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  1. Ica, 13 de outubro Novamente acordando às 04:40h. Fiquei deitado até às 07:00h quando comecei a me arrumar. Subi para o Café, tirei algumas fotos. A estrutura desse Hostel é muito boa. Tem uma área para refeições... Um salão de jogos e estar E com destaque a esta cozinha que podíamos usar. Isso facilitou bastante a preparação de lanches e pequenas refeições entre um passeio e outro. Como havia saído muito cedo no dia anterior para o passeio à Paracas no dia anterior, nesta manhã seria a primeira vez que provaria o café da manhã do Hostel. E olha, me surpreendi pela qualidade e quantidade de opções! Vitamina de frutas, sucos, pães, bolos, frutas, omelete... Como fui o primeiro hóspede, fui servido muito rapidamente e me alimentei bem. Despedi-me dos colegas e já saí com a intenção de conseguir um transporte barato até o terminal de ônibus, lá na Plaza de Armas. Não demorou muito e, pechinchando como sempre, consegui pegar um tuctuc por 1,50 soles! Tá certo que não era muito longe, mas já consegui poupar uma caminhada de 2 Km pela manhã. Cheguei e despachei a bagagem (sim, lá temos que despachar antecipadamente) e como tinha mais 50 minutos de espera, fui à Plaza de Armas para tirar as últimas fotos de Ica. A catedral de Ica, construção do século XVIII estava fechada desde 2007, quando um terremoto de grande intensidade atingiu a cidade e quase a destruiu. Do conjunto histórico da época colonial, a maior parte está justamente ao redor da Plaza de Armas. Ica é famosa pelo Oásis de Huacachina e também é a terra do Pisco, a bebida símbolo do País. Inclusive tem passeios que podem ser contratados para se visitar as vinícolas da região. De volta ao terminal, aguardei mais alguns minutos até a chegada do ônibus com destino a Nasca. A estrutura é bem acanhada e faltam até cadeiras para sentar na parte inferior. Logo o ônibus chegou e desta vez era um Double Deck. Como vim em um excelente de Lima até aqui, estava na expectativa de pelo menos um mesmo padrão... mas não! Esse não tinha nada do padrão de conforto anterior. Os bancos eram de tecido, não tinha multimídia e nem tomadas USB. Bom, pelo menos a viagem foi bem tranquila. A paisagem pelo caminho alternava-se ora deserto, ora montanha, ora plantações irrigadas... Emoção maior quando atravessamos a região das linhas de Nasca, já chegando na cidade... Sim, são os famosos geóglifos! Mas, do nível do solo não é possível identificar o desenho. Aparentam apenas sulcos desconexos em meio ao deserto. Chegando a Nasca, Ica passou a ser bonita! Sim, a visão desta nova cidade é terrível. Feia, suja e muito pobre. Nem é a sombra da importância que tem como lugar das mais importantes representações e descobertas arqueológicas do mundo... Bom, o mais importante é conseguir logo fechar o voo. Cheguei ao terminal rodoviário que é bem precário. Ainda assim, consegui deixar a mochila maior na empresa gratuitamente. Isso já ajuda bastante. O planejamento foi o de fazer o sobrevoo, andar pela cidade conhecendo o museu, fazer algum passeio próximo e pegar o ônibus noturno para Arequipa. Logo quando saímos do terminal já vem um enxame de pessoas oferecendo passeios pelos mais variados preços EM DÓLAR. Sim, só nesta moeda. Do que eu havia pesquisado e pela qualidade da aeronave, fechei por 90 dólares. Fui para uma van que me levou até o aeroporto, onde paguei uma taxa local e o valor do passeio. Essa atividade turística é que sustenta a região, visto que está no meio de uma planície seca. Antes de embarcar é feita uma pesagem individual e, conforme a quantidade de pessoas, distribuem na aeronave para o balanceamento correto de peso. Fui pela empresa Air Majoro e consegui ficar no assento logo atrás do copiloto, no lado direito. Desta vez o lado não importa, pois o avião faz curvas alternadas para que todos possam ver as linhas. Bem legal isso! Equipado e preparado, partimos rumo aos céus... A paisagem é desértica e até acostumar a visão e achar as figuras, leva um tempinho... Mas o piloto vai falando e faz as curvas deixando a figura na direção da ponta das asas, o que facilita bastante. Para fotografar é bem complicado. Precisa ter uma lente teleobjetiva boa e estabilizada. Caso contrário... é isso que se vê acima! Essas linhas milenares foram feitas pela civilização Nasca, que receberam a influência dos Paracas para a confecção dos geóglifos. O real propósito ainda é desconhecido, mas é uma obra impressionante e curiosa, pois só é possível identificar voando em uma altitude considerável. Durante a construção da rodovia Panamericana, algumas figuras foram cortadas e outras simplesmente destruídas... Hoje são patrimônios protegidos pela UNESCO e também pelo governo peruano, pois, ao final de tudo, são uma fonte importantíssima de recursos externos. O Peru se deu conta dos tesouros arqueológicos que possui e passou a preservá-los para gerar recursos financeiros que também são reinvestidos em pesquisas e preservação. E o trabalho que tem feito com a população, com a conscientização, educação e formação de profissionais capacitados em arqueologia, tem surtido efeitos muito benéficos na preservação desse patrimônio inestimável. Apesar de ser uma região árida, a agricultura tem se desenvolvido graças à irrigação... que, por sua vez, utiliza dos canais subterrâneos milenares construídos pelos Nascas (claro que com algumas implementações tecnológicas). Esses círculos concêntricos na imagem são justamente canais subterrâneos que captam e conduzem água. Bom, passeio concluído, posso dizer que realmente é uma experiência que precisa estar em seu roteiro de viagem, principalmente se, como eu, aprecia e valoriza a história. O sobrevoo durou 40 minutos. De volta ao centro da cidade, fui à Plaza de Armas para conhecer as "atrações". A Plaza de Armas é bem cuidada e no piso estão os desenhos principais encontrados nas Linhas. Tratei de ir até o Museu local, que havia pesquisado ser possuidor de um bom acervo arqueológico. E pelo caminho fui conhecendo melhor a cidade... E confirmando que a primeira impressão estava realmente certa. Muita sujeira e falta de estrutura. Num lugar onde a água é escassa, não é compreensível algo como esse reservatório todo sujo. Essa ponte cruza o leito de um rio seco. Dizem que, às vezes, chega a encher de água. E cheguei ao Museu depois de uma boa caminhada sob o sol... Fechado! Putz... Volto tudo de novo e encontrei um local de informações turísticas. Perguntei sobre os passeios na região mas notei muita precariedade e preços altos. Resolvi ficar pelo centro mesmo e consegui aguardar na agência que me levou ao aeroporto. Pelo menos tive um sofá confortável e um lugar para recarregar as baterias das câmeras. E haja paciência para esperar até à noite... O tempo custosamente passou e às 21h fui ao terminal aguardar o ônibus que, por sua vez, atrasou mais de 30 minutos. Saímos 22:30h de Nasca em direção à Arequipa. O ônibus era pior do que o anterior para um percurso bem maior! E foi assim que terminou mais esse dia de viagem pelo Peru. Acompanhe o vídeo e não deixe de postar os seus comentários e curtir, se lhe tiver sido de alguma utilidade. É isso aí, um grande abraço e não perca o próximo episódio desse jornada! Arequipa, la Ciudad Blanca
  2. Pessoal, no próximo dia 14 de janeiro eu devo estar indo do Rio para Macaé (RJ) para gravar vídeos. Devo ir de ônibus pela 1001 e voltar de avião pela Azul Conecta. A minha hospedagem de uma noite está reservada para o hotel Nolasco, no Centro de Macaé (perto do Mercado de Peixes). Eu preciso estar no aeroporto da cidade às 8h55 do dia 15 de janeiro (segundo recomendações da própria Azul). Agora, eu pergunto: É seguro ir de ônibus do Centro de Macaé (perto da Prefeitura / Mercado de Peixes) até o aeroporto com uma mala G e uma mochila de notebook? Qual ônibus eu tenho que pegar? Demora muito o trajeto? Quanto tempo? De quanto em quanto tempo tem ônibus nessa rota? Os ônibus nesse horário são muito cheios? São muito quentes?
  3. Um lugar de belas praias, águas limpas e com cores fantásticas, distante num voo de apenas 50 minutos da maior cidade do Brasil… Essa é a encantadora Florianópolis, capital de Santa Catarina, região sul do Brasil. É uma ilha, mas também tem uma partezinha no continente, que muita gente esquece, o chamado "Estreito", com uma bela orla que é mais bonita porque dá visão para a Ilha! A ilha de Santa Catarina, carinhosamente chamada de Floripa ou ainda de Ilha da Magia, é um dos destinos turísticos mais procurados no verão, não só pelas suas praias paradisíacas, mas também pelas muitas opções de lazer, gastronomia e cultura. Fundada em 1673, tem cerca de 508 mil habitantes, sendo a 2ª mais populosa do estado (a maior é Joinville, no norte do Estado). Em sua história, já foi chamada de Ilha de Santa Catarina, Nossa Senhora do Desterro, Desterro (que nome horrível!!!) e finalmente Florianópolis, uma triste homenagem ao maior algoz do povo Catarinense, o presidente Floriano Peixoto, que promoveu uma série de fuzilamentos na ilha e, como castigo, teve o seu nome perpetuado justamente nesse lugar. Possui um terreno bem acidentado, com praias espremidas entre o mar e os morros. As mais famosas são: Canasvieiras, principal reduto dos argentinos Jurerê, o point das baladas e festas noturnas Joaquina e Praia mole, o paraíso dos surfistas e Ribeirão da Ilha, guardiã da colonização açoriana. A ilha é ligada ao continente por 3 pontes. As duas de concreto são Pedro Ivo Campos e Colombo Sales. Mas a mais famosa é a terceira delas, a ponte pênsil Hercílio Luz, cartão postal de Santa Catarina. Essa velha senhora tem mais de 94 anos e esteve totalmente fechada por décadas (28 anos), até a sua total reabertura só em março de 2020. Agora pode ser visitada e, nos finais de semana, é totalmente voltada para ciclistas e pedestres, sendo um passeio gratuito e imperdível! Nos dias de maior ventania, a emoção é garantida, pois ela oscila bastante! Além de automóveis e motos, podemos chegar de ônibus, desembarcando no Terminal Rodoviário Rita Maria, logo na entrada da Cidade e bem próximo do terminal urbano. Recebe ônibus de todas as partes do Brasil e também da Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile. Se você vier de ônibus, caminhando poucos metros, já estará no terminal de integração do Centro, o TICEN, de onde partem onibus para literalmente todos os cantos da Ilha e demais terminais. Dá para conferir as opções e horários no próprio google Maps ou no Moovit. Tem um aplicativo próprio também, o Floripa no Ponto, com todas as rotas e terminais. Vale a pena conferir! A outra maneira de chegar à Capital é através do Aeroporto internacional Hercílio Luz, um amplo, moderno e confortável Aeroporto, cujo novo terminal foi inaugurado em outubro de 2019. Na parte externa tem um pequeno mercado da rede Imperatiz com preços razoáveis, dando para comprar um lanchinho mais em conta. Se a fome for grande, dá para encontrar almoço por 30 reais. Não é barato, mas em se tratando de aeroporto, é uma opção a ser considerada. Nesta última vez, almocei e estava muito bom! O aeroporto conta com uma linha de ônibus urbano que facilita bastante a vida do mochileiro (direto para o TICEN ou TIRIO). Um Uber, por exemplo, sai pelo menos uns 30 reais para se chegar ao centro da cidade! E não se preocupe, o transporte público é bem eficiente e seguro. Qualquer que seja a maneira de andar por Floripa, esteja preparado para um dos seus maiores problemas… O trânsito! Ele se agrava ainda mais durante a temporada de verão. Os congestionamentos são frequentes e encontrar estacionamento público na região central e nas praias é uma verdadeira loteria. A maioria dos lugares tem estacionamentos particulares, e cobram na média 20 reais (ou pilas, como eles dizem... 🤭) pelo período. Por isso, sempre quando vou por lá, deixo o carro onde estou hospedado e procuro ir de ônibus para todos os lugares. Assim, não tenho stress com o trânsito infernal e nem perco tempo procurando lugar para estacionar ou correndo dos flanelinhas (sim, tem bastante e enchem o saco). Mas as praias e as paisagens compensam o esforço! São águas bem limpas, mas frias, em comparação ao Nordeste. Fora do verão então… Geladas! As mais quentinhas estão no Norte da Ilha. No quesito gastronomia, não deixe de saborear as ostras, além, é claro, da tradicional sequência de camarão, girando em torno de 100 a 150 reais para duas pessoas. É composta por camarões à milanesa, fritos e "ao bafo" (no vapor), acompanhados por filé de peixe, arroz, feijão, pirão de peixe, farofa, batatas fritas e vinagrete, muito bem servido para 2 até 3 pessoas. O melhor lugar para se provar é na Lagoa da Conceição ou na Costa da Lagoa e esses preços são de lá também. E qual a melhor época para ir à Florianópolis? Certamente é no verão, mas é justamente o período de maior movimento na Ilha… A alta temporada vai de 15 de dezembro ao final de fevereiro e é sinonimo de muita gente, preços altos tanto de hospedagem quanto de alimentação, além de filas e congestionamentos em todos os acessos às praias. De março até abrill, além de garantir uma temperatura agradável e menos chuvas, os preços em geral caem bastante, tornando-se uma ótima opção! Agora em dezembro, aluguei uma casa para 2 pessoas por 110 reais a diária, na Lagoa da Conceição. Qualquer que seja a época escolhida, tem sempre muita coisa legal para se fazer em Floripa! Deixo o vídeo abaixo para ilustrar melhor esse post. Se lhe for útil, peço que deixe os seus comentários e deixe um like para incentivar a postar mais materiais. Vou detalhando os passeios nos próximos! Grande abraço! 🤠👍 https://www.youtube.com/watch?v=JaERxlPHZ_k
  4. Boa tarde Pessoal! Estou indo para Boa vista, mas queria passar uns 5 dias em Manaus, alguém já conseguiu fazer Stopover com as companhias aqui do Brasil? Minha ideia era sair de SP, ficar uns 3 dias em manaus, ir para Boa vista, passar 10 dias, na volta passar mais uns 5 dias em manaus e ai vir para SP, Tayná,
  5. Vou fazer um mochilão em maio e gostaria de saber se alguém que já fez esse tipo de viagem deixou para comprar as passagens de um país para o outro só no destino, optei pelos transportes internos de avião pois o tempo é curto em cada país, então queria saber se da para arriscar comprar a passagem direto no aeroporto ou se é melhor já comprar antes?
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