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Viajei com meu marido para Quito no ínicio de Janeiro/2020. Eu tenho 57 anos e meu marido 60.

Seguem algumas informações sobre a cidade e os passeios que fizemos.

Quito tem cerca de 2 milhões de habitantes, está a 2.850 m de altitude e é cercada de vulcões. Foi construída em cima de fundações de uma antiga cidade Inca. O aeroporto fica cerca de 40 km da cidade. O táxi do aeroporto ao centro da cidade cobra 25 dólares. A moeda local é o dólar americano.

O melhor bairro para se hospedar é o La Mariscal (ficamos lá no Hotel Rio Amazonas), que é um bairro moderno, com ótimos restaurantes e casas noturnas (a balada é nesse bairro, é bem animado}. Tem restaurantes de várias nacionalidades e preços (tem refeições por 5 dólares). Praça Fochi  é o centro do bairro, de onde sai o ônibus turístico e tem os restaurantes mais badalados. Este é o local que tem os melhores restaurantes e preços realmente variados. Os restaurantes equatorianos não me agradaram, pois não como carne vermelha, e não gostei de ver Porquinho da Índia (Cuy) no espeto.

É possível fazer vários passeios com táxi ou transporte público, que por por sinal é muito barato. O preço do ônibus era 25 centavos de dólares (cerca de 1 real) e anda muito. O táxi do bairro La Mariscal até o centro histórico custava de 4 dólares (cerca de 16 reais).

Fiz os seguintes passeios:

* Passeio de ônibus turístico pela cidade (Hop On Hop Off) – Pagamos 15 dólares cada um. Fomos no primeiro dia de viagem para ter uma idéia da cidade e particularmente no Centro Histórico. Nesse passeio é possível ir até um cerro que tem a imagem da Virgem de Panecillo (é muito bonita) e de lá tem um visão muito boa da cidade, inclusive dá pra avistar o Vulcão Cotopáxi.

* Vulcão Cotopaxi (é o 3º mais alto vulcão ativo no mundo) - Preço 50 dólares por pessoa, incluso café da manhã e almoço, passeio de dia inteiro. Há uma caminhada opcional até 4.800 metros do vulcão (cansei um pouco por causa da altitude mas consegui caminhar os 750 metros da trilha).Também existe opção de descer um trecho de bike. Compramos o passeio da SOL VIAJES QUITO (whatsap 593 99 266 9134), que fica pertinho do Hotel Rio Amazonas. O cume do Cotopaxi está a 5.897 metros acima do nível do mar. Usar protetor solar, roupa quente (corta vento), sapatos apropriados pra montanha, luvas, gorros de lã e óculos de sol

* Lagoa Quilotoa – 3.900 metros de altitude. Preço 45 dólares por pessoa, incluoso café da manhã e almoço, passeio de dia inteiro.  A Lagoa Quilotoa se formou dentro da cratera do vulcão. Era possível descer até bem próximo da água (eu não arrisquei) mas a volta é bem cansativa. Havia aluguel de cavalos para a subida (10 dólares). Usar roupa impermeável corta vento (faz muito frio e pode chover)

* Mitad del Mundo – Tem ônibus no Terminal Norte que sai para o Parque Mitad del Mundo. Nesse local tem: Réplicas de casas da época dos Incas, muitos bons restaurantes (dentro e fora do parque), réplica de uma pirâmide inca, Museu da Cerveja, Museu do Chocolate, lojas de artesanato com preços bons e é claro a linha do Equador (tem uma torre para subir que dá uma ótima vista da cidade)

* Teleférico – Funcionamento das 08 às 20 horas. Fomos de táxi de La Mariscal até a base do teleférico ( pagamos 7 dólares). O preço para subir e descer de teleférico era 8,50 dólares. De lá tem uma vista linda da cidade, dá para fazer trilha em direção ao Vulcão Rucu Pechincha. Tem uma lanchonete e tem músicos na área externa. Obs: usar protetor solar.

* Centro Histórico: Considerado Patrimônio Histórico da Humanidade pela Unesco, tem igrejas do século 16 e 17 (Igrejas: Companhia de Jesus, São Francisco e Catedral do Voto Nacional e outras menores). É muito movimentado e o comércio é muito variado, tem muitos ambulantes que vendem de tudo. Andamos muito por lá e não vimos pedintes e nem pessoas mal encaradas, somente pessoas tentando trabalhar vendendo produtos ou algum tipo de serviço (tinha engraxate...). Fomos até lá de táxi (4 dólares de La Mariscal até o centro) e passamos o dia todo andando e visitando as igrejas e museus. Visitamos o Palácio do governo (o Palácio de Carondelet - García Moreno s/n, tel. 2/382-7000) agendamente através do email [email protected], informando nome completo e número de documento de identidade). Me informaram que era proibido levar celular, mas chegando a maioria dos visitantes levou celular  e entrou assim mesmo. No centro histórico tem também a Basílica do Voto Nacional: é linda, grande, inspirada na Notre Dame de Paris. Os sapatos brasileiros são muito queridos por lá (muitas lojas com marcas Picadilly, Azaléia, Bottero, Klin, etc). Vale lembrar que nessa região tem poucos restaurantes e são todos bem simples.

Havia outros passeios conforme abaixo, que não fiz por falta de tempo:

·         Termas de Papallacta, onde dá pra nadar em águas quentes ao lado do Vulcão Antisana (5.750 metros de altitude).

·         Calle Ronda – é uma rua de artesãos que fica no centro histórico. Foi muito recomendada.

·         Vulcão Pululahua – existe uma vila dentro da vulcão ativo.

·         Feira de Otavalo – é uma grande feira de artesanato indígena. Além da feira é possível visitar povoados próximos. Como eu não queria comprar muita coisa, resolvi não ir.

Outras informações:

Segurança:  Nós nos sentimos seguros por lá, mas só ficávamos na rua até 21 horas. Então não sei como é mais tarde.

Povo: A maioria da população tem traços indígenas e são bem baixinhos (com os meus 1,56 m eu me senti alta). Eles eram muito prestativos, quando pedíamos informações eram muito atenciosos, às vezes nos acompanhavam até o local desejado). Não vi pedintes, apenas pessoas pobres. Em La Mariscal havia 2 crianças vendendo bala que eventualmente pediam alguma coisa, mas só isso.

 

 

 

 

 

 

 

 

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@Marina Alice Bassi Meu coração em parte é equatoriano,gostei tanto do país que passei 90 dias em 2015,não fiquei mais para não ficar ilegal,e só fui a meio pais.

Fiquei no centro mesmo,achei essa la Mariscal muito turistão para o meu gosto que,na época era de andar e conhecer,por isso não conheci essa laguna que fica longe de tudo e o vulcão estava fechado por erupção.

Fico feliz que tenha visto tudo funcionando e gostado do país,pois nos dias atuais tenho pena daquele povo tão bom.Guayaquil tem turismo, é mais desenvolvido que Quito,e a saúde era boa no pais,inclusive tive um problema lá,fui prontamente atendido e não cobraram nada,mas mudou o governo,e como em outras partes,a direita acaba com o que é bom e não constrói nada no lugar.

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