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macrjunior

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  1. Olá a todos, Estou na Sardenha e gostaria de alertá-los sobre o navio que faz a ligação entre as cidades de Santa Teresa di Gallura (Sardenha) e Bonifacio (Córsega): a princípio, há saídas diárias das duas empresas que operam o trecho, mas dependendo das condições climáticas (sobretudo do mar), a travessia (que dura aproximadamente 1 hora) é cancelada. Para quem tem um cronograma rígido, isto pode ser um problema, sobretudo se envolver passagem aérea. Segundo os habitantes da região, isto é relativamente comum acontecer e pode durar às vezes mais de um dia seguido, portanto, fiquem atentos. A previsão dizia que haveria dias de sol e calor, mas o vento que sopra por aqui é frio e, mesmo no sol, a sensação térmica pode ser de 10, 12 graus; a água do mar, no momento, é fria como a do verão na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, a título de comparação, e com o vento pode ser desagradável o banho de mar. As águas são, entretanto, claríssimas, de diversos tons de azul e verde. Talvez vir na primeira semana de junho seja um pouco melhor em se tratando do clima, por estar mais próximo aina do verão (é primavera aqui), todavia, a partir de 10 junho os hotéis começam a praticar a alta temporada, com aumento de cerca de 30% nas tarifas. Abraços, Mauricio.
  2. André, cartões desta natureza, só se faz carga em dólares ou euros; francos suíços só se compram em casas de câmbio.
  3. Para quem fizer o Bernina Express, vale muito à pena hospedar-se pelo menos 1 dia em Tirano, uma bela cidade medieval italiana e ponto de chegada do trem.
  4. Tenho observado muitas dúvidas aqui a respeito sobre comprar ou não um passe de trem. Passei 16 dias entre setembro e outubro de 2014 no país, e acho que o Swiss Pass (ou similar) deve ser a escolha óbvia: você não precisa se preocupar com a compra de tickets e, caso haja quaisquer mudanças em seu intinerário (acredite, pode acontecer, por exemplo, por causa das condições climáticas ou surgimento de um novo destino mais interessante), você estará pronto a se deslocar sem pagar a mais por isto. Mais: há passeios nos trajetos que você poderá descobrir somente ao chegar a um determinado destino e que são cobertos pelo passe em sua totalidade ou com um desconto de 50%. Isto tudo sem contar as atrações gratuitas normalmente vinculadas ao passe, como os museus. Talvez o passe só não seja uma ótima escolha para viagens de curta duração, mas mesmo assim, dependendo do roteiro, pode valer à pena adquiri-lo.
  5. Em Interlaken, fiquei em outubro de 2014 no Hotel Beausite (www.beausite.ch), muito boa relação custo benefício, além de próximo (5 minutos a pé) da estação de tren Interlaken West. Se ficar no segundo andar (principalmente nos quartos ao fundo do corredor, no lado esquerdo, como o 25 e o 26), terá uma visão frontal da famosa "Jungfrau".
  6. macrjunior respondeu ao tópico de bbkid em Argentina
    Oi, Julião, Estive em El Chaltén na segunda semana de novembro de 2012. Em uma tarde, por volta das 18 horas, o termômetro marcava +3,5 graus, com um vento cortante que diminuía a sensação térmica nem sei pra onde; cães de rua buscavam abrigo, desesperados...isto responde a sua pergunta? Abraços e boa viagem! Mauricio.
  7. Se o objetivo for apenas uma experiência de caminhar sobre o gelo, recomendo o mini trekking. O Big Ice creio ser mais voltado para praticantes de atividades desta natureza ou montanhistas, digamos assim. Importante lembrar que o clima muda com facilidade na região, e o que começou com um belo dia do sol pode se transformar em chuva ou algo pior. Fiz o mini trekking em Novembro de 2012 e achei-o muito bacana mesmo.
  8. Olá, Étore, Bem, há algumas empresas de aluguel de veículos em El Calafate (bem como em El Chaltén - em menor número), destas, a mais barata que encontrei foi a Localiza (a mesma que temos aqui no Brasil - fica logo na entrada de El Calafate, após uma ponte de aço de quem vem do aeroporto, do lado esquerdo). Fiquei 6 dias com o carro (um Corsa Sedan 1.4, muito bom) e, se não me engano, custou US$ 540, com direito a 200 KM por dia (dá e sobra para fazer a viagem El Calafate-El Chaltén-El Calafate, além de passeios pelas cidades). Foi necessário o cartão de crédito internacional e a carteira de habilitação nacional (tenho também a internacional, mas pediram a nacional). Quanto ao combustível, sinceramente, não me lembro do valor (variável), mas é importante lembrar que entre as duas cidades quase não há postos para abastecer (em El Chaltén, há somente 1), portanto, certifique-se de encher o tanque antes de sair. Abraços.
  9. Olá para todos, Estive em El Chaltén durante o mês de novembro de 2012 e gostaria de dar algumas dicas: 1) Se for a El Calafate antes, recomendo veementemente que alugue um carro, se possível. A viagem de 215 KM entre as duas cidades é belíssima, sobretudo no trecho entre a Hospedaria La Leona (famosa por receber no século passado os bandidos Butch Cassidy e Sundance Kid, imortalizados pelo cinema - é uma espécie de museu hoje, bem interessante e preservada) e El Chaltén: fica mais simples para você parar o carro, fotografar e admirar a paisagem, sobretudo a aproximação gradual das montanhas; 2) Alugar um carro ainda permite maior flexibilidade para transitar pelo parque, mesmo para quem fará as trilhas a pé (como foi o meu caso). Você certamente irá desejar retornar diversas vezes para apreciar o pôr-de-sol ou algum detalhe que lhe tenha escapado anteriormente; 3) Não deixe de ir à Laguna del Desierto (38 KM a partir de El Chaltén, dentro do parque - mais um motivo para alugar um carro): suas tonalidades de verde e azul são impressionantes, alcançada através de uma trilha íngreme de 45 minutos; 4) Não acho vantagem alguma você visitar o Glaciar Viedma se já visitou o Glaciar Perito Moreno em El Calafate: o passeio de barco é bem mais longo (e, creio, monótono) e você não possui nenhum ponto que permita observar do alto (como nas passarelas do Perito Moreno) a grandiosidade deste. Abraços a todos, Mauricio.
  10. macrjunior respondeu ao tópico de patymarquis em Colômbia
    Olá a todos, Tenho 41 anos, sou um viajante inveterado, mochileiro (ou quase isto) como boa parte de vocês e gostaria de relatar minhas impressões sobre Cartagena, Bogotá e Villa de Leyva, as quais conheci entre 19 e 30 de abril de 2012. BOGOTÁ: cidade grande, muito movimentada e extremamente policiada pelo Exército, Polícia e seguranças privados: estão por toda a parte, literalmente, portanto, creio ser bem segura. Hospedei-me em um hotel (GHL Hamilton) de uma rede norte-americana, quarto duplo a R$ 220,00 aproximadamente, muito confortável, espaçoso e com um ótimo café-da-manhã, além de um serviço impecável (com internet inclusa, sem limite de utilização) e ótima localização: na Zona Rosa, o equivalente à Ipanema/Leblon para os cariocas ou os Jardins para os paulistanos. Os bares são incríveis, muito bem frequentados e atrativos, come-se e bebe-se das mais diferentes culturas gastronômicas que se pode imaginar, com preços muito baratos em relação ao Brasil. Conheci também o Cerro Montsserat, com uma bela vista da cidade e pouco mais: há estátuas representando a Via-Crúcis mas a igreja em seu topo é sem-graça, moderna, perdendo em muito para a maioria das nossas; há também um bistrô francês (dizem que mais caro) que só abre à noite, então, não pude conhece-lo. O Museu del Oro é imperdível, bem no centro (movimentadíssimo) da cidade e próximo a um bairro muito bacana de se conhecer, a Candelária, com seu casario antigo (equivalente no tempo ao casario da Lapa, no Rio de Janeiro) e o Museu Botero (com obras do próprio e outras de artistas consagrados mundialmente, em menor número). Não visitei a Feira de Usaquén, nome da praça onde a mesma ocorre aos domingos, famosa pelo seu artesanato, mas creio que a mesma é equivalente às várias lojas do ramo que encontrei (inclusive ao lado do Museu del Oro). Os táxis são baratos mas para alguns destinos talvez convenha perguntar antes o preço, que às vezes parece ir de acordo com a cara do passageiro; o trânsito é caótico, parecido com o de São Paulo em seus piores dias, sobretudo na região central da cidade: não é um bom lugar para alugar um carro. Vi o Transmilênio, o metrô de superfície da cidade, mas talvez, como eu, você se decepcione com as filas e as pessoas compactadas dentro dele e desista de usá-lo. Como a cidade fica a 2.600 m de altitude, senti um pouco de falta de ar e dor de cabeça nos primeiros dias, nada sério. Como em toda Colômbia, basta reconhecê-lo como turista que as pessoas oferecem de tudo para comprar, com o passar dos dias, chega a ser desagradável tamanha insistência; os táxis também passam buzinando o tempo todo, sempre que reconhecem um turista. Visitei por último a mina de sal de Zipaquirá, a 50 KM da cidade, interessante mas não tão sensacional como se apregoa por lá; além da entrada, comprei um bilhete para a Rota do Mineiro, decepcionante, nada mais é que uma caminhada e explicação sobre técnicas de mineração...acontece que você já caminha pelo interior da mina e percebe isto antes mesmo de chegar ao início da rota, portanto, achei dispensável. VILLA DE LEYVA: belíssimo conjunto arquitetônico, tipicamente colonial, situado a cerca de 200 KM de Bogotá, acessível por uma estrada ruim (embora pedagiada, o asfalto é irregular e há grandes buracos - achei pior que as estradas do Brasil. Pode ser resultado das chuvas intensas que caíam antes e na semana em que lá cheguei, mas mesmo assim o estado de conservação deve ser ruim em outras épocas); a estrada usada para o retorno (pode também ser usada para a ida), embora em pista única ao contrário da outra, é melhor conservada e corta uma bela região de pastagens e plantações. Há muitas opções de hospedagem, de todos os preços, e pode-se ficar muitas horas passeando enquanto se admira o casario e as ruas. Sugiro também visitar o belo jardim do convento franciscano (ou algo assim) próximo ao centro da cidade e o observatório astronômico dos muiscas, nos arredores (acesso ruim por estrada de terra, mas há empresas que o levam lá). Os restaurantes são variados e muito bons, assim como a lanchonetes e bares. Fui de táxi até lá, pagando o mesmo que seria por um carro alugado, com a vantagem de não ter de enfrentar o trânsito pesado da saída da cidade, os pedágios (inclusos no preço) e o abastecimento de combustível. CARTAGENA: outro belíssimo conjunto arquitetônico, um pouco mais para o moderno que o colonial mas com traços deste (sobretudo em suas belas muralhas e adjacências): dá para ficar dias curtindo suas ruas, casas, bares e restaurantes, todos muito bons como em Bogotá e Villa de Leyva. Como acontece no restante do país, o povo é simpático, solícito e também oferece de tudo para comprar, irritante ao final de 1 semana na cidade (que foi o tempo que passei lá e que julgo suficiente para conhecê-la bem); os táxis buzinam a todo tempo por uma "corrida" e o preço varia de acordo com o destino e a cara do freguês (peguei um táxi por 6.000 pesos - algo como R$ 6,00 - e, na volta para o mesmo local de partida, cobraram 3.000 pesos), ao que parece, mas são baratos. Bocagrande é uma mistura mal feita de Copacabana (que por si só já não gosto, mesmo sendo carioca da gema) e Miami, um lugar totalmente dispensável de se ir a não pela praia (de areia escura mas de águas limpas - prepare-se para uma enxurrada de ambulantes); não vi nada de glamouroso lá a não ser os arranha-céus e os carros importados (que também vi em outros locais da Colômbia). Getsemani fica dentro das muralhas mas é a versão mais pobre do centro histórico da cidade: há sujeira, esgoto correndo nas ruas e o casario não é tão bem conservado. As famosas praias...bem, ficam fora da cidade, acessíveis somente por barcos (pelo menos, 30 minutos em lancha rápida - se tem problemas com mar agitado, mar aberto ou algo assim, esqueça, pode dar medo a forma como encaram as ondas e os coletes salva-vidas são para adultos e não para crianças - ou 1 hora em barcos maiores - que somente são oferecidos para grupos de pelo menos 50 passageiros, grupos menores irão em lanchas rápidas, com as características que mencionei). Conheci uma delas, a Playa Blanca, na Ilha Barú, bem bonita, de águas límpidas, transparentes mas com muito lixo espalhado pelos turistas (principalmente os "ecologicamente corretos" europeus, que propagam aos 4 ventos suas virtudes e que não praticam...), também com uma enxurrada de ambulantes. A Isla del Rosário é um engodo: não tem praia para mergulhar (embora haja 26 delas - é uma reserva ambiental, proibida portanto para banhos de mar, como informaram), não curto os ridículos shows de golfinhos amestrados que tem lá e mais parece uma farofa tipicamente comum nos domingos de praia no Rio; se você também não curte isto, peça apenas o passeio até Playa Blanca...mas terá de aguardar a ida e retorno de Isla del Rosario dos demais que assim o decidirem, o que pode ser desconfortável com o sol e calor fortes do local (estimo uma espera de 3 a 4 horas, pelo menos). As demais praias estão em resorts ou casas privadas e podem ser contratados na própria cidade. Resumindo: se por achar que está no Caribe terá praias no quintal de casa, esqueça. Espero ter ajudado um pouco, abraços a todos!
  11. Olá a todos, Tenho 41 anos, sou um viajante inveterado, mochileiro (ou quase isto) como boa parte de vocês e gostaria de relatar minhas impressões sobre Cartagena, Bogotá e Villa de Leyva, as quais conheci entre 19 e 30 de abril de 2012. BOGOTÁ: cidade grande, muito movimentada e extremamente policiada pelo Exército, Polícia e seguranças privados: estão por toda a parte, literalmente, portanto, creio ser bem segura. Hospedei-me em um hotel (GHL Hamilton) de uma rede norte-americana, quarto duplo a R$ 220,00 aproximadamente, muito confortável, espaçoso e com um ótimo café-da-manhã, além de um serviço impecável (com internet inclusa, sem limite de utilização) e ótima localização: na Zona Rosa, o equivalente à Ipanema/Leblon para os cariocas ou os Jardins para os paulistanos. Os bares são incríveis, muito bem frequentados e atrativos, come-se e bebe-se das mais diferentes culturas gastronômicas que se pode imaginar, com preços muito baratos em relação ao Brasil. Conheci também o Cerro Montsserat, com uma bela vista da cidade e pouco mais: há estátuas representando a Via-Crúcis mas a igreja em seu topo é sem-graça, moderna, perdendo em muito para a maioria das nossas; há também um bistrô francês (dizem que mais caro) que só abre à noite, então, não pude conhece-lo. O Museu del Oro é imperdível, bem no centro (movimentadíssimo) da cidade e próximo a um bairro muito bacana de se conhecer, a Candelária, com seu casario antigo (equivalente no tempo ao casario da Lapa, no Rio de Janeiro) e o Museu Botero (com obras do próprio e outras de artistas consagrados mundialmente, em menor número). Não visitei a Feira de Usaquén, nome da praça onde a mesma ocorre aos domingos, famosa pelo seu artesanato, mas creio que a mesma é equivalente às várias lojas do ramo que encontrei (inclusive ao lado do Museu del Oro). Os táxis são baratos mas para alguns destinos talvez convenha perguntar antes o preço, que às vezes parece ir de acordo com a cara do passageiro; o trânsito é caótico, parecido com o de São Paulo em seus piores dias, sobretudo na região central da cidade: não é um bom lugar para alugar um carro. Vi o Transmilênio, o metrô de superfície da cidade, mas talvez, como eu, você se decepcione com as filas e as pessoas compactadas dentro dele e desista de usá-lo. Como a cidade fica a 2.600 m de altitude, senti um pouco de falta de ar e dor de cabeça nos primeiros dias, nada sério. Como em toda Colômbia, basta reconhecê-lo como turista que as pessoas oferecem de tudo para comprar, com o passar dos dias, chega a ser desagradável tamanha insistência; os táxis também passam buzinando o tempo todo, sempre que reconhecem um turista. Visitei por último a mina de sal de Zipaquirá, a 50 KM da cidade, interessante mas não tão sensacional como se apregoa por lá; além da entrada, comprei um bilhete para a Rota do Mineiro, decepcionante, nada mais é que uma caminhada e explicação sobre técnicas de mineração...acontece que você já caminha pelo interior da mina e percebe isto antes mesmo de chegar ao início da rota, portanto, achei dispensável. VILLA DE LEYVA: belíssimo conjunto arquitetônico, tipicamente colonial, situado a cerca de 200 KM de Bogotá, acessível por uma estrada ruim (embora pedagiada, o asfalto é irregular e há grandes buracos - achei pior que as estradas do Brasil. Pode ser resultado das chuvas intensas que caíam antes e na semana em que lá cheguei, mas mesmo assim o estado de conservação deve ser ruim em outras épocas); a estrada usada para o retorno (pode também ser usada para a ida), embora em pista única ao contrário da outra, é melhor conservada e corta uma bela região de pastagens e plantações. Há muitas opções de hospedagem, de todos os preços, e pode-se ficar muitas horas passeando enquanto se admira o casario e as ruas. Sugiro também visitar o belo jardim do convento franciscano (ou algo assim) próximo ao centro da cidade e o observatório astronômico dos muiscas, nos arredores (acesso ruim por estrada de terra, mas há empresas que o levam lá). Os restaurantes são variados e muito bons, assim como a lanchonetes e bares. Fui de táxi até lá, pagando o mesmo que seria por um carro alugado, com a vantagem de não ter de enfrentar o trânsito pesado da saída da cidade, os pedágios (inclusos no preço) e o abastecimento de combustível. CARTAGENA: outro belíssimo conjunto arquitetônico, um pouco mais para o moderno que o colonial mas com traços deste (sobretudo em suas belas muralhas e adjacências): dá para ficar dias curtindo suas ruas, casas, bares e restaurantes, todos muito bons como em Bogotá e Villa de Leyva. Como acontece no restante do país, o povo é simpático, solícito e também oferece de tudo para comprar, irritante ao final de 1 semana na cidade (que foi o tempo que passei lá e que julgo suficiente para conhecê-la bem); os táxis buzinam a todo tempo por uma "corrida" e o preço varia de acordo com o destino e a cara do freguês (peguei um táxi por 6.000 pesos - algo como R$ 6,00 - e, na volta para o mesmo local de partida, cobraram 3.000 pesos), ao que parece, mas são baratos. Bocagrande é uma mistura mal feita de Copacabana (que por si só já não gosto, mesmo sendo carioca da gema) e Miami, um lugar totalmente dispensável de se ir a não pela praia (de areia escura mas de águas limpas - prepare-se para uma enxurrada de ambulantes); não vi nada de glamouroso lá a não ser os arranha-céus e os carros importados (que também vi em outros locais da Colômbia). Getsemani fica dentro das muralhas mas é a versão mais pobre do centro histórico da cidade: há sujeira, esgoto correndo nas ruas e o casario não é tão bem conservado. As famosas praias...bem, ficam fora da cidade, acessíveis somente por barcos (pelo menos, 30 minutos em lancha rápida - se tem problemas com mar agitado, mar aberto ou algo assim, esqueça, pode dar medo a forma como encaram as ondas e os coletes salva-vidas são para adultos e não para crianças - ou 1 hora em barcos maiores - que somente são oferecidos para grupos de pelo menos 50 passageiros, grupos menores irão em lanchas rápidas, com as características que mencionei). Conheci uma delas, a Playa Blanca, na Ilha Barú, bem bonita, de águas límpidas, transparentes mas com muito lixo espalhado pelos turistas (principalmente os "ecologicamente corretos" europeus, que propagam aos 4 ventos suas virtudes e que não praticam...), também com uma enxurrada de ambulantes. A Isla del Rosário é um engodo: não tem praia para mergulhar (embora haja 26 delas - é uma reserva ambiental, proibida portanto para banhos de mar, como informaram), não curto os ridículos shows de golfinhos amestrados que tem lá e mais parece uma farofa tipicamente comum nos domingos de praia no Rio; se você também não curte isto, peça apenas o passeio até Playa Blanca...mas terá de aguardar a ida e retorno de Isla del Rosario dos demais que assim o decidirem, o que pode ser desconfortável com o sol e calor fortes do local (estimo uma espera de 3 a 4 horas, pelo menos). As demais praias estão em resorts ou casas privadas e podem ser contratados na própria cidade. Resumindo: se por achar que está no Caribe terá praias no quintal de casa, esqueça. Espero ter ajudado um pouco, abraços a todos!

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