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5 Coisas para Saber sobre Hong Kong: Explorando a Pérola do Oriente


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Lar de alguns dos mais incríveis horizontes, portos fascinantes e belas atrações turísticas. Hong Kong, também conhecida como “a Pérola do Oriente”, é nada menos que um espetáculo urbano. Este centro corporativo global também é um lugar onde arquitetura, história e uma ampla gama de culturas se encontram e se misturam, proporcionando a melhor experiência de viagem.

Hong Kong está localizado no sudeste da China, em uma ilha. Dona de uma densidade demográfica altíssima e um número surpreendente de arranha-céus espalhados pelos centros urbanos.

Conhecida por misturar a cultura oriental tradicional com a modernidade ocidental, Hong Kong esteve sob o domínio da Inglaterra há mais de 156 anos. Após o fim da colonização, Hong Kong transformou-se em uma região administrativa especial chinesa e se consolidou como um dos principais centros econômicos e financeiros do Oriente.

Embora Hong Kong não seja independente da China, ela funciona com seu próprio sistema e poderia ser chamada de cidade-estado. Dona de seu próprio governo, moeda – o dólar de Hong Kong, leis e duas línguas oficiais, inglês e chinês.

Embora muitos países ainda não tenham permissão para viajar devido à pandemia do coronavírus, para aqueles de nós que desejam viajar novamente, ainda podemos fazer nossos planos de viagem pós-pandemia para quando tivermos tudo pronto para viajar pelo mundo. 

Se você está pensando em adicionar Hong Kong à sua lista de desejos pós-pandemia, aqui estão cinco coisas que você precisa saber sobre esta cidade agitada.

 

Continue lendo em: 5 Coisas para Saber sobre Hong Kong: Explorando a Pérola do Oriente

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    • Por Fora da Zona de Conforto
      Durante o tempo que passamos na China, eu e a Nikki conhecemos muitos expatriados e imigrantes. A maioria dessas pessoas trabalhavam como professores de línguas estrangeiras, e precisavam de um visto de trabalho para lecionar e morar no país.
      Conhecendo muitos expatriados, sendo eu um deles, sei que os primeiros passos para conseguir o seu visto de trabalho podem ser um tanto assustadores – especialmente em um local como a China que tem um dos idiomas mais difíceis do mundo!
      Pensando nisso, aqui está esse guia com um passo a passo das primeiras coisas que você deve pesquisar e providenciar para obter o seu visto de trabalho chinês.
      Os estrangeiros que trabalham na China e são pagos por seu trabalho devem obter uma autorização de trabalho e uma autorização de residência do tipo trabalho (juntos chamados de “visto de trabalho”) antes de poderem ser legalmente empregados no país.
      Estrangeiros com visto de trabalho podem viajar entre a China e o exterior várias vezes durante o período de validade, sem a necessidade de um visto separado.
      A primeira autorização de trabalho ou residência de um estrangeiro é geralmente válida por 12 meses e pode ser prorrogada após o vencimento. Lembre-se de que antes de solicitar a autorização de trabalho, você precisa ter um diploma e uma verificação de antecedentes autenticados pelo consulado chinês.
       
      Continue lendo em: Como Solicitar um Visto de Trabalho Chinês p/ Estrangeiros – Passo a passo
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Não há lugar melhor para cultura, história, beleza e uma atmosfera vibrante do que Amsterdã! Como a capital da Holanda, Amsterdã é a cidade mais popular do país e até mesmo uma das cidades mais populares da Europa. 
      Quase todos os itinerários de viagem europeus incluem uma visita a Amsterdã e saber o que esperar antes da chegada é fundamental.
      Amsterdã é uma cidade conhecida por muitas coisas diferentes. Ela ganhou a reputação de uma das cidades mais sombrias da Europa devido à legalização da maconha e da prostituição. No entanto, este aspecto de Amsterdã é apenas uma fração do que você experimentará ao visitá-la.
      É claro que há muitas pessoas que nos visitam com a intenção de festejar e participar de algumas dessas atividades, mas também há um clima muito moderno e descolado em Amsterdã que é incrível de se experimentar.
      Uma das coisas que a maioria das pessoas diz depois de visitar Amsterdã é: “Eu poderia realmente morar aqui”. A cidade tem um clima super bem-vindo e ocidental que a torna muito acolhedora e fácil de se sentir confortável.
      Há muito para saber sobre Amsterdã e esta lista das 15 coisas mais importantes que você deve saber ao visitar Amsterdã o colocará por dentro antes de sua viagem.
       
      Continue lendo: 15 Coisas para Saber Antes de Visitar Amsterdã
    • Por Fora da Zona de Conforto
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      Motivo: A imagem não é de autoria do autor do tópico e foi publicada sem os devidos créditos, violando assim os Termos  do Serviço e a Política de Privacidade do Mochileiros.com
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      Quer você seja um novato em viagens ou tenha feito isso a vida toda, existem alguns passos essenciais para garantir que sua viagem seja o mais tranquila possível. Embora viajar possa ser uma experiência maravilhosa, ela pode facilmente se tornar estressante se as coisas não estiverem saindo como o esperado.
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    • Por arielbrothers
      Depois de muitos pedidos e muita procrastinação, eu e minha esposa resolvemos começar a publicar os relatos das nossas viagens. Para isso criamos um blog num formato meio que de diário, contando o dia-a-dia das nossas viagens pelo mundo sempre só com uma mochila nas costas e pouca grana.
      Para quem quiser acessar nosso blog, vai aqui o link: http://arielbrothers.wixsite.com/osmochilinhas
      De qualquer forma, pretendemos publicar nossas histórias aqui também no site dos mochileiros, site este que sempre nos ajudou nos nossos planejamentos. Dessa forma, queremos dar também nossa retribuição para ajudar outros viajantes e incentivar as pessoas a viajar, mostrando que é possível sim conhecer outros países gastando pouco e até menos do que gastaríamos se ficássemos este mesmo período no Brasil.
      Nosso primeiro relato é de uma viagem que fizemos de 35 dias pelo sudeste asiático, nossa primeira viagem para fora do continente. A viagem foi em 2016, sendo assim, há muitas informações que devem ser atualizadas por quem quiser se inspirar em nosso roteiro. Ainda estamos em processo de montagem do blog, por isso, vamos ir postando aos poucos o nosso itinerário, inclusive, no fim de cada cidade/país, pretendo fazer um resumão com mapas e dicas mais práticas dos locais e meios de transporte utilizados.
      SUDESTE ASIÁTICO 1º Dia - Chegando em Bangkok (04/11/2016)
       
      Chegamos em Bangkok por volta das 3h da tarde. Entre imigração, banheiro e trocar um pouco de dinheiro no aeroporto, fomos sair de lá umas 16h30. Aqui já vai uma dica: Antes de passar na imigração é necessário preencher uma outra ficha que não a de imigração e passar no "Health Control" para apresentar a carteira de vacinação contra a febre amarela. No dia que chegamos tinha uma filinha ali, principalmente porque tinha um suíço que não sabia falar inglês (e muito menos tailandês), e a tiazinha no guichê tentava achar alguém que falasse a língua dele para ajudar enquanto gritava para o mesmo: "complete! complete!". O aeroporto Suvarnabhumi é imenso e lindo, todo coberto com uma cobertura (dã) abobadada que lembra muito o Estádio Beira-Rio aqui em Porto Alegre.
        Aeroporto Suvarnabhumi, o principal aeroporto de Bangkok e um dos maiores da Ásia Fomos para o hostel de metrô, é claro, a forma mais barata de sair do aeroporto rumo a cidade. Depois de uma baldeação, chegamos a estação Hua Lamphong por voltas das 17h. Estação esta que dá de frente para a Estação de trens de mesmo nome: Hua Lamphong, a principal estação de Bangkok e onde depois pegaríamos nosso trem em direção à Ayutthaya e Chiang Mai.
      Primeira coisa a fazer, passamos no prédio em frente a estação retirar nossos tíquetes de trem de Ayutthaya para Chiang Mai, comprados com antecedência junto a uma agência de turismo pela internet por garantia devido à época que estávamos visitando, o Festival das Lanternas de Chiang Mai. Depois, antes de seguirmos para nosso hostel, a Juju estava morrendo de fome, por isso fomos logo provar nossa primeira comida de rua na Tailândia. Na primeira venda que enxergamos, ao lado da saída da estação de metrô, pedimos para uma tiazinha, com a ajuda de outra que estava na fila que falava inglês, o mesmo que um outro casal estava comendo (já que não tínhamos ideia do que a tia servia ou o nome das comidas). Para nossa surpresa era uma sopa que mais tarde descobriríamos ser o famoso Tom Yum (muito bom por sinal). A tiazinha nos cobrou ali, aleatoriamente 50 baths (o equivalente a 5 reais), ainda disse que o normal era 40 mas que o nosso era "especial" (será?), por isso mais caro. Desde cedo então descobrimos a gentileza e o carisma dos tailandeses, tanto da tia vendendo o lanche, quanto a tia da fila que nos ajudou, quanto aos demais na mesa improvisada que perguntaram se estávamos gostando da comida, todos muito simpáticos! Ainda improvisei um aroi (gostoso em tailandês) para responde-los, o que os desarmou ainda mais conosco.
      Devidamente alimentados, seguimos para o hostel, a pouco mais de 800 metros dali, costeando um afluente do rio Chao Phraya, o principal rio que cruza a cidade e que é utilizado pela população entre outros, como meio de locomoção. No caminho diversos templos budistas muito bonitos, tuk-tuks e 7elevens (para quem não sabe, 7eleven é uma franquia de lojas de conveniências muito presente mundo afora, sendo que a Tailândia e o Japão são os países que mais possuem lojas desta franquia).
        Espalhados pelas ruas há vários cartazes informando como se deve respeitar o budismo e a figura do Buda. Acha que os turistas respeitam isso? Chegamos no hostel Oldtown e de cara seria um dos melhores hostels, se não o melhor, que ficamos em toda a viagem pela Ásia. Quartos limpos, camas extremamente confortáveis, área comum enorme com jogos, geladeiras, banheiros gigantes também, entrada nos andares com cartão, tudo perfeito, e ainda por cima, pelo preço de 12 reais por pessoa por dia (hoje deve estar mais caro), um dos mais baratos que já ficamos.
        Quarto de 8 pessoas do Oldtown hostel Nos acomodamos num quarto com 8 pessoas e, como sempre, com a adrenalina a mil por recém chegar num lugar diferente, já saímos pela rua para explorar, sem dar a mínima para as mais de 30 horas de voo nas costas ou para o fuso-horário (o que se revelaria uma tremenda burrice mais tarde...).
      Saímos já a noite, em direção a China Town de Bangkok, que fica pertinho do hostel. Aliás, a escolha do mesmo foi justamente por isso. Além de estar perto da estação de trem, onde teríamos que pegar o trem dias depois cedo da manhã, a noite na China Town é uma das melhores da cidade, menos turística que a famosa Khao San Road. Além disso o hostel fica praticamente do lado de uma estação de barco, o que permitiria também ir facilmente (e barato) até o bairro antigo da cidade, onde fica o Grand Palace e o Wat Pho, principais atrações da Tailândia.
      No caminho para a China Town, entramos pela primeira vez num 7 eleven, e foi nosso primeiro choque econômico da viagem. Tudo muito barato! Protetor solar, shampoo, água, comidas, salgadinhos, cervejas... um absurdo! Se já estávamos animados com tudo que vivenciávamos até o momento, ficamos mais ainda. Compramos nossa primeira cerveja Singha (a melhor de todas junto com a Chang) e seguimos, passando pelo  arco chinês e adentrando a rua Yaowarat, a principal da China Town.



      Salgadinhos exóticos e baratos do 7eleven; Cerveja Singha, a melhor da Tailândia, Arco Chinês que dá acesso à China Town.
      Com aquela adrenalina e vontade de desbravar já mencionada, seguimos através das ruas lotadas de barraquinhas de rua e gente, letreiros chineses em neon e enfeites bem característicos de uma China Town. Paramos então para comer o que mais de exótico achássemos e pedimos um espetinho de polvo, o qual foi servido mergulhado numa sacola com um tempero que nós né, tipo: "estou na Tailândia quero provar tudo" pedimos para incluir. Não preciso dizer que aquele tempero era apimentado que é um diabo, e nos fez sofrer para comer aquilo ali (mas comemos tudo!).



      Saboreando um espetinho de polvo de nome impronunciável, conforme se vê no cartaz
      Demos mais uma volta pela rua e fomos parados por um grupo de adolescentes que, ou queriam treinar seu inglês, ou estavam fazendo um trabalho para o colégio, pois fizeram umas perguntas para nós sobre o que achávamos da Tailândia e anotavam as respostas num caderno. Muito simpáticos também (como todos tailandeses que conhecemos). Depois entramos num restaurante/lancheria e pedimos mais uma comida exótica, uma massa tipo yakissoba com bolinhos de frutos do mar, porém essa, mais apimentada ainda que a comida anterior, não conseguimos comer toda.
      Fomos conhecer então as ruas transversais, que também possuem um comércio vasto. Numa delas, vimos uma grande (e estranha) movimentação próxima de um caminhão que descarregava alguma coisa para algumas lojas. Fomos conferir e era um caminhão vendendo calçados muito baratos! A Juju achou uma pantufa do Totoro que custava algo em torno de 90 baths se não me engano (9 reais) e comprou-se então o primeiro souvenir da viagem.
        China Town de Bangkok Antes de voltar para o hostel, ainda ficamos ali observando mais um pouco a vida noturna da região e tivemos mais um choque cultural (que se tornaria natural ao decorrer da viagem). Descobrimos que as louças das barraquinhas de rua não são descartáveis, são todos lavados em uns baldes de higiene duvidosa, sem água corrente. Além disso, descobrimos a convivência pacífica entre os vendedores de rua e os ratos (que pareciam gatos de tão grandes). Um dos vendedores inclusive observava um rato se mexer perto dele e ria. Descobriríamos mais tarde que o Brasil é um dos países "mais higiênicos" do mundo.
      Já de volta ao hostel, esperando a Juju tomar banho, acabei conhecendo na área comum um canadense que estava no nosso quarto e que queria se enturmar a qualquer preço. Me contou que estava nas praias, curtindo muito: "So much party" (frase que depois virou um meme interno) mas teve que vir para a capital para tomar remédios anti rábica por um mês pois levou uma mordida de um macaco na Monkey Island (imagino como deve ter importunado o bichinho). Depois ele tentou puxar papo com um russo que também estava no nosso quarto (o que não deu muito certo), e depois saiu tentando conversar com qualquer coisa que esbarrasse no seu caminho.
      Depois que a Juju voltou para o quarto é que paguei o preço de não ter respeitado o tal de "Jet Lag". Vomitei as tripas, dentro do quarto mesmo, inclusive pingando um pouco nas coisas de um suíço que estava no beliche ao lado (por sorte não tinha ninguém no quarto naquele momento). A Juju rapidamente pegou um pano num armário que tinha no corredor e limpou tudo, mas continuei vomitando até altas horas da madrugada. Com enjoo, dor de cabeça e náuseas, comecei a tomar tudo que é remédio: Dramim, plasil, paracetamol, etc. Enquanto a Juju tranquilona, ficou mais um tempinho lá na área comum apreciando umas Singhas. Continuei vomitando até que consegui dormir, porém no meio da madrugada acordei com uma dor insuportável na barriga, tentei dormir de novo mas não conseguia, até que resolvi tomar um remédio para gases e fui no banheiro onde fiquei por algumas horas, até que, enfim, aliviou as dores e consegui dormir. Fica a lição, respeitar o corpo e não comer nada pesado nem se agitar muito recém chegando depois de 30 horas de voo num fuso horário de 10 horas de diferença.
       
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