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17/12/10 - Visita a Uxmal

A viagem entre Palenque e Mérida leva cerca de 8 horas e tem uma parada em Campeche, onde eu poderia ter parado para visitar Edzná mas não o fiz por falta de informação ao sair de Palenque. Como saí às 21:00, cheguei a Mérida por volta das 05:30 da manhã. Uma curiosidade desta viagem é que encontrei no ônibus um casal brasileiro - acho que foram os únicos brasileiros na viagem toda excetuando-se Cancun e Playa del Carmen -, André e Monique que eram de Santa Catarina. Descobri isso na saída de Palenque de maneira que, ao chegarmos em Mérida, eu dei a idéia de irmos até o albergue Nomadas tentar pelo menos deixar a bagagem lá. Ocorre que como chegamos muito cedo, acho que acabamos por acordar alguém do staff que não deve ter gostado muito disso. O cara que nos recebeu não foi muito simpático e disse que se quiséssemos ficar lá teríamos que aguardar até as 12:30 que era a hora do check-in de quarto e que àquela hora ele não poderia fazer nada. Nesse momento, depois de alguma indecisão entre o que fazer, resolvemos confiar no motorista do táxi que disse que um outro albergue chamado Zócalo (http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Hostel-Zocalo/Merida/10630) não muito longe dalí estaria aberto e nos receberia. Fomos até lá e de fato o cara nos recebeu. Rachamos a corrida do táxi - o motorista deu uma colher de chá de cobrar tudo como uma corrida só - que ficou em torno de MX$ 40,00, um preço tabelado no ponto de táxi da saída do terminal CAME da ADO em Mérida. Depois viria a descobrir que alguns táxis fariam a mesma corrida por entre MX$ 20,00 a 25,00, se fossem táxis comuns (amarelos e com taxímetro). O duro seria achá-los rodando na cidade às 05:30 da manhã.

No albergue, eu paguei acho que uns MX$ 140,00 ou 120,00 por um dormitório com banheiro coletivo enquanto que o casal de Santa Catarina ficou num quarto com banheiro coletivo por MX$ 200,00. Se bem me lembro, seria este também o preço do Nomadas só que, no meu caso, ao invés de banheiro coletivo teria um banheiro no quarto. Não lembro se no Nomadas haveria café da manhã incluso, mas no Zócalo estava incluso na diária e inclusive eles deixaram a gente tomar o café da manhã do primeiro dia que só seria servido às 07:00. Acho que o grande atrativo deste albergue é a localização de frente para a praça central de Mérida (chamada de Zócalo). Quando cheguei lá, o banheiro dos homens estava tendo problemas com o fornecimento de água durante o dia e por isso tinhamos que usar um outro banheiro para tomar banho.

Eu acabei desistindo de tomar café da manhã lá e assim que cheguei e paguei minha diária, pus minhas coisas trancadas no armário que tinha direito, e voltei para o terminal da ADO. Isso por vários motivos. Um motivo é que tinham dois australianos saindo de lá em direção ao terminal e como eles iam de táxi, eu achei por bem ir com os caras rachando a corrida. Outro motivo é que eu sabia que no ônibus que saiu de Palenque às 23:00 haveria gente que eu conhecia disposta a tentar fazer um passeio assim que chegasse. Outro motivo é que há do lado do terminal CAME da ADO em Mérida um outro terminal de ônibus que eles chamam de segunda classe - parecido com um ônibus urbano no Brasil - de onde eu fiquei sabendo que haveria saída para Uxmal às 09:00 da manhã.

Assim, meu plano era pegar este primeiro horário de ônibus para Uxmal eventualmente convidando algum conhecido no ônibus que chegaria de Palenque e passar o dia em Uxmal. E assim foi, pois chegando no terminal encontrei uma belga que tinha feito o passeio das cachoeiras comigo no dia anterior e, junto com ela, cruzamos a rua e compramos a passagem para Uxmal no terminal TAME de segunda classe . O preço é de MX$ 46,00 e eu comprei ida e volta (total MX$ 92,00) sendo que o bilhete de volta é aberto, ou seja, vale para qualquer horário de volta. Para quem não quiser fazer este esquema de ir sozinho a Uxmal, existem tours também que te levam ao sítio de Uxmal e depois a um outro sítio chamado Kabah que é bem próximo. Eu acabei não indo a Kabah por não encontrar transporte de Uxmal a Kabah e também por medo de perder o ônibus de volta a Mérida. Passei o dia em Uxmal e depois de almoçar em um restaurante alí dentro do sítio - MX$ 75,00 em um prato com arroz, frango, salada e pão -, voltei a Mérida pegando o ônibus na estrada. Se não me engano, são três horários do ônibus de volta: 13:30, 15:30 e 17:15 sendo que este último em geral vai muito cheio com boa probabilidade de não se conseguir assento livre. Eu voltei no ônibus de 15:30 que na verdade passou alí às 16:00. A viagem entre Mérida e Uxmal é de cerca de 1:00 a 1:30 hs dependendo que quantas paradas o ônibus faz para as pessoas subirem ou descerem.

As ruínas de Uxmal são tão grandiosas quanto as de Palenque. A única coisa que falta a Uxmal para ficar no mesmo nível é um museu igual ao de Palenque. Os preços de guias são tabelados e mostrados na entrada e tão caros quanto os de Palenque, de MX$ 450,00 a MX$ 600,00 dependendo da língua em que o cara pedir as explicações. Cheguei por volta das 10:30 no parque e comprei a entrada de MX$ 51,00 para a zona arqueológica e mais MX$ 12,00 para deixar uma mochila que tinha na entrada - não permitiram que eu entrasse com ela. Eu devo ter ficado passeando ali por coisa de umas 3:00 a 3:30 hs que foi o tempo de ser ver tudo com calma e subir na grande pirâmide e visitar todos os templos, tirar fotos, etc. Em um tour comum, que me levasse a kabah, eu só teria 2:30 livre de passeio antes de ter que sair do parque. Uxmal é um sítio muito recomendável para quem quiser fazer a ruta maya e se interessa em sítios arqueológicos.

Finalizando os gastos do dia, já de volta a Mérida, eu ainda comprei um sanduiche de presunto e queijo, suco, água e biscoitos numa loja da OXXO próxima ao albergue por coisa como uns MX$ 45,00 e mais MX$ 12,00 por entrar na internet e ver informações para o dia seguinte. À noite, cheguei a passear um pouco em volta do Zócalo e ver a movimentação de pessoas. Mérida me parece ser dentre as cidades que visitei, a cidade mexicana com mais opções do que se fazer à noite, excluindo a zona hoteleira de Cancun.

 

18/12/10 - Visita a Mayapán

Antes de chegar a Mérida, eu sabia que próximo a esta cidade, haviam vários sítios mayas, mas não tinha muito ideia da importância de cada um. Sabia que Uxmal era o mais famoso, mas pouco sabia em relação aos demais. Já próximo do fim de minha viagem, eu planejei voltar a Cancun e passar o último dia lá descansando e não fazendo nada muito radical. Depois de ir a Uxmal, me restava mais um dia em Mérida onde eu teria algumas opções como visitar a cidade, fazer um tour por alguns sítios arqueológicos da chamada ruta PUUC, escolher algum sítio aleatóriamente para ir ou até viajar este dia em direção a Valladolid. Havia uma opção também de um passeio ecológico em Celestún onde muitos vão ver um lago com flamingos e fazer um passeio de lancha. À principio, pensei em fazer a tal ruta PUUC, mas logo descobri que as agências de turismo não a estavam disponibilizando mais. A ideia de ir a Valladolid era boa, mas eu queria também conhecer um pouco da cidade e por isso, resolvi tentar um sítio arqueológico qualquer e depois de visitá-lo, andar um pouco pela cidade até o fim da tarde quando pegaria um ônibus ou em direção a Cancun ou passar um dia em Valladolid antes de chegar a Cancun. Pela internet, descobri que haviam dois sítios próximos com alguma facilidade de transporte: Dzibilchaltún e Mayapán. Acabei optando por mayapán. Hoje creio que daria para fazer os dois no mesmo dia e ainda sobraria tempo. Só que este dia eu acabei passando mal por volta da hora do almoço, o que me fez mudar de planos e ter praticamente apoveitar só metade do dia.

Para ir a Mayapán, eu tinha que ir até um terminal de ônibus de segunda classe chamado noreste e lá tomar um ônibus até Telchalquillo, onde me orientaram a descer e caminhar mais uns 3 Km até a entrada do sítio de Mayapán. Na verdade não precisei fazer isso, pois falei com o motorista do ônibus e ele me deixou no ponto da estrada em que fica a entrada do sítio, de fato a uns 3 Km de onde ele parou em Telchalquillo. A passagem é barata. Paguei MX$ 15,00 na ida e MX$ 20,00 na volta por pegar um ônibus melhor. Chegando a Mayapán, a entrada também é mais barata, coisa de uns MX$ 35,00 enquanto na maioria dos outros sítios seria MX$ 51,00. Eu cheguei cedo e devo ter tomado o ônibus das 07:45 de modo que cheguei a Mayapán próximo das 09:30. Como é um sítio pequeno, 1:20 hs é mais que o suficiente para você ver tudo com calma e em detalhes.

Muito pouca gente vai até lá. Eu mesmo neste dia só fui ver outro turista chegando no parque quando eu já estava quase saindo. Nele há várias répicas de templos e monumentos encontrados em Chichen Itzá como a pirâmide principal e o observatório. O sol estava de rachar este dia. Há também umas duas casinhas com pinturas um pouco gastas pois só estão protegidas da chuva por um teto de palha. Depois de ver tudo ainda era cedo - menos de 11:00 da manhã - então decidi voltar ao albergue para de lá dar uma volta na cidade. Poderia até pensar em ir a Dzibilchaltún também, mas a esta altura achava que mais interessante seria ver a cidade pois já tinha vísto muitos templos mayas.

Ao contrário do dia anterior, quando saí do albergue sem tomar café da manhã, neste dia eu tomei café da manhã lá e, não sei se por causa disso, acabei passando mal enquanto voltava de Mayapán para Mérida. A princípio, não teve nada demais no café da manhã que era basicamente suco de laranja, leite, sucrilhos e banana. O fato é que eu vomitei ao voltar ao albergue e me vendo mal e cansado, vi que não iria conseguir fazer nada de produtivo durante a tarde. Cheguei a pensar em um instante em pegar um ônibus e viajar do jeito que estava, mas logo desisti desta ideia. Acabei pagando mais uma diária no albergue e dormi praticamente das 15:00 deste dia até às 06:30 do diga seguinte com apenas uma pausa por volta das 17:30 quando depois de passar mal e vomitar de novo, fui tomar banho. Um péssimo dia. ::putz::::grr:: Neste dia, além de perder mais da metade dele sem fazer nada e atrasar minha saída de Mérida, ainda perdi uns MX$ 100,00 em comida por tentar - e não conseguir - almoçar e por ter comprado um hamburguer que não viria a comer também. Paciência, este teve que ser um dia de descanso forçado por não estar em condições de fazer nada. Ainda paguei mico no albergue ao sujar o banheiro dos homens que estava sem água durante o dia.

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19/12/10 - Saída a Playa del Carmen, visita a Cozumel.

O fato de ter ficado dormindo a tarde e noite inteira do dia anterior acabou me fazendo bem. Embora ainda não 100%, acordei bem melhor e pronto para seguir viagem. Voltei a comer o café da manhã do albergue, dessa vez trocando a banana por pão. Como meus planos de ter saido no dia anterior tiverma que ser mudados, eu refiz a programação para, ao invés de ir a Cancun, ir para Playa del Carmen e de lá pegar o ônibus direto para o aeroporto de Cancun de onde sairia meu voo para o Panamá e depois para o Brasil. Desisti de tentar visitar Valladolid e EkBalam seja por já ter visto muitos sítios mayas, seja por estar mais longe de Cancun e não ter ônibus direto ao aeroporto, ou por achar que se fosse lá iria ter um dia mais desgastante do que se ficasse em Playa del Carmen à beira da praia. Além disso, no começo da viagem quando estava no albergue em Cancun, falei com uma mexicana sobre o que fazer nessa região do país e ela disse que uma coisa que eu não poderia perder era visitar Cozumel.

Assim sendo, depois de comer um pouco do café da manhã no albergue, eu fui em direção ao terminal CAME da ADO em Mérida e lá comprei minha passagem para Playa del Carmen por MX$ 300,00 para às 07:40. Ainda gastei mais MX$ 25,00 de corrida de táxi até o terminal. A viagem dura em torno de 5 horas. Por volta das 13:30, estava chegando em Playa del Carmen e uns 5 minutos antes de o ônibus parar no terminal da ADO, eu vi um albergue chamado Playa (http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Youth-Hostel-Playa/Playa-del-Carmen/3110/reviews) do qual já tinha alguma referência de preço. Como era bem próximo, peguei minhas coisas ao descer do ônibus e fui andando até lá, chegando em 10 minutos ao local. É um albergue bem simples. Eu devo ter pago uns MX$ 160,00 por um dormitório com banheiro coletivo e sem direito a café da manhã. O chuveiro deles é bom. O que eu não gostei foi que ao fazer o check-in, eles ficam com seu passaporte e só o devolvem no check-out. Ainda bem que não precisei dele para nada no período que estive lá. Fora isso, acho que é um bom lugar para se ficar.

Depois de deixar minhas coisas no albergue, sai para almoçar. Em Playa del Carmen, tudo é caro pois é um lugar típico em que as pessoas veem o turista como alguém que tem muito dinheiro e vai sempre gastar de um jeito ou de outro. Consegui almoção em um restaurante mais próximo do albergue por uns MX$ 50,00 num prato que era arroz, feijão, salada, um pedaço de frango e tortilhas. Põe na conta aí mais uns MX$ 7,00 de um suco chamado de jamaica (nome de uma flor). Com o estômago reabastecido e me sentindo bem melhor, comecei a andar pela praia e encontrei o cais de onde saem as lanchas para Cozumel. O preço da lancha era de MX$ 140,00 cada trecho, ida ou volta. Paguei MX$ 280,00 pelos dois. Eu devo ter saído às 15:30 de Playa e chegado um pouco depois das 16:00 em Cozumel. Como a última saida era as 19:30 não teria mais que 3 horas para fazer alguma coisa. Os preços de snorkel ou de um tour de táxi pela ilha eram muito caros e a esta altura eu ão tinha muita grana em carteira. Acabei apenas caminhando um pouco pela orla de Cozumel e depois visitei um pouco do centro próximo ao casi quando já estava escuro. Acho que a ilha é um lugar que vale a pena ir se você gosta de snorkel e se você tiver grana para gastar também. Como praia, Playa del Carmen me pareceu mais convidativo que Cozumel. Cada um tem seu gosto também, né !?

Terminei o dia indo a um WalMart próximo do albergue apra comprar alguma coisa para comer à noite, no cafe da manhã do dia seguinte e também uma garrafinha de tequila que eu levei de recordação. No total, deve ter dado em torno de MX$ 90,00 ou 100,00. Ainda vi no albergue um filme chamado Amores perros que alguém pôs no DVD da sala. Interessante é que, pelo que eu entendi, o DVD não era de ninguém e nem algugado, mas do próprio albergue.

 

20/12/10 - Volta ao Brasil (chegada em 21/12/10)

Este dia foi um dos dias mais tranquilos que tive na viagem inteira, quase que um dia só de descanso. Acordei por volta das 7 da manhã e depois de tomar meu café, caminhei pela orla de Playa del Carmen por cerca de 2:30 horas. Como Playa dela Carmen não é muito grande, eu acabei não só vendo toda a orla de uma ponta a outra, como ainda tive tempo de ver algumas avenidas mais para dentro onde várias lojas ofereciam artigos para turista, como sombreros mexicanos por exemplo. Entre 10:00 e 10:30, eu retornei ao albergue para tomar banho e arrumar minhas coisas.

Meu voo de volta, saía às 16:00 do aeroporto de Cancun. Sabia que as saídas do ônibus para o aeroporto eram a cada 40 minutos, havendo um às 12:40 que era o que eu pretendia pegar. O preço é de MX$ 110,00. No terminal da ADO de Playa, eles aceitam dólares e até fazem uma taxa de câmbio bem vantajosa de US$ 1 = MX$ 12,00 na compra da passagem. Como eu ainda tinha uns pesos, paguei em moeda local. Almocei no mesmo lugar do dia anterior um prato parecido que deve ter saido o mesmo preço. Ainda sobraram uns MX$ 60,00 que eu gastei com algumas recordações compradas no aeroporto e um sorvete no terminal de ônibus.

O voo de volta da Copa foi uma reprise da ida. O mesmo sanduiche que serviram na ida eu tive na volta entre Cancun e Ciudad Panamá. Entre Ciudad Panamá e Rio de janeiro eu tentei dormir e por isso acabei não comendo nada. Quase que eu compro alguma coisa no freeshop do aeroporto de Tocumén no Panamá, mas meu voo chegou de Cancun com 30 minutos de atraso e depois de correr para o portão onde sairia o outro voo e ver que ele também atrasaria, as lojas já tinham todas fechado.

 

Uma última tentativa de contabilidade...

 

Gente, o relato é isso aí. Em termos de transportes, eu devo ter gasto um total de R$ 653,00 somando tudo (MX$ 2599,00 + BZ$ 27,00 + GT$ 270,00 + US$ 97,00) entre despesas de ônibus e táxi do que eu consegui me lembrar. Em tours, gastei em torno de R$ 496,00 somando o que me lembrei (MX$ 1407,00 + BZ$ 90,00 + GT$ 355,00 + US$ 69,00). Em diárias, eu devo ter gasto aproximadamente uns R$ 461,00 de acordo com a soma que eu fiz (MX$ 1020,00 + BZ$ 80,00 + GT$ 363,00 + US$ 86,12). A taxa de câmbio que eu usei para estas contas foi a equivalência US$ 1,00 = R$ 1,78 = MX$ 11,70 = GT$ 7,87 = BZ$ 2,03. Quem quiser mais informações sobre a ruta maya, poste aqui sua dúvida que eu tento responder com o que eu me lembrar.

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ótimas dicas!! ja estive na cidade do méxico e teotihuacan, mas quero muito conhecer a peninsula de yucatan. será que em 15 dias fica muito corrido? se entendi bem o total de gastos (com passagens, hospedagem, passeios...) foram uns R$4.500?

poderia incluir umas fotos!!

valeu

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As fotos eu vou por assim que tiver organizado elas aqui no mochileiros.

Por enquanto, algumas estão no flickr em http://www.flickr.com/photos/[email protected]/sets/. Vou deixar aqui um dos álbuns disponíveis também.

 

[[email protected]]72157625984651738[/flickrslideshow]

 

Você está certo, foi +- R$ 4500,00 de gastos totais, só que percorrendo vários países. Acho que em 15 dias dá para você fazer uma boa viagem pela região, só não vai conseguir ver todos os pontinhos azuis e amarelos do mapa. É uma questão de saber priorizar. E também do que você quer ver. No relato, eu dou uma idéia do que seria um roteiro com os principais sítios mayas. Se ficar só em Yucatán mesmo (estado mexicano), 15 dias é mais que tempo de ver tudo.

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Você fala em que termos ? De segurança ? De burocracia de conseguir passar ?

Eu não tive grandes problemas nem com um, nem com outro. Para cruzar a fronteira com Belize, eu tive que parar um dia em Chetumal para conseguir um visto no consulado de Belize nesta cidade (custo de US$ 60,00). A entrada na Guatemala também não teve muito stress. Quando cruzei a fronteira com El Salvador, eu vi que a polícia investiga o bagageiro do ônibus e logo depois de você cruzar a fronteira, já tem um outro posto de verificação uns 15 minutos mais para frente. Aliás, El Salvador parece ser um lugar onde a polícia está sempre presente.

Quando voltei para o México, a passagem foi um pouco demorada tanto pelo atendimento na fronteira, quanto pela procissão da virgem de guadalupe que passou naquele momento. Existe checagem de bagagem também. Mas não tive grandes problemas. Acho que o stress maior de fronteira no México é a fronteira norte. A sul pode ter seus problemas mas não chega aos pés do que acontece no norte.

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  • 1 mês depois...

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