pois ainda temos muito pra ver e Bangkok será sem dúvida o ponto de chegada da nossa próxima visita à Tailândia.

 

Quer ler mais sobre as nossas viagens? É só acessar o nosso site: www.feriascontadas.com

 

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      Bangkok

      - O aeroporto de Bangkok é enorme, mas o que mais chamou atenção foi a poluição (provavelmente é). Pousamos e decolamos lá 6 vezes e em todas sentimos o "estrondo" do avião passando por ela, também não dava para ver nada lá em baixo
      - Realmente pediram o certificado de vacinação da febre amarela
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      - BKK é lotada de chineses de excursão. Chega a ser engraçado
      - Muuuuuitas motos e um trânsito muito bagunçado
      - Visitamos alguns templos
      - Fizemos massagem (muito boa e barata)

      - Fomos no MBK shopping para jantar e voltamos com uma mala recheada de compras 😅 . Parece um Brás ou Feira Shop (de BH) mais organizado. Bem barato
      - O melhor passeio na cidade e da viagem foi voltando do Grande Palácio. Tentamos achar uma entrada para o rio da cidade, mas estava difícil. Acabamos escolhendo um bequinho qualquer (beco mesmo! sem iluminação, estreito e sujo). Aconteceu o maior serendipity da vida ao chegar no restaurante Eat Sight Story Deck. As fotos falam melhor:

      (queria colocar o vídeo, mas não consegui colocar aqui. para quem quiser ver, está no meu Instagram @faelamart)
      Phnom Penh
       
      - Quase perdemos o vôo porque esquecemos que era internacional e tinha imigração para sair (muito demorada aliás). Além do aeroporto ser muito grande... 
      - Não sabia dizer o nome da cidade e não sei até hoje
      - O visto é feito na horas e foi cerca de 30 dolares. Não precisou de foto e nem perguntas
      - Fomos no museu que fala do triste genocídio cambojano

      - Vimos muitas crianças saindo da escola com seus uniformes lindos
      - É uma cidade pequena em expansão, muitas obras para todos os lados
      - Complicado andar na rua porque tem poucas calçadas

      - O pessoal de lá tem menos $$$ mas mesmo assim são bem mais acolhedores que a vizinha Tailândia
      - Se o trânsito de BKK é doido, aqui as pessoas são. Muitas crianças dirigindo moto, sem capacete e com 2,3,4 pessoas na garupa (!!!)

      - Compramos no dia uma passagem para Siem Reap pelo bookmebus.com
      - Fomos por uma companhia de correios chamada Post VIP Van e durou umas 4 ou 5 horas. Tinham cerca de 12 assentos e tinham 7 pessoas com o motorista. Na estrada vimos muitas pessoas vendendo gasolina na garrafa pet e mato. Na parada para o banheiro *atenção para o banheiro* vimos pela única vez insetos para comer

      Siem Reap
      - Bem mais turistas que a capital - Centrinho gostoso, muitas opções de restaurante

      - Visitamos Angkor Wat por um dia e foi incrível. Segundo ponto alto da viagem (para mim, porque minha mãe detestou ficar vendo "coisa velha"). Atenção de novo para fotos:

      Krabi
      - Foi apenas de passagem para pegar o barco para Phi Phi (compramos pelo hotel no dia mesmo)
      - Essa região é de maioria muçulmana
      Koh Phi Phi
      - A ilha mais famosa do país 
      - Parece bastante com a Vila de Jericoacoara
      - O tempo não ajudou muito e nem o tempo curto. Aproveitamos pouco mas amamos
      - Conversamos muito com o capitão do passeio de barco. Foi um dia maravilhoso pelas ilhas Maya Bay, Bamboo e outras

      Ao Nang
      - Preferimos Phi Phi
      - Fomos apenas em algumas praias
      CONSIDERAÇÕES FINAIS
      Minha mãe se apaixonou pelo sudeste asiático e eu mais ainda. Queremos voltar e recomendo à todos que vão conhecer essa região incrível!!!
      Obrigada por ler meu primeiro relato e que venham os próximos  
       
       
       
       
       
       
       







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    • Por foradatribo
      Já era o quinto dia de acampamento e viagem. Acordei muito cedo, recomendação do Holandês do Mar, para procurar algumas conchas naquela imensidão deserta que é a Praia do Sol. Depois de uma hora de caminhada, Apolo (o deus do Sol) mostra-me o porquê do nome da Praia. Aos poucos as cores vão transitando por vários tons dourados, estarrecedores. Foi de esquecer até as conchas, hshs. Como não tenho espírito holandês, não tinha encontrado muitas mesmo.

      Retornando para o acampamento, e depois de uma pomposa refeição à base de frutas, o dono do camping apareceu, e lá fomos nós pelas areias. A primeira parada do dia foi na Ponta do Gi, uma graciosa elevação no meio da areia, coberta da cascalho e pedras, dá para imaginar um cenários daqueles que nos pintam da superfície de Marte - só que com plantas. Bem no ápice da elevação, fica a Pedra do Frade, uma beldade, completando o cenário extraterreno - parece que foi colocado minuciosamente uma rocha sobre a outra. Infelizmente um ponto negativo daqui fica por conta das pessoas sem juízo que sobem com seus carros e ficam perambulando sobre a paisagem, destruindo a graciosidade dos deuses.


      Na sequência fica a imensa Praia do Gi, deserta com 5 km até o início da Praia do Mar Grosso já na cidade de Laguna. Mar Grosso, não me pareceu muito interessante, sabe aquelas praias meio burguesinhas de São Paulo, tipo Maresias, então bem isso. Um resort à direita da rodovia com passarela e tudo até a praia. Ainda eram 10:00 e fomos direto para o Molhes da Barra onde, inocente, eu, com os vidros do carro baixados entrei feliz da vida. Poseidon me agraciou com suas agradáveis águas que rebentaram no molhes e entraram pelas janelas sem educação nenhuma, kkkkk. No molhes vimos muita gente pescando, era cada robalo; 😍. Muitos pescadores, de todos os lugares do sul. Na ponta um Farol, modesto mas simpático, contudo não ficamos muito à vontade, já que Poseidon insistia com suas graças.

      Fomos até o centro histórico, uma experiência indispensável. Visitamos o Marco de Tordesilhas, o museu de Anita Garibaldi, a Paróquia Santo Antônio do Anjos, A Fonte da Carioca, pena que a Casa de Anita estava fechada para reforma, e o Museu da cidade tinha sofrido um incêndio recente, então não tivemos acesso. Fomos depois ao Morro da Glória de onde podemos ver todo o molhes e boa parte da cidade. Antes de pegar a balsa, passamos na Fonte da Carioca reabastecer as águas e ver o a Casa Pinto D'ulysséia.



      Seguimos até a Balsa, esperamos 5 min e lá se fomos. Após a travessia, pegamos à esquerda e fomos procurar a Praia do Tamborete, uma teteia com se diz aqui no sul. Como Poseidon se desgasta no molhes, o Tamborete tem águas abrigadas e bem calmas, além de transparentes. A areia é limpinha e um morro rochoso faz a graça à direita. Um fato curioso é que em algumas rochas da lateral da praia emitem um 'eco' das ondas e um ruído das águas, acredito que possa ser o motivo do nome da praia. Outro detalhe curioso é uma espécie de oratório, parecendo aqueles dos Jesuítas que vemos nos livros, este fica um pouco antes da Praia do Tamborete.


      Na volta, pegamos mais à direita antes da rodovia, e fomos em busca da Praia do Gravatá. Depois de um bom trecho de vielas, subida acima, as casas acabam. Perguntei a um morador que me instruiu deixar o veículo no seu estacionamento e seguir a pé, não era recomendado deixar o carro no meio da mata, alguns roubos, segundo ele acontecem por ali. Pegamos a mochila e lá fomos nós, após 400 m na rua de paralelepípedos, entramos numa trilha pouco desgastada. Só a trilha já vale o esforço, por entre as colinas, algumas vacas e palmeiras retorcidas que lembram o nordeste do país. Nada mais que 30 min de caminhada, e a deserta Praia do Gravatá se descortina à nossa frente, indescritível, poderia dizer que é a mais incrível que encontrei nas minhas andanças. Na verdade são duas: a Praia do Gravatá e a do Maneloni, separadas apenas por uma elevação - mistura de areia e pedras coberta de grama. Com areias brancas e a água azul que se confunde com o céu.

      Ficamos um bom tempo por ali, antes de seguir. Nossa próxima parada foi a também isolada Praia da Tereza, uma vila com uma 10 casas. A praia não é muito bem conservada, mas conta até com um parquinho para as crianças. Logo em seguida fomos para a Praia do Ypuã, ao menos tentamos, kkkk. É uma extensão de areia enorme, e rapidamente encalhamos. Com algum trabalhos conseguimos desencalhar, e seguimos caminhando conhecer: a praia brevemente, só tinha gringo, e o nosso primeiro Sambaqui, o Sambaqui da Roseta.

      O final do dia já se aproximava, mas como o horário era verão, fomos conhecer a mais charmosa praia que já vi, a Praia da Galheta. Incrível, uma pequena vila, irregular. Casas de vários estilos culturais, sem muros ou cercas, emergindo da areia. Uma sinfonia perfeita com o grande Sambaqui que amortece as ondas. Ao norte do Sambaqui a Praia da Galheta, mas agitada, de areia branca e fina, com água azul carregada de 'carneirinhos' das ondas que quebram muito antes da margem; ao sul a Praia Grande, de areia mais grossa e água muito calma. Dá vontade de dormir ali, não fosse ter deixado o carro 1 km na estrada - depois do Ypuã preferi não me aventurar na areia - e estarmos de partida para o Farol de Santa Marta.

      Sigo com o final da trip no próximo post.
       
       
    • Por Marcos A
      Ko Pha Ngan, ilha de vários estereótipos. O maior deles? Anarquia total e não é por menos. É aqui que acontece a famosa Full Moon Party. Resolvemos visitá-la mesmo assim, só que durante o período calmo. Tentar conhecer o outro lado da "lua", ou melhor, o outro lado de uma ilha paradisíaca e com uma vibe super positiva.
      Nos hospedamos uns 2 km do pier, mais precisamente na praia de Thong Sala. Do pier, fomos andando rumo ao hotel com as mochilas nas costas, passando por lojas, pequenos restaurantes, agências de viagem e oficinas de aluguel de motos e bicicletas. Resistimos a tentação de usar o táxi. Eram muito superfaturados. O que são 2 quilômetros de caminhada, não é mesmo?
      Já no hotel, um senhor inglês de uns 50 anos nos atendeu. Simpático, sem nenhuma formalidade, nos tratou como se fôssemos amigos. Ele nos apresentou o nosso tão esperado bungalow. Era relativamente pequeno, de frente pra praia, com uma varandinha, rede, cadeiras de plástico e uma mesinha de centro com um cinzeiro. Dentro, as paredes eram azuis, de tom bem intenso, e os móveis feitos em bambu.

      A praia em frente ao bungalow não era muito própria para o banho. Pedras e corais se estendiam por centenas de metros mar a dentro. Em alguns momentos do dia, uma faixa de areia surgia invadindo o mar e criando um lugar ideal para ver o nascer do sol entre as montanhas. 
      Todas as manhãs, comprávamos frutas fresquinhas em um supermercado pertinho dali. Levamos as frutas para o bungalow e ali mesmo tomávamos café. O que tem de melhor do que fazer isso de frente para a praia, sozinhos e em total silêncio? Costumávamos acordar tão cedo que tínhamos a praia só pra gente. Na verdade, tínhamos o sol, o mar, a areia, a vista, um ao outro. Era uma experiência privada com a natureza.

      Pra se locomover entre as praias de Ko Pha Ngan (ainda vou escrever um post só sobre elas), resolvemos alugar uma scooter. Focamos nosso roteiro principalmente na parte norte de Ko Pha Ngan, onde ficam as praias mais famosas. Pegamos a estrada que contornava a costa oeste da ilha. Eram subidas e descidas íngremes que exigiam um pouco de potência e bons freios da pequena scooter.

      Na estrada, passávamos por todo o tipo de gente. Dava pra sentir a vibe positiva de cada um, a auto-confiança de cada pessoa que passava por nós. Eram motos e mais motos que iam e viam. Ninguém usava capacete. Alguns fumavam, com seus óculos escuros e cabelos soltos ao vento. Sensação de estar em um daqueles filmes de galãs badass, sabe?
      Terminamos o nosso primeiro dia em Ko Pha Ngan em uma barraquinha de frutas na beira da estrada, longe do nosso hotel. Melhor sensação do mundo. Compramos uma manga, cortadadinha na hora. A vendedora era só sorrisos quando arriscamos agradecer em tailandês:
      — "Khob khun...". E ela só sorria! Não sei se era pela minha pronúncia desajeitada ou pela tentativa de falar alguma coisa. É... Nunca vou saber...
       
      Quer ler mais sobre as nossas viagens? É só acessar o nosso site: www.feriascontadas.com


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